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30 março 2017

17 asteroides já colidiram com a Terra; saiba mais

Nasa reforça que 2016 WF9 não representa perigo e revela que houve impacto, em 2013, com força de 30 bombas atômicas


17 asteroides já colidiram com a Terra; saiba mais

Desde que o cientista russo Dyomin Damir Zakharovich declarou que o 2016 WF9 colidiria com a Terra e poderia dizimá-la, que o asteroide é notícia. Foi até apelidado de 'asteroide do fim do mundo'. O corpo celeste de um quilômetro de diâmetro, que colidiria com a atmosfera terrestre no próximo dia 16, continua a ser taxado como inofensivo pela Nasa.

Na tentativa de apaziguar ânimos, talvez a Nasa tenha feito exatamente o oposto: as informações são de que, entre 1988 e 2016, 17 asteroides atingiram a Terra com energia comparável à bomba atômica. Nas contas da agência espacial norte-americana, os que passaram pela atmosfera sem colidir chegam a 698.
Conforme lembra a coluna Mensageiro Sideral, da Folha de S. Paulo, Lindley Johnson, oficial de defesa planetária da Nasa, a passagem perigosa mesmo ocorreu em 15 de fevereiro de 2013. O asteroide que "caiu" em Chelyabinsk, na Rússia, tinha 20 metros e uma potência de 30 bombas de Hiroshima. Cerca de 1.5 mil pessoas ficaram feridas.
De acordo com a Nasa, asteroides colidem sim com o planeta, e podem ser tão ameaçadores quanto terremotos, maremotos, erupções vulcânicas, furacões. Mas nada como o que causou a extinção dos dinossauros. Para ser realmente ameaçador, segundo a Nasa, um asteroide teria de ter mais de 1 quilômetro de diâmetro e, nas contas da agência, apenas 874 corpos celestes se enquadram neste perfil.
O fim próximo
O 2016 WF9 é monitorado pela Nasa há cinco anos. Zakharovich defende, segundo o Mundo & Ciência, que até o trajeto do corpo celeste é conhecido: passaria por baixo do Cinturão de Asteroides e pela órbita de Marte, colidindo com a Terra. O local do impacto não foi previsto, mas o russo garante que pode causar explosões e tsunamis.
A Nasa garante que o asteroide passará a 51 milhões de quilômetros da órbita da Terra, sem representar nenhum risco. Em réplica, Zakharovich alardeou que a Nasa está errada ou guardando segredo para evitar um pânico global.
#NASA
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27 março 2017

Planeta X, Nêmesis ou Tyche não existem?

Depois de analisar milhões de imagens feitas pelo telescópio espacial WISE, pesquisadores concluíram que não existe nenhum objeto celeste escuro, invisível ou de grande porte além da orbita de Plutão
sistema solar nuvem de oort
Obs: Sabendo que existe uma conspiração que impede que a humanidade saiba da verdade sobre vários assuntos, este estudo para mim não e confiável
Em 1999, uma dupla de pesquisadores estadunidenses constatou que alguns cometas apresentavam fortes desvios em relação às órbitas calculadas e que isso poderia ser provocado pela interação gravitacional com algum objeto desconhecido e de grande massa.
Na ocasião, John Matese e Daniel Whitmire, ligados à Universidade de Lousiana-Lafayette, propuseram que esse desvio estava sendo provocado por um objeto quatro vezes maior que Júpiter, localizado nas proximidades da nuvem de Oort, ainda dentro do Sistema Solar. Esse planeta hipotético foi batizado de Tyche.
De acordo com os pesquisadores, devido ao brilho e temperatura muito baixos, a existência de Tyche só poderia ser comprovada através de imagens no espectro infravermelho e apostaram suas fichas nas imagens a serem produzidas pelo telescópio espacial WISE, que seria lançado em 2009.
Segundo a teoria de Matese e Whitmire, caso Tyche realmente existisse ele se localizaria a 2.25 trilhões de quilômetros.
Agora, passados cinco anos desde o lançamento do telescópio, um novo estudo mostrou que não existe qualquer objeto do tamanho ou maior que Saturno em um raio de 26 mil unidades astronômicas (UA), o equivalente a 3.9 trilhões de quilômetros de distância.
A afirmação é baseada no estudo de milhões de imagens registradas pelo telescópio espacial WISE entre os anos de 2010 e 2011 e que foram analisadas individualmente com auxílio de supercomputadores. Em sua missão, WISE capturou dados de nada menos que 750 milhões de asteroides, estrelas e galáxias.
"Nossa busca mostrou que o Sistema Solar exterior provavelmente não contem nenhum planeta pequeno, gigante ou uma estrela companheira do nosso Sol", afirmou Kevin Luhman, ligado à Universidade do Estado da Pensilvânia e autor do estudo, publicado essa semana no Astrophysical Journal.
Grandes Extinções
Antes das teorias de Matese e Whitmire, a hipótese de um corpo de grande massa nos confins do Sistema Solar já era debatida, em parte devido a alguns estudos geológicos que sugeriam uma periodicidade associada às grandes extinções em massa na Terra.
A ideia era que um grande planeta ou até mesmo uma pequena estrela seria responsável por arremessar alguns cometas para dentro do Sistema Solar, que ciclicamente atingiriam a Terra. No entanto, essas teorias nunca ganharam força e foram amplamente descartadas.
Poucas Evidências
No entender Hal Levison, cientista planetário ligado ao Instituto de Pesquisas do Sudoeste, no Colorado, os desvios que Matese e Whitmire detectaram é um sinal muito sutil. "Não tenho certeza que esse desvio nas estatísticas seja significativo e provocado por um planeta com quatro vezes a massa de Júpiter. Não tenho nada contra a ideia, mas acredito que as estatísticas não estão sendo feitas corretamente", disse o astrofísico.
Com o estudo atual baseado nas imagens e dados do WISE, fica bastante difícil aceitar facilmente a hipótese da existência um grande objeto escondido no interior do Sistema Solar.
Fonte:http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Estudo_Planeta_X_Nemesis_ou_Tyche_nao_existem&posic=dat_20140314-084412.inc
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17 março 2017

Os astrônomos encontram um objeto misterioso, altamente metálico ISOLADO no espaço, MAIOR do que Júpiter

Os astrônomos encontram um objeto misterioso 01
De acordo com dados espectroscópicos, os objetos contém metano e água. Além disso, os astrônomos dizem que é um objeto altamente METÁLICO, e é mais maciço do que Júpiter.
Suas conclusões são resumidas em um artigo que recentemente apareceu no arXiv.org .
Os cientistas não podem concordar sobre a natureza de um objeto misterioso apelidado CFBDSIR 2149-0403. Por um lado, os cientistas reafirmam a possibilidade de que o objeto seja um planeta solitário jovem, embora também possa ser uma anã marrom de massa muito baixa e alta metalicidade.
Os astrônomos encontram um objeto misterioso 00
Enquanto procuramos por exoplanetas no universo, os astrônomos encontraram objetos realmente estranhos que desafiam tudo o que sabemos sobre o espaço.
Localizado a uma distância aproximada de 143 anos-luz da Terra, o objeto misterioso - CFBDSIR 2149-0403 - é comumente referido como um "objeto de massa planetária flutuante". Originalmente encontrado em 2012 por um grupo de astrônomos franceses e canadenses, o objeto enigmático criou um zumbido entre os especialistas.
A impressão do artista do objeto flutuante conhecido como CFBDSIR J ~ 214947.2-040308.9. Crédito: ESO / L. Calçada / P. Delorme / R. Consórcio Saito / VVV.

De acordo com dados espectroscópicos, os objetos contém metano e água. Além disso, os astrônomos dizem que é um objeto altamente METÁLICO, e é mais maciço do que Júpiter.
Desde a sua descoberta em 2012, os astrônomos determinaram-na a ser um candidato para um "planeta rogue", depois de perceber que era menor do que a classificação de anãs marrons que são mais de 13 vezes maiores do que Júpiter.
Olhando para o quadro maior, em estudos anteriores os astrônomos descobriram que o objeto estava se movendo em um grupo com outros corpos (o grupo movente de Doradus AB), orbitando nossa galáxia. Com base em dados, os astrónomos determinaram que os objetos tinham entre 50 e 120 milhões de anos, o que é jovem em comparação com a idade do universo.
( AB Doradus, é um grupo de cerca de trinta estrelas que se movem através do espaço.)
Entretanto, os cientistas não podem concordar se é um planeta desonesto ou algo mais.
Em primeiro lugar, os especialistas ainda não encontraram provas de que o CFBDSIR 2149-0403 faz parte ou faz parte de um sistema solar.
Estudos posteriores determinaram que com base no movimento do objeto, ele não está se movendo em um grupo, algo que tornou difícil para os astrônomos determinar sua massa. Isso levou alguns astrônomos a considerar que pode ser um anão com uma massa maior.
"Agora, rejeitamos nossa hipótese inicial de que o CFBDSIR 2149-0403 seria um membro do grupo de movimento AB Doradus",  disse Delorme . "Isso remove a restrição de idade mais robusta que tivemos. Embora a determinação de que certamente melhorou o nosso conhecimento do objeto também tornou mais difícil o estudo, acrescentando idade como um parâmetro livre.
A conclusão mais importante deste novo estudo é que o CFBDSIR 2149-0403 é, com toda a probabilidade, uma massa planetária isolada com menos de 500 milhões de anos, com uma massa entre dois e treze vezes a de Júpiter; Ou uma anã marrom mais velha, com idade entre 2.000 e 3.000 milhões de anos, com uma massa que oscila entre duas e quarenta vezes a de Júpiter.
Especialistas reconhecem que nossa compreensão atual do objeto ainda não é suficiente para concluir qual das duas hipóteses está correta.
Mas há outra possibilidade.
Mais interessantes do que as duas teorias acima, alguns astrônomos sugerem que os objetos não podem ser classificados nem como um planeta desonroso nem como uma anã marrom e que precisamos apresentar uma explicação inteiramente nova. Claro que se você
Inúmeras perguntas permanecem sem resposta.
Não sabemos como CFBDSIR 2149-0403 foi formado. No caso em que é um planeta, não temos absolutamente nenhuma idéia de como manged para acabar em sua posição atual, tão longe de qualquer estrela.
Também não sabemos o que significam as leituras de água e metano capturadas em sua atmosfera, se é um de milhares de objetos semelhantes ou, pelo contrário, algo único.


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15 março 2017

NASA, cientistas descobriram oceanos em uma lua de Saturno.

NASA, cientistas descobriram oceanos em uma lua de Saturno.

A vida ALIEN em nosso sistema solar está um passo mais perto de ser descoberta enquanto os cientistas da NASA descobriram oceanos "quentes" em uma lua deSaturno .

A espaçonave Cassini da Nasa revelou evidências de calor próximo à superfície da lua Encelado.

O calor foi detectado perto de rachaduras através da superfície congelada do planeta conhecida como "listras de tigre".

A descoberta significa oceanos relativamente quentes de água líquida são acreditados para existir abaixo da superfície.

Ele vem como a NASA ofereceu um olhar de perto sobre o Trappist-1 exoplanetas - acredita-se ser a chave na caçada para a vida.

Qual é o mar quente subterrâneo realmente gostava e poderia a vida ter evoluído lá?

Os cientistas estimam que os oceanos podem estar a alguns quilômetros de profundidade na crosta da lua - muito mais perto do que se pensava.

Os boffins da NASA agora acreditam que os oceanos subterrâneos quentes poderiam ter desenvolvido a vida na escuridão profunda.

Os cientistas do projeto estão agora pedindo à agência espacial para lançar mais missões para analisar o mundo do oceano.

As luas de Saturno são acreditadas para ser um dos locais mais prováveis ​​a vida poderia ter desenvolvido em nosso sistema solar - junto com Venus e Marte.

NASA, cientistas descobriram oceanos em uma lua de Saturno. 00

NASA: Cassini orbitou Saturno desde 2004

A cientista Linda Spilker do projeto de Cassini disse: "Encontrar temperaturas perto destas três fracturas inativas que são inesperada mais altamente do que aqueles fora dele adiciona à intriga de Enceladus.

"O que é o oceano quente subterrâneo realmente gostava e poderia a vida ter evoluído lá?

"Essas perguntas ainda precisam ser respondidas por futuras missões neste mundo oceânico".

NASA, cientistas descobriram oceanos em uma lua de Saturno. 01

SATURN: A sonda Cassini da NASA analisou Saturno juntamente com suas luas e anéis.

A nova missão da Cassini terminará no mês que vem quando realizar seu vôo mais próximo até Saturno .

A sonda mergulhará através da atmosfera de Saturno - transmitindo tantos dados quanto possível antes que ele perca sinal.

Tem vindo a analisar o gigante anéis planeta desde 2004 e tem irradiado inúmeras inestimáveis ​​imagens e pacotes de dados.

FONTE:

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13 março 2017

Qual a origem da Lua? Estudo pretende acabar com o mistério

Pesquisadores apontam que uma colisão tão violenta quando um ‘martelo acertando uma melancia’ entre a Terra e um corpo celeste teria formado a Lua

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Um novo estudo traz indícios de que uma grande colisão, mais violenta que o esperado, entre a Terra e um corpo celeste, deu origem à Lua. A análise de elementos químicos contidos no satélite, detalhada em pesquisa publicada nesta semana na prestigiada revista científica Nature, revela que o impacto teria sido tão forte que foi capaz de pulverizar a Terra e o corpo celeste. Em seguida, a densa atmosfera resultante do choque teria esfriado e se condensado, formando a Terra e a Lua.
“Nossos resultados oferecem a primeira evidência contundente de que o impacto realmente vaporizou a Terra”, afirmou o geoquímico Kun Wang, da Universidade Washington em St. Louis, nos Estados Unidos, em comunicado.

A origem de Lua

A explicação mais aceita sobre a origem do satélite terrestre foi proposta nos anos 1970 e é conhecida como a “hipótese do grande impacto”. Segundo essa ideia, o choque da Terra com um corpo celeste do tamanho de Marte teria desprendido rochas e poeira que, reunidos, formaram nosso satélite. Assim, cerca de 80% da Lua teria vindo do corpo celeste e o restante, da Terra.

Contudo, análises mais recentes, feitas com amostras lunares trazidas das missões Apollo, revelaram que a Terra e a Lua têm composições muito parecidas. Esse novo fato levou os cientistas a reformular o modelo, propondo que uma atmosfera de silicatos (compostos de silício, oxigênio, metais e, possivelmente, hidrogênio) teria surgido ao redor dos dois corpos e possibilitado o trânsito de materiais entre a Terra e a Lua. Por esse motivo, o planeta e seu satélite seriam tão parecidos.

O estudo feito pela equipe de Kun Wang, entretanto, oferece uma terceira explicação. Analisando isótopos (átomos de um mesmo elemento químico que diferem em massa) de potássio contidos em sete rochas lunares e oito rochas terrestres, os pesquisadores descobriram que a Lua contém os isótopos mais pesados e a Terra, os mais leves. A única explicação para essa composição, de acordo com os cientistas, é que o impacto entre a Terra e o corpo celeste teria sido extremamente violenta, capaz de vaporizar os dois astros.

“Os dados confirmam o modelo em que o impacto pulveriza a Terra como um martelo acertando uma melancia”, afirma o comunicado da Universidade St. Louis sobre a descoberta. Dessa maneira, durante a condensação da Lua e da Terra, os isótopos teriam tempo para se acomodar em quantidades diferentes nos dois corpos celestes.

Discussão

A comunidade científica, entretanto, vê com cautela o novo estudo. “É uma proposta arriscada”, afirmou Munir Humayun, geólogo da Universidade Estadual da Flórida, nos Estados Unidos, ao site americano The Verge. Segundo o cientista, é preciso que outras análises e mais indícios confirmem a teoria proposta na Nature.

“Levará tempo para que essa nova ideia seja aceita”, afirma Wang. “Foi preciso décadas para que a ‘hipótese do grande impacto’ fosse aceita. Agora, estamos dizendo que ela não estava correta, então esse novo modelo deve levar mais dez ou vinte anos para ser aceita.”
FONTE: VEJA
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Conheça 10 asteroides e meteoritos que abalaram a Terra

10 asteroides e meteoritos que abalaram a Terra

O meteorito que atingiu a Rússia em 15 de fevereiro de 2013 provocou pânico e deixou quase mil feridos. A enorme pedra, contudo, não é a primeira a provocar destruição no nosso planeta - e nem de longe é a maior. Veja a seguir 10 asteroides e meteoritos que abalaram o planeta.

1) O asteroide que originou a Lua

Com dimensões do tamanho de Marte, provavelmente o maior asteroide a atingir a Terra foi Theia, ainda na fase de formação de nosso planeta, há 4 bilhões de anos. Theia seria, na verdade, um planetoide. De acordo com Ducati, a colisão teria originado a Lua, por desprendimento de parte da massa da Terra. Esta teoria é relativamente recente, mas está sendo bem aceita pelos especialistas, afirma. Esse cenário é chamado de teoria do impacto gigante.

2) O asteroide que exterminou os dinossauros

México Há 65 milhões de anos, um asteroide com cerca de 10 quilômetros de diâmetro atingiu a Terra e dizimou quase todas as espécies de dinossauros. Conforme a astrônoma Daniela, esse fato marca a última grande extinção em massa, que aconteceu na passagem do Cretáceo para o Terciário (K/T). A teoria de que os dinossauros foram extintos pelo impacto de um asteroide é corroborada por uma abundância anômala de lítio (raro na crosta terrestre, mas comum no espaço) nos sedimentos na época do K/T e pela descoberta de uma cratera de impacto cuja idade estimada é exatamente 65 milhões de anos, justifica. A Cratera de Chicxulub está situada na Península do Yucatán, no México, possui 180 quilômetros de diâmetro e é a terceira maior do mundo.

3) O asteroide que originou a maior e mais antiga cratera

África do Sul Localizada na África do Sul, a Cratera Vredefort deve ter sido resultado de um dos maiores asteroides a impactar a Terra, além de Theia. Com 300 quilômetros de diâmetro, Vredefort é considerada, oficialmente, a maior e mais antiga cratera de impacto do nosso planeta. Porém o tamanho original do Domo de Vredefort pode ter chegado a 380 quilômetros de diâmetro. O impacto aconteceu há 2 bilhões de anos, durante a era Paleoproterozóica. Estima-se que o asteroide que originou a cratera tivesse entre 6 e 10 quilômetros de diâmetro, e teria atingido a Terra com uma velocidade de 40 a 250 mil km/h.

4) O asteroide que causou o maior impacto na história humana

Sibéria O evento Tunguska, ocorrido em 30 de junho de 1908, na Sibéria, é considerado o maior impacto conhecido de um asteroide de tamanho considerável na história humana. Com 40 metros de diâmetro, o bólido espacial causou uma grande explosão que destruiu uma floresta de 2 mil quilômetros quadrados, com cerca de 80 mil árvores. A cidade de São Paulo, por exemplo, tem 1,5 mil quilômetros quadrados. A queda liberou uma energia superior à da bomba de Hiroshima.

5) O asteroide que formou a segunda maior cratera do mundo - Canadá

Estima-se que um asteroide com mais de 10 quilômetros que atingiu a Terra há 1,8 bilhões de anos, durante a era Paleoproterozóica, deu origem à Cratera Sudbury, em Ontário, Canadá. O impacto teria sido tão intenso, que os restos se espalharam sobre uma área de 1.600.000 quilômetros quadrados em torno do ponto de impacto. Fragmentos de rocha foram encontrados a mais de 800 quilômetros de distância, em Minnesota. A cratera possui 250 quilômetros de diâmetro e ocupa a vice-liderança no ranking de maiores crateras, além de ser uma das mais antigas. A Bacia Sudbury fica próxima de outras estruturas geológicas e, em sua cratera, repleta de magma, é possível encontrar níquel, cobre, platina, paládio e ouro.

6) O asteroide que formou a cratera mais bem preservada - Arizona (EUA)

A Cratera de Barringer, também conhecida como Cratera do Meteoro, data de 50 mil anos atrás, e está localizada ao norte do Arizona, EUA. Cientistas acreditam que ela tenha sido formada por um meteorito de aproximadamente 50 metros, que atingiu a Terra em uma velocidade de 45 mil km/h e produziu uma explosão de 10 megatons. A cratera possui 1,2 quilômetros de diâmetro e 200 metros de profundidade. A cratera de impacto de tamanho considerável mais recente, e mais bem preservada, é a Cratera de Barringer, relata Daniela.

7) O asteroide que formou a segunda maior cratera no Canadá

Há 215 milhões de anos, no período Triássico, um objeto com cerca de 5 quilômetros de diâmetro impactou a Terra e originou a Cratera de Manicouagan, a segunda maior do Canadá, com 100 quilômetros de diâmetro. Esta cratera de impacto formou o atual Lago Manicouagan, também conhecido como O olho de Quebec. Mesmo com a erosão, a Cratera de Manicouagan é uma das mais bem preservadas da Terra. Ela pode estar associada a um evento multi-impacto, que teria sido o responsável pela extinção de répteis no período Carniano.

8) O asteroide que formou dois lagos simultaneamente - Canadá
Neste caso, os bólidos espaciais fomentaram o turismo. Dois lagos circulares, chamados de Clearwater Lakes, no Quebec, Canadá, foram formados simultaneamente pelo impacto de um asteroide que caiu na Terra cerca de 290 milhões de anos atrás. Acredita-se que as crateras de 36 quilômetros de diâmetro, a oeste, e 26quilômetros, ao leste, são consequência de dois asteroides enormes, com 22 e 16 quilômetross de diâmetro, respectivamente. Também há teorias de que o duplo impacto pode ter sido causado pelas pequenas luas do asteroide ou por sua divisão em dois ao adentrar a atmosfera terrestre. Hoje esses lagos são um importante destino turístico em virtude do grande número de ilhas e de suas águas claras.

9) O candidato a maior asteroide, depois de Theia - Groelândia

Em 2012, uma cratera de 100 quilômetros de largura, mas que pode ter chegado a 600 quilômetros de largura e 25 quilômetros de profundidade, foi descoberta na Groelândia. Estima-se que um asteroide de 30 quilômetros de diâmetro chocou-se contra a Terra há três bilhões de anos, quando apenas algas e cianobactérias eram seus habitantes. Se o asteroide atingisse a Terra hoje, ele provavelmente iria acabar com grande parte da vida no planeta. A evidência mais convincente do impacto do asteroide é a presença de granito, parecido com rochas trituradas, espalhado numa área entre 35 e 50 quilômetros, bem no centro do suposto local do impacto. Se for confirmada a tese, a cratera se tornará a maior e a mais antiga do mundo.

10) Outra candidata a maior cratera da Terra - Antártida

Descoberta em 2006, a Cratera da Terra de Wilkes, na Antártida, também é candidata a maior do planeta. De acordo com cientistas, um cometa de 45 quilômetros de diâmetro teria colidido com a Terra, há 250 milhões de anos, formando uma cratera de 480 quilômetros de diâmetro. Sua localização, sob 2 quilômetros de gelo, torna difícil a comprovação. Caso seja confirmada, o impacto pode ser vinculado com a extinção em massa do período Permiano-Triássico.


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03 março 2017

ASTEROIDES: Ameaça ou Conspiração? Os efeitos da aproximação de Nibiru

ASTEROIDE SIMULAÇÕA CAI NA TERRA

Asteroide.

corpos rochosos e metálicos que possuem órbita definida ao redor do Sol. Fazem parte dos corpos menores do sistema solar, possuindo, geralmente, apenas algumas centenas de quilômetros.

Os asteroides chegaram a ser denominados de planetoides, ou pequenos planetas. Hoje, o que se tem certeza, é que existem milhares destes corpos espaciais orbitando o sol, em rotas que em algum momento, poderão cruzar o caminho da terra.

Nos últimos meses, o debate envolvendo o encontro de asteroides e o planeta terra, tem se tornado cada vez mais acirrado. Essa discussão teve início em 2016, durante o encontro anual da União Americana de Geofísica, em São Francisco, quando cientistas da NASA afirmaram que a Terra não está preparada para asteroides ou cometas que possam destruí-la de surpresa.

De acordo com Joseph Nuth, pesquisador do Goddard Space Flight Center da NASA, grandes asteroides e cometas que possam extinguir a humanidade são extremamente raros, mas eles tendem a nos ameaçar a cada 50 ou 60 milhões de anos. E Se a estatística estiver correta, é melhor começarmos a olhar para o céu já que o último corpo do tipo passou por aqui há 65 milhões de anos — e destruiu todos os dinossauros da face da Terra. Nuth afirmou que o maior problema, basicamente, é que não tem absolutamente nada que a gente possa fazer no momento”, capaz de detectar  e impedir que um asteroide se choque com o planeta terra.

Nuth citou, ainda, um exemplo crítico, ocorrido em 2014, quando um cometa passou raspando por Marte. Os cientistas só tomaram conhecimento dele 22 meses antes do perigoso encontro — um tempo curtíssimo para preparar qualquer tipo de ofensiva na Terra.

No dia 09 de janeiro de 2017, um asteroide com até 34 metros de comprimento passou a uma distância que corresponde à metade do espaço entre a Terra e a Lua. A presença do corpo rochoso surpreendeu os astrônomos, e só foi notada durante o evento.

 Em fevereiro de 2017, um asteroide, medindo, aproximadamente 100 metros de diâmetro, também passou nas proximidades da terra, e os cientistas já afirmaram que, pelo menos, mais dois corpos desse tipo tem rota prevista para se deslocar entre a terra  e seu satélite natural, nos próximos 12 meses. Um destes corpos passará a uma distância de 38 mil quilômetros, o que representa menos de um décimo da distância entre a terra e a lua.

Não se deve esquecer o caso é Rússia. Em 2013, um asteroide de 20 metros de diâmetro caiu perto da cidade de Chelyabinsk, liberando energia de quase 500 quilotons de TNT – 20 vezes mais que as primeiras bombas atômicas. O impacto do asteroide com o território russo não foi detectado previamente pelos astrônomos nem agências espaciais.

Diante destes fatos, a preocupação de que um asteroide caia na Terra e extermine a raça humana saiu das telas dos cinemas e virou assunto sério, levando a própria Casa Branca a elaborar estratégias para se preparar caso um objeto esteja em rota de colisão contra nosso planeta.

O documento divulgado em janeiro de 2017, detalha algumas medida que serão adotadas no intuito de desenvolver exercícios de preparação e lançamentos de espaçonaves para coletar informações de asteroides e até mesmo a elaboração de planos para destruir  objetos no espaço, caso a situação fique crítica.

Mas quais são as chances de um asteroide se chocar com o planeta terra?

Atualmente, existem cerca de 500 asteroides identificados, que pelos próximos 100 anos, oferecerão risco potencial de  colisão com o planeta terra. Destes, o que tem causado maior expectativa é Bennu, um asteroide descoberto em 1999 e que está numa rota com chances reais de colisão com a terra.

Para estudar o astro, a NASA enviou para o espaço a sonda Osiris Rex. A sonda foi lançada em setembro de 2016 e tentará aterrissagem na superfície do asteroide em 2018. O objetivo da NASA é recolher amostras do material de Bennu para desenvolver estratégias que impeçam o encontro do asteroide com a Terra. Caso a missão obtenha êxito, a sonda voltará para a terra no ano de 2023 com as amostras para serem analisadas.

E o que diz os registros antigos a respeito da possibilidade de um asteroide se chocar contra a terra?

Estudiosos das escrituras sagradas concordam que as previsões da agência espacial americana se alinham com as profecias descritas no livro do Apocalipse.

“O segundo anjo tocou a trombeta, e uma grande montanha ardendo em chamas foi atirada ao mar, e a terceira parte do mar se transformou em sangue. E morreu a terceira parte dos seres vivos que estavam no mar, e a terceira parte dos navios foi destruída. 

O terceiro anjo tocou a sua trombeta, e caiu do céu uma grande estrela, queimando como tocha, sobre um terço dos rios e das fontes de águas.

Apocalipse 8:8-10.

De acordo com relatórios da própria NASA, Todos os dias, as imediações da Terra são atravessadas por centenas de asteroides. Esperar que algum deles acerte nosso planeta é, na verdade, uma questão estatística de tempo.

 Hoje, os astrônomos monitoram cerca de 500 asteroides com riscos de choque com planeta terra, entretanto, Estimativas afirmam que existam cerca de 10 milhões de objetos com órbita próxima à Terra com diâmetro suficiente para transformar a vida no planeta e que  ainda não foram rastreados.

FONTE: http://www.audiobookdiscovery.tk

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22 fevereiro 2017

Nasa descobre sistema solar com 7 planetas parecidos com a Terra

Três desses planetas estão na zona habitável. A expectativa é que eles possam ter oceanos de água em forma líquida

 

Nasa descobre sistema solar com 7 planetas parecidos com a Terra

 

São Paulo – A Nasa anunciou hoje que encontrou o primeiro sistema solar com sete planetas de tamanho similar ao da Terra pela primeira vez na história. O sistema foi encontrado a cerca de 39 anos-luz de distância–uma distância relativamente pequena em termos cósmicos.

Dos sete planetas, três estão dentro de uma zona habitável, onde é possível ter água líquida e, consequentemente, vida. Os astros mais próximos do seu sol devem ser quentes demais para ter água líquida e os mais distantes devem ter oceanos congelados.

Os planetas orbitam uma estrela anã chamada Trappist-1, que é similar ao Sol e um pouco maior do que Júpiter. Segundo a agência espacial, os astros têm massas semelhantes à da Terra e são de composição rochosa. A expectativa da Nasa é que, na pior das hipóteses, ao menos um dos planetas tenha temperatura ideal para a presença de oceanos de água em forma líquida, assim como acontece na Terra.

As observações preliminares indicam que um dos planetas pode ter oxigênio em sua atmosfera–o que possibilitaria a realização de atividades fotossintéticas por lá. Para que haja vida como concebida por nós, no entanto, é preciso a presença de outros elementos na atmosfera, como metano e ozônio.

Segundo o estudo, que foi publicado na revista Nature, há chances de os cientistas encontrarem vida nesses planetas. “Não é mais uma questão de ‘se’, mas uma questão de ‘quando'”, disse Thomas Zurbuchen, administrador da Direção de Missão Científica da Nasa, na coletiva que anunciou a descoberta.

Telescópios na Terra e o Hubble, um telescópio espacial, poderão analisar em detalhes as moléculas das atmosferas dos planetas. Nessa exploração, o Telescópio James Webb, que será lançado ao espaço em 2018, terá papel fundamental. Ele será equipado com luz infravermelha, ideal para analisar o tipo de luz que é emitida da estrela Trappist-1.

Quando o novo telescópio da European Space Organisation começar a funcionar, em 2024, será possível saber se há realmente água nesses planetas.

plnaneta

Mesmo que os pesquisadores não encontrem vida nesse sistema, ela pode se desenvolver lá. O estudo indica que a Trappist-1 é relativamente nova. “Essa estrela anã queima hidrogênio tão lentamente que vai viver por mais 10 trilhões de anos–que é sem dúvida tempo suficiente para a vida evoluir”, escreveu Ignas A. G. Snellen, do Observatório de Leiden, na Holanda, em um artigo opinativo que acompanha o estudo na revista Nature.

Apesar da similaridade entre a Terra e os planetas do sistema recém-descoberto, a estrela Trappist-1 é bem diferente de nosso Sol. A estrela tem apenas 1/12 da massa do nosso Sol. A sua temperatura também é bem menor. Em vez dos 10 mil graus Celsius que nosso Sol atinge, o Trappist-1 tem “apenas” 4.150 graus em sua superfície.

De acordo com o New York Times, a estrela também emite menos luz. Um reflexo disso seria uma superfície mais sombria. A claridade durante o dia, por lá, seria cerca de um centésimo da claridade na Terra durante o dia. Uma dúvida que paira sobre os cientistas é qual seria a cor emitida por pela Trappist-1. Essa cor pode variar de um vermelho profundo a tons mais puxados para o salmão.

Como foi feita a descoberta

Tudo começou em 2016, quando Michael Gillon, astrônomo na Universidade de Liège, na Bélgica, descobriu três exoplanetas orbitando uma estrela anã. Ele e seu grupo encontraram os astros após notar que a Trappist-1 escurecia periodicamente, indicando que um planeta poderia estar passando na frente da estrela e bloqueando a luz.

Para estudar a descoberta mais a fundo, o pesquisador usou telescópios localizados na Terra, como o Star, da Universidade de Liège, o telescópio de Liverpool, na Inglaterra, e o Very Large Telescope da ESO, no Chile. Já no espaço, Gillon usou o Spitzer, o telescópio espacial da Nasa, durante 20 dias.

Com as observações no solo e no espaço, os cientistas calcularam que não havia apenas três exoplanetas, mas sete. A partir dessa análise, foi possível descobrir o tempo de translação, a distância da estrela, a massa e o diâmetro dos sete astros. De acordo com os pesquisadores, ainda é preciso observar o sistema solar por mais algum tempo para saber novos detalhes, como a existência de água líquida.

fonte: exame.abril

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08 fevereiro 2017

Hubble registra incrível (e rara) imagem da morte de uma estrela

A foto mostra a Nebulosa de Cabalash, também conhecida como Nebulosa do Ovo Podre por conter uma grande quantidade de enxofre

 

imagem da morte de uma estrela

A Nasa e a ESA, respectivamente as agências espaciais americana e europeia, divulgaram no fim da semana passada uma incrível imagem que capta o exato momento da morte de uma estrela do tamanho do Sol. A foto, tirada pelo telescópio Hubble, mostra os jatos de gás e poeira cósmica que são lançados a alta velocidade quando o corpo celeste, chamado de gigante vermelha, se transforma em uma nebulosa planetária – no caso, a Nebulosa de Calabash.

Os astrônomos raramente conseguem registrar um fenômeno como esse, já que ele acontece “num piscar de olhos” em termos astronômicos, como informa a Nasa. Os cientistas dizem que transformação completa da nebulosa deve ser concluída nos próximos mil anos.

Por causa da grande quantidade de enxofre que contém, ela também é conhecida como Nebulosa do Ovo Podre – já que o elemento, quando combinado com outros, produz o mau cheiro característico do ovo estragado. “Mas, por sorte, ela fica a mais de 5.000 anos luz da Terra, na constelação de Puppis”, brinca a agência americana em nota divulgada sobre a descoberta.

O material liberado durante a transformação é lançado em direções opostas a velocidades imensas, explicam os cientistas. Os jatos de gás, que aparecem em amarelo, podem chegar a um milhão de quilômetros por hora.

O futuro do Sol

Ao longo de sua vida, as estrelas passam por diferentes fases de evolução, que duram bilhões de anos. Quando sua morte se aproxima, elas se transformam em gigantes vermelhas, que se tornam nebulosas planetárias e, por último, anãs brancas.

O Sol é uma estrela e, portanto, também morrerá um dia. Cientistas afirmam que ele deve se tornar uma gigante vermelha em aproximadamente cinco bilhões de anos, quando o hidrogênio presente no seu núcleo se esgotar. Isso fará com que ele fique 200 vezes maior, com uma coloração avermelhada e mais frio. Os astrônomos também preveem que, nessa fase, ele provavelmente começará a “engolir” planetas do Sistema Solar, como a Terra.

fonte: veja

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