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O que são essas luzes estranhas no céu?

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Apesar dessas luzes parecerem seres alienígenas com vida própria, não há nada de antinatural nelas. Muito pelo contrário, elas foram produzidas por fenômenos atmosféricos do nosso planeta: halos de gelo.

O vídeo abaixo, por exemplo, ilustra um acontecimento bastante raro chamado de “cachorro do sol pulando”. As imagens foram capturadas em Singapura em agosto de 2011.
Segundo a NASA, uma descarga atmosférica em uma nuvem de chuva pode mudar temporariamente o campo elétrico acima da nuvem, onde cristais de gelo ficam carregados e refletem a luz solar.
A hipótese é que um novo campo elétrico rapidamente reorienta os cristais geométricos em uma nova direção que reflete a luz solar de forma diferente (causando os “pulos”). Uma descarga de relâmpago é o que aciona essa mudança. O campo eléctrico pode ser restaurado à sua forma antiga, assim, os cristais de gelo voltam à sua orientação original e o cachorro para de “pular”.

Halos de gelo

Halos de gelo ocorrem quando minúsculos cristais de gelo são suspensos no céu e refletidos pelo sol. Os cristais podem estar a alturas elevadas em nuvens do tipo cirros, ou mais perto do chão, por exemplo, em um nevoeiro gelado.

Do mesmo jeito que gotas de chuva dispersam a luz em arco-íris, os cristais de gelo podem refletir e refratar a luz na qualidade de espelhos ou prismas, dependendo da forma do cristal e do ângulo de incidência.
Enquanto halos mais baixos só acontecem em climas frios, nuvens cirros são tão altas que são muito frias em qualquer lugar do mundo, por isso até pessoas nos trópicos durante o verão têm uma chance de ver esses fenômenos (existem vários tipos de halos de gelo).

Confira os vídeos de alguns:

Jaisalmer, Índia, em agosto de 2012

Polônia em 2014

Aeroporto Suvanabhumi, Tailândia, em maio de 2014

Halo de gelo colorido visto de uma aeronave

Foguete Atlas V, do Observatório da Dinâmica Solar da NASA, destrói um halo de gelo em fevereiro de 2010


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Pesquisadores encontram camada de magma no manto terrestre

A nova descoberta pode representar um importante passo na compreensão das forças que agem na movimentação das placas tectônicas sobre o manto da Terra e trazer mais luz sobre os processos geológicos básicos do planeta como vulcanismos e terremotos.
magma no manto 1
Durante décadas os cientistas têm feito inúmeros estudos para entender melhor a dinâmica das placas tectônicas e a cada descoberta individual cresce o conhecimento sobre as forças envolvidas neste processo.
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Usando uma avançada tecnologia de mapeamento eletromagnético, pesquisadores estadunidenses identificaram uma nova camada de rocha parcialmente derretida com 25 km de espessura situada abaixo da placa tectônica de Cocos, na região onde ela se move sob a América Central, na costa da Nicarágua.
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A descoberta foi feita pelos cientistas Samer Naif, Kerry Key e Steven Constable, ligados à Scripps Institution of Oceanography (SIO) e pelo oceanógrafo Rob Evans, da Woods Hole Oceanographic Institution, que tiveram o trabalho financiado pela Fundação Nacional de Ciências dos EUA (NSF) e publicado na revista científica Nature.
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De acordo com Bil Haq, diretor do programa de ciências oceânicas da NSF, as novas imagens ajudam a compreender muito melhor o papel dos fluidos nos processos tectônicos e vulcânicos.
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As novas imagens do magma foram registradas em 2010 pela expedição do navio de pesquisas Melville e foram obtidas após a implantação de um vasto leque de instrumentos no fundo do mar.

Descoberta inesperada 
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O objetivo era gravar os sinais eletromagnéticos naturais e mapear as características da crosta e do manto terrestres, mas as imagens mostraram algo inesperado e revelaram a presença de magma em um local surpreendente.
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"Foi completamente inesperado", disse Kerry Key. "Estávamos observando para ter uma ideia de como os fluidos interagem com a placa em subducção e encontramos uma camada de rocha derretida em lugar totalmente fora do lugar".
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Alguns estudos têm demonstrado que a água dissolvida no manto terrestre resulta em uma camada mais dúctil, que facilitaria os movimentos das placas tectônicas, mas a falta de dados ou imagens claras não permitiam confirmar ou desmentir esta ideia.
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"Nossos dados revelam que água não pode acomodar as características que estamos vendo", disse Samer Naif. "As imagens confirmam que é preciso ter certa quantidade de derretimento no manto superior. Isso é o que cria um comportamento dúctil para as placas deslizarem", explicou Naif.
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Implicações 
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Os pesquisadores acreditam que seus resultados irão ajudar os geólogos a entender melhor a estrutura nos limite das placas tectônicas e como isso afeta a ocorrência de terremotos e vulcanismos.
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"Uma das implicações de longo prazo é que vamos entender mais sobre as zonas de interface entre as placas, o que poderá levar a um melhor entendimento dos terremotos e possíveis métodos de previsão", disse Key.
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O passo seguinte dos cientistas é encontrar a fonte que abastece o magma encontrado, o que poderá aumentar um pouco mais a compreensão da dinâmica do planeta.

apolo11

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Crânios de cristal - O mistério foi resolvido? saiba!

Os crânios de cristal não são mais um mistério para a ciência! Veja o que pesquisadores descobriram a respeito desses estranhos achados arqueológicos.
Surgidas na década de 1860, dezenas de esculturas de cristal em forma de crânio humano começaram a aparecer em diversas partes do mundo e deixaram intrigados pesquisadores sobre a sua origem.
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Algumas teorias sugeriram que os achados teriam sido esculpidos pelos astecas e três desses estão em exposição nos museus de Washington, Londres e Paris.
Afinal, como foram confeccionadas essas enigmáticas obras de arte?
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Caveiras de cristal supostamente construídas há centenas de anos pelos astecas e encontradas no final do século 19 deixaram pesquisadores intrigados por anos!

Verdadeiras ou falsas?

São falsas! E isso quem afirma é a edição denumero 91 da revista de notícias científicas Chemical & Engineering , publicada em março de 2013. Depois de vários anos de minuciosos estudos, a equipe liderada pela arqueóloga Jane Walsh chegou à seguinte conclusão: Os crânios de cristal não são da época dos astecas.
Jane Walsh, Ph.D. (Foto: Department of Anthropology Staff)

Jane Walsh, Ph.D. (Foto: Department of Anthropology Staff)
Alguns detalhes chamam a atenção e denunciam a fraude:
  • Falta de documentação – Os crânios não vieram documentados dos sítios arqueológicos
  • Os dentes representados nos crânios são retos e lineares, muito diferentes dos dentes esculpidos nas obras daquele povo
  • Com a ajuda de microscópios, os pesquisadores notaram que os as caveiras de cristal possuem marcas regulares em toda parte. Isso prova que as esculturas teriam sido feitas por modernas rodas giratórias e abrasivos sólidos, e não usando ferramentas manuais antigas
Esculpida à mão, o cristal de quartzo (à esquerda) tem marcas de condicionamento irregulares, enquanto a pedra esculpida na máquina (à direita) tem um padrão regular. Isso só foi possivel ver com a ajuda de um microscópio eletrônico de varredura. (foto: Reprodução/Museu Britânico)

Esculpida à mão, o cristal de quartzo (à esquerda) tem marcas de condicionamento irregulares, enquanto a pedra esculpida na máquina (à direita) tem um padrão regular. Isso só foi possivel ver com a ajuda de um microscópio eletrônico de varredura. (foto: Reprodução/Museu Britânico)
  • Uma análise espectroscópica mostrou que o cristal de rocha apresenta “verdes, inclusões vermiformes” característica de cristal de rocha do Brasil ou Madagascar. Bem longe do México.
  • Além disso, raios X revelaram que alguns dos crânios foram revestidos com carboneto de silício, “um abrasivo sintético usado em pedra-escultura oficinas só a partir de meados do século 20.
Inclusões de ferro clorita foram encontrados no crânio falso do Museu Britânico. Eles são encontrados apenas em quartzo do Brasil ou Madagascar, mas não no México. (foto: Divulgação/Museu Britânico)

Inclusões de ferro clorita foram encontrados no crânio falso do Museu Britânico.Eles são encontrados apenas em quartzo do Brasil ou Madagascar, mas não no México. (foto: Divulgação/Museu Britânico)

Conclusão

Os misteriosos crânios de cristal já não são tão misteriosos assim. Já se sabe quenão foram confeccionados pelo povo asteca, mas por pessoas do final do século 19 e começo do 20. O mistério agora é descobrir quem foi…
http://www.e-farsas.com/o-misterio-dos-cranios-de-cristal-resolvido.html
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Nêutrons poderiam estar viajando para mundo paralelo

+ Teoria
neutron
Uma equipe de físicos alegam que uma anomalia no comportamento de partículas ordinárias podem apontar para a existência de partículas ‘espelho’, as quais poderiam fazer parte da elusiva matéria escura, responsável pela perda de massa do Universo.

Em um estudo publicado no European Physical Journal C, a equipe apresentou a hipótese da existência de partículas ‘espelho’ para explicar a perda anômala de nêutrons observada nos experimentos.  A existência de tal matéria ‘espelho’ havia sido sugerida em vários contextos científicos há algum tempo, inclusive com a procura de matéria escura apropriada.

O Dr. Zurab Berezhiani e Dr. Fabrizio Nesti, físicos teóricos da Universidade de l’Alquila, na Itália, reanalisaram os dados do experimento conduzido pelo grupo de pesquisa do Dr. Anatoly Serebrov, do Instituto Laue-Langevin, França.  A reanálise mostrou que a taxa de perda de nêutrons livres muito lentos pareceu depender da direção e da força do campo magnético aplicado.  Esta anomalia não poderia ser explicada pela física conhecida hoje.

Isto poderia estar acontecendo devido a um mundo paralelo hipotético, consistindo de partículas ‘espelho’ “, disse o Dr. Berenzhiani.

Cada nêutron teria a habilidade de transitar para dentro deste gêmeo ‘espelho’ invisível, e voltar, oscilando de um  mundo para o outro.  A probabilidade de tal transição ocorrer foi prevista ser sensível à presença de campos magnéticos, e poderia assim ser detectada experimentalmente“.

Esta oscilação nêutron-espelho-nêutron pode ocorrer dentro de escala de tempo de poucos segundos.  A possibilidade de tal desaparecimento rápido de nêutrons — muito mais rápido do que a deterioração de nêutrons de 10 minutos de duração — embora surpreendente, não pode ser excluída pela existência dos limites experimentais e astrofísicos.

Tal interpretação está sujeita às condições de que a Terra possua uma campo magnético espelho, na ordem de 0,1 Gauss.  Esse campo poderia ser induzido pelas partículas espelho que vagam pela galáxia em forma de matéria escura.  Hipoteticamente, a Terra poderia capturar a matéria espelho por intermédio de interações fracas entre partículas ordinárias e aquelas de mundos paralelos.

Se provada verdadeira, as implicações da existência de um mundo paralelo são inúmeras, estendendo-se do âmbito científico até ao religioso.

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A Ciência Confirma: Cães e gatos podem ver "espíritos"

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De acordo com estudos anteriores e Pet MD , gatos e cães são capazes de ver muito mais do mundo em que vivemos quando comparados aos humanos:
"Gatos, cachorros e outros mamíferos são pensados ​​para ver na luz ultravioleta, o que abre um todo diferente Mundo do que o que vemos, explica o estudo. A luz UV é o comprimento da onda além da luz visível do vermelho ao violeta que os humanos podem ver. Os seres humanos têm uma lente que bloqueia os UV de alcançar a retina. Anteriormente, pensava-se que a maioria dos mamíferos possui lentes semelhantes aos humanos. Os cientistas estudaram as lentes de mamíferos mortos, incluindo gatos, cachorros, macacos, pandas, ouriços e furões. Ao pesquisar a quantidade de luz que passa através da lente para alcançar a retina, eles concluíram que alguns mamíferos que pensavam não poder ver os UV realmente podem ".
Qualquer um que tenha assistido um bom show sobre o fenômeno Bigfoot estará familiarizado com essas idéias; Os grandes pés foram alegados para ver da mesma forma que os descritos acima, e algumas pessoas até argumentaram que eles vêem a luz IR (infravermelho).
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No entanto, até que alguém encontre um espécime completo (se você é um crente de Bigfoot, isto é), ambas as teorias devem permanecer apenas aquelas - embora isso ajude a explicar por que ninguém conseguiu capturar um Bigfoot vivo, pois, naturalmente, pode ver múltiplas O espectro de luz seria uma grande vantagem para evitar a detecção.
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Do mesmo modo, alguns seres humanos afirmaram ver "pessoas sombrias" antes, embora os indivíduos que fazem as reivindicações também geralmente experimentam paralisia do sono. Algumas testemunhas passaram a ser acompanhadas por gatos, e nessas situações, os gatos pareciam testemunhar as pessoas sombrias também - se aterrorizar e sibilar é alguma indicação de sua presença, isto é!
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Com toda a honestidade, é bem possível que pelo menos algum equivalente de pessoas-sombra - "sombra alguma coisa", se você quiser, existe.
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Qualquer bom astrônomo irá dizer-lhe que a maior parte do universo conhecido é constituído por energia escura e matéria escura, em grande parte desconhecida: uma substância com a qual os humanos não conseguimos ver ou interagir, mas uma substância que os principais astrônomos e médicos estão convencidos é real, no entanto.
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* Este conteúdo foi inspirado por um artigo incrível que pode ser encontrado aqui: http://www.anonews.co/cat-dog-spirits/ .
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UNIVERSOS PARALELOS REALMENTE EXISTEM?

Introdução a Universos paralelos realmente existem?

Em 1954, Hugh Everett III, um jovem candidato ao doutorado da Universidade de Princeton, apareceu com uma idéia radical: a existência de universos paralelos, exatamente como o nosso. 

Esses universos estariam todos relacionados ao nosso. Na verdade, eles derivariam do nosso, que, por sua vez, seria derivado de outros. Nesses universos paralelos, nossas guerras surtiriam outros efeitos dos conhecidos por nós. Espécies já extintas no nosso universo se desenvolveriam e se adaptariam em outros e nós, humanos, poderíamos estar extintos nesses outros lugares.

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Os universos paralelos realmente existem?

Algumas teorias matemáticas e físicas dão base para tal possibilidade.

Isso é enlouquecedor e, mesmo assim, compreensível. Noções de universos ou dimensões paralelos, que se assemelham aos nossos, apareceram em trabalhos de ficção científica e foram usadas como explicações na metafísica, mas por que um jovem físico em ascensão arriscaria o futuro de sua carreira propondo uma teoria sobre universos paralelos?

Com sua teoria dos Muitos Mundos, Everett precisou responder uma questão muito difícil relacionada à física quântica: por que a matéria quântica se comporta irregularmente? O nível quântico é o menor já detectado pela ciência. O estudo da física quântica começou em 1900, quando o físico Max Planck apresentou o conceito para o mundo científico. Seu estudo sobre a radiação trouxe algumas descobertas que contradiziam as leis da física clássica. Essas descobertas sugeriram que existem outras leis operando no universo de forma mais profunda do que as que conhecemos.

Em um curto espaço de tempo, os físicos que estudavam o nível quântico perceberam algumas coisas peculiares nesse mundo minúsculo. Uma delas é que as partículas que existem nesse nível conseguem tomar diferentes formas arbitrariamente. Por exemplo: os cientistas observaram fótons - minúsculos pacotes de luz - atuando como partículas e ondas. Até mesmo um único fóton tem esse desvio de forma [fonte: Brown University (em inglês)]. Imagine que você fosse um ser humano sólido quando um amigo olhasse você e, quando ele olhasse de novo, você tivesse assumido a forma gasosa.

Isso ficou conhecido como o Princípio da Incerteza de Heisenberg. O físico Werner Heisenberg sugeriu que, apenas observando a matéria quântica, afetamos seu comportamento; sendo assim, nunca podemos estar totalmente certos sobre a natureza de um objeto quântico ou seus atributos, como velocidade e localização.

A interpretação de Copenhague da mecânica quântica apóia essa idéia. Apresentada primeiramente pelo físico dinamarquês Niels Bohr, essa interpretação afirma que todas as partículas quânticas não existem em um ou outro estado, mas em todos os estados possíveis de uma só vez. A soma total dos possíveis estados de um objeto quântico é chamada de sua função de onda. A condição de um objeto existir em todos seus possíveis estados, de uma só vez, é chamada de superposição.

Segundo Bohr, quando observamos um objeto quântico, afetamos seu comportamento. A observação quebra a superposição de um objeto e o força a escolher um estado de sua função de onda. Essa teoria explica por que os físicos obtiveram medidas opostas em relação ao mesmo objeto quântico: o objeto "escolheu" estados diferentes durante diferentes medidas.

A interpretação de Bohr foi amplamente aceita e ainda o é por grande parte da comunidade que estuda física quântica, mas ultimamente a teoria de Everett dos Muitos Mundos tem recebido muita atenção.

Teoria dos Muitos Mundos

O jovem Hugh Everett concordava com muito do que o altamente respeitado físico Niels Bohr havia sugerido sobre o mundo quântico. Ele concordava com a idéia da superposição e com a noção das funções de onda, mas discordava de Bohr em um ponto vital.
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Imagem cedida Wreckedm/Stock.Xchng
Na interpretação de Everett dos Muitos Mundos, os universos paralelos não influenciam uns aos outros
Para Everett, medir um objeto quântico não o força de um estado para o outro, mas uma medida tirada de um objeto quântico causa uma quebra no universo. O universo é literalmente duplicado, dividindo-se em um universo para cada possível desfecho da medida. Por exemplo, digamos que a função da onda de um objeto seja tanto de uma partícula quanto de uma onda. Quando um físico mede a partícula, existem dois desfechos possíveis: ela será medida como uma partícula ou como uma onda. Essa diferenciação transforma a teoria de Everett dos Muitos Mundos em uma concorrente da interpretação de Copenhague como uma explicação para a mecânica quântica.

Quando um físico mede o objeto, o universo se quebra em dois universos distintos para acomodar cada um dos possíveis desfechos. Então, um cientista em um universo descobre que o objeto foi medido na forma de onda. 

O mesmo cientista, no outro universo, mede o objeto como uma partícula. Isto também explica como uma partícula pode ser medida em mais de um estado.

Pode parecer estranho, mas a interpretação dos Muitos Mundos de Everett tem implicações além do nível quântico. Se uma ação tem mais de um resultado possível, então - se a teoria de Everett estiver certa - o universo se quebra quando aquela ação é tomada, o que continua sendo verdade, mesmo quando a pessoa decide não tomar uma atitude.

Isso significa que se você já esteve em uma situação onde a morte era um dos possíveis desfechos, então, em um universo paralelo ao nosso, você está morto. Esse é apenas um dos motivos que faz algumas pessoas acharem a interpretação dos Muitos Mundos perturbadora.

Outro conceito perturbador da interpretação dos Muitos Mundos é que ela mina nosso conceito linear de tempo. Imagine uma linha do tempo mostrando a história da Guerra do Vietnã. Em vez de uma linha reta mostrando acontecimentos notáveis progredindo adiante, uma linha do tempo baseada na interpretação dos Muitos Mundos mostraria cada possível desfecho de cada ação tomada. Daí, cada possível desfecho das ações tomadas (como resultado do desfecho original) também seria registrado.

Uma pessoa, porém, não pode ter consciência de suas outras personalidades - ou até mesmo de sua morte - que existem nos universos paralelos. Então, como saberemos se a teoria dos Muitos Mundos está certa? A certeza de que a interpretação é teoricamente possível veio no fim dos anos 90, com a experiência mental - uma experiência imaginada, usada para provar ou desmentir teoricamente uma idéia - chamada suicídio quântico. Você pode aprender mais sobre isso em Como funciona o suicídio quântico.

Esse experimento mental renovou o interesse na teoria de Everett, que foi, durante muitos anos, considerada bobagem. Desde que se provou a possibilidade dos Muitos Mundos, os físicos e matemáticos têm tentado investigar profundamente as implicações da teoria, mas a interpretação dos Muitos Mundos não é a única teoria que tenta explicar o universo, nem é a única que sugere a existência de universos paralelos ao nosso.





Universos paralelos: separados ou unidos?


A teoria dos Muitos Mundos e a interpretação de Copenhague não são as únicas concorrentes que tentam explicar o nível básico do universo. Na verdade, a mecânica quântica nem é o único campo dentro da física que procura essa explicação. As teorias que surgiram do estudo da física subatômica ainda são teorias, o que divide o campo de estudo de forma semelhante ao mundo da psicologia. As teorias têm partidários e críticos, assim como as estruturas psicológicas propostas por Carl Jung, Albert Ellis e Sigmund Freud.

Desde que sua ciência foi desenvolvida, os físicos estão empenhados emdesmontar o universo - eles estudaram o que poderiam observar e trabalharam sobre níveis cada vez menores do mundo da física. Ao fazer isso, os físicos tentam atingir o nível final e mais básico e é esse nível, eles esperam, que servirá como base para compreender todo o resto.

Seguindo sua famosa Teoria da Relatividade, Albert Einstein ficou o resto de sua vida procurando pelo nível final, que responderia todas as questões da física. Os físicos se referem a essa teoria ilusória como a Teoria do Tudo. Os físicos que estudam física quântica acreditam estar no caminho para encontrar a teoria final, mas outro campo da física acredita que o nível quântico não é o menor nível, portanto não poderia fornecer a Teoria do Tudo. 

Esses físicos se voltaram para um nível subquântico teórico, chamado teoria das cordas, como sendo a resposta para tudo na vida. O que é incrível é que durante sua investigação teórica esses físicos, como Everett, também concluíram que existem universos paralelos.
Dr. Michio Kaku

Ted Thai/Time Life Pictures/Imagens Getty 
Dr. Michio Kaku, o criador 
da Teoria das cordas
teoria das cordas foi criada pelo físico nipo-americano Michio Kaku. Sua teoria afirma que os blocos de construção essenciais de todas as matérias, bem como de todas as forças físicas do universo - como a gravidade - existem em um nível subquântico. Esses blocos de construção lembrariam pequenas tiras de borracha - ou cordas - que formam os quarks (partículas quânticas) e, por vezes, os elétrons,átomoscélulas e assim por diante. O tipo de matéria que é criada pelas cordas e como tal matéria se comporta depende da vibração dessas cordas. É dessa forma que todo nosso universo é composto e, segundo a teoria das cordas, essa composição acontece por meio de 11 dimensões separadas.

Assim como a teoria dos Muitos Mundos, a teoria das cordas demonstra que existem universos paralelos. Segundo essa teoria, nosso próprio universo é como uma bolha que existe lado a lado de universos paralelos semelhantes. Ao contrário da teoria dos Muitos Mundos, a teoria das cordas supõe que esses universos podem entrar em contato entre si. Ela afirma que agravidade pode fluir entre esses universos paralelos. Quando esses universos interagem, acontece um Big Bang semelhante ao que criou nosso universo.

Enquanto os físicos têm criado máquinas capazes de detectar a matéria quântica, as cordas subquânticas ainda precisam ser observadas, o que as torna - e a teoria da qual elas vêm - totalmente teóricas. Alguns não acreditam nela, ao passo que outros pensam que ela está correta.

Então, os universos paralelos realmente existem? Segundo a teoria dos Muitos Mundos, não podemos ter certeza, uma vez que não podemos vê-los ou senti-los de alguma forma. A teoria das cordas já foi testada pelo menos uma vez e com resultados negativos. O Dr. Kaku, contudo, ainda acredita que existam dimensões paralelas [fonte: The Guardian (em inglês)].

Einstein não viveu o bastante para ver sua busca pela Teoria do Tudo ser adotada por outros. Então, se a teoria dos Muitos Mundos estiver certa, Einstein ainda está vivo em um universo paralelo. Talvez, nesse universo, os físicos já tenham encontrado a Teoria do Tudo.

Vejam o Video:





Vejam também:

Cientistas provam a existência de mundos paralelos

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CIENCISTAS PROVAM QUE A ALMA EXISTE E DIZEM: “A ALMA NÃO MORRE, MAS RETORNA AO UNIVERSO”

Dois cientistas de renome internacional dizem que podem provar a existência da alma.
CIENTISTAS PROVAM QUE A ALMA EXITE
O médico estadunidense, Dr. Stuart Hamerroff e o físico britânico, Sir Roger Penrose, desenvolveram uma teoria quântica da consciência, que afirma que nossas almas são contidas dentro de estruturas chamadas de microtúbulos, os quais vivem dentro de nossas células cerebrais.

LEIA A NOTA DE RODA PE DESTA POSTAGEM

A idéia se origina da noção de que o cérebro seja um computador biológico, “com 100 bilhões de neurônios cujos disparos axonais e conexões sinápticas agem como redes de informação“.

O Dr. Hameroff, que é Professor Emérito dos Departamentos de Anestesiologia e Psicologia e Diretor do Centro de Estudos da Consciência da Universidade de Arizona, e o Sir Roger, têm estado trabalhando na teoria desde 1996.

Eles alegam que as nossas experiências da consciência são o resultado dos efeitos da gravidade quântica dentro dos microtúbulos – um processo que eles chamam de redução objetiva orquestrada (Orch-OR).

Em uma Experiência de Quase-Morte, os microtúbulos perdem seu estado quântico, mas a informação dentro deles não é destruída.  Ou, em termos compreensíveis aos leitos, a alma não morre, mas retorna ao universo.

O Dr. Hameroff explicou a teoria extensivamente em um documentário narrado por Morgan Freeman, chamado “Through the Wormhole” (Através do Buraco de Minhoca), que foi levado ao ar recentemente pelo Science Channel nos Estados Unidos.

“Vamos dizer que o coração pare de bater, o sangue pare de fluir, os microtúbulos percam seu estado quântico.  A informação quântica dentro dos microtúbulos não é destruída; ela não pode ser destruída; ela simplesmente é distribuída e dissipada pelo universo“, disse o Dr. Hameroff.

“Se o paciente é ressuscitado, esta informação quântica pode voltar para os microtúbulos e o paciente diz ‘Eu tive uma experiêcia de quase-morte“, continuou o Dr. Hameroff.

Caso o paciente morra, seria “possível que esta informação quântica exista foram do corpo por tempo indeterminado – como uma alma“.

O Dr. Hamerof acredita que novas descobertas sobre o papel da física quântica nos processos biológicos, tais como a navegação de pássaros, ajudam a confirmar a teoria. Fonte: Daily Mail

NOTA DE RODAPÉ, LEIA COM MUITA ATENÇÃO


Alma

Os termos das línguas originais (hebr.: né·fesh [נֶפֶשׁ]; gr.: psy·khé [ψυκή]), segundo usados nas Escrituras, mostram que a “alma” é a pessoa, o animal ou a vida que a pessoa ou o animal usufrui.


As conotações que a palavra portuguesa “alma” geralmente transmite à mente da maioria das pessoas não estão de acordo com o significado das palavras hebraica e grega usadas pelos inspirados escritores bíblicos. Este fato tem obtido continuamente um reconhecimento mais amplo. Lá em 1897, no Journal of Biblical Literature (Revista de Literatura Bíblica; Vol. XVI, p. 30), o professor C. A. Briggs, em resultado de pormenorizada análise do uso de né·fesh, comentou: “Alma (soul), no seu uso em inglês, no tempo atual, transmite usualmente um significado muito diferente de נפש [né·fesh] em hebraico, e é fácil que o leitor incauto a interprete erroneamente.”

Mais recentemente, quando a Sociedade Publicadora Judaica da América lançou uma nova tradução da Torá, ou dos primeiros cinco livros da Bíblia, o editor-chefe, H. M. Orlinsky, da Faculdade União Hebraica, declarou que a palavra “alma” tinha sido virtualmente eliminada desta tradução porque “a palavra hebraica em questão aqui é ‘Nefesh’”. Acrescentou: “Outros tradutores a têm interpretado como significando ‘alma’; o que é inteiramente inexato. A Bíblia não diz que temos uma alma. ‘Nefesh’ é a própria pessoa, sua necessidade de alimento, o próprio sangue nas suas veias, seu ser.” — The New York Times, 12 de outubro de 1962.

Qual é a origem do ensino de que a alma humana é invisível e imortal?

A dificuldade reside em que os significados popularmente atribuídos à palavra portuguesa “alma” provêm primariamente, não das Escrituras Hebraicas ou das Gregas Cristãs, mas da antiga filosofia grega, na realidade, do pensamento religioso pagão. Platão, o filósofo grego, por exemplo, cita Sócrates como dizendo: “A alma . . . se ela partir pura, não arrastando consigo nada do corpo, . . . parte para o que é como ela mesma, para o invisível, divino, imortal e sábio, e quando chega ali, ela é feliz, liberta do erro, e da tolice, e do medo . . . e de todos os outros males humanos, e . . . vive em verdade por todo o porvir com os deuses.” — Phaedo (Fédon), 80, D, E; 81, A.

Em contraste direto com o ensino grego sobre a psy·khé (alma) como imaterial, intangível, invisível e imortal, as Escrituras mostram que tanto psy·khé como né·fesh, conforme usadas com referência a criaturas terrestres, referem-se àquilo que é material, tangível, visível e mortal.
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CIENTISTAS COMPROVAM A TEORIA DA TERRA OCA

Cientistas comprovam a teoria da Terra Oca: Descobriram um oceano magnifico no centro da terra.
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Pesquisadores descobriram um pequeno diamante que aponta para a existência de um grande depósito de água sob o manto da Terra. Seu volume poderia preencher três vezes os oceanos que conhecemos. As informações são do site marconews.com.br
TERRA OCA 03

Ecoportal.net – O principal autor do estudo, Graham Pearson, membro da Universidade de Alberta, no Canadá, disse que “Uma das razões da Terra ser um planeta dinâmico é a presença de água em seu interior. As mudanças da água dependem da forma como o mundo funciona”. Depois de discutir a teoria há décadas, os cientistas relatam que finalmente encontraram um grande oceano no manto da Terra, três vezes maior do que os oceanos que conhecemos. Esta descoberta surpreendente sugere que a água da superfície vem do interior do planeta como parte de um ciclo integrado da água, desbancando a teoria dominante de que a água foi trazida para a Terra por cometas gelados que passaram por aqui há milhões anos. Cada vez mais os cientistas estão aprendendo sobre a composição de nosso planeta, compreendendo os acontecimentos relacionados às mudanças climáticas. O clima e o mar estão intimamente relacionados com a atividade tectônica que tem estado continuamente vibrando sob nossos pés. Assim, os pesquisadores acreditam que a água na superfície da Terra poderia ter vindo do interior do planeta, tendo sido “impulsionada” para a superfície por meio da atividade geológica. Estudo Diz: Água subterrânea cobriria toda a superfície do planeta Depois de inúmeros estudos e cálculos complexos para testar suas teorias, os pesquisadores acreditam ter encontrado um reservatório gigante de água numa zona de transição entre as camadas superior e inferior do manto, uma região que se encontra em algum lugar entre 400 e 660 km abaixo da superfície da terra.
TERRA OCA 01
Como sabemos, a água ocupa a maior parte da área de superfície do nosso planeta, que é paradoxalmente chamado de Terra. Embora seja verdade que, em comparação com o diâmetro terrestre a profundidade dos oceanos represente apenas uma fina camada semelhante à casca de uma cebola, descobrimos agora que a presença deste precioso líquido não está limitada à superfície visível. Na realidade, a cerca de centenas de quilômetros de profundidade no subsolo há também enormes volumes de água, com uma importância fundamental para a compreensão da dinâmica geológica do planeta. Quase um oceano no centro da Terra. A descoberta do oceano subterrâneo A importante descoberta foi realizada por pesquisadores canadenses, que se basearam em um diamante encontrado numa rocha, em 2008, em uma área conhecida como Juína, no estado do Mato Grosso, Brasil.
A descoberta ocorreu por acidente, pois a equipe que estava, na realidade, à procura de outro mineral, ter comprado o diamante de alguns garimpeiros que o tinham encontrado através de uma coleta de cascalho realizada em um rio raso. Ao analisar a pedra detalhadamente um estudante descobriu, um ano depois, que o diamante, de apenas três milímetros de diâmetro e de pouco valor comercial, continha em sua composição um mineral chamado ringwoodite, que até agora só tinha sido encontrado em rochas de meteoritos e que contém significativa quantidade de água. No entanto, a confirmação final da presença deste mineral levou muitos anos, pois foi necessária a realização de vários testes e análises científicas. De onde vem este mineral? A análise detalhada da amostra encontrada revelou que, neste caso, o mineral não provinha de meteoritos, mas do manto da Terra, a uma profundidade de cerca de 410 e 660 km, em uma área que é conhecida como “zona de transição”. Anteriormente, discutia-se muito sobre a possibilidade da existência de grandes quantidades de água muitos quilômetros abaixo do subsolo, mas nunca tinha sido antes demonstrada nenhuma prova real de tal teoria, que tem implicações muito importantes para a forma como entendemos os fenômenos geológicos planetários, pois acredita-se que este é o mineral mais abundante na zona do manto. Desta forma, como a amostra encontrada possui até 1,5 por cento de seu peso em água, pode-se afirmar que existem volumes de água realmente extraordinários, como um grande oceano.
TERRA OCA 02
Esta descoberta é, sem dúvida, uma das mais importantes realizadas no campo da geologia nos últimos anos, e forçará os peritos a modificarem, até certo ponto, a abordagem que se tem utilizado até agora para analisar fenômenos como vulcanismo, placas tectônicas e muitos outros processos de importância na compreensão da dinâmica da Terra – cujo nome, depois dessa descoberta, se tornou ainda mais paradoxal. A peculiaridade desta descoberta é que esta água não existe em qualquer um dos três estados que conhecemos: líquido, sólido ou gasoso. A água foi encontrada em estruturas moleculares de formações rochosas no interior da Terra. Uma concentração tão importante de água trás uma mudança significativa nas teorias relacionadas com a origem da água na superfície da Terra. Esta descoberta é a prova de que nas partes mais profundas do nosso planeta, a água pode ser armazenada. Fato este que poderá colocar fim em uma polêmica de 25 anos, sobre se o centro da terra é seco ou úmido em algumas áreas. A capacidade de armazenar água em seu interior não é exclusiva da Terra. Outros planetas, como Marte, podem conter grandes quantidades de água, algo que nos faz pensar se o planeta vermelho poderia abrigar vida. Fonte Ecoportal.net Veja o video:




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O Mistério da Pedra da Gávea RJ Brasil: Isto é parte de um código ou legado de uma antiga civilização?

Pedra da Gávea
O que seriam as formações rochosas em forma de uma grande face no topo da Pedra da Gávea?

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Apenas uma forma que veio da erosão e do acaso da natureza, ou uma escultura gigante que seria parte de uma grande esfinge?

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O que seriam as misteriosas gravações de caracteres na têmpora ou fonte da cabeça da esfinge? Seriam também meros acasos da natureza, ou tudo isto é parte de um código ou legado de uma antiga civilização?

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Fica claro para muitos que tudo isto tem um significado, que tudo que envolve a grande rocha tente passar uma mensagem, mensagem esta que, talvez para uma civilização passada, fosse apenas uma mensagem simples e evidente.

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Mas séculos e séculos se passaram, e talvez o que um dia já foi óbvio para uma civilização, em outro tempo, para nós hoje se tornou algo enigmático e intrigante.

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Todo este conjunto de fatos parece acabar se apresentando como um código indecifrável.
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Surid, também conhecido como Enoch: É o construtor real da Pirâmide? Textos antigos revelam detalhes…

Surid, também conhecido como Enoch É o construtor real da Pirâmide Textos antigos revelam detalhes…

E se a Grande Pirâmide de Gizé antecede a civilização egípcia? E se Khufu não fosse aquele que encomendou isso?

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Na margem oeste do rio Nilo encontra-se uma das mais impressionantes e mais antigas maravilhas do mundo antigo, a Grande Pirâmide de Gizé.

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Acreditou ter sido construído como um túmulo para abrigar os restos do faraó Khufu, os arqueólogos modernos mantêm a estrutura construída em torno de 2500 aC.

Surid, também conhecido como Enoch É o construtor real da Pirâmide Textos antigos revelam detalhes 2

No entanto, numerosos autores argumentam que o namoro da pirâmide - e seu verdadeiro propósito - é completamente errado.

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A Grande Pirâmide de Gizé é um dos monumentos mais maravilhosos e incríveis da superfície do planeta. Curiosamente, é também o mais sofisticado, quando se trata de design, engenharia e matemática.

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A Grande Pirâmide de Gizé é uma enorme estrutura composta por cerca de 2.300.000 blocos de pedra que pesam de 2 a 30 toneladas cada, e há alguns blocos que pesam mais de 50 toneladas.É enorme. Na verdade, os construtores antigos usaram tanta pedra para construir a Grande Pirâmide de Gizé que você poderia construir uma parede ao redor do planeta usando pedra da pirâmide .

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Diminuir a mente?

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Mas muitos outros enigmas cercam o que é considerado a mais magnífica estrutura já construída.

O manto exterior da grande pirâmide foi construído com 144 mil pedacinhos, todos altamente polidos e planos para uma precisão de 1/100 de polegada, com cerca de 100 centímetros de espessura e pesando aprox. 15 toneladas cada.

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É triste que as pedras de revestimento que uma vez cobriram a Grande Pirâmide de Gizé fossem tão brilhantes que refletiam a luz do sol fazendo a pirâmide brilhar como uma jóia.

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E, embora existam detalhes fascinantes sobre a Grande Pirâmide de Gizé, que você pode ler aqui, desta vez nos concentramos mais no que é INTERIOR na estrutura em vez do que está no exterior.

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Então, como sabemos que a pirâmide foi construída em torno de 2.500 aC e que foi construída pelo Pharaoh Khufu?

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Bem, verifica-se que o namoro da pirâmide e sua associação se baseiam unicamente na evidência encontrada em 1837 pelo explorador britânico Richard Howard Vyse.

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Nem o mais sutil egiptólogo e pesquisador, Howard Vyse e  John Shae Perring  trabalharam com pólvora entrando em vários monumentos, incluindo a câmara funerária da pirâmide de Menkaure.

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A única evidência dentro da pirâmide que liga Khufu à estrutura foi descoberta por Vyse.

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Mas há muitas coisas a serem consideradas lá. Uma vez que a pedra não pode ser datada por carbono, e nenhuma outra inscrição, exceto o monograma oficial do Faraó, foi encontrada dentro da pirâmide ou em qualquer outro lugar para esse assunto, a data não foi contestada há séculos. Mas, se Khufu fosse, de fato, o construtor da pirâmide - a estrutura antiga mais magnífica da Terra - não se asseguraria de que seu nome fosse associado para sempre à pirâmide, inscrevendo-a em vários lugares?

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Mas nem todos são como parece aparentemente. Pouco tempo atrás surgiram novas evidências que sugerem que a descoberta feita pelo coronel Vyse foi de fato um dos maiores enganos da história, levando muitos autores a questionar tudo relacionado a Khufu e a Pirâmide.

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Existem autores e pesquisadores que se atreveram a ir contra a história dominante e sugerem que Vyse pode ter forjado o nome do próprio Khufu.

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Como aconteceu, em 2014, dois estudantes de arqueologia da Universidade de Dresden, aparentemente, conseguiram contrabandear uma amostra da tinta usada nas marcas King Khufu e trouxe de volta para a Europa para analisá-la em um laboratório.

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Os resultados revelaram uma verdade chocante.

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Enquanto a amostra, os dois "arqueólogos" trazidos de volta eram muito pequenos para namoro de radiocarbonos, os técnicos conseguiram determinar que o pigmento não foi pintado nos blocos de pedra calcária originais quando a pirâmide foi construída, mas foi colocada lá em um reparo de gesso posterior.

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O que isto significa? Simplesmente, sugere que o cartouche não era original para a construção da pirâmide, mas que de fato foi adicionado em uma data muito posterior, dando origem a uma conspiração que a Vyse fabricou toda a "descoberta".

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Mas por que na Terra alguém como Vyse - que, obviamente, tinha uma paixão pela história do antigo Egito - faz algo assim?

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O dinheiro fala agora e, aparentemente, fez o mesmo há centenas de anos. Durante sua expedição ao Egito, o Coronel Vyse passou um FORTUNE, quase US $ 1,3 milhão para descobrir a verdade por trás da Grande Pirâmide de Gizé.

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Muitos especialistas sugeriram que Vyse pode ter iniciado uma conspiração inicial e, em seu desespero, encontrar algo que não havia encontrado antes, ele decidiu forjar o cartouche de Khufu no muro da câmara, estabelecendo assim uma data imprecisa para a estrutura - o que hoje é Amplamente aceito por historiadores e egiptólogos como Selim Hassan, Zahi Hawass, Jaromir Malek, Professor Rosalie David ou Bill Manley, ou museus importantes, como o Museu Britânico e o Museu Egípcio, todos os quais aceitam que Khufu era o construtor da pirâmide e Por implicação que o cartouche de Vyse é autêntico.

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Além disso, Zecharia Sitchin acusa Vyse em seu livro The Stairway to Heaven de perpetrar a falsificação por causa da "determinação de Vyse para obter uma grande descoberta à medida que o tempo e o dinheiro acabavam".

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A Grande Esfinge e a Grande Pirâmide

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Então, se Khufu não construísse a Pirâmide, e quanto à Esfinge, quando a Esfinge foi esculpida e quem a encomendou?

Para entender mais sobre a Sphinx, devemos olhar para a Estela do Inventário, descoberta pelos arqueólogos em 1858, que detalha várias coisas, mas, o mais importante, apresenta uma lista de 22 estátuas divinas pertencentes a um Templo de  Isis e continua reivindicando que o templo Existiram antes do tempo de  Khufu  (C. 2580 aC).

A credibilidade da Estela do Inventário é vista por historiadores e egiptólogos com grande cautela.

Então, se a Esfinge existisse desde antes da hora de Khufu ... quem o encomendou então?

Isso é interessante.

De acordo com um escritor árabe com o nome de Ibrahim al-Maqrizi, a Grande Pirâmide não foi construída por Khufu, a Grande Pirâmide foi construída muito antes da Grande Inundação por um rei com o nome de Surid Ibn Salhouk, Surid para breve, mas nós Chegará a isso em um minuto.

Curiosamente, o historiador romano do século IV, Amimiano Marcelino, escreveu que as inscrições que os antigos afirmados estavam gravados nas paredes de certas galerias subterrâneas, construídas no interior de certas pirâmides, visavam preservar a antiga sabedoria de ser perdida no dilúvio.

Voltando à pirâmide, estudiosos árabes atribuíram as pirâmides egípcias e os templos a uma EDAD ANTERILUVIANA, escreve Alan F. Alford em seu livro: Pirâmide dos Segredos - A Arquitetura da Grande Pirâmide Reconsiderada à Luz da Mitologia Criacional . Além disso, o autor observa que uma tradição popular, baseada na tradição copta e hermética, afirmou que o construtor das pirâmides e templos tinha sido "o primeiro Hermes" ou "Hermes de Hermes", também conhecido como Hermes Trismegisto por causa de seu triplo Qualidades de profeta, amável e sábio.

Uma segunda tradição popular, baseada na antiga tradição árabe, sustentava que o construtor das pirâmides era um rei antediluviano sob o nome de Surid Ibn Salhouk. No século 13 escreve Alfard, foi sugerido por um escritor que as pirâmides foram construídas por uma raça pré-adamita - habitantes de uma Terra anterior. Essas idéias eventualmente se fundiram até o ponto em que "Surid" foi identificado como Hermes.

Escritores árabes chamaram o rei Surid como aquele que, tendo aprendido sobre o inundação que se aproximava de um sonho, erguia as pirâmides como abóbadas para proteger livros e artefatos antediluvianos.

Entre os repórteres desta lenda particular estão o astrólogo Abumasar Balkhi, o historiador Abd al-Hokm, al-Masudi e Ibrahim al-Maqrizi, como mencionado anteriormente, todos sugerindo que Surid era Hermes ou Enoque.

Hermes Trismegistus era um contemporâneo de Moisés, ou o terceiro em uma linha de homens chamado Hermes, isto é, Enoque, Noé e o sacerdote egípcio que nos é conhecido como Hermes Trismegisto por ser o maior sacerdote, filósofo e rei.

Staniland Wake escreve na Origem e Significado da Grande Pirâmide que Masoudi, que morreu no ano 967 dC, professa relacionar a tradição copta, que diz: "esse Surid Ben Shaluk Ben Sermuni Ben Termidun Ben Tedresan Ben Sal, um dos reis Do Egito antes do dilúvio, construíram as duas grandes pirâmides; E apesar de terem sido posteriormente nomeados depois de uma pessoa chamada Shed-dad Ben Ad, que eles não foram construídos pelos Adites, que não podiam conquistar o Egito, por causa dos poderes que os egípcios possuíam por meio de encantamento; Que o motivo para a construção das pirâmides foi o seguinte sonho, que aconteceu com Surid trecientos anos antes do dilúvio.

Masoudi descreve os guardiões atribuídos pelo rei a cada pirâmide.

"O guardião da pirâmide oriental era um ídolo de granito manchado, de pé, com uma arma como uma lança na mão; Uma serpente foi envolta em sua cabeça, que agarrou e estrangulou quem se aproximou, torcendo em volta do pescoço, quando voltou a sua posição anterior sobre o ídolo. . . . Quando tudo terminou, ele fez com que as pirâmides fossem assombradas com espíritos vivos; E ofereceu sacrifícios para evitar a intrusão de estranhos e de todas as pessoas, exceto aqueles que por sua conduta eram dignos de admissão ".

O autor então diz que, de acordo com a conta copta, a seguinte passagem foi inscrita, em árabe, sobre as pirâmides: "Eu, Surid the King, construí as pirâmides e as terminei em sessenta e um anos. Deixe ele, que vem depois de mim, e se imagina um rei como eu, tente destruí-los em seiscentos. Destruir é mais fácil do que construir. Revesti-los com seda: deixe-o tentar cobri-los com tapetes.

Conforme observado por Wake, Surid pode ser o mesmo que Suphis ou Keops, como em um papiro que teria sido encontrado no mosteiro de Abou-Hormeis, disse que o Surid foi enterrado na pirâmide oriental (grande), seu irmão Haukith No oeste, e seu sobrinho Karwars na pirâmide menor. (Vyse, "Operações", etc., vol. Ii. P. 332.) - Surid parece ser dado na lista de Manetho, sob o nome de Sôris, como o primeiro rei da quarta dinastia. Este rei, porém, é tratado por M. Lenormant como não histórico. (Sec Lista dos Reis do Egito, "História Ancienne de l'Orient", tom. Ii. P. 430), e ele se refere a Khoufou (Suphis) a tabuinha na boca da antiga mina no Sinai, que egiptólogos ingleses Atribuir a Soris (Shuré). O nome deste rei também foi dito ter sido encontrado nos túmulos perto de Ghizeh, E nas marcas de pedreira da pirâmide do norte de Abou-Seir, que, portanto, é considerado seu túmulo. (Sir JG 'Wilkinson, em "Heródoto" de Rawlinson, vol. Ii. P. 344, 346).

Fontes utilizadas:

Pirâmide dos Segredos - A Arquitetura da Grande Pirâmide Reconsiderada à Luz da Mitologia Criacional

A Origem e Significado da Grande Pirâmide

Textos sagrados

Daily Grail

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FONTE: ewao

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