Doenças causadas por Demônios, depois eles curam é enganam, e a doença volta quando eles quiserem

Curandeirismo 3

Um pesquisador, escrevendo em Natural History (nov. 1972), relata que assistiu a uma sessão de “cura” no Peru, realizada à noite.

Um homem ficara doente e não podia mais andar. Seu negócio estava declinando e seus filhos abandonaram o trabalho e a escola. O diagnóstico do curandero foi que um feiticeiro havia feito um despacho e que este era responsável pelas dificuldades da família.

Durante o subseqüente rito de “cura”, uma das filhas da família começou a tossir e a cuspir, vomitando a infusão de suco de cacto de São Pedro que havia tomado (ela havia também tomado uma mistura de suco de cacto e de fumo silvestre).

Começou a inclinar-se loucamente para trás. Alguém gritou que um monstro puxava o cabelo da moça por detrás. Diante disso, o curandero pegou duma espada na mesa e passou a travar uma batalha furiosa como que com um adversário invisível, dando golpes ferozes e selvagens.

Ele disse que era para quebrar o encanto do feiticeiro. O pesquisador relatou que, quando viu a família mais tarde, a saúde do homem, bem como sua família e seu negócio haviam melhorado.

Louis C. Whiton, outro pesquisador, que havia chefiado seis expedições ao Suriname, para fazer um estudo do povo conhecido como negros da mata, relata uma experiência própria com um famoso feiticeiro em Paramaribo. (Natural History ago.-set. 1971) “Muitas das pessoas mais instruídas da cidade recorrem aos seus talentos, embora freqüentem igrejas cristãs”, escreve ele. Whiton sofria de paralisia e de fortes dores num quadril e numa perna.

Durante um período de dezoito meses, os especialistas e o médico do próprio Whiton não puderam dar-lhe alívio. O seguinte é um resumo muito condensado do rito de “cura”.

A cerimônia começou à meia-noite. Esfregaram-lhe o corpo com barro que havia sido abençoado num ritual, para ter o poder de repelir o mal. Seguiram-se cantos e orações aos deuses da selva.

Interrogou-se então a “alma” do paciente sobre a sua vida passada. O feiticeiro orou para o deus Misá, para “proteger este Filho da Terra, embora tivesse pecado, para que não lhe acontecesse nenhum mal”. O altar de vodu [macumba] foi levado em torno da cabeça de Whiton e acenaram-se sobre ele as bandeiras dos deuses índios.

Depois de cerca de duas horas, ele foi informado de que os deuses chegaram. Mandou-se-lhe que se deitasse no chão, e o “curandeiro” se deitou na direção oposta, tocando-se o alto de suas cabeças.

Depois se colocou no tórax do feiticeiro um almofariz muito grande e pesado, enquanto um dos seus ajudantes ficava de pé sobre o seu estômago e outro sobre seus quadris, batendo no almofariz com grandes pilãos de madeira.

Acreditavam que as batidas mantinham seu coração batendo regularmente durante a provação, na qual o espírito mau supostamente devia abandonar o paciente e entrar no feiticeiro.

O feiticeiro, então supostamente possesso do espírito mau que havia estado no paciente, tornou-se briguento, falando em inglês, em vez de seu nativo taki-taki, em termos irados e desamistosos.

Depois disso, o espírito mau tinha de ser transferido dele para um altar de ossos de cobra, e, finalmente, para o corpo duma galinha, segurada pelas penas do pescoço diante do paciente.

Se o espírito mau havia sido completamente exorcismado, a galinha morreria sem que o feiticeiro a ferisse de algum modo. A galinha não morreu, de modo que se disse ao paciente que provavelmente não se ‘arrancou dele’ todo o mal.

Portanto, ele devia abrir o bico da galinha e cuspir-lhe na boca. Fez isso, e em vista disso, a ave bateu violentamente as asas, ficou mole e morreu. Whiton relata que, depois de passarem dois anos desde o rito, não houve recorrência da dor na sua perna e no seu quadril.

Nota: Demônios agem de diversas maneiras dependendo a região, exemplo se a localização tem muitos buscando Igrejas evangélicas se eles acham falhas e falta de conhecimento no líder de alguma e ali que ele vai fazer curas e o líder desta igreja dirá que a cura provem de Jesus, portanto cuidado para não estar comendo na mesa de Demônios pensando que e a mesa de Deus.

Fonte: Pesquisa e Estudo
Arranjo: Jefferson

Curandeirismo e ritos de macumba

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São as Atuais Curas Como as de Jesus? Saiba para não ser enganado!
A doença é um problema terrível, e quando sobrevém, naturalmente procuramos alívio. No entanto, que dizer quando vivemos num lugar onde “as pessoas, principalmente as de baixa renda, são tratadas...

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É o Diabo quem nos faz adoecer? Saiba!
Para entender de onde vem as curas de Pastores, lideres religiosos que enganam a muitos sendo na realidade os Falsos profetas (Anticristo) leiam este artigo completo, recomendo que pegue sua biblia e...

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Os Anticristo serão marcados por inteligência e poder de persuasão

Os Anticristo serão marcados por inteligência e poder de persuasão". (Daniel 7:8, 20; 8:23) Além disso, eles serão entendidos em intrigas, ou enigmas, o que significa que serão adeptos do...

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Uso de analgésico pode estar ligado a câncer no rim

medicamentos analgésicos
Pessoas que tomam regularmente medicamentos analgésicos, como o ibuprofeno, podem estar sob maior risco de ter câncer de rim, de acordo com uma nova pesquisa.
As descobertas sugerem que quanto mais alguém usa esses medicamentos, chamados anti-inflamatórios não esteróides, ou AINEs, maior o risco de adquirir esse tipo de câncer.
Porém, não se pode provar que o uso de analgésico causa câncer, já que a diferença entre usuários regulares e não usuários no estudo foi pequena. Pesquisadores calcularam que, se há uma relação de causa e efeito, cerca de 10 mil pessoas teriam que tomar os medicamentos regularmente para uma pessoa ter câncer de rim.
Isso não significa que as pessoas que precisam dos medicamentos não devem tomá-los, especialmente por causa de seus potenciais benefícios em relação a outros tipos de câncer.
Os AINEs têm sido associados com uma redução de risco de diversos cânceres, incluindo colorretal, mama e próstata. A implicação mais importante desse estudo é que levanta a possibilidade de que os AINEs podem aumentar o risco de certos tipos de câncer também.
Além disso, as drogas são associadas a um risco aumentado de hemorragia no estômago.
Os pesquisadores levantaram dados de dois estudos com cerca de 125 mil enfermeiros e outros profissionais de saúde, que preencheram pesquisas a cada dois anos, até duas décadas. As pesquisas perguntaram aos participantes com que frequência eles tomavam analgésicos para a artrite e outras doenças, e também rastreou as pessoas que foram diagnosticadas com câncer de rim.
No total, 333 pessoas (cerca de 0,3%) tinham câncer nos rins. Pessoas que relataram tomar Tylenol ou aspirina regularmente (duas ou mais vezes por semana) não tinham mais chances de serem diagnosticadas com câncer de rim do que aqueles que não tomaram analgésicos.
No entanto, os participantes que tomavam os AINEs, incluindo o ibuprofeno (comercializado como Advil) e naproxeno (comercializado como Aleve), foram cerca de 50% mais suscetíveis a serem diagnosticados com o câncer.
O risco foi ainda maior em pessoas que tomaram AINEs regularmente por dez anos ou mais.
Até agora, os pesquisadores não conseguem explicar porque a aspirina não aumenta o risco de câncer no rim, mas outros AINEs sim, sendo que as drogas funcionam de maneira similar.
Ainda não se pode excluir a possibilidade de que outro fator esteja dirigindo a associação. Mas o fato de que os pesquisadores viram a ligação em duas populações diferentes de estudo faz com que eles estejam mais confiantes de que AINEs e câncer de rim estejam realmente relacionados.
Até o momento os resultados não devem conduzir a decisão de alguém sobre se deve ou não tomar analgésicos. Mas se o estudo for confirmado, riscos e benefícios devem ser considerados na hora de decidir quando dar AINE’s, especialmente para um longo período de tempo.
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Alho previne resfriados, mito ou realidade?

Alho
Durante séculos, o alho foi exaltado não só por sua versatilidade na cozinha, mas também devido às suas propriedades medicinais.
Sejam quais forem as razões, estudos parecem dar suporte a um efeito do condimento. Cientistas britânicos acompanharam 146 adultos saudáveis por 12 semanas, de novembro a fevereiro, em um estudo publicado em 2001, com o método duplo cego (nem as cobaias nem os administradores do experimento sabiam que estava tomando placebo). Aqueles que foram aleatoriamente selecionados para receber um suplemento diário de alho tiveram 24 resfriados durante o período, comparado com 65 no grupo que recebeu placebo (pílula falsa, cuja substância não tem efeito algum no organismo).
O grupo do alho ficou doente durante 111 dias no total, enquanto que o outro grupo ficou mal por 366 dias. Ou seja, os que receberam o suplemento de alho regularmente também se recuperavam mais rapidamente.
Além do odor, os pesquisadores perceberam poucos efeitos colaterais, como náusea e erupções cutâneas.
Uma possível explicação para tantos benefícios é que um composto chamado alicina (óleo volátil sulfuroso), o principal componente biologicamente ativo do alho (é a substância que causa o odor característico do alimento), bloqueia enzimas que desempenham um papel em infecções bacterianas e virais. Ou talvez as pessoas que consumiram alho o suficiente simplesmente repeliram as demais pessoas, e assim ficaram livres de seus germes.
Em um relatório desse ano no The Cochrane Database of Systematic Reviews (em português, Banco de Dados de Revisões Sistemáticas Cochrane, em referência ao herói nacional do Reino Unido, Thomas Cochrane), cientistas que examinaram essa pesquisa argumentaram que, embora a evidência seja contundente em relação às propriedades preventivas do alho, mais estudos são necessários.
Eles colocaram que ainda não estava claro se faria alguma diferença ingerir alho bem no começo do resfriado, em vez de fazê-lo durante semanas antes de pegar a doença.
Conclui-se, então, que a pesquisa é limitada, mas que, mesmo assim, sugere que o alho pode realmente ajudar a afastar os resfriados.
hypescience
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Venlafaxina - Efeitos Colaterais do Medicamento


Quetiapina - mecanismo de açao
Os efeitos adversos mais comumente observados em estudos placebo-controlados associados ao uso de EFEXOR comprimidos ou EFEXOR XR (Venlafaxina) e cuja incidência não foi detectada de forma equivalente entre os respectivos pacientes tratados com placebo, foram queixas relativas ao sistema nervoso, incluindo tonturas, boca seca, insônia, nervosismo, tremores e sonolência; queixas gastrintestinais, incluindo anorexia, constipação, náusea, vômitos; e ejaculação/orgasmo anormal, sudorese, visão turva, bocejo e astenia. 

A ocorrência de muitos dos efeitos adversos observados, relacionase com a dose. 

Os efeitos adversos, de maneira geral, diminuem em intensidade e freqüência com a continuação do tratamento. 

Uma redução de duas a três vezes (escala de análogos visuais) na gravidade da náusea foi verificada no caso do EFEXOR XR (Venlafaxina) em comparação com EFEXOR comprimidos em estudos de farmacologia clínica com pacientes não depressivos. 

Em estudos clínicos, a incidência de náusea e a adaptação à mesma, pareceu ser melhor com EFEXOR XR (Venlafaxina) em comparação com EFEXOR comprimidos. 

Os seguintes efeitos adversos foram relatados em aproximadamente 5000 pacientes expostos à Venlafaxina durante os estudos pré-comercialização. 

Todos os efeitos relatados foram incluídos com exceção daqueles para os quais a causa devida à droga foi remota. 

Além disso, quando o termo COSTART para um efeito foi tão geral quanto não informativo, ele foi substituído por um termo mais informativo. 

Embora esses efeitos relatados tenham ocorrido durante o tratamento com Venlafaxina, eles não foram necessariamente causados pelo tratamento. 

Os efeitos são adicionalmente classificados dentro de categorias do sistema corpóreo e enumerados em ordem decrescente de freqüência usando as seguintes definições: 

Efeitos adversos freqüentes são definidos como aqueles que ocorrem em uma ou mais ocasiões em pelo menos 1/100 pacientes; 

Efeitos adversos infreqüentes são aqueles que ocorrem em menos de 1/100 a 1/1000 pacientes; 

Efeitos raros são aqueles que ocorrem em menos de 1/1000 pacientes. 

Os efeitos que ocorreram em uma taxa de 3% ou mais estão marcados. 

Os efeitos não observados com EFEXOR XR (Venlafaxina) são mostrados em itálico. 

Os efeitos relatados somente nos estudos de ansiedade de EFEXOR XR (Venlafaxina) são marcados . 

Corpo como um todo. 

Freqüentes: dor abdominal , lesão acidental , astenia , lombalgia , dor torácica, calafrios, febre, síndrome gripal , enxaqueca , infecção , dor no pescoço, dor ; Infrequentes: edema facial, lesão intencional, mal estar, monilíase, rigidez do pescoço, superdosagem, dor pélvica, reações de fotossensibilidade, tentativa de suicídio, síndrome de abstinência. 

Raros: apendicite, odor corporal, carcinoma, celulite, halitose. 

Sistema cardiovascular. 

Frequentes: hipertensão , enxaqueca, palpitação, hipotensão postural, taquicardia, vasodilatação ; 

Infrequentes: angina pectoris, arritmia, extra-sístoles, hipotensão, distúrbio vascular periférico (principalmente pés frios e/ou mãos frias), síncope, tromboflebite; 

Raros: arterite, bigeminismo, bradicardia, bloqueio de ramo, distúrbio cardiovascular (incluindo distúrbio circulatório e na válvula mitral), isquemia cerebral, doença coronariana arterial, bloqueio atrioventricular de primeiro grau, insuficiência cardíaca, hemorragia mucocutânea, infarto do miocárdio, palidez, varizes, insuficiência venosa. 

Sistema digestivo. 

Frequentes: anorexia , constipação , diarréia , dispepsia , eructação, flatulência, aumento do apetite, náuseas , vômitos . 

Infrequentes: bruxismo, colite, disfagia, esofagite, gastrite, gastroenterite, úlcera gastrintestinal, gengivite, glossite, hemorróida, melena, ulceração oral, monilíase oral, hemorragia retal, estomatite, edema da língua; 

Raros: quelite, colecistite, colelitíase, espasmos esofágicos , hemorragia gastrintestinal, hemorragia gengival, hematêmese, hepatite, ileíte, obstrução intestinal, aumento da salivação, icterícia, parotite , proctite, fezes amolecidas, descoloração da língua. 

Sistema endócrino. 

Raros: gota, hipertireoidismo, hipotireoidismo, nódulo da tireóide, tireoidite. Sistema hematológico e linfático. 

Frequentes: equimoses. 

Infrequentes: anemia, leucocitose, leucopenia, linfadenopatia, trombocitemia, trombocitopenia; 

Raros: basofilia, cianose, eosinofilia, linfocitose. 

Sistema metabólico e nutricional. 

Frequentes: edema, ganho de peso, perda de peso. 

Infrequentes: aumento da fosfatase alcalina, hipercolesterolemia, hiperglicemia, hiperlipemia, hipocalemia, aumento de SGOT, aumento de SGPT, sede; 

Raros: intolerância ao álcool, bilirrubinemia, aumento de uréia (BUN), aumento da creatinina, desidratação, diabetes mellitus, glicosúria, gota, hemocromatose, hipercalcinúria, hipercalemia, hiperfosfatemia, hiperuricemia, hipoglicemia,hiponatremia, hipofosfatemia, hipoproteinemia, uremia. 

Sistema músculo-esquelético. 

Frequentes: artralgia, mialgia. 

Infrequentes: artrite, artrose, dor óssea, espícula óssea, bursite, caimbra nas pernas, miastenia, tenossinovite. 

Raros: miopatia, osteoporose, osteosclerose, fratura patológica, artrite reumatóide, ruptura do tendão. 

Sistema Nervoso. 

Frequentes: alteração dos sonhos , agitação, amnésia, ansiedade , confusão, despersonalização, depressão , tontura , boca seca , labilidade emocional, hipertonia , hipestesia, insônia , diminuição da libido , nervosismo , parestesia , sonolência , tremor , trismo, vertigem. 

Infrequentes: distúrbios da fala, apatia, ataxia, parestesia circumoral, estimulação do SNC, euforia, alucinações, hostilidade, hiperestesia, hipercinesia, hipotonia, incoordenação, reação maníaca, mioclonia, neuralgia, neuropatia, reação paranóide, psicose, estupor, tiques. 

Raros: distúrbio de locomoção, acatisia, acinesia, abuso de álcool, afasia, bradicinesia, síndrome bucoglossal, acidente vascular cerebral, delírios, demência, distonia, paralisia facial, Síndrome de Guillain-Barré, hipercloridria , hipocinesia, dificuldade de controlar os impulsos , aumento da libido, perda da consciência, neurite, nistagmo, depressão psicótica, diminuição dos reflexos, aumento dos reflexos, idéia de suicídio, torcicolo. 

Sistema respiratório. 

Frequentes: bronquite, aumento de tosse, dispnéia, faringite , rinite , sinusite , bocejos. 

Infrequentes: asma, congestão torácica, epistaxe, hiperventilação, laringismo, laringite, pneumonia, alterações da voz. 

Raros: atelectasia, hemoptise, soluços, hipoventilação, hipóxia, pleurite, embolia pulmonar, apnéia do sono, aumento de expectoração. 

Pele e anexos. 

Frequentes: prurido, erupção , sudorese . 

Infrequentes: acne, alopecia, unhas quebradiças, dermatite de contato, pele seca, eczema, erupção maculopapular, psoríase, hipertrofia de pele, urticária. 

Raros: eritema nodoso, dermatite esfoliativa, dermatite liquenóide, descoloração capilar, furunculose, hirsutismo, leucoderma, erupção petequial , erupção pustular, seborréia, atrofia da pele, descoloração da pele, estrias da pele , erupção vesículo-bolhosa. 

Órgãos dos sentidos. 

Frequentes: alteração da visão, anormalidade na acomodação visual , midríase, desvios do paladar, tinido. 

Infrequentes: catarata, conjuntivite, lesão da córnea, diplopia, olhos secos, dor ocular, hiperacusia, otite média, parosmia, fotofobia, perda do paladar, defeitos do campo visual. 

Raros: blefarite, cromatopsia, edema conjuntivo, diminuição dos reflexos da pupila, exoftalmia, surdez, glaucoma, ceratite, labirintite, miose, papiledema, otite externa, hemorragia da retina, esclerite, hemorragia subconjuntiva, uveíte, distúrbio do vítreo. 

Sistema urogenital. 

Frequentes: anormalidades da ejaculação , anorgasmia masculina , anorgasmia feminina , dismenorréia , disúria, impotência , metrorragia , alterações prostáticas (inclui prostatite e aumento da próstata) , frequência urinária, dificuldade para urinar, vaginite ; 

Infrequentes: anormalidades no orgasmo feminino , albuminúria, amenorréia, dor vesical, dor torácica, cistite, hematúria, leucorréia , menorragia , noctúria, poliúria, piúria, incontinência urinária, retenção urinária, urgência miccional, hemorragia vaginal . 

Raros: aborto, anúria, endurecimento mamário, aumento das mamas, cristalúria por sais de cálcio, cervicite, lactação em mulheres , mama fibrocística , ginecomastia , hipomenorréia , cálculo renal, disfunção renal, dor nos rins, mastite , menopausa , cisto ovariano , ereção prolongada , oligúria , orquite , pielonefrite, salpingite , urolitíase, hemorragia uterina , espasmo uterino. 

Baseado no número de homens ou mulheres, quando apropriado. 

O tratamento com Venlafaxina foi associado a uma elevação da pressão arterial em alguns pacientes durante todos os estudos clínicos pré-comercialização. 

Foram observados em estudos précomercialização aumentos médios na pressão diastólica supina da ordem de 1 mmHg em pacientes tratados com Venlafaxina comparados com reduções de aproximadamente 1 mmHg em pacientes tratados com placebo. 

Entre os pacientes de todos os estudos pré-comercialização que receberam Venlafaxina, 1,8% foram considerados como tendo tido aumento clinicamente significante da pressão arterial, comparados com 0,3% dos pacientes tratados com placebo. 

Nos estudos com EFEXOR comprimidos, esses aumentos na pressão arterial estiveram relacionados com a dose. 

De um modo geral, pacientes tratados com doses menor ou igual a 200 mg/dia apresentaram elevações menos acentuadas, enquanto que em um estudo de curto prazo de variação de dose, a dose mais elevada (300 a 375 mg/dia) esteve associada a aumentos médios na pressão arterial diastólica supina da ordem de 4 mmHg em torno da 4ª semana de tratamento, e de 7 mmHg em torno da 6ª semana. 

A presença de hipertensão arterial ou pressão arterial elevada tratadas na avaliação basal não pareceu predispor estes pacientes a elevações adicionais durante o tratamento com Venlafaxina

Para pacientes tratados com doses maiores que 200 mg/dia é aconselhável monitorização rotineira da pressão arterial. 

EFEXOR XR (Venlafaxina) não tem sido avaliado ou usado em nenhuma extensão considerável em pacientes com história recente de infarto do miocárdio ou doença cardíaca instável. 

Pacientes com esses diagnósticos foram sistematicamente excluídos de qualquer estudo clínico durante os estudos do produto. 

Foram observadas mudanças clinicamente significantes no eletrocardiograma em 0,9% dos pacientes tratados com Venlafaxina em todos os ensaios de pré-comercialização em comparação com 0,3% dos pacientes tratados com placebo. 

Raramente foram observadas alterações clínicas significantes dos intervalos de PR, QRS ou QTc em pacientes tratados com Venlafaxina durante os ensaios de précomercialização. 

A média dos batimentos cardíacos aumentou em aproximadamente 4 batimentos/minuto durante o tratamento com Venlafaxina

Foram observadas perdas ou ganhos de peso clinicamente significantes em menos de 1% dos pacientes tratados com Venlafaxina durante todos os testes de pré-comercialização. 

Os sintomas de descontinuação foram avaliados tanto nos pacientes com depressão quanto naqueles com ansiedade. 

Descontinuação abrupta, redução da dose ou redução gradual de Venlafaxina nas várias doses, mostrou estar associada com o surgimento de sintomas novos, cujas freqüências aumentaram com a dose e duração do tratamento. 

Os sintomas relatados incluíram ansiedade, agitação, confusão, diarréia, tontura, boca seca, fatiga, dor de cabeça, hipomania, insônia, náusea, nervosismo, parestesia, distúrbios do sono, sudorese, vertigem e vômitos. 

Onde tais sintomas ocorreram, eles foram geralmente auto-limitantes mas em poucos pacientes persistiram por algumas semanas. 

A ocorrência de efeitos de descontinuação são bem conhecidos com antidepressivos e portanto recomenda-se que a dosagem de EFEXOR XR seja gradualmente reduzida e o paciente monitorizado. 

O período necessário para a redução gradual pode depender da dose, duração da terapia e de cada paciente.

Fonte : MedicinaNET
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EUA OVNIs UFOs Frota na California vista por centenas de pessoas


Alerta OVNIs Ufos

Pelo menos na imaginação de muita gente, os objetos voadores não indentificados são naves de outros planetas. A ciéncia não leva isso a sério, mas algumas aparições nunca foram bem explicadas. Aquele que não conhece a verdade é simplesmente um ignorante, mas aquele que a conhece e diz que é mentira, este é um criminoso
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Uma Cidade Secreta na América do Sul

Floresta ao Sul da Venezuela
Dizem que vários cientistas europeus partiram com Marconi, entre eles, Landini. Em 1937, o enigmático físico italiano e alquimista Fulcanelli advertiu os europeus dos graves riscos das armas atômicas e em seguida desapareceu misteriosamente poucos anos mais tarde. Acredita-se que ele tenha se juntado ao grupo secreto de Marconi na América do Sul.
O que se diz é que 98 cientistas partiram para a AS, onde construíram uma cidade na cratera de um vulcão extinto nas selvas do sul da Venezuela. Em sua cidade secreta, financiada pela grande fortuna que haviam acumulado durante suas vidas, continuaram o trabalho de Marconi sobre energia solar, energia cósmica e antigravidade. Trabalharam secretamente, e afastados das nações do mundo, fabricando motores de energia livre e, por fim, uma aeronave discóide com uma forma de antigravidade giroscópica. Dizia-se que a comunidade dedicava-se a paz universal e ao bem-estar de toda a humanidade. Convictos de que o resto do mundo estava sob o controle de companhias de energia elétrica, banqueiros multinacionais e do complexo militar-industrial, eles permaneceram isolados, trabalhando de forma subversiva em prol da paz mundial e de uma tecnologia limpa e ecológica.
Temos informações provenientes de diversas fontes relativas a essa espantosa cidade de alta tecnologia. Na América do Sul, a história é um tema comum em certos grupos metafísicos. Diz o escritor francês Robert Charroux, em sua obra "The Mistery of the Andes"(1974, Avon Books):... "A Ciudad Subterranea de los Andes é discutida em particular de Caracas a Santiago". Charroux continua a contar a história de Marconi e, sua cidade secreta, e ainda a história de um jornalista mexicano, de nome Mario Rojas Avendaro, que investigava a Ciudad Subterranea de los Andes e concluiu que era um história verdadeira. Avendaro foi contatado por um homem chamado Nacisso Genovese, que havia sido aluno de Marconi e era professor de física em uma faculdade em Baja, México.
Genovese era de origem italiana e afirmava ter vivido por muitos anos na Ciudad Subterranea de los Andes. Em algum momento no final da década de 1950, ele escreveu uma obra obscura intitulada "My Trip to Mars". Embora o livro nunca tenha sido publicado em inglês, apareceu em várias edições em espanhol, português e italiano.
Genovese afirmava que a cidade fora construída com grandes recursos financeiros, era subterrânea e tinha instalações de pesquisa melhores que quaisquer outras do gênero (na época, pelo menos). Por volta de 1946, a cidade que já utilizava um coletor poderoso de energia cósmica, o componente essencial da toda matéria, segundo as teorias de Marconi, muitas das quais ele obteve de Tesla.
"Em 1952", segundo Genovese, "viajamos sobre todos os mares e continentes em uma aeronave cujo fornecimento de energia era contínuo e praticamente inexaurível. Ela atingia uma velocidade de meio milhão de milhar por hora e resistia a enormes pressões, perto do limite da resistência das ligas que a compunham. O problema era desacelerá-la no momento certo."
Segundo Genovese, a cidade localizava-se no sopé da cratera, porém em sua maior parte era subterrânea e totalmente auto-suficiente. O vulcão extinto é coberto de abundante vegetação e situa-se a centenas de milhar de qualquer das estradas, e está a 13.000 pés nas montanhas da selva amazônica.
O autor francês, Charroux, expressou surpresa e descrença ao comentário de que a cidade se encontrava em uma montanha coberta pela selva a 13.000 pés de altura. No entanto, a encosta oriental da cordilheira dos Andes tem muitas dessas montanhas, da Venezuela a Bolívia, numa extensão de milhares de milhas. Várias dessas cidades e montanhas poderiam existir nessa vasta região inexplorada e sempre coberta de nuvens.
Assim, uma cidade secreta numa cratera na selva seria a menor das suposições. Genovese afirmava que vôos da Lua para Marte foram feitos em seus "discos voadores". Ele dizia que uma vez conquistada a tecnologia, era relativamente simples fazer uma viagem a Lua (em poucas horas) ou a Marte (em vários dias). Genovese menciona pirâmides ou o que fizeram em Marte. Talvez tenham criado uma base marciana em uma das antigas pirâmides sopradas pelas areias da região de Cidônia.
Existem muitos relatos de ovnis na América do Sul, especialmente ao longo da borda das selvas montanhosas dos Andes orientais, da Bolívia a Venezuela. É possível que alguns desses ovnis sejam aeronaves antigravidade da Ciudad Subterranea de los Andes?
A luz de fontes altamente confiáveis que alegam ter havido uma "Última batalha", nos últimos dias da Segunda Guerra Mundial, em que soldados alemães fugiram em um submarino para a Antártida e a América do Sul, é possível que os alemães tivessem supercidades de alta tecnologia também nas remotas selvas da América do Sul.
Várias histórias de militares, como a do Coronel Howard Buechner, autor de "Secrets of Holy Lance" e "Hitler's Ashes", sustentam que os alemães já tinham riado bases em Queen Maud Land, defronte a África do Sul.
Em seguida, os Barcos U alemães, em alguns relatos, que chegam a uma centena, levaram importantes cientistas, aviadores e políticos para a fortaleza final da Alemanha nazista. Dois desses barcos U renderam-se na Argentina três meses após a guerra. Em 1947, a Marinha americana invadiu a Antártida, principalmente Queen Maud Land, sob o comando de Admiral Byrd.
O que se diz é que os americanos foram derrotados e vários jatos de quatro porta-aviões foram abatidos por uma aeronave discóide. A marinha bateu em retirada e só retornou em 1957.
Segundo a obra "Chronicle of Akavor", livro publicado pela primeira vez na Alemanha pelo hjornalista Karl Brugger, um batalhão alemão refugiou-se em uma cidade subterrânea nas fronteiras do Brasil e do Peru. Brugger, um jornalista alemão que morou em Manaus, foi assassinado em Ipanema, um bairro do RJ, em 1981. Seu guia, Tatunca Nara, prosseguiu tornando-se guia de Jacques Costeau no alto Amazonas. Na realidade, fotografias de Tatunca Nara aparecem num grande álbum colorido, chamado "A Viagem de Costeau pelo Amazonas". (Para maiores informações sobre Tatunca Nara, Karl Brugger, Cidades subterrâneas, veja "Lost Citites" e "Ancient Mysteries of South America").

Embora cidades secretas da América do Sul que fabricam discos voadores e combatem os atuais poderes do mundo de suas fortalezas ocultas na selva soem como algo bem do bênero James Bond, parecem fundamentar-se em fatos!
Com base no cenário acima, pode não ser totalmente fantaástico sugerir, como fizeram alguns autores, que Tesla tenha sido capturado por um disco voador em 1930. No entanto, parece não ter sido um disco voador de outro planeta, mas uma aeronave de Marconi da cidade secreta.

No mais incrível cenário, que pode muito bem ser verdadeiro, Tesla foi induzido a fingir a própria morte, assim como Marconi e muitos outros cientistas, sendo levado por uma nave discóide especial a supercidade de alta tecnologia de Marconi. Longe do mundo esterno, governos militares, companhias de petróleo, armas e fabricantes de aeronaves, Marconi e TEsla, ambos supostamente mortos, continuaram seus experimentos em uma atmosfera que favorecia a conquista científica.

Quem sabe o que podem ter alcançado? Eles estavam dez anos a frente dos alemães e vinte anos a frente dos amercianos em sua tecnologia antigravidade. Podem ter desenvolvido a espaçonave discóide no início da década de 1940, continando a viajar em máquinas do tempo e a excursionar pelo hiperespaço? Talvez Marconi e Tesla tenham penetrado no futuro e já tenham retornado ao passado!
Os experimentos de viagem no tempo, teletransporte, pirâmides de Marte, Armagedom e uma eventual Idade do Ouro na Terra, tudo isso pode ter algo a ver com Tesla, Marconi e suas invenções suprimidas. Ainda que "especialistas em ovnis" e "primeiros agentes de inteligenência" nos digam que os discos voadores são extraterrestres e estão sendo atualmente retroconstruídos por cientistas militares, Tesla, Marconi e seus amigos podem estar esperando por nós em sua base espacial nas pirâmides e no Rosto de Marte.

Nosso governo, Hollywood e a mídia nos reinaram para certas crenças e preconceitos de que tecnologia supreendente deve ser de extraterrestres que visitam nosso planeta. Para o cientistas-filósofo que procura o conhecimento, as vezes a verdade é mais estranha que a ficção.
Tesla e Marconi

A relação entre Tesla e Marconi é um estudo fascinante! Enquanto Tesla se tornou uma figura popular aos cientistas revisionistas nos últimos dez anos, Marconi é ainda bastante desconhecido e visto como um usurpador das invenções de Tesla. No entanto, Guglielmo Marconi (!874-1937) era um brilhante cientista e, na realidade, amigo íntimo de Tesla.
Na literatura esotérica dos países latinos, Marconi alcançou um status quase legendário, muito semelhante ao de Tesla nos EUA. Mas a maioria dos estudiosos de Tesla ignora que Marconi supostamente havia fundado uma cidade de alta tecnologia nas selvas do sul da Venezuela.

O grande cientista italiano, Guglielmo Marconi, tinha sido aluno de Tesla. Marconi estudou a teoria da transmissão de rádio e fez sua primeira radiotransmissão em 1895. Estava fascinado pela transmissão de energia e, em 1896, recebeu uma patente britânica e enviou um sinal a nove milhas através do Canal de Bristol Em 1899, ele montou com êxito uma estação telegráfica para comunicar-se com a estação francesa a 31 milhas através do Canal Inglês.

Pensava-se que a curva da superfície terrestre limitasse a radiotransmissão a 200 milhas no máximo. Quando, em 11 de dezembro de 1901, Marconi transmitiu um sinal de Poldhu, Cornwall, para St. John's Newfoundland, a 2.000 milhas de distância, ele criou a maior sensação. Para isso, Marconi substituiu a antena receptora por uma coesor, ou detector de ondas elétricas, um tubo de vidro cheio de limalhas de ferro que podia conduzir ondas de rádio. Na época, não havia explicação cientifica para esses fenomenos de transmissão a longa distância, e postulava-se que havia uma camada na porção superior da atmosfera - a ionosfera - que refletia ondas eletromagnéticas.
Marconi era filho de um rico italiano, proprietário de terras, e sua mãe era holandesa. Quando sua primeira transmissão, em 1891, não despertou o interesse das autoridades italianas, ele foi para a inglaterra. A "Marconi Wireless Telegraph Company" foi fundada em Londres, em 1891, e Marconi ganhou milhões com suas invenções.
Atribui-se tanto a Marconi como a Tesla a invenção do rádio. A radiotransmissão histórica de Marconi utilizava um extintor de faíscas de Heinrich Hertz, uma antena de Popov e um coesor de Edouard Bramely, no aparelho simples que viria a se tornar o rádio moderno.

Marconi recebeu o Prêmio Nobel de Física, em 1909, juntamente com Karl Fardinand Braun, autor de importante modificação que aumentou consideravelmente a faixa dos primeiros transmissores de Marconi.
Como Tesla, Marconi foi um homem misteriosos em seus últimos anos, e sabidamente realizava seus experimentos, inclusive experimentos antigravidade, a bordo de sue iate Electra. O iate de Marconi era um superlaboratório flutuante, de onde enviava sinais para o espaço e acendeu as luzes na Austrália, em 1930. Isso foi realizado com o auxílio de um físico italiano de nome Landini, enviando sinais de trem de ondas através da Terra, de modo parecido ao feito de Tesla em Colorado Springs.

Em junho de 1936, Marconi demonstrou ao diatdor fascista, Benito Mussolini, um aparelho de artilharia de ondas para ser usado como arma defensiva. Em 1930, tais aparelhos popularizaram0se como os "raios da morte" como no filme de mesmo nome de Boris Karloff. Marconi deonstrou o raio numa movientada rodovia no norte de Milão, numa tarde. Mussolini havia pedido a sua esposa Rachele para também estar presente na roddovia, precisamente as 15h30. O aparelho de Marconi provocou disfunção, durante meia-hora, em todos os sistemas elétricos dos automóveis, inclusive no de Rachele, enquanto seu chofer eo utros mottoristas verificavam as bombas de óleo e os porta-velas. As 15h35, todos os automóveis estavam em condições de dar partida novamente.
Rachele Mussolini publicou posteiormente esse relato em sua autobiografia.
Mussolini ficou bastaqnte satisfeito com a invenção de Marconi; entretanto, o que se dizia é que o Papa Pio XI, ao ter conhecimento da invençnao dos raios paralisantes, tomou providências para que Mussolini interrompesse a pesquisa de Marconi (nota do Imix: note até vai a influência da Igreja). Segundo os seguidores de Marconi, este partiu, então, em seu iate, para a América do Sul, em 1937, depois de fingir a própria morte.
Fonte:
Pesquisa: Jhero
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O que realmente foi a Suméria? Saiba!

Sumerios
Existem muitas pessoas que afirmam que a Suméria era um local onde habitavam gigantes que poderiam ser seres de Nibirú que é conhecido como o Planeta X.
Vamos mergulhar na história e entender o que de fato a Suméria representou para humanidade.

O que representou a Suméria: histórico resumido

1686 - Persépolis - Engelbert Kampfer batiza os sinais em forma de cunha contidos nos manuscritos e selos aquemênidas (dinastia de Ciro) de "escrita cuneiforme", após a sua visita a Persépolis. Antes disto, estes sinais haviam sido considerados como "decoração" ou elementos decorativos. Posteriormente, reconheceu-se que esta escrita era a mesma encontrada nos artefatos antigos e barras descobertas na Mesopotâmia, entre os rios Tigre e Eufrates.

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Arqueólogos descobrem construções de 4 mil anos no Iraque

Os objetos encontrados no local devem ajudar a esclarecer a história das civilizações que ocuparam o local conhecido como Mesopotâmia

construções de 4 mil anos no Iraque
A descoberta, do tamanho de um campo de futebol, foi feita na antiga cidade de Ur, hoje Iraque
Foto: AP
Arqueólogos britânicos afirmaram nesta quinta-feira ter encontrado um complexo de construções nas proximidades de onde se situava a antiga cidade de Ur, atual Iraque. De acordo com os especialistas, a estrutura de 4 mil anos provavelmente serviu como um centro administrativo de Ur, no mesmo período em que o personagem bíblico Abraão teria vivido no local.
O arqueólogo da Universidade de Manchester que liderou a escavação, Stuart Campbell, disse que a descoberta é de "tirar o fôlego". Segundo ele, descobertas desse tamanho – o complexo tem medida semelhante à de um campo de futebol - e tão antigas são muito raras.
Os objetos encontrados no local devem ajudar a esclarecer a história das civilizações que ocuparam a região na Antiguidade. Ur foi a última capital dos sumérios, civilização surgida há 5 mil anos no local conhecido como Mesopotâmia.
As escavações começaram no mês passado com seis arqueólogos britânicos e quatro pesquisadores iraquianos na província de Thi Qar, a cerca de 320 quilômetros ao sul de Bagdá.
Décadas de guerra e violência afastaram os pesquisadores do Iraque.
De acordo com o arqueólogo britânico, a missão só foi possível graças à relativa estabilidade no sul do país. O time de Campbell é o primeiro grupo de cientistas britânicos a fazer escavações no Iraque desde a década de 1980.
cub
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Atlântida Brasileira pode ser realidade?

atlantida brasileira
Geólogos divulgaram nesta semana achado em região a 1.500 km do litoral.
Cientistas querem saber mais sobre biodiversidade e recursos naturais.
Imagens captadas pelo submersível japonês Shinkai 6.500 ajudaram geólogos brasileiros a obter mais detalhes sobre um possível continente submerso a 1.500 km do litoral do país (veja o vídeo).
Gravações feitas pelo equipamento reforçaram indícios de que um pedaço de crosta continental teria se descolado e afundado durante a separação da África e da América do Sul, época em que surgiu o Oceano Atlântico.
Além disso, as imagens vão ajudar biólogos a detalhar o ecossistema marinho e, possivelmente, descrever espécies ainda desconhecidas pela ciência.
A hipótese da existência da "Atlântida brasileira" foi divulgada nesta terça-feira (6) pelo Serviço Geológico do Brasil (CPRM). No entanto, ela surgiu há dois anos, com o encontro de rochas de granito durante uma prospecção de recursos naturais na Elevação do Rio Grande -- uma cordilheira marítima em águas internacionais.
Tais amostras são consideradas parte de solo continental e seriam mais antigas que as rochas comumente encontradas no assoalho oceânico, nome dado à superfície da Terra que fica abaixo do nível das águas do mar.
Durante a expedição, que contou com a ajuda do submersível, foram constatadas formações geológicas com abundante presença de ferro, manganês e cobalto, materiais com importância econômica.
A existência desses minerais fizeram o governo gastar nos últimos quatro anos um montante estimado entre R$ 80 milhões e R$ 100 milhões em prospecções, no intuito de detalhar mais a região.
Esse reforço de informações poderá ajudar o Brasil a solicitar que a área, atualmente em águas internacionais, seja anexada ao país e se torne uma zona de exploração econômica.
Segundo o diretor de geologia do CPRM, Roberto Ventura, este pedido deverá ser feito em breve à Autoridade Internacional de Fundos Marítimos (ISBA, na sigla em inglês), organismo ligado à Organização das Nações Unidas.
Biodiversidade chama a atenção
Segundo o pesquisador brasileiro Paulo Sumida, do Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo (USP), que mergulhou a 4.200 metros de profundidade no Atlântico a bordo do Shinkai 6500, além da descoberta de um possível continente, surpreendeu a rica biodiversidade encontrada a milhares de metros da superfície do oceano.
Um consórcio científico firmado entre três universidades brasileiras, entre elas USP, utilizou a expedição para analisar o ecossistema encontrado na região da Elevação do Rio Grande.
De acordo com Sumida, foram recolhidas mais de mil amostras de corais e genes de espécies como peixes, vermes e outros organismos, que deverão ser analisados em laboratórios da USP, da Universidade Federal Fluminense (UFF), no Rio de Janeiro, e da Universidade do Vale do Itajaí (Univali), em Santa Catarina.
Ele acredita que o trabalho deve contar com a descrição de novas espécies que vivem naquela região.
“Vimos organismos com formas peculiares de sobrevivência. Alguns produzem luz fluorescente, outros têm adaptações físicas, como os pepinos-do-mar. No fundo do oceano eles são capazes de nadar, já na superfície são sedentários e não se locomovem”, explicou.
'Sensação de estar no espaço'
Sumida contou ainda que durante o mergulho a bordo do submersível foi possível visualizar tubarões, moluscos, lulas, camarões e até uma espécie chamada de polvo-Dumbo, animal que recebeu este nome por ter duas nadadeiras na cabeça, que lembram as grandes orelhas do elefante Dumbo, personagem da animação de Walt Disney.
Estudos genéticos serão realizados e a fauna ali encontrada será comparada com ecossistemas marinhos presentes em outras regiões do planeta.
Sobre a sensação de explorar o desconhecido, neste caso o fundo do mar, o pesquisador brasileiro explica que a emoção deve ser a mesma daqueles que vão ao espaço.
“É sentimento de isolamento e êxtase ao ver coisas que antes você só lia em livros e entender como elas interagem. Nunca fui ao espaço, mas a sensação deve ser a mesma”, finaliza.


VEJA O VÍDEO
http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2013/05/video-mostra-area-proxima-ao-brasil-onde-estaria-continente-submerso.html
cubbrasil
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Tempo para uma chamada de despertar-Todo mundo precisa ver este vídeo, estou chocado!

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A Grande Barreira de Corais está morrendo, é hora de uma chamada de despertar!

O branqueamento em massa dos corais atinge a Grande Barreira de Corais pelo segundo ano consecutivo. A Grande Barreira de Corais, o maior sistema coral do mundo no nordeste da Austrália, sofreu outro enorme branqueamento de corais pelo segundo ano consecutivo, confirmaram fontes oficiais.

Segundo os cientistas, levantamentos aéreos ofereceram a especialistas dados suficientes para confirmar outro evento de branqueamento de coral em massa, após a taxa de mortalidade dramática do ano passado. A situação é preocupante e não estamos ajudando a todos.

A Autoridade do Parque Marinho da Grande Barreira de Recifes realizou recentemente uma pesquisa ao largo da costa de Cairns e Townsville, no norte do país, obtendo resultados chocantes.

David Wachenfeld, diretor da agência, disse que a análise "infelizmente" confirma que houve outro evento maciço de branqueamento na Grande Barreira, um ecossistema de 2.300 km de extensão declarado Patrimônio da Humanidade pela Unesco.

O cientista disse que é muito cedo para saber se os efeitos devastadores serão comparáveis ​​ao do ano passado, considerado o pior registrado na história da Grande Barreira, onde ocorreram eventos semelhantes em 1998 e 2002.

Infelizmente, o branqueamento matou 22% dos recifes de coral no ano passado, mas o dano foi maior na faixa de 700 quilômetros que se estende ao norte de Port Douglas, onde dois terços dos corais foram destruídos.

Como relatado pelo Guardian, fotos e filmagens tomadas pelo biólogo marinho Brett Monroe Garner em um recife entre Port Douglas e Cairns indicam branqueamento severo de corais que ele disse foram "cheio de cor e vida" pouco mais de um mês atrás.

O branqueamento de corais, a perda de organismos endossimbióticos que vivem no tecido coral, não foi observado até o final do século XX, levando muitos a inferir que o processo resulta de causas humanas. Um pesquisador australiano do Instituto de Ciências Marinhas disse à ABC News da Austrália que as assinaturas de clareamento não foram observadas até depois de eventos graves no final da década de 1990 e início de 2000. E o efeito do aumento das temperaturas nos oceanos relacionados com a atividade humana também afeta o coral.

Fotos tiradas pelo biólogo marinho Brett Monroe Garner na Grande Barreira de Coral entre Port Douglas e Cairns mostram clareamento de corais que ele disse que estavam "cheios de cor" há apenas alguns meses. Fotografia: Brett Monroe Garner / Greenpeace

"Eu tenho fotografado esta área do recife há vários anos e o que estamos vendo é sem precedentes ."

"Nessas fotos quase 100% dos corais estão branqueando e quem sabe quantos vão se recuperar? As algas já estão começando a crescer demais em muitos corais. Apenas alguns meses atrás, esses corais estavam cheios de cor e vida. Agora, em toda parte você olha é branco. Os corais não estão recebendo a chance de recuperar do ano passado branqueamento evento. Se este é o novo normal, estamos em apuros. "

Os verões consecutivos do branqueamento generalizado dos corais provavelmente significam que as temperaturas da água não se tornaram baixas o suficiente para permitir que o curral fosse recuperado adequadamente, disse Neal Cantin, do Instituto Australiano de Ciências Marinhas, em comunicado.

"Estamos vendo uma diminuição na tolerância ao estresse desses corais", disse Cantin. "Esta é a primeira vez que a Grande Barreira de Coral não teve alguns anos entre os eventos de branqueamento para se recuperar."

Os corais mantêm uma relação simbiótica especial com organismos microscópicos parecidos com algas chamados zooxantiallae, que fornecem aos seus hospedeiros oxigénio e uma porção dos compostos orgânicos que produzem através da fotossíntese. Coral branqueamento é um fenômeno que faz com que o coral para perder protozoários essenciais zooxanthellae que habitam os recifes. As zooxanthellae fotossintéticas, semelhantes às algas, vivem dentro dos tecidos de coral e dão aos recifes sua coloração vibrante.

Quando submetidos a estresse ambiental, muitos corais ejetam maciçamente zooxantiallae, e os pólipos de coral ficam sem pigmentação aparecendo quase transparente no esqueleto branco - um fenômeno comumente conhecido como branqueamento.



Por causa desses trágicos acontecimentos, o mundo já perdeu quase metade de seus recifes de coral nos últimos 30 anos. Os cientistas estão agora lutando para garantir que pelo menos uma fração desses ecossistemas únicos sobreviva nas próximas décadas.

A saúde do planeta - e da humanidade - depende disso.

As colônias de coral mantêm um quarto de todas as espécies marinhas, produzem parte do oxigênio que respiramos e são barreiras naturais nas costas contra a força desencadeada por tempestades.

"Qualquer pessoa que esteja na água pode ajudar a proteger o recife seguindo as regras de zoneamento e as práticas de recifes responsáveis ​​e deixando peixes comendo plantas para ajudar a controlar algas e permitir que as larvas de coral se estabeleçam e criem novas colônias", escreveram especialistas em um comunicado .

 

FONTE:

Segunda, onda, massa, branquear, unfolding, grande, barreira, recife

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