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Vampiros: A verdadeira história

VAMPIROS
A sede do público por vampiros parece infinita como a sede dos vampiros de sangue.
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Escritores modernos de ficção, incluindo Stephenie Meyer, Anne Rice, Stephen King e muitos outros, têm uma rica veia de vampiros de onde retiram histórias. Mas de onde vêm os vampiros?
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O vampiro mais famoso é, claro, o Drácula de Bram Stoker, embora aqueles que procuram um histórico Drácula "real" muitas vezes citam o príncipe romeno Vlad Tepes (1431-1476), a partir do qual se acredita que Stoker tenha modelado alguns aspectos do seu personagem Drácula.
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A caracterização de Vlad como um vampiro, no entanto, é distintamente ocidental, na Romênia, ele é visto não como um sádico bebedor de sangue, mas como um herói nacional.
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Ele também é conhecido como Vlad Dracula ("filho do dragão"), um nome que vem de filiação do seu pai na Ordem do Dragão, cavaleiros que mantiveram o cristianismo e defenderam o império dos turcos otomanos.
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Os vampiros, tal como maioria das pessoas estão familiarizadas (como o Drácula), são fantasmas - cadáveres humanos que voltam do túmulo para prejudicar os vivos, esses vampiros têm origens eslavas com apenas algumas centenas de anos de idade.
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Mas outras, mais velhas, versões do vampiro não foram pensados ​​para ser humano em tudo, mas sim sobrenatural, possivelmente demoníaco, entidades que não tomaram forma humana.
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Mateus Beresford, autor de "From Demons to Dracula: The Creation of the Modern Vampire Myth". observa que "há bases claras para o vampiro, no mundo antigo e é impossível provar onde mito surgiu.
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Há sugestões de que o vampiro nasceu de feitiçaria no Egito antigo, um demónio chamado a este mundo". Há muitas variações de vampiros de todo o mundo. Há vampiros asiáticos, como na China o Jianshi, espíritos malignos que atacam pessoas e drenam a sua energia vital; Deidades bebedores de sangue coléricas que aparecem no "Livro Tibetano dos Mortos", e muitos outros.
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O interesse e a crença em fantasmas surgiu na Idade Média na Europa. Embora na maioria das histórias modernas a maneira clássica de se tornar um vampiro implica ser mordido por um, que é uma torção relativamente nova.
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No seu livro "Vampires, Burial and Death: Folklore and Reality", Paul Barber observou que, séculos atrás, "Muitas vezes potenciais fantasmas podem ser identificados no momento do nascimento, geralmente por alguma anormalidade, algum defeito, como quando uma criança nasce com dentes, ou crianças nascidas com um mamilo extra (na Roménia, por exemplo), com a falta de cartilagem no nariz, ou uma divisão no lábio inferior (na Rússia) ... Quando uma criança nasce com uma coifa vermelho, ou membrana amniótica, a cobrir a sua cabeça, isso era considerado por grande parte da Europa como evidência presumível de que ele estava destinado a voltar dos mortos".
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Tais deformidades menores foram vistos como maus presságios e é provável que muitos bebés tenham sido mortos imediatamente quando esses sinais foram descobertos; aqueles que sobreviveram cresceram tendo o peso da suspeita pública.
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A crença nos vampiros decorre de superstição e suposições equivocadas sobre decadência pós-mortem. Os primeiros relatos registados de vampiros seguem um padrão consistente: Algum azar inexplicável se abateria sobre uma pessoa, família ou cidade - talvez uma seca, ou uma doença infecciosa.
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Antes da ciência poder explicar os padrões meteorológicos e a teoria dos germes, qualquer acontecimento mau para o qual não havia uma causa óbvia podia ser culpa de um vampiro. Os vampiros eram uma resposta fácil para a velha questão de porque coisas más acontecem a pessoas boas.
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Os aldeões combinavam a sua crença de que algo havia amaldiçoado com o medo dos mortos, e concluíam que, talvez, o falecido recentemente podia ser responsável, ter voltado das sepulturas com más intenções. Túmulos foram descobertos, e os moradores surpreendidos muitas vezes confundiam processos de decomposição comuns com fenómenos sobrenaturais.
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Por exemplo, embora os leigos possam supor que um corpo se decompõe imediatamente, se o caixão é lacrado e enterrado no inverno, a putrefação pode ser adiada por semanas ou meses; a decomposição intestinal cria inchaços que podem forçar o sangue para dentro da boca, fazendo com que pareça  um corpo morto que recentemente ingeriu sangue.
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Estes processos são bem conhecidos pelos médicos modernos e agentes funerários, mas também na Europa medieval foram tomados como sinais inequívocos da veracidade dos vampiros. Em algumas tradições a melhor maneira de parar um vampiro é levar um pequeno saco de sal. Se você for perseguido, só precisa de derramar o sal no chão atrás de você, ponto em que o vampiro é obrigado a parar e contar cada grão antes de continuar a perseguição.
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Se você não tem sal, alguns dizem que pequenos grânulos fazem o mesmo efeito, incluindo alpista ou areia. Outros dizem que não há uma regra não escrita de etiqueta de vampiro que eles não podem entrar em uma casa a menos que sejam formalmente convidados a entrar. Séculos atrás, não era incomum para os vampiros suspeitos serem implantados nos seus túmulos.
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A ideia era fisicamente fixar o vampiro à terra, e o peito foi escolhido porque é o tronco do corpo, e não por causa de qualquer conexão simbólico particular para o coração. Outros métodos tradicionais de impedir vampiros incluíam enterrar (ou re-enterrar) os corpos de bruços e decapitá-los, facto que muitas vezes incluía o enchimento da boca com alho ou tijolos.
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Há, claro, alguns animais realmente vampíricos  incluindo sanguessugas, lampreias e morcegos hematófagos. E em todos esses casos, a intenção do vampiro é tirar sangue suficiente para o seu sustento, mas não o suficiente para matar o hospedeiro. Mas e sobre vampiros humanos?
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Há certamente muitos vampiros auto-identificados que participam subculturas de inspiração gótica. Alguns acolhem clubes do livro temáticos acerca de vampiros, outros usam capas ou recebem implantes dentários de presas de vampiro. Mas beber sangue é outra questão.
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O problema é que o sangue é tóxico, porque ele é tão rico em ferro - e porque o corpo humano tem dificuldade de ferro em excesso - quem consome sangue regularmente corre o risco real de hemocromatose (overdose de ferro), o que pode causar uma grande variedade de doenças e problemas, incluindo danos no fígado e no sistema nervoso.
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Artefatos da civilização Maia descobertos no México (Arq.)

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Esta versão pode ser dada ao Instituto Nacional de Antropologia e História (INAH), que encontrou esses registros fascinantes do México sob uma pirâmide em 2015. Esta nova descoberta é um forte golpe para o segredo que foi propositalmente criado que envolve a história verdadeira da nossa terra.

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O investigador informa que grandes quantidades de substância arruinada de Teotihuacan em descoberta que poderiam lançar luz sobre misteriosos líderes da cidade de arqueólogos descobriram mercúrio líquido no final de um túnel sob uma pirâmide mexicana, uma descoberta que poderia sugerem a existência do túmulo de um rei ou de uma câmara ritual bem abaixo de uma das informações das cidades mais antigas das Américas.

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A maior caverna do mundo: Conheça a incrível Son Doong,

A caverna Son Doong, no Vietnã, é a maior caverna do mundo. Um passeio no interior da caverna é algo extraordinário; ela contém uma selva, um rio e tem espaço de sobra para arranha-céus de 40 andares! A enorme caverna está localizada a 280 quilômetros ao sul da capital Hanói, no parque nacional vietnamita Phon Nha-Ke Bang. Conheça mais esse mundo subterrâneo e se inspire pela beleza da natureza.
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Son Goong traduz-se como  “Caverna do Rio da Montanha”. Foi criada 2-5 milhões de anos atrás pelas águas dos rios corroendo o calcário debaixo da montanha.
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Ela foi descoberta em 1991 por um fazendeiro local, mas as primeiras pessoas que realmente exploraram a caverna foram especialistas britânicos em 2009.

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A caverna como um todo é estimada em 140 quilômetros de comprimento.

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Ela contém a sua própria vida animal, lagos, floresta tropical, praias e um rio.

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Muitas cavernas têm relíquias de uma era pré-histórica, como estátuas ou pinturas nas paredes da montanha. Mas nada comparado ao que foi encontrado em Son Doong.

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Os primeiros turistas visitaram a caverna em 2013.

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Visitas guiadas estão disponíveis. Têm a duração de 7 dias e os visitantes podem passar suas noites de acampamento dentro da caverna. O custo total por pessoa é de cerca de 2.300 dólares.

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A caverna tem também pérolas raras que são formadas quando água carregada com sais minerais pinga do teto de uma câmara para formar uma pequena esfera de depósitos minerais que cresce em uma pequena pérola mineral.

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Lucas
Lucas tem 20 anos, é de São Paulo/SP, e administrador do projeto Mistérios do Mundo, iniciado em 2011. É formado em análise de sistemas, adora ciência e tecnologia e escreve diariamente para o site. Faz divulgação científica e trabalha na programação e layout do site. Também colabora para o projeto Climatologia Geográfica, do Isaías Júnior. Adora viajar e ama a natureza.
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Dinossauros viveram até 700 mil anos após a extinção em massa

Dinossauros viveram até 700
Para os paleontologistas, os dinossauros foram extintos entre 66,5 e 66 milhões de anos atrás, quando os restos do impacto de um grande meteorito bloquearam o sol e alteraram de forma drástica o clima e a vegetação. Porém, um osso de dinossauro recém descoberto no Novo México contradiz esses dados científicos.

Pesquisadores da Universidade de Alberta encontraram um fêmur fossilizado de um hadrossauro que possui apenas 64,8 milhões de anos de idade, mostrando que os dinossauros viveram 700 mil anos além da extinção final no período Cretáceo.

Os investigadores acreditam que estes dinossauros herbívoros foram capazes de sobreviver devido a alguma vegetação que tenha resistido à mudança de clima, permitindo-lhes comer. Atualmente, eles procuram descobrir se ovos de dinossauro podem ter sobrevivido ao período, o que também explicaria a sobrevivência dos hadrossauros.

A data da extinção em massa foi determinada a partir da tradicional técnica da cronologia relativa, que estima a idade de um fóssil através das camadas de sedimentos presentes no corpo orgânico ou no lugar onde foi encontrado. Contudo, forças ambientais e geológicas podem causar alterações na localização do fóssil ou nas camadas de sedimentos, levando a uma estimativa imprecisa de sua idade.

O coordenador do estudo, Larry Heaman, explica que para descobrir a idade do osso recém descoberto, sua equipe utilizou uma técnica diferente de datação, chamada de método U-Pb (urânio-chumbo). Este procedimento usa um feixe de laser para “derrubar” as minúsculas partículas do fóssil, as quais são submetidas a uma análise isotópica e determinam a idade e o tipo de alimento com que o dinossauro se alimentou.

Segundo os pesquisadores, esse método é bastante preciso devido aos altos níveis de urânio que os ossos fossilizados apresentam. Com o passar do tempo, esses pequenos átomos vão decaindo, e determinar a composição isotópica do chumbo nos ossos leva à sua idade absoluta.

Agora, os cientistas planejam utilizar o método de datação U-Pb para mensurar a idade absoluta de outros fósseis de dinossauros. A expectativa é que esta técnica possa substituir a cronologia relativa, e será usada para reescrever a história da extinção dos dinossauros.

Fonte: hypescience
Arranjo: JTC
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Exploradores descobrem mundo subterrâneo no sul dos EUA (Arq.)

Cavernistas da pesada avançam para devassar um mundo subterrâneo em três estados sulistas americanos.
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Caverna Rumbling Falls, Tennessee. O salão Rumble Room tem 1,5 hectare de área e 100 metros de altura. Chegar a esta caverna calcárea envolve descer por um fosso de 20 metros, escalar duas quedas d'agua de 4 metros e se deslocar se arrastando por 610 metros de passagens, algumas com não mais de 30 centímetros de largura.

Foto de Stephen Alvarez
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Caverna Sub-Solomon, Tennessee. Ao dissolver camadas de calcário antigo, as águas esculpem o terreno. Cavernistas dispostos a tomar uma chuveirada penetram na Sub-Solomon, com 123 metros de profundidade, pela base, e iniciam a escalada contra o fluxo de quatro quedas, como esta, de 20 metros.
Foto de Stephen Alvarez
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Caverna Iron Hoop, Alabama. De formação milenar, câmaras fantásticas como esta são decoradas pelo acúmulo lento e infinito de minerais (sobretudo calcita), trazidos pela água que goteja sobre a rocha. Um encontro com tais belezas raras e frágeis é um prêmio para os cavernistas.
Foto de Stephen Alvarez
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Caverna Stephens Gap, Alabama. Das duas vias de acesso, opte por ir caminhando pela da direita ou aprenda a lidar com cordas e desça na vertical pela esquerda. Há três andares abaixo do pedestal iluminado pelo sol até o chão da caverna.
Foto de Stephen Alvarez
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Cavernistas usam cordas para subir e sair do longo poço vertical que marca o início e o fim de uma jornada pelo Green's Well, no Alabama. O acesso a este buraco, assim como acontece em muitas das cavernas TAG (acrônimo para Tennessee, Alabama e Geórgia), é controlado por um proprietário de terras privado, e os grupos de cavernistas se esforçam muito para manter relações cordiais com os guardiões dos portões.
Foto de Stephen Alvarez
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Caverna Thunderhole, Alabama. Requisito fundamental de um cavernista: tolerância para com espaços apertados. John Benson consegue avançar somente sem capacete e com a cabeça virada de lado. Ele expira, tornando seu corpo tão achatado quanto possível, desliza uns poucos centímetros de costas, para, inspira e repete a operação.
Foto de Stephen Alvarez
Fonte: Cub
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Os antigos egípcios a 5 mil anos atrás navegaram para a América e aqui está a "evidência"

antigo egipsios
Coca e tabaco encontrados em múmias egípcias antigas: Esta é a prova definitiva das viagens transoceanicas há 5.000 anos?
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E se a antiga civilização egípcia fosse muito mais avançada do que imaginamos? Afinal, eles são os legítimos proprietários de algumas das estruturas antigas mais impressionantes da superfície do planeta.
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É difícil acreditar que poderiam ter construído navios poderosos que lhes permitiriam viajar para outros continentes?
De acordo com a análise de DNA realizada em múmias egípcias antigas, isso pode não ser apenas "outra conspiração louca".
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O Dr. Svetla Balabanova ficou totalmente descrédito quando viu os resultados de suas próprias análises.
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O prestigiado médico legista alemão foi encarregado de analisar várias múmias à procura de vestígios de uso de drogas nos governantes do antigo Egito.
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O que ela encontrou foi considerado um trocador de histórico.
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Depois de analisar várias múmias egípcias antigas, os pesquisadores descobriram a presença de altos níveis de cocaína, nicotina e tetrahidrocannabinol em corpos que foram preservados por milhares de anos.
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Com rigor científico, o Dr. Balabanova repetiu os testes várias vezes e enviou amostras para outros laboratórios para testes independentes.
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Todas as análises sucessivas confirmaram os resultados iniciais.
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As múmias egípcias antigas tinham altos níveis de cocaína, nicotina e tetrahidrocannabinol. Mas de onde os egípcios antigos obtiveram os produtos?
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Apesar de encontrar evidências, a comunidade científica permaneceu cética, acusando os pesquisadores que haviam feito a descoberta de incompetência.
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Começaram afirmando que as múmias eram falsas até serem comprovadamente autênticas.
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Em seguida, eles prosseguiram argumentando que estavam contaminados até se mostrar que é impossível contaminar o tronco interno de um cabelo.
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Eles alegaram que os experimentos não eram reproduzíveis até que um grupo independente de especialistas encontrou traços de cocaína e nicotina em outras múmias egípcias em um museu britânico.
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Finalmente, eles acabaram defendendo o indefensável: o tabaco e a coca não vieram da América do Sul, mas sim variedades muito raras de origem africana.
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Mas nenhuma evidência de cultivo de coca ou tabaco foi encontrada em África, Europa ou Ásia antes da época de Cristóvão Colombo.
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O que as múmias nos dizem é uma história intolerável para a história, como aprendemos na escola.
A Coca e o tabaco são, sem dúvida, originários da América do Sul.
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Os egípcios aparentemente tinham a capacidade de construir a pirâmide, mas não tinham habilidades navais suficientes para atravessar o Oceano Atlântico.
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Como podemos explicar esses resultados controversos?
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É possível que os antigos egípcios tenham viajado de alguma forma ao continente americano há milhares de anos?
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Ou isso poderia ser uma evidência suficiente de que uma civilização altamente avançada existia na Terra há milhares de anos?
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Uma civilização que possuía conhecimentos e tecnologias que nem os egípcios nem os gregos nem os romanos tinham naquele momento?
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Seja como for, muitos autores concordam que esta é uma prova irrefutável de que os antigos egípcios tiveram contato com produtos que se originaram a meio caminho ao redor do globo; no continente americano.
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Mas e se eramos? Para todos aqueles que estão interessados ​​em ver outro lado desta história, eu recomendo que você leia um artigo que foi publicado pela primeira vez na  Revista New Dawn Magazine  156, maio / junho de 2016.
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Ele basicamente se opõe a tudo que se afirma neste.
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Para aqueles que não podem ler o artigo da revista atual, aqui é uma alternativa .
Imagem em destaque: The Ebers papyrus
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Fonte:
Drogas Americanas em Mummies Egípcias
O Mistério das Mummies da Cocaína
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Os Maias o passado e o presente

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CONSIDERA-SE que eles tenham sido uma das maiores civilizações do Hemisfério Ocidental. Não é para menos, pois esses antigos habitantes de Belize, El Salvador, Guatemala, Honduras e México desenvolveram arquitetura, pintura, cerâmica e escultura de excepcional qualidade. Criaram uma escrita complexa e fizeram grandes avanços na matemática. Chegaram até a aperfeiçoar um calendário baseado no ano solar. Quem era esse povo? Os maias — uma das civilizações antigas mais ricas e avançadas das Américas.

Grande parte do que sabemos sobre os maias deve-se a inscrições e relevos em pedra. Os maias registraram sua história e seus costumes em escadarias, ombreiras e placas ou pilares de pedra usando um sistema de escrita que consistia em mais de 800 caracteres, muitos deles hieroglíficos. Escreviam também em papel feito da parte interna da casca de figueiras silvestres. Dobrando as folhas, formavam livros (chamados códices) com capa de pele de jaguar. A maior parte desses volumes foi destruída quando os espanhóis conquistaram os maias por volta de 1540 EC, mas ainda restam alguns.

Os primeiros agricultores maias talvez tenham se estabelecido nas planícies do norte da Guatemala cerca de mil anos antes de Cristo. Mas a civilização maia atingiu o seu apogeu entre 250 EC e 900 EC — em geral chamado de Período Clássico. Consideremos brevemente o que se tem descoberto sobre os antigos maias.
Arquitetos e construtores por excelência
Os maias eram especialistas em trabalhar com pedra e construíram grandes pirâmides e templos com argamassa e calcário. Essas pirâmides têm notável semelhança com as pirâmides do Egito, o que no passado levou alguns a concluir erroneamente que os maias eram na realidade descendentes dos egípcios.
Ruínas de cidades maias construídas de pedra foram encontradas na Guatemala, em Honduras e em Yucatán, no sul do México. No apogeu, o império maia abrangia mais de 40 cidades desse tipo, cada uma com população que variava entre 5.000 e 50.000 habitantes. De acordo com The New Encyclopædia Britannica, “no seu auge, a população maia pode ter chegado a 2.000.000. A maioria habitava as planícies do que hoje é a Guatemala”.
A construção dessas cidades com suas magníficas estruturas de pedra teria sido impossível não fossem os estrênuos esforços dos cultivadores de milho. Além de plantar para a subsistência da família, eles tinham de trabalhar nas construções. Não bastasse isso, era sua obrigação cultivar alimentos para os nobres e para os sacerdotes, cujas atribuições eram consideradas mais importantes.
Vida familiar
As famílias maias eram unidas. Era comum avós, pais e filhos viverem sob o mesmo teto. A maior parte do trabalho no campo era realizada por homens e meninos mais velhos. As meninas aprendiam a cozinhar, a fazer roupas e a cuidar dos irmãozinhos.
Os lavradores plantavam abacate, pimenta e batata-doce. Mas o alimento básico era o milho, que as mulheres e as meninas preparavam de diversas maneiras. Elas faziam por exemplo uma espécie de panqueca, hoje conhecida como tortilla. Até mesmo a bebida alcoólica chamada balche era à base de milho. Calcula-se hoje que cerca de 75% dos pratos maias levem milho ou seus derivados, e é bem possível que a proporção tenha sido ainda maior no passado.
Pluralidade de deuses e deusas
A religião tinha destaque na vida dos maias. Eles adoravam uma pluralidade de deuses — certo documento menciona 160. Para mencionar apenas alguns, havia o deus criador, o deus do milho, o deus da chuva e o deus-sol. As mulheres faziam peregrinações ao templo da deusa Ixchel na ilha de Cozumel para orar pela fertilidade ou, se já estivessem grávidas, para terem um bom parto.
Cada dia tinha um significado religioso e cada mês do calendário maia tinha sua própria festividade. O sepultamento dos mortos era acompanhado de cerimônias especiais. O corpo era pintado de vermelho e embrulhado numa esteira de palha com alguns pertences pessoais. Depois era enterrado sob o piso da casa onde a pessoa havia morado. Havia algumas diferenças no caso dos governantes, cujo corpo era depositado numa pirâmide sob um templo. Junto eram sepultados os servos, que eram sacrificados, e também diversos utensílios que acreditavam ser úteis no além.
Como parte dos ritos religiosos, era costume furarem as orelhas ou as extremidades dos membros inferiores. Perfuravam até mesmo a língua. As representações em murais e cerâmica não deixam dúvida de que os sacrifícios também faziam parte da adoração. “Os maias sacrificavam diversos animais”, escreve o Dr. Max Shein no livro The Precolumbian Child (Crianças na Era Pré-Colombiana), “mas o sacrifício supremo era de vidas humanas. Escolhiam como vítimas não só soldados inimigos e escravos, mas também crianças livres de ambos os sexos”. Segundo certos historiadores, as meninas oferecidas como noivas ao deus da chuva eram jogadas vivas num lago sagrado em Chichén Itzá. Se a menina sobrevivesse até o pôr-do-sol, entendia-se que o deus da chuva estava satisfeito com a noiva oferecida anteriormente, e a menina era tirada das águas.
Os maias hoje
Depois de 900 EC, diz The New Encyclopædia Britannica, “a clássica civilização maia declinou abruptamente: as grandes cidades e os centros cerimoniais ficaram vazios e foram tomados pela selva”. Ninguém sabe dizer ao certo o que provocou o desaparecimento dos maias. Alguns dizem que foi a exaustão do solo fértil. Há quem diga que a escassez de alimentos levou os camponeses a práticas agrícolas destrutivas, enquanto outros fugiram para cidades pobres que já estavam apinhadas. Quaisquer que sejam as causas, os maias não desapareceram completamente. Restam ainda uns dois milhões deles, principalmente na parte norte de Yucatán e na Guatemala.
A maioria dos maias hoje é católica nominal, e a Igreja tem feito grandes esforços para conquistar a população nativa. Por exemplo, um relatório da Associated Press diz que “em 1992 — aniversário de 500 anos da conquista da Guatemala pelos espanhóis — a Igreja Católica da Guatemala emitiu um pedido de desculpas formal pelos abusos cometidos contra os nativos na época da evangelização na Guatemala”.
Mas para os maias, ser católico não significa abandonar a religião de seus antepassados. Pelo contrário, muitos sacerdotes católicos aceitam o sincretismo das práticas da Igreja com os ensinos e rituais dos nativos. Por exemplo, os maias há muito acreditam no animismo — a crença de que objetos, animados ou inanimados, têm vida. Esse conceito é aceito pela Igreja, embora sob o manto do catolicismo. Alguns líderes da Igreja se perguntam quanto paganismo a Igreja pode tolerar e ainda assim se chamar cristã.
Continuamos com mais informações sobre os Maias
10. ALGUNS MAIAS AINDA VIVEM NA SUA REGIÃO ORIGINAL
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Atualmente, mais de sete milhões de Maias vivem nas suas regiões originais, e muitos ainda mantêm muito de sua cultura ancestral. Alguns estão integrados com a cultura dos países onde vivem, mas muitos ainda utilizam a linguagem Maia como idioma principal.
As maiores populações dos Maias modernos habitam os estados mexicanos de Yucatán, Campeche, Quintana Roo, Tabasco e Chiapas. Na América Central, eles costumam ser encontrados em Belize, Guatemala e nas regiões oeste de Honduras e El Salvador.
9. A INFÂNCIA MAIA
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A civilização Maia desejava características físicas específicas de seus filhos, e faziam intervenções para alcançar este padrão. Quando a criança ainda era pequena, blocos de madeira eram empurrados contra sua testa para que ela ficasse mais achatada. Outra intervenção era feita para deixar as crianças vesgas. Objetos eram balançados na frente de recém-nascidos, até que eles ficassem estrábicos.
Outra curiosidade é que os Maias davam os nomes de seus filhos de acordo com o dia em que eles nasciam. Cada dia do ano tinha um nome feminino e um masculino, e esta era uma tradição seguida fielmente pelos pais.
8. AS HABILIDADES MÉDICAS
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A saúde na sociedade Maia era uma mistura entre ciência, religião, mente e corpo. Poucos cidadãos estudavam a medicina a fundo e praticavam feitiçarias, de modo a curar, ver o futuro e controlar eventos naturais. A medicina tinha uma forte relação com a religião, mas as práticas médicas dos Maias eram muito avançadas. Sabe-se que os médicos realizavam suturas com cabelos humanos, cuidavam de fraturas, e até faziam próteses dentárias.
7. SACRIFÍCIOS HUMANOS
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A tradição Maia sempre teve o costume de realizar sacrifícios de sangue por motivos religiosos e médicos, e muitos Maias ainda realizam este tipo de sacrifícios. Mas não se preocupe, hoje em dia o sangue humano foi substituído pelo de animais para realizar as tradições ritualísticas de seus ancestrais.
6. O USO DE ANALGÉSICOS
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Mesmo na época pré-colombiana, o conhecimento médico dos Maias permitia que eles utilizassem plantas como analgésicos. Plantas alucinógenas utilizadas em rituais religiosos eram também usadas com este propósito.
5. QUADRAS DE ESPORTES
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O jogo mesoamericano era um esporte com associação com rituais, jogado por até 3 mil anos antes da chegada de Colombo na América. O esporte sofreu várias modificações com o tempo, e uma versão do jogo, chamada de ulama, ainda é jogada em alguns lugares pela população Maia atual.
As quadras de esportes eram utilizadas como uma área para rituais religiosos e culturais e para os jogos. A quadra eram feita em formato da letra “I” maiúscula, e o jogo era realizado com uma bola mais ou menos do tamanho de uma bola de vôlei, feita de borracha (extraída de vegetais) e bem pesada. A decapitação é muito associada com o jogo, e há especulações que cabeças decepadas e caveiras eram utilizadas como bolas no jogo.
4. SAUNAS
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Uma espécie de sauna era um importante elemento de purificação para os Maias. Essas “saunas” eram construídas com paredes e teto de pedras, com uma pequena abertura no topo. A água entrava por este buraco e entrava em contato com as rochas quentes, produzindo vapor para retirar impurezas do corpo, segundo a crença da civilização.
3. O ÚLTIMO ESTADO MAIA
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A cidade de Tayasal foi o último reino Maia, e acabou apenas em 1697, quando padres espanhóis entraram em contato com o rei Maia e dominaram a população do local.
2. A VIDA CONTINUA
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Ao contrário do que é muito divulgado, os Maias não têm um calendário, e sim vários calendários – e nenhum deles afirma que o mundo vai acabar em 2012. O que ocorre é que a mitologia Maia acredita que o mundo está na sua quarta “criação”. A última criação acabou em 12.19.19.17.19, na linguagem de um de seus calendários, e esta sequência irá se repetir no dia 20 de dezembro de 2012.

Esta data será, entretanto, marcada pelo fim de um ciclo e o início de outro, para os Maias, e não o fim do mundo, como o ano novo para a civilização ocidental.

1. MISTÉRIO ANTIGO

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O fim da civilização Maia ainda é um mistério muito debatido. Durante os séculos 8 e 9, as grandes cidades Maias foram entrando em declínio e depois foram abandonadas, deixando para trás uma arquitetura incrível e sinais da civilização. Algumas teorias acreditam que isso aconteceu devido à superpopulação, invasão de estrangeiros, revoltas da população e até problemas com as rotas usadas para trocas comerciais.

Outras teorias, entretanto, afirmam que o declínio pode ter ocorrido devido a desastres ambientais, como doenças e mudanças climáticas. Existem evidências que a população excedeu a capacidade de seu solo, acabando com o potencial da sua agricultura e caça. Atualmente, alguns estudiosos acreditam que uma seca de mais de dois séculos possa ter acabado com a civilização.

Arranjo: JTC
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O Disco de Festos - O curioso disco de cerâmica

O Disco de FestosO curioso disco de cerâmica foi encontrado na ilha de Creta, Grécia, e é mais um achado arqueológico parte da categoria de “objetos jamais decifrados”. É possível que tenha sido produzido durante a Era do Bronze, pela civilização minoica, que habitou o local entre os séculos XXX e XV A.C.

Segundo informações da Universidade de Nevada, Estados Unidos, tal civilização desenvolveu vários sistemas de escrita e pictografia, todas já decifradas. Exceto os sinais registrados neste disco, que até hoje permanecem um mistério.

O disco foi descoberto em 1908, pelo arqueólogo italiano Luigi Pernier. É o único artefato arqueológico encontrado na ilha que conta com tais escritos. Sua origem é datada de 1700 A.C., quando outro tipo de escrita minoica era comum. Tais fatos trazem ainda mais dúvidas acerca do seu conteúdo, significado e, como não poderia deixar de ser, sua legitimidade. 

Fonte: ufoovni
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O avião de Saqqara - Exposto no Museu do Cairo

O avião de Saqqara
Exposto no Museu do Cairo, juntamente com outras figuras de aves, este é um dos casos do passado mais controversos. Este “avião” é conhecido como a ave de Saqqara, é uma figura de madeira, tamanho pequeno (15x18cm), pesando 39 gramas e com uma forma muito aerodinâmica.
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Ele foi encontrado em 1891 no túmulo de Pa-di-Amun na antiga necrópole egípcia de Saqqara, o que espanta é que se assemelha a um avião em miniatura aerodinâmica. Datado de 200 AC. C. (Durante a dinastia ptolomaica). É classificado como um objeto de culto pelos seus descobridores.
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Em 1968, o cientista local Khail Messina, durante a execução de tarefas de catalogação de rotina, alertou a estranha simbiose biológica do artefato apresentado características aeronáuticas, e não aparecem por acaso: além do pico, as asas foram arranjadas com uma ligeira inclinação em direção a estreitada para baixo e para fora, e a cauda tinha sido substituída por uma espécie de leme vertical.
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Este intrigante objeto despertou a curiosidade de alguns técnicos e testes de vôo foram realizados a partir de um modelo em escala. As conclusões foram surpreendentes.
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O "pássaro" de Saqqara se comportou exatamente como um planador moderno. Outros ensaios no simulador 3D confirmaram os resultados.
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Para alcançar este objetivo, foi necessário adicionar um estabilizador para o leme. Originalmente, no entanto, existe a possibilidade de que já existia. Entalhes do que a apresentada no topo sugere que algo cabia lá e que poderia ter se perdido nos transportes. Sem esse pequeno detalhe a afirmação não seria completa.
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Em um documentário de televisão já foi abordado a espantosa ideia que especularam que exemplos semelhantes poderiam ter transportados seres humanos. O raciocínio era tão simples quanto improvável. Os egípcios usariam grande catapulta com a qual seria possível lançar os "planadores". Vencidos, em parte, a força da gravidade, os pilotos experientes e ousados do Nilo, sem um paraquedas, seriam capazes de fazê-los evoluir para uma vista excepcional sobre as pirâmides.
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Tudo isso soa muito fantástico, mas ainda não tem encontrado qualquer artefato ou evidência que pode comprovar a hipótese acima. Além disso, os hieróglifos usados para gravar suas conquistas, teriam sido preciso utilizar em mais de uma parede.
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Seria fantástica a ideia de que antigos egípcios mediante a tecnologia alienígena ousariam cortar os céus em naves espaciais, o que reforçaria a teoria dos antigos astronautas que tanto deixaram provas de suas vindas em diversos lugares do mundo. Mas se usássemos a lógica, consideraríamos o "pássaro de Saqqara" nada mais nada menos do que um brinquedo, com características notáveis de engenharia aeronáutica.
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FONTE:UFOOVNI
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