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Exercícios para o Cérebro, Ilusão de Ótica e Trava-Línguas

Com certeza 99,99% dos leitores deste blog já foram a algum mecanismo de busca, recebeu por email ou visitou algum site que trate de ilusão de ótica. Esse é um dos assuntos mais curiosos, pois é através de truques da mente que enganamos nossa visão.
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Trouxemos, então, alguns exercícios para o cérebro que brincam com ilusões de ótica. É muito divertido participar e ainda, como todo exercício mental, estimula seu cérebro e melhora sua memória. Confira abaixo alguns exercícios para o cérebro e divirta-se!
O Primeiro deles, é o já famoso troca-letras, que prova que a ordem das letras não importa tanto na leitura das palavras.
troca-letras
O exercício seguinte, da troca de letras por número, mostra o quanto o cérebro da gente se adapta e reforça a idéia do exercício acima.
35t3-p3qu3n0
Agora, vem uma série que desafia nosso cérebro. De cara, parece que temos apenas uma letra ou número inserida repetidamente, mas você seria capaz de encontrar um número ‘6’ no meio desse monte de ‘9’s?
9-6
E quanto a dois ‘B’s dentre os ‘R’s?
R-B
Um número ‘1’ entre os ‘i’s.
i-1
Um ‘N’ entre os ‘M’s.
m-n
Um ‘Q’ entre os ‘O’s.
o-q
E agora, o mais interessante. Veja se você consegue dizer a sequência de cores abaixo. Mas preste atenção!!! Você não pode ler as palavras, mas apenas dizer quais são as cores que você está vendo em sequência rapidamente.
cores
Além destes, o treinamento dos trava-línguas também fazem um exercício interessante. Além de serem super divertidos. Veja alguns:
- O sabiá não sabia. Que o sábio sabia. Que o sabiá não sabia assobiar.
– A aranha arranha a rã. A rã arranha a aranha. Nem a aranha arranha a rã. Nem a rã arranha a aranha.
– Casa suja, chão sujo.
– A batina do padre Pedro é preta.
– É muito socó para um socó só coçar.
– Um ninho de mafagafos, com cinco mafagafinhos, quem desmafagafizar os mafagafos, bom desmafagafizador será.
– Fala, arara loura. A arara loura falará.
– Três pratos de trigo para três tigres tristes.
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Caçadores de aventuras, por que essa atração fatal?

gladiadores retratados
NA ROMA antiga, uma arena estava lotada com 50.000 pessoas ansiosas, cuja expectativa havia aumentado à medida que se espalharam anúncios mencionando: “Aventuras emocionantes que não se pode perder.”
Embora shows de mágica, pantomimas, palhaços e comédias ainda atraíssem multidões aos teatros locais, os espetáculos nas arenas eram bem diferentes. O desconforto dos assentos duros e as preocupações do cotidiano logo eram esquecidos durante os eventos emocionantes que aconteciam bem diante dos olhos dos espectadores.
Vinham os cantores, seguidos do sacerdote devidamente trajado. Daí, como num cortejo, portadores de incenso carregavam ídolos que representavam deuses e deusas, os quais eram levantados bem no alto para todos verem. Essa liturgia dava a impressão de que o evento tinha a bênção divina.
Animais trucidados
Então, as grandes e divertidas apresentações estavam para começar. Primeiro, avestruzes e girafas — animais que muito poucos da assistência já tinham visto — eram soltas na arena sem nenhuma chance de escapar. Dezenas de arqueiros usavam suas flechas para trucidar os indefesos animais, do primeiro ao último, para a alegria dos espectadores sedentos de emoção.
Às multidões vibrantes se apresentava o próximo espetáculo: uma batalha de vida ou morte entre dois enormes elefantes em cujas presas estavam fixados ferros longos e pontiagudos. Ouvia-se uma salva de estrondosas palmas quando um dos poderosos animais caía mortalmente ferido na areia encharcada de sangue. Essa cena apenas aguçava o apetite dos espectadores para o espetáculo principal que viria logo a seguir.
O espetáculo principal
As multidões sedentas de emoção ficavam de pé para receber os gladiadores que entravam na arena saudados por toques de trombeta. Alguns vinham equipados com espadas, escudos e capacetes de metal ou com punhais, ao passo que outros usavam relativamente pouca roupa e quase nenhuma arma. Sua luta era corpo a corpo; não raro a morte vinha para um ou ambos e com isso a platéia vibrava. Registros mostram que em um desses eventos morreram 5.000 animais em 100 dias. Em outro espetáculo, 10.000 gladiadores foram mortos. Mesmo assim, o público queria mais.
Criminosos e prisioneiros de guerra supriam a força básica e constante para a realização dos jogos. No entanto, conforme certa fonte declara, “eles não deviam ser confundidos com o grupo de gladiadores habilidosos que lutavam com armas, que ganhavam fortunas e que não estavam sentenciados à prisão perpétua”. Em alguns lugares, os gladiadores freqüentavam escolas especiais para aprender a arte da luta corporal. Com a adrenalina correndo solta, eles se empolgavam com a emoção de praticar o esporte e com sua atração fatal. O forte desejo de lutar outra vez era a paixão predominante. “Era considerado um gladiador muito bem-sucedido aquele que completasse a carreira com 50 lutas antes de se aposentar”, conclui uma fonte.
Tourada
O mundo hoje já está vivendo num novo milênio, mas fica evidente que as mesmas fortes paixões estão no coração de muitas pessoas atraídas a esportes e aventuras radicais, especialmente os que desafiam a morte. Por exemplo, as touradas são populares na América do Sul e no México há séculos, e atualmente vêm ganhando ímpeto na América Latina, em Portugal e na Espanha.
Segundo notícias, existem cerca de 200 arenas no México e mais de 400 na Espanha. Uma delas, no México, acomoda 50.000 pessoas. É comum ficarem lotadas de pessoas que vão assistir à demonstração de bravura de um homem contra as investidas dum touro. A qualquer sinal de covardia da parte dos toureiros, a multidão zombeteira demonstra seu descontentamento.
Ultimamente, até mulheres têm-se tornado toureiras, ganhando milhões de dólares para matar touros. Em uma entrevista para a televisão, uma delas declarou que nada poderia satisfazer mais sua paixão por emoções do que estar numa arena enfrentando as investidas dum touro, não obstante a ameaça sempre presente de ser escorneada até a morte.
Corrida de touros
“A multidão faz quatro fileiras em frente à Casa Sixto na Calle Estafeta de Pamplona, e o barulho é ensurdecedor”, declarou um relatório. “A conversa é multilíngüe: basco, castelhano, catalão e inglês.” Logo cedo, as pessoas já ficam a postos para presenciar o acontecimento. Os touros usados nas touradas ficam em currais a menos de um quilômetro da arena.
Os portões dos currais são abertos todas as manhãs nos dias em que haverá tourada à noite, para que seis touros, mais um de reserva, corram soltos. Os touros que correm em direção à arena passam por ruas ladeadas de construções, e barricadas impedem que entrem em ruas laterais. A corrida leva dois minutos se tudo der certo.
Anos atrás, desafiando o perigo, homens queriam testar suas habilidades ao tentar ultrapassar os touros na corrida. Muitos ainda tentam fazer isso todos os anos e com o tempo essa corrida se tornou um acontecimento internacional. Alguns ficaram gravemente feridos, já outros foram escorneados até a morte. “Se você acha que pode deixá-los para trás na corrida”, comenta um corredor, “está cometendo um grande erro”. Segundo a Cruz Vermelha espanhola, em um período de 20 anos houve “uma média de um ferimento por dia causado por chifres”. Outras 20 a 25 pessoas por dia foram tratadas por causa de ferimentos.
Por que essa atração fatal? Um corredor responde: “Os segundos em que você está lá, bem ao lado deles, sentindo o odor deles, ouvindo o estalar dos cascos no chão e vendo os chifres subindo e descendo a uma curta distância — aí é que está a verdadeira emoção.” A multidão vibrante incentiva os corredores. Ficam alguns dos espectadores decepcionados caso não assistam a uma escorneada fatal ou não presenciem um corredor sendo jogado para o alto pela investida de um touro de 680 quilos? Será que o derramamento de sangue não tem para eles o mesmo encanto que tinha para os presentes nas arenas romanas?
Fascínio pela morte
Daí, há os que têm um fascínio pela morte de outras maneiras. É o caso de motociclistas acrobatas que desafiam a morte e se arriscam a ficar gravemente feridos quando pulam, por exemplo, 50 carros estacionados lado a lado, diversos ônibus ou um desfiladeiro largo. Certo acrobata desse gênero relatou que havia quebrado 37 ossos e ficara em coma por 30 dias. Ele disse: “Braços ou pernas quebrados não significam mais nada para mim. . . . Já passei por doze grandes cirurgias de redução aberta de fraturas. É daquelas que eles abrem você e colocam uma chapa ou um parafuso. Acho que já colocaram em mim uns 35 ou 40 parafusos a fim de segurar os ossos. Estou sempre indo a hospitais por causa disso.” Certa vez, quando ele se machucou num ensaio para uma apresentação e não foi possível realizar sua façanha de saltar sobre carros, a multidão ficou decepcionada e vaiou.
Diversos caçadores de aventuras praticam esportes radicais — incluindo proezas que desafiam a morte como escalar as paredes externas de um arranha-céu sem equipamento de segurança, praticar o snowboard numa montanha de 6.000 metros de altura, praticar o bungee jump de torres e pontes altas, pular de pára-quedas amarrado a outra pessoa ou escalar montanhas íngremes cobertas de gelo apenas com picaretas nas mãos. “Normalmente perco de três a quatro amigos por ano”, lamentou uma alpinista de gelo. Essas são apenas algumas das aventuras arriscadas que se tornaram populares no mundo dos esportes. “É a possibilidade de uma tragédia que torna os esportes radicais tão atraentes”, declarou um escritor.
“Até os esportes mais radicais estão presenciando um crescimento súbito”, escreveu U.S.News & World Report. ‘Não existia em 1990 o sky surfing (surfe aéreo), em que pára-quedistas experientes em queda livre fazem acrobacias a 4.000 metros de altura, com os pés afixados numa prancha de grafite; agora esse esporte tem milhares de aficionados. Outro esporte, conhecido como BASE jump — em inglês, as letras iniciais de building (prédio), antenna (antena), span (vão de ponte) e earth (nesse caso, aplicado a monte) —, foi oficialmente estabelecido em 1980. Hoje, esse esporte atrai centenas de pessoas que saltam de pára-quedas — geralmente de forma ilegal e à noite — de objetos fixos, como torres de antena de rádio ou pontes.’ Esse esporte já tirou dezenas de vidas. “A possibilidade de alguém se ferir é pequena quando se pratica o BASE jump”, comentou um praticante experiente: “Você sai ou vivo ou morto.”
Escalada em montanhas íngremes, valendo-se apenas de pequenas cavidades para apoiar os dedos das mãos e dos pés, está atraindo milhares de pessoas. Já existem comerciais na imprensa televisada e escrita que anunciam de tudo, desde caminhões até remédios para dor de cabeça, com alpinistas — atados apenas a uma fina corda — que mal conseguem se segurar na parede de uma montanha, tendo abaixo um precipício de centenas de metros. Relata-se que, em 1989, umas 50.000 pessoas nos Estados Unidos se arriscaram a praticar esse esporte pelo menos uma vez; mais recentemente, cerca de meio milhão de pessoas foram seduzidas por essa atração fatal — e o número vem crescendo no mundo todo.
Nos Estados Unidos, “uma quantidade cada vez maior de rapazes e moças morrem ou ficam mutilados ao participar em jogos novos e bizarros”, publicou a revista Family Circle. A vida de jovens vem sendo ceifada quando participam do “surfe de carro” — sair pela janela dum carro em alta velocidade e ficar em cima do teto ou ficar em cima dum elevador em movimento ou, ainda, o surfe de trem, que consiste em ficar sobre um trem em alta velocidade.
Nunca o monte Everest teve tanto destaque. Alpinistas sem grande experiência pagam até 65.000 dólares para ter acompanhamento que os leve ao topo. Desde 1953, mais de 700 alpinistas chegaram ao topo. Os corpos de muitos deles ficaram lá, porque não conseguiram descer. Certo jornalista escreveu que “os alpinistas competem entre si para estabelecer recordes de quem é o mais jovem, o mais velho e o mais rápido a vencer o Everest”. “Diferentemente de qualquer outro esporte”, comenta outro jornalista, “o alpinismo requer que seus praticantes estejam dispostos a morrer”. Será que é necessário o risco de uma tragédia para alguém demonstrar coragem? “Ter coragem não significa fazer coisas idiotas”, disse um alpinista veterano. Entre as “coisas idiotas”, ele alista “ ‘passeios aventureiros’ ao monte Everest com alpinistas despreparados”.
E por aí vai. A quantidade e os tipos de aventuras com risco de morte estão se tornando comuns no mundo todo e a imaginação é o limite dos dispostos a inventar novas experiências. Um psicólogo prediz que os esportes radicais, nos quais os praticantes vivenciam por uns momentos o limite entre a vida e a morte, “vão se tornar o tipo de esporte com maior número de praticantes e espectadores do século 21”.
Por que fazem isso?
Muitos esportistas radicais alegam que sua participação em proezas arriscadas é uma fuga do tédio. Aborrecidas com a rotina, algumas pessoas abandonaram o trabalho e tentaram uma nova carreira no mundo dos esportes radicais. “Comecei a saltar de bungee jump como uma maneira de esquecer o passado e começar uma vida nova”, disse uma delas. “Eu pulava e era como se dissesse para mim mesmo: ‘Problemas? Que problemas?!’ ” Uma revista informou: “Ele é um veterano; já fez 456 saltos — entre eles do El Capitan, no parque nacional de Yosemite, da ponte da baía de San Francisco e do bondinho mais alto do mundo, que fica na França.”
Outro praticante de esportes radicais declarou: “O tempo pára. Você não se preocupa nem um pouco com o que está acontecendo no mundo.” Ainda outro disse: “O que fazemos por puro prazer [que para muitos inclui uma recompensa monetária], outros não fariam nem se tivessem uma arma apontada para a cabeça.” A revista Newsweek comentou: “Todos eles são loucos por emoção.”
Psicólogos vêm fazendo pesquisas sobre a busca de aventuras. Um deles classifica os caçadores de aventuras como tendo personalidade “T”, de “thrills” em inglês, que significa “riscos, aventuras, emoções”. Ele comenta: “Há aqueles que se apegam aos dispositivos de segurança na vida — as regras, as tradições. As pessoas do tipo ‘T’ largam os dispositivos de segurança. Preferem criar seu próprio modo de vida.” Ele explica que pesquisas indicam que os de personalidade “T” têm duas vezes mais acidentes na estrada do que outros. “Os acidentes são a principal causa de morte entre os jovens, quase sempre porque se metem em situações perigosas por causa da necessidade que sentem de emoções.”
Cientistas e psicólogos admitem que não é normal alguém procurar praticar esportes que tenham alto risco de morte. O fato de alguns ficarem gravemente feridos, correr risco de morte, se recuperar após ter passado um bom tempo no hospital para depois continuar na busca de mais emoções fortes, indica que nem tudo vai bem com o raciocínio dessas pessoas. Mesmo assim, elas talvez sejam muito inteligentes.
Os especialistas ainda não sabem o que move os caçadores de aventuras a arriscarem a vida ou a integridade física. As respostas podem estar no cérebro. “Você não vai conseguir parar essa busca por emoções”, dizem eles, “mas pode-se tentar impedi-los de arriscar a vida. No mínimo, o que se pode conseguir é evitar que eles coloquem em risco a vida de outras pessoas”.
Arranjo: JTC 
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Mosaicos pinturas feitas com pedras

Mosaicos

O MOSAICO já foi chamado de “forma de arte bizarra”, de “notável” técnica de ornamentação e de uma das “formas de arte decorativa mais duradouras que sobreviveram desde a antiguidade”. Domenico Ghirlandajo, artista italiano do século 15, chamou-o de “pintura para a eternidade”. Qualquer que seja a sua opinião sobre essa arte, a história do mosaico é muito interessante.

O mosaico pode ser definido como decoração de superfície — piso, parede ou abóbada — com composições feitas de pequenas peças de pedra, de vidro ou de ladrilho. Desde a antiguidade, trabalhos de mosaico têm ornamentado pisos e paredes, e foram também utilizados na decoração de balneários, piscinas e fontes, lugares onde a umidade podia danificar formas de arte mais delicadas.

Existe uma grande diversidade de composições de mosaico. As variações vão desde pisos monocromáticos simples a desenhos em preto e branco, e de complexos padrões florais policromáticos a impressionantes composições figurativas.

Origem e desenvolvimento

Não se sabe ao certo quem inventou o mosaico. Na antiguidade, egípcios e sumérios adornavam suas construções com composições coloridas, mas ali essa arte parece ter desaparecido sem grandes mudanças. Considerando que diversos lugares — Ásia Menor, Cartago, Creta, Espanha, Grécia, Sicília e Síria — têm sido apontados como o berço do mosaico, certo escritor sugeriu a possibilidade de a técnica ter sido “inventada, esquecida e reinventada em diferentes épocas e lugares da região do Mediterrâneo”.

Antigas obras de mosaico, algumas do nono século AEC, eram feitas com pedrinhas lisas dispostas em composições simples. A variação de cores ficava por conta das pedras encontradas na região. As pedras em geral tinham de 10 a 20 milímetros de diâmetro, mas, para alguns detalhes mais elaborados, usavam-se pedrinhas de apenas 5 milímetros de diâmetro. No quarto século AEC, os artífices começaram a cortar pedras em pedaços menores, o que lhes permitia conseguir maior precisão nos detalhes. Cubinhos de pedra, ou tesselas, aos poucos substituíram as pedrinhas. As tesselas permitiam obter maior variedade de tons, eram mais fáceis de trabalhar e se adaptavam ao padrão requerido. As superfícies ficavam mais regulares e podiam ser polidas e enceradas para realçar as cores. No segundo século EC, pedacinhos de vidro colorido também eram amplamente utilizados, de forma que os mosaicistas dispunham de uma “paleta” bem mais variada.

No período helenístico (c. 300 AEC a 30 AEC) surgiram belíssimos quadros de mosaico. “As obras de mosaicistas gregos — que empregavam ampla variedade de cores e tesselas de até um milímetro cúbico — rivalizavam com as pinturas murais”, diz o livro Glossario tecnico-storico del mosaico (Glossário Técnico-Histórico do Mosaico). As cores eram usadas com habilidade para produzir efeitos sutis de luz, sombra, profundidade, volume e perspectiva.

As obras gregas se caracterizam por uma gravura central bastante elaborada — em geral reproduções de altíssima qualidade de alguma pintura famosa — emoldurada por cercaduras ornamentadas. Algumas gravuras eram feitas com tesselas tão pequenas e tão bem encaixadas que parecem ter sido feitas com pinceladas e não com pecinhas avulsas de pedra.

Mosaicos romanos

A grande quantidade de obras de mosaico encontrada na Itália e nas províncias do Império Romano faz com que muitos pensem que o mosaico é uma arte romana. “Centenas de milhares de pisos de mosaico têm sido encontrados em construções do período romano, desde o norte da Grã-Bretanha até a Líbia, da Costa do Atlântico até o deserto da Síria”, diz certa fonte. “Essa técnica peculiar está tão interligada à expansão da cultura romana que achados de obras de mosaico são considerados como uma evidência da presença romana no local.”

Contudo, quadros de mosaico multicolorido não atendiam à demanda do Império Romano nos seus primórdios. A grande expansão urbana no primeiro século EC levou a maior demanda de trabalhos de mosaico de execução mais rápida e mais barata. Isso estimulou o surgimento de mosaicos em que se empregavam apenas tesselas brancas e pretas. Houve uma produção em vastíssima escala e, de acordo com a Enciclopedia dell’arte antica (Enciclopédia de Arte Antiga) ‘em qualquer cidade do império, as casas abastadas invariavelmente ostentavam um trabalho de mosaico’.

Curiosamente, réplicas perfeitas de determinados padrões são encontradas em locais bem distantes um do outro. Isso sugere que equipes de artesãos — ou talvez livros com padrões de mosaico — se tenham deslocado de um lugar para outro. Caso desejasse, a pessoa podia encomendar um quadro de mosaico produzido numa oficina de mosaicistas. Depois de pronto, o quadro era transportado numa bandeja de mármore ou de terracota e fixado no local. Os demais trabalhos de mosaico eram feitos no próprio canteiro de obras.

Era preciso cuidadoso planejamento para ajustar os desenhos e as bordas no espaço concedido. Dava-se atenção especial à base e ao acabamento para que a superfície ficasse bem lisa e uniforme. A seguir aplicava-se uma fina camada de massa num espaço pequeno o suficiente para que as peças pudessem ser assentadas antes de a massa secar — talvez uma área de cerca de um metro quadrado. Às vezes se rabiscava um esboço na superfície para facilitar a execução. As tesselas eram cortadas no tamanho certo e o artesão começava a assentar as peças.

Uma a uma, as tesselas eram incrustadas na massa. Terminada uma área, jogava-se massa sobre a área adjacente, repetia-se o processo de assentamento, e assim sucessivamente. Os mestres artesãos trabalhavam nas partes mais difíceis, deixando as áreas mais simples para os ajudantes.

Mosaicos da cristandade

O mosaico começou a ser usado nas igrejas da cristandade no quarto século EC, principalmente em quadros representativos de cenas bíblicas que serviam para instruir os fiéis. As luzes bruxuleantes que refletiam nas tesselas douradas e de vidro colorido criavam uma aura de misticismo. O livro Storia dell’arte italiana (História da Arte Italiana) diz: “O mosaico era uma arte que combinava perfeitamente com a ideologia da época, que sofreu grande influência do  . . . neoplatonismo. O mosaico é uma arte transcendente em que a matéria bruta se transforma em pura espiritualidade, luz e forma.” Um conceito bem distante da forma de adoração simples ensinada por Jesus Cristo, o fundador do cristianismo! — João 4:21-24.

Igrejas bizantinas exibem impressionantes trabalhos de mosaico. Há templos cujo interior — paredes e abóbada — é quase que inteiramente revestido de tesselas. Em Ravena, Itália, é possível apreciar as chamadas “obras-primas de mosaico cristão”, onde predomina o fundo de ouro, representando a luz divina e a inacessibilidade mística.

O mosaico continuou a ser bastante usado nas igrejas da Europa Ocidental no decorrer da Idade Média e ganhou excelência no mundo islâmico. Na Itália renascentista, oficinas de mosaicistas vinculadas a grandes catedrais — como a de São Marcos, em Veneza, e São Pedro, em Roma — tornaram-se grandes centros de produção de mosaicos. Por volta de 1775, artesãos de Roma dominaram a técnica de cortar fios de vidro derretido de todas as tonalidades imagináveis, transformando-os em minúsculas tesselas. Esse avanço possibilitou a execução de reproduções miniaturizadas de pinturas.

O mosaico hoje

Os mosaicistas modernos trabalham com o chamado método indireto. A técnica, executada na oficina do mosaicista, consiste em colar tesselas num molde de papel em tamanho natural. A cola é aplicada no lado direito das peças, deixando o reverso exposto. O mosaico é transportado seção por seção ao local, onde o reverso das tesselas é incrustado na superfície. Quando o cimento seca, a superfície é lavada para a remoção do papel e da cola, deixando exposto o lado direito das tesselas. Esse método economiza tempo e trabalho, mas o acabamento não tem o mesmo brilho que as produções medievais.

Mesmo assim, no século 19, inúmeras prefeituras, casas de ópera, igrejas e outras edificações utilizaram esse método de ornamentação. Além disso, essa técnica tem sido usada extensivamente em museus, estações de metrô, shopping centers, parques e playgrounds no mundo todo, desde a cidade do México a Moscou e de Israel ao Japão. Superfícies de mosaico liso, porém multifacetadas, também têm sido consideradas ideais para a decoração de fachadas contínuas de edifícios modernos.

Giorgio Vasari, artista italiano e historiador de arte do século 16, escreveu: “O mosaico é a arte pictográfica mais durável que existe. As pinturas desbotam com o tempo, mas o mosaico fica cada vez mais bonito.” De fato, a habilidade artística manifestada em muitas obras de mosaico é sem dúvida admirável. Os mosaicos são realmente fascinantes pinturas feitas com pedras!

Arranjo: Jefferson
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A LENTE em que vivemos! Todo mundo deve assistir e compartilhar esse vídeo, I'm Speechless, espalhe-o!

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Este documentário curto de 8 minutos de Spencer Cathcart questiona nossa liberdade, sistema educacional, corporações, dinheiro, sistema capitalista americano, governo dos EUA, colapso mundial, meio ambiente, mudanças climáticas, alimentos geneticamente modificados e nosso tratamento de animais.
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Estamos vivendo uma mentira? Este vídeo abrirá sua mente e fará com que você pergunte muitos aspectos da vida como a conhecemos. Vídeos como este são importantes para pessoas que preferem não ler, mas sim assistir, desta forma podemos chegar a todos os tipos de pessoas com informações que nos ajudarão a despertar e evoluir para esta nova era de informação. Esperamos que você aproveite este vídeo e sinta-se à vontade para comentar na seção de comentários abaixo!
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Um filme de Spencer Cathcart
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A Sedução da Superstição, Encyclopœdia Britannica afirmou...

supersticaoA Sedução da Superstição 

Por volta de 1910, a Encyclopœdia Britannica afirmou que o futuro traria “uma civilização isenta da última sombra de superstição”. Tal declaração originou-se pelo fato de a ciência e a civilização exporem a insensatez de crenças ou conceitos aceitos cegamente durante os séculos passados. 

Esta exposição do erro faria com que muitas pessoas se tornassem menos supersticiosas. Diante desse fato, esperava-se um futuro onde as crenças supersticiosas ficassem no passado, na Idade Média, onde, segundo alguns, muitas teriam surgido por influência do Catolicismo Romano; embora, evidentemente, as práticas supersticiosas sejam anteriores ao próprio Catolicismo.

Ao contrário do que muitos intelectuais esperavam, a superstição não findou com o avanço da tecnologia nem com o avanço das ciências físicas. Muitos achavam que o homem moderno não mais difundiria estórias como as da cegonha, fadas etc.; que aposentaria suas patas de coelho, figas, fitas vermelhas, ferraduras, arrudas ou as imagens de buda; que o mês de agosto deixaria de ser azarado (como se Deus não tivesse poder nesse mês); criam que até o temido “mau-olhado” ficaria cego.

Contudo, para a decepção geral desses otimistas tem ocorrido o inverso. Milhares de pessoas “intelectualizadas” se envolvem com alguma forma de superstição. Por exemplo, o jornal O Estado de São Paulo (14 de fevereiro de 1993) publicou a uma matéria sobre operadores de bolsa de valores que não tomam uma decisão sem antes realizarem alguma prática supersticiosa. 

Há o caso de Herald McCardell, 42 anos, que “não dá um passo sem antes segurar um pequeno saco de pano. Dentro dele, há de tudo: dente de leite de um dos dois filhos, uma moeda inglesa dada pelo pai, um pedaço de espinha de peixe. (…) Alguns operadores especiais chegam ao requinte de não se sentar em cadeiras de colegas comprovadamente “azarados”. (…) Outros andam somente com uma única gravata para dar sorte ou nem lavam a camisa que usam quando um negócio lucrativo é fechado.” Vê-se, pois, que a superstição atinge a todas as camadas sociais.

Outro engano era achar que superstições eram coisas de terceiro mundo, de países subdesenvolvidos. Porém, o jornal O Globo (19 de novembro de 1987) trouxe a seguinte notícia: “Japonesas lançam uma nova moda. Moças usam esparadrapo no braço esquerdo para atrair o rapaz que amam. (…) Esta simpatia funciona da seguinte forma: a moça deve escrever o nome do rapaz de quem gosta no braço esquerdo e cobri-lo com esparadrapo durante três dias. Ao fim de uma semana, o “milagre” acontece e o rapaz visado começa a sentir pela moça mais do que amizade”.

Assim, nem o avanço tecnológico foi capaz de deter a superstição. Os grandes jornais — que são formadores de opinião — trazem todos os dias uma sessão de horóscopos, sem se falar dos programas de rádio e de televisão que dão ampla cobertura à indústria do irracional. Pessoas moldam suas vidas por aquilo que os “astros” supostamente dizem ou deixam de dizer. As pessoas anseiam por coisas que determinem o rumo de suas vidas. Essa é a razão da proliferação de disques-0900. Tem de tudo: disque-tarô, disque-búzios, disque-anjo, e até os que oferecem o “serviço completo”, como o brasileiro Omar Cardoso Filho e o porto-riquenho Walter Mercado, que apresentam tudo em matéria de artes divinatórias, um mercado mais do que lucrativo (veja o AGIRnotícias, nº 2).

Superstição – o que é?

Talvez alguém esteja se perguntando: “Afinal de contas, que é superstição?” Como ponto de partida, tomemos duas definições do Aurélio: “Sentimento religioso baseado no temor ou na ignorância, e que induz ao conhecimento de falsos deveres, ao receio de coisas fantásticas e à confiança em coisas ineficazes; crendice; apego exagerado e/ou infundado a qualquer coisa”. 

Essas definições mostram um elemento fundamental envolvido em quase todas as práticas supersticiosas: a emoção do indivíduo. Declarou o doutor Edward Hornick (professor de psiquiatria em Nova Iorque): “As superstições estão entre os melhores sustentáculos contra a dúvida, a ansiedade a insegurança da vida”. Assim, podemos afirmar que a superstição seria uma tentativa do desejo humano de solucionar seus problemas, através de práticas que possam manipular forças sobrenaturais para o seu próprio proveito. A idéia inclui fazer com que Deus, os anjos ou até mesmo demônios possam estar ao seu serviço. Eles seriam uma espécie de gênio-da-lâmpada-de-Aladim.

Percebemos que o xis da questão está no fato de a pessoa achar que ela mesma poderá resolver todos os seus problemas, independente de Deus. “Na proporção em que o homem se desvia do Deus verdadeiro, ele se inclinará à superstição”. A superstição é a fé desviada de seu curso natural, Deus. A raiz da superstição está no fato de o homem, criado à imagem e semelhança de Deus, feito para sua glória, recorrer a objetos e fórmulas aparentemente mágicas a fim de resolver seus próprios problemas, sem levar em conta seu Criador. Tal desejo de independência de Deus é um pecado, um desvio da verdadeira fé, que é direcionada para coisas, como rezas, talismãs, cristais, pêndulos, pirâmides etc.

A Bíblia tem muito a dizer sobre essa questão. Veja: “A ira de Deus se revela do céu contra toda impiedade e perversão dos homens que detém a verdade pela justiça, porquanto o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou. Porque os atributos de Deus, assim o seu eterno poder como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas. Tais homens são por isso indesculpáveis, porquanto, tendo conhecimento de Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes se tornaram nulos em seus próprios raciocínios, obscurecendo-se-lhes o coração insensato. Inculcando-se por sábios, tornaram-se loucos, e mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, bem como de aves, quadrúpedes e répteis. Por isso Deus entregou tais homens à imundícia, pelas concupiscências de seus próprios corações, para desonrarem os seus corpos entre si, pois eles mudaram a verdade de Deus em mentira, adorando e servindo a criatura, me lugar do Criador, o qual é bendito eternamente. Amém” (Romanos 1:18-25).

Por que é tão sedutora

Várias coisas tornam a superstição altamente sedutora. A principal, sem sombra de dúvidas, é a curiosidade, sobretudo em relação ao que o futuro reserva. Isso mostra que as pessoas estão em busca de segurança, devido ao medo em relação ao porvir. Aproveitando-se dessa situação, a mais destacada das práticas supersticiosas, a astrologia, tenta fornecer as respostas a curto, médio e longo prazos. Porém, se alguém fizer uma busca pelos jornais, revistas, rádios e televisões buscando orientação dos astros, e resolvesse compará-las, certamente encontraria, no mínimo, respostas de duplo sentido e conflitantes entre si, revelando, portanto, que é a interpretação subjetiva do astrólogo que determina o provável futuro. Será esta a maneira correta de saber o que o futura trará? Vale a pena traçar o rumo de sua vida baseado em interpretações particulares? E onde fica Deus nessa história? Em quem devemos confiar: no Criador infalível ou em seres humanos falíveis? Pense nisso!

Uma outra razão que leva alguém a se aproximar das superstições é a necessidade de proteção contra possíveis “forças ocultas” que possam trazer perigos à sua vida. Assim, o excesso de credulidade leva pessoas a temerem o mau-olhado, a macumba, a feitiçaria etc. E para combater tais malefícios (que em si já são supersticiosos), as pessoas se entregam a outras práticas da mesma natureza. Esse ciclo vicioso faz do indivíduo uma presa fácil da superstição.

Além de proteção pessoal, há os que “acendem uma vela para Deus e outra para o Diabo”, buscando dominar outros; sua sede de poder irá envolvê-los não com Deus, mas com os poderes da trevas, o mundo de Satanás, fazendo aliança com as trevas. Enganam-se ao achar que podem controlar os demônios, ao contrário, são estes que controlam os desavisados e sedentos de poder. Jesus chamou o Diabo de “o pai da mentira” (João 8:44). Por que fazer aliança com quem não é confiável? Na intenção de dominar, não subjugados.

Para finalizar (embora esses tópicos não tenham esgotado o tema), vale a pena lembrar que a humanidade jura poder conquistar a divindade ou tornar-se um deus. Isso leva muitos ao submundo do ocultismo, do esoterismo, achando que estes lhes conferirão a fórmula da divindade. Esquecem-se, contudo, de duas verdades fundamentais. Primeira: Só existe um Deus. Segunda: Você não é Ele! E nem poderá ser. Há um grande abismo que separa o Criador da criatura, o Infinito do finito, o Absoluto do relativo.

Por que é tão perigosa

Toda e qualquer superstição é perigosa, pois desagrada a Deus. Isso não é mero passatempo inofensivo. Por vezes, o primeiro povo com quem Deus lidou, Israel, foi severamente punido pelo próprio Deus por se envolverem com práticas supersticiosas. E não foi por falta de avisos. Mesmo antes de entrarem na Terra Prometida, Deus lhes havia dito: “Quando entrares na terra que o SENHOR teu Deus te der, não aprenderás a fazer conforme as abominações daqueles povos. Não se achará em ti quem faça passar pelo fogo o seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro, nem encantador, nem necromante, nem mágico, nem quem consulte os mortos; pois todo aquele que faz tal coisa é abominação ao SENHOR; e por estas abominações o SENHOR teu Deus os lança de diante de ti. Perfeito serás para com o SENHOR teu Deus. Porque estas nações, que hás de possuir, ouvem os prognosticadores e os adivinhadores; porém a ti o SENHOR teu Deus não permitiu tal coisa” (Deuteronômio 18:9-14).

Algumas dessas práticas podem parecer inocentes, mas não são. Segundo a Bíblia o próprio Satanás, o príncipe dos demônios, transforma-se em “anjo de luz” (2ª Coríntios 11:14, 15). Por meio dessa sutil tática muitas pessoas são postas em contato com o poder das trevas sem o saber. A intenção de Satã não é apenas eliminar a fé das pessoas (é algo difícil até mesmo para ele); porém, ele tenta e continuará tentando para que as pessoas ponham sua fé em si mesmas ou em objetos, fórmulas mágicas, mandingas, feitiçarias, astrologia etc.

Em suma, a intenção do Diabo é que as pessoas se apoiem em tudo, menos em Deus e, mesmo que falem em Deus, não se submetam ao seu domínio exclusivo, não dêem importância à sua Palavra, a Bíblia, que deverá ser o guia completo para suas vidas e, sobretudo, não se sujeitem a Jesus Cristo, o Filho do Deus vivo, pois somente ele é quem poderá satisfazer todos os anseios humanos de paz, alegria, segurança; somente ele poderá assegurar um futuro melhor, no céu, para todos aqueles que crerem nele, demonstrando isso por meio de suas vidas. Até lá, é verdade, a vida não será necessariamente um mar de rosas, mas a Bíblia diz que Deus não nos abandonará em nenhum momento. Seja qual for a situação, Deus será sempre nosso socorro e auxílio. Diz a Bíblia: “Deus é nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente nas tribulações” (Salmo 46:1). Tudo isso revela o amor e o carinho desse Deus maravilhoso, que nenhuma prática supersticiosa poderá substituir.

Libertando-se da sedução

Alguém talvez pergunte: “É possível libertar-me da sedução ou do poder da superstição?” Claro que sim! Jesus mesmo garantiu: “E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará. (…) Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres” (João 8:32, 36). Aqueles que reconhecem a suficiência de Cristo abandonarão tais práticas antibíblicas que desagradam a Deus. A Bíblia relata que certa vez um grupo de pessoas supersticiosas, envolvidas com artes mágicas, após entregarem suas vidas a Jesus Cristo, reuniram seus livros de fórmulas mágicas (que eram caríssimos) e os queimaram diante de todo o povo (Atos 19:19). Servir a Jesus Cristo implica em renunciar também às práticas supersticiosas. Você só tem a ganhar.

Acredite, nenhum mal poderá nos separar do amor de Deus. O apóstolo Paulo pergunta: “Se Deus é por nós, quem será contra nós?” (Romanos 8:31). Assim, não há feitiço, macumba, vodu ou seja lá o que for, que nos fará dano algum. Deus é maior do que tudo isso. Entregue sua vida ao senhorio absoluto de Jesus, aquele que é o “caminho, a verdade e a vida” (João 14:6). Estado nas mãos do Salvador, Jesus Cristo, você experimentará a força destas palavras: “Porque eu estou bem certo de que nem morte, nem vida, nem anjos, nem principados, nem coisas do presente, nem do porvir, nem poderes, nem altura, nem profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Romanos 8:38, 39).

Fonte: CACP
Veja também:
Superstição - você acredita nisso?
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Basta crer em Deus, ou é necessário algo mais?

vida cristão
“ACREDITA você em Deus, ou num espírito universal?”, perguntou o famoso pesquisador de opinião pública George Gallup, Jr. Talvez surpreenda alguns que 95 por cento tanto dos adultos (com mais de 30 anos) como dos adolescentes pesquisados responderam ‘Sim’! Mas, até que ponto a crença se expressa em ação? Pelo visto, muito pouco. O sr. Gallup informou que quando se perguntou a alguns jovens adultos: “Quanta influência têm suas crenças religiosas sobre seu modo de pensar ou de agir diário?”, apenas 26 por cento responderam: “Muita.” — The Search for America’s Faith, de George Gallup, Jr., e David Poling.
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É óbvio, portanto, que não basta simplesmente crer em Deus. O discípulo Tiago escreveu: “Crês tu que há um só Deus? Fazes muito bem. Contudo, os demônios crêem e estremecem. . . . A fé à parte das obras é inativa.” (Tiago 2:19, 20) Por outro lado, a Bíblia fala sobre pessoas que foram além da simples crença. Enoque, por exemplo, “andou com o verdadeiro Deus”. (Gênesis 5:24) A relação entre Enoque e seu Deus tornou-se assim tão achegada que era como se eles andassem juntos! Mas, por que foi Enoque favorecido com esta relação ímpar? Em primeiro lugar, embora vivesse num ambiente religioso degenerado onde eram comuns as ‘ações, ímpias”, Enoque seguiu o proceder de justiça. Expôs com coragem e franqueza o proceder iníquo dos seus contemporâneos, profetizando: “Eis que Jeová veio com as suas santas miríades, para executar o julgamento contra todos e para declarar todos os ímpios culpados de todas as suas ações, ímpias que fizeram de modo ímpio, e de todas as coisas chocantes que os pecadores ímpios falaram contra ele.” — Judas 14, 15.
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Andar Enoque com Deus colocou-o em sério perigo. Pelo visto, seus inimigos planejavam assassiná-lo e pôr fim ao seu perturbador profetizar. Entretanto, o Deus com quem ele andava interveio. A Bíblia diz: “Pela fé Enoque foi transferido para não ver a morte, e não foi achado em parte alguma, porque Deus o havia transferido.” Sim, “Deus o tomou” na morte, pelo visto poupando-o duma morte violenta às mãos dos seus inimigos. — Hebreus 11:5, 13; Gênesis 5:24; veja João 3:13.
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Noé foi outro homem que “andou com o verdadeiro Deus”. Assim como Enoque, “Noé era homem justo. Mostrou-se sem defeito entre os seus contemporâneos”. (Gênesis 6:9) E isso apesar de nos seus dias a conduta desenfreada ser prevalecente e a violência grassar. Noé, porém, mostrou temor piedoso e destacou-se como “pregador da justiça”. Portanto, Deus preservou a ele e à sua família quando trouxe um dilúvio sobre aquele mundo antigo! — 2 Pedro 2:5; Hebreus 11:7; Gênesis 6:5, 11.
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Será que Deus ainda estende o convite para andarmos com ele? Certamente que sim! O apóstolo Paulo disse que Deus ‘não está longe de cada um de nós’ se tão-somente ‘tatearmos por ele e realmente o acharmos’. (Atos 17:27) Mas, como podemos fazer isso? E o que realmente está envolvido em se andar com Deus?
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[Nota(s) de rodapé]
Trinta e nove por cento responderam “alguma”, 14 por cento responderam “muito pouca”, e 12 por cento responderam “nenhuma”.
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Mark Zuckerberg, criador do Facebook é Illuminati ? Tire suas conclusões...


Programa de TV revela segredos e ligação do Facebook com a sociedade secreta illuminati.

Pode-se perceber que Mark Zuckerberg durante toda a entrevista fica bem apreensivo, suando bastante e dando respostas confusas à respeito das declarações feitas.

O que você tem a dizer sobre isso?

fonte - http://apocalink.blogspot.com.br/2012/05/mark-zuckerberg-criador-do-facebook-e.html
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Deus nos abençoa com riquezas? Falsa Teoria da prosperidade, saiba!

MoisesA bênção do SENHOR é que enriquece; e não traz consigo dores. Provérbios 10:22
SERÁ que o texto bíblico citado acima quer dizer que Deus abençoa os seus servos com riquezas materiais? Alguns acreditam que sim. Observe a declaração de um pregador e autor pentecostal australiano: “Em [meu] livro, eu vou lhe mostrar por que você precisa de mais dinheiro e em seguida como você pode ganhar mais dinheiro  . . . Se você conseguir mudar seu modo de pensar e cultivar uma atitude positiva em relação ao dinheiro, tenho certeza de que você vai andar na bênção e na prosperidade de Deus e nunca mais vai ter problemas financeiros.”
Uma afirmação assim, porém, dá a entender que os pobres não têm o favor de Deus. A prosperidade material é mesmo uma evidência da bênção de Deus?
Abençoados para um propósito
A Bíblia descreve casos em que Deus abençoou servos fiéis com riquezas materiais. Jacó, por exemplo, foi embora de casa só com seu bastão, mas voltou 20 anos depois com ovelhas, touros e jumentos suficientes para formar dois acampamentos. Segundo a Bíblia, a prosperidade de Jacó foi um presente de Deus. (Gênesis 32:10) Outro exemplo: Jó perdeu tudo o que possuía, mas Jeová o abençoou depois com “quatorze mil ovelhas, e seis mil camelos, e mil juntas de gado vacum, e mil jumentas”. (Jó 42:12) E ao Rei Salomão Jeová deu uma riqueza tão grande que se fala dela até hoje. — 1 Reis 3:13.
Por outro lado, a Bíblia conta a história de vários outros adoradores de Deus que, apesar de fiéis e obedientes, eram pobres. Com certeza Deus não estava punindo alguns com pobreza ao passo que recompensava outros com prosperidade. Qual era então o propósito de Deus ao abençoar alguns de seus servos com riquezas?
Em cada caso a resposta é diferente. Jacó obteve bens materiais que serviram de alicerce para se construir uma nação, um preparativo para a chegada do Descendente prometido. (Gênesis 22:17, 18) A prosperidade de Jó não deixou nenhuma dúvida a respeito de quem lhe havia causado calamidade, santificando assim o nome de Jeová. (Tiago 5:11) E Salomão usou boa parte da riqueza que Deus lhe deu para construir um templo grandioso. (1 Reis 7:47-51) Jeová também usou Salomão de outro modo muito interessante: para escrever de experiência própria sobre o valor limitado das riquezas. — Eclesiastes 2:3-11; 5:10; 7:12.
Como Deus nos abençoa hoje
Jesus ensinou seus seguidores a ter uma atitude equilibrada com relação ao dinheiro quando lhes disse que deviam ‘parar de estar ansiosos’ pelas coisas materiais. Explicou-lhes que nem Salomão, em toda a sua glória, se vestia tão bem quanto os lírios do campo. Mas disse então: “Se Deus, pois, veste assim a vegetação do campo,  . . . não vestirá ele tanto mais a vós, ó vós os de pouca fé?” Jesus garantiu aos seus seguidores que, se buscassem primeiro o Reino e a justiça de Deus, teriam comida, roupa e abrigo. (Mateus 6:25, 28-33) Como essa promessa se cumpre?
Quando colocada em prática, a orientação da Bíblia resulta em bênçãos, especialmente em sentido espiritual. (Provérbios 10:22) Mas também proporciona outros benefícios. Por exemplo, a Palavra de Deus instrui os cristãos: “O gatuno não furte mais, antes, porém, trabalhe arduamente.” (Efésios 4:28) Ela também declara que “quem trabalha com mão indolente será de poucos meios, mas a mão do diligente é a que enriquecerá a pessoa”. (Provérbios 10:4) Cristãos honestos e esforçados que seguem esses conselhos muitas vezes são empregados que os patrões valorizam. Isso pode ser uma bênção.
A Bíblia também ensina os cristãos a evitar o passatempo ganancioso da jogatina, a prática corrompedora do fumo e o hábito debilitante da bebedice. (1 Coríntios 6:9, 10; 2 Coríntios 7:1; Efésios 5:5) Os que acatam essas advertências notam que gastam menos dinheiro e que sua saúde melhora.
Riquezas mais valiosas do que prata ou ouro
Entretanto, não devemos nos basear nos benefícios materiais como a única evidência de que alguém tem a aprovação e a bênção de Deus. Por exemplo, Jesus expôs a pobreza espiritual de alguns cristãos em Laodicéia quando lhes disse: “[Tu] dizes: ‘Sou rico e adquiri riquezas, e não preciso de coisa alguma’, mas não sabes que és miserável, e coitado, e pobre, e cego, e nu.” (Apocalipse 3:17) Em contraste, aos cristãos de Esmirna, que eram pobres em sentido material, mas ricos espiritualmente, Jesus disse: “Conheço a tua tribulação e pobreza — mas tu és rico.” (Revelação 2:9) É provável que esses cristãos tenham passado necessidade às mãos de perseguidores por causa da sua fidelidade, contudo possuíam riquezas muito mais valiosas do que prata ou ouro. — Provérbios 22:1; Hebreus 10:34.
Jeová Deus abençoa os esforços dos que se empenham em fazer a Sua vontade. (Salmo 1:2, 3) Dá-lhes a força e os meios para enfrentar provações, sustentar a família e buscar primeiro o Reino. (Salmo 37:25; Mateus 6:31-33; Filipenses 4:12, 13) Portanto, em vez de encararem os bens materiais como a bênção principal que podem receber de Deus, os verdadeiros cristãos se esforçam para ser “ricos em obras excelentes”. Desenvolvendo um relacionamento achegado com o Criador, os cristãos ‘entesouram para si seguramente um alicerce excelente para o futuro’. — 1 Timóteo 6:17-19; Marcos 12:42-44.
Obs.: Não ignoro o nome de Deus, veja o nome de Deus Clicando em (Deus)
Jhero 
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O lado escuro do "pensamento positivo"

o lado escuro do pensamento positivo

O lado escuro do "pensamento positivo", de acordo com um Shaman brasileiro

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Todos nós provavelmente estamos dolorosamente familiarizados com o som da frase, "apenas tentemos ser positivos" - e ainda mais dolorosamente familiarizados com os sentimentos imediatos de frustração e ultraje que se seguem (juntamente com pelo menos um eyeroll). Embora essa filosofia tenha sido promovida em livros famosos como Think and Grow Rich e como ganhar amigos e influenciar as pessoas , ainda é muito mais fácil dizer (ou pensar) do que fazer (ou realizado). No entanto, um xamã brasileiro chamado Rudá Landé argumenta que a própria filosofia é completamente errada, independentemente.
Apesar do cativante dizer "concentre-se no poder de seus pensamentos e você irá transformar sua realidade", em si mesmo, o pensamento positivo não torna mais fácil para um indivíduo realizar algo. Se fosse tão fácil, haveria muito mais seres humanos vivendo em mansões, e praticamente nenhum ser humano vivendo em ruas - o que obviamente não é o caso na realidade em que vivemos.
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Fonte .
Como mencionado, o pensamento positivo "benéfico" não é fácil: é cansativo, ineficaz e impossível (então praticamente qualquer coisa que você faça seria mais produtiva). Isto é em parte porque você pode se hipnotizar, o que realmente tornará impossível para você perceber quais são as melhores escolhas na realidade , o que tornará quase impossível alcançá-las (definitivamente, isso não tornará as realizações mais fáceis).
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Outra razão pela qual o pensamento positivo pode ser prejudicial é que você bloqueia inerentemente os aspectos mais negativos da vida - e esses são os aspectos da vida que exigem o maior grau de pensamento a superar. Como resultado, os indivíduos são mais propensos a apenas continuar enterrando ou afastando seus problemas em vez de resolvê-los, e isso pode ser muito pior do que lidar com eles imediatamente porque os problemas continuarão a subir dentro de você até você estar pronto para explodir. Além disso, tentar usar o pensamento positivo para obter riqueza ou status é particularmente imprudente, porque muitas pessoas realmente não desejam atingir essas coisas (com todas as advertências negativas que lhes são anexadas).
Em outras palavras, o pensamento positivo pode resultar em uma guerra entre seus pensamentos artificialmente positivos e seus desejos e instintos naturais. Muitas vezes, um "pensamento" completo envolve muitas coisas que são positivas e negativas, então, se você tentar bloquear tantos pensamentos negativos quanto possível, muito menos dos seus pensamentos serão mais fáceis de entender do que seria. Além disso, é muito mais benéfico a longo prazo aprender com seus pensamentos negativos ao invés de ignorá-los, porque então você pode conscientemente tentar evitar se colocar nas situações que anteriormente resultaram em pensamentos negativos depois.
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Fonte .
Então, o que os seres humanos devem praticar no lugar do pensamento positivo? O exato oposto: pensamento negativo ! Ao sempre contemplar o pior cenário, talvez surpreendentemente, o medo desses tipos de cenários diminui; na maior parte, mesmo os cenários de pior caso razoáveis ​​não envolvem o potencial para a morte - e muitas vezes não envolvem particularmente "pior" conseqüências em geral. E, como aludido, os seres humanos realmente aprenderiam com suas experiências se não estivessem tão obcecados com o bloqueio (pelo menos) das principais partes deles sem memória.
É bom ter um contraste na sua vida: as coisas doces na vida simplesmente não sabem tão doce sem um bom senso de como as coisas amargas gostam. Além do mais, pensamentos e emoções negativas são muitas vezes apenas partes de pensamentos, emoções e experiências positivas muito maiores, por isso é fácil ver que o pensamento positivo pode rapidamente remover muita positividade e felicidade de sua memória e sua vida. Ao não sonhar acordado com as mansões e ganhar a loteria o dia todo, os indivíduos podem fazer um balanço de como eles se sentem na vida em que vivem, e eles podem fazer um brainstorm sobre as mudanças que eles têm a capacidade de fazer, que provavelmente melhorariam suas circunstâncias.
Por último, a humanidade é uma espécie incrivelmente dinâmica, e todos os seres humanos têm um senso de humor, além de uma alma. Para seres tão complexos, é extremamente imprudente categorizar qualquer pensamento, sentimento, emoção ou experiência como positivo ou negativo, e descartá-los ao acaso.
Rudá Landé é o fundador da Primal Source , por isso, atente seus sentimentos no artigo acima, e atente suas palavras no vídeo abaixo.
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Fonte .
* Este conteúdo foi inspirado por um artigo incrível que pode ser encontrado aqui 
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Imagens que o farão pensar duas vezes antes de entrar na água

Imagens que o farão pensar duas vezes antes de entrar na água 00
Exploramos menos de 5% de todos os oceanos do planeta Terra. Com mais de 70% da superfície terrestre coberta de água, é a força vital do nosso planeta. Então, pode-se imaginar que tipo de criaturas misteriosas podem viver sob a superfície. Então, da próxima vez que você pensa em nadar em oceanos ou rios, você pode querer pensar duas vezes depois de ver essas 16 fotos:
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1). Os Monstros do Mar podem realmente ser reais

Imagens que o farão pensar duas vezes antes de entrar na água 01
2). Apenas continue a nadar
Imagens que o farão pensar duas vezes antes de entrar na água 02
3). Fila para a sua vida!

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4). Sempre tive medo de cobras
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5). Este polvo de tamanho humano

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6). Aspirador de tubarão
Imagens que o farão pensar duas vezes antes de entrar na água 06
7). Algas que se parecem muito com monstros marinhos
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8). Flutuando acima de um gigante do mar
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9). Escondido no escuro debaixo da superfície
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10). Essa mulher tem coragem séria
Imagens que o farão pensar duas vezes antes de entrar na água 10
11). Seja lá o que for, eu vou optar por ficar longe disso
Imagens que o farão pensar duas vezes antes de entrar na água 11
12). As profundidades abaixo
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13). Por favor, me diga que isso não é real
Imagens que o farão pensar duas vezes antes de entrar na água 13
14). De perto e pessoal
Imagens que o farão pensar duas vezes antes de entrar na água 14
15). Migração em massa manta
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16). Eu acho que ele está na escola errada
Imagens que o farão pensar duas vezes antes de entrar na água 16
Este artigo foi inspirado pelo conteúdo encontrado aqui.
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