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Exorcista chefe do Vaticano adverte que a ioga provoca "possessão demoníaca"

O principal exorcista do Vaticano manifestou-se em condenação a romances de ioga e fantasia, classificando-os como atos "satânicos" que levam à "possessão demoníaca". Padre Cesare Truqui advertiu que a Igreja Católica viu um recente aumento no mundorelatos de pessoas sendo possuídas por demônios e que a razão para o aumento súbito é o aumento da popularidade de passatempos, como assistir filmes de Harry Potter e praticar Vinyasa.

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O professor Giuseppe Ferrari, que recentemente participou de uma reunião em Roma, onde autoridades católicas e delegados discutiram como lidar com essa suposta crise de possessão demoníaca, diz que o Vaticano declarou que mostra que "glorificar magos" e atividades como ioga " espíritos satânicos ".
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A Igreja Católica também determinou que assistir programas de TV como True Blood e The Vampire Diaries que contenham "personagens demoníacos" que são retratados como seres humanos bonitos com características desejáveis ​​e superpoderes, pode atrair os desavisados ​​a brincar com o oculto que poderia levar a "pecaminosos". ações "como prejudicar uma criança.
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Monsenhor Luigi Negri, arcebispo de Ferrara-Comacchio, que também participou da reunião da crise do Vaticano, afirmou que a homossexualidade é "outro sinal" de que "Satanás está no Vaticano". The Independent relata: Padre Cesare diz que viu muitos indivíduos falando em línguas e exibindo força sobrenatural, dois atributos que sua religião diz indicam a possibilidade de espíritos malignos habitarem o corpo de uma pessoa.
"Há aqueles que tentam transformar as pessoas em vampiros e fazê-los beber o sangue de outras pessoas, ou incentivá-los a ter relações sexuais especiais para obter poderes especiais", afirmou o professor Ferrari na reunião.
"Esses grupos são atraídos pelos chamados jovens vampiros que temos visto muito nos últimos anos."
Yoga é sobre adorar deuses hindus, ou é sobre o envolvimento em alongamento avançado e exercício? Em suas raízes, o yoga é dito ter se originado da antiga adoração de deuses hindus, com as várias poses representando formas únicas de homenagear essas entidades.
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A partir disso, outras religiões como o catolicismo e o cristianismo concluíram que a prática está fora de sincronia com a sua e que pode resultar em espíritos demoníacos entrando no corpo de uma pessoa.
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Outros afirmam que a prática de yoga é realmente mais focada em movimentos avançados de alongamento e exercícios físicos e que pode trazer cura e melhoria do bem-estar, como melhora da força do núcleo, melhor circulação e redução do estresse.
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A intenção da pessoa que pratica yoga, em vez da própria ioga, em outras palavras, é o que define a extensão de como a prática influencia uma pessoa. Mas o padre Truqui vê o yoga como sendo satânico, afirmando que "isso leva ao mal como ler Harry Potter".
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E para lidar com as conseqüências disso, sua religião teve que trazer outros seis exorcistas, elevando o número total para 12, apenas para lidar com o que ele diz ser um aumento de 100% no número de pedidos de exorcismo sobre nos últimos 15 anos.
"O ministério de realizar um exorcismo é pouco conhecido entre os padres", afirmou o padre Truqui ao The Independent.
"É como treinar para ser jornalista sem saber como fazer uma entrevista." Ao mesmo tempo, o padre Amorth admite que a Igreja Católica Romana ""o Diabo está trabalhando dentro do Vaticano".
"Há casamento homossexual, adoção homossexual, fertilização in vitro [fertilização in vitro] e uma série de outras coisas", acrescentou monsenhor Luigi Negri, arcebispo de Ferrara-Comacchio, sobre o que ele diz ser evidência do mal existencial na sociedade. "Há a aparência glamourosa da negação do homem como definido pela Bíblia."
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Fonte
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Exorcismo, O caso Emily Rose (Este não e um caso isolado)



Anneliese Michael, foi uma jovem alemã que viveu com sua família católica na região de Klingenberg am Main (Alemanha), Anneliese  acreditava ter sido possuída por uma legião de demônios, sendo eles: Caim, Nero, Belial, Lúcifer, Hitler, Fleischmann , esse demônios são retratados no filme e sua autenticidade bastante questionável, tendo sido submetida a uma intensa série de sessões de exorcismo pelos padres Ernest Alt e Arnold Renz em1975 e 1976. 


Historia de Emily Rose

O Caso Klingenberg, como passou a ser conhecido pelo grande público, deu origem a vários estudos e pesquisas, tanto de natureza teológica quanto científica, e serviu como inspiração para o filme O Exorcismo de Emily Rose.

Tratamento psiquiátrico
Anneliese começou a ter alucinações enquanto rezava. 
Ela também começou a ouvir vozes, que lhe diziam que ela era amaldiçoada. 
Em 1973, Anneliese estava sofrendo de depressão e considerando suicídio. 
O seu comportamento tornou-se cada vez mais bizarro.
No verão de 1973, os pais de Anneliese foram até a paróquia local solicitando aos religiosos que submetessem a sua filha ao ritual de exorcismo. 
A princípio, o pedido foi negado, uma vez que a doutrina da Igreja Católica com respeito a essas práticas é muito restrita. 
Segundo a Igreja, dentre outras coisas, os possuídos devem ser capazes de falar línguas que nunca tenham estudado, manifestar poderes sobre naturais e mostrar grande aversão aos símbolos religiosos cristãos.
Algum tempo depois, o padre Ernst Alt, considerado um perito no assunto, conclui que Anneliese já reunia as condições suficientes para a realização do exorcismo, de acordo com os procedimentos prescritos no Rituale Romanum.
A Virgem Maria e Anneliese
Durante o tratamento, em um sonho Anneliese caminhou até o jardim e avistou uma imagem que ela dizia ser a Virgem Maria, na história ela teria recebido uma proposta da Virgem Maria, ela teria opção de se libertar dos demônios que possuiam o corpo dela, ou enfrentar seu destino e perder a vida.


Anneliese optou pelo martírio voluntário, alegando que seu exemplo enquanto possessa serviria de aviso a toda a humanidade de que o diabo existe e que nos ronda a todos, e que trabalhar pela própria salvação deve ser uma meta sempre presente. Ela afirmava que muitas pessoas diziam que Deus está morto, que haviam perdido a fé, então ela, com seu exemplo, lhes mostraria que o demônio age, e independe da fé das pessoas para isso.
Falecimento
Em 1 de julho de 1976, no dia em que Anneliese teria predito sua liberação, morreu enquanto dormia. À meia-noite, segundo o que afirmou, os demônios finalmente a deixaram e ela parou de ter convulsões. Anneliese foi dormir exausta, mas em paz, e nunca mais acordou, falecendo aos 23 anos de idade. A autópsia considerou o seu estado avançado de desnutrição e desidratação como a causa de sua morte por falência múltipla dos órgãos. Nesse dia, o seu corpo pesava pouco mais de trinta quilos.
Julgamento
Logo após  a morte de Anneliese, os padres Ernest Alt e Arnold Renz comunicaram a morte às autoridades locais que, imediatamente, abriram inquérito e procederam às investigações preliminares.

Os promotores públicos responsabilizaram os dois padres e os pais de Anneliese de homicídio causado por negligência médica. O bispo Josef Stangl, embora tivesse dado a autorização para o exorcismo, não foi indiciado pela promotoria em virtude de sua idade avançada e seu estado de saúde debilitado, vindo a falecer em 1979. Josef Stangl foi quem consagrou bispo o padre Joseph Ratzinger, que no futuro se tornaria o Papa Bento XVI.https://lh4.googleusercontent.com/_eRTOIs-bEAo/TbB--vt5ASI/AAAAAAAAD_g/7JCVLAFo06E/emilysss.png
O julgamento do processo, que passou a ser denominado como o Caso Klingenberg (em alemão: Fall Klingenberg), iniciou-se em 30 de março de 1978 e despertou grande interesse da opinião pública alemã. Perante o tribunal, os médicos afirmaram que a jovem não estava possuída, muito embora o Dr. Richard Roth, ao qual foi solicitado auxílio médico pelo padre Ernest Alt, teria feito a afirmação à época que não havia medicação eficaz contra a ação de forças demoníacas.
Segundo Elbson do Carmo, após a morte  de Anneliese,  “seus pais foram indiciados por homicídio culposo e omissão de socorro, e os dois padres exorcistas Ernst Alt e Arnold Renz sofreram as mesmas acusações.

Na visão cética

Acredita-se que  Anneliese se tratava apenas de uma moça com surtos de esquizofrenia, psicose e epilepsia, mas admitem que nem todos os sintomas que a moça tem são previstos.


O Exorcismo de Emily Rose (Título original em inglês: The Exorcism of Emily Rose) é um filme estadunidense de terror, lançado em 2005, baseado em um caso verídico ocorrido em Leiblfing, Alemanha, com Anneliese Michel, uma jovem católica que acreditava ter sido possuída por, pelo menos, seis demônios, tendo sido submetida a uma intensa série de sessões de exorcismo.

É considerado o primeiro filme do gênero terror e tribunal da história do cinema. Os nomes reais foram trocados, com a localização da narrativa mudada para osEstados Unidos.
O Filme é baseado em fatos reais.






(áudio original do exorcismo)

Legado




Em 1999, na cidade do Vaticano, o Cardeal Jorge Medina Estevez apresentou aos jornalistas a nova versão do Rituale Romanum, que vinha sendo usado pela Igreja Católica desde 1614. 

A nova versão, escrita em latim em 84 páginas com encadernação de couro carmim, veio depois de mais de dez anos de estudos e é denominada De exorcismis et supplicationibus quibusdam (em português: "De todos os gêneros de exorcismos e súplicas"). 

O Cardeal Estevez afirmou, durante a divulgação do rito reformado, que "a existência do demônio não é um ponto de vista, algo no qual se possa decidir acreditar ou não". 

O Papa João Paulo II aprovou o novo rito de exorcismo que agora é adotado em todo o mundo católico. 
 
Segundo o Cardeal Jacques Martin, ex-administrador da Casa Pontifícia, em seu livro My Six Popes, o próprio Papa João Paulo II teria realizado um exorcismo em 1982, expulsando um demônio de uma mulher italiana que lhe fora trazida contorcendo-se, gritando e lançando-se ao chão. 

O Papa João Paulo II teria ministrado ainda dois outros exorcismos durante o seu pontificado. 
 
Nos dias atuais, o túmulo de Anneliese Michel em Klingenberg am Main tornou-se um local de peregrinação para os cristãos que a consideram uma devota que experimentou extremos sacrifícios em um martírio voluntário para possibilitar a salvação espiritual de muitos.

 
Depois de uma missa dominical, ao lado do padre Bob Meets, Anna, a mãe de Anneliese, fez recentemente uma de suas poucas e breves declarações a imprensa: – “Não me arrependo do que fizemos, era o que tínhamos para combater aquele mal”. Apesar de ser um bom filme, “O Exorcismo de Emily Rose” desvia-se da verdadeira história de Anneliese.



Nos dias atuais, o túmulo de Anneliese Michel em Klingenberg am Main tornou-se um local de peregrinação para os cristãos que a consideram uma devota que experimentou extremos sacrifícios em um martírio voluntário para possibilitar a salvação espiritual de muitos.


Outros Casos de possessão e Exorcismo 

Clara Germana Cele: 

Fez um pacto com Satã em 1906. A jovem sul-africana contou sobre o acordo a um padre durante uma confissão. Quando estava “possuída” ela falava línguas que não conhecia e gritava de uma forma que assustava todos os que presenciaram. Sua voz não parecia de nenhuma pessoa ou animal conhecido. Pessoas que estavam presentes afirmaram ter visto a moça levitar vertical e horizontalmente.

 O ritual de exorcismo realizado por dois padres não foi nada tranquilo. Ela estava muito violenta, tanto que tomou a Bíblia da mão de um deles e tentou fazê-lo engolir o livro. O ritual foi considerado um sucesso e o demônio foi supostamente expulso do corpo de Clara.

Michael Taylor: 

Era um membro respeitável de uma irmandade cristã. Seu comportamento começou a mudar até um dia ele agredir verbalmente a líder do grupo. Michael admitiu que havia sentido o mal dentro dele. Seu comportamento foi piorando cada vez mais até que um dia os vigários locais tentaram curá-lo através de métodos cristãos de exorcismo. 

Depois de horas tentando ajudá-lo sem sucesso eles desistiram e mandaram Michael para casa. Ao chegar a sua residência ele matou sua esposa e seu cachorro. Quando foi encontrado ele estava completamente nú e coberto de sangue.

Robbie Mannheim:



Começou a ter problemas quando ainda era um garoto e foi passar uma noite na casa de sua avó. Ele ouviu sons estranhos e uma gravura de Jesus pregada na parede começou a tremer. Onze dias depois sua tia, a quem ele era muito apegado, morreu deixando o garoto desolado.

Em seu desespero ele tentou contatar sua tia no mundo dos mortos, o que lhe causou vários problemas e deu início ao pretenso caso de possessão. Inicialmente ele foi examinado por médicos e psiquiatras, mas nenhum resultado concreto foi obtido.  Foi então que sua família procurou o reverendo Luther Miles Schluze, que passou uma noite com Robbie para examinar seu caso.

Durante aquela noite o reverendo percebeu que vários objetos se moveram pelo quarto enquanto Robbie dormia. Ele foi levado ao reverendo William S. Bowdernm, que passou dois meses tratando o garoto em uma terapia que incluiu 30 rituais de exorcismo, o que o devolveu à normalidade. O caso de Robbie ficou muito famoso e inspirou o romance O Exorcista, de William Peter Blatty, que foi adaptado para o cinema e se tornou um clássico do terror.

George Lutkins:


Era um costureiro inglês que ficou conhecido por ter sido possuído por demônios. Tudo começou quando seu vizinho pediu ao pastor local para ajudar George, pois ele cantava músicas estranhas durante a noite e às vezes utilizando vozes que não soavam como a sua.

 O próprio costureiro confirmou que estava possuído por sete demônios e que precisaria de sete exorcismos para ser curado. Vários exorcistas tentaram ajudá-lo, mas somente após um ritual em 1778 aparentemente George estava livre de seu tormento, passando a viver uma vida tranquila.


Possessão demoníaca



O aprisionador controle e influência sobre uma pessoa por parte dum invisível espírito iníquo. Nos tempos bíblicos, os endemoninhados eram afligidos de várias maneiras: alguns ficavam mudos, outros cegos, outros agiam como lunáticos e outros possuíam força sobre-humana. Todos eram horrivelmente maltratados por estes tiranos invisíveis. (Mt 9:32; 12:22; 17:15; Mr 5:3-5; Lu 8:29; 9:42; 11:14; At 19:16) Suas vítimas incluíam homens, mulheres e crianças. (Mt 15:22; Mr 5:2) A agonia às vezes era maior quando muitos demônios se apoderavam da mesma pessoa ao mesmo tempo. (Lu 8:2, 30) Quando o demônio era expulso, a pessoa recobrava seu estado mental normal e sadio. Há uma diferença entre a possessão demoníaca e a doença física comum, pois Jesus curou ambos os tipos de distúrbios. — Mt 8:16; 17:18; Mr 1:32, 34.



Alguns dos maiores milagres de Jesus relacionavam-se com a libertação de pessoas possessas do cativeiro aos demônios. Estes eram impotentes diante dele. Mas, nem todos se alegravam com a sua obra de expulsar demônios. Os fariseus acusaram-no de estar mancomunado com o governante dos demônios, Belzebu, quando, na verdade, como Jesus indicou, eles mesmos eram a descendência do Diabo. (Mt 9:34; 12:24; Mr 3:22; Lu 11:15; Jo 7:20; 8:44, 48-52) Jesus sabia qual era a fonte do poder que lhe dava domínio sobre os demônios, e admitiu abertamente que se tratava do espírito de Jeová. (Mt 12:28; Lu 8:39; 11:20) Os próprios demônios reconheciam a identidade de Jesus e dirigiam-se a ele como o “Filho de Deus”, “o Santo de Deus” e “Jesus, Filho do Deus Altíssimo”. (Mt 8:29; Mr 1:24; 3:11; 5:7; Lu 4:34, 41; At 19:15; Tg 2:19) No entanto, em nenhum momento Jesus permitiu que testemunhassem em seu favor. (Mr 3:12) Por outro lado, certo homem que fora libertado do poder dos demônios foi incentivado a declarar a seus parentes ‘todas as coisas que Jeová fizera por ele’. — Mr 5:18-20.



Jesus deu também a seus 12 apóstolos autoridade sobre os demônios e, mais tarde, aos 70 que ele enviou, de modo que, em nome de Jesus, estes também puderam curar os possessos de demônios. (Mt 10:8; Mr 3:15; 6:13; Lu 9:1; 10:17) Até mesmo certa pessoa que não era associado íntimo de Jesus ou de seus apóstolos conseguiu exorcismar um demônio à base do nome de Jesus. (Mr 9:38-40; Lu 9:49, 50) Depois da morte de Jesus, os apóstolos continuaram a ter este poder. Paulo expulsou um “demônio de adivinhação” duma jovem escrava, para grande ira de seus donos amantes do dinheiro. (At 16:16-19) Mas, quando certos impostores, os sete filhos do sacerdote Ceva, tentaram expulsar um demônio em nome de ‘Jesus, a quem Paulo pregava’, o homem possesso de demônio agarrou os sete e espancou-os duramente, deixando-os nus. — At 19:13-16.



Não raro, a conduta bravia e incontrolável de pessoas mentalmente desequilibradas deve-se à possessão por parte desses lacaios invisíveis de Satanás. Vez por outra relata-se que médiuns espíritas expulsam estes demônios; isto faz lembrar o que Jesus disse: “Muitos me dirão naquele dia: ‘Senhor, Senhor, não . . . expulsamos demônios em teu nome . . .?’ Contudo, eu lhes confessarei então: Nunca vos conheci!” (Mt 7:22, 23) Imperiosos motivos, portanto, para acatarmos o conselho: “Sede vigilantes”, e: “Revesti-vos da armadura completa de Deus, para que vos possais manter firmes contra as maquinações do Diabo” e seus demônios. — 1Pe 5:8; Ef 6:11.




A seguir você pode conferir quatro casos aterrorizantes de supostas possessões demoníacas — as quais algumas se transformaram em títulos cinematográficos 1 – Julia Fonte da imagem: Reprodução/trutv É muito raro que episódios de possessão sejam descritos por cientistas, já que normalmente são encarados como resultado de problemas mentais ou simples fraudes. No entanto, em 2008,...




Atualização :


Possessão demoníaca - Controle e influência sobre uma pessoa



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Exorcismos, Realidade e Ficção das alegadas possessões demoníacas

Exorcismos Realidade e Ficção das alegadas possessão demoníaca
guia do Vaticano para realizar exorcismos diz que sinais de possessão demoníaca incluem "força sobre-humana, aversão à água benta e a capacidade de falar em línguas desconhecidas, bem como cuspir, palavrões e masturbação excessiva."
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Exorcismos Realidade e Ficção das alegadas possessão demoníaca 02
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A crença na possessão demoníaca de pessoas é uma constante fonte de parcelas terríveis, e uma das crenças mais difundidas entre as religiões em todo o mundo. Embora as manifestações mudar entre culturas e religiões, alguns dos sinais de possessão são:
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    • perturbações da memória e personalidade
    • convulsões
    • ataques nervosos
    • desmaios
    • Gnosis: O acesso ao conhecimento oculto
    • Glossolalia: O acesso a línguas desconhecidas
    • alterações drásticas na entoação e estrutura facial
    • Aparecimento de feridas ou lesões, sem motivo aparente
    • força sobre-humana
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    A referência mais antiga vem dos sumérios, que acreditavam que todas as doenças do corpo e da morte foram causados ​​por "demônios da doença." Para combatê-los, médicos ou ASU aplicados curativos, sálvia e outros remédios, enquanto o ashipu (mágicos) orou a certos deuses para pedir proteção contra o diabo ou expulsão do mesmo a partir do corpo afetada.
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. "Juramento" palavra exorcismo deriva do "exousia" grega que significa religiosa estudos estudioso James R. Lewis explica em seu livro satanismo Hoje: Uma Enciclopédia da Religião, Folclore e Cultura Popular para "exorcizar significa colocar o espírito "guest", sob juramento, em vez de expulsar, invocando uma autoridade espiritual mais elevado. É por isso que um sacerdote invoca "o Pai, Filho e Espírito Santo".
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Esta prática é consistente com xamânica que alocar posses um vindictiveness (não um demon como tal) que pode ser tanto um espectro de animal, tal como uma pessoa morta vida afectadas para o paciente. Para se livrar dos maus espíritos, xamãs oferendas e sacrifícios para estabelecer entidades.
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O conceito mais difundido é judaico-cristão (seis vezes na Bíblia em que Jesus expulsou os demônios aparecem) todos os quais têm permeado outras religiões. Espiritismo, que floresceu no final de 1800, pregou que a morte é uma ilusão e, portanto, que os espíritos têm a capacidade de possuir corpos humanos. Os novos crentes Idade também aceitar o conceito de "pipeline", indicando que os espíritos dos mortos habitam o corpo de meios para se comunicar com os vivos através deles.
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exorcismos Fakes
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O fascínio da humanidade pela possessão demoníaca foi efetivamente explorada por Hollywood estréia e inúmeras fitas sobre o assunto. A "baseado em uma história verdadeira" atrair espectadores ávidos experiência semelhante ao clássico "O Exorcista".
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Lançado em 1974 e adaptado do romance de William Peter Blatty, O Exorcista foi uma sensação absoluta, o que causou, entre outras coisas, centenas de católicos pede para centros de exorcismos. A história é baseada em um artigo publicado em 1949 no Washington Post, na posse de uma criança que não era tão dramático como retratado no filme.
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O autor americano Exorcismo: expulsar demônios na terra da abundância, Michael Cuneo culpa a fita e autor do interesse moderno no fenômeno. No entanto, Blatty trabalho se qualifica como um cheio de elementos fantásticos, detalhes sensacionalistas e situações exageradas.
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A realidade de exorcismos
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Fora da tela grande, exorcismos são perpetuadas ea prática muito real aplicado a pessoas com transtornos mentais e emocionais. A esse respeito, ciência especula que exorcismos sucesso são devido ao poder da sugestão, isto é, se você pensa que está possuída e que um exorcismo irá curá-lo, poderia ser eficaz.
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O Vaticano tem guias oficiais para realizar exorcismos desde 1614, revisto em 1999. Nela, os sinais de possessão demoníaca incluem "força sobre-humana, aversão à água benta e a capacidade de falar em línguas desconhecidas, bem como cuspir, jurando e masturbação excessivo ".
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Além dos exorcistas que seguem as práticas estabelecidas pelo Vaticano, há um punhado deles sancionada pela Igreja Católica em todo o mundo. Michael Cuneo participaram 50 Tipo de exorcismos durante a pesquisa para seu livro e disse que nunca viu nada sobrenatural ou inexplicável ou levitação ou cabeças girando, demoníaca ou qualquer coisa como arranhões, mas emocionalmente instável em ambos os lados de pessoas rituais.
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O que nos leva para o lado muito escuro e assustador dos exorcismos, que nada têm a ver com demônios, suas conseqüências mortais.
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Em 2003, um autista residente de Milwaukee oito anos foi morto durante um exorcismo realizado por membros da igreja local, que culpou um demônio invasora de deficiência da criança. Também em 2005, uma freira romeno jovem foi morto por um padre durante um exorcismo depois de ser amarrado a uma cruz, amordaçado e privados de comida e água durante dias. Finalmente, em 25 de dezembro de 2010, um jovem de 14 anos foi espancado e estrangulado por parentes em Londres, em um esforço para exorcizar um espírito maligno.
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O que você acha? Aqui deixamos vários casos resumidos no seguinte vídeo.
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O exorcista irlandês pede apoio enquanto a demanda aumenta consideravelmente

EXORCISMO IRLANDES
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"Foi apenas nos últimos anos que a demanda aumentou exponencialmente".
Para aqueles que dormiram através da aula de matemática, "aumentou exponencialmente" significa aumentar uma constante positiva elevando-a a um poder conhecido como expoente. Eu sei, explicações como essa são o que o deixa dormir em primeiro lugar. Em termos reais, '10' é uma constante positiva e aumentá-la exponencialmente para o poder de dois meios 10 quadrados ou 100. Se você está falando de rosquinhas, um aumento exponencial como esse é bom. Não é tão bom se você está falando sobre pessoas possuídas por demônios.
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Em uma entrevista recente, o padre Pat Collins, um exorcista bem conhecido, disse ao católico irlandês que ele acha que sua própria igreja está "fora de contato com a realidade" quando se trata de lidar com o que ele diz que é um aumento rápido (exponencialmente - lembre-se ?) número de pessoas que vêm para ele e outros exorcistas sobrecarregados que procuram ter seus demônios - reais ou imaginados - removidos.
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"Penso que, em muitos casos, eles pensam erroneamente, mas quando se dirigem para a Igreja, a Igreja não sabe o que fazer com eles e os encaminha para um psicólogo ou para alguém que tenham ouvido falar disso. interessados ​​nesta forma de ministério, e eles caem entre as rachaduras e muitas vezes não são ajudados ".
Sendo um bom exorcista, Pe. Collins vê isso como uma demanda para que mais sacerdotes e leigos sejam treinados como exorcistas ... não é preciso ser sacerdote para se tornar um exorcista - apenas tem o desejo de ajudar as pessoas, o desejo destemido de encarar os demônios e a taxa para a classe . Ele, obviamente, não acha que os psicólogos podem ajudar e, além disso, com uma demanda exponencial, não há tempo suficiente para esperar que as pessoas entrem na faculdade para se tornar psicólogos quando a escola de exorcismo é muito mais curta.
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O que o Pe. Collins parece estar pedindo não é mais exorcista, mas mais sacerdotes e conselheiros treinaram para lidar com pessoas que vieram a eles alegando encontros fantasmagóricos, sendo retirados de suas camas e, em casos raros, posse real. Onde ele e outros exorcistas enfrentam resistência, é que eles exigem uma crença em demônios, espíritos malignos e outros, em vez de oferecer a prática como uma ferramenta para aconselhar o turbulento. Muitos médicos não acreditam na acupuntura, mas tentarão se um paciente acreditar nela. O exorcismo deve ser visto da mesma maneira?
"O que estou descobrindo desesperadamente, são as pessoas que, em suas próprias crenças, acreditam - com razão ou erroneamente - que estão afligidas por um espírito maligno".
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Enquanto o papa Francis regularmente fala de Satanás e pediu um aumento nos exorcistas, o Pe. Collins não vê a ajuda em breve e acredita que os líderes da Igreja de nível inferior que ignoram a demanda estão "fora de contato com a realidade".
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Talvez não seja a prática que é o problema, mas o nome, que sofre de seu uso nos filmes e na política atual. Histórias da recente passagem do Reverendo Joe Aelwyn Roberts, um sacerdote de longa data na Igreja de Gales, que ajudou muitas pessoas problemáticas a lidar com o que eles acreditavam ser um fantasma ou um demônio, apontou que ele era carinhosamente chamado de Santo Fantasma . Talvez os exorcistas tenham que tentar comprar os direitos sobre esse nome. Ou os Demonadores seriam mais atraentes para a multidão mais nova e os levariam a buscar ajuda de forma exponencial?
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O objetivo do ocultismo é enganar e destruir

AntiCristo Teoçogia da prosperidade
Ocultistas tais como Elimas agem quais agentes ou joguetes do Diabo. Como tais, são ‘inimigos de toda religião verdadeira, torcendo os caminhos direitos do Senhor’. (Atos 13:10, Je) Portanto, não importa quão contraditórias e diversas sejam as práticas ocultas, têm um único objetivo: engodar os homens para longe da “religião verdadeira” e fazê-los agir de modo independente dos “caminhos direitos” de Deus.
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A sabedoria diabólica atrás desta trama é evidente. As pessoas se fascinam com fenômenos inexplicáveis, aparentemente “sobrenaturais”. A variedade de práticas ocultas atrai tipos diferentes de pessoas. Algumas sujeitam-se diretamente ao Diabo pela adoração direta de Satanás, pela macumba, feitiçaria e outras coisas assim. Outras são enganadas a pensar que Deus tem algo que ver com a astrologia ou o espiritismo. Os que têm tendência científica amiúde ficam fascinados com faculdades “psíquicas” tais como PES e clarividência. Há algo quase que para todos.
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Mas que dizer das obras de “curas”, “falar em línguas”, “exorcismar demônios” e outras, relacionadas diretamente com chamadas organizações “cristãs”? Não mostra isso que Deus opera por meio delas para derrotar as obras de Satanás, assim como ajudou a Jesus e aos apóstolos dele? (João 10:37, 38; Atos 19:11) Jesus adiantou-se a esta pergunta no seu famoso Sermão do Monte.
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Ele disse que muitos professariam o cristianismo, mas de modo desonesto. Em que base afirmariam ser cristãos? Jesus disse: “Muitos me dirão naquele dia: ‘Senhor, Senhor, não profetizamos em teu nome? Não expulsamos demônios em teu nome? Não fizemos milagres em teu nome?”’ Mas, provaria isso que tinham o espírito de Deus e eram verdadeiros discípulos de seu Filho? Jesus prosseguiu: “Então hei de lhes declarar: ‘Nunca vos conheci! Apartai-vos de mim, vós que operais a iniqüidade!’” — Mat. 7:15-23, Liga de Estudos Bíblicos, católica.
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É evidente que os ocultistas que usam o nome de Cristo lhe são tão detestáveis como o ocultismo entre os hebreus era detestável a Jeová. Por quê? Porque o poder atrás deles é o mesmo. O objetivo é o mesmo, a saber, desviar as pessoas da “religião verdadeira” para engodá-las a fazer coisas condenadas por Deus.
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A Bíblia mostra que os milagrosos dons espirituais deixaram de existir depois de terem identificado a recém-estabelecida congregação cristã como o instrumento de Deus para divulgar a adoração verdadeira. (1 Cor. 13:8-11) Mas as Escrituras advertem que impostores religiosos procurariam mais tarde aproveitar tais “milagres” para darem um tom de legitimidade às suas próprias atividades. “E não é de admirar’’, diz a Bíblia, “porque o próprio Satanás se disfarça em anjo de luz. Portanto, não é de estranhar que também seus ministros se disfarcem em ministros de justiça.” — 2 Cor. 11:14, 15, LEB.
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Isto mostra que, por exemplo, a capacidade de exorcismar ou expulsar demônios não necessariamente é um sinal de que Deus apóie os clérigos que professam ter tal poder. Tanto os professos cristãos como os não-cristãos afirmam ser bem sucedidos com o exorcismo: católicos, protestantes, cabalistas judaicos e até mesmo macumbeiros. São apoiados por Deus? A Bíblia diz que “Deus não é um Deus de desordem, mas de paz”. (1 Cor. 14:33, LEB) Ele certamente não age contra si mesmo por apoiar facções em conflito.
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Também, os próprios métodos empregados pela maioria dos pretensos “exorcistas” mostram que não são de Deus. Jesus “expulsou os demônios com sua palavra”, simplesmente ordenando, e eles obedeceram, reconhecendo sua autoridade. (Mat. 8:16, 29-34, LEB; Mar. 5:7-13; Luc. 8:28-33) No entanto, estes “exorcistas” religiosos recitam fórmulas ritualistas, mágicas, usando certas palavras e declarações, as quais em si mesmas supostamente têm o poder de exorcismar. A fórmula católica romana para exorcismo encontrada em Rituale Romanum pode levar várias horas para recitar e usa relíquias religiosas e outros apetrechos religiosos, supersticiosos — em acentuado contraste com as simples ordens de Jesus! Não obstante, seus “exorcismos” muitas vezes parecem funcionar! Por quê?
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A Bíblia mostra que Satanás usa poderes sobrenaturais para apoiar tais impostores religiosos, para firmar sua credibilidade e assim promover os seus próprios fins. O apóstolo cristão Paulo predisse que ocorreria uma rebelião contra os modos de Deus, por parte daqueles que afirmassem ser seguidores de Cristo e que os rebeldes procurariam veneração para si mesmos, assim como fazem os clérigos da cristandade. Ele disse então: “Por influência de Satanás [se fará] toda a sorte de milagres, sinais e prodígios falsos, bem como . . . todas as seduções do mal . . . por não terem abraçado o amor da verdade, que os salvaria.” — 2 Tes. 2:9, 10, LEB.
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Note que Paulo contrasta o atrativo de “prodígios falsos” com “o amor da verdade”. Jesus identificou a verdadeira fonte da verdade, quando orou a Deus e disse: “Tua palavra é a verdade.” A “palavra” de Deus é encontrada na Bíblia. O genuíno “amor da verdade” deriva-se de usarmos a mente para aprender esta palavra, para tirar proveito dos “caminhos direitos” de Deus em nossa vida. — João 17:17; Atos 13:10, Jerusalem Bible

Arranjo: Jefferson

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Possessão demoníaca, leve a serio pois é uma realidade (Baseando-se na Bíblia)

Possessao demoniaca
O aprisionador controle e influência sobre uma pessoa por parte dum invisível espírito iníquo. Nos tempos bíblicos, os endemoninhados eram afligidos de várias maneiras: alguns ficavam mudos, outros cegos, outros agiam como lunáticos e outros possuíam força sobre-humana. 
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Todos eram horrivelmente maltratados por estes tiranos invisíveis. (Mt 9:32; 12:22; 17:15; Mr 5:3-5; Lu 8:29; 9:42; 11:14; At 19:16) Suas vítimas incluíam homens, mulheres e crianças. (Mt 15:22; Mr 5:2) A agonia às vezes era maior quando muitos demônios se apoderavam da mesma pessoa ao mesmo tempo. (Lu 8:2, 30) Quando o demônio era expulso, a pessoa recobrava seu estado mental normal e sadio. Há uma diferença entre a possessão demoníaca e a doença física comum, pois Jesus curou ambos os tipos de distúrbios. — Mt 8:16; 17:18; Mr 1:32, 34.
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Alguns dos maiores milagres de Jesus relacionavam-se com a libertação de pessoas possessas do cativeiro aos demônios. Estes eram impotentes diante dele. Mas, nem todos se alegravam com a sua obra de expulsar demônios. 
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Os fariseus acusaram-no de estar mancomunado com o governante dos demônios, Belzebu, quando, na verdade, como Jesus indicou, eles mesmos eram a descendência do Diabo. (Mt 9:34; 12:24; Mr 3:22; Lu 11:15; Jo 7:20; 8:44, 48-52) Jesus sabia qual era a fonte do poder que lhe dava domínio sobre os demônios, e admitiu abertamente que se tratava do espírito de Jeová. (Mt 12:28; Lu 8:39; 11:20) 
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Os próprios demônios reconheciam a identidade de Jesus e dirigiam-se a ele como o “Filho de Deus”, “o Santo de Deus” e “Jesus, Filho do Deus Altíssimo”. (Mt 8:29; Mr 1:24; 3:11; 5:7; Lu 4:34, 41; At 19:15; Tg 2:19) No entanto, em nenhum momento Jesus permitiu que testemunhassem em seu favor. (Mr 3:12) Por outro lado, certo homem que fora libertado do poder dos demônios foi incentivado a declarar a seus parentes ‘todas as coisas que Jeová fizera por ele’. — Mr 5:18-20.
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Jesus deu também a seus 12 apóstolos autoridade sobre os demônios e, mais tarde, aos 70 que ele enviou, de modo que, em nome de Jesus, estes também puderam curar os possessos de demônios. (Mt 10:8; Mr 3:15; 6:13; Lu 9:1; 10:17) Até mesmo certa pessoa que não era associado íntimo de Jesus ou de seus apóstolos conseguiu exorcismar um demônio à base do nome de Jesus. (Mr 9:38-40; Lu 9:49, 50) 
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Depois da morte de Jesus, os apóstolos continuaram a ter este poder. Paulo expulsou um “demônio de adivinhação” duma jovem escrava, para grande ira de seus donos amantes do dinheiro. (At 16:16-19) Mas, quando certos impostores, os sete filhos do sacerdote Ceva, tentaram expulsar um demônio em nome de ‘Jesus, a quem Paulo pregava’, o homem possesso de demônio agarrou os sete e espancou-os duramente, deixando-os nus. — At 19:13-16.
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Não raro, a conduta bravia e incontrolável de pessoas mentalmente desequilibradas deve-se à possessão por parte desses lacaios invisíveis de Satanás. Vez por outra relata-se que médiuns espíritas expulsam estes demônios; isto faz lembrar o que Jesus disse: “Muitos me dirão naquele dia: ‘Senhor, Senhor, não . . . expulsamos demônios em teu nome . . .?’ Contudo, eu lhes confessarei então: Nunca vos conheci!” (Mt 7:22, 23) Imperiosos motivos, portanto, para acatarmos o conselho: “Sede vigilantes”, e: “Revesti-vos da armadura completa de Deus, para que vos possais manter firmes contra as maquinações do Diabo” e seus demônios. — 1Pe 5:8; Ef 6:11.



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Como é que os Demônios se comportam, saiba para não ser uma vitima!

Materia-O-Exorcismo-de-Emily-RoseDuma forma geral, podemos dizer que o demônio faz tudo para não ser descoberto, mostra-se muito lacônico e procura todos os meios para desencorajar o paciente e o exorcista. Para melhor clarificação podemos classificar este comportamento em quatro fases:antes de ser descoberto, durante os exorcismos, na proximidade da saída e depois da libertação. Assinalamos igualmente que nunca se encontram dois casos iguais. O comportamento do Maligno é o mais variado e imprevisível. Só farei referência a certos aspectos de comportamento mais freqüentes.

1 – Antes de ser descoberto.
O demônio provoca distúrbios físicos e psíquicos: a pessoa envolvida procura tratar-se com médicos, mas nenhum suspeita da verdadeira origem do seu mal. Os médicos, em certos casos, começam um longo tratamento, testando diversos medicamentos, que resultam sempre ineficazes; por isso é vulgar que o paciente mude várias vezes de médico, acusando-os a todos de não entenderem a sua doença.

O tratamento dos males psíquicos é o mais difícil; muitas vezes os especialistas não notam nada (como também acontece com as doenças físicas), e a vítima passa por um “obcecado” aos olhos dos familiares. Uma das cruzes mais pesadas destes “doentes” reside no fato de não serem nem compreendidos, nem acreditados.

         Quase sempre acontece que, estas pessoas, depois de terem batido às portas da medicina oficial, em vão, mais tarde ou mais cedo acabam por se dirigir a curandeiros, ou ainda pior a adivinhos, bruxos, quiromantes, ou feiticeiros. E assim ainda pioram os seus males.

         Normalmente, quando alguém recorre a um exorcista (aconselhado por um amigo, raramente por sugestão de um padre) geralmente já fez o percurso pelos médicos que o deixaram numa desconfiança total e, na maioria dos casos, já foi aos bruxos ou similares. A falta de fé ou pelo menos o fato de não ser praticante, juntamente com a imensa e injustificável carência eclesiástica neste domínio, permitem compreender este tipo de comportamento. A maior parte das vezes é um verdadeiro acaso encontrar alguém que fale da existência de exorcistas.

         Não esquecer que o demônio, mesmo nos casos de possessão total (em que é ele que falta e age servindo-se dos membros da sua infeliz vítima) não age continuamente, mas intercala a sua ação (designada em linguagem corrente sob a designação de “momentos de crise”), com fases de sossego mais ou menos longas.

Excetuando os casos mais graves, a pessoa pode prosseguir os seus estudos ou o seu trabalho de forma aparentemente normal, sendo ele o único na realidade a saber o preço desses esforços.

2 – Durante os exorcismos.
Em principio, o demônio faz tudo para não ser descoberto ou pelo menos para dissimular a amplitude da possessão, embora não o consiga sempre. Por vezes é obrigado a manifestar-se desde a primeira oração por causa da força dos exorcismos.

Lembro-me de um jovem que, quando recebeu a primeira bênção, apenas me inspirou uma ligeira desconfiança, então pensei ”É um caso fácil: uma ou talvez duas bênçãos será o suficiente para resolver o problema”. Na segunda vez, enfureceu-se a partir daí já não voltei a começar o exorcismo sem ter comigo quatro homens robustos, para o segurar.

Noutros casos é preciso esperar a hora de Deus. Recordo-me duma pessoa que tinha procurado vários exorcistas (incluindo a mim próprio) sem que alguém lhe tivesse encontrado alguma coisa de especial. Até que um dia o demônio manifestou-se aos exorcismos como habitualmente, com a freqüência necessária para libertar os possessos.
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Em certos casos logo desde a primeira ou a segunda bênção o demônio revela por vezes toda a sua força que varia de pessoa para pessoa; outras vezes esta manifestação é progressiva; há pessoas que apresentam em cada sessão problemas novos. Dá a impressão de que todo o mal que está neles deve aparecer pouco a pouco para poder ser eliminado.
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O demônio reage de forma muito diferente às orações e às ordens. Muitas vezes esforça-se por se mostrar indiferente mas, na realidade, ele sofre e o seu sofrimento vai aumentando até que se chegue à libertação. Alguns possessos ficam imóveis e silenciosos não reagindo às provocações senão com os olhos.
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Outros lutam: convém então segurá-los para impedir os cativos de fazerem mal; outros lamentam-se, sobretudo quando se lhes aplica a estola sobre os locais dolorosos, como indica o Ritual, ou ainda quando se faz um sinal da cruz ou quando se asperge com água benta. Raros são os que se mostram com fúrias, mas esses devem ser segurados com firmeza pelos assistentes do exorcista, ou pelas pessoas da família.
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No que se refere a falar, os demônios geralmente mostram-se muito reticentes. O Ritual determina justamente que não se façam perguntas por pura curiosidade, mas que se pergunte só aquilo que pode ser útil à libertação.
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A primeira coisa é o nome: para o demônio, tão pouco dado a manifestar-se, o fato de revelar o seu nome constitui uma derrota; quando diz o nome, mostra-se sempre relutante em repeti-lo nos exorcismos posteriores. Ordena-se em seguida ao Maligno que diga quantos demônios habitam no corpo de paciente. Esse número pode ser elevado ou reduzido, mas há sempre um chefe que usa o primeiro dos nomes indicados.
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Quando o demônio tem um nome bíblico ou dado pela tradição (por exemplo: satanás, ou belzebu, lúcifer, zabulão, meridiano, asmodeu...) trata-se de caça grossa, mais dura para vencer. Mas a dificuldade em grande parte reside na força com que o demônio tomou posse duma pessoa. Quando são vários demônios, o chefe é sempre o último a sair.
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A força da possessão resulta também da reação do demônio aos nomes sagrados. Regra geral o maligno não pronuncia nem pode pronunciar estes nomes: Substitui-os por outras expressões como “Ele” para designar Deus ou Jesus, ou “Ela” para designar a Santíssima Virgem. Pode também dizer: “O teu chefe” ou “a tua patroa” para falar de Jesus ou de Nossa Senhora.
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Por outro lado, quando a possessão é excessivamente forte o demônio é de um coro elevado (recordemos que os demônios conservam o coro que ocupavam enquanto anjos como os Tronos, os Principados, as Dominações...), então pode acontecer que pronuncie os nomes de Deus e de Santa Virgem, mas acompanhados de horríveis blasfêmias.
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         Muitas pessoas pensam, não se sabe porquê, que os demônios são linguareiros e que, se uma pessoa vai assistir a um exorcismo, o demônio vá enumerar todos os seus pecados em público. Não há nada mais falso, os demônios falam com precaução e quando se apresentam faladores, dizem coisas estúpidas a fim de distrair o exorcismo e de escapar ás suas perguntas. Podem acontecer exceções.
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O Pe. Cândido, um dia convidou para assistir a um dos seus exorcismos um sacerdote que se gabava de não acreditar nisso. Este aceitou o convite, e quando lá estava adotou uma atitude quase de desprezo ficando com os braços cruzados, sem rezar (ao contrário do que devem fazer os presentes) e com um sorriso irônico nos lábios. A certa altura o demônio dirigiu-se a ele: “Tu dizes que não acreditas em mim. Mas acreditas nas mulheres, nelas acreditas, ah sim, nelas acreditas e de que maneira!”. O desgraçado recuou devagarzinho em direção à porta e escapou-se a toda a pressa.
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Outra vez o demônio fez a descrição dos pecados para desencorajar o exorcista.O Pe. Cândido ia benzer um belo jovem que tinha nele uma besta mais forte do que ele. O demônio tentou desencorajar o exorcista nestes termos: “Não vês que está a perder o teu tempo com este? Ele é daqueles que nunca rezam, é um dos que freqüentam..., é um dos que fazem...”, seguindo duma longa série de vergonhosos pecados. No fim do exorcismo, o Pe. Cândido delicadamente tentou convencer o jovem a fazer uma confissão geral. Mas ele não queria saber de nada disso. Quase que foi preciso empurrá-lo à força para um confessionário; e lá apressou-se a dizer que não tinha nada de que tivesse de se acusar.
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“Mas não fizeste tal coisa em tal ocasião?” insistiu o Pe. Cândido. E o jovem estupefato teve de reconhecer a sua falta. “E por acaso não fizeste aquilo?” e o desgraçado cada vez mais confuso, teve de reconhecer um após outro, todos os pecados que o Pe. Cândido lhe recordava, valendo-se das declarações do demônio. Depois, finalmente, recebeu a absolvição. E o jovem foi-se embora confuso: “Já não percebo nada! Estes padres sabem tudo!”.
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         Entretanto o Ritual sugere que se pergunte também há quanto tempo o demônio se encontra naquele corpo, por que razão, etc... Falaremos oportunamente acerca do comportamento que convém adotar em caso de bruxaria, questões que é preciso colocar e a maneira de agir.
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Por agora sublinharemos que o demônio é o príncipe da mentira. Pode perfeitamente acusar tal ou tal pessoa a fim de suscitar suspeitas e inimizades. As respostas do demônio devem ser sempre passadas ao crivo cuidadosamente.
Contentar-me-ei em dizer que o interrogatório do demônio geralmente tem uma importância reduzida. Aconteceu muitas vezes por uma importância reduzida. Aconteceu muitas vezes pro exemplo que o demônio, ao sentir-se muito enfraquecido, respondia a perguntas relativas à data da sua saída e depois de fato não saía naquela data.
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Um exorcista experimentando como o Pe. Cândido, que se apercebia imediatamente que tipo de demônio estava a enfrentar e adivinhava a maior parte das vezes até o seu nome, fazia muito poucas perguntas. Outras vezes quando perguntava o nome, o demônio respondia: “Tu já sabes”. E era verdade.
         Em geral os demônios falam espontaneamente nos casos de possessões fortes, para tentar desencorajar ou amedrontar o exorcista. Eu próprio ouvi por diversas ocasiões frases do tipo: “Não podes nada contra mim!”; “Aqui é a minha casa!”; “Estou aqui bem e fico aqui!”; “Só estás a perder o teu tempo!”. Ou então ameaças: “Vou devorar-te o coração!”; “Esta noite o medo há de te impedir de fechares os olhos”; “Vou-me introduzir na tua cama como uma serpente”; “Hei de te fazer cair da cama abaixo”.
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Porém, perante certas respostas, pelo contrário, fica silencioso. Quando eu lhe digo por exemplo: “Estou envolvido no manto da Virgem; o que é que tu podes fazer?”; “O Arcanjo Gabriel é o meu santo patrono; tenta lutar contra ele”; “o meu Anjo de guarda cuida para que nada me aconteça; não podes fazer nada”, etc...
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         Encontra-se sempre um ponto particularmente fraco. Alguns demônios não resistem à cruz feita com a estola sobre as partes doloridas; outras não resistem quando se sopra sobre a face do paciente, e outros ainda opõem-se com todas as suas forças à aspersão de água benta.
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Existem também frases, nas orações de exorcismo ou noutras orações que o exorcista pode rezar às quais o demônio reage violentamente ou perdendo a força. Então basta insistir na repetição destas frases, como preconiza o Ritual.
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O exorcismo pode ser longo ou breve: é o exorcista quem decide em função de diversos fatores. A presença do médico é útil por vezes, não só para estabelecer o diagnóstico inicial, mas também para dar a sua opinião quanto à duração do exorcismo. Sobretudo quando o possesso não goza de boa saúde (se é cardíaco, por exemplo) ou quando o exorcista não se está a sentir bem: o médico então pode aconselhar que se termine. Em geral é o exorcista que se apercebe quando é inútil continuar.
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3 – Na proximidade da saída.
É um momento difícil e delicado que pode durar muito tempo. O demônio por um lado faz parecer que já perdeu uma parte das suas forças, mas por outro lado tenta jogar as últimas cartadas. Muitas vezes tem-se a seguinte impressão: enquanto no caso de doenças vulgares, o doente vê melhorar o seu estado progressivamente até á cura completa, no caso de um possesso, produz-se o contrário, isto é, a pessoa em questão vê o seu estado sempre a piorar e no momento em que ela já não pode mais, fica curada. Nem sempre as coisas se passam assim, mas é o que acontece com mais freqüência.
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         Para o demônio, deixar uma pessoa e voltar para o inferno, onde quase sempre fica condenado a permanecer, significa morrer eternamente e perder toda a possibilidade de se mostrar ativo, incomodando as pessoas. Ele exprime este desespero em expressões que são repetidas muitas vezes durante os exorcismos: “Eu morro, eu morro” – “Não posso mais” – “Já chega vocês matam-me” – “corja de assassinos, de carrascos; todos os padres são assassinos”, e frases assim.
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O conteúdo muda completamente em relação aos primeiros exorcismos. Se antes dizia: “Tu não podes fazer nada contra mim” agora diz: “Tu matas-me, venceste-me”. Se antes dizia que nunca se iria embora porque estava lá bem, agora afirma que se sente horrivelmente mal e que deseja ir-se embora. É claro que cada exorcismo para o demônio, equivale a ser chicoteado: “sofre” muitíssimo, mas inflige igualmente muita dor e cansaço à pessoa em que se encontra: Chega a confessar que durante os exorcismos está pior que no inferno.
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Um dia, enquanto o Pe. Cândido exorcizava um indivíduo já à beira da libertação, o demônio declarou abertamente: “Julgas que eu me ia embora se não estivesse pior aqui?”. Os exorcismos tornaram-se-lhe verdadeiramente insuportáveis.
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         Um outro fator que é preciso ter em conta, se se quer ajudar as pessoas que estão em via de libertação, é que o demônio se esforça por lhes comunicar o seus próprios sentimentos:ele não pode mais e procura transmitir um sensação de esgotamento intolerável; ele está desesperado e tenta transmitir o seu próprio desespero ao possesso; sente que está perdido, que já lhe resta pouco tempo para viver, que não está mais em condição de raciocinar corretamente e transmite ao paciente a impressão de que tudo acabou, que a sua vida chegou ao seu termo, e este cada vez mais se convence de que vai enlouquecer.
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Quantas vezes as pobres vítimas, afligidas, não declaram ao exorcistas: “Diga-me francamente se eu estou louco!”. Para o possesso os exorcismos também são cada vez mais cansativos e, por vezes, se não vêm acompanhados ou forçados, faltam ao encontro.
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Tive mesmo casos de pessoas próximas ou bastante próximas da libertação, que desistiram totalmente de se deixar fazer exorcizar. Da mesma forma que muitas vezes é preciso ajudar estes “doentes” a rezar, a ir à Igreja e a freqüentar os sacramentos, porque eles não conseguem sozinhos, também é conveniente incitá-los a submeter-se aos exorcismos e, sobretudo no momento da fase final, encorajá-los continuamente.
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         O cansaço físico e um certo sentimento de desmoralização devidos à lentidão dos acontecimentos aumentam sem dúvida estes problemas e dão a impressão de que o mal se tornou incurável. O demônio por vezes causa males físicos, mas sobretudo psíquicos, que é preciso tratar por via médica, mesmo após a cura. Contudo as curas completas, sem sequelas, são possíveis.
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4 – Após a libertação.
É fundamental que a pessoa liberta não afrouxe o seu ritmo de oração, nem a freqüência aos sacramentos e mantenha uma vida cristã empenhada. Uma bênção, de tempos a tempos, não será supérfula. Porque acontece com bastante freqüência que o demônio ataque, isto é, que tente voltar. Não precisa que ninguém lhe abra a porta. Contudo,mais do que a convalescença poderíamos falar duma fase de consolidação, indispensável para assegurar a libertação.
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Tive alguns casos de recaída: nos casos em que não houve negligência da parte do individuo, em que ele tinha continuado a manter um ritmo de vida espiritual intensa, a segunda libertação foi relativamente fácil. Pelo contrário, a partir do momento em que a recaída foi favorecida pelo abandono da oração ou pior ainda, por se ter deixado cair num estado de pecado habitual, então a situação só piorou, tal como conta o Evangelho segundo Mateus (12,43-45): o demônio volta acompanhado de sete espíritos piores do que ele.
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         O leitor não deixou de ter oportunidade de ficar com a noção de que o demônio faz tudo para dissimular a sua presença. Já o dissemos e repetimos. Esta observação ajuda, (mas não o suficiente certamente) a distinguir a possessão de certas formas de doenças psíquicas em que o doente faz tudo para chamar a atenção. O comportamento do demônio é exatamente ao contrário.
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Fonte: Extraído do Livro "Um Exorcista Conta-nos" - Pe. Gabriele Amorth - Ed. Paulinas.
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