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Coisas estranhas e incomuns que realmente existem em nosso mundo

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1: Blue Lava

Localizado na Indonésia, esta lava explodiu tão rápido e em alta temperatura fica azul
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2: relâmpago vulcânico

Essa tempestade elétrica assustadora é criada durante uma explosão vulcânica quando as cargas elétricas e estáticas são liberadas
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3: Flash verde

Se as condições estiverem corretas, você pode ver este sol verde durante o nascer do sol ou o pôr-do-sol
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4: onda nunca cessante

A onda pode percorrer 500 milhas sem diminuir a velocidade, isso é resultado do oceano Atlântico e do rio Amazonas no Brasil
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5: migração de borboleta monarca

Isso acontece em todos os EUA e no México. As borboletas migram em grandes pacotes
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6: deserto de florescência

Após raras chuvas fortes, esses desertos no Chile brotarão flores
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7: tempestade eterna

Pode ficar furioso por 160 dias acima do Lago Maracaibo na Venezuela
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8: Black Sun

Toda primavera na Dinamarca você pode ver a migração de European Starling Birds
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9: Torres de vapor

As torres de vapor de gás e vapor de fumarolas criam uma visão incrível
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10: Migração de caranguejo

Na Ilha de Natal, quase 120 milhões de Caranguejos Vermelhos abrem caminho para o oceano
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11: Arcos-íris brancos

Você está olhando para gente de névoa arqueada - sim, é incrível
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12: cabelo gelo

À medida que a água escapa às plantas em clima gelado, a bactéria causa o líquido congelar dessa maneira
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13: Frost Flowers

Quando há uma diferença de temperatura entre o oceano e a atmosfera nas áreas árticas, você pode ver essas formas de gelo floral
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14: Rainbow Trees

Um eucalipto australiano conhecido por suas cores exclusivas
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15: Forças de terra de Danxia

Encontrado na China, estas deslumbrantes colinas de arenito e montanhas são apenas uma beleza colorida
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16: Calficying Lake

Os animais ficaram imersos nas águas do lago Natron morrem e ficam calcificados
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17: círculos de colheita subaquática

Esses círculos incríveis são criados pelo pufferfish masculino no Japão como parte de um ritual de acasalamento
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18: Bleeding Glacier

Na Antártida, o óxido de ferro causa a água que se afasta de sangue. Também conhecido como "quedas de sangue"
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19: Living Rocks

As criaturas do mar parecem apenas rochas e são completamente imóveis, você pode encontrá-las no Chile
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20: Nuvens Lenticulares

Este não é um OVNI, é apenas o ar úmido no topo das montanhas
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Yellowstone - Consequências se houver erupção

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O vulcão Yellowstone é considerado um supervulcão, pois sua erupção poderia durar semanas e os efeitos de sua erupção seriam globais, persistindo por meses, ou até por anos.

Sua cratera tem 90 quilômetros de extensão, e sua caldeira é 40 vezes maior do que a do Monte Santa Helena, sendo que boa parte de seu magma é eruptivo.

O vulcão e sua caldeira situam-se no Parque Nacional de Yellowstone, que ocupa grande parte da região noroeste no Wyoming, além de pequenas partes dos estados de Idaho e Montana, nos Estados Unidos da América.

Consequências da erupção


Se o vulcão Yellowstone entrasse em erupção, sua erupção duraria cinco dias. Cerca de três meses após a erupção uma nuvem de poeira cobriria o Hemisfério Norte, fazendo as temperaturas baixarem para -30º C. Ao mesmo tempo o Hemisfério Sul teria uma estação seca que duraria tempo indeterminado e temperaturas que chegariam a 50º C.

Imediatamente após a erupção um gás mortal e venenoso, chamado piroplastic que atingiria a temperatura de 900°c, incinerando tudo em um raio de 1900 km, devastando as regiões do Kansas, Nebraska, Livingstone, etc. Partículas do gás poderiam se espalhar ainda mais longe, matando várias pessoas por envenenamento ou asfixia.

O tremor de terra resultante da erupção atingiria grau 8.9 na Escala Richter, provocando uma onda subterrânea que iria se espalhar até o oceano, causando uma tsunami com ondas de 60 metros que iria devastar as áreas costeiras da Europa, América Central, América do Sul, e Ásia.

Cenas do Apocalipse - O supervulcão Yellowstone



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Vulcões com potencial de gerar catástrofes globais e extinção

PARQUE NACIONAL DE YELLOWSTONE

Um supervulcão refere-se a um vulcão que produz os maiores e mais volumosos tipos de erupções na Terra; são vulcões com potencial de gerar catástrofes globais e extinção em massa; entretanto o volume total de magma expelido dessas erupções variam.



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SAN ANDREAS – O PERIGO REAL DE UMA DAS FALHAS GEOLÓGICAS MAIS TEMIDAS DO MUNDO

SAN ANDREAS–O PERIGO REAL

A terra treme os e arranha-céus do distrito financeiro de Los Angeles desmoronam, prendendo milhares sob os escombros.

Um tsunami de proporções bíblicas adentra a baía de San Francisco, engolindo, por sua vez, a famosa ponte Golden Gate, antes de arrasar a cidade californiana.

Esses são dois dos cenários terríveis que mostram o filme catástrofe "Terremoto - A Falha de San Andreas" (2015).

Seu roteiro gira em torno das consequências devastadoras de um terremoto na falha que dá nome ao filme e traz caos e destruição à costa oeste americana.

A premissa é projetada para agradar os amantes do cinema de desastre, mas, quando se trata de terremotos, a linha que separa realidade e ficção é muito tênue.

Na quarta-feira (4), em declarações citadas no jornal "Los Angeles Times", cientistas advertiram na Conferência Nacional sobre Terremotos, realizada na cidade californiana de Long Beach, que a seção sul da falha de San Andreas está "carregada e pronta" para provocar um grande terremoto.

O trecho sul


A falha de San Andreas, que atravessa a Califórnia de norte a sul ao longo de 1,3 mil quilômetros e delimita a parte norte-americana da placa do Pacífico, é uma das mais estudadas no mundo, uma vez que está quase inteiramente na superfície da terra.

Ela foi a causa do devastador terremoto de magnitude 7,8 que destruiu grande parte de São Francisco em 1906, matando mais de 3 mil pessoas.

Embora a premissa extrema de "Terremoto" seja mais ficção científica do que cenário real, o fato é que o blockbuster foi um lembrete de que, mais cedo ou mais tarde, a falha voltará a afetar as mais de 38 milhões de pessoas que vivem em suas imediações precisam estar preparadas.

O que mais preocupa os cientistas é a seção sul da falha, que não produz um terremoto há cerca de 300 anos, embora os registros geológicos indiquem que ela causaria um grande terremoto a cada 150 anos.

Estimativas mais conservadoras apontam que, se houvesse um terremoto de magnitude 7,8 na escala Richter nessa seção - o que teria um impacto direto em Los Angeles, a segunda cidade mais populosa dos Estados Unidos -, cerca de 2 mil pessoas morreriam e haveria mais de 50 mil feridos Os danos materiais superariam os US$ 200 bilhões.

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YellowStone pode explodir e varrer os Yankes da Terra?



Esta é uma daquelas perguntas cuja resposta correta valeria bilhões de dólares. Ninguém tem realmente certeza se ou quando isto ocorrerá, tendo em vista que Yellowstone é parte de um sistema que contém três caldeiras geradas por um hot spot, que é um ponto de calor anômalo no manto, cujo mecanismo de formação ainda não foi totalmente esclarecido. Neste link é possível acompanhar o efeito dohot spot na placa Norte-Americana nos últimos 16 milhões de anos, com a formação de seis campos vulcânicos e mais a região de Yellowstone. Pela figura se deduz que a placa está se deslocando de NE para SW, a uma taxa estimada de 4 cm/ano.

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Mapa esquemático do estado do Wyoming, com destaque para o Parque Nacional de Yellowstone e a caldeira homônima, cujo limite foi demarcado por uma linha tracejada vermelha.
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Desde o surgimento do homem moderno não houve nenhuma grande erupção no local. De fato, nos últimos dois milhões de anos ocorreram três grandes erupções há: 2,00; 1,25 e 0,64 milhões de anos AP. A terceira caldeira, que contém praticamente todo o Parque Nacional do Yellowstone, possui cerca de 80 km de extensão e 50 km de largura. A última erupção significativa ocorreu há cerca de 75.000 anos, considerada pequena porque só ejetou 200 Km3 de magma riolítico e material piroclástico. Nos últimos 640 mil anos ocorreram cerca de 30 destas pequenas erupções, algumas com menos de 1 km3 de material ejetado.
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Eu, pessoalmente, acho que haverá pelo menos outro grande evento eruptivo porque a região continua tendo uma atividade magmática, tipificada nos diversos gêiseres e pelos constantes sismos que indicam movimentações na grande câmara magmática que jaz em subsuperfície, ainda que existam alívios temporários na pressão formada na câmara.
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Entre 1923 e 1984 a superfície da região foi elevada em 83 cm, retornando praticamente ao nível de 1923 entre 1985 e 1989, sendo que tal alçamento e subsidência ocorreram pela combinação da variação no volume de material na câmara magmática e pela variação na pressão da água subterrânea que circula e alimenta os geiseres daquela área. Os freqüentes terremotos desde 1920 também serviram para aliviar o esforço tensional, e eles tem sido muito bem estudados nos últimos 10 anos. Em 1959 foi registrado um terremoto de magnitude 7,5.
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Figura esquemática mostrando os vetores de deslocamento por deformação da superfície na região do Parque Nacional de Yellowstone (flechas) e os sismos associados (bolinhas), entre 2004 e 2009.
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Na década passada, observou-se um soerguimento de aproximadamente 17 cm desde 2004, sendo que este alçamento foi atribuído a uma recarga de magma na câmara magmática, que teria sido aumentada em pelo menos 6 km lineares.
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Mas, diferentemente de outros locais da Terra, as variações geológicas do Parque Nacional de Yellowstone são muito bem acompanhadas remotamente, com várias estações sismológicas e de GPS (estas para acompanhar eventuais deformações e ou deslocamentos).

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Mapa esquemático mostrando as estações de GPS em funcionamento (amarelo) e as programadas (azul) em 1999, na região do Parque Nacional do Yellowstone.
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Por fim, a mídia leiga veicula há algum tempo que o “supervulcão” (este termo não existe na literatura vulcanológica) está prestes a explodir de novo porque “ocorreram grandes erupções há cerca de 1,30 e 0,64 milhões de anos” e deste modo “a próxima erupção é eminente”.
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Isto é uma tremenda bobagem. Não há nenhuma evidência de que as erupções ocorram em ciclos, em períodos pré-determináveis. Seria ótimo se assim fosse, pois facilitaria o trabalho dos geólogos, pois a estes bastava datar dois eventos e os demais seriam deduzidos. Infelizmente a natureza dos vulcões é muito mais complexa, não provendo o menor sinal de uma regularidade eruptiva ao longo do tempo geológico.




 


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Vulcões Com Potencial de Gerar Catástrofes Globais e Extinção



Um supervulcão refere-se a um vulcão que produz os maiores e mais volumosos tipos de erupções na Terra; são vulcões com potencial de gerar catástrofes globais e extinção em massa; entretanto o volume total de magma expelido dessas erupções variam.

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Yellostone é um dos lugares mais perigosos da Terra.

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Um dos maiores mistérios da Terra encontra-se no Parque Nacional de Yellowstone.

Este é um dos locais mais ativos, geológicamente, sacudido por mais de 5.000 terremotos no ano e com mais geiseres e fontes quentes que todo o resto do mundo.

Por que Yellostone é tão ativo?

Como se formou? E por que no coração das montanhas rochosas?

Os cientistas estão revelando um passado violento, escavando pelo água, esmagado por glaciais antigos e explodido pelas mais antigas erupções vulcânicas do planeta.

Ainda hoje Yellostone é um dos lugares mais perigosos da Terra.
Veja este documentário sobre super-vulcões:


Desvendando os mistérios por trás dos super vulcões, conheça mais sobre esse fenômeno natural com grande poder de destruição e ainda imprevisível.

Veja mais: Vulcões

Arranjo: Jhero
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O primeiro ser humano a viver por mil anos está vivo hoje, diz cientista de Cambridge

O primeiro ser humano a viver por mil anos está vivo hoje, diz cientista de Cambridge
Você gostaria de viver para sempre?

Eu não tenho certeza se eu quero, mas ao mesmo tempo, eu não sou uma daquelas pessoas que pensam que os seres humanos estão melhor morrendo na idade média de 70. Há muitos livros em minha casa que eu preciso Ler e muitos lugares para ir! E se eu lhe dissesse que a ciência pode ter encontrado uma maneira de estender a expectativa de vida humana?

Aubrey de Grey , Cambridge geneticista da Universidade, acredita que qualquer pessoa com idade inferior a 40 tem o potencial de viver por mil anos - ou seja, é claro, se eles não cometer suicídio ou ter um acidente. Esta teoria só se aplica aos que de outra forma morreriam de causas naturais. Envelhecimento é visto como uma doença!

De Gray diz,

" Eu acho que estamos em distância impressionante de manter as pessoas tão saudável, que em 90 eles vão continuar a acordar no mesmo estado físico como estavam na idade de 30."

E, é claro, de Gray encontraria oposição em suas reivindicações ambiciosas. Sherwin Nuland , antiga Escola de Medicina de Yale, cirurgião, não acha que é possível para os seres humanos a viver este tempo.

Nuland diz em referência a de Gray,

"Seu plano não terá sucesso. Se assim fosse, isso minaria o que significa ser humano ".

Apesar das dúvidas, de Gray não está sozinho em suas crenças.

Há muitas pessoas que desejam imortalidade, incluindo numerosos geneticistas, especialistas em nanotecnologia, médicos e cientistas. É teoricamente possível para abrandar ou mesmo parar o processo de envelhecimento , de acordo com cientistas, e um objetivo que podemos esperar atingir a fim de beneficiar aqueles que estão vivos hoje.

A imortalidade, ao que parece, é importante para muitas pessoas. Mesmo o governo dos EUA doa milhões para o Instituto Nacional do Envelhecimento, parte do Instituto Nacional de Saúde. Os fundos vão para "a biologia do envelhecimento", não incluindo tratamentos de câncer ou pesquisa cardíaca.

Robert Freitas do Instituto de Molecular Manufacturing disse ,

"Há muitos componentes diferentes do envelhecimento e nós estamos desgastando afastado em todos eles."

E Freitas acredita que estamos perto da resposta, a estratégia definida para a imortalidade. Na verdade, em duas a quatro décadas, a doença chamado "envelhecimento", pode ser curado! Não é maravilhoso?

De certa forma, sim. Mas há algo que você pode estar esquecendo ... superpopulação .

Nuland fez uma percepção ao dissipar a imortalidade. Acho que até ele sabe que é possível, simplesmente não é viável. Enquanto os cientistas estão correndo para a resposta definitiva, eu espero que eles estão considerando a questão óbvia de superpopulação . Afinal, em algumas cidades, não há mais espaço, literalmente.

Por outro lado, aqueles que defendem para a imortalidade e a ciência de assá-lo, acho que uma solução para a superpopulação virá fácil - diz colonização da lua , por exemplo.

E o governo, como sempre faz, vira e flops sobre as questões, em que, ao financiar a pesquisa, alguns políticos lutam para eliminar essa mesma pesquisa. Durante a presidência de Bush, a pesquisa com células-tronco foi um tema delicado, e o financiamento foi restringido nesta área. A maioria acredita que este é outro movimento para parar a busca pela fonte da juventude.

Então, por que queremos viver para sempre?

Há tantas razões pelas quais podemos querer viver para sempre, ou mesmo apenas mais mil anos. Como eu disse, há tantas coisas para explorar e lições a aprender, para não mencionar o horror geral de morte. Cada um de nós, se deixado sozinho com nossos pensamentos, pensa sobre o nosso fim. Ninguém realmente quer morrer, no sentido básico da palavra. Ninguém quer sentir dor e finalidade. Eu só não acredito que há paz final nisso.

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