20 março 2017

Depressão na adolescência: preste atenção a estes sintomas

Depressão na adolescência preste atenção a estes sintomas
Especialmente no caso de adolescentes, que têm naturalmente uma confusão de humores, pode ser difícil reconhecer a depressão. Um estudo recente da Social Indicators Research revelou uma evolução nos sintomas de depressão em estudantes desde 1980. Por isso, é importante que os pais saibam como a depressão se parece nessa idade, a fim de que possam ajudar seu filho adolescente a ficar mentalmente apto e, mais importante, seguro.



Entre os sintomas de depressão relatados na pesquisa, mas que não são tão conhecidos do público, estão: falta de apetite, problemas para dormir, falta de concentração, inquietação e sentir-se sobrecarregado.



O estudo constatou que, em comparação com os seus homólogos na década de 1980, os adolescentes na década de 2010 eram 38% mais propensos a ter problemas de memória e 74% mais propensos a ter problemas para dormir. Eles também tinham duas vezes mais probabilidade de ter procurado ajuda profissionais para tentar resolver estas questões de saúde mental.



Entre os estudantes universitários, 50% disseram que estavam sobrecarregados, enquanto adultos relataram sono de má qualidade, falta de apetite e sentimento de inquietude.
Saiba mais sobre outros sintomas da depressão clicando neste link.
Se você acha que seu filho adolescente pode estar deprimido, procure um terapeuta ou psiquiatra licenciado para obter ajuda. Mesmo que não tenha certeza, não faz mal ter uma segunda opinião, apenas por prevenção.
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Doenças causadas por Demônios, depois eles curam é enganam, e a doença volta quando eles quiserem

Curandeirismo 3

Um pesquisador, escrevendo em Natural History (nov. 1972), relata que assistiu a uma sessão de “cura” no Peru, realizada à noite.

Um homem ficara doente e não podia mais andar. Seu negócio estava declinando e seus filhos abandonaram o trabalho e a escola. O diagnóstico do curandero foi que um feiticeiro havia feito um despacho e que este era responsável pelas dificuldades da família.

Durante o subseqüente rito de “cura”, uma das filhas da família começou a tossir e a cuspir, vomitando a infusão de suco de cacto de São Pedro que havia tomado (ela havia também tomado uma mistura de suco de cacto e de fumo silvestre).

Começou a inclinar-se loucamente para trás. Alguém gritou que um monstro puxava o cabelo da moça por detrás. Diante disso, o curandero pegou duma espada na mesa e passou a travar uma batalha furiosa como que com um adversário invisível, dando golpes ferozes e selvagens.

Ele disse que era para quebrar o encanto do feiticeiro. O pesquisador relatou que, quando viu a família mais tarde, a saúde do homem, bem como sua família e seu negócio haviam melhorado.

Louis C. Whiton, outro pesquisador, que havia chefiado seis expedições ao Suriname, para fazer um estudo do povo conhecido como negros da mata, relata uma experiência própria com um famoso feiticeiro em Paramaribo. (Natural History ago.-set. 1971) “Muitas das pessoas mais instruídas da cidade recorrem aos seus talentos, embora freqüentem igrejas cristãs”, escreve ele. Whiton sofria de paralisia e de fortes dores num quadril e numa perna.

Durante um período de dezoito meses, os especialistas e o médico do próprio Whiton não puderam dar-lhe alívio. O seguinte é um resumo muito condensado do rito de “cura”.

A cerimônia começou à meia-noite. Esfregaram-lhe o corpo com barro que havia sido abençoado num ritual, para ter o poder de repelir o mal. Seguiram-se cantos e orações aos deuses da selva.

Interrogou-se então a “alma” do paciente sobre a sua vida passada. O feiticeiro orou para o deus Misá, para “proteger este Filho da Terra, embora tivesse pecado, para que não lhe acontecesse nenhum mal”. O altar de vodu [macumba] foi levado em torno da cabeça de Whiton e acenaram-se sobre ele as bandeiras dos deuses índios.

Depois de cerca de duas horas, ele foi informado de que os deuses chegaram. Mandou-se-lhe que se deitasse no chão, e o “curandeiro” se deitou na direção oposta, tocando-se o alto de suas cabeças.

Depois se colocou no tórax do feiticeiro um almofariz muito grande e pesado, enquanto um dos seus ajudantes ficava de pé sobre o seu estômago e outro sobre seus quadris, batendo no almofariz com grandes pilãos de madeira.

Acreditavam que as batidas mantinham seu coração batendo regularmente durante a provação, na qual o espírito mau supostamente devia abandonar o paciente e entrar no feiticeiro.

O feiticeiro, então supostamente possesso do espírito mau que havia estado no paciente, tornou-se briguento, falando em inglês, em vez de seu nativo taki-taki, em termos irados e desamistosos.

Depois disso, o espírito mau tinha de ser transferido dele para um altar de ossos de cobra, e, finalmente, para o corpo duma galinha, segurada pelas penas do pescoço diante do paciente.

Se o espírito mau havia sido completamente exorcismado, a galinha morreria sem que o feiticeiro a ferisse de algum modo. A galinha não morreu, de modo que se disse ao paciente que provavelmente não se ‘arrancou dele’ todo o mal.

Portanto, ele devia abrir o bico da galinha e cuspir-lhe na boca. Fez isso, e em vista disso, a ave bateu violentamente as asas, ficou mole e morreu. Whiton relata que, depois de passarem dois anos desde o rito, não houve recorrência da dor na sua perna e no seu quadril.

Nota: Demônios agem de diversas maneiras dependendo a região, exemplo se a localização tem muitos buscando Igrejas evangélicas se eles acham falhas e falta de conhecimento no líder de alguma e ali que ele vai fazer curas e o líder desta igreja dirá que a cura provem de Jesus, portanto cuidado para não estar comendo na mesa de Demônios pensando que e a mesa de Deus.

Fonte: Pesquisa e Estudo
Arranjo: Jefferson

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Uso de analgésico pode estar ligado a câncer no rim

medicamentos analgésicos
Pessoas que tomam regularmente medicamentos analgésicos, como o ibuprofeno, podem estar sob maior risco de ter câncer de rim, de acordo com uma nova pesquisa.
As descobertas sugerem que quanto mais alguém usa esses medicamentos, chamados anti-inflamatórios não esteróides, ou AINEs, maior o risco de adquirir esse tipo de câncer.
Porém, não se pode provar que o uso de analgésico causa câncer, já que a diferença entre usuários regulares e não usuários no estudo foi pequena. Pesquisadores calcularam que, se há uma relação de causa e efeito, cerca de 10 mil pessoas teriam que tomar os medicamentos regularmente para uma pessoa ter câncer de rim.
Isso não significa que as pessoas que precisam dos medicamentos não devem tomá-los, especialmente por causa de seus potenciais benefícios em relação a outros tipos de câncer.
Os AINEs têm sido associados com uma redução de risco de diversos cânceres, incluindo colorretal, mama e próstata. A implicação mais importante desse estudo é que levanta a possibilidade de que os AINEs podem aumentar o risco de certos tipos de câncer também.
Além disso, as drogas são associadas a um risco aumentado de hemorragia no estômago.
Os pesquisadores levantaram dados de dois estudos com cerca de 125 mil enfermeiros e outros profissionais de saúde, que preencheram pesquisas a cada dois anos, até duas décadas. As pesquisas perguntaram aos participantes com que frequência eles tomavam analgésicos para a artrite e outras doenças, e também rastreou as pessoas que foram diagnosticadas com câncer de rim.
No total, 333 pessoas (cerca de 0,3%) tinham câncer nos rins. Pessoas que relataram tomar Tylenol ou aspirina regularmente (duas ou mais vezes por semana) não tinham mais chances de serem diagnosticadas com câncer de rim do que aqueles que não tomaram analgésicos.
No entanto, os participantes que tomavam os AINEs, incluindo o ibuprofeno (comercializado como Advil) e naproxeno (comercializado como Aleve), foram cerca de 50% mais suscetíveis a serem diagnosticados com o câncer.
O risco foi ainda maior em pessoas que tomaram AINEs regularmente por dez anos ou mais.
Até agora, os pesquisadores não conseguem explicar porque a aspirina não aumenta o risco de câncer no rim, mas outros AINEs sim, sendo que as drogas funcionam de maneira similar.
Ainda não se pode excluir a possibilidade de que outro fator esteja dirigindo a associação. Mas o fato de que os pesquisadores viram a ligação em duas populações diferentes de estudo faz com que eles estejam mais confiantes de que AINEs e câncer de rim estejam realmente relacionados.
Até o momento os resultados não devem conduzir a decisão de alguém sobre se deve ou não tomar analgésicos. Mas se o estudo for confirmado, riscos e benefícios devem ser considerados na hora de decidir quando dar AINE’s, especialmente para um longo período de tempo.
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Alho previne resfriados, mito ou realidade?

Alho
Durante séculos, o alho foi exaltado não só por sua versatilidade na cozinha, mas também devido às suas propriedades medicinais.
Sejam quais forem as razões, estudos parecem dar suporte a um efeito do condimento. Cientistas britânicos acompanharam 146 adultos saudáveis por 12 semanas, de novembro a fevereiro, em um estudo publicado em 2001, com o método duplo cego (nem as cobaias nem os administradores do experimento sabiam que estava tomando placebo). Aqueles que foram aleatoriamente selecionados para receber um suplemento diário de alho tiveram 24 resfriados durante o período, comparado com 65 no grupo que recebeu placebo (pílula falsa, cuja substância não tem efeito algum no organismo).
O grupo do alho ficou doente durante 111 dias no total, enquanto que o outro grupo ficou mal por 366 dias. Ou seja, os que receberam o suplemento de alho regularmente também se recuperavam mais rapidamente.
Além do odor, os pesquisadores perceberam poucos efeitos colaterais, como náusea e erupções cutâneas.
Uma possível explicação para tantos benefícios é que um composto chamado alicina (óleo volátil sulfuroso), o principal componente biologicamente ativo do alho (é a substância que causa o odor característico do alimento), bloqueia enzimas que desempenham um papel em infecções bacterianas e virais. Ou talvez as pessoas que consumiram alho o suficiente simplesmente repeliram as demais pessoas, e assim ficaram livres de seus germes.
Em um relatório desse ano no The Cochrane Database of Systematic Reviews (em português, Banco de Dados de Revisões Sistemáticas Cochrane, em referência ao herói nacional do Reino Unido, Thomas Cochrane), cientistas que examinaram essa pesquisa argumentaram que, embora a evidência seja contundente em relação às propriedades preventivas do alho, mais estudos são necessários.
Eles colocaram que ainda não estava claro se faria alguma diferença ingerir alho bem no começo do resfriado, em vez de fazê-lo durante semanas antes de pegar a doença.
Conclui-se, então, que a pesquisa é limitada, mas que, mesmo assim, sugere que o alho pode realmente ajudar a afastar os resfriados.
hypescience
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Venlafaxina - Efeitos Colaterais do Medicamento


Quetiapina - mecanismo de açao
Os efeitos adversos mais comumente observados em estudos placebo-controlados associados ao uso de EFEXOR comprimidos ou EFEXOR XR (Venlafaxina) e cuja incidência não foi detectada de forma equivalente entre os respectivos pacientes tratados com placebo, foram queixas relativas ao sistema nervoso, incluindo tonturas, boca seca, insônia, nervosismo, tremores e sonolência; queixas gastrintestinais, incluindo anorexia, constipação, náusea, vômitos; e ejaculação/orgasmo anormal, sudorese, visão turva, bocejo e astenia. 

A ocorrência de muitos dos efeitos adversos observados, relacionase com a dose. 

Os efeitos adversos, de maneira geral, diminuem em intensidade e freqüência com a continuação do tratamento. 

Uma redução de duas a três vezes (escala de análogos visuais) na gravidade da náusea foi verificada no caso do EFEXOR XR (Venlafaxina) em comparação com EFEXOR comprimidos em estudos de farmacologia clínica com pacientes não depressivos. 

Em estudos clínicos, a incidência de náusea e a adaptação à mesma, pareceu ser melhor com EFEXOR XR (Venlafaxina) em comparação com EFEXOR comprimidos. 

Os seguintes efeitos adversos foram relatados em aproximadamente 5000 pacientes expostos à Venlafaxina durante os estudos pré-comercialização. 

Todos os efeitos relatados foram incluídos com exceção daqueles para os quais a causa devida à droga foi remota. 

Além disso, quando o termo COSTART para um efeito foi tão geral quanto não informativo, ele foi substituído por um termo mais informativo. 

Embora esses efeitos relatados tenham ocorrido durante o tratamento com Venlafaxina, eles não foram necessariamente causados pelo tratamento. 

Os efeitos são adicionalmente classificados dentro de categorias do sistema corpóreo e enumerados em ordem decrescente de freqüência usando as seguintes definições: 

Efeitos adversos freqüentes são definidos como aqueles que ocorrem em uma ou mais ocasiões em pelo menos 1/100 pacientes; 

Efeitos adversos infreqüentes são aqueles que ocorrem em menos de 1/100 a 1/1000 pacientes; 

Efeitos raros são aqueles que ocorrem em menos de 1/1000 pacientes. 

Os efeitos que ocorreram em uma taxa de 3% ou mais estão marcados. 

Os efeitos não observados com EFEXOR XR (Venlafaxina) são mostrados em itálico. 

Os efeitos relatados somente nos estudos de ansiedade de EFEXOR XR (Venlafaxina) são marcados . 

Corpo como um todo. 

Freqüentes: dor abdominal , lesão acidental , astenia , lombalgia , dor torácica, calafrios, febre, síndrome gripal , enxaqueca , infecção , dor no pescoço, dor ; Infrequentes: edema facial, lesão intencional, mal estar, monilíase, rigidez do pescoço, superdosagem, dor pélvica, reações de fotossensibilidade, tentativa de suicídio, síndrome de abstinência. 

Raros: apendicite, odor corporal, carcinoma, celulite, halitose. 

Sistema cardiovascular. 

Frequentes: hipertensão , enxaqueca, palpitação, hipotensão postural, taquicardia, vasodilatação ; 

Infrequentes: angina pectoris, arritmia, extra-sístoles, hipotensão, distúrbio vascular periférico (principalmente pés frios e/ou mãos frias), síncope, tromboflebite; 

Raros: arterite, bigeminismo, bradicardia, bloqueio de ramo, distúrbio cardiovascular (incluindo distúrbio circulatório e na válvula mitral), isquemia cerebral, doença coronariana arterial, bloqueio atrioventricular de primeiro grau, insuficiência cardíaca, hemorragia mucocutânea, infarto do miocárdio, palidez, varizes, insuficiência venosa. 

Sistema digestivo. 

Frequentes: anorexia , constipação , diarréia , dispepsia , eructação, flatulência, aumento do apetite, náuseas , vômitos . 

Infrequentes: bruxismo, colite, disfagia, esofagite, gastrite, gastroenterite, úlcera gastrintestinal, gengivite, glossite, hemorróida, melena, ulceração oral, monilíase oral, hemorragia retal, estomatite, edema da língua; 

Raros: quelite, colecistite, colelitíase, espasmos esofágicos , hemorragia gastrintestinal, hemorragia gengival, hematêmese, hepatite, ileíte, obstrução intestinal, aumento da salivação, icterícia, parotite , proctite, fezes amolecidas, descoloração da língua. 

Sistema endócrino. 

Raros: gota, hipertireoidismo, hipotireoidismo, nódulo da tireóide, tireoidite. Sistema hematológico e linfático. 

Frequentes: equimoses. 

Infrequentes: anemia, leucocitose, leucopenia, linfadenopatia, trombocitemia, trombocitopenia; 

Raros: basofilia, cianose, eosinofilia, linfocitose. 

Sistema metabólico e nutricional. 

Frequentes: edema, ganho de peso, perda de peso. 

Infrequentes: aumento da fosfatase alcalina, hipercolesterolemia, hiperglicemia, hiperlipemia, hipocalemia, aumento de SGOT, aumento de SGPT, sede; 

Raros: intolerância ao álcool, bilirrubinemia, aumento de uréia (BUN), aumento da creatinina, desidratação, diabetes mellitus, glicosúria, gota, hemocromatose, hipercalcinúria, hipercalemia, hiperfosfatemia, hiperuricemia, hipoglicemia,hiponatremia, hipofosfatemia, hipoproteinemia, uremia. 

Sistema músculo-esquelético. 

Frequentes: artralgia, mialgia. 

Infrequentes: artrite, artrose, dor óssea, espícula óssea, bursite, caimbra nas pernas, miastenia, tenossinovite. 

Raros: miopatia, osteoporose, osteosclerose, fratura patológica, artrite reumatóide, ruptura do tendão. 

Sistema Nervoso. 

Frequentes: alteração dos sonhos , agitação, amnésia, ansiedade , confusão, despersonalização, depressão , tontura , boca seca , labilidade emocional, hipertonia , hipestesia, insônia , diminuição da libido , nervosismo , parestesia , sonolência , tremor , trismo, vertigem. 

Infrequentes: distúrbios da fala, apatia, ataxia, parestesia circumoral, estimulação do SNC, euforia, alucinações, hostilidade, hiperestesia, hipercinesia, hipotonia, incoordenação, reação maníaca, mioclonia, neuralgia, neuropatia, reação paranóide, psicose, estupor, tiques. 

Raros: distúrbio de locomoção, acatisia, acinesia, abuso de álcool, afasia, bradicinesia, síndrome bucoglossal, acidente vascular cerebral, delírios, demência, distonia, paralisia facial, Síndrome de Guillain-Barré, hipercloridria , hipocinesia, dificuldade de controlar os impulsos , aumento da libido, perda da consciência, neurite, nistagmo, depressão psicótica, diminuição dos reflexos, aumento dos reflexos, idéia de suicídio, torcicolo. 

Sistema respiratório. 

Frequentes: bronquite, aumento de tosse, dispnéia, faringite , rinite , sinusite , bocejos. 

Infrequentes: asma, congestão torácica, epistaxe, hiperventilação, laringismo, laringite, pneumonia, alterações da voz. 

Raros: atelectasia, hemoptise, soluços, hipoventilação, hipóxia, pleurite, embolia pulmonar, apnéia do sono, aumento de expectoração. 

Pele e anexos. 

Frequentes: prurido, erupção , sudorese . 

Infrequentes: acne, alopecia, unhas quebradiças, dermatite de contato, pele seca, eczema, erupção maculopapular, psoríase, hipertrofia de pele, urticária. 

Raros: eritema nodoso, dermatite esfoliativa, dermatite liquenóide, descoloração capilar, furunculose, hirsutismo, leucoderma, erupção petequial , erupção pustular, seborréia, atrofia da pele, descoloração da pele, estrias da pele , erupção vesículo-bolhosa. 

Órgãos dos sentidos. 

Frequentes: alteração da visão, anormalidade na acomodação visual , midríase, desvios do paladar, tinido. 

Infrequentes: catarata, conjuntivite, lesão da córnea, diplopia, olhos secos, dor ocular, hiperacusia, otite média, parosmia, fotofobia, perda do paladar, defeitos do campo visual. 

Raros: blefarite, cromatopsia, edema conjuntivo, diminuição dos reflexos da pupila, exoftalmia, surdez, glaucoma, ceratite, labirintite, miose, papiledema, otite externa, hemorragia da retina, esclerite, hemorragia subconjuntiva, uveíte, distúrbio do vítreo. 

Sistema urogenital. 

Frequentes: anormalidades da ejaculação , anorgasmia masculina , anorgasmia feminina , dismenorréia , disúria, impotência , metrorragia , alterações prostáticas (inclui prostatite e aumento da próstata) , frequência urinária, dificuldade para urinar, vaginite ; 

Infrequentes: anormalidades no orgasmo feminino , albuminúria, amenorréia, dor vesical, dor torácica, cistite, hematúria, leucorréia , menorragia , noctúria, poliúria, piúria, incontinência urinária, retenção urinária, urgência miccional, hemorragia vaginal . 

Raros: aborto, anúria, endurecimento mamário, aumento das mamas, cristalúria por sais de cálcio, cervicite, lactação em mulheres , mama fibrocística , ginecomastia , hipomenorréia , cálculo renal, disfunção renal, dor nos rins, mastite , menopausa , cisto ovariano , ereção prolongada , oligúria , orquite , pielonefrite, salpingite , urolitíase, hemorragia uterina , espasmo uterino. 

Baseado no número de homens ou mulheres, quando apropriado. 

O tratamento com Venlafaxina foi associado a uma elevação da pressão arterial em alguns pacientes durante todos os estudos clínicos pré-comercialização. 

Foram observados em estudos précomercialização aumentos médios na pressão diastólica supina da ordem de 1 mmHg em pacientes tratados com Venlafaxina comparados com reduções de aproximadamente 1 mmHg em pacientes tratados com placebo. 

Entre os pacientes de todos os estudos pré-comercialização que receberam Venlafaxina, 1,8% foram considerados como tendo tido aumento clinicamente significante da pressão arterial, comparados com 0,3% dos pacientes tratados com placebo. 

Nos estudos com EFEXOR comprimidos, esses aumentos na pressão arterial estiveram relacionados com a dose. 

De um modo geral, pacientes tratados com doses menor ou igual a 200 mg/dia apresentaram elevações menos acentuadas, enquanto que em um estudo de curto prazo de variação de dose, a dose mais elevada (300 a 375 mg/dia) esteve associada a aumentos médios na pressão arterial diastólica supina da ordem de 4 mmHg em torno da 4ª semana de tratamento, e de 7 mmHg em torno da 6ª semana. 

A presença de hipertensão arterial ou pressão arterial elevada tratadas na avaliação basal não pareceu predispor estes pacientes a elevações adicionais durante o tratamento com Venlafaxina

Para pacientes tratados com doses maiores que 200 mg/dia é aconselhável monitorização rotineira da pressão arterial. 

EFEXOR XR (Venlafaxina) não tem sido avaliado ou usado em nenhuma extensão considerável em pacientes com história recente de infarto do miocárdio ou doença cardíaca instável. 

Pacientes com esses diagnósticos foram sistematicamente excluídos de qualquer estudo clínico durante os estudos do produto. 

Foram observadas mudanças clinicamente significantes no eletrocardiograma em 0,9% dos pacientes tratados com Venlafaxina em todos os ensaios de pré-comercialização em comparação com 0,3% dos pacientes tratados com placebo. 

Raramente foram observadas alterações clínicas significantes dos intervalos de PR, QRS ou QTc em pacientes tratados com Venlafaxina durante os ensaios de précomercialização. 

A média dos batimentos cardíacos aumentou em aproximadamente 4 batimentos/minuto durante o tratamento com Venlafaxina

Foram observadas perdas ou ganhos de peso clinicamente significantes em menos de 1% dos pacientes tratados com Venlafaxina durante todos os testes de pré-comercialização. 

Os sintomas de descontinuação foram avaliados tanto nos pacientes com depressão quanto naqueles com ansiedade. 

Descontinuação abrupta, redução da dose ou redução gradual de Venlafaxina nas várias doses, mostrou estar associada com o surgimento de sintomas novos, cujas freqüências aumentaram com a dose e duração do tratamento. 

Os sintomas relatados incluíram ansiedade, agitação, confusão, diarréia, tontura, boca seca, fatiga, dor de cabeça, hipomania, insônia, náusea, nervosismo, parestesia, distúrbios do sono, sudorese, vertigem e vômitos. 

Onde tais sintomas ocorreram, eles foram geralmente auto-limitantes mas em poucos pacientes persistiram por algumas semanas. 

A ocorrência de efeitos de descontinuação são bem conhecidos com antidepressivos e portanto recomenda-se que a dosagem de EFEXOR XR seja gradualmente reduzida e o paciente monitorizado. 

O período necessário para a redução gradual pode depender da dose, duração da terapia e de cada paciente.

Fonte : MedicinaNET
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Tratamento e Cura para Síndrome do Pânico

Sindrome do panico tratamento e cura

Ao iniciar o tratamento da síndrome do pânico devemos observar algumas condições:

- Diagnóstico eficiente realizado por um psicólogo experiente, pois os sintomas podem confundir e fazer você acreditar que está com pânico quando na realidade pode ter TOC – Transtorno Obsessivo Compulsivo ou outro quadro ansioso.

- A cura da síndrome do pânico se tornará mais rápida quanto mais “isolada” estiver, ou seja,  se não houver comorbidades (outros transtornos juntos como Transtorno Obsessivo Compulsivo, depressão, fobia social, hipocondria, delírios, esquizofrenia, etc ).

- Disposição para realizar as tarefas entre as sessões, pois serão fornecidos exercícios para serem realizados durante a semana.

- Comprometimento. Não interromper o tratamento nem prejudicá-lo com bebidas alcoólicas ou drogas.

Itens que não “atrapalham” o tratamento da síndrome do pânico:

- Tempo da doença. Mesmo que os sintomas da Sindrome do Panico estejam ocorrendo há muitos  anos, sempre há possibilidade de reverte-los.

- Idade do paciente. Pessoas idosas e muito jovens conseguem os mesmo resultados.

Avalie seus sintomas

Antes de iniciar qualquer tratamento de síndrome do pânico precisamos saber o exato diagnóstico, pois não há perda de tempo maior do que tratar uma coisa quando na realidade se trata de outra doença. Você pode ter uma primeira noção através da lista abaixo.

Sintomas da síndrome do pânico

- Sensação de estar passando por um ataque cardíaco (quando esta possibilidade já foi descartada pelos médicos)

- Sensação de parar de respirar, falta de ar (quando a avaliação médica confirma que não há dificuldade física em respirar)

- Suor frio.
- Aceleração cardíaca.
- Mal estar geral.
- Medo de vomitar em publico (quando não há qualquer fator que provoque esta ânsia).
- Medo de ter dor de barriga (quando não há quadro clinico que justifique).
- Evitar dirigir ou de enfrentar transito – medo de ficar preso no transito.
- Medo de perder o controle.
- Medo de ficar preso em algum lugar.
- Medo de sair de casa desacompanhado.
- Dificuldade em se concentrar no que está acontecendo ao seu redor.
- Sensação de estar “enlouquecendo”.
- Evitar lugares específicos como cinema, mercados, ônibus, etc - por medo de passar mal.
- Desrrealização – Sensação de que o ambiente é real.
- Despersonalização – Sensação de você não ser você mesmo.

O que é síndrome do pânico

De forma bem resumida e prática podemos entender a síndrome do pânico como uma “Fobia aos estímulos corporais internos”. Devido a forte ansiedade e stress, há uma falha na interpretação das sensações do próprio corpo quando são percebidos erroneamente como sinal de grande perigo – as pessoas portadoras da síndrome do pânico consideram as alterações normais de aceleração cardíaca, respiração ou qualquer outra função corporal como irregular e perigosa.   O motivo de o cérebro humano responder desta maneira se baseia no nosso passado pré-histórico, onde humanos precisavam de uma resposta rápida às ameaças físicas, ou seja luta ou fuga.

Como se inicia uma crise de pânico

Normalmente a pessoa está realizando alguma atividade corriqueira, em casa vendo TV, andando na calçada, no mercado, etc. Algum pensamento ansioso lhe passa pela mente, pensa em como lidar com seu casamento fracassado, o chefe exigente, pais doentes, etc. Seu organismo reage a este pensamento estressante com o mecanismo de luta ou fuga que a natureza primitiva o dotou e seu corpo inicia a preparação para “lidar com estes problemas” que são: ativar o sistema cardiovascular para melhorar a oxigenação do sangue em caso de precisar sair correndo, libera o conteúdo intestinal para você ficar mais leve em uma luta, você transpira para refrescar durante a fuga, etc. O que seu corpo não “sabe” é que você não vai lidar com seu chefe através da luta física, mas este  mecanismo é iniciado automaticamente. Seu cérebro não entende porque seu corpo está reagindo assim e interpreta estas sensações como um ataque cardíaco, perda de controle, etc.

Características que indicam predisposição para síndrome do pânico

Pesquisas indicam que pessoas que possuam transtornos de personalidade de evitação ou por dependência são mais predispostas a apresentar o quadro de síndrome do pânico.
Tipos de ataques de pânico
- Ataque de pânico espontâneo - nos quais não são identificados os estímulos desencadeantes (gatilhos da síndrome do pânico)
- Ataque de pânico situacionalmente determinado – onde se identifica o estimulo desencadeante como por exemplo estar no cinema, mercado, túnel, avião, calçada, multidão, etc.
- Ataque de pânico situacionalmente predisposto – onde é provável, mas não há certeza, de que ocorrerá um ataque de pânico em contato com determinado estímulo.

Agorafobia

Na primeira vez que uma pessoa passa por um ataque de pânico a sensação é de total incapacidade de auto-controle, por isso passa a evitar situações que crê que a deixaria ansiosa, evita sair com amigos, ir à eventos sociais e até mesmo trabalhar.

O tratamento eficiente sem risco de recaída compõe-se de algumas etapas descritas abaixo:

 
Contestação das crenças irracionais
Técnica também conhecida pelos psicólogos como “reestruturação cognitiva”. Este é um trabalho muito forte no sentido de derrubar as crenças irracionais e pensamentos disfuncionais típicos da síndrome do pânico. É realizada a correção das avaliações errôneas das sensações corporais tidas como ameaçadoras.
As crenças mais comuns são: “Estou perdendo o controle”; “Estou fraco demais para lidar com estas emoções”; “Vou morrer de ataque cardíaco”; “Estou enlouquecendo”.
O terapeuta cognitivo fornece ao seu paciente um formulário chamado “Registro de pensamentos disfuncionais” para ser preenchido durante a semana. Na sessão seguinte estes pensamentos são confrontados de forma até perderem totalmente a força.
Exposição interoceptiva
O propósito desta técnica é romper a associação entre os sinais corporais e as reações da síndrome do pânico expondo o paciente em doses mínimas aos sintomas facilitando a habituação e dessensibilização.
É executada por meio de procedimentos que provocam de forma confiável sensações similares às da síndrome do pânico como exercícios cardiovasculares, hiperventilação, etc.
A exposição é realizada de forma graduada e muito bem orientada pelo psicólogo.
Re-treinamento da respiração
Claro que você sabe respirar, faz isso desde que nasceu, mas na síndrome do pânico você respira errado e não percebe que sua própria respiração piora os sintomas. A respiração ansiosa, realizada na parte superior de seu peito, tem a propriedade de lhe causar hiperventilação, e piora o quadro de mal estar.
O treinamento da respiração diafragmática (ensinada e praticada na clinica de psicologia e repetida em casa durante a semana) é um dos primeiros passos na superação da síndrome do pânico.
Relaxamento
Mente e corpo são intimamente ligados, não é possível que uma mente permaneça ansiosa se o corpo está relaxado. Portanto, o aprendizado de técnicas de relaxamento é outro importante passo inicial para superação da síndrome do pânico.

Prevenção de recaída

Para que não haja novas crises, o psicólogo atua nas sessões finais com técnicas cognitivas e comportamentais que garantam  manutenção do sucesso da terapia.
Uma dica
Se dê o direito de ser otimista, pois há vinte anos esta síndrome nem tinha nome, os médicos enviam os pacientes de volta pra casa dizendo que tiveram “apenas um piripaque” – desrespeito que infelizmente não estamos livres ainda mas, hoje a psicologia desenvolve-se de forma espetacular. Nos últimos anos os laboratórios de pesquisa do mundo todo elaboraram todo um protocolo de atendimento que provou-se altamente eficaz.
O fato de você estar nesta página é a prova espetacular sobre como as informações são acessíveis hoje em dia. Não permita ter a vida limitada por mais tempo com um sofrimento que pode ser eliminado.

Caso ocorra de algum medico indicar este medicamento (Venlaxin) leia com muita atenção as contra indicações deste medicamento.

Fonte:
Leia também:
DOENÇAS DE FUNDO EMOCIONAL


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Aditivo presente em doces e chiclete afeta células digestivas

Atraentes para o paladar, balas, doces, gomas de mascar e outras "gordices" industriais podem conter um aditivo "indigesto"


Aditivo presente em doces e chiclete afeta células digestivas

São Paulo – Ah, guloseimas…quem resiste a elas? Atraentes para o paladar, balas, doces, gomas de mascar  e outras “gordices” industriais podem conter um aditivo alimentar capaz de afetar a estrutura e funcionamento das células digestivas.
Segundo estudo da Universidade de Binghamton e da Universidade Estadual de Nova York, a capacidade das células do intestino delgado de absorver nutrientes e atuar como uma barreira aos agentes que causam doenças é “significativamente diminuída” após exposição crônica a nanopartículas de dióxido de titânio, um aditivo alimentar comum encontrado em tudo, desde goma de mascar até pão.
Em laboratório, os pesquisadores expuseram um modelo de cultura de células do intestino delgado ao tempo equivalente de sua permanência no corpo de uma pessoa após uma refeição (quatro horas, considerada exposição aguda) ou três refeições em cinco dias (exposição crônica).
Surpreendentemente, as exposições agudas não tiveram muito efeito, mas a exposição crônica diminuiu a capacidade de absorção da superfície das células intestinais chamadas microvilosidades. Com menos microvilosidades, a barreira intestinal foi enfraquecida, o metabolismo diminuiu e alguns nutrientes – ferro, zinco e ácidos graxos, especificamente – foram mais difíceis de absorver.
Segundo o estudo, as funções enzimáticas foram afetadas negativamente, enquanto os sinais de inflamação aumentaram.
“O óxido de titânio é um aditivo alimentar comum que as pessoas têm comido muito por um longo tempo. Não se preocupe, isso não vai matá-lo!. Mas estávamos interessados em alguns dos efeitos sutis, e achamos que as pessoas devem saber sobre eles “, disse Gretchen Mahler, um dos autores do artigo em comunicado.
O dióxido de titânio é geralmente reconhecido como seguro pela Food and Drug Administration dos EUA, e a sua ingestão é quase inevitável. O composto é um material inerte e insolúvel que, além de ser empregado como aditivo alimentar,  é comumente usado para pigmentação branca em tintas, papel e plásticos. É também um ingrediente ativo em protetores solares baseados em minerais para a pigmentação para bloquear a luz ultravioleta.
Ainda de acordo com a pesquisa, publicada na revista científica NanoImpact. Zhongyuan Guo, o óxido também é usado em alguns chocolate para dar uma textura suave; em donuts para fornecer cor; e em leites desnatados para uma aparência mais brilhante, mais opaca que torna o leite mais saboroso.
Para evitar alimentos ricos em nanopartículas de óxido de titânico, os pesquisadores recomendam que as pessoas evitem  alimentos processados, e especialmente doces. “É neles onde você vê um monte de nanopartículas”, disse Mahler.
(com) Exame
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19 março 2017

EUA OVNIs UFOs Frota na California vista por centenas de pessoas


Alerta OVNIs Ufos

Pelo menos na imaginação de muita gente, os objetos voadores não indentificados são naves de outros planetas. A ciéncia não leva isso a sério, mas algumas aparições nunca foram bem explicadas. Aquele que não conhece a verdade é simplesmente um ignorante, mas aquele que a conhece e diz que é mentira, este é um criminoso
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Evidências sugerem que o continente mítico da Lemúria realmente existiu

Evidências sugerem que o continente mítico da Lemúria realmente existiu
Recentemente, os cientistas descobriram pelo menos dois continentes afundados na Terra. A descoberta destes continentes mudou a maneira como olhamos para a história da Terra, oferecendo novas evidências que muitos autores têm interpretado como material que aponta para o fato de que os continentes míticos como Lemuria, Mu e Atlântida eram reais.
A maioria de nós está familiarizada com as lendas de Atlântida, Lemúria e Mu. De acordo com numerosas lendas e textos, a Terra era o lar de numerosos continentes que foram "perdidos" no passado distante. Um deles é os continentes da Lemúria, uma enorme massa de terra que se diz ter se estendido da Índia à Austrália - antes da história escrita.
Assim como a Atlântida, a terra antiga desapareceu sob circunstâncias misteriosas e foi esquecida pela humanidade dezenas de milhares de anos atrás.
Durante o 19o século, um geólogo inglês chamado Philip Sclater mencionou a existência de uma massa submergida chamada Lemuria.
Em um artigo intitulado "Os Mamíferos de Madagascar" - escrito em 1864, Sclater mencionou que fósseis de lêmures eram extremamente abundantes em Madagascar e na Índia, mas curiosamente, esses fósseis estavam desaparecidos na África e no Oriente Médio. Esta observação levou Sclater a propor que, durante um ponto no passado distante, a Índia e Madagascar faziam parte de um continente mais amplo denominado Lemuria.
Existem numerosos estudos que provaram recentemente - apesar da idéia de deriva continental - que os continentes submersos existem na Terra.
Recentemente, os cientistas fizeram uma incrível descoberta a leste da Austrália: um continente que tem cerca de 5 milhões de quilômetros quadrados, e está escondido à vista para AGES. Apenas uma pequena parte do continente - cerca de 5 por cento - é visível hoje.
Os especialistas sugerem que hoje, apenas 5 por cento do continente uma vez poderoso é visível, razão pela qual os pesquisadores perdeu-lo em um passado distante.
A região é principalmente terra submersa no Oceano Pacífico e contém tanto a  Nova Zelândia  eo território ultramarino francês Nova Caledônia.
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"Lemuria" na literatura misticista nacionalista Tamil, conectando Madagascar, Índia do Sul e Austrália (cobrindo a maior parte do Oceano Índico). Crédito de imagem .
"Esta não é uma descoberta súbita, mas uma realização gradual; Tão recentemente quanto 10 anos há nós não teríamos os dados acumulados ou a confiança na interpretação para escrever  este papel , "os investigadores escreveram  em GSA hoje , um jornal da sociedade Geological de América.
Mas há mais evidências que sugerem que continentes submersos existem na Terra.
Se olharmos para uma área entre a Índia continental eo Sri Lanka, notaremos uma curiosa formação geológica.
Localizado no Estreito de Palk, no Oceano Índico, há uma área geográfica particular, uma faixa fina de terra que conecta o sul da Índia com o Sri Lanka. Chama-se "Ponte de Adão".
A ponte de Adam é acreditada para ser os restos de uma ponte pré-inundação antiga. Possivelmente, a primeira ponte construída na Terra.
Além disso, acredita-se que imagens de satélite fornecidas pela NASA revelam que o que vemos poderia de fato ser uma ponte desmoronada, agora parcialmente submersa sob o oceano.
Dr. Badrinarayanan , o ex-diretor do Geological Survey da Índia realizou um levantamento desta estrutura e concluiu que foi feito pelo homem. O Dr. Badrinarayanan e sua equipe perfuraram 10 furos ao longo do alinhamento da Ponte de Adão. O que ele descobriu foi surpreendente. Cerca de 6 metros abaixo da superfície ele encontrou uma camada consistente de arenito calcário, corais e pedregulho como materiais. Sua equipe ficou surpresa quando descobriu uma camada de areia solta, alguns 4-5 metros mais abaixo e, em seguida, formações de rocha dura abaixo disso.
Uma equipe de mergulhadores desceu para examinar fisicamente a ponte. Os pedregulhos que observavam não eram compostos de uma formação marinha típica. Eles foram identificados como tendo vindo de ambos os lados da calçada. Dr. Badrinarayanan também indica que há evidências de pedreiras antigas nessas áreas. Sua equipe concluiu que os materiais de qualquer costa foram colocados sobre o fundo arenoso da água para formar a calçada. ( Fonte )
De acordo com a tradição hindu, esta "faixa de terra" é uma ponte construída pelo deus hindu Rama, como dito no épico hindu Ramayana. Na verdade, desde os tempos antigos é conhecida como a "Ponte de Rama" ou "Rama Setu".
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A ponte de Adam como visto do espaço. Crédito da imagem: NASA
O épico indiano Ramayana conta a história da ponte de terra e como ela foi construída para servir o deus hindu Rama, para ajudá-lo a atravessar a água para alcançar a grande ilha e resgatar sua amada das garras do demônio rei Ravana. É uma história de amor, feitos corajosos e construções incríveis, como parece. Rama é uma das manifestações mais famosas do Deus Supremo e é reconhecida como a imagem, o espírito ea consciência do hinduísmo, uma das mais antigas religiões do mundo.
As histórias que são muitas vezes interpretadas como fatos da vida de Rama são narradas no Ramayana, um antigo épico sânscrito, literalmente traduzido para "Rama's Journey", que fala de um tempo em que deuses a bordo de navios (Vimanas) e gigantes andavam pela terra. Evidências do Vimana e os gigantes foram encontrados em todo o mundo, em diferentes países.
Evidências de continentes perdidos e civilizações antigas?
Segundo os pesquisadores, o continente lemuriano separado do continente em algum momento durante a era Mesozóica, devido à subida das águas. Curiosamente, de acordo com o Instituto Nacional de Oceanografia da Índia, os níveis do mar estavam em torno de 100 metros mais baixos há cerca de 15 mil anos.
Isto resultou em uma inundação principal que conduziu eventualmente ao desaparecimento não somente de um continente inteiro mas de civilizações inteiras que existiram na terra em um passado distante.
Segundo Tamilnet , o continente da Lemúria é referido como "Kumari Kandam" na literatura Tamil antiga.
O Tamil é uma das línguas clássicas do mundo.
O Tamil tem registros históricos contínuos há mais de 2000 anos e a língua Tamil foi reconhecida como uma língua clássica na Índia (ao lado do outro ser sânscrito).
O tâmil não pertence à família de línguas indo-européia.
"Pode-se imaginar a força ea magnitude da onda de maré necessária para devorar uma área montanhosa que existia no antigo cinturão costeiro do mundo tâmil", diz o professor Shanmugathas .
O antigo continente de Kumari Kandam é dito ter existido ao sul da Índia moderna, agora abaixo do Oceano Índico. Seu povo, o Tamil, diz-se que se espalhou pelo mundo criando outras civilizações depois que Kumari Kandam desapareceu. Existem vários nomes pelos quais os continentes vão dependendo da ortografia que pode variar de  Kumari Kandam, KumarikkantamKumari Nadu . A palavra "Kumari Kandam" foi mencionada pela primeira vez em uma versão do século XV do Skanda Purana - o maior  Mahāpurāa , um gênero de dezoito   textos religiosos hindus - e foi escrito por Kachiappa Sivacharyara (1350-1420).  
Curiosamente, muitos autores indicam que o povo de  Tamil  pertence à  civilização mais antiga   na superfície do planeta e quando o continente de  Kumari  Kandam  foi perdido para o mar, o seu povo migrou para outras partes do planeta fundando civilizações diferentes.
Continentes perdidos: uma vez um mito agora uma realidade
Um continente antigo que uma vez foi localizado entre a Índia e Madagascar foi recentemente encontrado espalhados no fundo do Oceano Índico. De acordo com especialistas, três bilhões de anos atrás, um continente cobriu o oceano onde a ilha Leste Africano de Maurício agora se encontra.
Especialistas chegaram a esta conclusão após a análise de pequenos fragmentos de minerais que datam de 3.000 milhões de anos. Em algumas das rochas da ilha das Maurícias, lar da república do mesmo nome, você pode encontrar pequenos fragmentos de minerais que têm cerca de 3.000 milhões de anos.Isso não teria que ser importante, não fosse porque a jovem ilha, de origem vulcânica, tem apenas sete a dez milhões de anos? Então, de onde vieram os pedaços de rocha, e como é possível que eles sejam tão velhos?
De acordo com especialistas, sua origem está em um "continente perdido" localizado sob a ilha, como os pesquisadores da Universidade de Witwatersrand (África do Sul) explicaram em um comunicado.

O que você acha? É possível que dezenas de milhares de anos atrás - talvez ainda mais atrás na história, antigas civilizações vivessem em continentes como Atlântida, Mu e Lemúria?
Estudos recentes provaram que, no passado distante, a massa terrestre da Terra era muito diferente da que é hoje, uma das principais razões pelas quais numerosos autores e pesquisadores argumentam que não é ridículo pensar que antigas civilizações como a Atlântida existiam em algum lugar na Terra.

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