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CHINESES - A cultura chinesa possui uma longa tradição histórica...

CHINESES
A cultura chinesa possui uma longa tradição histórica documentada por Sima Qian, um matemático e historiador real da dinastia Han, que pesquisou as origens de sua civilização. 

Alguns dados escritos por ele foram confirmados durante descobertas arqueológicas feitas durante o século XX. A estrutura da história da civilização chinesa é baseada nos períodos dinásticos e coincidem  diretamente com a sucessão dos diferentes governos que passaram pelo território que daria origem à China moderna.
Período anterior à Primeira Dinastia
Restos arqueológicos encontrados na região chinesa do rio Amarelo permitem localizar o desenvolvimento das primeiras tribos de cultura sedentária a partir de VIII A.C. Estas tribos ocuparam o território no final do período neolítico (Yangshao, Dawenkou e Hongshan) e viviam da agricultura (milho e arroz) e da caça, pesca e pecuária.  

Desenvolveram técnicas com cerâmica e até mesmo a pintura das peças fabricadas. Estas culturas culminaram no desenvolvimento da cultura Longshan, que data dos séculos II e III A.C. e representam o período de formação das primeiras cidades.  

A mitologia chinesa atribui a fundação das instituições sociais (família, economia e urbanismo) aos chamados “Três Augustos e Cinco Imperadores”, que recebem diferentes nomes em diferentes histórias. Apesar de seu caráter, presumidamente mitológico, acredita-se que eles foram pessoas reais que contribuíram para a unificação da civilização chinesa devido a suas intervenções bélicas.
A dinastia Xia
A dinastia Xia foi a primeira dinastia da história chinesa e se desenvolveu entre os séculos XXI e XVI A.C. Contava com um sistema econômico escravo e seu território era situado na atual província de Henan. Segundo crônicas chinesas, antes do estabelecimento desta dinastia, o poder territorial era alternado entre os chefes das diferentes tribos, ou seja, não havia uma sucessão natural entre os membros de uma mesma tribo. 

Entretanto, isto não foi respeitado pelos Xia, já que quando o Grande Xia Yu faleceu, seu filho Qi tomou o poder. As demais tribos lutaram contra os Qi, porem ele foi vencedor e estabeleceu o começo da dinastia Xia. Esta foi sucedida pela dinastia Shang (1600- 1100 A.C) e pela Zhou (1045- 256 A.C) Esta última terminou conduzindo a China à era imperial, iniciado pela dinastia Qin a partir de 221 A.C.


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ROMANOS - A civilização romana atingiu seu apogeu durante...

ROMANOS
A civilização romana atingiu seu apogeu durante os primeiros séculos da nossa era. Ele foi o império ocidental mais poderoso, entretanto o império se consolidou como resultado de centenas de anos de conquistas e avanços culturais e politica de expansão territorial. Entretanto a analise da civilização romana tem dois aspectos.
Histórico
Antes de se transformar em uma cidade e iniciar seu crescente processo de unificação, o território romano era formado por sete montanhas em volta da ilha de Tibre, uma região chamada Latium Vetus, ocupada por diversas tribos indo-europeias (etruscos, oscos, ecuos, volscos, sabinos, umbros e latinos). Acredita-se que foram os latinos que povoaram a região da Roma atual, chegados durante a Idade do Bronze. A fundação de Roma durante o século VIII A.C representa a construção da cidade amuralhada, construída para proteger a população latina do ataque de outras tribos.
Origem mítica
Numitor, governante de Alba Longa, foi destronado e expulso por seu irmão, Amulio, quem, além disto, matou todos os seus filhos homens a fim de permanecer no poder. A filha de Nomitor, Rea Sivia, que havia dado à luz aos gêmeos Romulo e Remo, apavorada, colocou os filhos em uma cesta e jogou no rio Tibre. Os gêmeos foram encontrados por uma loba, Luperca, que os amamentou em uma cova. Os meninos cresceram saudáveis, criados por uma família de pastores até que um dia descobriram sua origem. Os dois partiram então para Alba Longa onde destronaram o tio, recebendo pelo feito as terras de Latium Vetus. A cidade recebeu seu nome, Roma, pois tempos depois, Rômulo venceu o irmão durante um desafio e terminou sendo seu primeiro rei.

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GREGOS - A terminologia Grécia Antiga é utilizada para descrever...

GREGOS
A terminologia Grécia Antiga é utilizada para descrever a civilização europeia desenvolvida no período compreendido entre o começo da Idade das Trevas (1100 A.C) até a conquista romana depois da Batalha de Corinto (146 A.C). Numa época ainda mais remota, a população era conhecida como heládica, terminologia que se refere a um conjunto de tribos que imigraram da Península Balcânica durante a Idade do Bronze. A procedência destas tribos não é exata, porém alguns historiadores atribui sua origem aos Balcãs, enquanto outros à Síria e Mesopotâmia. Entretanto sua permanência na península deu origem aos povos gregos mais importantes como os Aqueus, Dórios e Jônios.
Culturas minoicas e micénica
A partir do fim do Período Heládico, os Aqueus (em Pilos e Mecenas) e os Jônios (Atenas) desenvolveram a cultura micênica, conseguindo grandes avanços para a época com a cultura minoica. Esta última devia seu nome ao rei Minos, líder do povo estabelecido na ilha de Creta. Nesta época o território viveu uma importante atividade comercial e cultural, com o surgimento dos poemas épicos de Homero: as Ilíadas e a Odisseia. Apesar de não existir uma explicação especifica para o final destas culturas a partir de 1150 A.C, atribui-se o fato à conquista de Creta por parte dos micênicos, catástrofes naturais e invasões externas.
Principio da Grécia Antiga
Com o final da cultura micênica o sistema escrito foi trocado, portanto não existe farta documentação histórica da época. Entretanto, supõe-se que durante este período diversas migrações levaram os Dórios a ocupar a região do Peloponeso (Esparta), certas ilhas do Mar Egeu e o litoral sul da Ásia Menor. Atenas, entretanto, sobreviveu à decadência da cultura micênica. A unificação das pequenas comunidades autônomas se deu no século VII A.C (começo da Época Arcaica) através da modificação do sistema de escrita fenício e a criação do alfabeto grego.

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EGÍPCIOS - A civilização egípcia foi a cultura desenvolvida no atual Egito...

EGÍPCIOS
A civilização egípcia foi a cultura desenvolvida no atual Egito entre os anos 3050 A.C (primeiro ano do governo de Menés) a 3100 A.C (ano da conquista romana). A história do antigo Egito costuma ser dividida em três etapas relacionadas às diferentes dinastias faraônicas, separadas por períodos de anarquia: Império Antigo (2700- 2250 A.C), Império Médio (2050- 1800 A.C) e Império Novo (1550- 1070 A. C). Milhares de anos antes da configuração do Império, a partir do ano 8.000 A.C, o território conhecido atualmente como Saara começou a secar, razão pela qual os coletores da região se aproximaram da bacia do Nilo.  Durante esta época, devido à topografia da região, diferentes povos se estabeleceram permanentemente no território.
Período Pré-dinástico
Dentre os povos que fizeram daquele terreno seu assentamento entre 5500 e 3200 A.C encontravam-se os társios que se dedicavam à caça e a pesca, as culturas primitivas de El Fayum e a Merimede, todas dedicadas ao cultivo. Os társios se estabeleceram na margem direita do rio, ao lado dos badarienses, que produziam figuras de cobre e trabalhos de cerâmica. Pouco a pouco chegariam os assírios, hicsos, núbios e uma quantidade grande de habitantes originários da Ásia. A propagação territorial da região terminou produzindo uma unificação cultural das diferentes populações, agora então egípcias, porém a política ainda era dividida em dois reinos principais: O Alto Egito (vale do Nilo) e o baixo Egito (delta do Nilo). Cada reino contava com seu próprio faraó, representados respectivamente por um abutre e uma cobra.
Período Arcaico
Durante este período (3100-2700 a.C) a unificação da civilização egípcia foi concretizada, gerando um único governo, o das terras do Alto e Baixo Egito. Narmer, o último rei do período pré-dinástico, de acordo com muitos historiadores, foi o responsável por promover esta união e por isto é considerado o primeiro faraó do Egito unificado. Apesar do historiador Manethon ter considerado Menés como o primeiro monarca egípcio, ilustrações como na Paleta de Narmer(placa comemorativa do ano 3050 a.C) indicam que o título pertencia a Narmer. A fundação da cidade de Mênfis, no Baixo Egito, foi a prova definitiva do poderio de Narmer. Ele se tornou rei da Dinastia I, a partir de 3050, período que marca o inicio do Antigo Império.

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MAIAS - Os antropólogos até hoje não conseguiram chegar a um...

MAIAS
Os antropólogos até hoje não conseguiram chegar a um consenso sobre a origem dacivilização maia, cultura  desenvolvida ao longo de uma extensa região chamadaMesoamérica, que englobava vastos territórios no sudeste do atual México, e grande parte daAmérica Central. Estima-se que, a existência das etnias maias, ocorreu entre os anos 2.000 A.C e 1546 D.C., apesar de ser impossível afirmar com precisão. Entre as diferentes teorias, existe um consenso na análise do desenvolvimento pré-hispânico, em três etapas principais.
Período pré-clássico e clássico
A etapa pré-clássica demonstrava a agricultura como principal meio de subsistência e desenvolvimento cultural, datando sua vigência entre os anos 1.000 A.C a 320 D. C, intervalo durante o qual os primeiros maias desenvolveram seu idioma e arquitetura. Especula-se que, os habitantes originários, migraram da zona do Golfo do México, formando tribos, como a olmeca, possivelmente relacionada com outros assentamentos migratórios oriundos da região de El Petén, na atual Guatemala. Com uma grande expansão, a população começou a organizar-se, ao redor de uma classe de nobres e sacerdotes, que encabeçavam a pirâmide social. Entre 320 D.C e 987 D.C. desenvolveu-se a era clássica, ou teocrática, com grandes progressos em termos de agricultura (técnica e comercial), que produziu as condições necessárias para erguer grandes edifícios em cidades destinadas ao culto religioso e ao comércio. A partir do ano 900 D.C, os centros teocráticos maias entraram em colapso e foram, paulatinamente, abandonados.
Período Pós-clássico
Com a queda de Teotihuacan e o posterior colapso dos centros mais, originou-se a etapa pós-clássica, situada entre os anos 1.000 e 1687 D.C, que termina com a conquista espanhola e suas consequências. Grandes movimentos migratórios de etnias mais, em maioria dosnáhuatl, agruparam-se numa corrente chamada putún. Estes, fundaram grandes povoados, dominaram as rotas marítmas comerciais da Península de Yucatán, conquistaram cidades, comoChichén e formaram alianças, como a Confederación de Mayapán. Mais tarde, após a queda dos principais centros culturais, Yucatán foi dividida em 16 estados independentes.

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ASTECAS - A civilizaçâo Asteca foi formada por um conjunto de etnias...

ASTECAS
A civilizaçâo Asteca foi formada por um conjunto de etnias indígenas que possuia um idioma comum, o náhualt. Habitavam as regiões deTenochitlán e Tlatelolco, na Mesoamérica, entre os séculos XII e XVI. Esta civilização, foi, juntamente com a maia e a inca, uma das grandes civilizações da era pré-colombiana. Apesar de não se auto-denominarem astecas, o nome foi dado pois, acredita-se que a maioria das tribos era oriunda de Aztlán.
Expansão demográfica
Depois do colapso da mítica cidade de Tollan, no princípio do século XII, ocorreu uma imensa migração de índios toltecas e chichimecasem direção a região de Cholula, zona oeste do atual estado de Puebla, no México.  Os migrantes estabeleceram alianças com os habitantes nativos e conseguiram vencer os olmecas numa disputa, finalmente ocupando a zona do Planalto Central. A última grande migração foi de uma outra tribo, ocorrida durante os séculos XIII e XVI e neste intervalo de tempo, o povo que agora chamamos astecas, já havia ocupado quase todo o território.
O Império Asteca
Depois de percorrer imensos territórios, no século XIV, a civilização asteca estabeleceu-se definitivamente no atual Valle do México. Fundaram a capital, Tenochtitlán, numa pequena ilha, nos arredores do lago Texcoco. Durante os primeiros anos, tiveram que lutar com inúmeras tribos locais pela posse das melhores  porções de terra para obtenção do domínio político da região. A medida em que ganharam terreno, foram estabelecendo um poderoso sistema baseado na obediência, trabalho e pagamento de impostos. O alicerce daexpansão asteca foi seu poderoso exército. Entretanto, após reconhecer a soberania do imperador asteca, os povos conquistados, mantinham uma representação própria.

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EVIDÊNCIAS ESMAGADORAS da EXISTÊNCIA de GIGANTES no PLANETA TERRA

GIGANTES
Histórias de gigantes existem em várias culturas pelo mundo a fora.
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Quase toda cultura tem ao menos um história de pessoas gigantes andando pela terra.
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Nos últimos 200 anos, desde o inicio do seculo 20, tem surgido alegações sobre achados de restos de esqueletos ou pegadas fossilizadas, sugerindo que e as histórias de gigantes são muito mais que contos de fadas!
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Será que são apenas brincadeiras ou podemos acreditas nessas alegações?

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Encontraram Atlantis?: Pirâmides antigas descobertas no oceano

ENCONTRARAM ATLANTIS

ENCONTRARAM ATLANTIS?
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"antigas pirâmides alienígenas descobertas no fundo do oceano"
foram descobertas pirâmides submarinas antigas na costa dos EUA, de acordo com novas reivindicações surpreendentes.
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Um investigador de OVNI e paranormal afirma que os livros de história podem ter que ser reescritos depois de "encontrar duas pirâmides" submersas perto das Bahamas.
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Scott C Waring revelou sua "descoberta" em seu site UFO Sightings Daily.
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Ele disse que os encontrou apenas a 6,6 km ao sul da Ilha da Nova Providência nas Bahamas.

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Arqueólogos israelenses descobrem 'anfiteatro perdido' em local emblemático da Terra Santa

Arqueólogos israelenses descobrem 'anfiteatro perdido
Arqueólogos israelenses anunciaram uma descoberta histórica num dos lugares mais sagrados, emblemáticos e disputados da Terra Santa. Eles revelaram um anfiteatro romano de mais de 1,8 mil anos de idade, oito metros abaixo do famoso Muro das Lamentações - visitado por mais de 3 milhões de pessoas por ano, na Cidade Velha de Jerusalém.

As escavações também expuseram mais um pedaço do Muro em si que estava encoberto havia pelo menos 1,7 mil anos - soterrado provavelmente por um terremoto.

O Muro das Lamentações é considerado o ponto mais sagrado para o judaísmo, mas também é reverenciado por cristãos e fica adjacente à Esplanada das Mesquitas (ou Monte do Templo, para os judeus), o terceiro local mais sagrados para os muçulmanos.


O Muro é que o restou da muralha de contenção da estrutura construída por Herodes (que reinou na Judeia de 37 a.C. até 4 d.C.), para sustentar o Segundo Templo judaico, destruído pelos romanos em 70 d.C. Hoje, no mesmo ponto, está o Santuário da Rocha (Al-Haram Al-Sharif), com sua famosa cúpula dourada.

Oito níveis do Muro das Lamentações foram desenterrados pelos arqueólogos. Estavam totalmente preservados, apesar de terem passado milênios soterrados. O trecho fica abaixo do chamado "Arco de Wilson", localizado no canto esquerdo do atual Muro conhecido pelos turistas.

O "Arco de Wilson" era uma das passagens pelas quais, na época de Jesus Cristo, há 2 mil anos, moradores de Jerusalém e visitantes podiam subir até o Monte do Templo. Originalmente, tinha 13 metros de altura.

O anfiteatro romano com 200 assentos - pequeno em comparação com outros da região, como em Cesareia - foi descoberto próximo ao Muro, confirmando os relatos de historiadores da época, como Flávio Josefo (37 d.C.-100 d.C.), de que havia uma construção como essa adjacente à muralha. Também foram desencavados vasos de cerâmica, moedas e elementos arquitetônicos.

Existência descrita


As primeiras escavações arqueológicas no local foram feitas no século 19 - em 1864, o arqueólogo britânico Charles William Wilson descobriu o arco que leva seu nome.

Mas Wilson não conseguiu revelar o anfiteatro que era descrito por historiadores como Flávio Josefo e por fontes do período pós-destruição do Segundo Templo, época em que os romanos trocaram o nome de Jerusalém para Aelia Capitolina.


Direito de imagemEPA
Image captionimageEscavações na Cidade Velha de Jerusalém causam polêmica com palestinos, que reivindicam essa região como parte de seu Estado

"Da perspectiva dos pesquisadores, é uma descoberta sensacional, uma verdadeira surpresa", diz o arqueólogo Joe Uziel, da Autoridade de Antiguidades de Israel (AAI). "Nosso objetivo era datar o Arco de Wilson, mas não poderíamos imaginar que solucionaríamos um dos maiores mistérios de Jerusalém: o anfiteatro perdido."

Outro detalhe interessante é o fato de que, segundo os arqueólogos, o pequeno anfiteatro - do tipo que os romanos chamavam de "odeon" - nunca foi terminado e a construção foi abandonada por algum motivo, talvez por causa da revolta judaica de Bar Kochba (132 a 135 d.C).

Palestinos condenam escavações


As escavações israelenses na Cidade Velha de Jerusalém são criticadas pelos palestinos, já que toda essa área esteve sob controle jordaniano até 1967, quando passou a mãos israelenses durante a Guerra dos Seis Dias.

Os palestinos afirmam que toda a parte Oriental de Jerusalém (onde fica a Cidade Velha) ocupada por Israel pertence a eles como parte de um Estado palestino independente.

Já para os israelenses, a Cidade Velha - e toda Jerusalém Oriental - é parte indivisível de Israel, tendo sido anexada por lei em 1980. Eles dizem que a cidade nunca fez parte de qualquer nação moderna, já que os jordanianos também haviam ocupado sua parte Oriental depois da Guerra de 1948-49 (pós-criação de Israel) depois de três décadas sob administração britânica.

A disputa por Jerusalém é um dos pontos nevrálgicos do conflito entre israelenses e palestinos.

Uma batalha diplomática tem sido travada em órgãos internacionais. Em julho deste ano, a Unesco adotou resolução jordaniana condenando as atividades arqueológicas de Israel na Cidade Velha, sob acusação de serem ilegais pela Lei Internacional.

O Brasil votou em favor da resolução depois que os jordanianos aceitaram mudar o texto original, que identificava o Monte do Templo apenas por seu nome em árabe, "Aqsa Mosque/Al-Haram Al-Sharif", e se referia ao local como segrado só para muçulmanos.

Alguns palestinos acreditam que as escavações na Esplanada das Mesquitas/Monte do Templo têm como objetivo minar as fundações das mesquitas que existem hoje no local para a eventual construção de um Terceiro Templo judaico.

Recentemente, os Estados Unidos e Israel anunciaram que vão se retirar da Unesco em protesto contra o "viés anti-Israel" da agência da ONU.

Justamente diante dessa batalha diplomática é que autoridades israelenses veem com bons olhos descobertas arqueológicas que confirmem relatos bíblicos ou históricos que comprovam a ligação entro o povo judeu e Jerusalém.

"Uma atrás de outra, as descobertos arqueológicas permitem que nossa geração realmente toque na história antiga e herança judaica do nosso povo, mostrando sua conexão profunda com Jerusalém", disse o rabino do Muro das Lamentações, Shmuel Rabinowitz.

Mas, para o diretor-geral da Autoridade de Antiguidades de Israel, Israel Hasson, as descobertas no local são muito mais amplas do que a disputa política contemporânea: "Espero que esses achados ajudem-nos a avançar, para que todos possamos nos impressionar com o passado glorioso de Jerusalém".
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Mistérios da Humanidade - Construções da Antiguidade



Centenas de construções da antiguidade, construídas com grande tecnologia que esta fora do intendimento para a época da construção, existem apenas teorias mas nada comprovado!
Mistérios da Humanidade - Construções da Antiguidade
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