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24 abril 2017

SAN ANDREAS – O PERIGO REAL DE UMA DAS FALHAS GEOLÓGICAS MAIS TEMIDAS DO MUNDO

SAN ANDREAS–O PERIGO REAL

A terra treme os e arranha-céus do distrito financeiro de Los Angeles desmoronam, prendendo milhares sob os escombros.
Um tsunami de proporções bíblicas adentra a baía de San Francisco, engolindo, por sua vez, a famosa ponte Golden Gate, antes de arrasar a cidade californiana.
Esses são dois dos cenários terríveis que mostram o filme catástrofe "Terremoto - A Falha de San Andreas" (2015).
Seu roteiro gira em torno das consequências devastadoras de um terremoto na falha que dá nome ao filme e traz caos e destruição à costa oeste americana.
A premissa é projetada para agradar os amantes do cinema de desastre, mas, quando se trata de terremotos, a linha que separa realidade e ficção é muito tênue.
Na quarta-feira (4), em declarações citadas no jornal "Los Angeles Times", cientistas advertiram na Conferência Nacional sobre Terremotos, realizada na cidade californiana de Long Beach, que a seção sul da falha de San Andreas está "carregada e pronta" para provocar um grande terremoto.
O trecho sul


A falha de San Andreas, que atravessa a Califórnia de norte a sul ao longo de 1,3 mil quilômetros e delimita a parte norte-americana da placa do Pacífico, é uma das mais estudadas no mundo, uma vez que está quase inteiramente na superfície da terra.

Ela foi a causa do devastador terremoto de magnitude 7,8 que destruiu grande parte de São Francisco em 1906, matando mais de 3 mil pessoas.
Embora a premissa extrema de "Terremoto" seja mais ficção científica do que cenário real, o fato é que o blockbuster foi um lembrete de que, mais cedo ou mais tarde, a falha voltará a afetar as mais de 38 milhões de pessoas que vivem em suas imediações precisam estar preparadas.
O que mais preocupa os cientistas é a seção sul da falha, que não produz um terremoto há cerca de 300 anos, embora os registros geológicos indiquem que ela causaria um grande terremoto a cada 150 anos.
Estimativas mais conservadoras apontam que, se houvesse um terremoto de magnitude 7,8 na escala Richter nessa seção - o que teria um impacto direto em Los Angeles, a segunda cidade mais populosa dos Estados Unidos -, cerca de 2 mil pessoas morreriam e haveria mais de 50 mil feridos Os danos materiais superariam os US$ 200 bilhões.

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18 abril 2017

NASA Capta Imagens Preocupantes Sobre A Gronelândia

NASA CAPTURA FOTOS PREOCULPANTES NA GROELANDIA

Ao passar por imagens - parte da Operação IceBridge da NASA - peritos fizeram uma preocupante descoberta em uma das maiores geleiras da Groenlândia. A presença da rachadura para o centro da geleira deixou cientistas perplexos que não são exatamente certo como se formou. Geralmente, quando as rachaduras aparecem em geleiras que tendem a fazê-lo em suas bordas. Este apareceu no centro.


Os cientistas conseguiram tirar fotos de uma enorme e preocupante rachadura que apareceu em um dos maiores galciadores da Groenlândia - o glaciar Petermann. A fissura preocupante foi detectada por especialistas ao passar por imagens de satélite.

De acordo com especialistas, o crack levanta preocupações de que a prateleira de gelo pode rachar completamente, rompendo no oceano.

Em 2010, uma barra de gelo MASSIVE quebrou do Glaciar Petermann, e dois anos mais tarde, em 2012, outro enorme pedaço de gelo quebrou livre.


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Imagens de satélite da ilha de gelo que surgiu em 2010. Na época, era de 260 quilômetros quadrados (100 sq mi) em tamanho. Observatório da Terra da NASA


Segundo relatos do Washington Post, outra rachadura foi manchada em direção ao centro da prateleira de gelo de Petermann.

Stef Lhermitte, cientista da Universidade de Tecnologia de Delft, na Holanda, viu uma nova rachadura aparecendo no meio da prateleira de gelo.

Falando sobre a descoberta preocupante, Lhermitte disse Mail Online: "Tanto quanto eu entendo, a ilha não pode interromper até mais tarde este verão ou mesmo no próximo verão. Como esta parte da plataforma de gelo já está flutuando o rompimento da ilha não afetará a elevação do nível do mar (iefloating gelo e água têm exatamente o mesmo volume). Mas a compreensão da resposta da geleira a longo prazo é importante porque retira uma grande quantidade de gelo da camada de gelo da Groenlândia ".


. @PETERMANN_ICE @ANDREASMUENCHOW@GLACIER_DOC @COPERNICUSEU @ESA_EO A SÉRIE DESATÉLITES SENTINEL-2 MOSTRA ESTE NOVO CRACK PELA PRIMEIRA VEZ EM JULHO DE 2016. TEM VINDO A CRESCER DESDE ENTÃO. 2/5 PIC.TWITTER.COM/5DIILS8KX9

- STEF LHERMITTE (@STEFLHERMITTE) 12 DE ABRIL DE 2017


Como a maioria dos glaciares do nosso planeta, Petermann é também uma prateleira de gelo. Isso significa que já está flutuando no mar, que por sua vez - como explicado por especialistas - significa que não contribui para o aumento do nível do mar durante a sua desintegração.

No entanto, as prateleiras de gelo desempenham um papel extremamente importante na manutenção de lençóis de gelo e geleiras, o que significa que com sua destruição de pedaços de água congelada acabam no oceano.

Os cientistas notaram que a geleira está se desintegrando e duas fissuras já na geleira estão se movendo uma em direção à outra - uma delas é muito mais longa e mais larga. Se essas duas rachaduras eventualmente se reunirem, ele irá fraturar o Glaciar Petermann ao longo de mais de metade de sua área total.

Há até mistério nisso. A presença da rachadura para o centro da geleira deixou cientistas perplexos que não são exatamente certo como se formou. Geralmente, quando as rachaduras aparecem em geleiras que tendem a fazê-lo em suas bordas. Este apareceu no centro.

Como notado pelo borne de Washington a rachadura apareceu no meio da prateleira de flutuação , um pouco do que em um de seus lados, como é típico deste glacier - Lhermitte principal a querer saber se poderia ter sido causado pelas águas do oceano abaixo da prateleira.

Além do que está acontecendo atualmente na Groenlândia, imagens preocupantes foram capturadas em todo o planeta.

Depois de descobrir uma rachadura MASSIVE na plataforma de gelo antártica Larsen C, os cientistas dizem que em breve vai dar , tornando-se um dos maiores icebergs do planeta. Na verdade, pode ser um iceberg duas vezes maior do que o menor país europeu.

Larsen C é a QUARTA maior prateleira de gelo na Antártica e, segundo relatos da Nature, desde o início deste ano, sua rachadura se moveu pelo menos 10 quilômetros mais. Atualmente, a fenda já tem 175 quilômetros de extensão.


Imagem em destaque: Imagem preliminar do DMS da nova fenda no Glaciar Petermann da Groenlândia, diretamente abaixo da aeronave da Operação IceBridge da NASA. (Gary Hoffmann / NASA).

[H / T: Washington Post ]

 

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03 abril 2017

YellowStone pode explodir e varrer os Yankes da Terra???

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Esta é uma daquelas perguntas cuja resposta correta valeria bilhões de dólares. Ninguém tem realmente certeza se ou quando isto ocorrerá, tendo em vista que Yellowstone é parte de um sistema que contém três caldeiras geradas por um hot spot, que é um ponto de calor anômalo no manto, cujo mecanismo de formação ainda não foi totalmente esclarecido. Neste link é possível acompanhar o efeito dohot spot na placa Norte-Americana nos últimos 16 milhões de anos, com a formação de seis campos vulcânicos e mais a região de Yellowstone. Pela figura se deduz que a placa está se deslocando de NE para SW, a uma taxa estimada de 4 cm/ano.

Mapa esquemático do estado do Wyoming, com destaque para o Parque Nacional de Yellowstone e a caldeira homônima, cujo limite foi demarcado por uma linha tracejada vermelha.

Desde o surgimento do homem moderno não houve nenhuma grande erupção no local. De fato, nos últimos dois milhões de anos ocorreram três grandes erupções há: 2,00; 1,25 e 0,64 milhões de anos AP. A terceira caldeira, que contém praticamente todo o Parque Nacional do Yellowstone, possui cerca de 80 km de extensão e 50 km de largura. A última erupção significativa ocorreu há cerca de 75.000 anos, considerada pequena porque só ejetou 200 Km3 de magma riolítico e material piroclástico. Nos últimos 640 mil anos ocorreram cerca de 30 destas pequenas erupções, algumas com menos de 1 km3 de material ejetado.

Eu, pessoalmente, acho que haverá pelo menos outro grande evento eruptivo porque a região continua tendo uma atividade magmática, tipificada nos diversos gêiseres e pelos constantes sismos que indicam movimentações na grande câmara magmática que jaz em subsuperfície, ainda que existam alívios temporários na pressão formada na câmara.

Entre 1923 e 1984 a superfície da região foi elevada em 83 cm, retornando praticamente ao nível de 1923 entre 1985 e 1989, sendo que tal alçamento e subsidência ocorreram pela combinação da variação no volume de material na câmara magmática e pela variação na pressão da água subterrânea que circula e alimenta os geiseres daquela área. Os freqüentes terremotos desde 1920 também serviram para aliviar o esforço tensional, e eles tem sido muito bem estudados nos últimos 10 anos. Em 1959 foi registrado um terremoto de magnitude 7,5.
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Figura esquemática mostrando os vetores de deslocamento por deformação da superfície na região do Parque Nacional de Yellowstone (flechas) e os sismos associados (bolinhas), entre 2004 e 2009.

Na década passada, observou-se um soerguimento de aproximadamente 17 cm desde 2004, sendo que este alçamento foi atribuído a uma recarga de magma na câmara magmática, que teria sido aumentada em pelo menos 6 km lineares.

Mas, diferentemente de outros locais da Terra, as variações geológicas do Parque Nacional de Yellowstone são muito bem acompanhadas remotamente, com várias estações sismológicas e de GPS (estas para acompanhar eventuais deformações e ou deslocamentos).

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Mapa esquemático mostrando as estações de GPS em funcionamento (amarelo) e as programadas (azul) em 1999, na região do Parque Nacional do Yellowstone.

Por fim, a mídia leiga veicula há algum tempo que o “supervulcão” (este termo não existe na literatura vulcanológica) está prestes a explodir de novo porque “ocorreram grandes erupções há cerca de 1,30 e 0,64 milhões de anos” e deste modo “a próxima erupção é eminente”.

Isto é uma tremenda bobagem. Não há nenhuma evidência de que as erupções ocorram em ciclos, em períodos pré-determináveis. Seria ótimo se assim fosse, pois facilitaria o trabalho dos geólogos, pois a estes bastava datar dois eventos e os demais seriam deduzidos. Infelizmente a natureza dos vulcões é muito mais complexa, não provendo o menor sinal de uma regularidade eruptiva ao longo do tempo geológico.

Leia mais sobre este assunto: Vulcões


 


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Sinais de que caminhamos para uma extinção em massa

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Pesquisadores pensam que estamos muito próximo de uma extinção em massa que poderia dizimar grande parte da vida na Terra. Será que eles estão certos? Não sabemos, mas há algumas evidências que indicam que sim.
Antes de tudo, temos de definir o conceito de extinção em massa. Ela ocorre quando mais de 75% de todas as espécies do planeta morrem em menos de 2 milhões de anos. Parece muito, certo? Em termos humanos sim, mas em geológicos não – é um piscar de olhos, tanto que nosso planeta já presenciou 5 extinções em massa nos últimos 540 milhões de anos, a mais famosa sendo aquela que incluiu a morte dos dinossauros após a queda de um meteoro.

Supervulcões

E o mais famoso deles, tema de filmes como “2012”, está localizado no Parque de Yellowstone, nos EUA (imagem em destaque). É uma fina camada de terra que está no topo de um caldeira gigante, e há quem diga que esse supervulcão pode explodir em um futuro não muito distante. Caso aconteça, a erupção pode vomitar muito carbono e outros gases de efeito estufa, além de cinzas. Uma erupção do tipo aconteceu há 250 milhões de anos na Sibéria, e alterou drasticamente o clima terrestre, que oscilou entre calor e frio extremo. Essa mudança dizimou 95% das formas de vida da época.

Superpopulação

Ultrapassamos as 7 bilhões de pessoas, e não há recursos para todos. Também invadimos todos os cantos, exceto a Antártida. Esse aumento drástico na população nos últimos séculos tem levados muitas espécies a mudar de habitat, o que gera mudanças em toda a cadeia alimentar.

Mudanças Climáticas

Mudanças Climáticas
É inegável que as calotas do Ártico estão derretendo a um ritmo preocupante, e o clima global vai gradualmente subindo. Ao contrário do que muitos pensam, os humanos podem não ser os únicos responsáveis pela mudança climática – a Terra já sofreu com aquecimentos e resfriamentos extremos ao longo de milhões de anos. Infelizmente, sempre que isso acontece vem junto uma grande extinção em massa. A primeira delas (há 540 milhões de anos), foi causada por uma idade do gelo breve e em sequência um rápido efeito estufa. Outra extinção no final do período Triássico provocou incêndios colossais ao redor do globo, o sufocando em cinzas.

Acidificação dos oceanos

Tão preocupante quanto as mudanças climáticas é o aumento da acidificação dos oceanos, o que está matando muitos recifes de corais e dificultando a vida de mariscos. Cerca de 200 milhões de anos atrás, uma extinção em massa causada por essa acidificação matou 80% da vida no planeta, grande parte dela nos oceanos. Com o aumento da acidez, o nível de cálcio cai, impedindo que as criaturas sem casca construam suas conchas, as deixando muito vulneráveis. Quando essas criaturas morrem, seus predadores ficam sem alimento, gerando um colapso na cadeia alimentar.

Taxa superior à média

Extinções (não em massa) sempre foram muito comuns ao longo da história da vida, tanto que matemáticos e biólogos encontraram um número médio de criaturas extintas por período ao longo dos milhões de anos. Consideramos uma extinção em massa um enorme pico nessa estatística. E há muitas evidências que indicam que a taxa de extinções que temos presenciado nos últimos 500 anos é bastante elevada em relação à períodos anteriores. Isso pode ser um sinal do início de uma extinção em massa.

Queda na diversidade

Queda na diversidade
Pesquisadores podem descobrir a taxa de extinção estudando a diversidade de fósseis. Desse modo, eles descobrem também as criaturas e plantas que eram vivas em certo período, além de como elas sumiram do registro fóssil. E nos registros mais recentes (últimos 50 mil anos), os cientistas estão vendo uma queda acentuada na diversidade de espécies. Isso também é um sinal de que uma extinção em massa pode ter lugar em um futuro próximo.

Os anfíbios estão morrendo

Pesquisadores estão notando um grupo gigante de espécies simplesmente sumir aos poucos – os anfíbios, sobretudo os sapos. Eles estão desaparecendo sobretudo por causa da destruição de habitat e propagação de um fungo mortal capaz de dizimar comunidades inteiras de sapos em semanas. E quando mais perdemos essa diversidade, maior é a chance de nos encontramos em mundo repleto de espécies predadoras. Tal cenário foi responsável por uma extinção em massa no Devoniano.





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29 março 2017

Uma ilha de 1300 anos na Sibéria chocou Vladimir Putin "Eu nunca vi nada parecido ..."

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Uma antiga fortaleza chamada Por-Bajin - ou Por-Bazhyn, Por-Bazhyng - tem historiadores e Putin - entre muitos outros - completamente confundidos. Ninguém sabe ao certo por que a misteriosa fortaleza de 1300 anos de idade foi construída em uma distante ilha da Sibéria, nem por que foi abandonada.

Os especialistas têm opiniões mistas.
O presidente russo, Vladimir Putin, visitou a misteriosa ilha com o príncipe Alberto de Mônaco e disse: "Estive em muitos lugares, já vi muitas coisas, mas nunca vi nada desse tipo".
Descoberto um século atrás, a misteriosa fortaleza localizada na distante Sibéria chamada Por-Bajin continua a misty especialistas e líderes mundiais.
A primeira impressão - ao olhar para a ilha misteriosa - é uma fortaleza retangular ou prisão em ruínas.
Construído há cerca de 1.300 anos, ninguém tem certeza do que se usou a ilha de forma retangular e suas ruínas labirínticas, nem por que foi abandonada.
Cientistas e historiadores não podem concordar com uma única teoria. Alguns acreditam que a fortaleza isolada foi criada no passado distante para atrair pessoas lá - e não uma prisão - e provavelmente foi usada como um mosteiro, um retiro religioso ou mesmo como um antigo observatório astronômico.

Significado "casa de barro" na língua Tuvan, Por-Bajin fica entre as gamas Sayan e Altain e está localizado a quase 4.000 quilômetros de Moscou.
A localização da ilha foi descoberta pela primeira vez em 1891, e desde então os especialistas não conseguiram entender seu verdadeiro propósito.
Em 2007, os especialistas decidiram visitar a ilha e dar uma olhada. Os cientistas descobriram tabuletas de argila de pés humanos, desenhos antigos nas paredes e portões MASSIVE.
Acredita-se que a ilha mystifying foi criada durante o período do Uighur Khaganate (744-840 AD) entretanto ninguém sabe a razão exata por que foi construído.

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Por-Bajin no mapa de Uighur Kaganate. Imagem: Irina Arzhantseva

Além disso, o que choca ainda mais os peritos é o fato de que a ilha foi construída em um lugar extremamente solitário e está localizada a uma grande distância de grandes assentamentos e rotas comerciais antigos.
Quanto mais especialistas investigam, mais misterioso fica. Os cientistas concluíram que com base na forma como a ilha foi construída e tendo em conta os materiais utilizados, a tradição arquitectónica chinesa antiga está presente.
Embora Por-Bajin acredita-se que data de pelo menos 1.300 anos, muitas das paredes estão intactas e extremamente bem preservado. A estrutura principal na ilha - posicionada no pátio interior - é separada em duas partes e é coberta por uma passagem de telhado telhada que é prendida por 36 colunas de madeira maciças colocadas em bases de pedra.
A Ilha, seu design, seu propósito e praticamente tudo sobre ele é um mistério.
Especialistas não têm idéia de por que foi construído, mas um mistério ainda maior é por isso que foi abandonado.
Os cientistas têm notado que há uma falta de aquecimento na ilha, mesmo que ele está localizado na Sibéria e sofre períodos de clima extremamente severo. A Ilha está localizada a mais de 7.000 acima do nível do mar.
Como observado pelo Siberian Times , " ... o que surpreende os especialistas, no entanto, é a falta de sistemas de aquecimento rudimentar, especialmente dado que Por-Bajin fica a 2.300 metros acima do nível do mar e sofre o clima siberiano. "
Alguns especialistas estão convencidos de que as ruínas antigas são uma reminiscência da "Cidade Proibida" da China.
O professor Heinrich Härke, especialista em arqueologia do início da Idade Média, disse que o layout do site, semelhante a uma "Cidade Proibida" imperial e as técnicas usadas para a construção de paredes e telhados, são reminiscências da arquitetura ritual da dinastia Tang de 618-907 dC. Isso levou muitos a concluir que talvez os arquitetos e construtores chineses estavam diretamente envolvidos na construção deste complexo.
No entanto, nem todos concordam.
A ilha foi visitada pelo presidente russo Vladimir Putin, que foi acompanhado pelo príncipe Alberto de Mônaco.
Comentando sobre a ilha misteriosa, Putin disse que: "Eu estive em muitos lugares, eu vi muitas coisas, mas nunca vi nada desse tipo."

FONTE:ewao
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21 março 2017

Super-vulcão Yellowstone - Consequências se houver erupção

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O vulcão Yellowstone é considerado um supervulcão, pois sua erupção poderia durar semanas e os efeitos de sua erupção seriam globais, persistindo por meses, ou até por anos.

Sua cratera tem 90 quilômetros de extensão, e sua caldeira é 40 vezes maior do que a do Monte Santa Helena, sendo que boa parte de seu magma é eruptivo.

O vulcão e sua caldeira situam-se no Parque Nacional de Yellowstone, que ocupa grande parte da região noroeste no Wyoming, além de pequenas partes dos estados de Idaho e Montana, nos Estados Unidos da América.

Consequências da erupção


Se o vulcão Yellowstone entrasse em erupção, sua erupção duraria cinco dias. Cerca de três meses após a erupção uma nuvem de poeira cobriria o Hemisfério Norte, fazendo as temperaturas baixarem para -30º C. Ao mesmo tempo o Hemisfério Sul teria uma estação seca que duraria tempo indeterminado e temperaturas que chegariam a 50º C.

Imediatamente após a erupção um gás mortal e venenoso, chamado piroplastic que atingiria a temperatura de 900°c, incinerando tudo em um raio de 1900 km, devastando as regiões do Kansas, Nebraska, Livingstone, etc. Partículas do gás poderiam se espalhar ainda mais longe, matando várias pessoas por envenenamento ou asfixia.

O tremor de terra resultante da erupção atingiria grau 8.9 na Escala Richter, provocando uma onda subterrânea que iria se espalhar até o oceano, causando uma tsunami com ondas de 60 metros que iria devastar as áreas costeiras da Europa, América Central, América do Sul, e Ásia.

Cenas do Apocalipse - O supervulcão Yellowstone



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18 março 2017

Tempo para uma chamada de despertar-Todo mundo precisa ver este vídeo, estou chocado!

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A Grande Barreira de Corais está morrendo, é hora de uma chamada de despertar!

O branqueamento em massa dos corais atinge a Grande Barreira de Corais pelo segundo ano consecutivo. A Grande Barreira de Corais, o maior sistema coral do mundo no nordeste da Austrália, sofreu outro enorme branqueamento de corais pelo segundo ano consecutivo, confirmaram fontes oficiais.

Segundo os cientistas, levantamentos aéreos ofereceram a especialistas dados suficientes para confirmar outro evento de branqueamento de coral em massa, após a taxa de mortalidade dramática do ano passado. A situação é preocupante e não estamos ajudando a todos.

A Autoridade do Parque Marinho da Grande Barreira de Recifes realizou recentemente uma pesquisa ao largo da costa de Cairns e Townsville, no norte do país, obtendo resultados chocantes.

David Wachenfeld, diretor da agência, disse que a análise "infelizmente" confirma que houve outro evento maciço de branqueamento na Grande Barreira, um ecossistema de 2.300 km de extensão declarado Patrimônio da Humanidade pela Unesco.

O cientista disse que é muito cedo para saber se os efeitos devastadores serão comparáveis ​​ao do ano passado, considerado o pior registrado na história da Grande Barreira, onde ocorreram eventos semelhantes em 1998 e 2002.

Infelizmente, o branqueamento matou 22% dos recifes de coral no ano passado, mas o dano foi maior na faixa de 700 quilômetros que se estende ao norte de Port Douglas, onde dois terços dos corais foram destruídos.

Como relatado pelo Guardian, fotos e filmagens tomadas pelo biólogo marinho Brett Monroe Garner em um recife entre Port Douglas e Cairns indicam branqueamento severo de corais que ele disse foram "cheio de cor e vida" pouco mais de um mês atrás.

O branqueamento de corais, a perda de organismos endossimbióticos que vivem no tecido coral, não foi observado até o final do século XX, levando muitos a inferir que o processo resulta de causas humanas. Um pesquisador australiano do Instituto de Ciências Marinhas disse à ABC News da Austrália que as assinaturas de clareamento não foram observadas até depois de eventos graves no final da década de 1990 e início de 2000. E o efeito do aumento das temperaturas nos oceanos relacionados com a atividade humana também afeta o coral.

Fotos tiradas pelo biólogo marinho Brett Monroe Garner na Grande Barreira de Coral entre Port Douglas e Cairns mostram clareamento de corais que ele disse que estavam "cheios de cor" há apenas alguns meses. Fotografia: Brett Monroe Garner / Greenpeace

"Eu tenho fotografado esta área do recife há vários anos e o que estamos vendo é sem precedentes ."

"Nessas fotos quase 100% dos corais estão branqueando e quem sabe quantos vão se recuperar? As algas já estão começando a crescer demais em muitos corais. Apenas alguns meses atrás, esses corais estavam cheios de cor e vida. Agora, em toda parte você olha é branco. Os corais não estão recebendo a chance de recuperar do ano passado branqueamento evento. Se este é o novo normal, estamos em apuros. "

Os verões consecutivos do branqueamento generalizado dos corais provavelmente significam que as temperaturas da água não se tornaram baixas o suficiente para permitir que o curral fosse recuperado adequadamente, disse Neal Cantin, do Instituto Australiano de Ciências Marinhas, em comunicado.

"Estamos vendo uma diminuição na tolerância ao estresse desses corais", disse Cantin. "Esta é a primeira vez que a Grande Barreira de Coral não teve alguns anos entre os eventos de branqueamento para se recuperar."

Os corais mantêm uma relação simbiótica especial com organismos microscópicos parecidos com algas chamados zooxantiallae, que fornecem aos seus hospedeiros oxigénio e uma porção dos compostos orgânicos que produzem através da fotossíntese. Coral branqueamento é um fenômeno que faz com que o coral para perder protozoários essenciais zooxanthellae que habitam os recifes. As zooxanthellae fotossintéticas, semelhantes às algas, vivem dentro dos tecidos de coral e dão aos recifes sua coloração vibrante.

Quando submetidos a estresse ambiental, muitos corais ejetam maciçamente zooxantiallae, e os pólipos de coral ficam sem pigmentação aparecendo quase transparente no esqueleto branco - um fenômeno comumente conhecido como branqueamento.



Por causa desses trágicos acontecimentos, o mundo já perdeu quase metade de seus recifes de coral nos últimos 30 anos. Os cientistas estão agora lutando para garantir que pelo menos uma fração desses ecossistemas únicos sobreviva nas próximas décadas.

A saúde do planeta - e da humanidade - depende disso.

As colônias de coral mantêm um quarto de todas as espécies marinhas, produzem parte do oxigênio que respiramos e são barreiras naturais nas costas contra a força desencadeada por tempestades.

"Qualquer pessoa que esteja na água pode ajudar a proteger o recife seguindo as regras de zoneamento e as práticas de recifes responsáveis ​​e deixando peixes comendo plantas para ajudar a controlar algas e permitir que as larvas de coral se estabeleçam e criem novas colônias", escreveram especialistas em um comunicado .

 

FONTE:

Segunda, onda, massa, branquear, unfolding, grande, barreira, recife

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13 março 2017

Conheça 10 asteroides e meteoritos que abalaram a Terra

10 asteroides e meteoritos que abalaram a Terra

O meteorito que atingiu a Rússia em 15 de fevereiro de 2013 provocou pânico e deixou quase mil feridos. A enorme pedra, contudo, não é a primeira a provocar destruição no nosso planeta - e nem de longe é a maior. Veja a seguir 10 asteroides e meteoritos que abalaram o planeta.

1) O asteroide que originou a Lua

Com dimensões do tamanho de Marte, provavelmente o maior asteroide a atingir a Terra foi Theia, ainda na fase de formação de nosso planeta, há 4 bilhões de anos. Theia seria, na verdade, um planetoide. De acordo com Ducati, a colisão teria originado a Lua, por desprendimento de parte da massa da Terra. Esta teoria é relativamente recente, mas está sendo bem aceita pelos especialistas, afirma. Esse cenário é chamado de teoria do impacto gigante.

2) O asteroide que exterminou os dinossauros

México Há 65 milhões de anos, um asteroide com cerca de 10 quilômetros de diâmetro atingiu a Terra e dizimou quase todas as espécies de dinossauros. Conforme a astrônoma Daniela, esse fato marca a última grande extinção em massa, que aconteceu na passagem do Cretáceo para o Terciário (K/T). A teoria de que os dinossauros foram extintos pelo impacto de um asteroide é corroborada por uma abundância anômala de lítio (raro na crosta terrestre, mas comum no espaço) nos sedimentos na época do K/T e pela descoberta de uma cratera de impacto cuja idade estimada é exatamente 65 milhões de anos, justifica. A Cratera de Chicxulub está situada na Península do Yucatán, no México, possui 180 quilômetros de diâmetro e é a terceira maior do mundo.

3) O asteroide que originou a maior e mais antiga cratera

África do Sul Localizada na África do Sul, a Cratera Vredefort deve ter sido resultado de um dos maiores asteroides a impactar a Terra, além de Theia. Com 300 quilômetros de diâmetro, Vredefort é considerada, oficialmente, a maior e mais antiga cratera de impacto do nosso planeta. Porém o tamanho original do Domo de Vredefort pode ter chegado a 380 quilômetros de diâmetro. O impacto aconteceu há 2 bilhões de anos, durante a era Paleoproterozóica. Estima-se que o asteroide que originou a cratera tivesse entre 6 e 10 quilômetros de diâmetro, e teria atingido a Terra com uma velocidade de 40 a 250 mil km/h.

4) O asteroide que causou o maior impacto na história humana

Sibéria O evento Tunguska, ocorrido em 30 de junho de 1908, na Sibéria, é considerado o maior impacto conhecido de um asteroide de tamanho considerável na história humana. Com 40 metros de diâmetro, o bólido espacial causou uma grande explosão que destruiu uma floresta de 2 mil quilômetros quadrados, com cerca de 80 mil árvores. A cidade de São Paulo, por exemplo, tem 1,5 mil quilômetros quadrados. A queda liberou uma energia superior à da bomba de Hiroshima.

5) O asteroide que formou a segunda maior cratera do mundo - Canadá

Estima-se que um asteroide com mais de 10 quilômetros que atingiu a Terra há 1,8 bilhões de anos, durante a era Paleoproterozóica, deu origem à Cratera Sudbury, em Ontário, Canadá. O impacto teria sido tão intenso, que os restos se espalharam sobre uma área de 1.600.000 quilômetros quadrados em torno do ponto de impacto. Fragmentos de rocha foram encontrados a mais de 800 quilômetros de distância, em Minnesota. A cratera possui 250 quilômetros de diâmetro e ocupa a vice-liderança no ranking de maiores crateras, além de ser uma das mais antigas. A Bacia Sudbury fica próxima de outras estruturas geológicas e, em sua cratera, repleta de magma, é possível encontrar níquel, cobre, platina, paládio e ouro.

6) O asteroide que formou a cratera mais bem preservada - Arizona (EUA)

A Cratera de Barringer, também conhecida como Cratera do Meteoro, data de 50 mil anos atrás, e está localizada ao norte do Arizona, EUA. Cientistas acreditam que ela tenha sido formada por um meteorito de aproximadamente 50 metros, que atingiu a Terra em uma velocidade de 45 mil km/h e produziu uma explosão de 10 megatons. A cratera possui 1,2 quilômetros de diâmetro e 200 metros de profundidade. A cratera de impacto de tamanho considerável mais recente, e mais bem preservada, é a Cratera de Barringer, relata Daniela.

7) O asteroide que formou a segunda maior cratera no Canadá

Há 215 milhões de anos, no período Triássico, um objeto com cerca de 5 quilômetros de diâmetro impactou a Terra e originou a Cratera de Manicouagan, a segunda maior do Canadá, com 100 quilômetros de diâmetro. Esta cratera de impacto formou o atual Lago Manicouagan, também conhecido como O olho de Quebec. Mesmo com a erosão, a Cratera de Manicouagan é uma das mais bem preservadas da Terra. Ela pode estar associada a um evento multi-impacto, que teria sido o responsável pela extinção de répteis no período Carniano.

8) O asteroide que formou dois lagos simultaneamente - Canadá
Neste caso, os bólidos espaciais fomentaram o turismo. Dois lagos circulares, chamados de Clearwater Lakes, no Quebec, Canadá, foram formados simultaneamente pelo impacto de um asteroide que caiu na Terra cerca de 290 milhões de anos atrás. Acredita-se que as crateras de 36 quilômetros de diâmetro, a oeste, e 26quilômetros, ao leste, são consequência de dois asteroides enormes, com 22 e 16 quilômetross de diâmetro, respectivamente. Também há teorias de que o duplo impacto pode ter sido causado pelas pequenas luas do asteroide ou por sua divisão em dois ao adentrar a atmosfera terrestre. Hoje esses lagos são um importante destino turístico em virtude do grande número de ilhas e de suas águas claras.

9) O candidato a maior asteroide, depois de Theia - Groelândia

Em 2012, uma cratera de 100 quilômetros de largura, mas que pode ter chegado a 600 quilômetros de largura e 25 quilômetros de profundidade, foi descoberta na Groelândia. Estima-se que um asteroide de 30 quilômetros de diâmetro chocou-se contra a Terra há três bilhões de anos, quando apenas algas e cianobactérias eram seus habitantes. Se o asteroide atingisse a Terra hoje, ele provavelmente iria acabar com grande parte da vida no planeta. A evidência mais convincente do impacto do asteroide é a presença de granito, parecido com rochas trituradas, espalhado numa área entre 35 e 50 quilômetros, bem no centro do suposto local do impacto. Se for confirmada a tese, a cratera se tornará a maior e a mais antiga do mundo.

10) Outra candidata a maior cratera da Terra - Antártida

Descoberta em 2006, a Cratera da Terra de Wilkes, na Antártida, também é candidata a maior do planeta. De acordo com cientistas, um cometa de 45 quilômetros de diâmetro teria colidido com a Terra, há 250 milhões de anos, formando uma cratera de 480 quilômetros de diâmetro. Sua localização, sob 2 quilômetros de gelo, torna difícil a comprovação. Caso seja confirmada, o impacto pode ser vinculado com a extinção em massa do período Permiano-Triássico.


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06 março 2017

O Brasil está livre dos terremotos?

Como explicado, os terremotos ocorrem ao longo da junção entre as placas tectônicas. O Brasil, por se localizar no centro de uma dessas placas - a sul-americana - não sofre os efeitos do atrito entre elas, ficando portanto livre dos abalos de origem tectônica. No entanto, todas as placas têm falhas em seu interior e a posição do Brasil não é exceção.
Falhas geológicas no Brasil
Conhecidas como falhas geológicas, essas ranhuras são similares a cicatrizes na crosta terrestre e são as principais causas dos tremores de terra registrados no Brasil.

Quando uma movimentação anômala ocorre próxima a essas fendas, existe uma tendência natural de estabilização do solo abaixo delas que muitas vezes produzem as chamadas "acomodações", quando blocos inteiros sob a superfície desmoronam sobre espaços vazios.

Com raras exceções, os terremotos no Brasil não ultrapassam 3.0 graus de magnitude e muitas vezes nem são registrados. No entanto, quando acontecem em áreas povoadas com estruturas pobres podem provocar danos significativos.

Única vítima

Até hoje, apenas uma pessoa morreu vítima de terremoto no Brasil. O fato ocorreu em 9 de dezembro de 2007, na cidade de Caraíbas, em Minas Gerais, após um terremoto de 4.9 graus que atingiu o local. A vítima foi uma criança e na ocasião 76 casas desabaram.

Maior terremoto no Brasil

O terremoto mais intenso já registrado no Brasil ocorreu em Porto dos Gaúchos, no norte de Mato Grosso, em 31 de janeiro de 1955. Na ocasião os sismógrafos registraram 6.2 graus de magnitude.

O Estado de São Paulo também já registrou abalos significativos. Em 1922 um violento abalo de 5.2 graus foi registrado na cidade de Mogi-Guaçu e em 22 de abril de 2008, outro tremor de 5.2 graus ocorrido no litoral paulista foi sentido com muita intensidade em diversas cidades do Estado, além de Rio de Janeiro, Paraná e Santa Catarina.

Fonte: Apolo 11
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04 fevereiro 2017

A ameaça dos Super -Vulcões

Nota: Isto não e ficção é uma ameaça real que é muito pouco divulgado pela mídia, por que será?

yellowstone-volcano
Super vulcões com poder de "destruir a civilização 'explodirão muito mais rapidamente do que os cientistas tinham acreditado - e pode-se estar borbulhando  agora  sob os  EUA.

Evento mais mortal que asteróide pode atingir a Terra em pouco tempo
  • Os cientistas acreditavam que levou 100.000 anos para se construir estágio atual
  • Em vez disso, a figura poderia ser apenas centenas de anos
  • Acredita-se que o Super Vulcão  Yellowstone nos EUA está fervendo

O 'super vulcão " e sua erupção será  o mais catastrófico desastre natural que pode atingir o nosso planeta, na  falta de impacto de um asteróide -  agora os cientistas acreditam que pode estar  sendo construído  muito mais rápido do que pensávamos um tubo  mortal de vapor .
Em vez do processo que centenas de milhares de anos, poderia levar apenas centenas de anos.
A notícia pode ser ruim para os EUA, onde um super vulcão está a ser dito latente debaixo do Yellowstone National Park. Se ele entrar em erupção, dois terços do país poderiam ser devastados e inabitável.
Supervolcanoes com o poder de destruir civilizações humanas podem construir uma cabeça mortal de vapor mais rápido do que os cientistas acreditavam
Erupção: Super-vulcões  com o poder de destruir civilizações humanas podem construir uma chaminé mortal de vapor mais rápido do que os cientistas acreditavam
Super vulcões são alimentados por piscinas gigantes de magma que formam no subsolo.
Geólogos tinham estimado que levaria entre 100.000 a 200.000 anos para uma piscina de magma de um  super vulcão para criar pressão suficiente para entrar em erupção.
Mas o novo estudo sugere que os corpos de magma gigantes só podem existir para alguns milhares de anos, ou mesmo algumas centenas, antes de explodir.
  • Um reservatório de magma seis quilômetros abaixo do Yellowstone vem crescendo a uma taxa recorde desde 2004.
  • O parque Wyoming repousa acima de uma gigantesca nuvem de rocha quente e derretida que começa pelo menos 400 milhas abaixo da superfície da Terra e sobe para 30 milhas subterrâneas, onde se amplia para cerca de 300 quilômetros de diâmetro.

  • Bolhas  de magma ocasionalmente rompem a partir do topo da pluma, e subem mais, reabastecimento a câmara de magma abaixo da Caldeira de Yellowstone.
  • Cozinhando o Mud Volcano no Parque Nacional de Yellowstone no inverno. Os pesquisadores agora acreditam que o supervulcão sob o parque poderia ser mais ativo do que se pensava
  • Cozinhando o Mud Volcano no Parque Nacional de Yellowstone no inverno. Os pesquisadores agora acreditam que o super vulcão sob o parque poderá esatr  mais ativo do que se pensava
  • A notícia poderia ser ruim para os EUA, onde um supervulcão está a ser dito chiar debaixo do Yellowstone National Park
  • A notícia é nada boa  para os EUA, onde um super vulcão está a ser dito latente debaixo do Yellowstone National Park.Se ele entra em erupção, dois terços do país pode se tornar inabitável
  • Castelo Geyser eo nascer do Yellowstone National Park Wyoming: Os pesquisadores agora acreditam que o enorme "supervulcão" sob o parque é muito mais ativo do que se pensava
  • Castelo  de Geyser e o nascer do Yellowstone National Park  em Wyoming: Os pesquisadores agora acreditam que o enorme "super vulcão" sob o parque é muito mais ativo do que se pensava
  • Assemelhando-se a tampa de uma panela, a cratera foi  formada quando da último super-erupção  que ocorreu há 600.000 anos atrás.

  • O super vulcão irrompeu-se num total de três vezes nos últimos 2,1 milhões de anos. Os cientistas acreditam que pode estar  a entrar em erupção novamente.

  • Uma erupção  em escala completa no Yellowstone seria 1.000 vezes mais potente que a explosão vulcânica que destruiu o Monte St. Helens, em 1980.

  • Há evidências de que uma similar de super-erupção na Indonésia há 74.000 anos atrás, que chegou perto de exterminar toda a espécie humana.

  • O novo estudo foi baseado na análise de uma super-erupção que ocorreu no leste da Califórnia, 760.000 anos atrás.

  • Várias linhas independentes de evidências indicaram que a reserva de magma explodiu dentro de alguns milhares de anos, e talvez dentro de algumas centenas de anos, cobrindo metade do continente norte-americano com fumegantes cinzas.

  • Os cientistas basearam sua estimativa sobre as taxas de cristalização de quartzo.Estudos anteriores têm contado com o crescimento dos cristais de zircão, que se diz ser um método menos preciso.

  • A pesquisa foi publicada na Biblioteca Pública on-line do  Journal of Science- ONE. O cientista Dr Guilherme Gualda, da Vanderbilt University em Nashville, Tennessee, disse: "Nosso estudo sugere que, quando estas piscinas de magma excepcionalmente grandes formam eles são efêmeros e não podem existir por muito tempo sem uma erupção.

  • 'O fato de o processo de formação do corpo magma ocorre no tempo histórico, em vez de tempo geológico, muda completamente a natureza do problema.'

  • Ele alertou que regiões como Yellowstone devem ser monitorizadas regularmente para fornecer alertas antecipados de uma erupção super-catastrófica.
Por Rob Waugh
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