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Saiba o significado da oração do Pai-Nosso

A ORAÇÃO do Pai-Nosso, proferida por Jesus Cristo no Sermão do Monte, está na Bíblia em Mateus, capítulo 6, versículos 9 a 13. Pouco antes de ensinar essa oração, Jesus disse: “Ao orares, não digas as mesmas coisas vez após vez, assim como fazem os das nações, pois imaginam que serão ouvidos por usarem de muitas palavras.” — Mateus 6:7.

Portanto, é evidente que Jesus não pretendia que a oração do Pai-Nosso fosse repetida palavra por palavra. É verdade que, mais tarde, ele repetiu essa oração para que outros também a aprendessem. (Lucas 11:2-4) Mas a fraseologia da oração no relato evangélico de Mateus difere um pouco da do evangelho de Lucas. Além disso, outras orações que Jesus e os seus discípulos fizeram posteriormente não seguiram rigidamente as palavras da oração-modelo.

Por que o Pai-Nosso foi registrado na Bíblia? Por meio desse modelo, Jesus nos ensinou como nossas orações podem tornar-se aceitáveis para Deus. Nessa oração, encontramos também respostas a algumas das perguntas básicas sobre a vida. Portanto, consideremos cada parte do Pai-Nosso.

“Nosso Pai nos céus, santificado seja o teu nome. Venha o teu reino. Realize-se a tua vontade, como no céu, assim também na terra. Dá-nos hoje o nosso pão para este dia; e perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós também temos perdoado aos nossos devedores. E não nos leves à tentação, mas livra-nos do iníquo.” — Mateus 6:9-13

Qual é o nome de Deus? (Veja aqui)

“Nosso Pai nos céus, santificado seja o teu nome.”(Mateus 6:9) Essas palavras iniciais da oração-modelo nos ajudam a nos achegar a Deus por nos dirigirmos a ele como “nosso Pai”. Assim como uma criança, que por natureza se sente atraída a seu pai amoroso e compreensivo, podemos achegar-nos ao nosso Pai celestial, confiantes de que ele quer nos ouvir. “Ó Ouvinte de oração”, cantou o Rei Davi, “sim, a ti chegarão pessoas de toda carne”. — Salmo 65:2.

Jesus nos ensinou a orar a Deus pedindo que santifique, ou torne santo, o Seu nome. Mas qual é o nome de Deus? A Bíblia responde com as seguintes palavras: “Tu, cujo nome é Jeová, somente tu és o Altíssimo sobre toda a terra.” (Salmo 83:18) Já leu alguma vez o nome Jeová na sua Bíblia?

Realmente, o nome de Deus, Jeová, ocorre quase 7.000 vezes nos antigos manuscritos bíblicos. No entanto, alguns tradutores foram a ponto de remover esse nome das suas versões da Bíblia. Portanto, é correto orarmos que o Criador santifique o seu nome, ou o torne santo. (Ezequiel 36:23) Um modo de agir em harmonia com essa oração é usarmos o nome Jeová quando oramos a Deus.

Uma senhora chamada Patrícia, que foi criada como católica, conhecia muito bem o Pai-Nosso. Como reagiu quando uma Testemunha de Jeová lhe mostrou na Bíblia o nome de Deus? “Nem podia acreditar no que eu estava ouvindo!” exclamou. “De modo que fui pegar a minha própria versão da Bíblia, e nela também constava o nome de Deus. A Testemunha me mostrou então Mateus 6:9, 10, e explicou que o nome de Deus está relacionado com o Pai-Nosso. Fiquei muito interessada e pedi que ela estudasse a Bíblia comigo.”

A vontade de Deus será realizada na Terra

“Venha o teu reino. Realize-se a tua vontade, como no céu, assim também na terra.” (Mateus 6:9, 10) Como se cumprirá essa parte da oração-modelo de Jesus? A maioria das pessoas imagina que o céu seja um lugar de paz e de tranqüilidade. As Escrituras referem-se ao céu como “morada excelsa de santidade e beleza” de Jeová. (Isaías 63:15) Não é de admirar que oremos que a vontade de Deus seja realizada na Terra assim “como no céu”! Mas será que isso acontecerá algum dia?

Daniel, profeta de Jeová, predisse: “O Deus do céu estabelecerá um reino que jamais será arruinado. E o próprio reino não passará a qualquer outro povo. Esmiuçará e porá termo a todos estes reinos [terrestres], e ele mesmo ficará estabelecido por tempos indefinidos.” (Daniel 2:44) Esse reino, ou governo, celestial agirá dentro em breve para trazer paz global por meio de um governo justo. — 2 Pedro 3:13.

Orar pela vinda do Reino de Deus e para que a Sua vontade seja feita na Terra é uma manifestação de fé, que não trará desapontamento. João, o apóstolo cristão, escreveu: “Ouvi uma voz alta do trono dizer: ‘Eis que a tenda de Deus está com a humanidade, e ele residirá com eles e eles serão os seus povos. E o próprio Deus estará com eles. E enxugará dos seus olhos toda lágrima, e não haverá mais morte, nem haverá mais pranto, nem clamor, nem dor. As coisas anteriores já passaram.’ ” Depois João acrescentou: “Escreve, porque estas palavras são fiéis e verdadeiras.” — Revelação (Apocalipse) 21:3-5.

Orar pelas necessidades materiais

Na oração-modelo, Jesus mostrou que a nossa preocupação primária deve estar relacionada com o nome e a vontade de Deus. No entanto, a oração-modelo prossegue com pedidos pessoais, feitos corretamente a Jeová.

O primeiro deles é: “Dá-nos hoje o nosso pão para este dia.” (Mateus 6:11) Isso não é um pedido de riqueza material. Jesus incentivou-nos a orar pelo “nosso pão para o dia, segundo as exigências do dia”. (Lucas 11:3) Em harmonia com o Pai-Nosso, podemos orar com fé que Deus providencie as nossas necessidades diárias, se o amarmos e lhe obedecermos.

Ficarmos indevidamente ansiosos por causa de problemas econômicos poderia fazer-nos descuidar da nossa necessidade espiritual e assim não fazermos o que Deus espera de nós. Mas, se na vida dermos prioridade à adoração a Deus, poderemos ter certeza de que nossos pedidos para as necessidades materiais, tais como alimento e roupa, serão ouvidos favoravelmente. Jesus disse: “Persisti  . . . em buscar primeiro o reino [de Deus] e a Sua justiça, e todas estas outras coisas vos serão acrescentadas.” (Mateus 6:26-33) Buscar a justiça de Deus é um desafio, visto que todos nós somos pecaminosos e precisamos de perdão. (Romanos 5:12) O Pai-Nosso também trata desse assunto.

Nossas orações e o perdão

“Perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós também temos perdoado aos nossos devedores.”(Mateus 6:12) No registro que Lucas fez do Pai-Nosso, essas “dívidas” se referem aos “pecados”. (Lucas 11:4) Será que Jeová realmente perdoará os nossos pecados?

Embora o Rei Davi, do Israel antigo, tivesse cometido sérios pecados, ele estava arrependido e orou com confiança: “Tu, ó Jeová, és bom e estás pronto a perdoar; e é abundante a benevolência para com todos os que te invocam.” (Salmo 86:5) Que idéia consoladora! Nosso Pai celestial está “pronto a perdoar” os pecados dos que o invocam arrependidos. Com a mesma certeza de que uma dívida pode ser totalmente cancelada, da mesma forma Jeová Deus pode perdoar completamente os nossos pecados.

No entanto, Jesus mencionou uma condição: para sermos perdoados por Deus temos de perdoar os outros. (Mateus 6:14, 15) Embora o justo Jó tenha sido maltratado por três amigos, ele os perdoou e até orou por eles. (Jó 42:10) Se perdoarmos os que pecam contra nós, agradaremos a Deus e estaremos na condição de ser beneficiados pela misericórdia dele.

A disposição de Deus de ouvir as nossas petições deve induzir-nos a procurar a sua aprovação. E podemos fazer isso, embora sejamos imperfeitos. (Mateus 26:41) Também nesse ponto Jeová pode ajudar-nos, conforme Jesus mostrou no importante pedido que conclui a oração-modelo.

Pedir ajuda para adotar um proceder justo

“Não nos leves à tentação, mas livra-nos do iníquo.”(Mateus 6:13) Jeová não nos abandona numa tentação, nem nos faz cair no pecado. Sua Palavra declara: “Por coisas más, Deus não pode ser provado, nem prova ele a alguém.” (Tiago 1:13) Deus permite que sejamos tentados, mas ele pode livrar-nos do Grande Tentador — o “iníquo”, conhecido como Satanás, o Diabo.

O apóstolo Pedro aconselhou os seus irmãos: “Mantende os vossos sentidos, sede vigilantes. Vosso adversário, o Diabo, anda em volta como leão que ruge, procurando a quem devorar.” (1 Pedro 5:8) De fato, Satanás tentou até mesmo o homem perfeito Jesus Cristo! Qual era o objetivo do Diabo? Desviar Jesus da adoração pura de Jeová Deus. (Mateus 4:1-11) Se você está procurando servir a Deus, o objetivo de Satanás é devorá-lo também!

Por meio do mundo que está sob o seu controle, o Diabo pode nos tentar a praticar coisas que Deus desaprova. (1 João 5:19) Por isso é vital que recorramos regularmente a Deus em busca de ajuda, especialmente quando nos confrontamos com uma tentação persistente. E se adorarmos a Jeová segundo a sua Palavra inspirada, a Bíblia, ele nos libertará por ajudar-nos a resistir ao Diabo. “Deus é fiel”, nos diz a Bíblia, “e ele não deixará que sejais tentados além daquilo que podeis agüentar”. — 1 Coríntios 10:13.

É essencial termos fé em Deus

Como é animador saber que o nosso Pai celestial está interessado em cada um de nós! Até mesmo providenciou que seu Filho, Jesus Cristo, nos ensinasse a orar. Isso certamente nos motiva a querer agradar a Jeová Deus. Como podemos fazer isso?

A Bíblia declara: “Sem fé é impossível agradar-lhe bem, pois aquele que se aproxima de Deus tem de crer que ele existe e que se torna o recompensador dos que seriamente o buscam.” (Hebreus 11:6)

Esperamos que esta consideração da oração do Pai-Nosso tenha aprofundado seu apreço pelo significado dela. Obter mais conhecimento sobre Jeová e sobre as recompensas que ele promete aos “que seriamente o buscam” fortalecerá a sua fé em Deus. Aprenda mais sobre ele e os seus propósitos para que você possa ter para sempre um relacionamento achegado com o seu Pai celestial. — João 17:3.
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O Espiritismo é a sabotagem da verdade

Espiritismo A Sabotagem da Verdade
a) Negam a existência do Céu como lugar de felicidade

A felicidade dos espíritos bem-aventurados não consiste na ociosidade contemplativa, que seria, como temos dito muitas vezes, uma eterna e fastidiosa inutilidade (“O Céu e o Inferno”, p. 722. Editora Opus Ltda., 2ª edição especial, 1985).

Em que se deve entender a palavra céu? Achais que seja um lugar, como aglomerados, sem outra preocupação que a de gozar, pela eternidade toda, de uma felicidade passiva? Não; é o espaço universal; são os planetas, as estrelas (“ O Livro dos Espíritos”, p. 250. Editora Opus Ltda., 2ª edição especial, 1985).

Resposta Apologética:

Os espíritas zombam da idéia do céu como lugar de felicidade eterna. Costumam citar João 14.2: Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito. Vou preparar-vos lugar. E dizem: A casa de meu Pai é o Universo; as diversas moradas são os mundos que circulam no espaço infinito e oferecem estâncias adequadas ao seu adiantamento (“O Evangelho Segundo o Espiritismo”, p. 556. Editora Opus Ltda., 2ª edição especial, 1985).

O texto citado de João 14.2 conclui da seguinte forma: vou preparar-vos lugar; e no versículo 3 afirma: para que onde eu estiver estejais vós também.

Ora, daí se nota que, primeiro, o céu é um lugar e, segundo, os que pertencem a Jesus estarão no mesmo lugar onde Jesus foi. E sabemos que Ele foi para o céu e sentou-se à direita de Deus (Mc 16.19; Hb 8.1; Ap 3.21). Jesus prometeu mais que os seus estariam onde Ele estivesse (Jo 17.24). Paulo falou da sua esperança celestial (Fp 3.20-21); o mesmo falou Pedro (1 Pe 1.3).

b) Negam o inferno como lugar de tormento eterno e consciente

(Jesus) Limitou-se a falar vagamente da vida bem-aventurada, dos castigos reservados aos culpados, sem referir-se jamais nos seus ensinos a castigos corporais, que constituíram para os cristãos um artigo de fé (“O Céu e o Inferno”, p. 726. Editora Opus Ltda., 2ª edição especial, 1985).

Resposta Apologética:

Jesus não falou vagamente sobre os castigos reservados aos culpados. Falou claramente em Mateus 25.41, 46 sobre o sofrimento eterno dos injustos. Neste último versículo, Jesus declarou que a duração da felicidade dos justos é igual à duração do castigo dos injustos: E irão estes para o tormento eterno, mas os justos para a vida eterna. Outros textos onde Jesus empregou palavras que indicam duração sem fim do castigo reservado aos ímpios (Mateus 5.22-29; 10.28; 13.42, 49-50; Mc 9.43-46; Lc 6.24; 10.13-15; 12.4-5; 16.19-31). Nos textos citados aparecem as expressões tais como:

a) suplício eterno;
b) fogo eterno;
c) fogo inextinguível;
d) onde o bicho não morre e o fogo não se apaga;
e) trevas exteriores;
f) choro e ranger de dentes.

c) Negam a existência do diabo e demônios como pessoas reais espirituais

Satã, segundo o espiritismo e a opinião de muitos filósofos cristãos, não é um ser real; é a personificação do mal, como nos tempos antigos Saturno personificava o tempo (“O Que é o Espiritismo”, p. 297. Editora Opus Ltda., 2ª edição especial, 1985).

Há demônios, no sentido que se dá a essa palavra? Se houvesse demônios, seria obra de Deus. E Deus seria justo e bom, criando seres, eternamente voltados ao mal? (“O Livro dos Espíritos”, pp. 72-74. Editora Opus Ltda., 2ª edição especial, 1985).

A propósito de Satanás, é evidente que se trata da personificação do mal sob uma forma alegórica (“O Livro dos Espíritos”, p. 74. Editora Opus Ltda., 2ª edição especial, 1985).

Resposta Apologética:

Deus não criou um ser maligno, mas um anjo de luz que se transviou (Is 14.12-14; Ez 28.14-16); Jesus disse que ele não permaneceu na verdade (Jo 8. 44). Trata-se de uma personalidade real, pois:

a) É mencionado entre pessoas espirituais (Jó 1.6);
b) Conversou com Jesus no monte, tentando-o (Mt 4. 1-10);
c) É uma pessoa inteligente, que faz planos para ludibriar os outros (Jo 8.44; 1 Pe 5.8);
d) Está condenado ao fogo eterno (Ap 20.10).

d) Negam a ressurreição do corpo

Em que se torna o Espírito depois de sua última encarnação?
Em puro Espírito (“O Livro dos Espíritos”, p. 84. Editora Opus Ltda., 2ª edição especial, 1985).
Resposta Apologética:

A ressurreição do corpo é uma doutrina enfatizada na Bíblia. Isaías que viveu cerca de 600 anos antes de Jesus, já afirmava no seu livro (26.19): Os teus mortos e também o meu cadáver viverão e ressuscitarão; despertai e exultai, os que habitais no pó, porque o teu orvalho será como o orvalho das ervas, e a terra lançará de si os mortos.

Ainda no Antigo Testamento encontramos exemplos de ressurreição realizados por Elias e Eliseu (1 Rs 17.17-24; 2 Rs 4.32-37). Jesus falou da ressurreição futura de todos os mortos em João 5.28-29. Quando Lázaro morreu, sua irmã Marta revelou crer na ressurreição. Ao ouvir que Jesus se aproximava: Disse, pois, Marta a Jesus: Senhor, se tu estivesses aqui, meu irmão não teria morrido. Mas também agora sei que tudo quanto pedires a Deus, Deus to concederá. Disse-lhe Jesus: Teu irmão há de ressuscitar. Disse-lhe Marta: Eu sei que há de ressuscitar na ressurreição do último dia (João 11.21-24). O mesmo fez Paulo em Atos 24.15: Tendo esperança em Deus, como estes mesmos também esperam, de que há de haver ressurreição de mortos, assim dos justos como dos injustos. No Juízo Final, diante do trono branco, todos irão ressuscitar, até mesmo os mortos nos mares, para prestar contas a Deus de seus atos praticados no corpo: E vi os mortos, grandes e pequenos, que estavam diante de Deus, e abriram-se os livros… E os mortos foram julgados pelas coisas que estavam escritas nos livros, segundo as suas obras. E deu o mar os mortos que nele havia… (Ap 20.11-15).

e) Negam a inspiração divina da Bíblia

A Bíblia contém evidentemente fatos que a razão, desenvolvida pela ciência, não pode aceitar, e outros que parecem singulares e que repugnam, por se ligarem a costumes que não são mais os nossos… A ciência, levando as suas investigações desde as entranhas da terra até as profundezas do céu, demonstrou, portanto, inquestionavelmente os erros da Gênese mosaica… Incontestavelmente, Deus que é a pura verdade, não podia conduzir os homens ao erro, consciente, nem inconscientemente, do contrário não seria Deus. Se, portanto, os fatos contradizem as palavras atribuídas a Deus, é preciso concluir logicamente que Ele as não pronunciou ou que foram tomadas em sentido contrário.(“A Gênese”, p. 936. Opus Ltda; 2ª edição especial, 1985).

Resposta Apologética:

O espiritismo nega a criação do homem conforme descrita no livro de Gênesis 1.26-27 e 2.7. Acredita no evolucionismo. Por isto, admite que o registro bíblico não deve ser tomado literalmente, mas apenas em sentido figurado. Jesus reiterou a criação dos seres humanos, descrita em Gênesis 1.26-27, ao dizer: Não tendes lido que aquele que os fez no princípio macho e fêmea os fez (Mt 19.4). Em Hebreus 11.3, lemos que: Pela fé entendemos que os mundos pela Palavra de Deus foram criados; de maneira que aquilo que se vê não foi feito do que é aparente. E, assim, outros textos confirmam a descrição do Gênesis (Sl 19.1; 24.1). Posto isto, aceitamos as declarações de 2 Timóteo 3.16-17 que toda a Bíblia é inspirada e é a inerrante Palavra de Deus (1 Ts 2.13). A ciência, na qual se baseia o espiritismo, está mudando de opinião freqüentemente, de modo que não pode ser levada a sério, pois não tem a última palavra.

f) Negam a doutrina da Trindade

Examinemos os principais dogmas e mistérios, cujo conjunto constitui o ensino das igrejas cristãs. Encontramos a sua exposição em todos os catecismos ortodoxos. Começa com essa estranha concepção do Ser divino, que se resolve no mistério da Trindade, um só Deus em três pessoas, o Pai, o Filho e o Espírito Santo. Essa concepção trinitária tão obscura, incompreensível… (“Cristianismo e Espiritismo”, 7a edição 1978, p. 86).

Resposta Apologética:

Definindo a doutrina da Trindade apontamos a existência de um só Deus eternamente subsistente em três pessoas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo. Estas três pessoas constituem um só Deus, o mesmo em natureza, sendo as pessoas iguais em poder e glória.
Tal definição pode ser explanada e biblicamente provada seguindo três fatos:
a) Existe um só Deus (Dt 6.4; Is 43.10; 45.5-6). Trata-se de unidade composta como se lê em Gn 2.24 (serão dois uma só carne).
b) Esse único Deus é constituído de uma pluralidade de pessoas (Gn 1.26; 3.22; 11.7; Is 6.1-3,8), textos que empregam o verbo façamos, o pronome nossa e nós.
Isto pode ser visto ainda pela seguinte comparação entre as seguintes passagens:
1. Em Isaías 6.1-3, quando Isaías disse que viu o Senhor;
2. Em Jo 12.37-41, João disse que Isaías viu Jesus, quando viu o Senhor;
3. Em Is 6.8-9, se lê que o Senhor falou a Isaías. Ainda no versículo 8 se lê: A quem enviarei e quem irá por nós?
4. Em At 28.25, Paulo declara que quem falou a Isaías foi o Espírito Santo.
a) Há três Pessoas na Bíblia que são chamadas de Deus e que são eternas por natureza:
1. O Pai (2 Pe 1.17);
2. O Filho (Jo 1.1; 20.28; Rm 9.5; Hb 1.8)
3. O Espírito Santo (At 5.3-4).
O vocábulo Trindade foi usado pela primeira vez por Teófilo de Antioquia em 189 a.D. (no livro “Epístola a Autolycus” 2.15).

g) Negam os Milagres de Jesus

Convém, pois riscar os milagres do rol das provas em que pretendem basear a divindade do Cristo (“Obras Póstumas”, 1172. Editora Opus Ltda., 2ª edição especial, 1985).

Resposta Apologética:

Os espíritas negam a deidade absoluta de Jesus. Conseqüentemente, negam também os milagres arrolados na Bíblia. Para os espíritas, Jesus é apenas um médium.

Com isso Allan Kardec procura explicar os milagres atribuídos a Jesus, da forma como se fora um médium, que exibe poderes extra-sensoriais. Descreve e explica os milagres de Jesus.

h) Pesca Maravilhosa – Lucas 5.1-7

A pesca qualificada de miraculosa explica-se igualmente pela dupla vista, Jesus de modo algum produziu espontaneamente peixes onde os não havia; mas viu, como um vidente lúcido acordado, pela vista da alma, o lugar onde se achavam os peixes, e pôde dizer com segurança aos pescadores que lançassem ali as suas redes(“A Gênese”, p. 1036. Editora Opus Ltda., 2ª edição especial, 1985).

Resposta Apologética:

Ora, quando Jesus pediu a Pedro que lançasse as redes ao mar, Pedro muito naturalmente respondeu como pescador: Mestre, havendo trabalhado toda a noite, nada apanhamos; mas, sobre a tua palavra, lançarei a rede(Lc 5.5). Não havia peixe. Foi sobre a autoridade da palavra de Jesus que a rede foi lançada. E, então, o milagre foi realizado. Jesus era onisciente, e não um vidente lúcido acordado, que pela vista da alma, pudesse ver o lugar onde se achavam os peixes. Ele viu Natanael debaixo da videira (Jo 1.48-51). Jesus não precisava receber referências sobre as pessoas. Conhecia-as todas (Jo 2.24-25).

i) A cura da mulher que sofria de fluxo de sangue – Marcos 5.25-34

Estas palavras – conhecendo ele próprio a virtude que saíra de si – são significativas; elas exprimem o movimento fluídico que se operara de Jesus para com a mulher doente; ambos sentiram a ação que se acabava de produzir. É notável que o efeito não fosse provocado por ato algum da vontade de Jesus; não houve magnetização, nem imposição de mãos. A irradiação fluídica normal foi suficiente para operar a cura (“A Gênese”, p. 1036. Editora Opus Ltda., 2ª edição especial, 1985).

Resposta Apologética:

A mulher, depois de curada, confessou que havia gastado todos os seus bens com os médicos, indo de mal a pior (Mc 5.26). Confessa sua cura radical pelo poder divino de Jesus e não por irradiação fluídica normal. Quase todos, senão todos, os fenômenos espíritas estão cercados de dolo. Se houvesse essa possibilidade aventada por Allan Kardec, já a mulher poderia ter sido curada muito antes porque, admite-se, devia haver outros homens nos dias de Jesus com essa ridícula irradiação fluídica normal. Doze anos de sofrimento e depois a cura milagrosa realizada imediatamente por Jesus e não por um médium que precisa de ocasião preparatória para exibir esse tipo de irradiação fluídica.

j) A cura do cego de nascença – João 9. 1-7

Aqui, o efeito magnético é evidente; a cura não foi instantânea, mas gradual e seguida de ação sustentada e reiterada, apesar de ser mais rápida do que na magnetização ordinária (“A Gênese”, p. 1037. Editora Opus Ltda., 2ª edição especial, 1985).

Resposta Apologética:

Por que esse efeito magnético evidente não se manifesta espontaneamente entre os médiuns espíritas nos dias atuais?

k)A ressurreição do filho da viúva de Naim – Lucas 7.11-17 e a ressurreição da filha de Jairo – Marcos 5.21-43

O fato da volta à vida corporal de um indivíduo, realmente morto, seria contrário às leis da natureza, e, por conseguinte, miraculoso. Ora, não é necessário recorrer a esta ordem de fatos para explicar as ressurreições operadas por Cristo…

Há, pois, toda a probabilidade de que, nos dois exemplos acima, só se dera uma síncope ou uma letargia. O próprio Jesus o diz positivamente sobre a filha de Jairo: Esta menina, diz ele, não está morta, apenas dorme (“A Gênese”, p. 1045. Editora Opus Ltda., 2ª edição especial, 1985).

Resposta Apologética:

Kardec prefere admitir probabilidade de que só se dera uma síncope ou uma letargia a crer nos milagres de Jesus, embora a descrição bíblica deva merecer crédito. Por que a tristeza tão grande manifestada pelos pais dos filhos mortos, tanto no caso da filha de Jairo como no caso do filho da viúva de Naim, se eles estivessem simplesmente acometidos de uma síncope ou letargia? O fato é que o filho morto da viúva de Naim estava sendo conduzido ao cemitério para sepultamento. Sepultar um vivo acometido de síncope? Que descuido fatal cometido por uma mãe chorosa! Para Kardec, isso é mais fácil de explicar do que crer no milagre operado por Jesus.

l) A ressurreição de Lázaro – João 11.1

A ressurreição de Lázaro, digam o que quiserem, não invalida de forma alguma esse princípio. Ele estava, diziam, havia quatro dias no sepulcro; mas sabe-se que há letargias que duram oito dias ou mais (“A Gênese”, p. 1045. Editora Opus Ltda., 2ª edição especial, 1985).

Resposta Apologética:

Quando Allan Kardec explica que Lázaro não estava morto, mas apenas desacordado, negando francamente o texto bíblico que registra as palavras de Jesus, Lázaro está morto (Jo 11.14), já se nota sua pretensão de invalidar o texto bíblico. Prefere explicar o milagre como se fora Lázaro acometido de uma doença conhecida como letargia ou síncope e que tal doença podia durar até oito dias. Se a própria irmã de Lázaro declarou que o corpo do seu irmão morto já cheirava mal: Senhor, já cheira mal, porque é já de quatro dias (Jo 11.39) como ousa Kardec invalidar o texto e lançar uma hipótese contra a explicação dada por alguém presente da própria família do morto? Já se vê que sua intenção é negar a qualquer custo a deidade de Jesus. Julgando absurdo seu argumento, se antecipa e declara: digam o que quiserem… Essa sua explicação é aceita pelos seus adeptos.

m) O milagre da transformação da água em vinho – João 2.1-11
Ele deveria ter feito durante o jantar uma alusão ao vinho e à água, para tirar daí alguma instrução (“A Gênese”, p. 1047, Editora Opus Ltda., 2ª edição especial, 1985).

Resposta Apologética:

Ressalta a incoerência de Kardec em admitir apenas uma alusão ao vinho e à água para daí tirar alguma instrução. Como explicar a admiração do mestre-sala diante do milagre operado por Jesus ao dizer: Todo o homem põe primeiro o vinho bom e, quando já tem bebido bem, então o inferior; mas tu guardaste até agora o bom vinho (Jo 2.10). É certo que bebera literalmente do vinho transformado da água.

n) A multiplicação dos pães – Mateus 14.13-21

A multiplicação dos pães tem intrigado os comentadores e alimentado, ao mesmo tempo, a exaltação dos incrédulos. Estes últimos, sem se darem ao trabalho de sondar o sentimento alegórico, consideram-no um conto pueril; mas a maior parte das pessoas sérias o considera, embora sob forma diferente da vulgar, uma parábola comparando a nutrição espiritual da alma com a nutrição do corpo (“A Gênese”, p. 1047. Editora Opus Ltda., 2ª edição especial, 1985).

Resposta Apologética:

Kardec nada disse dos 12 cestos de pedaços de pão que sobraram depois de todos comerem sobejamente. Eram cinco pães e dois peixes. E comeram todos, e saciaram-se; e levantaram, doze alcofas cheias. E os que comeram foram quase cinco mil homens, além das mulheres e crianças (Mt 14.20-21).

Fonte: Editora ICP
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Ele foi evangelizar uma tribo de uma 'ilha proibida' e eles o mataram com flechas (Vídeo)

foi evangelizar uma tribo de uma ilha proibida e eles o mataram com flechas

John Allen Chau foi claro que este era um lugar proibido, que a tribo mais isolada vive no mundo, que esses povos indígenas não querem saber nada com ninguém, que são pessoas de poucas palavras e muito violentas ... Mas Chau era o mesmo. .

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Ele disse a seus amigos que queria evangelizar. E ele morreu perfurado pelas flechas dos sentinelas. Pouco se sabe sobre os membros da comunidade, precisamente porque eles evitam o contato a todo custo. E porque o governo da Índia decidiu protegê-los, um país ao qual eles só pertencem nas formas.

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Como especialistas calculados a partir National Geographic, estes índios são descendentes de africanos e de cerca de 60.000 anos atrás habitam a ilha Sentinela do Norte, que tem apenas 60 quilômetros quadrados e integra o arquipélago de Andaman, localizado na Baía de Bengala, no Oceano Índico. A Comissão Nacional de Tribos (NCST) afirma que 28.077 indígenas vivem nas Ilhas Andaman.

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Em 2001, o censo indiano contava 21 homens e 18 mulheres na Sentinela Setentrional, mas levando em conta os antecedentes, foi feito a partir de uma distância logicamente prudente. Uma década depois, em 2011, as autoridades viram apenas 12 homens e 3 mulheres. Pelo menos, ficou claro que as sentinelas haviam sobrevivido ao terremoto e tsunami de 2004 que causaram mais de 250.000 mortes na área indígena.

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Depois da tragédia, um helicóptero da Guarda Costeira indiana sobrevoou a ilha para ver como eles estavam, se estavam lá. Eles o tiraram com flechas. "Lá percebemos que eles estavam seguros", disse o piloto ironicamente, de acordo com Geeta Pandey, da BBC em Nova Delhi. A partir desse episódio, surgiu uma foto icônica: os sentinelas seminus , na praia, com o arco apontando para cima. É uma das poucas imagens disponíveis:

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Em 2017 o governo indiano definir penalidades de até 3 anos de prisão para aqueles que tirar fotos ou filmar os nativos do arquipélago. Eles também são poucos verificado na dados Sentinelese: são caçadores e coletores ancorados no passado distante, são saudáveis ​​(mas especialistas acreditam que o contato perigo com outros seres humanos e suas doenças), comunicar-se com sua própria língua e em Finalmente, eles geralmente matam estranhos que se aproximam deles.

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A ONG Survival International recolhe o caso de Sunder Raj e Pandit Tiwari, 2 pescadores ilegais que em 2006, aparentemente bêbados, acabaram nessas costas. E eles acabaram mortos. A Guarda Costeira tentou recuperar os corpos. Eles foram baleados por flechas novamente. Ao saírem, os policiais conseguiram ver que os sentinelas não tinham comido os invasores: isto é, não eram canibais como sugerem alguns relatos. Apesar de tudo, John Allen Chau era o mesmo.

"Ele era um cidadão dos EUA. Em 16 de novembro, ele foi visto pela última vez vivo por pescadores que o levaram para a ilha ", disse Jatin Narwal, porta-voz da Polícia de Andaman que prendeu sete pessoas ligadas à transferência de Chau para o local proibido. A BBC Hindi contribuiu que o homem, de 27 anos, já havia tentado visitar o Sentinel del Norte.

A investigação oficial menciona que os aborígenes liquidaram "um turista americano" .

A mídia local vazou que ele era um missionário, que ele pretendia cristianizar os Sentineleses e que eles o atacaram assim que ele tocou sua terra. Um relatório da agência AFP diz que Chau, perfurado por flechas, continuou andando até que ele desabou na areia.

ufospain 
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Exorcista chefe do Vaticano adverte que a ioga provoca "possessão demoníaca"

O principal exorcista do Vaticano manifestou-se em condenação a romances de ioga e fantasia, classificando-os como atos "satânicos" que levam à "possessão demoníaca". Padre Cesare Truqui advertiu que a Igreja Católica viu um recente aumento no mundorelatos de pessoas sendo possuídas por demônios e que a razão para o aumento súbito é o aumento da popularidade de passatempos, como assistir filmes de Harry Potter e praticar Vinyasa.

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O professor Giuseppe Ferrari, que recentemente participou de uma reunião em Roma, onde autoridades católicas e delegados discutiram como lidar com essa suposta crise de possessão demoníaca, diz que o Vaticano declarou que mostra que "glorificar magos" e atividades como ioga " espíritos satânicos ".
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A Igreja Católica também determinou que assistir programas de TV como True Blood e The Vampire Diaries que contenham "personagens demoníacos" que são retratados como seres humanos bonitos com características desejáveis ​​e superpoderes, pode atrair os desavisados ​​a brincar com o oculto que poderia levar a "pecaminosos". ações "como prejudicar uma criança.
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Monsenhor Luigi Negri, arcebispo de Ferrara-Comacchio, que também participou da reunião da crise do Vaticano, afirmou que a homossexualidade é "outro sinal" de que "Satanás está no Vaticano". The Independent relata: Padre Cesare diz que viu muitos indivíduos falando em línguas e exibindo força sobrenatural, dois atributos que sua religião diz indicam a possibilidade de espíritos malignos habitarem o corpo de uma pessoa.
"Há aqueles que tentam transformar as pessoas em vampiros e fazê-los beber o sangue de outras pessoas, ou incentivá-los a ter relações sexuais especiais para obter poderes especiais", afirmou o professor Ferrari na reunião.
"Esses grupos são atraídos pelos chamados jovens vampiros que temos visto muito nos últimos anos."
Yoga é sobre adorar deuses hindus, ou é sobre o envolvimento em alongamento avançado e exercício? Em suas raízes, o yoga é dito ter se originado da antiga adoração de deuses hindus, com as várias poses representando formas únicas de homenagear essas entidades.
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A partir disso, outras religiões como o catolicismo e o cristianismo concluíram que a prática está fora de sincronia com a sua e que pode resultar em espíritos demoníacos entrando no corpo de uma pessoa.
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Outros afirmam que a prática de yoga é realmente mais focada em movimentos avançados de alongamento e exercícios físicos e que pode trazer cura e melhoria do bem-estar, como melhora da força do núcleo, melhor circulação e redução do estresse.
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A intenção da pessoa que pratica yoga, em vez da própria ioga, em outras palavras, é o que define a extensão de como a prática influencia uma pessoa. Mas o padre Truqui vê o yoga como sendo satânico, afirmando que "isso leva ao mal como ler Harry Potter".
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E para lidar com as conseqüências disso, sua religião teve que trazer outros seis exorcistas, elevando o número total para 12, apenas para lidar com o que ele diz ser um aumento de 100% no número de pedidos de exorcismo sobre nos últimos 15 anos.
"O ministério de realizar um exorcismo é pouco conhecido entre os padres", afirmou o padre Truqui ao The Independent.
"É como treinar para ser jornalista sem saber como fazer uma entrevista." Ao mesmo tempo, o padre Amorth admite que a Igreja Católica Romana ""o Diabo está trabalhando dentro do Vaticano".
"Há casamento homossexual, adoção homossexual, fertilização in vitro [fertilização in vitro] e uma série de outras coisas", acrescentou monsenhor Luigi Negri, arcebispo de Ferrara-Comacchio, sobre o que ele diz ser evidência do mal existencial na sociedade. "Há a aparência glamourosa da negação do homem como definido pela Bíblia."
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Fonte
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Profecia - Nosso mundo de ódio, materialismo e medo (Arq.)

Mundo

Nosso mundo de ódio, materialismo e medo, terminará o ciclo num sábado, 22 de Dezembro do ano 2012. Neste dia a humanidade deverá escolher entre desaparecer como espécie pensante, que ameaça destruir o planeta, ou evoluir à integração harmônica com todo o Universo, compreendendo que somos parte deste Todo, e que podemos existir em uma Nova Era de luz.

A primeira profecia diz ainda que a partir de 1999 teríamos apenas 13 anos para realizar as mudanças de consciência e atitude necessárias para desviar nosso caminho da destruição, e avançarmos para uma nova realidade onde a vida se integra com tudo o que existe.

Os Maia sabiam que nosso Sol é um Ser vivo que respira e que de tempos em tempos sincroniza-se com o enorme Organismo do qual faz parte ao receber um raio de luz do centro da galáxia. Esse raio de luz, em ressonância com o Sol, produz em sua superfície o que os cientistas chamam de erupções solares e campos magnéticos. 

Os Maias predisseram que isto sucede em ciclos de 5.125 anos e que a Terra seria afectada pelas mudanças do sol, mediante um deslocamento de seu eixo de rotação e previram que a partir deste movimento se produziriam grandes cataclismos.

Para os Maia, os processos universais, como a 'respiração' da galáxia, são cíclicos e nunca acabam. O que muda é a consciência do homem que passa através deles sempre em um processo de aperfeiçoamento. 
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A humanidade deve estar preparada para atravessar esse 'portal' previsto pelos Maia, que transformará a Civilização actul em uma civilização com uma freqüência vibratória mais elevada. 
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Só de maneira individual se pode atravessar a porta que permite evitar o grande cataclismo que sofrerá o planeta, para dar começo a uma Nova Era e  um "sexto ciclo" do Sol.

Os Maia asseguravam que a sua civilização era a quinta iluminada pelo sol. O quinto grande ciclo solar. Que antes, sabiam ter existido na terra outras quatro civilizações, que foram destruídas por desastres naturais. Eles acreditavam que cada civilização é apenas parte da consciência colectiva.

Para os Maia, no último cataclismo, a civilização foi destruída por uma grande inundação (o Dilúvio de que fala a Bíblia), deixando poucos sobreviventes e que seriam seus descendentes. Pensavam que, conscientes no final destes ciclos, muitos seres humanos se preparariam para o que viria, e que, graças a isso, haviam de conseguir conservar sobre o planeta a espécie pensante: o homem. Dizem-nos que a mudança temporal nos permitirá ascender a uma nova etapa consciêncial, direcionando-nos a uma Nova Civilização que se manifestará mais harmoniosa, vivendo mais de acordo com a sua verdadeira condição.

A primeira profecia nos fala no "tempo-do-não-tempo". Um período de 20 anos, chamado por eles de Katum - os últimos vinte anos deste grande ciclo solar de 5.125 anos. De 1992 a 2012, profetizaram os maias, que durante este tempo manchas e ventos solares, cada vez mais intensas, apareceriam no sol. 

Que desde 1992 a humanidade entraria em um último período de grandes aprendizados, de grandes mudanças. Que a nossa própria conduta de depredação e contaminação do planeta contribuiria para que estas mudanças acontecessem. 

A primeira profecia disse que estas mudanças vão acontecer para que compreendamos a mecânica do Universo, e avancemos para níveis superiores, deixando para trás o materialismo, a dor e o sofrimento.

O livro sagrado Maia - Chilam Balam - diz que, ao final do último Katum, cidades serão destruídas e, haverá um tempo de obscuridade, mas que logo chegará a seara futura - os homens do sol, que despertarão a Terra pelo norte e pelo oeste. 

Disseram que as palavras de seus sacerdotes seriam ouvidas por todos, como um guia para o despertar. Eles falam desta época, como o tempo em que a humanidade entrará no Grande Salão dos Espelhos. Uma época de mudanças, para o homem se confrontar consigo mesmo e analise e reveja seu comportamento consigo e com o Todo. Uma época para que toda a humanidade, por decisão consciente, mude e elimine o medo e a falta de respeito em todas as relações.

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Controvérsia sobre supostas massas luciferianas presididas pelo Papa Francisco (Vídeo)

massas luciferianas presididas pelo Papa Francisco
A controvérsia sobre as massas luciferianas ou satânicas no Vaticano ressurge novamente após um vídeo que se tornou viral na Internet, onde você pode ver uma missa religiosa presidida pelo Papa Francisco.
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A comoção deve-se às canções dos sacerdotes e clérigos ali reunidos, uma vez que, segundo alguns especialistas, as orações são dirigidas em homenagem ao príncipe das trevas.
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Que a Igreja Católica e o Satanismo estão ligados é óbvio. Mas de lá para ser eles mesmos que oram a Lúcifer, há um grande alongamento. No entanto, há mais e mais vozes que asseguram isso. E ecoamos algumas imagens que circulam viralmente na Internet. No vídeo podemos ver uma missa religiosa realizada pelo Papa Francisco no Vaticano.
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Neles, padres e clérigos rezam em forma de cânticos durante a cerimônia. As orações que eles cantam com vozes celestes são escritas em latim. E é aí que surge a dúvida. Porque, nesta e em outras gravações, o nome de Lúcifer parece ser ouvido claramente. De fato, pessoas que sabem latim, asseguram que as cartas são orações ao príncipe das trevas.
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Não sabemos se é verdade ou não, já que nenhum membro do grupo Ufo-Espanha conhece o latim. Mas mais e mais pessoas estão dizendo que é verdade. No entanto, em alguns dos vídeos que estão reunidos abaixo, o nome de Lúcifer pode ser ouvido claramente. O que não podemos garantir é que, certamente, a figura do diabo está sendo homenageada nessas músicas.

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Não é a primeira vez que o Vaticano está envolvido em questões obscuras e controversas. Na verdade, agora ele enfrenta a vergonha de ter que pedir desculpas depois da notícia de que mais de 300 padres católicos nos Estados Unidos estão sendo investigados por casos de estupro e pedofilia. Uma das centenas de casos de pedofilia coletados pela Igreja Católica.
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Nós não queremos defender o ódio, nem mostrar uma mensagem contra a religião. Nós repetimos a notícia que é a ordem do dia e isso produz algum interesse para nossos seguidores.
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E é claro que todas as notícias sobre a Igreja Católica se tornam controversas. Como as recentes (bastante inoportunas) declarações do Papa Francisco em um avião, dizendo que a homossexualidade em crianças deveria ser tratada por psiquiatras.
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Pensamos que qualquer religião deve transmitir uma mensagem de comunhão, respeito e amor. Nenhuma separação ou ódio. No entanto, esta é uma opinião pessoal. A verdade é que a igreja e o papa estão hoje, mais do que nunca, numa corda bamba.
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E as imagens de vídeo ao lado, que, como digo, tornaram-se viral nos últimos dias, expô-los a dar-nos a sua opinião sobre essas massas Luciferianas ou o que eles podem se tornar.
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Fonte: ufo-spain
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TEM O CRISTIANISMO UM SÍMBOLO VISÍVEL QUE DEVEMOS ADORAR?


ATRAVÉS da história humana, as religiões do mundo destacaram numerosos símbolos visíveis. Estrelas, crescentes lunares, peixes, dragões, gárgulas — estes, e muitos outros símbolos, aparecem nos escritos e na arte dos sistemas religiosos do mundo.

cruz e peixe

Existe um símbolo visível do cristianismo?

Está pensando na cruz? Que dizer da gravura dum peixe, que aparece em alguns artefatos antigos, ligados aos cristãos? Ou existe, talvez, algum outro símbolo visível que represente o cristianismo?

Consideremos primeiro a cruz.

cruz 02
Muitas traduções em português das Escrituras Cristãs empregam a palavra “cruz” para o instrumento em que Jesus foi pregado para morrer. (Fil. 2:8, Versão Almeida) Mas, tinha ele mesmo a forma de cruz?

Indica The Imperial Bible-Dictionary: “A palavra grega para cruz, staurós, devidamente significava uma estaca, um poste ereto, ou pedaço de ripa, em que algo podia ser pendurado, ou que poderia ser usado em cercar um pedaço de terreno. . . . Até mesmo entre os romanos a crux (da qual se deriva nossa [palavra] cruz) parece ter sido originalmente um poste reto.” É verdade que, vez por outra, estes termos foram usados para referir-se também a objetos em forma de cruz. Nestes casos, contudo, os contextos de relatos que empregavam tais palavras descrevem cruzes. Mas, este não é o significado básico quer do grego staurós quer do latim crux.

Ademais, a Bíblia também designa o instrumento em que Jesus morreu pela palavra grega xylon. Segundo um léxico greco-inglês de Liddell e Scott, esta palavra significa “madeira . . . II. uma vara ou pedaço de madeira. . . III. mais tarde, uma árvore. Na Versão Autorizada, em inglês, esta palavra é traduzida “árvore”, como em Atos 5:30, onde lemos: “O Deus de nossos pais ressuscitou a Jesus, a quem vós matastes e pendurastes numa árvore.” — Veja também Atos 13:29; Gálatas 3:13; 1 Pedro 2:24, VA.

Mas, não afirmam os escritores do início da Era Comum que Jesus morreu numa cruz? Por exemplo, Justino, o Mártir (114-167 E. C.) descreveu do seguinte modo o que ele cria ser o tipo de estaca em que Jesus morrera: “Pois uma barra é colocada ereta, da qual a ponta mais alta é erguida num chifre, quando a outra barra é ajustada nela, e as pontas parecem de ambos os lados como chifres conectados ao chifre único.” Isto indica que o próprio Justino cria que Jesus morrera numa cruz.

No entanto, Justino não foi inspirado por Deus, como o foram os escritores da Bíblia. Nasceu mais de oitenta anos depois da morte de Jesus, e não foi testemunha ocular daquele evento. Crê-se que, ao descrever a “cruz”, Justino seguia um escrito anterior conhecido como a “Carta de Barnabé”. Esta carta não bíblica afirma que a Bíblia descreve Abraão como tendo circuncidado trezentos e dezoito homens de sua casa. Daí, atribui significado especial à cifra em letras gregas para 318, a saber, IHT. O escritor desta obra apócrifa afirma que IH representa as primeiras duas letras de “Jesus” em grego. O T é visto como o formato da estaca de morte de Jesus.

A respeito deste trecho, a Cyclopœdia de M’Clintock e Strong declara: “O escritor evidentemente não estava a par das Escrituras Hebraicas, e [também] cometeu o erro crasso de supor que Abraão estava familiarizado com o alfabeto grego alguns séculos antes de este existir.” Um tradutor para o inglês desta “Carta de Barnabé” indica que contém “numerosas inexatidões”, “interpretações absurdas e frívolas da Escritura”, e “muitas basófias tolas de conhecimento superior em que incorre seu escritor”. Dependeria de tal escritor, ou de pessoas que o seguissem, para lhe fornecer informações exatas sobre a estaca em que Jesus morreu?

A cruz não se tornou popular como símbolo na cristandade senão no quarto século E. C., quando o imperador romano, Constantino, adotou o lábaro, uma bandeira que portava o símbolo [Artwork — Caractere grego]. No entanto, este não representava a estaca de morte de Jesus, mas as letras gregas khi (X) e hro (P) uma em cima da outra. Muitos começaram a considerar este símbolo como representando as primeiras duas letras da palavra grega para Cristo (XRristos).

Que dizer do símbolo dum peixe?

peixe
Tem-se encontrado objetos que remontam até ao segundo século E. C. e que trazem tal figura junto com a palavra grega para peixe, ICHTHYS. Muitos entendem que isso é um monograma da expressão grega Iesous CHristos THeou, Yios Soter, que significa “Jesus Cristo, Filho de Deus, Salvador”. É o peixe realmente um símbolo cristão?

Segundo The Interpreter’s Dictionary of the Bible (Dicionário Bíblico do Interpretador), os peixes aparecem com freqüência nos antigos simbolismos pagãos, não raro à parte de cenas aquáticas. “Em tais casos”, comenta esta obra de referência, “pareceria ter significado simbólico, possivelmente representando deidade, poder, fecundidade, etc.”.

Esta mesma publicação comenta ainda que certos judeus adotaram o uso do símbolo do peixe por obtê-lo de costumes religiosos pagãos, acrescentando: “É provável que as considerações mencionadas [neste respeito] sejam, em parte, responsáveis pelo aparecimento do peixe na arte das mais antigas catacumbas cristãs. Desde quando a palavra grega para ‘peixe’ (ichthys) veio a ser interpretada como monograma para ‘Jesus Cristo, o Filho de Deus, Salvador’ . . . nós não sabemos; mas, uma vez feita tal identificação, o peixe tornou-se um símbolo padrão cristão.”

A Bíblia, contudo, não estabelece nenhum símbolo visível para o cristianismo. Os hodiernos cristãos, portanto, têm de ficar vigilantes de não adotar tal símbolo. Por exemplo, contornos em forma de torre aparecem em alguns prédios e Salões do Reino das Testemunhas de Jeová. Não há nada de errado neles, em si mesmos. É possível que ajudem as pessoas a identificar prédios das Testemunhas de Jeová. No entanto, em tempo algum alguém devia contemplar tais coisas com reverência, como se fossem sinal visível do cristianismo. Jesus ensinou que, ao invés de ser por meio de símbolos visíveis, “por meio disso saberão todos que sois meus discípulos se tiverdes amor entre vós”. — João 13:35.

Ao passo que os símbolos visíveis sempre constituíram uma caraterística das religiões não bíblicas, não existiam no cristianismo desde seu início. Como acontecia no primeiro século E. C., assim também hoje os cristãos verdadeiros devem ajustar-se ao padrão bíblico: “Estamos andando pela fé, não pela vista.” — 2 Cor. 5:7.

[Nota(s) de rodapé]

Sobre este ponto, The Companion Bible (A Bíblia Companheira) comenta no Apêndice 162 sobre “A Cruz e a Crucificação”:

“Usavam-se cruzes como símbolos do deus-sol babilônico [Artwork — Símbolo], e são vistas pela primeira vez numa moeda de Júlio César, 100-44 A. C., e daí numa moeda cunhada pelo herdeiro de César (Augusto), em 20 A. C. Nas moedas de Constantino, o símbolo mais freqüente é [Artwork — Caractere grego]; mas, o mesmo símbolo é usado sem o círculo ao redor, e com os quatro braços iguais, verticais e horizontais, e este era o símbolo especialmente venerado como a ‘Roda Solar’. Deve-se declarar que Constantino era um adorador do deus-sol, e não entrou para a ‘Igreja’ senão cerca de um quarto de século depois de ter visto tal cruz nos céus. . . . O Senhor foi morto numa estaca ereta, e não em dois pedaços de madeira colocados em qualquer ângulo.”

Jhero
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