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Teologia da Prosperidade não é um ensinamento Bíblico!

Teologia da ProsperidadeQuando, na década de 80, a teologia da prosperidade chegou ao Brasil, ela veio como uma nova tese sobre a fé, prometia o céu aqui para o que tivesse certo tipo de fé.
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As promessas eram as mais mirabolantes: garantia de saúde a toda prova, riqueza, carros maravilhosos, salários altíssimos, posições de liderança, prosperidade ampla, geral e irrestrita.
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Lembro-me de, nessa época, ter ouvido de um ferrenho seguidor dessa teologia que, quem tivesse fé poderia, inclusive, negociar com Deus a data de sua morte, afirmava que, na nova condição de fé em que se encontrava, Deus teria de negociar com ele a data de sua partida para mundo dos que aguardam a ressurreição do corpo.
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Estamos, há cerca de vinte anos convivendo com isso, talvez, por isso, a grande pergunta sobre essa teologia seja: Como têm conseguido permanecer por tanto tempo?
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A tentação é responder a questão com uma sonora declaração sobre a veracidade desta proposição, ou seja, permanece porque é verdade, quem tem fé tem tudo isso e muito mais.
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Entretan to, quando se faz uma pesquisa, por mais elementar, o que se constata é que as promessas da teologia da prosperidade não se cumpriram, e, de fato, nem o poderiam, quando as regras da exegese e da hermenêutica são respeitadas, percebe-se: não há respaldo bíblico. Então qual a razão para essa longevidade?
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Em primeiro lugar, a vida longa se sustenta pela criatividade, os pregadores dessa mensagem estão sempre se reinventando, bem fez um de seus mais expoentes pregadores quando passou a chamar seu programa de TV de “Show da Fé”, de fato é um espetáculo ás custas da boa fé do povo.
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Mesmo os mais discretos estão sempre expondo o povo, em alguns casos, quando mais simplório melhor, em outros, quanto mais bonita, e note-se o feminino, melhor.
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Além disso, é uma sucessão de invencionices: um dia é passar pela porta x, outro é tocar a trombeta y, ou empunhar a espada z, ou cobrir-se do manto x, e, por aí vai.
Isso sem contar o sem número de amuletos ungidos, de águas fluidificadas e de bênçãos especiais. Suas igrejas são verdadeiros movimentos de massa, dirigidos por “pop stars” que tornam amadores os mais respeitados animadores de auditório da TV brasileira.
Em segundo lugar, a vida longa se mantém pela penitência; os pregadores dessa panacéia descobriram que o povo gosta de pagar pelos benefícios que recebe, algo como “não dever nada a ninguém”, fruto da cultura de penitência amplamente disseminada na igreja romana medieval, aliás, grande causadora da reforma protestante.
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Tudo nessas igrejas é pago. Ainda que cada movimento financeiro seja chamado de oferta, trata-se, na prática, de pagamento pela benção. Deus foi transformado num gordo e avaro banqueiro que está pronto a repartir as suas benesses para quem pagar bem, assim, o fiel é aquele que paga e o faz pela fé; a oferta, nessas comunidades, é a única prova de fé que alguém pode apresentar.
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Na idade média, como até hoje, entre os romanos, Deus podia ser pago com sacrifícios, tais como: carregar a cruz por um longo caminho num arremedo da via “crucis”, ou subir de joelhos um número absurdo de degraus, ou, em último caso, acender uma velinha qualquer, não é preciso dizer que a maioria escolhe a vela. Mas, isso é no romanismo!
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Quem quer prosperidade, cura, promoções, carrões e outros beneplácitos similares tem de pagar em moeda corrente, afinal, dinheiro chama dinheiro, diz a crença popular.
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E tem de pagar antes de receber e, se não receber não pode reclamar, porque Deus sabe o que faz e, se não liberou a bênção é porque não recebeu o suficiente ou não encontrou a fé meritória. Esses pregadores têm o consumidor ideal.
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Em terceiro lugar são longevos porque justificam o capitalismo, embora, segundo Weber, o capitalismo seja fruto da ética protestante, (aliás, a bem da verdade é preciso que se diga que o capitalismo descrito por Max Weber em seu livro “A ética protestante e o espírito do capitalismo” não é, nem de longe, o praticado hoje, que se sustenta no consumismo, enquanto aquele se erguia da poupança, além disso, como sociólogo, Weber tirou uma foto, não fez um filme, suas teses se circunscrevem a sua época e nada mais) a fé, de modo geral, evangélica nunca se deu bem com a riqueza.
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A chegada, porém, dessa teologia mudou o quadro, o capital está, finalmente, justificado, foi promovido de grilhão que manieta a fé em troféu da mesma.
Antes, o que se assenhoreava do capital tornava-se o avaro acumulador egoísta, agora, nessa tese, é o protótipo do ser humano de fé.
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Antes, o que corria atrás dos bens materiais era um mundano, hoje, para esses palradores, é o que busca o cumprimento das promessas celestiais. Juntamente com o capitalismo, essa mensagem justifica o individualismo, a bênção é para o que tem fé, ela é inalienável e intransferível.
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Eu soube de uma igreja dessas que, num rasgo de coerência, proibiu qualquer socorro social na comunidade para não premiar os que não tem fé.
Assim, quem tem fé tem tudo quem não tem fé não tem nada. Antes, ter fé em Cristo colocava o sujeito na estrada da solidariedade, hoje, nesse tipo de pregação, o coloca no barranco da arrogância. Toda “esperteza” está justificada e incentivada.
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Não é de estranhar que ética seja um artigo em falta na vida e no “shopping center” de fé desses “ministros”.
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Mas, o que isso tudo tem gerado, de verdade? Decepção, fragorosa decepção é tudo o que está sobrando no frigir dos ovos.
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As bênçãos mirabolantes não vieram porque Deus nunca as prometeu, e Deus não pode ser manipulado. O sucesso e a riqueza que, porventura, vieram foram mais fruto de manobras “espertalhonas”, para dizer o mínimo, do que resultado de fé.
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Aliás, para muitos foi ficando claro que o que chamavam de fé, nada mais era do que a ganância que cega, o antigo conto do vigário foi substituído pelo conto do pastor.
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Gente houve que ficou doente, mas, escondeu; perdeu o emprego, mas, mentiu; acreditou ter recebido a cura, encerrou o tratamento médico e morreu.
Um bocado de gente tentando salvar as aparências, tentando defender os seus lideres de suas próprias mentiras e deslizes éticos e morais; um mundo marcado pela esquizofrenia.
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O individualismo acabou por gerar frieza, solidão e, principalmente, perda de identidade, porque a gente só se torna em comunidade.
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Tudo isso acontecendo enquanto muitos fiéis observavam o contraste entre si e seus pastores, eles sendo alcançados pela perda de bens, pela angústia de uma fé inoperante, pela perda de entes queridos que julgavam absolutamente curados e os pastores enriquecendo, melhorando sensivelmente o padrão de vida, adquirindo patrimônio digno de nota, sendo contado entre o “jet set”, virando artistas de TV, tudo em nome de um evangelho que diziam ter de ser pregado e que suas novas e portentosas posses avalizavam.
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E onde estão estes decepcionados? E para onde estão indo os seus pares? Muitos estão, literalmente, por aí, perderam aquela fé, mas não acharam a que os apóstolos e profetas da escritura judaico-cristã anunciaram; ouviram o nome Cristo, mas não o encontraram e pararam de procurar.
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Talvez, estejam perdidos para evangelho; para sempre. Outros, no meio de tudo isso foram achados por Cristo e estão procurando pelo lugar onde ele se encontra.
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Para os primeiros não há muito que fazer a não ser interceder diante do Eterno, para que se apiede dos que foram vergonhosamente enganados; para os que estão a procura, entretanto, é preciso desenvolver uma pastoral.
Eles não estão chegando como chegam os que estão em processo de reconhecimento de Deus e do seu Cristo.
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Estão batendo às portas das comunidades que julgam sérias com a Bíblia a procura de cura para a sua fé, para a sua forma de ser crente, para a sua esperança de salvação, para a sua falta de comunidade e para a sua confusão doutrinária.
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Precisam, finalmente, ver a Jesus Cristo e a si mesmos; precisam, em meio a tanta desinformação encontrar o ensino, em meio a tanto engano recuperar a esperança.
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Necessitam de comunidade e de identidade, de abraço e de paciência, de paz e de alento, de fraternidade e de exemplo, de doutrina e de vida abundante.
Quem quer que há de recebê-los terá de preparar-se para tanto, mesmo porque, ainda que certos da confusão a que foram expostos, a cultura que trazem é a única que têm e, nos momentos de crise, de qualquer natureza, será a partir desta que reagirão, até que o discipulado bíblico construa, com o tempo, uma nova e saudável cultura.
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Hoje, para além de tudo o que encerra a sua missão, a Igreja tem de corrigir os erros que, em seu nome, e, em muitos casos, sob a sua silenciosa conivência, foram e, ainda, estão sendo cometidos.
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Ariovaldo Ramos
Fonte: Nos dias de Noé
Nota: Os Pastores mais conhecidos atualmente que usam esta teologia no Brasil são os seguintes:
Silas Malafaia
Edir Macedo
Valdomiro Santiago
R.R. Soares
São centenas as que usam esta teologia da prosperidade, mas os mais conhecidos são estes.

“As Igrejas protestantes tradicionais da América Latina estão sendo ‘eclipsadas’ pelos novos movimentos, que crescem rapidamente e pregam uma ‘teologia da prosperidade’”, diz a teóloga luterana Wanda Deifelt. As Igrejas pentecostais e carismáticas no Brasil têm, atualmente, “duas ou três vezes mais membros do que as Igrejas tradicionais”. Segundo o ENI Bulletin, a teóloga disse que se prometem aos crentes “recompensas imediatas pelas suas contribuições financeiras para a Igreja”. De acordo com a “teologia da prosperidade”, “uma oração a Deus é quase uma transação comercial. Se dou algo a Deus, Ele tem de me dar algo”. Ela acrescenta: “O mais comum é se ter duas [religiões], caso uma delas não funcione.”
Arranjo: Jhero
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Deve crer na reencarnação?

reencarnação
SOB O EFEITO do LSD, um homem de Edmonton, Canadá, mirava-se no espelho. “Passei a ficar alucinado e a ver coisas que eu cria fossem minhas prévias encarnações. Por exemplo, vi a mim mesmo como um déspota cruel . . . responsável pela morte de milhares de pessoas. Certa vez, ao observar tal pessoa má no espelho, ouvi uma voz dizer: ‘Você terá de sofrer por essas maldades que praticou!’”
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Outras coisas, além do uso de drogas, levaram pessoas a crer na reencarnação. Ao conhecerem novos lugares, alguns têm a estranha sensação de que já estiveram ali antes, concluindo que já devem ter vivido antes. Outros falam de sensações similares depois de se encontrarem com pessoas totalmente desconhecidas. A hipnose também tem desempenhado uma parte. “Vários psiquiatras atuais passaram a crer na reencarnação porque alguns de seus pacientes, hipnotizados, se lembraram de situações vividas em épocas anteriores ao seu próprio nascimento”, escreveu R. Stemman em Espíritos e Mundo Espiritual (em inglês). A mesma doutrina forma a base das religiões hindu e budista, cujos membros somam bem mais de meio bilhão.
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Embora há muito proeminente no Oriente, a reencarnação apenas recentemente se tornou um tópico popular de discussão, no mundo ocidental. Serve de enredo para livros e filmes. Muitos viram o recente filme de Robert Wise, Audrey Rose, baseado num romance dos mais vendidos. A história retrata pais aflitos levados a crer que sua amada filha era a reencarnação da filha falecida de outro homem.
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“Após a morte a alma da pessoa renasce em outro corpo”, dizem os reencarnacionistas. Onde se originou essa crença, e como influi nas pessoas? Deve também crer nela?
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De Onde Partiu?
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A crença de que após a morte a alma da pessoa se transfere para outro corpo é amplamente divulgada e profundamente enraizada no passado da humanidade. Os vendas, tribo de negros da África do Sul, crêem nela, como também os aborígines australianos, os índios araucanos da América do Sul e muitos outros.
Mais de 2.000 anos atrás, os antigos gregos e celtas da Europa Ocidental criam nela. Ao mesmo tempo, sacerdotes brâmanes a ensinavam na Índia. “Muitos peritos crêem que os brâmanes hindus, no Oriente, e os druidas celtas, no Ocidente, são sobreviventes laterais de um antigo sacerdócio indo-europeu”, diz a Encyclopœdia Britannica.
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Um ‘antigo sacerdócio’, num ponto central à Índia, Europa Ocidental e Grécia, foi localizado em Babilônia. Foi dali que se originou a reencarnação? Bem, a religião babilônica incluía o luto anual por um herói morto, Tamuz, ou Dumuzi, a quem transformaram em deus. “Os reis que o encarnaram”, escreveu o professor Mircea Eliade, “celebravam anualmente a recriação do mundo. . .  Tamuz desaparece, para reaparecer seis meses mais tarde. Essa alternação — a periódica presença e ausência do deus — pôde instituir ‘mistérios’ concernentes à salvação dos homens, seu destino após a morte. . .  Eventualmente, todo ser humano pode esperar ter esse privilégio”.
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Como Influi nas Pessoas?
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Pode a reencarnação causar confusão e sofrimento aos pais, como retratado no romance Audrey Rose? Na Índia, o dr. Vinoda Murthy investigou alegados casos de “renascimento”. Um dizia respeito a um menino, que chorava todas as noites, dizendo que pertencia a outro lugar. Por fim, levaram-no a um povoado distante, onde identificou uma casa e o casal que nela morava como sendo seus. “A história”, segundo o escritor sobre assuntos científicos Radhakrishna Rao, “teve uma seqüência triste, pois o menino se tornou o centro de uma acesa disputa entre dois pares de genitores”.
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Ligada à reencarnação, existe a crença de que os infortúnios na vida presente sejam uma punição por coisas feitas em vidas anteriores. A isso se dá o nome de “a lei do carma”. Embora desestimule alguns de prejudicar outros, é essa crença uma força positiva para se fazer o bem? A resposta se reflete na posição dos sacerdotes bramares, que lideram um sistema de castas, considerado por muitos como sendo pesado e opressivo. Considere, também, os monges budistas, que se retiram da sociedade e levam uma vida de reclusão. “Se a pessoa foi posta neste mundo para equilibrar a balança de seu próprio passado iníquo, é de nossa alçada interferir nas ordenanças de Deus e estorvá-las?”, diz O Homem, o Mito e a Magia — Enciclopédia Ilustrada do Sobrenatural (em inglês).
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Investigar suas próprias “vidas passadas” tem colocado alguns sob a influência de perigosas forças sobre-humanas. “Sentia-me assombrado por espíritos”, escreveu o homem mencionado no início deste artigo. “Às vezes implorava apenas para morrer e nunca mais nascer de novo . . . várias vezes tentei o suicídio.”
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Ensina a Palavra de Deus a reencarnação?
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QUEM examinar a Bíblia esperando encontrar apoio para a doutrina da reencarnação estará fadado ao desapontamento. Em lugar algum verá escrito que humanos tiveram vidas passadas. Também, não encontrará na Bíblia expressões tais como “reencarnação”, “transmigração da alma” ou “alma imortal”.
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Contudo, alguns que crêem na reencarnação tentam explicar essa falta de apoio bíblico alegando que a idéia da reencarnação era tão comum nos tempos antigos que qualquer explicação teria sido supérflua. De fato, a doutrina da reencarnação é muito antiga, mas, não importa quão antiga seja, ou se era ou não muito comum, ainda fica a pergunta: Será que a Bíblia a ensina?
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Em 2 Timóteo 3:16, 17, o apóstolo Paulo escreveu: “Toda a Escritura é inspirada por Deus e proveitosa para ensinar, para repreender, para endireitar as coisas, para disciplinar em justiça, a fim de que o homem de Deus seja plenamente competente, completamente equipado para toda boa obra.” Sim, a Bíblia é a Palavra inspirada de Deus, seu meio de comunicação com a família humana. E, como Paulo escreveu, habilita o inquiridor sincero a ficar “plenamente competente, completamente equipado” para responder a todas as perguntas importantes a respeito da vida, incluindo as sobre o passado, o presente e o futuro.
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Paulo disse também: “Quando recebestes a palavra de Deus, que ouvistes de nós, vós a aceitastes, não como a palavra de homens, mas, pelo que verazmente é, como a palavra de Deus.” (1 Tessalonicenses 2:13) Visto que a Bíblia contém os pensamentos de Deus, não os do homem imperfeito, não nos deve surpreender que a Bíblia muitas vezes difira dos pensamentos do homem, mesmo que estes tenham sido populares no decorrer dos anos. Mas, talvez diga: ‘Será que a Bíblia, em alguns lugares, pelo menos não insinua a reencarnação?’
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Textos mal entendidos
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Os que crêem na reencarnação dizem que a Bíblia toca no assunto em Mateus 17:11-13, onde Jesus relaciona João, o Batizador, com o antigo profeta Elias. Este texto reza: “‘Elias, de fato, vem e restabelecerá todas as coisas. No entanto, eu vos digo que Elias já veio . . .’ Os discípulos perceberam então que lhes falara de João Batista.”
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Queria Jesus dizer com isso que João, o Batizador, era uma reencarnação do profeta Elias? O próprio João sabia que não era. Certa ocasião, quando se lhe perguntou: “És tu Elias?”, João respondeu claramente: “Não sou.” (João 1:21) Contudo, havia sido predito que João precederia o Messias “com o espírito e o poder de Elias”. (Lucas 1:17; Malaquias 4:5, 6) Em outras palavras, João, o Batizador, era “Elias” no sentido de que realizava uma obra comparável à de Elias.
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Em João 9:1, 2, lemos: “Ora, quando [Jesus] ia passando, viu um homem cego de nascença. E seus discípulos perguntaram-lhe: ‘Rabi, quem pecou, este homem ou os seus pais, de modo que nasceu cego?’” Alguns que crêem na reencarnação opinam que, uma vez que este homem nasceu cego, seu pecado deve ter ocorrido numa vida passada.
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Mas, o que quer que tenha levado os discípulos a fazer esta pergunta, a resposta de Jesus tem de ser o fator decisivo. Ele declarou: “Nem este homem pecou, nem os seus pais.” (João 9:3) Isto contradiz a reencarnação, que implica que as deficiências físicas resultam de pecados de uma vida passada. O ponto de que ninguém pode pecar antes de nascer pode ser deduzido também daquilo que Paulo escreveu sobre Esaú e Jacó: “Ainda não tinham nascido, nem tinham ainda praticado nada de bom ou de ruim.” — Romanos 9:11.
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Ressurreição, não reencarnação
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Embora a Bíblia não apóie a doutrina da reencarnação, ninguém precisa ficar desapontado. A mensagem da Bíblia oferece algo muito mais consolador do que a idéia de nascer de novo num mundo cheio de doenças, tristezas, dor e morte. E o que a Bíblia oferece não é apenas consolador, mas é a verdade, a própria Palavra de Deus.
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Paulo expressou desta forma essa doutrina animadora: “Eu tenho esperança para com Deus . . . de que há de haver uma ressurreição tanto de justos como de injustos.” A palavra “ressurreição”, ou alguma forma dela, ocorre mais de 50 vezes nas Escrituras Gregas Cristãs, e Paulo refere-se a ela como uma das doutrinas primárias da fé cristã. — Atos 24:15; Hebreus 6:1, 2.
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A ressurreição significa, obviamente, que a morte existe. Em parte alguma na Bíblia você encontrará algum indício de que o homem tenha uma alma imortal. Se o homem tivesse uma alma imortal que se separasse do corpo por ocasião da morte e fosse para um destino eterno no céu ou no inferno, ou reencarnasse, não haveria necessidade de uma ressurreição. Por outro lado, uma centena de textos bíblicos mostra que a alma humana não é imortal, mas sim mortal e destrutível. Coerentemente, a Bíblia fala da morte como sendo o oposto da vida, isto é, a inexistência em contraste com a existência.
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A morte, ou a inexistência, foi a punição pelo pecado de Adão e Eva contra Deus. Foi uma punição, não uma porta de entrada para uma vida imortal em algum outro lugar. Deus disse claramente que eles voltariam para o lugar de onde vieram — o pó da terra:
“Dele foste tomado. Porque tu és pó e ao pó voltarás.” (Gênesis 3:19)
Eles não tinham alma imortal antes de terem sido criados por Deus e colocados na Terra, no jardim do Éden, e tampouco ganharam uma depois que morreram.
A ressurreição é comparável a acordar do sono, ou descanso. Por exemplo, Jesus disse a respeito de Lázaro, a quem ele iria ressuscitar:
“Lázaro . . . foi descansar, mas eu viajo para lá para o despertar do sono.” (João 11:11)
Concernente ao profeta Daniel, lemos:
“[Tu] descansarás, porém, no fim dos dias erguer-te-ás para receber a tua sorte.” — Daniel 12:13.

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Consagração de alimentos e objetos a santos, orixás etc, sera que é prejudicial?



Observem alguns costumes no Brasil, coisas consagradas a santos orixas etc.., que na verdade são Demônios  e as pessoas por inocência consagram e o pior distribuem achando que estão fazendo algo de bom.

Natal: Pessoas fazem cultos e consagram balas e doces e depois saem fantasiados de Papai Noel distribuindo a crianças e ate adultos estes doces que foram consagradas a demônios, estas pessoas que receberam levam para suas casas alem dos doces um Demônio ou ate legiões de Demônios que com certeza ira influenciar em suas vidas

Roupas Moveis Usados: Algumas pessoas tem o abito de comprar moveis e roupas usadas, o problema e que na maioria das vezes não conhecem a quem pertencia, isso e uma porta aberta para levarem para suas casas coisas que foram usadas em rituais e consagradas, recomendamos que se desfaçam de tudo que venham destas fontes desconhecidas

Roupas Moveis novos de lojas pertencentes a ocultistas:

Proprietários Ocultistas costumam consagrar os moveis roupas e outros objetos em suas lojas a Demônios para que estes sejam vendidos por um bom preço e com maior rapidez, com isso os que compram levam os Demônios para suas casas, recomendamos que observem aonde compram, observe se não a símbolos na entrada, incenso estatuas e outras tranqueiras ocultistas.

Obs.: Ja houve casos de pessoas receberem estes objetos em suas casas e de um dia para o outro caírem em leito com doenças que nem Médicos conseguirão descobrir qual era a doença, depois de uma investigação foi descoberto que o problema era uma cama nova que a pessoa comprou em uma loja de um Ocultista, a providencia foi destruir a cama botando fogo nela,  a pessoa logo depois se curou da doença.


Tratemos agora de outro ensino ainda relacionado com o uso de objetos no campo religioso.

Segundo adeptos do movimento de "batalha espiritual", objetos utilizados em qualquer forma de magia, ocultismo ou religião idólatra ficam impregnados de emanações malignas, como se demônios de fato residissem nos mesmos.
Para usar a linguagem de alguns do movimento, esses objetos estariam "demonizados".

Esse conceito é similar ao praticado na magia. Objetos magicamente "carregados" são considerados como transmissores do poder da mágica que representam, e afetam aos que os tocam.

Portanto, caso um cristão venha a ter em sua casa, escritório ou local de trabalho, qualquer um desses objetos, estará dando ocasião para que os demônios (as verdadeiras entidades espirituais associadas com esses objetos) prejudiquem sua vida material e espiritual.

A idéia é que objetos como ídolos, imagens, esculturas, quadros e fotos se tornam pontos de contato para os demônios, que sempre estão procurando materializar-se através de alguma coisa e assim atormentar os homens.
Admitir tais coisas dentro de casa, seria convidar os demônios a entrar e nos atormentar.

Não basta que abençoemos os nossos bens, nossos pertences. precisamos verificar se não temos permitido adentrar em nosso lar objetos que são por natureza amaldiçoados

– objetos que temos de lançar fora e de preferência, queimar ou destruir.
Uma outra coisa que segundo o pensamento da "batalha espiritual" permite a entrada de demônios na vida da pessoa é o ingerir comidas "trabalhadas" em centros de umbanda.

Mark Bubeck, que ficou conhecido no Brasil por seu livro O Adversário, escreveu recentemente um outro livro sobre como podemos criar nossos filhos em meio aos constantes ataques que os demônios fazem ao nosso lar.

Ao fim do livro, Bubeck adicionou um apêndice, contendo questionários cujas perguntas procuram levar os leitores a descobrir as portas pelas quais têm permitido aos demônios entrarem no lar e atacar os filhos.

Uma das portas é a presença em casa de objetos amaldiçoados, como amuletos, fetiches e talismãs, livros sobre ocultismo, bruxaria, astrologia, mágica, adivinhação, e utensílios ou objetos usados em templos pagãos, rituais de feitiçaria, ou ainda na prática da adivinhação, mágica ou espiritismo.

A sugestão de Bubeck é que a presença dessas coisas no lar permite aos demônios que penetrem na casa e atormentem os filhos.
Uso de objetos no paganismo
A lista de Bubeck é bem modesta.

Os objetos considerados "amaldiçoados" por muitos cristãos são via de regra aqueles usados nas religiões afro-brasileiras, nas práticas ocultas e no catolicismo popular.

Nas religiões populares que empregam artes mágicas e práticas ocultas, objetos religiosos desempenham importante papel no culto e na fé dos participantes.

São usados, por exemplo, em despachos e trabalhos feitos pelos pais-de-santos da umbanda.

Objetos como o sal grosso, a rosa ungida, a água fluidificada, fitas e pulseiras especiais (como a do chamado "Senhor" do Bonfim) e ramos de arruda são bastante populares.

Ainda podemos incluir talismãs e amuletos do tipo "pé-de-coelho". Para não mencionar ainda os fetiches usados na magia e no candomblé, as relíquias e imagens do catolicismo popular.

Na feitiçaria, velas coloridas são usadas para evocar vibrações energéticas das cores e promover transformações pessoais.

Amuletos são empregados na proteção contra maus espíritos. Ainda são usados óleos especiais, incensos, cremes, pó, cristais, pirâmides, pêndulos, pulseiras, brincos e pendentes, colares contendo saquinhos com fórmulas mágicas e encantamentos, e muito mais.

As gárgulas (imagens de animais grotescos) são freqüentemente associadas com demônios.

Esses objetos são ungidos, benzidos, abençoados, purificados, fluidificados com o objetivo de passar ao seu possuidor alguma espécie de poder ou proteção.

Ou ainda, são usados em rituais de magia associados com encantamentos, feitiços, despachos e trabalhos espirituais em geral.
Em alguns casos, esses objetos são associados com os nomes das entidades espirituais aos quais são dedicados.
Maldições trazidas por objetos consagrados a demônios
Como dissemos acima, para os aderentes do movimento de batalha espiritual a ingestão, a posse e mesmo o contato com coisas que foram oferecidas e consagradas aos demônios trazem maldição aos crentes.

Um caso sempre mencionado é o do missionário que, ao regressar ao seu país de origem, trouxe da tribo africana onde trabalhava um pequeno fetiche (objeto usado nos rituais religiosos) como recordação.

O missionário, evidentemente, não tinha qualquer atitude religiosa para com o objeto, como os africanos; trouxe-o apenas como lembrança, um souvenir.

O fetiche foi colocado na estante da sala, em sua casa. Não muito tempo depois, sua filha ficou doente. Sua situação financeira foi de mal a pior. Havia uma "opressão espiritual" no ar, dentro da casa. Nada mais dava certo.

Vozes e ruídos eram por vezes ouvidos à noite. Um dia, uma profetiza de uma igreja carismática veio visitar a família. Dirigiu-se imediatamente à estante onde estava o fetiche. Sem hesitar, declarou que a casa estava amaldiçoada por causa do objeto.

Era preciso quebrar a maldição. Os passos necessários seriam: confissão do pecado de trazer para casa um objeto amaldiçoado, a quebra do mesmo e a total renúncia dos laços com os espíritos malignos.

Esses laços haviam sido estabelecidos, mesmo inconscientemente, no momento que o missionário trouxe o objeto para dentro de casa. Os demônios adquiriram a autoridade de invadir a casa e oprimir seus moradores.

Timothy Warner conta a história de uma estudante crente, por natureza uma pessoa bem ativa e enérgica, que começou a ficar mais e mais deprimida, tendo dificuldade em dormir e estudar, durante seus estudos de francês, em preparação para o trabalho missionário na África.

Um missionário descobriu, após examinar o dormitório onde ela morava, que o ocupante anterior havia escondido no mesmo diversos objetos ocultistas. Warner então explica: "alguns dos demônios associados com os objetos haviam se apegado ao quarto e à mobília".

O missionário orou determinando aos demônios que fossem embora, e a moça pode voltar a dormir normalmente.(13)

O pressuposto por detrás desse tipo de relato é que esses objetos abrem a porta para os demônios, visto que foram consagrados a eles nos rituais de magia e ocultismo, e mesmo no catolicismo.

O fato de que uma pessoa é crente não evitará que seja oprimida pelos espíritos associados a objetos deste tipo.

Existem algumas dificuldades com esse conceito. No que se segue, vamos explicar algumas delas.

1) O conceito da habitação de demônios em objetos físicos. Warner conta a história de uma família de missionários nas Filipinas cujo filho era assediado por um demônio que morava numa árvore do jardim da casa onde moravam.

(14) O conceito de entidades espirituais morando em árvores remonta à mitologia grega e ao paganismo em geral. 

As Escrituras desconhecem esse conceito e falam dos demônios como atuando especificamente em seres vivos, humanos ou animais. Entretanto, é comum lermos na literatura do movimento de "batalha espiritual" que espíritos malignos podem habitar em coisas como árvores, imagens, objetos, casas, etc.

Às vezes Apocalipse 18.2 é citado como prova de que demônios podem morar em lugares amaldiçoados:

Então, exclamou com potente voz, dizendo: Caiu! Caiu a grande Babilônia e se tornou morada de demônios, covil de toda espécie de espírito imundo e esconderijo de todo gênero de ave imunda e detestável.

Aqui temos o anúncio da queda de Babilônia feito por um anjo de Deus. Notemos, porém, o seguinte, antes de concluirmos que o texto prova que demônios moram em ruínas!

(1) A passagem é evidentemente alegórica. Nos dias de João, Babilônia já não mais existia.

(2) João está citando Jeremias 50.39 e Isaías 13.21. Esses dois profetas referem-se à queda e destruição da cidade de Babilônia que existiu em seus dias.

A desolação que lhe haveria de sobrevir, como resultado do castigo divino, ia ser tão grande, que a grande cidade, outrora populosa e opulenta, iria se tornar em um grande montão de ruínas.

Com o propósito de enfatizar a desolação, os profetas descrevem as ruínas como sendo habitadas por feras e animais do deserto: chacais, avestruzes, corujas e hienas.

A Septuaginta, ao traduzir o texto hebraico de Isaías 13.21, traduziu "bodes" por "demônios".(15) O apóstolo João, ao citar essas passagens e aplicá-las figuradamente à Babilônia espiritual, o reino das trevas que será destruído por Cristo, acrescenta, além dos animais mencionados pelos profetas, os demônios e espíritos imundos, seguindo a tradução da Septuaginta (Ap 18.2).

(3) Evidentemente, a passagem não está dizendo que essas entidades habitam em ruínas de cidades. Seu sentido óbvio é que Deus entrega a humanidade ímpia e endurecida que o rejeita à desolação espiritual e aos demônios.

(4) Lembremos ainda que o Senhor Jesus ensinou que os espíritos imundos não encontram repouso em lugares áridos (Mt 12.43-45).
A conclusão é que não existe argumentos bíblicos suficientes para provar que espíritos imundos moram e habitam em coisas como objetos, casas, árvores, etc.

2) O estabelecimento de um pacto com esses demônios pela posse de objetos a eles consagrados

Nenhum adepto do movimento de "batalha espiritual" estaria disposto a admitir que um incrédulo entra em algum tipo de pacto ou concerto com Deus simplesmente por ter uma Bíblia em casa, ou mesmo por ter participado inadvertidamente da Ceia do Senhor numa igreja evangélica.

Entretanto, está pronto a afirmar que cristãos verdadeiros podem ser atacados, amaldiçoados e demonizados se tiverem em casa livros sobre ocultismo ou objetos ocultistas, para com os quais não tenha nenhuma atitude religiosa.

É óbvio que a simples posse desses objetos não nos expõe a ataques satânicos da mesma forma que a posse de uma Bíblia não expõe um incrédulo às investidas do Espírito Santo, a não ser que abra suas páginas e comece a ler, com seu coração aberto e desejoso de aprender as coisas de Deus.

3) Uma outra dificuldade é o conceito de que crentes, que nem estão conscientes de que esses objetos foram usados em rituais ocultistas, possam ser oprimidos pelos demônios associados com esses objetos.

Não é suficiente escutarmos os relatos e as experiências, como a do missionário acima.

Como já insistimos em quase cada capítulo desse livro, por mais sérias e válidas que sejam, experiências não podem servir como autoridade final nessa questões.

É preciso examinar as Escrituras, seguindo as regras simples de interpretação, que procuram deixar o texto sagrado falar livremente.

E o que encontramos nelas pode ser resumido nas palavras de Balaão, falando pelo Espírito de Deus: "Pois contra Jacó não vale encantamento, nem adivinhação contra Israel" (Nm 23.23).

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É capaz de perdoar? Que proveito há nisso?

Perdoar-para-ser-perdoado

PERDOAR não é sempre fácil. Muitas vezes, por causa da crueldade, do descuido ou da falta de bom juízo da parte dos outros, precisa-se suportar muita dor, dano ou embaraço. É bastante fácil abrigar ressentimento e sentir-se justificado nisso, mas a Bíblia recomenda que perdoemos. Por quê?
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Há muitos motivos para isso. Um dos motivos muito importantes é que necessitamos do perdão de Deus. A Bíblia nos diz que “todos pecaram e não atingem a glória de Deus”, e que estamos constantemente em necessidade de Seu perdão. (Rom. 3:23; 6:23)
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“Se vigiasses os erros, ó Já, ó Deus, quem poderia ficar de pé?” pergunta o salmista. Mas ele acrescenta: “Contigo há o verdadeiro perdão.” — Sal. 130:3, 4; 19:12; 32:1.
OBTER O PERDÃO DE DEUS
Para podermos obter este perdão, é preciso que perdoemos aos outros. Por isso, Jesus Cristo, o Filho de Deus, na oração-modelo que deu aos seus seguidores, tornou o perdão de Deus para nós dependente de termos perdoado aos outros. Sim, observe que Jesus não disse que devemos orar para que Deus nos perdoe as nossas dívidas assim como pretendemos perdoar aos outros, mas “assim como nós também temos perdoado aos nossos devedores”. — Mat. 6:12.
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Jesus sabia muito bem que nós, como homens imperfeitos e esquecediços, estamos bastante prontos para prometer que perdoaremos aos outros, a fim de obtermos o perdão para nós mesmos. Mas depois talvez nos esqueçamos ou nos neguemos a perdoar aos outros, pois, nem sempre é fácil fazer isso. Jesus salientou o mesmo ponto no seu Sermão do Monte, quando disse: “Felizes os misericordiosos”, os que praticam a misericórdia, “porque serão tratados com misericórdia” — naturalmente, por Deus, e muitas vezes também pelo homem. — Mat. 5:7; Efé. 4:1, 2, 32; Col. 3:12, 13.
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E quão deplorável seria a nossa situação se o nosso Pai celestial se negasse a ser misericordioso conosco! Todavia, Deus deu o seu próprio Filho em sacrifício, a fim de que Ele, em harmonia com a sua justiça, pudesse perdoar aos pecadores arrependidos que tivessem fé, assim como lemos:
“Mediante ele temos o livramento por meio de resgate, por intermédio do sangue desse, sim, o perdão de nossas falhas, segundo as riquezas de sua benignidade imerecida.” (Efé. 1:7)
Mas ele nos dá este perdão apenas se nós mesmos perdoarmos liberalmente aos outros as suas transgressões contra nós.
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Jesus salientou a discrepância entre a nossa dívida para com Deus e a dívida de outra pessoa para conosco, usando uma ilustração. Proferiu-a logo depois de dizer ao apóstolo Pedro que este precisava perdoar não apenas sete vezes, mas “até setenta e sete vezes”. — Mat. 18:21, 22.

Nesta parábola ou ilustração ele falou a respeito de um rei que perdoou ou cancelou uma dívida de Cr$ 50 milhões de um de seus escravos. Mas aquele escravo não estava disposto nem mesmo a conceder prazo a um co-escravo que lhe devia apenas Cr$ 85,00, para lhe pagar de volta! De fato, mandou que fosse lançado na prisão! Ao ouvir isso, o rei cancelou a misericórdia que teve para com o escravo implacável e mandou que fosse lançado na prisão até que pagasse tudo o que devia. Salientando a moral, Jesus disse então:
“Do mesmo modo lidará também convosco o meu Pai celestial, se não perdoardes de coração cada um ao seu irmão.” — Mat. 18:23-35.
Assim, Jesus, na sua parábola, não só salientou a necessidade de perdoarmos aos outros, mas também a grande diferença que há entre o que os outros nos devem e o que nós devemos a Deus. Sim, o que outros talvez nos devam em razão de suas transgressões contra nós, comparado com o que nós devemos a Deus por motivo das transgressões contra a sua lei, poderia ser comparado à diferença entre Cr$ 85,00 e Cr$ 50 milhões. Se Deus pode perdoar tanto, não nos deve isto induzir então a sermos ainda mais perdoadores do que já fomos?
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MOTIVOS PRÁTICOS DO PERDÃO
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Outro motivo por que a Bíblia recomenda que perdoemos é que amamos a nós mesmos. Conforme o apóstolo Paulo declarou muito bem:
“Nenhum homem jamais odiou a sua própria carne; mas ele a alimenta e acalenta”, cuidado que expressa o amor do homem a si mesmo. — Efé. 5:29; Mat. 22:39.
Visto que amamos a nós mesmos, não devemos querer sobrecarregar-nos desnecessariamente, não é? No entanto, isto é o que fazemos quando nutrimos ressentimentos e nos negamos a perdoar, pois, conforme escreveu alguém:
“O ressentimento é um fardo pesado demais para se carregar.”
A Palavra de Deus nos aconselha sabiamente:
“Não se ponha o sol enquanto estais encolerizados.” (Efé. 4:26)
Deve-se fazer um esforço deliberado para não tomar em conta o mal e restabelecer as relações rompidas o mais breve possível, no próprio dia em que ocorreu o rompimento, se possível.
O PERDÃO É VITAL NO MATRIMÔNIO
Especialmente no matrimônio é sábio perdoar. Adiar o perdão ou negar-se a perdoar pode resultar em separação e divórcio, muitas vezes seguido por sentimentos de culpa e de solidão. 
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O orgulho pode causar que a esposa ou o marido insista num divórcio ou numa separação, mas o orgulho não é bom companheiro.
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Um escritor famoso disse recentemente que estava preparado para relatar como é estar divorciado depois de quatorze anos de casado. “É bobagem!” disse ele.
“As desvantagens de se estar sem laços maritais, especialmente na meia idade, ultrapassam em muito os prazeres. Aprende-se pela primeira vez quão alto pode soar o silêncio no clamor quieto duma casa vazia. A solidão e o silêncio se aproximam de todos os lados quando o ruído da nossa chave na porta da frente não resulta em sons de resposta. É neste momento que se aprende que o latido dum cão, o miado dum gato ou o pio dum pássaro não substituem a voz humana. . . . Os amigos não preenchem a lacuna terrível que antes era preenchida por alguém chamado esposa ou marido. Simplesmente não é a mesma coisa.”
Colocar o perdão na frente do orgulho talvez tivesse salvo este matrimônio.
Certa atriz, divorciada e vivendo sozinha em Londres, havia atingido o cume do sucesso financeiro. Ela estava “livre”. Mas, ela disse:
“É quando venho para casa, depois do teatro, e fecho a porta, e sei que nem uma vivalma se importa com o que faço ou o que acontece comigo, física ou espiritualmente, que compreendo a armadilha desta chamada liberdade.”
É possível que por se colocar o perdão na frente do orgulho se poderia ter salvo este matrimônio?
A IGNORÂNCIA É UM FATOR
Muitas vezes acontece que as ofensas contra nós se devem à ignorância, que por sua vez se deve talvez ao ambiente da pessoa ou ao modo em que foi criada. Tomarmos isso em consideração nos ajudará a perdoar.
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A ignorância induz às vezes a alguém a cometer atos muito maus. O elemento da ignorância entrou também no assassinato de Jesus Cristo.
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O apóstolo Pedro, portanto, vendo uma oportunidade para uma mudança naquelas pessoas, disse aos seus ouvintes judaicos:
“Sei que agistes em ignorância, assim como também fizeram vossos governantes.” (Atos 3:17) Exortou-os a se arrependerem e a receberem o perdão de seus pecados.
Muitos o fizeram. E tantos quantos o fizeram tornaram-se irmãos e irmãs na congregação cristã, de fato, irmãos espirituais de Cristo!
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EMPATIA E AMOR SÃO A CHAVE
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A empatia e o amor são qualidades que nos ajudarão a perdoar mais aos que transgridem contra nós. A empatia é a qualidade que nos habilita a pensar e a sentir como os outros, a colocar-nos como que na situação deles.
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Ajuda-nos a perdoar quando nos colocamos na situação da outra pessoa. Ajuda-nos a compreender mais claramente como aplicar o princípio expresso por Jesus:
“Assim como quereis que os homens façam a vós, fazei do mesmo modo a eles.” (Luc. 6:31)
Gostaríamos que outros tivessem ressentimento contra nós por alguma ação má da nossa parte? Naturalmente que não. Queremos que os outros nos perdoem, e apreciamos quando o fazem.
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O amor altruísta, segundo princípios, ajuda a pessoa a compreender claramente a sabedoria do perdão. Em primeiro lugar, induz-nos a perdoar a outro, e daí o perdão pode resultar em amor para conosco por parte do perdoado. Conforme disse um rei sábio da antiguidade:
“Quem encobre uma transgressão está procurando amor.” (Pro. 17:9)
Salomão se referia ali àquelas transgressões menores que as pessoas tendem a cometer umas contra as outras de dia em dia.
A relação entre o amor e o perdão é também trazido à nossa atenção pelos apóstolos Pedro e Paulo. Aconselhando os seus concristãos, Pedro escreveu:
“Acima de tudo, tende intenso amor uns pelos outros, porque o amor cobre uma multidão de pecados.”
Paulo escreveu:
“Revesti-vos de amor.” “Assim como Jeová vos perdoou liberalmente, vós também o fazei.” (1 Ped. 4:8; Col. 3:12-14)
Ao ponto em que há amor, o marido ou a esposa se perdoarão mutuamente aqueles enganos que Deus nos perdoa liberalmente; um amigo perdoará ao seu companheiro errante e o ministro cristão perdoará aos que o tratam rudemente.
Por que perdoa o amor? Por que é que o amor “não leva em conta o dano”? Porque, conforme Paulo mostra na sua descrição do amor, “o amor é longânime e benigno. O amor não é ciumento, . . . não procura os seus próprios interesses, . . . espera todas as coisas, persevera em todas as coisas”. Certamente, todas estas facetas do amor explicam por que o amor perdoa! — 1 Cor. 13:4-7.
No entanto, note-se que o perdão é misericórdia. Não pode ser exigido pelo errante como direito, assim como a humanidade tampouco pode exigir misericórdia da parte de Deus.
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“DE CORAÇÃO” E “LIBERALMENTE”
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Perdoarmos aos outros não deve ser apenas um perdão perfunctório e superficial. Visto que o perdão é motivado pelo amor, precisa ser sincero, genuíno e do coração. Com discernimento, Jesus salientou que o perdão precisa ser “de coração”. (Mat. 18:35) De modo similar, o apóstolo Paulo sublinhou que se devia perdoar, não com relutância, não com hesitação, mas “liberalmente”. Exorta-nos a ‘perdoar-nos liberalmente uns aos outros’. — Efé. 4:32; Col. 3:13.
De fato, perdoarmos aos outros deve ser feito com bom ânimo, pois, diz-se-nos que “aquele que mostra misericórdia”, o que significa perdoar, faça-o com animação”. (Rom. 12:8) Assim como “Deus ama o dador animado”, assim aquele que é perdoado aprecia quando o perdão é concedido com bom ânimo. — 2 Cor. 9:7.
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Deveras, há motivos compulsivos por que deve perdoar. Embora o que errou não possa exigir o perdão como direito, pode pedir humildemente perdão, assim como rogamos a Deus que nos conceda. E embora não seja sempre fácil perdoar, é sábio fazer isso. Resulta em paz mental e em boa saúde, tanto para quem perdoa como para o perdoado. É amoroso fazer isso, resultando em felicidade e promovendo uma reação amorosa. E, acima de tudo, lembre-se de que as suas boas relações com o seu Criador, Deus, dependem de que perdoe aos outros!

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Pesquisa - Jefferson Chagas
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Demônios sustentam falsamente que os mortos estão vivos.


Diz a Bíblia que Satanás está “desencaminhando toda a terra habitada”. (Revelação 12:9) Satanás e seus demônios não querem que acreditemos na Palavra de Deus, a Bíblia. Procuram fazer as pessoas crer que os mortos estão vivos em alguma parte no domínio espiritual. Vejamos como fazem isso.

Religião Falsa

Muitas religiões ensinam que todo humano possui uma alma que passa para o domínio espiritual após a morte do corpo físico. Dizem que o corpo morre, mas a alma não morre. Além disso, afirmam que a alma não pode morrer, que ela é imortal.

Mas a Palavra de Deus não ensina isso.

A Bíblia diz que a alma é a pessoa, não alguma coisa dentro da pessoa. Por exemplo, a Bíblia, ao descrever a criação de Adão, declara: “E Jeová Deus passou a formar o homem do pó do solo e a soprar nas suas narinas o fôlego de vida, e o homem veio a ser uma alma vivente.” (Gênesis 2:7) De modo que não se deu uma alma a Adão; ele era uma alma.

Os animais também são chamados almas. — Gênesis 1:20, 21, 24, 30.
Visto que a palavra “alma” na Bíblia significa a própria pessoa, não nos deve surpreender que as almas podem morrer e realmente morrem. A Bíblia diz:
“A alma que pecar — ela é que morrerá.” — Ezequiel 18:4.

“E Sansão passou a dizer: ‘Morra a minha alma com os filisteus.’” — Juízes 16:30.
“É lícito, no sábado, fazer uma boa ação ou fazer uma má ação, salvar ou matar uma alma?” — Marcos 3:4.

Outras passagens da Bíblia mostram que as almas podem ser destruídas (Gênesis 17:14), mortas com espada (Josué 10:37), sufocadas (Jó 7:15) e afogadas (Jonas 2:5). Portanto, a alma morre.

Se ler a Bíblia de capa a capa, nunca encontrará a frase “alma imortal”. A alma humana não é um espírito. 

O ensino da imortalidade da alma não é bíblico. É um ensino de Satanás e de seus demônios. Jeová odeia todas as mentiras religiosas. — Provérbios 6:16-19; 1 Timóteo 4:1, 2.

Médiuns Espíritas

Outro modo de Satanás desencaminhar as pessoas é por meio de médiuns. O médium é alguém que pode receber mensagens diretamente do mundo dos espíritos. Muitas pessoas, até mesmo os próprios médiuns, acreditam que essas mensagens procedem dos espíritos das pessoas falecidas. Mas, conforme vimos na Bíblia, isto é impossível. — Eclesiastes 9:5, 6, 10.

Donde vêm, então, essas mensagens? Dos próprios demônios!

Os demônios podem observar a pessoa enquanto ela está em vida; sabem como a pessoa falava, qual era a sua aparência, o que fazia e o que ela sabia. Portanto, é fácil para eles imitar pessoas que já morreram. — 1 Samuel 28:3-19.

Histórias Falsas

Outro modo de Satanás tentar sustentar a mentira a respeito dos mortos é por meio de histórias falsas. Tais histórias com freqüência desviam as pessoas da verdade bíblica. — 2 Timóteo 4:4.

Na África, há muitos relatos sobre pessoas serem vistas depois de mortas. Tipicamente, tais aparições se dão longe do lugar onde a pessoa vivia. Mas, perguntemos: ‘Parece razoável uma pessoa, tendo o poder de retornar dentre os mortos, voltar para um lugar longe de sua família e de seus amigos?’

Também, não poderia acontecer que a pessoa vista simplesmente se parece com a pessoa falecida? Por exemplo, dois ministros cristãos que estavam pregando numa região do interior notaram que um senhor idoso os seguiu por várias horas. 

Quando lhe perguntaram a respeito disto, ficaram sabendo que esse homem pensou que um dos ministros fosse seu irmão que morrera fazia alguns anos. Naturalmente, ele estava enganado, mas não quis acreditar que estava enganado. Pode-se imaginar a história que esse senhor idoso contou mais tarde para seus amigos e vizinhos!

Visões, Sonhos e Vozes

Sem dúvida, sabe de coisas estranhas que pessoas viram, ouviram ou sonharam. Tais experiências sobrenaturais não raro aterrorizam os que as têm. Marein, que morava na África Ocidental, ouvia constantemente a voz de sua avó já falecida chamá-la de noite. Aterrorizada, Marein gritava, acordando todos na casa. Por fim, ela enlouqueceu.

Ora, se os mortos estão realmente vivos, há lógica em eles aterrorizarem seus entes queridos? Naturalmente que não. Tais mensagens prejudiciais vêm dos demônios.

Mas, que dizer das mensagens que parecem ser úteis e consoladoras?

Por exemplo, Gbassay, de Serra Leoa, estava doente. Ela teve um sonho em que seu falecido pai lhe apareceu. Ele lhe disse para ir a certa árvore, apanhar uma folha, misturá-la com água e tomá-la. Não devia falar a ninguém antes de fazer isso. Ela fez assim e sarou.

Outra senhora disse que seu falecido marido lhe apareceu certa noite. Ela disse que ele tinha excelente aparência e trajava roupas bonitas.

Estas mensagens e visões parecem boas e úteis. Procedem elas de Deus? Não, não procedem. Jeová é o “Deus da verdade”. (Salmo 31:5) Ele jamais consentiria que fôssemos enganados ou ludibriados. Só os demônios fazem isso.

Mas, será que existem demônios bons? Não.

Mesmo que às vezes pareçam prestativos, todos eles são maus. Quando o Diabo falou com Eva, parecia ser amigo. (Gênesis 3:1) Mas, qual foi o resultado para ela depois de escutá-lo e fazer o que ele mandara?
Ela morreu.

Sabemos que não é incomum uma pessoa má mostrar-se amistosa para com os que ela deseja enganar e lograr. “Dentes brancos, coração negro”, diz um provérbio africano.

A Palavra de Deus diz: “O próprio Satanás persiste em transformar-se em anjo de luz.” — 2 Coríntios 11:14.

Deus não mais contata pessoas na terra por meio de sonhos, visões ou vozes do mundo dos espíritos. Ele as orienta e instrui através da Bíblia, que pode tornar alguém “completamente equipado para toda boa obra”. — 2 Timóteo 3:17.

Assim, quando Jeová avisa contra as trapaças de Satanás, ele faz isso porque nos ama. Ele sabe que os demônios são inimigos perigosos.

Fonte: Tecnico de Cristo

Pesquisem e saiam da enganação!
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Êxodo do Egito à Terra Prometida

exodo decodificado
A MAIORIA das pessoas já ouviu falar do Êxodo do Egito. Mas o que aguardava Moisés e o povo de Deus depois da travessia do mar Vermelho? Que rumo tomaram e como chegaram ao rio Jordão, através do qual entraram na Terra Prometida?

Para chegar à terra de Canaã, Moisés não tomou o caminho mais curto — com cerca de 400 quilômetros ao longo da costa arenosa do Mediterrâneo. Se tivesse feito isso, teriam passado diretamente pelo meio do território dos inimigos filisteus. Tampouco atravessou o centro da ampla península do Sinai, onde enfrentariam calor escaldante no planalto de cascalho e calcário. Não, Moisés levou o povo para o sul, ao longo da estreita planície costeira. Primeiro, eles acamparam em Mara, onde Deus fez com que as águas amargas se tornassem potáveis. Após partir de Elim, o povo resmungou pedindo comida; Deus enviou codornizes e depois maná. Em Refidim, o povo resmungou outra vez (pedindo água), os amalequitas que atacaram Israel foram derrotados e o sogro de Moisés o aconselhou a obter ajuda de homens capazes. — Êx, caps. 15-18.

Moisés conduziu então Israel em direção às montanhas mais ao sul, acampando junto ao monte Sinai. Ali, o povo de Deus recebeu a Lei, construiu o tabernáculo e ofereceu sacrifícios. No segundo ano do Êxodo, rumaram para o norte, atravessando um “grande e atemorizante ermo”. A jornada à região de Cades (Cades-Barnéia) aparentemente levou 11 dias. (De 1:1, 2, 19; 8:15) Por causa do relatório negativo de dez espiões, o povo ficou com medo e, por isso, teve de vaguear por mais 38 anos. (Núm 13:1–14:34) Entre os lugares onde acamparam estavam Abrona e Eziom-Géber. Depois, voltaram a Cades. — Núm 33:33-36.

Quando finalmente chegou o tempo de entrarem na Terra Prometida, os israelitas não rumaram em linha reta para o norte. Contornaram a terra de Edom e seguiram pela “estrada real”. (Núm 21:22; De 2:1-8) Para uma nação inteira — com crianças, animais e tendas —, não foi fácil percorrê-la. Por exemplo, eles tiveram de entrar e sair de desfiladeiros profundos — como o de Zerede e o do Árnon (com quase 520 metros de profundidade). — De 2:13, 14, 24.

Finalmente, os israelitas chegaram ao monte Nebo. Miriã havia morrido em Cades; Arão, no monte Hor. Moisés morreu perto da terra na qual ele queria entrar, tão perto que dava para avistá-la. (De 32:48-52; 34:1-5) Coube a Josué liderar Israel na conquista da terra, terminando assim uma jornada que começara 40 anos antes. — Jos 1:1-4.

Nota(s)
Não se sabe a localização exata da maioria dos acampamentos
Video Documentario:

Êxodo Decodificado - Documentário.


Autor da publicação do Video - Estou postando apenas como material extra bíblico para pesquisa, creio que este documentário ajudará a dar uma melhor perspectiva e principalmente corroboração ao texto bíblico, pois há um ótimo material arquelógico demonstrado neste vídeo.


Fonte: Pesquisa
Arranjo: Jefferson
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