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21 março 2017

Vulcões Com Potencial de Gerar Catástrofes Globais e Extinção



Um supervulcão refere-se a um vulcão que produz os maiores e mais volumosos tipos de erupções na Terra; são vulcões com potencial de gerar catástrofes globais e extinção em massa; entretanto o volume total de magma expelido dessas erupções variam.

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Super-vulcão Yellowstone - Consequências se houver erupção

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O vulcão Yellowstone é considerado um supervulcão, pois sua erupção poderia durar semanas e os efeitos de sua erupção seriam globais, persistindo por meses, ou até por anos.

Sua cratera tem 90 quilômetros de extensão, e sua caldeira é 40 vezes maior do que a do Monte Santa Helena, sendo que boa parte de seu magma é eruptivo.

O vulcão e sua caldeira situam-se no Parque Nacional de Yellowstone, que ocupa grande parte da região noroeste no Wyoming, além de pequenas partes dos estados de Idaho e Montana, nos Estados Unidos da América.

Consequências da erupção


Se o vulcão Yellowstone entrasse em erupção, sua erupção duraria cinco dias. Cerca de três meses após a erupção uma nuvem de poeira cobriria o Hemisfério Norte, fazendo as temperaturas baixarem para -30º C. Ao mesmo tempo o Hemisfério Sul teria uma estação seca que duraria tempo indeterminado e temperaturas que chegariam a 50º C.

Imediatamente após a erupção um gás mortal e venenoso, chamado piroplastic que atingiria a temperatura de 900°c, incinerando tudo em um raio de 1900 km, devastando as regiões do Kansas, Nebraska, Livingstone, etc. Partículas do gás poderiam se espalhar ainda mais longe, matando várias pessoas por envenenamento ou asfixia.

O tremor de terra resultante da erupção atingiria grau 8.9 na Escala Richter, provocando uma onda subterrânea que iria se espalhar até o oceano, causando uma tsunami com ondas de 60 metros que iria devastar as áreas costeiras da Europa, América Central, América do Sul, e Ásia.

Cenas do Apocalipse - O supervulcão Yellowstone



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09 março 2017

NASA: Diz Sobre 32 civilizações avançadas que desmoronaram antes de nós, e nós somos a em seguida na linha

Sobre 32 civilizações avançadas desmoronaram antes de nós 01
Como qualquer leitor de longa data desta coluna sabe, rotineiramente extrai das lições históricas para destacar que este tempo não é diferente.
Ao longo do século XVIII, por exemplo, a França era a maior superpotência na Europa, se não no mundo.
Sobre 32 civilizações avançadas desmoronaram antes de nós 02
Mas eles se tornaram complacentes, acreditando que eles tinham algum tipo de "direito divino" para reinar supremo, e que eles poderiam ser tão fiscalmente irresponsável quanto eles gostassem.
O governo francês gastava dinheiro como marinheiros bêbados; Eles tinham programas de bem-estar substanciais, hospitais gratuitos e grandes monumentos.
Eles mantinham vastas terras no exterior, envolvidos em guerra constante, e até tinham seu próprio serviço de inteligência intrusiva, que espiava tanto o rei quanto o sujeito.
Claro, eles não podiam pagar por nada disso.
Os déficits orçamentários franceses estavam fora de controle, e eles recorreram a uma forte dívida e a uma rápida depreciação de sua moeda.
Pare-me quando isso soa familiar.
A economia francesa acabou fracassando, trazendo consigo um período de 26 anos de hiperinflação, guerra civil, conquista militar e genocídio.
A história é cheia de exemplos, da antiga Mesopotâmia à União Soviética, que mostram que, sempre que as sociedades atingem níveis insustentáveis ​​de consumo de recursos e alocação, elas desmoronam.
Estive escrevendo sobre isso há anos, ea idéia é agora bater mainstream.
Um recente artigo de pesquisa financiado pela NASA destaca esta mesma premissa. De acordo com os autores:
"Colapsos de civilizações até mesmo avançadas ocorreram muitas vezes nos últimos cinco mil anos, e eles foram freqüentemente seguidos por séculos de declínio populacional e cultural e regressão econômica".
Os resultados de suas experiências mostram que algumas das tendências muito claras que existem hoje - consumo insustentável de recursos e estratificação econômica que favorece a elite - podem muito facilmente resultar em colapso.
Na verdade, eles escrevem que "o colapso é muito difícil de evitar e requer grandes mudanças nas políticas".
Isso não é exatamente uma boa notícia.
Mas aqui está a coisa - entre dívidas maciças, déficits, impressão de dinheiro, guerra, esgotamento de recursos, etc., nossa sociedade moderna parece crivada com esses riscos.
E a história certamente mostra que os poderes dominantes estão sempre mudando.
Os impérios sobem e caem. O sistema monetário global está sempre mudando. O contrato social prevalecente está sempre mudando.
Mas há uma tendência maior em toda a história que supera todo o resto ... e essa tendência é o RISE da humanidade.
Os seres humanos são fundamentalmente criadores de ferramentas. Tomamos problemas e os transformamos em oportunidades. Encontramos soluções. Adaptamos e superamos.
O mundo não está chegando ao fim. Vai ser reiniciado. Há uma grande diferença entre os dois.
Pense no sistema em que estamos vivendo.
Uma minúscula elite tem controle total sobre a oferta monetária. Eles usam redes de espionagem intrusivas e armas de destruição em massa. Pode confiscar a riqueza dos outros a seu exclusivo critério. Eles podem endividar gerações por nascer.
Curiosamente, estas são as mesmas pessoas que são tão incompetentes que não podem colocar um site em conjunto.
Não está funcionando. E quase todo mundo sabe disso.
Somos ensinados a crescer que 'Nós, os Povos' têm o poder de afetar a mudança radical na cabine de votação. Mas este é outro conto de fadas.
A votação só altera os jogadores. Não muda o jogo.
A tecnologia é um grande jogo cambiador. A tecnologia existe hoje para revolucionar completamente a maneira como vivemos e governamos a nós mesmos.
O sistema de hoje é apenas um modelo do século XIX aplicado a uma sociedade do século XXI. Quer dizer, uma sala cheia de homens que tomam decisões sobre quanto dinheiro imprimir? É tão antiquado que é quase cômico.
Mas dado que a maioria dos governos ocidentais emprestar dinheiro apenas para pagar juros sobre o dinheiro que já pediu emprestado, é óbvio que o jogo atual está quase terminado.
Quando terminar, haverá um reset ... potencialmente tumultuado.
É por isso que você quer ter um plano B, e porque você não quer ter todos os seus ovos em uma cesta.
Afinal, por que se preocupar em trabalhar tão duro se tudo que você já conseguiu ou fornecido para seus filhos está amarrado em um país com fundamentos sombrios?
Se você concorda comigo, sinta-se livre para compartilhar este artigo com seus amigos abaixo para que eles também podem obter um plano B no lugar. Eles ficarão satisfeitos.
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27 janeiro 2017

Para grupo de cientistas, mundo pode estar mais próximo do apocalipse

upo de cientistas diz que o mundo se aproximou do apocalipse no último ano, diante de um cenário de segurança que vem se tornando obscuro e dos comentários do novo presidente americano, Donald Trump.

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Relógio Doomsday foi criado em meio a preocupações com uso de armas nucleares
Foto: Getty Images / BBCBrasil.com

O Boletim dos Cientistas Atômicos (BPA, na sigla em inglês) moveu o ponteiro do relógio Doomsday, que simboliza quão próximos estamos de uma hecatombe, de três minutos para dois minutos e meio antes da meia-noite - quanto mais perto dela, mais iminente está o fim do mundo, na avaliação dos pesquisadores.

É o mais próximo que o relógio chegou da meia-noite desde 1953, quando o ponteiro foi movido para dois minutos por causa de testes de bomba de hidrogênio feitos pelos EUA e pela Rússia.

Em um relatório, o BPA disse que as declarações de Trump minimizando as mudanças climáticas, a expansão do arsenal nuclear dos EUA e o questionamento acerca das agências de inteligência contribuíram para o aumento do risco global.

A chefe da BPA, Rachel Bronson, pediu aos líderes mundiais que "acalmem mais do que alimentem as tensões que podem levar à guerra".

O que é o relógio Doomsday?

O ponteiro dos minutos no Relógio do Juízo Final é uma metáfora de quão vulnerável à catástrofe o mundo está.

O dispositivo simbólico foi criado pelo Boletim dos Cientistas Atômicos em 1947 - o BPA havia sido fundado na Universidade de Chicago em 1945 por um grupo de cientistas que ajudaram a desenvolver as primeiras armas atômicas.

Hoje, o coletivo inclui físicos e cientistas ambientais de todo o mundo, que decidem como ajustar o relógio após consultar também o Conselho de Patrocinadores do grupo - que inclui 15 prêmios Nobel.

Por que ele se moveu meio minuto para mais perto da meia-noite?

Nos últimos dois anos, o ponteiro do Relógio do Juízo Final permaneceu fixado em três minutos antes da meia-noite. Mas o BPA diz que o perigo de desastre global é ainda maior em 2017, e decidiu mover o marcador 30 segundos para a frente.

"Os comentários perturbadores sobre o uso e proliferação de armas nucleares feitos por Donald Trump, bem como a descrença no consenso científico sobre a mudança climática expressa por Trump, e por vários dos nomeados para o seu gabinete, afetaram a decisão da diretoria, assim como o surgimento de nacionalismo estridente em todo o mundo."

Outros fatores listados no relatório da BPA incluem dúvidas sobre o futuro do acordo nuclear do Irã, ameaças à segurança cibernética e o surgimento de notícias falsas.

A decisão da diretoria de mover o ponteiro em menos de um minuto - algo que nunca fez antes - é porque Trump só recentemente assumiu o cargo e muitas de suas nomeações ainda não estão atuando no governo.

Como a ameaça se compara aos anos anteriores?

Quando foi criado em 1947, os ponteiros do relógio estavam em sete minutos antes da meia-noite. Desde então, isso mudou 22 vezes, variando de dois minutos para a meia-noite em 1953 a 17 minutos para a meia-noite, em 1991.

O relógio foi ajustado pela última vez em 2015, quando foi transferido de cinco para três minutos antes da meia-noite, diante de perigos como as mudanças climáticas e a proliferação nuclear. Esse foi o mais próximo que ele chegou da meia-noite em mais de 20 anos.

A última vez em que esteve no patamar dos três minutos foi em 1984, quando as relações entre os EUA e a União Soviética atingiram seu ponto mais crítico.

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09 janeiro 2017

Quase mil cidades do país em estado de calamidade

O algoz dos 994 municípios é um só: o clima


Quase mil cidades do país em estado de calamidade
Por chuva ou por calor, 994 cidades brasileiras decretaram estados de emergência ou calamidade pública. Todas tiveram as situações reconhecida pelos governos dos estados a que pertencem. O algoz dos 994 municípios é um só: o clima.
Nos cálculos do jornal Correio Braziliense o pior problema é o calor, sendo o Nordeste a região mais afetada, com 844 cidades em estado de emergência. Em uma das piores secas de todos os tempos, seis municípios decretaram situação de emergência só nos últimos dias: Jaíba e Rubim (MG); Coivaras (PI); Feira Nova e Poço Redondo (SE); e Mar Vermelho (AL).
No sertão de Petrolina, quinta maior cidade de Pernambuco, não chove há 11 meses, de acordo com o Estadão. Em meados de dezembro, caiu uma chuva forte, mas logo parou. Grandes reservatórios do Nordeste - com potencial de armazenar mais de 10 bilhões de litros de água - operam, em média, com 16,3% da capacidade, porcentual que era de 46,3% há cinco anos. Dos 533 reservatórios da região monitorados pela Agência Nacional de Águas (ANA), 142 estão secos.
Nas regiões Sul e Sudeste o que maltrata as cidades são os temporais de verão. Em São Paulo, no sábado (7), uma forte chuva alagou e causou o fechamento da estação Jardim São Paulo, da Linha 1- Azul do Metrô, na zona norte. Toda a cidade entrou em estado de atenção para alagamentos.
As chuvas fortes que caíram no Rio Grande do Sul durante esta semana castigaram pelo menos onze cidades. A capital, Porto Alegre, e municípios do centro, e do litoral ficaram alagados. Grande parte das cidades destas localidades ficaram sem abastecimento de energia elétrica e muitas famílias tiveram que abandonar as casas.
A previsão do tempo para esta segunda-feira (9) alerta para risco de chuva forte no Sul; do Espírito Santo ao sudeste do Tocantins, o tempo segue firme e seco. Chove muito no Vale do Paraíba e também na Grande São Paulo.
Fonte: noticiasaominuto
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07 janeiro 2017

Ministro da Justiça, que já foi advogado do PCC, enrola e acha que o povo é burro

Ministro da Justiça, que já foi advogado do PCC, enrola e acha que o povo é burro

O Lex Luthor de Temer, Alexandre de Moraes, Ministro da (In) Justiça, está mais perdido que cego no tiroteio como diz o dito popular. Mas essa desorientação toda 'a la Dilma', pode ocultar uma estratégia macabra.

Uma hora ele chega ao cúmulo de dizer que o PCC não tem nada a ver com guerra nos presídios, e em outro momento ele diz que tem a ver.

O fato é que Moraes, já defendeu interesses do PCC, quando advogava e tinha como cliente a Transcooper, uma cooperativa de transportes investigada pela Polícia Civil de São Paulo por suspeita de ligação com o Primeiro Comando da Capital (PCC). Ou seja, "indiretamente", pra não dar na cara, advogo pelo PCC. REVEJA AQUI.

NADA FALA DA ILEGALIDADE DA UMANIZZARE E OS CONTRATOS MILIONÁRIOS COM O GOVERNO

Outra coisa, o Lex Luthor do Temer enrola, mente descaradamente e não fala nada que preste sobre a (i) legalidade dos contratos milionários com o governo. E Temer passa o pano limpo para defender o governador do Amazonas.

De fato, Temer e seu Ministro acham que o povo é burro e que vai acreditar que trata-se apenas de uma 'briguinha inofensiva dentro dos presídios'.

Não é briguinha não. É Pauleira e da pesada.

O PCC quer eliminar os concorrentes, incluindo o Comando Vermelho e a tal da Família do Norte que atualmente está ligada às Farc, os quais mandam nas fronteiras escancaradas e são oponentes fortes ao PCC do Marcola demais bandidos.

RELEMBRE: PCC quer eliminar o Comando Vermelho, tomar o poder no RJ e depois no Brasil

Todos sabem que por enquanto a guerra está apenas dentro dos presídios, mas logo vai tomar as ruas e muita gente que nada tem a ver com o peixe, cidadãos e cidadãs de bem vão morrer no meio dessa briga.

E a culpa, se isso acontecer, será de Temer e do Ministro Ex-advogado do PCC que nada fazem de prático. Ao invés dissp fazem firula na TV e falam de um 'plano de segurança' sem pé nem cabeça, apenas pra dar  algo que a velha imprensa possa propagandear.

Está na cara de Moraes está a defender os interesses do PCC como Ministro da Justiça ao permitir que a facção criminosa elimine os concorrentes e se afirme como a nº 1 no Brasil.

Um governo sério eliminaria todas as facções usandos as Forças Armadas, PF, PM, PC e a Inteligência. Simples assim.

Mas, como se trata de um governo de coronés tarados por dinheiro, linha auxiliar do PT, PT esse que tem ramificações no PCC, jamais liberarão as Forças Armadas para agirem.

RELEMBRE: Polícia investiga possível ligação entre 'perueiros', PCC e PT em São Paulo

E o alto Comando das Forças Armadas além de ver o Exército ser sucateado, deixar as fronteiras expostas, obedecendo ordens absurdas desde Lula, Dilma e agora Temer, lava as mãos e deixa a coisa rolar.

Isso ainda vai longe, muito longe, enquanto o Governo enrola, mente pro povo, as Forças Armadas assistem a tudo de camarote e o povo segue catatônico, sem qualquer reação não apenas em relação a esse problema da segurança nacional, mas de todos eles, até em relação à ladroagem na Lava Jato, abafada nos noticiários por causa da guerra nos presídios.

FONTE: http://folhacentrosul.com.br/

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03 janeiro 2017

Estado perdeu controle dos presídios, dizem especialistas

'Os agentes são pouco capacitados e trabalham em péssimas condições. Nesse sentido, prevalece a improvisação, aquilo que chamamos de apagar incêndio'

 

Estado perdeu controle dos presídios

O massacre do Complexo Penitenciário Anísio Jobim, em Manaus, que deixou 56 detentos mortos, é consequência da completa ausência do Estado no controle dos presídios brasileiros, segundo especialistas. As superlotações nas cadeias e a precariedade das administrações penitenciárias do país, afirmam, fortalecem as facções criminosas e dão margem para violentas disputas territoriais entre grupos rivais.

Membro do Fórum Brasileiro de Segurança, o analista criminal Guaracy Mingardi destaca que a guerra entre facções dentro dos presídios “tem raízes bem antigas no sistema prisional brasileiro” e é consequência da omissão do Estado dentro das penitenciárias. “Sempre foi assim, não começou com o PCC (Primeiro Comando da Capital). O Estado se limita a cercar e manter os presos lá dentro, mas não tem controle nenhum interno”, disse.

Ele credita o massacre em Manaus ao acirramento de uma disputa nacional entre o PCC, que nasceu em São Paulo na década de 1990 e hoje atua em todo o país e até no exterior, e o Comando Vermelho (CV), que tem origem no Rio de Janeiro. “Não sei o que de fato levou à rebelião, mas certamente envolve uma disputa territorial nacional entre o PCC, que tem se expandido pelo país como estratégia de poder, e o CV. A facção Família do Norte é aliada do CV e viu uma chance de limpar a oposição do PCC, que é minoria naquele presídio. Em outros Estados já aconteceu o contrário”, explica.

Para Mingardi, a única solução a curto prazo é separar os detentos de facções rivais dentro do presídio até a abertura de novas vagas. “Mas isso não pode ser definitivo porque a longo prazo essa medida fortalece as facções dominantes e fará com que o próprio preso determine onde ele vai cumprir a pena”, sustenta.

“É preciso investir mais no sistema prisional, na reforma dos presídios, ampliação do número de vagas e dar melhores condições aos presos. Mas hoje parte do dinheiro do Fundo Penitenciário Nacional já é contingenciada e ainda vão usar uma parcela maior dos recursos de segurança pública para a Força Nacional, o que deve aumentar o número de presos e, sem melhorar os presídios, vai fortalecer mais as facções”, completa.

Nacional — Especialista em segurança pública e professor de sociologia da Pontifícia Universidade Católica (PUC) em Minas Gerais, Luiz Flávio Sapori afirma que os crimes ocorridos no Amazonas são um problema de segurança pública nacional. “É fato que o acirramento de confrontos entre facções tem ocorrido em vários Estados do Brasil, como Ceará, Rio Grande do Norte, Maranhão e Rondônia. Isso tudo é a confirmação de que o sistema prisional permanece esquecido, fora da agenda políticas públicas tanto dos governos estaduais quanto do governo federal”.

Para Sapori, que também é membro do Fórum Brasileiro de Segurança, além da falta de recursos investidos para reduzir as superlotações nos presídios, as penitenciárias brasileiras são administradas de forma amadora. “Não existe profissionalização. Os agentes são pouco capacitados e trabalham em péssimas condições. Nesse sentido, prevalece a improvisação, aquilo que chamamos de apagar incêndio. O trabalho de inteligência é precário. Os presos não são separados por periculosidade, as lideranças muitas vezes não são identificadas, e desta forma os presídios são dominados pelas facções.

Neles, a carência de recursos é a tônica e a relação de violência é a pauta”, afirma. Sapori argumenta que chacinas de presos envolvendo disputas de grupos rivais apenas fortalecem a atuação das organizações criminosas fora dos presídios, aumenta a insegurança da população. “Às vezes é cômodo para uma autoridade vir a público e dizer que se trata de uma guerra entre facções como isso não tivesse relação com a sociedade. O problema é que esse tipo de ação (chacinas), além de revelar que o Estado não tem controle nenhum dos presídios, fortalece a criminalidade. É um erro achar que a morte de criminosos na cadeia reduz os crimes nas ruas. Seja a facção vencedora ou perdedora dessa guerra, ambas vão recrutar mais gente para os seus exércitos, dentro e fora das prisões. Isso fortalece o crime nas ruas e aumenta a insegurança pública.”

 

(Com Estadão Conteúdo)

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21 dezembro 2016

PREVISÃO 2017! CAOS NO BRASIL E NO MUNDO, TRUMP, COLAPSO ECONÔMICO GLOBAL, ASTEROIDE 2012 TC4


Mais informações sobre estas previsões e fontes nesta descrição:
Uma astrônoma alertou que um asteroide do tamanho da Estátua da Liberdade está em direção à Terra e pode colidir com o planeta em outubro de 2017. As informações são do The Mirror.
Segundo Judit Györgyey-Ries, do Observatório McDonald da Universidade do Texas, a pedra gigante poderá trazer um impacto maior do que aquele causado na Rússia, em fevereiro de 2013, quando o país foi atingido por este fenômeno e mais de 1.200 pessoas tiveram de ser hospitalizadas.
“O tamanho é estimado pelo seu brilho, mas não sabemos exatamente a refletividade. Assim, pode ser maior ou menos do que esperamos, tendo entre 10 e 40 metros”, afirmou.
A astrônoma americana afirmou que é possível enxergar o asteroide 2012 TC4 que poderá causar janelas quebradas e certo caos, dependendo de onde ele bater. De acordo com ela, há uma chance em um milhão de sermos atingidos.
Um asteroide gigante parecido a este quase atingiu o planeta em outubro de 2012, quando passou a 94,800 km de distância.
Fonte: https://noticias.terra.com.br/ciencia...
Colapso Econômico em 2017: Por quê o dólar americano será papel higiênico global?
“Este será o primeiro evento que vai tocar cada pessoa viva no mundo. Toda a atividade humana é controlada por dinheiro. Nossa riqueza, nosso trabalho, nossa comida, nosso governo, mesmo nossos relacionamentos são afetados pelo dinheiro”.
“Nenhum dinheiro na história humana teve tanto alcance tanto em amplitude como em profundidade como o dólar. É de fato a moeda do mundo. Todos os outros colapsos monetários são insignificantes em comparação com este grande problema. Todas as outras crises cambiais têm sido regionais e havia outras moedas para as pessoas se agarrarem.”
“O colapso do dólar será o grande evento na história humana!”
“Este colapso será global e vai derrubar não só o dólar, mas todas as outras moedas fiduciárias, visto que elas não são fundamentalmente diferentes. O colapso das moedas vai levar ao colapso de todos os ativos de papel. As repercussões para isso terão resultados incríveis em todo o mundo.”
“O que torna essa história ainda mais irritante, é que não era necessário. Isso não tem que acontecer.”
Uma moeda que é criada e controlada por um governo. Em outras palavras, ela existe pelo governo “fiat”. Usando o dólar como um exemplo, o Federal Reserve dos EUA cria novos dólares simplesmente ao imprimi-los ou injetando “reservas” eletrônicas no sistema bancário. A oferta de dólares depende, assim, das decisões de nossos oficiais eleitos e seus administradores nomeados como os governadores do Fed.
Um exemplo de uma moeda não-fiat seriam as moedas de ouro e de prata que eram usadas para circular em grande parte do mundo. Havia apenas muito de cada metal, e o fornecimento só aumentou quando alguns mineiros empreendedores descobriram e escavaram mais. Os governos foram incapazes de criar esse tipo de dinheiro do nada.
Como o dólar, o euro de hoje, o iene japonês e a libra britânica são todas moedas fiat. E – aqui está o ponto – a cada moeda fiduciária crucial que existiu antes do lote atual acabou por ser destruída por seu governo.
O que acontece quando o dólar cai?
Muitas coisas, a maioria delas má. Quando os investidores estrangeiros e os bancos centrais pararem de exigir dólares, os preços dos títulos dos EUA vão cair, que é outra maneira de dizer que as taxas de juros dos EUA vão subir. As taxas de hipoteca e de cartão de crédito vão subir, enviando a economia EUA de volta à recessão. O governo dos EUA irá responder abrindo as comportas monetárias, a impressão de muitos dólares de papel conforme necessário para conversar a economia do colapso. Este aumento na oferta irá enviar o valor do dólar até o chão. Os preços para a maioria das coisas vai disparar, e as economias de vida das pessoas, que são em dinheiro, certificados de depósito bancários ou títulos denominados em dólar, serão eliminadas. Muitas empresas financeiras e de manufatura dos EUA vão ser arruinadas, juntamente com os seus acionistas.
Você seria capaz de sustentar seus entes queridos, quando o mundo desabar? Neste vídeo, descobri um segredo há muito esquecido que ajudou nossos ancestrais a sobreviver às fomes, guerras, crises econômicas, doenças, secas, e tudo mais que a vida lançou sobre eles… um segredo que irá ajudá-lo a fazer o mesmo para seus entes queridos, quando a América se desintegrar no chão.
Fonte: https://dinamicaglobal.wordpress.com/...
PREVISÕES REAIS PARA 2017: TRUMP E O COLAPSO ECONÔMICO GLOBAL, QUEDA DO DÓLAR, IMPACTO DO ASTEROIDE 2012 TC4 NA TERRA EM OUTUBRO.


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19 dezembro 2016

Cientistas alertam que humanidade não tem como evitar impacto de um asteroide

ASTEROIDE SIMULAÇÕA CAI NA TERRA

Há milhões de anos, os dinossauros foram dizimados pelo impacto de um meteoro com a Terra. Hoje, os seres humanos podem seguir o mesmo destino, alertou Joseph Nuth, pesquisador do Centro Espacial Goddard.

Em apresentação na última segunda-feira (12), durante o encontro anual da União Geofísica Americana, o estudioso afirmou que a Humanidade não está preparada para lidar com um cometa ou grande asteroide em rota de colisão com Terra. “O maior problema, basicamente, é que não há muito que possamos fazer sobre isso no momento”, declarou Nuth, de acordo com o jornal britânico “The Guardian”.

Nuth destacou que asteroides e cometas grandes e potencialmente perigosos são extremamente raros, se comparados com pequenos objetos que ocasionalmente explodem na atmosfera ou se chocam com a superfície do planeta. E não há nenhuma previsão de que algo assim pode acontecer. “Mas, por outro lado, eles são eventos com potencial de extinção, como o que exterminou os dinossauros, que acontecem a cada 50 ou 60 milhões de anos. Você pode dizer, claro, que estamos próximos de algo assim, mas é algo aleatório”, ressalvou o cientista.

Os cometas percorrem caminhos distantes da Terra, entretanto, às vezes, podem se aproximar da nossa vizinhança. Segundo Nuth, o planeta enfrentou um “encontro próximo” em 1996, com o cometa Hyakutake, e novamente em 2014, quando um cometa passou “dentro da distância cósmica de Marte”. Este segundo corpo foi descoberto apenas 22 meses antes de cruzar pela Terra, sem tempo suficiente para o lançamento de uma missão de desvio.

“Se você observar o cronograma de espaçonaves de alta confiabilidade, leva cinco anos para o lançamento. Nós tínhamos 22 meses”, disse o cientista.

A NASA criou, recentemente, um escritório de defesa planetária, e Nuth recomendou que a agência construísse um foguete de interceptação para ser armazenado, com testes periódicos, além de uma espaçonave de observação. Dessa forma, a agência espacial americana poderia cortar o cronograma de cinco anos pela metade, mas ainda assim insuficiente.

Uma espaçonave em estoque, pronta para o lançamento dentro de um ano, entretanto, “poderia mitigar a possibilidade de um asteroide vindo de uma região difícil de observar, como o Sol”. O cientista esclareceu que ele não fala em nome da NASA, e uma missão como esse precisaria de aprovação do Congresso.

Cathy Plesko, pesquisadora do Laboratório Nacional Los Alamos, explicou que existem duas formas de desviar um asteroide: uma ogiva nuclear ou um “impacto cinético, que é basicamente uma bala de canhão gigante”. “A tecnologia de bala de canhão é muito boa para interceptar objetos em alta velocidade. Acaba sendo mais efetiva que grandes explosivos”, afirmou Cathy.

Contudo, os cálculos para um defletor desse tipo precisam de longo refinamento. Por outro lado, a ogiva nuclear, considerada o último recurso, explodiria o asteroide, com efeitos colaterais perigosos, incluindo os destroços da explosão.

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16 dezembro 2016

NIBIRU O ASTRO DA DESTRUIÇÃO SE APROXIMA EUA TREMEM


PESSOAS PRÓXIMAS A OBAMA TEM PEDIDO A ELE QUE DIVULGUE A CHEGADA DO NIBIRU, ENQUANTO É TEMPO. 'ESTA CONSPIRAÇÃO DOS DEFENSORES DA DIVULGAÇÃO É PORQUE ACREDITAM DE TODO CORAÇÃO QUE A DIVULGAÇÃO É NECESSÁRIA. TEÓRICOS DAS CONSPIRAÇÕES, POLÍTICOS, EXPECIALISTAS CIÊNTIFICOS E INFORMANTES ACREDITAM QUE A ESTRELA ESCURA ESTÁ A CAMINHO DE FAZER ESTRAGOS NA TERRA.

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SAN ANDREAS – O PERIGO REAL DE UMA DAS FALHAS GEOLÓGICAS MAIS TEMIDAS DO MUNDO

SAN ANDREAS–O PERIGO REAL

A terra treme os e arranha-céus do distrito financeiro de Los Angeles desmoronam, prendendo milhares sob os escombros.
Um tsunami de proporções bíblicas adentra a baía de San Francisco, engolindo, por sua vez, a famosa ponte Golden Gate, antes de arrasar a cidade californiana.
Esses são dois dos cenários terríveis que mostram o filme catástrofe "Terremoto - A Falha de San Andreas" (2015).
Seu roteiro gira em torno das consequências devastadoras de um terremoto na falha que dá nome ao filme e traz caos e destruição à costa oeste americana.
A premissa é projetada para agradar os amantes do cinema de desastre, mas, quando se trata de terremotos, a linha que separa realidade e ficção é muito tênue.
Na quarta-feira (4), em declarações citadas no jornal "Los Angeles Times", cientistas advertiram na Conferência Nacional sobre Terremotos, realizada na cidade californiana de Long Beach, que a seção sul da falha de San Andreas está "carregada e pronta" para provocar um grande terremoto.
O trecho sul


A falha de San Andreas, que atravessa a Califórnia de norte a sul ao longo de 1,3 mil quilômetros e delimita a parte norte-americana da placa do Pacífico, é uma das mais estudadas no mundo, uma vez que está quase inteiramente na superfície da terra.

Ela foi a causa do devastador terremoto de magnitude 7,8 que destruiu grande parte de São Francisco em 1906, matando mais de 3 mil pessoas.
Embora a premissa extrema de "Terremoto" seja mais ficção científica do que cenário real, o fato é que o blockbuster foi um lembrete de que, mais cedo ou mais tarde, a falha voltará a afetar as mais de 38 milhões de pessoas que vivem em suas imediações precisam estar preparadas.
O que mais preocupa os cientistas é a seção sul da falha, que não produz um terremoto há cerca de 300 anos, embora os registros geológicos indiquem que ela causaria um grande terremoto a cada 150 anos.
Estimativas mais conservadoras apontam que, se houvesse um terremoto de magnitude 7,8 na escala Richter nessa seção - o que teria um impacto direto em Los Angeles, a segunda cidade mais populosa dos Estados Unidos -, cerca de 2 mil pessoas morreriam e haveria mais de 50 mil feridos Os danos materiais superariam os US$ 200 bilhões.

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15 dezembro 2016

YellowStone pode explodir e varrer os Yankes da Terra???

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Esta é uma daquelas perguntas cuja resposta correta valeria bilhões de dólares. Ninguém tem realmente certeza se ou quando isto ocorrerá, tendo em vista que Yellowstone é parte de um sistema que contém três caldeiras geradas por um hot spot, que é um ponto de calor anômalo no manto, cujo mecanismo de formação ainda não foi totalmente esclarecido. Neste link é possível acompanhar o efeito dohot spot na placa Norte-Americana nos últimos 16 milhões de anos, com a formação de seis campos vulcânicos e mais a região de Yellowstone. Pela figura se deduz que a placa está se deslocando de NE para SW, a uma taxa estimada de 4 cm/ano.

Mapa esquemático do estado do Wyoming, com destaque para o Parque Nacional de Yellowstone e a caldeira homônima, cujo limite foi demarcado por uma linha tracejada vermelha.

Desde o surgimento do homem moderno não houve nenhuma grande erupção no local. De fato, nos últimos dois milhões de anos ocorreram três grandes erupções há: 2,00; 1,25 e 0,64 milhões de anos AP. A terceira caldeira, que contém praticamente todo o Parque Nacional do Yellowstone, possui cerca de 80 km de extensão e 50 km de largura. A última erupção significativa ocorreu há cerca de 75.000 anos, considerada pequena porque só ejetou 200 Km3 de magma riolítico e material piroclástico. Nos últimos 640 mil anos ocorreram cerca de 30 destas pequenas erupções, algumas com menos de 1 km3 de material ejetado.

Eu, pessoalmente, acho que haverá pelo menos outro grande evento eruptivo porque a região continua tendo uma atividade magmática, tipificada nos diversos gêiseres e pelos constantes sismos que indicam movimentações na grande câmara magmática que jaz em subsuperfície, ainda que existam alívios temporários na pressão formada na câmara.

Entre 1923 e 1984 a superfície da região foi elevada em 83 cm, retornando praticamente ao nível de 1923 entre 1985 e 1989, sendo que tal alçamento e subsidência ocorreram pela combinação da variação no volume de material na câmara magmática e pela variação na pressão da água subterrânea que circula e alimenta os geiseres daquela área. Os freqüentes terremotos desde 1920 também serviram para aliviar o esforço tensional, e eles tem sido muito bem estudados nos últimos 10 anos. Em 1959 foi registrado um terremoto de magnitude 7,5.
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Figura esquemática mostrando os vetores de deslocamento por deformação da superfície na região do Parque Nacional de Yellowstone (flechas) e os sismos associados (bolinhas), entre 2004 e 2009.

Na década passada, observou-se um soerguimento de aproximadamente 17 cm desde 2004, sendo que este alçamento foi atribuído a uma recarga de magma na câmara magmática, que teria sido aumentada em pelo menos 6 km lineares.

Mas, diferentemente de outros locais da Terra, as variações geológicas do Parque Nacional de Yellowstone são muito bem acompanhadas remotamente, com várias estações sismológicas e de GPS (estas para acompanhar eventuais deformações e ou deslocamentos).

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Mapa esquemático mostrando as estações de GPS em funcionamento (amarelo) e as programadas (azul) em 1999, na região do Parque Nacional do Yellowstone.

Por fim, a mídia leiga veicula há algum tempo que o “supervulcão” (este termo não existe na literatura vulcanológica) está prestes a explodir de novo porque “ocorreram grandes erupções há cerca de 1,30 e 0,64 milhões de anos” e deste modo “a próxima erupção é eminente”.

Isto é uma tremenda bobagem. Não há nenhuma evidência de que as erupções ocorram em ciclos, em períodos pré-determináveis. Seria ótimo se assim fosse, pois facilitaria o trabalho dos geólogos, pois a estes bastava datar dois eventos e os demais seriam deduzidos. Infelizmente a natureza dos vulcões é muito mais complexa, não provendo o menor sinal de uma regularidade eruptiva ao longo do tempo geológico.

Leia mais sobre este assunto: Vulcões


 


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