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PROVAS DA EXISTÊNCIA DE #DEUS

PROVAS DA EXISTÊNCIA DE DEUS
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"Pesquisas científicas recentes na estrutura fina do universo (a sua surpreendente ordem) mostram que a matéria inicial e as leis da natureza tinham de apresentar qualidades muito especiais para que pudesse evoluir a vida." 
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Quem assim expressa é Richard Swinburne, professor emérito de filosofia na Universidade de Oxford, que tem sido ocupado estudando as implicações de tal ajuste cosmos finas ou perfeitos, chegando à conclusão de que a única explicação é a ação de uma força criativa
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E é que toda a matéria (partículas subatômicas, átomos, moléculas, minerais, organismos, planetas ...) tem características tão enormemente precisas para a sua existência que a lógica indica que nada disso deve ser real. 
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Para citar apenas um dos milhões de exemplos que poderiam apresentar: se a massa do próton variase uma pequena percentagem, não haveria átomos e, portanto, nem matéria nem nós existimos.
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O carbono é a base fundamental das características de todas as moléculas orgânicas que vivem. Sir Alfred Hoyle , um dos mais prestigiados de todos os astrophysicists tempo proposto que carbono deve ter um índice de ressonância específico de energia que possibilitou a formação de combinar os núcleos de átomos de hélio e berílio
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Que certo nível de ressonância entendida como o equilíbrio entre os diferentes fatores que permitem a ocorrência de certos circumstances- como Hoyle previra, mais tarde confirmada pelo trabalho realizado fora por especialistas do Instituto de Tecnologia da Califórnia. 
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Um deles, William Fowler, terminou para receber o Prêmio Nobel de Física por seus estudos no campo. Oxigénio tem também um nível muito preciso de ressonância, de modo que não demasiado de carbono termina -se cada vez mais oxigénio, preservando assim a níveis adequados de carbono para a existência de moléculas orgânicas.
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O próprio Hoyle, maravilhado com os dados fornecidos pelas várias ciências, passou em afirmar que: " Uma interpretação óbvia dos fatos sugere que um super inteligência tem jogado com a física, química e biologia, e que na natureza existem forças cegas vale a pena mencionar
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Os valores calculados a partir dos fatos parecem para mim tão grande que quase colocou o assunto além de qualquer dúvida ". Hoyle não só considerado impossível a formação do cosmos sem a ação de algum tipo de inteligência criativa, mas também o surgimento da vida em nosso planeta. 
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"A possibilidade de que os aminoácidos de uma cula humana se pode ligar é matematicamente aleatório absurdo. A falta de credibilidade do acaso é matematicamente demonstrável com esta analogia: Quais são as chances de que um tornado passou por um monte de lixo que inclui todas as partes de uma aeronave e causar acidentalmente se unir e formar um avião pronto para decolar? (...) A vida não pode ter sido criado por acaso. A inteligência é uma co - existente com o universo, e que a inteligência eo universo precisam um do outro ".
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AS QUATRO FORÇAS

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Sob o título de " coincidências impossíveis " que tornam possível a existência da matéria, são os "mágicos" forças fundamentais que formam a base da física: a força nuclear forte, força nuclear fraca, eletromagnetismo e gravidade. No que diz respeito à primeira, é responsável por quark permaneçam juntos, formando, assim, os protões, neutrões e núcleos de átomos. 
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A força nuclear forte só funciona a distâncias microscópicas. Esta característica surpreendente permite que os átomos e não são também grandes massas, porque se eles geram ato também sobre a destruição do universo. Em adição, está dentro de limites estreitos, uma vez que de outro modo não haveria hidrogénio ou outros compostos.
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Como para os mais fracos, como indicado pela sua muito menos potente do que o nome de primeiro, regula a fusão de hidrogénio no sol-e no resto das estrelas do universo, o que faz com que seja possível continuar a aquecer. Se um pouco mais poderosa, ou um pouco menos, as estrelas explodir em mil pedaços. 
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A força eletromagnética "guia" para os elétrons em órbita em torno do núcleo de átomos e, como os anteriores, há o poder de direito para as estrelas emitem um certo nível de calor, e não são nem muito frio nem por isso quente para acabar definhando em um curto período de tempo.
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Ao contrário dos outros três forças mencionadas, a gravidade é excessivamente fraca. Por exemplo, EN 10 39 vezes menos do que a nuclear forte vigor , um fato que é surpreendente, uma vez que esta torna possível a existência de átomos e o primeiro dos grandes corpos: amplo sentido em que podemos incluir tudo de humanos para planetas ou galáxias. 
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No outro lado, a nuclear forte exerce um muito limitado no interior- os núcleos atómicos- eo âmbito de alcance gravitacional enormes distâncias, como exercer até mesmo galáxias 'força gravitacional' para o outro. Para piorar a situação, ele deve ser calibrado para o máximo, pois uma pequena variação poderia derrotar toda a matéria no cosmos.
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EQUILÍBRIO COSMIC

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Mas os físicos mais surpreendentes do "impossível" a ser gerado equilíbrio entre a gravidade eo eletromagnetismo. Uma simples mudança na intensidade de uma unidade de 10 40 gerar o apocalipse cósmica final. Neste evidência empírica esmagadora Freeman Dyson físico e matemático raio famoso: 
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"Quando nós estudar o universo e identificar os muitos acidentes de física e astronomia que cooperaram para o nosso benefício, que quase parece como se o universo tivesse sabido de alguma forma que então nós estávamos vindo. " revisão idêntica é o geólogo Ariel A. Roth, ex-diretor do Geoscience Research Institute e autor da obra recomenda a ciência descobre Deus (Safeliz, 2009): 
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"Os físicos têm tentado para estabelecer uma relação entre as quatro forças básicas através uma teoria do campo unificado global, mas até agora não encontrou uma associação causal entre a gravidade e as outras forças. Nestes quatro forças descobrimos que cada um parece que tem a intensidade certa para a função específica executada e sua relação com a forma de operar o outro'.
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Dentro átomo de equilíbrio impossível também são dadas. Por exemplo, um próton tem uma massa 1.836 vezes maior do que um electrão, e de neutrões pesa apenas ligeiramente mais do que um protão. Em ciência descobre Deus , Ariel A. Roth observa o seguinte sobre o assunto: 
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"Se ao menos houvesse uma ligeira variação da massa de um próton ou um nêutron, haveria estar sem produtos químicos ou mudanças químicas ou profissionais de química ou qualquer coisa grande como planetas, sóis e galáxias. A massa de um próton não pode variar mesmo em uma parte em um mil ".
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ANTES 'TEMPO ZERO "

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teoria do Big Bang como uma explicação para a origem do universo é aceito pela grande maioria dos físicos e cosmólogos, uma vez que existem inúmeros dados que apontam para a sua veracidade. 
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Entre eles destacam-se a distribuição de elementos químicos no universo, a datação dos mais antigos de cerca de 14.000 milhões de anos e, acima de tudo, a descoberta, em 1965, da radiação cósmica de fundo de fato o "eco" Big bang teve origem na "explosão inicial" - que permeia todo o cosmos. Seus descobridores, os astrofísicos Arno Penzias e Robert Wilson, ganhou para ele o Prêmio Nobel de Física em 1978 e, finalmente validada a tese do Big Bang.
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Mas, o que é? Basicamente, ele diz que faz cerca de 14.000 milhões de anos houve uma enorme explosão -a física preferem se referir a ele com o termo "singularidade quântica" mais descritivo - a partir do qual uma sopa de partículas elementares extremamente quente surgiu, desde então ele vai resfriamento enquanto ele está se expandindo.
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Durante os primeiros minutos quark ligação resultou protões e neutrões, então emergiu núcleos de hidrogénio, deutério e hélio. Não foi até cerca de 300.000 anos para a temperatura desceu o suficiente para permitir que estes núcleos juntar com electrões para formar átomos. 
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Assim, em um processo longo e complexo, milhares de milhões de anos mais tarde vieram as estrelas e planetas. Esta teoria pode convenientemente explicar a criação do universo a partir do momento do "big bang".Mas a grande questão não respondida é o que havia antes, uma questão que continua a causar preocupação para os cientistas porque eles não podem oferecer uma alternativa válida para o que aconteceu na solução chamado "tempo zero". 
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De um ponto de vista matemático, você recebe um morto -chamado out "singularidade" de uma maneira eufemístico-, para algumas quantidades tais como a temperatura ou a densidade da energia deve ser infinita.
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De que forma o bem vence o mal

Arcanjo Miguel

O Rei Davi era um homem bom. Ele tinha profundo amor por Deus, anseio pela justiça e cuidado amoroso pelos menos favorecidos. Mas esse mesmo rei bom cometeu adultério com Bate-Seba, esposa de um de seus homens de confiança. Quando Davi ficou sabendo que ela estava grávida dele, acabou maquinando o assassinato do marido. Chegou a se casar com Bate-Seba numa tentativa de encobrir os seus crimes. — 2 Samuel 11:1-27.
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É EVIDENTE que o homem tem a capacidade de fazer o bem. Por que, então, pratica tanta maldade? A Bíblia identifica os motivos básicos disso. Revela também como Deus eliminará a maldade de uma vez por todas por meio de Cristo Jesus.
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Inclinação para o mal
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O próprio Rei Davi identificou uma das causas do mal. Depois de seus erros terem sido revelados, arcou com a responsabilidade por eles. Arrependido, escreveu: “Eis que em erro fui dado à luz com dores de parto, e em pecado me concebeu minha mãe.” (Salmo 51:5) Nunca foi do propósito de Deus que as mães concebessem filhos pecadores. No entanto, quando Eva e depois Adão decidiram rebelar-se contra Deus, perderam a capacidade de produzir filhos sem pecado. (Romanos 5:12) À medida que a raça humana foi aumentando, ficou evidente que “a inclinação do coração do homem é má desde a sua mocidade”. — Gênesis 8:21.
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Se não for controlada, essa inclinação para o mal resulta em
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 “fornicação, . . . inimizades, rixa, ciúme, acessos de ira, contendas, divisões, seitas, invejas” e outras atitudes corrompedoras, descritas pela Bíblia como “obras da carne”. (Gálatas 5:19-21) No caso do Rei Davi, ele sucumbiu à fraqueza carnal e cometeu fornicação, que resultou em conflitos violentos. (2 Samuel 12:1-12) Ele poderia ter resistido à inclinação imoral. Em vez disso, por ter alimentado seu desejo por Bate-Seba, Davi seguiu o padrão descrito mais tarde pelo discípulo Tiago: “Cada um é provado por ser provocado e engodado pelo seu próprio desejo. Então o desejo, tendo-se tornado fértil, dá à luz o pecado; o pecado, por sua vez, tendo sido consumado, produz a morte.” — Tiago 1:14, 15.
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Os genocídios, estupros e saques mencionados no artigo anterior são exemplos extremos do que acontece quando as pessoas permitem que os desejos errados controlem suas ações.
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A ignorância alimenta o mal
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Paulo vivenciou certas situações que ilustram bem por que as pessoas fazem coisas más. No fim de sua vida, Paulo tinha conquistado a reputação de ser um homem gentil e cortês. Ele havia se dedicado sem reservas ao serviço em prol de seus irmãos cristãos. (1 Tessalonicenses 2:7-9) Antes disso, porém, ele era conhecido pelo nome de Saulo e ‘ameaçava de morte’ os membros desse mesmo grupo. (Atos 9:1, 2) Por que Paulo tolerava e participava nesses atos praticados contra os primeiros cristãos?
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“Porque eu era ignorante”, disse ele. (1 Timóteo 1:13) Anteriormente, Paulo tinha “zelo de Deus, mas não segundo o conhecimento exato”. — Romanos 10:2.
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Muitas pessoas sinceras, assim como Paulo, praticaram coisas más por falta do conhecimento exato da vontade de Deus. Por exemplo, Jesus alertou a seus seguidores: “Vem a hora em que todo aquele que vos matar imaginará que tem prestado um serviço sagrado a Deus.” (João 16:2) As Testemunhas de Jeová da atualidade conhecem por experiência própria a veracidade das palavras de Jesus. Elas têm sido perseguidas e até assassinadas por pessoas que alegam servir a Deus. Obviamente, o Deus verdadeiro não está feliz com esse zelo mal orientado. — 1 Tessalonicenses 1:6.
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O causador do mal
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Jesus identificou a principal causa da existência do mal. Falando aos líderes religiosos que estavam determinados a matá-lo, Jesus disse: “Vós sois de vosso pai, o Diabo, e quereis fazer os desejos de vosso pai. Esse foi um homicida quando começou.” (João 8:44) Foi Satanás que, por motivos egoístas, induziu Adão e Eva a se rebelarem contra Deus. Essa rebelião introduziu o pecado — e, conseqüentemente, a morte — a toda a humanidade.
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O temperamento assassino de Satanás ficou ainda mais evidente na forma como ele lidou com Jó. Quando Jeová lhe deu permissão para testar a integridade de Jó, ele não ficou satisfeito de tirar todos os seus bens. Ele também provocou a morte dos dez filhos de Jó. (Jó 1:9-19) A humanidade vem presenciando nas últimas décadas uma escalada do mal, não só por causa da imperfeição e ignorância humanas, mas também em resultado da crescente interferência de Satanás nos assuntos humanos. 
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A Bíblia revela que o Diabo “foi lançado para baixo, à terra, e os seus anjos foram lançados para baixo junto com ele”. Essa mesma profecia predisse com exatidão que a restrição de Satanás aos domínios terrestres causaria aflições na Terra sem precedentes. Visto que não pode obrigar as pessoas a fazer coisas más, Satanás é mestre em ‘desencaminhar toda a terra habitada’. — Revelação (Apocalipse) 12:9, 12.
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Remoção da tendência para o mal
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Para que o mal seja removido permanentemente da sociedade humana, algumas questões precisam ser solucionadas, como a tendência inata do homem para a maldade, sua falta de conhecimento exato e a influência de Satanás. Em primeiro lugar, de que forma a tendência inata para o mal pode ser removida do coração do homem?
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Nenhum cirurgião nem remédio algum conseguiriam fazer isso. Jeová Deus, no entanto, providenciou uma cura para o pecado e a imperfeição. Ela está disponível para os que estão dispostos a aceitá-la. O apóstolo João escreveu: “O sangue de Jesus . . . purifica-nos de todo o pecado.” (1 João 1:7) 

Quando voluntariamente ofereceu sua vida, o perfeito homem Jesus “levou os nossos pecados no seu próprio corpo, no madeiro, a fim de que acabássemos com os pecados e vivêssemos para a justiça”. (1 Pedro 2:24) A morte sacrificial de Jesus compensaria os efeitos do mau comportamento de Adão. Paulo declara que Cristo Jesus se tornou um “resgate correspondente por todos”. (1 Timóteo 2:6) 
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A morte de Cristo abriu caminho para que todos os homens obtivessem de novo a perfeição que Adão havia perdido.
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Talvez você queira saber por que a maldade e a morte ainda existem se a morte de Jesus há uns 2.000 anos possibilitou que todos os homens obtivessem de novo a perfeição. Encontrar a resposta para essa pergunta pode ajudar a entender o segundo motivo da existência do mal: a ignorância do homem sobre os propósitos de Deus.
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A bondade floresce em meio ao conhecimento exato
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Adquirir o conhecimento exato do que Jeová e Jesus estão fazendo agora para eliminar o mal pode evitar que uma pessoa sincera, sem se dar conta, faça vistas grossas a atitudes maldosas, ou pior ainda, ‘realmente se torne um lutador contra Deus’. (Atos 5:38, 39) Jeová Deus está disposto a não levar em conta os erros passados que foram cometidos na ignorância. Falando em Atenas, o apóstolo Paulo disse: “Deus não tem tomado em conta os tempos de tal ignorância, no entanto, agora ele está dizendo à humanidade que todos, em toda a parte, se arrependam. Porque ele fixou um dia em que se propôs julgar em justiça a terra habitada, por meio dum homem a quem designou, e ele tem fornecido garantia a todos os homens, visto que o ressuscitou dentre os mortos.” — Atos 17:30, 31.
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Paulo sabia por experiência própria que Jesus havia sido levantado dentre os mortos, pois o próprio ressuscitado Jesus falou com ele e o impediu de continuar perseguindo os primeiros cristãos. (Atos 9:3-7) Depois de ter recebido conhecimento exato dos propósitos de Deus, Paulo mudou e se tornou uma pessoa genuinamente bondosa, em imitação a Cristo. (1 Coríntios 11:1; Colossenses 3:9, 10) Além disso, ele zelosamente pregou as “boas novas do reino”. (Mateus 24:14) Nos quase 2.000 anos depois de sua morte e ressurreição, Jesus Cristo selecionou dentre a humanidade aqueles que, assim como Paulo, reinarão com ele em seu Reino. — Revelação 5:9, 10.
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Durante o século passado até os dias de hoje, as Testemunhas de Jeová vêm cumprindo de modo zeloso a ordem de Jesus: 
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“Ide, portanto, e fazei discípulos de pessoas de todas as nações, batizando-as em o nome do Pai, e do Filho, e do espírito santo, ensinando-as a observar todas as coisas que vos ordenei.” (Mateus 28:19, 20) 
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Os que aceitam essa mensagem têm a perspectiva de viver para sempre na Terra sob o governo celestial de Cristo. Jesus disse: 
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“Isto significa vida eterna, que absorvam conhecimento de ti, o único Deus verdadeiro, e daquele que enviaste, Jesus Cristo.” (João 17:3) 
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Ajudar alguém a adquirir esse conhecimento é o maior ato de bondade que se pode fazer por outras pessoas.
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Os que aceitam essas boas novas do Reino demonstram qualidades como “amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, brandura, autodomínio”, apesar de todo o mal que os cerca. (Gálatas 5:22, 23) Imitando a Jesus, ‘não retribuem a ninguém mal por mal’.(Romanos 12:17) Esforçam-se em base individual para continuar ‘vencendo o mal com o bem’. — Romanos 12:21; Mateus 5:44.
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A vitória derradeira contra o mal
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Os humanos sozinhos nunca vão conseguir vencer o maior fomentador do mal: Satanás, o Diabo. Mas, em breve, Jeová vai usar Jesus para esmagar a cabeça de Satanás. (Gênesis 3:15; Romanos 16:20) Jeová também vai orientar Cristo Jesus a ‘esmiuçar e pôr termo’ a todos os sistemas políticos, muitos dos quais têm praticado tanto mal ao longo da história da humanidade. (Daniel 2:44; Eclesiastes 8:9) Nesse dia de julgamento, que ainda está por vir, todos ‘os que não obedecerem às boas novas acerca de nosso Senhor Jesus serão submetidos à punição judicial da destruição eterna’. — 2 Tessalonicenses 1:8, 9; Sofonias 1:14-18.
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Depois que Satanás e seus apoiadores forem eliminados, Jesus vai ajudar dos céus os sobreviventes a recuperar o estado original da Terra. Cristo também vai ressuscitar os que forem dignos de ter a oportunidade de viver na Terra restaurada. (Lucas 23:32, 39-43; João 5:26-29) Ao fazer isso, ele vai anular alguns dos efeitos do mal que o homem sofreu.
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Jeová não vai obrigar as pessoas a obedecer às boas novas sobre Jesus. Em vez disso, ele está dando oportunidade para que elas adquiram conhecimento que conduz à vida eterna. É importantíssimo que você tire proveito agora dessa oportunidade! (Sofonias 2:2, 3) Se fizer isso, você aprenderá a lidar com qualquer maldade que sofra na vida. Verá também como, por fim, Cristo vencerá o mal. — Apocalipse 19:11-16; 20:1-3, 10; 21:3, 4.
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Arranjo: Jefferson 





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É anticientífico acreditar em Deus?

Cientistas que acreditam em Deus
AO LER sobre ciências, é comum se deparar com expressões religiosas. Por exemplo, os cientistas são chamados de “sumo sacerdotes duma nova cultura tecnológica” e seus laboratórios, de “templos” ou “santuários”. É claro que essas expressões não passam de simples metáforas. No entanto, elas podem trazer à tona a seguinte questão importante: Existe mesmo um abismo separando a ciência da religião?
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Alguns talvez achem que, quanto mais os cientistas aprendem, mais se distanciam de qualquer conceito sobre Deus. É verdade que muitos na comunidade científica fazem pouco caso da fé. Um número considerável de cientistas, porém, fica profundamente impressionado com evidências de que houve um planejamento consciente da natureza ao nosso redor. Já outros, maravilhados com tal planejamento, vão além e começam a refletir sobre o Planejador.
Mudança de conceito
A teoria da evolução de Charles Darwin é amplamente aceita já por um século e meio. Pessoas instruídas talvez esperassem que, nos tempos modernos, apenas os ignorantes e os ingênuos acreditariam em Deus. Mas nada parecido com isso aconteceu. Muitos cientistas professam abertamente acreditar num Criador. É verdade que talvez não acreditem nem em Deus como pessoa nem na Bíblia. No entanto, eles estão convencidos de que o projeto evidente na natureza indica a existência de um Projetista inteligente.
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Esses cientistas podem ser considerados ingênuos? Falando sobre cientistas que acreditam que o Universo e a vida nele resultam dum planejamento inteligente, uma resenha no The New York Times comentou: 
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“Eles têm doutorado e ocupam cargos importantes em algumas das universidades de maior prestígio. Seus argumentos contra o darwinismo não se baseiam na autoridade das Escrituras; antes, baseiam-se em argumentos científicos.”
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O mesmo artigo também mencionou que os que apóiam a idéia dum planejamento inteligente “não fazem quaisquer afirmações que sejam claramente desarrazoadas.  . . . O que eles negam é que a prevalecente teoria darwiniana— ou qualquer outra teoria ‘naturalista’ que se limita a causas mecânicas e irracionais, cujo funcionamento acontece de maneira gradual com o passar dotempo — seja suficiente para explicar a essência da vida. Afirmam que existem muitas provas de planejamento inteligente no mundo biológico, indicando como quase certa a intervenção de um Projetista inteligente”.*
Por incrível que pareça, essa maneira de pensar é bem comum entre os cientistas. Por exemplo, um estudo divulgado em 1997 revelou que 4 em cada 10 cientistas americanos acreditavam em Deus como pessoa. Essa proporção havia permanecido praticamente sem alteração desde 1914, quando foi realizada uma pesquisa similar.
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É compreensível que essa proporção seja menor em países onde prevalece um ponto de vista mais secular, como por exemplo nos países da Europa. No entanto, o jornal britânico The Guardian noticiou que “o nível de crença religiosa é maior entre os profissionais das ciências exatas, como física e geologia, e menor entre os profissionais de ciências sociais, como a antropologia”. Acrescentou: “O Reino Unido tem organizações como Cristãos na Ciência.” O jornal também observou que na Grã-Bretanha “o número de estudantes de ciências que freqüentam a igreja é bem maior em proporção do que os estudantes de belas-artes”.
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Mesmo assim, parece que a maioria dos cientistas faz pouco caso da idéia de um Criador. Seu desprezo exerce forte pressão sobre os colegas. O astrônomo Allan Sandage explica que “há uma certa relutância em revelar ser alguém que acredita em Deus”. Por que se dá isso? “A humilhação”, diz ele — a desaprovação e a censura doscolegas — “é muito severa”.
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Em resultado disso, os cientistas que se atrevem a sugerir que a ciência não necessariamente entra em choque com a crença num Criador sentem que suas vozes são suprimidas por conceitos mais céticos.

Por que alguns cientistas acreditam em Deus


A CIÊNCIA está constantemente desvendando novos segredos sobre o Universo e sobre a vida abundante em nosso planeta. Contudo, tanto cientistas como leigos se confrontam com as seguintes questões fundamentais: Como o Universo veio à existência? O que existia antes de sua formação? Por que parece que o Universo foi especialmente projetado para sustentar a vida? Como se originou a vida na Terra?
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A ciência ainda não conseguiu resolver essas questões, e alguns duvidam que algum dia isso será possível. Portanto, muitos se sentem induzidos a reconsiderar seus conceitos e crenças. Vamos analisar três incógnitas que levam alguns cientistas a se perguntar sobre a existência de um Criador.
A perfeita harmonia do Universo é obra do acaso?

Uma questão de grande importância tem a ver com a perfeita harmonia do Universo. Por que o Universo está equipado com leis físicas imutáveis, que estão ajustadas de modo exato e perfeito para sustentar nosso planeta e toda a vida que há nele?
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O que se quer dizer com perfeita harmonia? Veja, por exemplo, o ajuste perfeito das quatro forças físicas fundamentais: o eletromagnetismo, a gravidade, a força nuclear forte e a força nuclear fraca.* Essas forças afetam toda a matéria no Universo, e estão ajustadas e equilibradas de modo tão exato que mesmo variações mínimas poderiam tornar a vida impossível.
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Perfeita armonia do universo
Para muitas pessoas de reflexão, a explicação disso deve ser algo mais do que uma simples coincidência. John Polkinghorne, físico que trabalhava na Universidade de Cambridge, chegou à seguinte conclusão: 
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“Quando você se dá conta de que as leis da natureza precisam estar em perfeita harmonia para produzir o Universo visível, isso o leva a concluir que o Universo não apareceu simplesmente, mas que deve haver um objetivo por trás disso.”
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O físico australiano Paul Davies usou um argumento similar. 
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“Sem dúvida, muitos cientistas . . . desdenham da noção de que pode existir um Deus, ou mesmo um princípio criativo impessoal.” Ele acrescentou: “Pessoalmente, não compartilho de seu desdém. . . . Não posso crer que a nossa existência no Universo seja um mero golpe do destino, . . . um acidente no grande drama cósmico.”
Questoes que intrigam os cientistas

O desafio da complexidade
Um segundo problema que constitui um desafio para os cientistas hoje em dia é a grande complexidade do mundo em nossa volta. O bom senso nos diz que, quanto mais complexo o acontecimento, menos provável que este ocorra por acaso. Considere um exemplo.
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Na formação do DNA, o bloco de construção da vida, há uma enorme quantidade de reações químicas que precisam ocorrer com absoluta exatidão. Em 1969, o Dr. Frank Salisbury, da Universidade Estadual de Utah, EUA, calculou a probabilidade de se formar espontaneamente uma molécula de DNA básica essencial para o surgimento da vida. Seus cálculos revelaram que a probabilidade é ínfima, considerada até impossível do ponto de vista matemático.#
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A complexidade se torna evidente em especial quando organismos vivos possuem partes complexas que seriam inúteis sem outras partes complexas. Vamos usar a reprodução como exemplo.
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De acordo com as teorias evolucionistas, os seres vivos continuaram a se reproduzir à medida que se tornaram cada vez mais complexos. No entanto, em algum estágio, a fêmea de diversas espécies precisou desenvolver células reprodutoras, que precisaram ser fertilizadas por um macho com células reprodutoras complementares. A fim de fornecer o número apropriado de cromossomos à descendência, as células reprodutoras de cada genitor passam por um processo notável chamado meiose, mediante o qual as células de cada genitor ficam com a metade do número costumeiro de cromossomos. Esse processo impede que a descendência tenha cromossomos a mais.
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Naturalmente, esse mesmo processo seria necessário para outras espécies. Como foi então que a “primeira mãe” de cada espécie foi capaz de se reproduzir com um “primeiro pai” plenamente desenvolvido? Como os dois conseguiram de modo inesperado dividir em duas partes iguais o número de cromossomos de suas células reprodutoras, da forma necessária para reproduzir uma descendência saudável com traços de ambos os genitores? E se as características que tornam esse processo possível se desenvolveram de forma gradual, como o macho e a fêmea de cada espécie sobreviveram, sendo que essas características vitais ainda não haviam sido completamente formadas?
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A probabilidade dessa interdependência reprodutora acontecer por acaso, até mesmo numa única espécie, é impossível de calcular, e a possibilidade de ter surgido em muitas espécies está além de uma explicação razoável. Será que um processo teórico baseado exclusivamente na evolução consegue explicar tal complexidade? Como poderiam acontecimentos aleatórios, que ocorreram por acaso, sem um objetivo específico, resultar nesses sistemas complexos e inter-relacionados? Os seres vivos são dotados de peculiaridades que evidenciam presciência e planejamento — evidenciando a existência de um Projetista inteligente.
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Muitos estudiosos chegaram a essa conclusão. Por exemplo, o matemático William A. Dembski escreveu que o “planejamento inteligente”, manifesto nos

“aspectos observáveis do mundo natural, . . . só pode ser devidamente explicado se o atribuirmos a uma causa inteligente”. O bioquímico molecular Michael Behe resumiu a evidência da seguinte forma: “Alguém pode ser um bom católico e acreditar no darwinismo. A bioquímica, no entanto, tem feito com que seja cada vez mais difícil ser um cientista de reflexão e acreditar nessa teoria.”Como poderiam forças do acaso

Registro fóssil inconsistente

A terceira evidência que deixa os cientistas perplexos tem a ver com o registro fóssil. Se a evolução ocorreu durante períodos extremamente longos, era de esperar que fossem encontrados muitos fósseis de organismos intermediários, ou elos, entre os principais grupos de seres vivos. No entanto, os incontáveis fósseis descobertos desde a época de Darwin têm causado decepção nesse respeito. 
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O “elo perdido” realmente faz jus ao seu nome — estáperdido mesmo!
Portanto, vários cientistas concluíram que as evidências a favor da evolução são demasiadamente fracas e contraditórias. O engenheiro aeroespacial Luther D. Sutherland escreveu em seu livro Darwin’s Enigma(O Enigma de Darwin): 
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“A evidência científica indica que sempre que qualquer espécie básica de vida surgia na Terra, desde protozoários monocelulares até o homem, cada forma de vida era completa, e seus órgãos e estruturas, inteiramente funcionais. A conclusão inevitável a ser tirada desse fato é que havia algum tipo de inteligência antes de surgir a vida na Terra.”
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Por outro lado, o registro fóssil se assemelha bem de perto à ordem geral em que as formas de vida apareceram, conforme o relato do livro bíblico de Gênesis. O físico-químico Donald E. Chittick, que fez doutorado na Universidade Estadual do Oregon, EUA, comentou: 
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“Um exame lógico mais profundo do registro fóssil levaria qualquer um a concluir que os animais se reproduziram segundo a sua espécie, conforme declarado em Gênesis. Não mudaram de uma espécie para outra. A evidência atual, assim como nos dias de Darwin, concorda com o registro de Gênesis, que aponta para a criação direta. Animais e plantas continuam a se reproduzir segundo a sua espécie. De fato, o conflito entre a paleontologia (estudo dos fósseis) e o darwinismo é tão grande que alguns cientistas começam a acreditar que as formas intermediárias jamais serão encontradas.”
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Reconheça a evidência
O que foi considerado até aqui representa apenas a ponta do iceberg de todas as perguntas sem resposta e que intrigam os que rejeitam a evidência de um Criador. Alguns cientistas dão-se conta de que rejeitar a Deus é um caminho escolhido não por evidência sólida e lógica cuidadosa, mas por apego a conjecturas e especulações.
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Portanto, depois duma vida inteira de pesquisa e trabalho científicos bem-sucedidos, o astrônomo Allan Sandage comentou: 
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“Foi o estudo da ciência que me fez chegar à conclusão de que o mundo é muito mais complexo do que a própria ciência pode explicar. É somente por meio do sobrenatural que consigo entender o mistério de tudo que existe.”
Simples acaso

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