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9 de jan de 2015

Exorcismo, O caso Emily Rose (Este não e um caso isolado)



Historia de Emily Rose

Anneliese Michael, foi uma jovem alemã que viveu com sua família católica na região de Klingenberg am Main (Alemanha), Anneliese  acreditava ter sido possuída por uma legião de demônios, sendo eles: Caim, Nero, Belial, Lúcifer, Hitler, Fleischmann , esse demônios são retratados no filme e sua autenticidade bastante questionável, tendo sido submetida a uma intensa série de sessões de exorcismo pelos padres Ernest Alt e Arnold Renz em1975 e 1976. 

O Caso Klingenberg, como passou a ser conhecido pelo grande público, deu origem a vários estudos e pesquisas, tanto de natureza teológica quanto científica, e serviu como inspiração para o filme O Exorcismo de Emily Rose.

Tratamento psiquiátrico
Anneliese começou a ter alucinações enquanto rezava. 
Ela também começou a ouvir vozes, que lhe diziam que ela era amaldiçoada. 
Em 1973, Anneliese estava sofrendo de depressão e considerando suicídio. 
O seu comportamento tornou-se cada vez mais bizarro.
O exorcismo
No verão de 1973, os pais de Anneliese foram até a paróquia local solicitando aos religiosos que submetessem a sua filha ao ritual de exorcismo. 
A princípio, o pedido foi negado, uma vez que a doutrina da Igreja Católica com respeito a essas práticas é muito restrita. 
Segundo a Igreja, dentre outras coisas, os possuídos devem ser capazes de falar línguas que nunca tenham estudado, manifestar poderes sobre naturais e mostrar grande aversão aos símbolos religiosos cristãos.
Algum tempo depois, o padre Ernst Alt, considerado um perito no assunto, conclui que Anneliese já reunia as condições suficientes para a realização do exorcismo, de acordo com os procedimentos prescritos no Rituale Romanum.
A Virgem Maria e Anneliese
Durante o tratamento, em um sonho Anneliese caminhou até o jardim e avistou uma imagem que ela dizia ser a Virgem Maria, na história ela teria recebido uma proposta da Virgem Maria, ela teria opção de se libertar dos demônios que possuiam o corpo dela, ou enfrentar seu destino e perder a vida.


Anneliese optou pelo martírio voluntário, alegando que seu exemplo enquanto possessa serviria de aviso a toda a humanidade de que o diabo existe e que nos ronda a todos, e que trabalhar pela própria salvação deve ser uma meta sempre presente. Ela afirmava que muitas pessoas diziam que Deus está morto, que haviam perdido a fé, então ela, com seu exemplo, lhes mostraria que o demônio age, e independe da fé das pessoas para isso.
Falecimento
Em 1 de julho de 1976, no dia em que Anneliese teria predito sua liberação, morreu enquanto dormia. À meia-noite, segundo o que afirmou, os demônios finalmente a deixaram e ela parou de ter convulsões. Anneliese foi dormir exausta, mas em paz, e nunca mais acordou, falecendo aos 23 anos de idade. A autópsia considerou o seu estado avançado de desnutrição e desidratação como a causa de sua morte por falência múltipla dos órgãos. Nesse dia, o seu corpo pesava pouco mais de trinta quilos.
Julgamento
Logo após  a morte de Anneliese, os padres Ernest Alt e Arnold Renz comunicaram a morte às autoridades locais que, imediatamente, abriram inquérito e procederam às investigações preliminares.

Os promotores públicos responsabilizaram os dois padres e os pais de Anneliese de homicídio causado por negligência médica. O bispo Josef Stangl, embora tivesse dado a autorização para o exorcismo, não foi indiciado pela promotoria em virtude de sua idade avançada e seu estado de saúde debilitado, vindo a falecer em 1979. Josef Stangl foi quem consagrou bispo o padre Joseph Ratzinger, que no futuro se tornaria o Papa Bento XVI.https://lh4.googleusercontent.com/_eRTOIs-bEAo/TbB--vt5ASI/AAAAAAAAD_g/7JCVLAFo06E/emilysss.png
O julgamento do processo, que passou a ser denominado como o Caso Klingenberg (em alemão: Fall Klingenberg), iniciou-se em 30 de março de 1978 e despertou grande interesse da opinião pública alemã. Perante o tribunal, os médicos afirmaram que a jovem não estava possuída, muito embora o Dr. Richard Roth, ao qual foi solicitado auxílio médico pelo padre Ernest Alt, teria feito a afirmação à época que não havia medicação eficaz contra a ação de forças demoníacas.
Segundo Elbson do Carmo, após a morte  de Anneliese,  “seus pais foram indiciados por homicídio culposo e omissão de socorro, e os dois padres exorcistas Ernst Alt e Arnold Renz sofreram as mesmas acusações.

Na visão cética

Acredita-se que  Anneliese se tratava apenas de uma moça com surtos de esquizofrenia, psicose e epilepsia, mas admitem que nem todos os sintomas que a moça tem são previstos.


O Exorcismo de Emily Rose (Título original em inglês: The Exorcism of Emily Rose) é um filme estadunidense de terror, lançado em 2005, baseado em um caso verídico ocorrido em Leiblfing, Alemanha, com Anneliese Michel, uma jovem católica que acreditava ter sido possuída por, pelo menos, seis demônios, tendo sido submetida a uma intensa série de sessões de exorcismo.

É considerado o primeiro filme do gênero terror e tribunal da história do cinema. Os nomes reais foram trocados, com a localização da narrativa mudada para osEstados Unidos.
O Filme é baseado em fatos reais.






(áudio original do exorcismo)

Legado




Em 1999, na cidade do Vaticano, o Cardeal Jorge Medina Estevez apresentou aos jornalistas a nova versão do Rituale Romanum, que vinha sendo usado pela Igreja Católica desde 1614. 

A nova versão, escrita em latim em 84 páginas com encadernação de couro carmim, veio depois de mais de dez anos de estudos e é denominada De exorcismis et supplicationibus quibusdam (em português: "De todos os gêneros de exorcismos e súplicas"). 

O Cardeal Estevez afirmou, durante a divulgação do rito reformado, que "a existência do demônio não é um ponto de vista, algo no qual se possa decidir acreditar ou não". 

O Papa João Paulo II aprovou o novo rito de exorcismo que agora é adotado em todo o mundo católico. 
 
Segundo o Cardeal Jacques Martin, ex-administrador da Casa Pontifícia, em seu livro My Six Popes, o próprio Papa João Paulo II teria realizado um exorcismo em 1982, expulsando um demônio de uma mulher italiana que lhe fora trazida contorcendo-se, gritando e lançando-se ao chão. 

O Papa João Paulo II teria ministrado ainda dois outros exorcismos durante o seu pontificado. 
 
Nos dias atuais, o túmulo de Anneliese Michel em Klingenberg am Main tornou-se um local de peregrinação para os cristãos que a consideram uma devota que experimentou extremos sacrifícios em um martírio voluntário para possibilitar a salvação espiritual de muitos.

 
Depois de uma missa dominical, ao lado do padre Bob Meets, Anna, a mãe de Anneliese, fez recentemente uma de suas poucas e breves declarações a imprensa: – “Não me arrependo do que fizemos, era o que tínhamos para combater aquele mal”. Apesar de ser um bom filme, “O Exorcismo de Emily Rose” desvia-se da verdadeira história de Anneliese.



Nos dias atuais, o túmulo de Anneliese Michel em Klingenberg am Main tornou-se um local de peregrinação para os cristãos que a consideram uma devota que experimentou extremos sacrifícios em um martírio voluntário para possibilitar a salvação espiritual de muitos.


Outros Casos de possessão e Exorcismo 

Clara Germana Cele: 

Fez um pacto com Satã em 1906. A jovem sul-africana contou sobre o acordo a um padre durante uma confissão. Quando estava “possuída” ela falava línguas que não conhecia e gritava de uma forma que assustava todos os que presenciaram. Sua voz não parecia de nenhuma pessoa ou animal conhecido. Pessoas que estavam presentes afirmaram ter visto a moça levitar vertical e horizontalmente.

 O ritual de exorcismo realizado por dois padres não foi nada tranquilo. Ela estava muito violenta, tanto que tomou a Bíblia da mão de um deles e tentou fazê-lo engolir o livro. O ritual foi considerado um sucesso e o demônio foi supostamente expulso do corpo de Clara.

Michael Taylor: 

Era um membro respeitável de uma irmandade cristã. Seu comportamento começou a mudar até um dia ele agredir verbalmente a líder do grupo. Michael admitiu que havia sentido o mal dentro dele. Seu comportamento foi piorando cada vez mais até que um dia os vigários locais tentaram curá-lo através de métodos cristãos de exorcismo. 

Depois de horas tentando ajudá-lo sem sucesso eles desistiram e mandaram Michael para casa. Ao chegar a sua residência ele matou sua esposa e seu cachorro. Quando foi encontrado ele estava completamente nú e coberto de sangue.

Robbie Mannheim:



Começou a ter problemas quando ainda era um garoto e foi passar uma noite na casa de sua avó. Ele ouviu sons estranhos e uma gravura de Jesus pregada na parede começou a tremer. Onze dias depois sua tia, a quem ele era muito apegado, morreu deixando o garoto desolado.

Em seu desespero ele tentou contatar sua tia no mundo dos mortos, o que lhe causou vários problemas e deu início ao pretenso caso de possessão. Inicialmente ele foi examinado por médicos e psiquiatras, mas nenhum resultado concreto foi obtido.  Foi então que sua família procurou o reverendo Luther Miles Schluze, que passou uma noite com Robbie para examinar seu caso.

Durante aquela noite o reverendo percebeu que vários objetos se moveram pelo quarto enquanto Robbie dormia. Ele foi levado ao reverendo William S. Bowdernm, que passou dois meses tratando o garoto em uma terapia que incluiu 30 rituais de exorcismo, o que o devolveu à normalidade. O caso de Robbie ficou muito famoso e inspirou o romance O Exorcista, de William Peter Blatty, que foi adaptado para o cinema e se tornou um clássico do terror.

George Lutkins:


Era um costureiro inglês que ficou conhecido por ter sido possuído por demônios. Tudo começou quando seu vizinho pediu ao pastor local para ajudar George, pois ele cantava músicas estranhas durante a noite e às vezes utilizando vozes que não soavam como a sua.

 O próprio costureiro confirmou que estava possuído por sete demônios e que precisaria de sete exorcismos para ser curado. Vários exorcistas tentaram ajudá-lo, mas somente após um ritual em 1778 aparentemente George estava livre de seu tormento, passando a viver uma vida tranquila.


Possessão demoníaca


O aprisionador controle e influência sobre uma pessoa por parte dum invisível espírito iníquo. Nos tempos bíblicos, os endemoninhados eram afligidos de várias maneiras: alguns ficavam mudos, outros cegos, outros agiam como lunáticos e outros possuíam força sobre-humana. Todos eram horrivelmente maltratados por estes tiranos invisíveis. (Mt 9:32; 12:22; 17:15; Mr 5:3-5; Lu 8:29; 9:42; 11:14; At 19:16) Suas vítimas incluíam homens, mulheres e crianças. (Mt 15:22; Mr 5:2) A agonia às vezes era maior quando muitos demônios se apoderavam da mesma pessoa ao mesmo tempo. (Lu 8:2, 30) Quando o demônio era expulso, a pessoa recobrava seu estado mental normal e sadio. Há uma diferença entre a possessão demoníaca e a doença física comum, pois Jesus curou ambos os tipos de distúrbios. — Mt 8:16; 17:18; Mr 1:32, 34.

Alguns dos maiores milagres de Jesus relacionavam-se com a libertação de pessoas possessas do cativeiro aos demônios. Estes eram impotentes diante dele. Mas, nem todos se alegravam com a sua obra de expulsar demônios. Os fariseus acusaram-no de estar mancomunado com o governante dos demônios, Belzebu, quando, na verdade, como Jesus indicou, eles mesmos eram a descendência do Diabo. (Mt 9:34; 12:24; Mr 3:22; Lu 11:15; Jo 7:20; 8:44, 48-52) Jesus sabia qual era a fonte do poder que lhe dava domínio sobre os demônios, e admitiu abertamente que se tratava do espírito de Jeová. (Mt 12:28; Lu 8:39; 11:20) Os próprios demônios reconheciam a identidade de Jesus e dirigiam-se a ele como o “Filho de Deus”, “o Santo de Deus” e “Jesus, Filho do Deus Altíssimo”. (Mt 8:29; Mr 1:24; 3:11; 5:7; Lu 4:34, 41; At 19:15; Tg 2:19) No entanto, em nenhum momento Jesus permitiu que testemunhassem em seu favor. (Mr 3:12) Por outro lado, certo homem que fora libertado do poder dos demônios foi incentivado a declarar a seus parentes ‘todas as coisas que Jeová fizera por ele’. — Mr 5:18-20.

Jesus deu também a seus 12 apóstolos autoridade sobre os demônios e, mais tarde, aos 70 que ele enviou, de modo que, em nome de Jesus, estes também puderam curar os possessos de demônios. (Mt 10:8; Mr 3:15; 6:13; Lu 9:1; 10:17) Até mesmo certa pessoa que não era associado íntimo de Jesus ou de seus apóstolos conseguiu exorcismar um demônio à base do nome de Jesus. (Mr 9:38-40; Lu 9:49, 50) Depois da morte de Jesus, os apóstolos continuaram a ter este poder. Paulo expulsou um “demônio de adivinhação” duma jovem escrava, para grande ira de seus donos amantes do dinheiro. (At 16:16-19) Mas, quando certos impostores, os sete filhos do sacerdote Ceva, tentaram expulsar um demônio em nome de ‘Jesus, a quem Paulo pregava’, o homem possesso de demônio agarrou os sete e espancou-os duramente, deixando-os nus. — At 19:13-16.

Não raro, a conduta bravia e incontrolável de pessoas mentalmente desequilibradas deve-se à possessão por parte desses lacaios invisíveis de Satanás. Vez por outra relata-se que médiuns espíritas expulsam estes demônios; isto faz lembrar o que Jesus disse: “Muitos me dirão naquele dia: ‘Senhor, Senhor, não . . . expulsamos demônios em teu nome . . .?’ Contudo, eu lhes confessarei então: Nunca vos conheci!” (Mt 7:22, 23) Imperiosos motivos, portanto, para acatarmos o conselho: “Sede vigilantes”, e: “Revesti-vos da armadura completa de Deus, para que vos possais manter firmes contra as maquinações do Diabo” e seus demônios. — 1Pe 5:8; Ef 6:11.




Atualização :


Possessão demoníaca - Controle e influência sobre uma pessoa



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