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As próximas epidemias

As próximas epidemias

Gripe aviária, gripe suína, ebola. Isso foi só o começo. Para muitos cientistas, o mundo viverá uma epidemia global. E ela pode começar a qualquer momento

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Tudo começa com febre alta, garganta seca e dores de cabeça. Gripe, certo? Vai melhorar. Só que não melhora. Vem o vômito incontrolável, uma diarreia ataca forte e surgem irritações na pele. Uma intoxicação alimentar, certo? Vai melhorar. Só que não melhora.
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A pessoa começa a sangrar pela pele e alguns de seus órgãos, como os rins e o fígado, começam a falhar. Ela está com ebola. Apavorante, não é? O vírus mata entre 50% e 90% das pessoas que o contraem em questão de dias. E este ano teve o maior surto de ebola da história. Pela primeira vez, o vírus ameaçou deixar a África e atacar outros continentes. Até a conclusão desta edição, havia 3 mil casos da doença, com mais de 1.500 mortes.
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A Organização Mundial de Saúde estima que 20 mil pessoas sejam infectadas até o final do ano – o que deverá significar 10 mil mortes por ebola. A epidemia está sendo contida e, ao que tudo indica, não haverá uma epidemia global. Mas o caso já é apontado pelos especialistas como um ensaio do que está por vir. Muitos cientistas acreditam que a humanidade irá acabar enfrentando um surto sem precedentes, que irá matar uma parcela significativa da população mundial. A grande dúvida é: como e quando essa grande epidemia vai acontecer? E de onde ela virá?
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Já aconteceu antes
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Isso não seria exatamente uma novidade. Em 1918, uma mutação do vírus da gripe se espalhou rapidamente pelo mundo e, em questão de um ano, matou pelo menos 50 milhões de pessoas. A gripe espanhola, como ficou conhecida, ceifou mais vidas que a Primeira Guerra Mundial, que aconteceu na mesma época. Na ocasião, ninguém sabia nem o que era um vírus, quanto mais como combatê-lo.
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Estimativas indicam que 500 milhões de pessoas chegaram a ser infectadas pela gripe espanhola. Um quarto de toda a população mundial na época.
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Em 2005, ao estudar um cadáver de uma vítima conservado sob o gelo no Alasca, pesquisadores dos CDC (Centros para Controle e Prevenção de Doenças), nos Estados Unidos, conseguiram recuperar amostras do vírus da gripe espanhola. Ele foi ressuscitado para estudos em laboratório. Dois anos depois, outro grupo de cientistas pegou o vírus recriado e o inoculou em macacos, para entender como a gripe agia.
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Descobriram algo surpreendente. O vírus fazia o sistema imunológico da vítima disparar – causando danos ao próprio organismo, que levavam à morte. Ou seja: o que matava não era a ação direta do vírus em si. Numa tentativa desesperada de reação a ele, o corpo se autodestruía. Isso explicou por que a gripe espanhola era mais letal para as vítimas jovens, de 20 a 50 anos. Elas tinham o sistema imune mais forte.
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Quanto maior a altura, maior o tombo
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O ebola ainda não se espalhou pelo mundo porque, diferentemente do vírus da gripe, ele não se propaga pelo ar (apenas pelo contato com secreções e fluidos corporais da pessoa infectada). E porque, ao contrário do HIV, por exemplo, ele mata depressa – o que evita que a pessoa tenha tempo de espalhar a doença para muitas outras. Mas, se ele sofrer uma mutação, e alguma dessas características mudar, a humanidade não terá como escapar de uma epidemia global.
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É um pensamento aterrorizante. Por isso, há cientistas trabalhando a todo vapor para tentar evitar que esse cenário se concretize. Mas há uma variável incontrolável nessa história toda. É o que une a gripe espanhola, a aids e o ebola no mesmo pacote de doenças: todas elas são causadas por vírus que originalmente vieram de animais.
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A zona das zoonoses
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“Esses surtos de doenças estão conectados, um atrás do outro”, afirma o escritor americano David Quammen, autor do livro Spillover: Animal Infections and the Next Human Pandemic (“Propagação: infecções animais e a próxima pandemia humana”) . “E isso é o resultado não intencional de coisas que nós estamos fazendo.” São as intervenções humanas na natureza, cada vez mais agressivas, que provocam o surgimento das chamadas zoonoses – a passagem de vírus dos animais para nós. Todas as grandes epidemias começam assim.
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E não é difícil entender o porquê. Se um vírus está confinado em animais, ele não tem contato com seres humanos. Isso significa que os humanos não desenvolvem qualquer adaptação a ele. Quando o vírus sai dos bichos e vem até nós, estamos despreparados para reagir. Nosso organismo não consegue combatê-lo com a força necessária, ou então age de forma brutal demais, e por isso autodestrutiva (como no caso da gripe espanhola). As zoonoses estão por trás das principais ameaças atuais.
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O ebola veio dos morcegos, cuja carne é considerada alimento em alguns países africanos. A aids veio dos chimpanzés, pelo contato entre o sangue de um chimpanzé infectado pelo SIV (um vírus parente do HIV) e o sangue de um ser humano. As gripes suína e aviária surgiram dos porcos e das aves – e seu espalhamento foi facilitado porque criamos enormes quantidades desses bichos, em locais confinados, para matar e comer.
Mas será possível detectar – e conter –- uma epidemia antes mesmo que ela comece? Alguns cientistas apostam que sim.
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Eles estão criando simulações de computador e novas técnicas de diagnóstico para tentar detectar vírus perigosos no mundo animal, antes que cheguem à humanidade. “A ideia é identificar infecções sérias, como a próxima SARS”, diz o epidemiologista Stephen Morse, da Universidade Columbia. A SARS, sigla inglesa para síndrome respiratória aguda grave, apavorou o mundo em 2002. Surgida na China, ela era causada por um vírus que não se espalhava pelo ar, apenas em gotículas de saliva.
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A partir de novembro de 2002, a doença começou a se espalhar de avião pelo mundo todo, carregada por pessoas infectadas. Chegou a 37 países e só foi contida, em julho de 2003, porque o vírus foi identificado rapidamente, o que permitiu isolar as pessoas contaminadas. Dos 8.273 casos registrados da doença até a contenção do surto, houve 775 mortes. A SARS também veio dos animais: civetas (mamífero africano que parece um gato selvagem), cães-guaxinins e até gatos domésticos que pegaram o vírus de morcegos e o repassaram. Tudo sempre termina nos humanos, um alvo irresistível para os vírus – somos 7 bilhões de indivíduos, a maioria amontoada em cidades, e até o final do século poderemos chegar a 11 bilhões. Isso, claro, se uma grande epidemia não devastar a população.
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Os supervírus
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Em 2009, pareceu que a humanidade iria viver uma nova catástrofe. Começou a circular, vinda dos porcos, uma versão particularmente perigosa do vírus influenza, o causador de todas as gripes. Os porcos têm uma característica ruim: eles podem ser contaminados tanto pela gripe humana quando pela gripe aviária. Os dois vírus se encontram dentro do porco e podem trocar genes entre si – gerando uma versão mais forte. Foi o que aconteceu. O supervírus se chamava H1N1. E a doença que ele provocava foi batizada de gripe suína.
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A epidemia surgiu no México, se espalhou pelo mundo e gerou um esforço global de combate (no Brasil, grande parte da população foi vacinada). A doença só foi contida em 2010, quando já tinha matado 300 mil pessoas. Mas 11% a 21% da população mundial foi infectada pelo H1N1. Ou seja: podia ter sido ainda pior. Bem pior.
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Ninguém demonstrou isso de forma mais contundente que Yoshihiro Kawaoka, um controverso cientista da Universidade de Wisconsin-Madison, nos EUA. Ele pegou o H1N1 e, em laboratório, induziu-o a sofrer mutações em ritmo acelerado. Acabou criando um supervírus – que é imune a todas as vacinas conhecidas pelo homem.
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Kawaoka está tentando se antecipar à natureza e criar vírus assassinos, bem como defesas contra eles, antes que as epidemias estourem por aí. Mas e se os vírus escaparem? Ele diz que não há perigo. “O trabalho é feito por pesquisadores experientes em condições apropriadas, com aprovação prévia de um comitê de biossegurança”, disse o cientista ao jornal britânico The Independent.
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Mas algo sempre pode dar errado. Recentemente, o governo dos EUA encontrou num refrigerador de laboratório amostras do temível vírus da varíola – que deveriam ter sido destruídas após a erradicação da doença, em 1980. Muita gente, inclusive cientistas, não gosta da ideia de vírus superperigosos guardados em laboratório. Para piorar, a medicina moderna também está criando outra ameaça: bactérias superperigosas. Essas, fora do laboratório.
São cada vez mais frequentes os relatos de infecções hospitalares incuráveis, causadas por bactérias imunes a todos os antibióticos. Só nos EUA, elas já causam cerca de 25 mil mortes por ano, e o quadro tende a piorar.
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O surgimento dessas superbactérias é resultado de décadas de uso exagerado dos antibióticos. Hoje, damos esses remédios até para os animais, com pouco controle (nos EUA, 80% de toda a produção de antibióticos é consumida por bois, vacas, porcos, galinhas e outros animais criados para abate).
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O problema é que a exposição constante aos antibióticos está fazendo com que as bactérias criem imunidade a eles. Durante o século 20, estivemos na dianteira. Agora, as bactérias estão começando a reagir. A humanidade tem tentado reduzir o uso dos antibióticos (no Brasil, por exemplo, agora só é possível comprá-los com receita, que fica retida na farmácia) e criar novas versões deles, mas está perdendo terreno.
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Nos últimos cinco anos, apenas dois novos antibióticos foram aprovados nos EUA – um ritmo de inovação oito vezes menor do que nos anos 80. Nossas armas estão acabando. Por isso, já se cogita uma estratégia radical: abandonar os antibióticos tradicionais e usar vírus para matar as bactérias. A ideia é encontrar (ou desenvolver) vírus que não façam nada contra células humanas, mas sejam letais para as bactérias. Até, claro, que apareçam superbactérias imunes a eles. Assim é a corrida armamentista da biologia. E da vida.
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Aconteça o que acontecer, uma coisa é clara. O sonho ingênuo do século 20, de erradicar todas as doenças infecciosas, acabou. A realidade do século 21 é muito mais dura. É criar todas as armas possíveis para se prevenir contra as próximas epidemias. Mas sabendo que, cedo ou tarde, elas virão.
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A MAFIA MEDICA EXISTE É TODOS NOS SOMOS VITIMAS (ISSO PRECISA ACABAR)

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“A Máfia Médica” é o título do livro que custou à doutora Ghislaine Lanctot a sua expulsão do colégio de médicos e a retirada da sua licença para exercer medicina.

Trata-se provavelmente da denuncia, publicada, mais completa, integral, explícita e clara do papel que o livro expõe, por um lado, a errônea concepção da saúde e da enfermidade, que tem a sociedade ocidental moderna, fomentada por esta máfia médica que monopolizou a saúde pública criando o mais lucrativo dos negócios.

Para além de falar sobre a verdadeira natureza das enfermidades, explica como as grandes empresas farmacêuticas controlam não só a investigação, mas também a docência médica, e como se criou um Sistema Sanitário baseado na enfermidade em vez da saúde, que cronifica enfermidades e mantém os cidadãos ignorantes e dependentes dele.

O livro é pura artilharia pesada contra todos os medos e mentiras que destroem a nossa saúde e a nossa capacidade de auto-regulação natural, tornando-nos manipuláveis e completamente dependentes do sistema.

Vejam o vídeo no Youtube, e abaixo transcrição de entrevista com a Dr. Lanctot.



A seguir, uma bela entrevista à autora, realizada por Laura Jimeno Muñoz para Discovery Salud:

MEDICINA SIGNIFICA NEGÓCIO

DS: A autora de A Máfia Médica acabou os seus estudos de Medicina em 1967, numa época em que – como ela mesma confessa – estava convencida de que a Medicina era extraordináriae, de que antes do final do séc. XX se teria o necessário para curar qualquer enfermidade. Só que essa primeira ilusão foi-se apagando até extinguir-se. Porquê essa decepção?

GL: Porque comecei a ver muitas coisas que me fizeram reflectir. Por exemplo, que nem todas as pessoas respondiam aos maravilhosos tratamentos da medicina oficial. Para além disso, naquela época entrei em contacto com várias terapias suaves – ou seja, praticantes de terapias não agressivas (em francês Médecine Douce)– que não tiveram problema algum em me abrir as suas consultas e em deixar-me ver o que faziam. Rapidamente concluí que as medicinas não agressivas são mais eficazes, mais baratas e, ainda por cima, têm menores efeitos secundários.

DS: E suponho que começou a perguntar-se por que é que na Faculdade ninguém lhe havia falado dessas terapias alternativas não agressivas?

GL: Assim foi. Logo a minha mente foi mais além e comecei a questionar-me como era possível que se chamassem charlatães a pessoas a quem eu própria tinha visto curar e lado, como médico tinha participado em muitos congressos internacionais-em alguns como ponente – e dei-me conta de que todas as apresentações edepoimentos que aparecem em tais eventos estão controladas e requerem, obrigatoriamente, ser primeiro aceites pelo comité científico organizador do congresso.

DS: E quem designa esse comité científico?

GL: Pois geralmente quem financia o evento: a indústria farmacêutica. Sim, hoje são as multinacionais quem decide, até o que se ensina aos futuros médicos nas faculdades e o que se publica e expõe nos congressos de medicina! O controlo é absoluto.

DS: E isso foi clarificador para si…?

GL: E muito! Dar-me conta do controlo e da manipulação a que estão sujeitos os médicos – e os futuros médicos, ou sejam os estudantes – fez-me entender claramente que a Medicina é, antes de tudo, um negócio. A Medicina está hoje controlada pelos seguros-públicos ou privados, o que dá na mesma, porque enquanto alguém tem um seguro perde o controlo sobre o tipo de medicina a que acede. Já não pode escolher. E há mais, os seguros determinam inclusivamente o preço de cada tratamento e as terapias que se vão praticar. Esse olharmos para trás das companhias de seguros ou da segurança social… encontramos o mesmo.

DS: O poder económico?

GL: Exacto, é o dinheiro quem controla totalmente a Medicina. E a única coisa que de verdade interessa a quem maneja este negócio é ganhar dinheiro. E como ganhar mais? Claro, tornando as pessoas doentes…. porque as pessoas sãs, não geram ingressos. A estratégia consiste em suma, em ter enfermos crónicos que tenham que consumir o tipo de produtos paliativos, ou seja, para tratar só sintomas, medicamentos para aliviar a dor, baixar a febre, diminuir ainflamação. Mas, nunca fármacos que possam resolver uma doença. Isso não é rentável, não interessa. A medicina actual está concebida para quea gente permaneça enferma o maior tempo possível e compre fármacos; se possível, toda a vida.

UM SISTEMA DE ENFERMIDADE

DS: Deduzo que essa é a razão pela qual no seu livro se refere ao sistema sanitário como “sistema de enfermidade”.

GL: Efectivamente. O chamado sistema sanitário é na realidade um sistema de enfermidade. Pratica-se uma medicina da enfermidade e não da saúde. Uma medicina que só reconhece a existência do corpo físico e não tem em conta nem o espírito, nem a mente, nem as emoções. E que para além disso, trata apenas o sintoma e não a causa do problema. Trata-se de um sistema que mantém o paciente na ignorância e na dependência, e a quem se estimula para que consuma fármacos de todo o tipo.

DS: Supõe-se que o sistema sanitário está ao serviço das pessoas!

GL: Está ao serviço de quem dele tira proveito: a indústria farmacêutica. De uma forma oficial – puramente ilusória – o sistema está ao serviço do paciente, mas oficiosamente, na realidade, o sistema está às ordens da indústria que é quem move os fiose mantém o sistema de enfermidade em seu próprio benefício. Em suma, trata-se de uma autêntica máfia médica, de um sistema que cria enfermidades e mata por dinheiro e por poder.

DS: E que papel desempenha o médico nessa máfia?

GL: O médico é – muitas vezes de uma forma inconsciente, é verdade – a correia de transmissão da grande indústria. Durante os 5 a 10 anos que passa na Faculdade de Medicina o sistema encarrega-se de lhe inculcar uns determinados conhecimentos e delhe fechar os olhos para outras possibilidades. Posteriormente, nos hospitais e congressos médicos, é-lhe reforçada a ideia de que a função do médico é curar e salvar vidas, de que a enfermidade e a morte são fracassos que deve evitar a todo o custo e de que o ensinamento recebidoé o único válido. E mais, ensina-se-lhes que o médico não deve implicar-se emocionalmente e que é um «deus» da saúde. Daí resulta que exista caça às bruxas entre os próprios profissionais da medicina. A medicina oficial, a científica, não pode permitir que existam outras formas de curar que não sejam servis ao sistema.

DS: O sistema, de facto, pretende fazer crer que a única medicina válida é a chamada medicina científica, aque você aprendeu e que renegou. Precisamente no mesmo número da revista em que vai aparecer a sua entrevista, publicamos um artigo a respeito.

GL: A medicina científica está enormemente limitada porque se baseia na física materialista de Newton: tal efeito obedece a tal causa. E, assim, tal sintoma precede a tal enfermidade e requer tal tratamento. Trata-se de uma medicina que ademais só reconhece o que se vê, se toca, ou se mede e nega toda a conexão entre as emoções, o pensamento, a consciência e o estado de saúde do físico. E quando a importunamos com algum problema desse tipo cola a etiqueta de enfermidade psicossomática ao paciente e envia-o para casa.

DS: É dizer, que no que lhe toca, a medicina convencional só se ocupa em fazer desaparecer os sintomas.

GL: Salvo no que se refere a cirurgia, os antibióticos e algumas poucas coisas mais, como os modernos meios de diagnóstico, sim. Dá a impressão de curar mas não cura. Simplesmente elimina a manifestação do problema no corpo físico mas este, cedo ou tarde, ressurge.

DS: Pensa que, dão melhor resultado as chamadas medicinas suaves ou não agressivas.

GL: São uma melhor opção porque tratam o paciente de uma forma holística e ajudam-no a curar… mas tão pouco curam. Olhe, qualquer das chamadas medicinas alternativas constituem uma boa ajuda mas apenas isso: complementos! Porque o verdadeiro médico é o próprio. Quando está consciente da sua soberania sobre a saúde, deixa de necessitar de terapeutas. O Enfermo é o único que pode curar-se. Nada pode fazê-lo em seu lugar. A autocura é a única medicina que cura.

DS: A questão é que o sistema trabalha para que esqueçamos a nossa condição de seres soberanos e nos convertamos em seres submissos e dependentes. Nas nossas mãos está pois, romper essa escravidão. E, na sua opinião, por que é que as autoridades políticas, médicas, mediáticas e económicas o permitem? Porque os governos não acabam com este sistema de enfermidade, que por outro lado, é caríssimo?

GL: Acerca disso, tenho três hipóteses. A primeira é que talvez não saibam que tudo isto se passa… mas é difícil de aceitar porque a informação está ao seu alcance há muitos anos e nos últimos vinte anos foram já várias as publicações que denunciaram a corrupção do sistema e a conspiração existente. A segunda hipótese é que não podem acabar com ele… mas também resulta como difícil de acreditar porque os governos têm poder.

DS: E a terceira, suponho, é que não querem acabar com o sistema.
GL: Pois o certo é que, eliminadas as outras duas hipóteses, essa parece a mais plausível. E se um Governo se nega a acabar com um sistema que arruína e mata os seus cidadãos é porque faz parte dele, porque faz parte da máfia.
A MAFIA MÉDICA

DS: Quem, na sua opinião, integra a “máfia médica”?
GL: Em diferentes escalas e com distintas implicações, com certeza, a industria farmacêutica, as autoridades políticas, os grandes laboratórios, os hospitais, as companhias seguradoras, as Agencias dos Medicamentos, as Ordens dos Médicos, os próprios médicos, a Organização Mundial de Saúde (OMS) – o Ministério da Saúde da ONU- e, com certeza, o governo mundial na sombra do dinheiro.

DS: Entendemos que para si, a Organização Mundial da Saúde é “a máfia das máfias”?

GL: Assim é. Essa organização está completamente controlada pelo dinheiro. A OMS é a organização que estabelece, em nome da saúde, a “política de enfermidade” em todos os países. Todo o mundo tem que obedecer cegamente às directrizes da OMS. Não há escapatória. De facto, desde 1977, com a Declaração de Alma Ata, nada pode escapar ao seu controle.

DS: Em que consiste essa declaração?

GL: Trata-se de uma declaração que dá à OMS os meios para estabelecer os critérios e normas internacionais da prática médica. Assim, foi retirada aos países a sua soberania em matéria de saúde para transferi-la para um governo mundial não eleito, cujo “ministério da saúde” é a OMS. Desde então, “direito à saúde” significa “direito à medicação”. Foi assim que, impuseram as vacinas e os medicamentos, a toda a população do globo.

DS: Uma ação que não se questiona.

GL: Claro, porque, “quem vai ousar duvidar das boas intenções da Organização Mundial de Saúde?” Com certeza, há que perguntar quem controla, por sua vez essa organização através da ONU? O poder económico!

DS: Crê que, nem sequer as organizações humanitárias escapam a esse controlo?

GL: Com certeza que não. As organizações humanitárias também dependem da ONU, ou seja, do dinheiro das subvenções. E portanto, as suas actividades estão igualmente controladas. Organizações como Médicos Sem Fronteiras acreditam que servem altruisticamente as pessoas, mas na realidade servem ao dinheiro.

DS: Uma máfia sumamente poderosa!

GL: Omnipotente, diria eu. Eliminou toda a competência. Hoje em dia, “orientam-se ” os investigadores. Os dissidentes são encarcerados, manietados e reduzidos ao silêncio. Aos médicos “alternativos” intitulam-nos de loucos, retiram-lhes a licença, ou encarceram-nos, também. Os produtos alternativos rentáveis caíram igualmente nas mãos das multinacionais graças às normativas da OMS e às patentes da Organização Mundial do Comércio. As autoridades e os seus meios de comunicação social ocupam-se a alimentarem, entre a população, omedo da enfermidade, da velhice e da morte. De facto, a obsessão por viver mais ou, simplesmente, por sobreviver, fez prosperar inclusivamente o tráfico internacional de órgãos, sangue e embriões humanos. E em muitas clínicas de fertilização, na realidade “fabricam-se” uma multitude de embriões, que logo se armazenam para serem utilizados em cosmética, em tratamentos rejuvenescedores, etc. Isso sem contar com o que se irradiam os alimentos, se modificam os genes, a água está contaminada, o ar envenenado. E mais, as crianças recebem, absurdamente, até 35 vacinas antes de irem para a escola. E assim, cada membro da família tem já o seu comprimido: o pai, o Viagra; amãe, o Prozac; o filho, o Ritalin. E tudo isto para quê? Porque o resultado é conhecido: os custos sanitários sobem e sobem, mas as pessoas continuam adoecendo e morrendo da mesma forma.

AS AUTORIDADES MENTEM

DS: O que explica do sistema sanitário imperante é uma realidade que cada vez mais gente começa a conhecer, mas surpreenderam-nos alguns das suas afirmações a respeito doque define como ´”as três grandes mentiras das autoridades políticas e sanitárias.

GL: Pois reitero-o: as autoridades mentem quando dizem que as vacinas nos protegem, mentem quando dizem que a AIDS é contagiosa e mentem quando dizem que o câncer éum mistério.

DS: Bem, falaremos disso ainda que, já lhe adianto, na revista não compartilhamos alguns dos seus pontos de vista. Se lhe parece bem, podemos começar por falar das vacinas. Na nossa opinião, a sua afirmação de que nenhuma vacina é útil, não se sustém. Uma coisa com que concordamos, é que algumas são ineficazes e outras inúteis; às vezes, até perigosas.

GL: Pois eu mantenho todas as minhas afirmações. A única imunidade autêntica é a natural e essa desenvolve-a 90% da população, antes dos 15 anos. E mais, as vacinas artificiais curto-circuitam por completo o desenvolvimento das primeiras defesas do organismo. E que as vacinas têm riscos, é algo muito evidente; apesar de se ocultar. Por exemplo, uma vacina pode provocar a mesma enfermidade para que se destina. Porque não se adverte? Também se oculta que a pessoa vacinada pode transmitir a enfermidade ainda que não esteja enferma. Assim mesmo, não se diz que a vacina pode sensibilizar a pessoa perante a enfermidade. Ainda que o mais grave seja que se oculte a inutilidade, constatada, de certas vacinas.

DS: A quais se refere?

GL: Às das enfermidades como a tuberculose e o tétano, vacinas que não conferem nenhuma imunidade; a rubéola, de que 90% das mulheres estão protegidas de modo natural; a difteria, que durante as maiores epidemias só alcançava a 7% das crianças apesar disso, hoje, vacina todos; a gripe, a hepatite B, cujos vírus se fazem rapidamente resistentes aos anti-corpos das vacinas.

DS: E até que ponto podem ser também perigosas?

GL: As inumeráveis complicações que causam as vacinas – desde transtornos menores até à morte – estão suficientemente documentadas; por exemplo, a morte súbita do lactante. Por isso há já numerosos protestos de especialistas na matéria e são inúmeras as demandas judiciais que foram interpostas contra os fabricantes. Por outra parte, quando se examinam as consequências dos programas de vacinações massivas extraem-se conclusões esclarecedoras.

DS: Agradeceria que mencionasse algumas.

GL: Olhe, em primeiro lugar as vacinas são caras e constituem para o Estado um gasto de mil milhões de euros ao ano. Portanto, o único benefício evidente e seguro das vacinas… é o que obtém a industria. Além disso, a vacinação estimula o sistema imunitário, mas repetida a vacinação o sistema esgota-se. Portanto, a vacina repetida pode fazer, por exemplo, estalar a “sida silenciosa” e garantir um “mercado da enfermidade”, perpetuamente florescente. Mais dados: a vacinação incita à dependência médica e reforça a crença de queo nosso sistema imune é ineficaz. Ainda o mais horrível é que a vacinação facilita os genocídios selectivos pois permite liquidar pessoas de certa raça, de certo grupo, de certa região… Serve como experimentação para testar novos produtos sobre um amplo mostruário da população e uma arma biológica potentíssima ao serviço da guerra biológica porque permite interferir no património genético hereditário de quem se queira.

DS: Bom, é evidente que há muitas coisas das quais se pode fazer um bom ou mau uso mas isso depende da vontade e intenção de quem as utiliza. Bem, falemos se lhe parece, da segunda grande mentira das autoridades: você afirma que a Sida não é contagiosa. Perdoe-me, mas assim como o resto das suas afirmações nos pareceram pensadas e razoáveis, neste âmbito não temos visto que argumente essa afirmação.

GL: Eu afirmo que a teoria de que o único causador da sida é o VIH o Vírus da Imunodeficiência,Adquirida é falsa. Essa é a grande mentira. A verdade é que ter o VIH não implica necessariamente desenvolver sida. Porque a sida não é senão uma etiqueta que se “coloca” num estado de saúde a que dão lugar numerosas patologias quando o sistema imunitário está em baixo. E nego que ter sida equivalha a morte segura. Mas, claro, essa verdade não interessa. As autoridades impõem-nos à força a ideia de que a Sida é una enfermidade causada por um só vírus apesar de o próprio Luc Montagnier,do Instituto Pasteur, co-descobridor oficial do VIH enm1983, ter reconhecido já em 1990, que o VIH não é suficiente por si só para causara sida. Outra evidência é o facto de que há numerosos casos de sida, sem vírus VIH e numerosos casos de vírus VIH, sem sida (seropositivos). Por outro lado, ainda não se conseguiu demonstrar que o vírus VIH cause asida, e a demonstração é uma regra científica elementar para estabelecer uma relação causa-efeito, entre dois factores. O que se sabe, sem dúvida, é que o VIH é um retrovirus inofensivo que só se activa quando o sistema imunitário está debilitado.

DS: Você afirma no seu livro que o VIH foi criado artificialmente num laboratório.

GL: Sim. Investigações de eminentes médicos indicam que o VIH foi criado enquanto se faziam ensaios de vacinação contra a hepatite B em grupos de homossexuais. E tudo indica que o continente africano foi contaminado do mesmo modo durante campanhas de vacinação contra a varíola. Claro que outros investigadores vão mais longe ainda e afirmam que o vírus da sida foi cultivado como arma biológica e depois deliberadamente propagado mediante a vacinação de grupos de população que se queriam exterminar.

DS: Também observamos que ataca duramente a utilização do AZT para tratar a sida.

GL: Já no Congresso sobre SIDA celebrado em Copenhague em Maio de 1992 os superviventes da sida afirmaram que a solução então proposta pela medicina científica para combater o VIH, o AZT, era absolutamente ineficaz. Hoje isso está fora de qualquer dúvida. Pois bem, eu afirmo que se pode sobreviver à sida… mas não ao AZT. Este medicamento é mais mortal que a sida. O simples senso comum permite entender que não é com fármacos imuno-depressores que se reforça o sistema imunitário. Olhe, a sida converteu-se noutro grande negócio. Por isso, promociona-se amplamente combatê-lo, porque ele dá muito dinheiro à industria farmacêutica. É tão simples quanto isto.

DS: Falemos da “terceira grande mentira” das autoridades: a de que o câncer é um mistério.

GL: O chamado câncer, ou seja, a massiva proliferação anómala de células, é algo tão habitual que todos o padecemos varias vezes ao longo da nossa vida. Só que quando isso sucede, o sistema imunitário actua e destrói as células cancerígenas. O problema surge quando o nosso sistema imunitário está débil e não pode eliminá-las. Então o conjunto de células cancerosas acaba crescendo e formando um tumor.

DS: E é nesse momento quando se entra na engrenagem do “sistema de enfermidade”.

GL: Assim é. Porque quando se descobre um tumor se oferece de imediato ao paciente, com o pretexto de ajudá-lo, que escolha entre estas três possibilidades ou “formas de tortura”: amputá-lo (cirurgia), queimá-lo (radioterapia) ou envenena-lo (quimioterapia). 

Escondendo-se-lhe, que existem remédios alternativos eficazes,inócuos e baratos. E depois de quatro décadas de “luta intensiva”contra o câncer, qual é a situação nos próprios países industrializados? Que a taxa de mortalidade, por câncer, aumentou. Esse simples facto põe em evidência o fracasso da sua prevenção e do seu tratamento. Desperdiçaram-se milhares de milhões de euros e tanto o número de doentes, como o de mortos, contínua crescendo. Hoje sabemos a quem beneficia esta situação. Como sabemos quem a criou e quem a sustem.No caso da guerra, todos sabemos que esta beneficia sobretudo aos beneficia são os fabricantes e traficantes do “armamento contra o câncer” ou seja, quem está detrás da quimioterapia, da radioterapia, da cirurgia e de toda a industria hospitalar.

A MAFIA, UMA NECESSIDADE EVOLUTIVA

DS: No entanto, apesar de tudo, mantém que a máfia médica é uma necessidade evolutiva da humanidade. 

Quem quer dizer com essa afirmação?

GL: Verá, pense num peixe comodamente instalado no seu aquário. Enquanto tem agua e comida, tudo está bem mas se lhe começa a faltar o alimento e o nível da agua desce perigosamente o peixe decidirá saltar para fora do aquário buscando uma forma de se salvar. Bom, pois eu entendo que a máfia médica nos pode empurrar a dar esse salto individualmente. Isso, se houver muita gente que prefira morrer a saltar.

DS: Mas para dar esse salto é preciso um nível de consciência determinado.

GL: Sim. E eu creio que se está elevando muito e muito rapidamente. A informação que antes se ocultava agora é pública: que a medicina mata pessoas, que os medicamentos nos envenenam, etc. 

Ademais, o médico alemão Ryke Geerd Hamer demonstrou que todas as enfermidades são psicossomáticas e as medicinas não agressivas ganham popularidade. A máfia médica desmoronar-se-á como um castelo de naipes quando 5% da população perder a sua confiança nela. 

Basta que essa percentagem da população mundial seja consciente e conectado com a sua própria divindade. Então decidirá escapar à escravatura a que tem sido submetida pela máfia e o sistema actual derrubará. Tão simples como isto.

DS: E em que ponto crê que estamos?

GL: Não sei quantificá-lo, mas penso que provavelmente em menos de 5 anos todo o mundo se dará conta de que quando vai ao médico vai a um especialista da enfermidade e não a um especialista da saúde. Deixar de lado a chamada “medicina científica” e asegurança que oferece, para ir a um terapeuta é já um passo importante.Também o é perder o respeito e a obediência cega ao médico. 

O grande passo é dizer não à autoridade exterior e dizer sim à nossa autoridade interior.

DS: E o que é que nos impede de romper com a autoridade exterior?

GL: O medo. Temos medo de não chamar o médico. Mas é o medo, por si próprio, quem nos pode enfermar e matar. Nós morremos de medo. Esquecermo-nos que a natureza humana é divina, o que quer dizer, concebida para nos comportarmos como deuses. E desde quando os deuses têm medo? Cada vez que nos comportamos de maneira diferente da de um deus pomo-nos enfermos. Essa é a realidade.

DS: E o que podem fazer os meios de comunicação para contribuir para a elevação da consciência nesta matéria?

GL: Informar sem tentar convencer. Dizer o que sabeis e deixar às pessoas fazer o que queiram com a informação. Porque intentar convencê-las será impor outra verdade e de novo estaríamos noutra guerra. Necessita-se apenas dar referencia. Basta dizer as coisas. Logo, as pessoas as escutarão, se ressoarem nelas. E, se o seu medo for maior do que o seu amor por si mesmos, dirão: “Isso é impossível”. Se pelo contrário têm aberto o coração, escutarão e questionarão as suas convicções. É então, nesse momento, quando quiserem saber mais, que se lhes poderá dar mais informação.


Vídeo: reportagem do Fantástico sobre desvio de dinheiro do SUS em Maceió e Rio de Janeiro, onde idosos e crianças são usados para desviar milhões

Veja o Video: Aqui

Fonte: Youtube
Arranjo: Jhero
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