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VOCÊ SABE O QUE É ALMA DE UMA PESSOA? UM ESTUDO REVELA, SAIBA!

alma1

O QUE é você, leitor? É na realidade duas pessoas em uma — um corpo humano com cérebro, coração, olhos, ouvidos, língua e assim por diante, mas tendo também no seu íntimo uma pessoa espiritual, invisível, completamente separada de seu organismo carnal e chamada “alma”? 

Neste caso, o que acontece quando morre? Morre apenas seu corpo, ao passo que a alma continua vivendo? 

Como poderá saber isso ao certo?

Quase todas as religiões ensinam que, no caso dos homens, a morte não é o fim de toda a existência. Isto se dá não só nos chamados países cristãos da América do Norte e do Sul, da Europa e na Austrália, mas também nos países não-cristãos da Ásia e da África. 

O livro Costumes Funerários de Todo o Mundo observa: 

“As pessoas da maioria das culturas crêem que, na morte, alguma coisa que sai do corpo tem prosseguimento em vida.”

A crença na imortalidade da alma tem muito destaque nas religiões não-cristãs. Por exemplo, o mais prezado dos escritos sagrados hindus, o Bagavad-gita, menciona especificamente a alma como imorredoura. Apresenta isso como justificativa para a matança na guerra, dizendo:
“Perecíveis são os corpos (materiais) — eterna,
indestrutível, infinita é a alma que neles habita.
  Por isto, ó Arjuna, luta!
Quem pensa que é a alma, o Eu, que mata, ou o
Eu que morre, não conhece a verdade. O Eu
  não pode matar nem morrer.
O Eu nunca nasceu nem jamais morrerá. E, uma
vez que existe, nunca deixará de existir. Sem
nascimento, sem morte, imutável, eterno —
  sempre ele mesmo e o Eu, a alma. Não é
   destruído com a destruição do corpo (material).”
— Bhagavad-Gita, II, 18-20.

Mas, o que é a alma de que se fala ali? Embora os hindus creiam fortemente na imortalidade da alma humana, eles descrevem a sua natureza em termos vagos. Diz o livro Hinduísmo de Swami Vivekananda, publicado em inglês:

“O hindu crê que toda alma é um círculo, cuja circunferência não está em parte alguma, embora seu centro se encontre no corpo, e que a morte apenas significa a mudança deste centro de um corpo para outro. Nem é a alma limitada pelas condições da matéria. Na sua própria essência, ela é livre, irrestrita, santa, pura e perfeita. Mas, por um motivo ou outro, encontra-se presa pela matéria e considera-se matéria.”

Que dizer, então, da crença geral entre os membros das igrejas da cristandade? O Professor Cullmann (faculdade de teologia da Universidade de Basiléia e Sorbonne de Paris) declara:

“Se perguntássemos hoje a um cristão comum (quer um bem versado protestante ou católico, quer não) sobre o que ele concebe ser o ensino do Novo Testamento a respeito da sorte do homem após a morte, com poucas exceções receberíamos a resposta: ‘A imortalidade da alma.’”

Quando perguntados sobre a natureza da “alma”, os membros das igrejas da cristandade também respondem em termos vagos e obscuros. Não formam um conceito mais claro da alma imortal do que os aderentes de religiões não-cristãs. Isto suscita a pergunta: Ensina a Bíblia que a alma é uma parte imortal do homem?

É A ALMA IMORTAL?

Na Bíblia, a palavra “alma” aparece em muitas traduções como tradução da palavra hebraica néfes e da palavra grega psiqué. (Por exemplo, veja Ezequiel 18:4 e Mateus 10:28, nas versões Almeida, Matos Soares, Pontifício Instituto Bíblico, Brasileira, Trinitária.) 

Estes mesmos termos hebraico e grego também têm sido traduzidos “ser”, “criatura” e “pessoa”. Sem considerar se a sua Bíblia verte coerentemente as palavras das línguas originais por “alma” (como faz a Tradução do Novo Mundo), um exame dos textos em que ocorrem as palavras néfes e psiqué o ajudará a compreender o significado destes termos para o povo de Deus na antiguidade Assim poderá decidir por si mesmo a verdadeira natureza da alma.

Descrevendo a criação do primeiro homem, Adão, o livro inicial da Bíblia diz:
“Deus passou a formar o homem do pó do solo e a soprar nas suas narinas o fôlego de vida, e o homem veio a ser uma alma [néfes] vivente.” (Gênesis 2:7)
Podemos notar que a Bíblia não diz que ‘o homem recebeu uma alma’, mas que “o homem veio a ser uma alma vivente.”

Será que o ensino cristão do primeiro século diferiu deste conceito de “alma”? Não. No comumente chamado “Novo Testamento”, a declaração a respeito da criação de Adão é citada como fato: 

“Até mesmo está escrito assim: ‘O primeiro homem, Adão, tornou-se alma vivente.’” (1 Coríntios 15:45) 

Na língua original deste texto aparece a palavra para “alma”, psiqué. Por conseguinte, neste texto, a palavra grega psiqué, igual à palavra hebraica néfes, não indica um espírito invisível que resida no homem, mas o próprio homem. 

Portanto, certos tradutores da Bíblia escolheram corretamente usar palavras tais como “ser”, “criatura” e “pessoa” na sua tradução de Gênesis 2:7 e 1 Coríntios 15:45. — Liga de Estudos Bíblicos; Almeida, atualizada; New English Bible; Revised Standard Version; veja a versão Matos Soares, que insere “pessoa” em Gênesis 2:7, mas usa “alma” em 1 Coríntios 15:45; também a do Centro Bíblico Católico.

É também digno de nota que os termos néfes e psiqué são aplicados aos animais. A Bíblia diz a respeito da criação das criaturas marítimas e terrestres: “Deus prosseguiu, dizendo: ‘Produzam as águas um enxame de almas [“criaturas”, Almeida, margem, 1955, 1944] viventes e voem criaturas voadoras sobre a terra’ . . . Deus passou a criar os grandes monstros marinhos e toda alma vivente que se move . . . ‘Produza a terra almas viventes segundo as suas espécies, animal doméstico, e animal movente, e animal selvático da terra, segundo a sua espécie.’” — Gênesis 1:20-24.

Tais referências a animais como sendo almas não se limitam ao livro inicial da Bíblia. Desde o primeiro livro das Escrituras Sagradas até o último livro delas, os animais continuam a ser chamados de almas. Está escrito: “Dos homens de guerra, que saíram na expedição, tens de tirar . . . uma alma [néfes] dentre quinhentas, do gênero humano e da manada, e dos jumentos, e do rebanho.” (Números 31:28) “O justo importa-se com a alma [néfes] do seu animal doméstico.” (Provérbios 12:10) “Morreu toda alma [psiqué] vivente, sim, as coisas do mar.” — Revelação 16:3.

A aplicação da palavra “alma” aos animais é bem apropriada. Está de acordo com o que se pensa ser o significado básico do termo hebraico néfes. Entende-se que esta palavra se deriva duma raiz que significa “respirar”. Portanto, em sentido literal, a alma é “aquele que respira”, e os animais realmente respiram. São criaturas viventes que respiram.

Quanto à sua aplicação aos humanos, as palavras néfes e psiqué são usadas repetidas vezes de tal maneira, que significam a pessoa inteira. Lemos na Bíblia que a alma humana nasce. (Gênesis 46:18) Ela pode comer ou jejuar. (Levítico 7:20; Salmo 35:13) Pode chorar e desmaiar. (Jeremias 13:17; Jonas 2:7) A alma pode jurar, almejar algo ou ficar com temor. (Levítico 5:4; Deuteronômio 12:20; Atos 2:43) Alguém pode raptar uma alma. (Deuteronômio 24:7) A alma pode ser perseguida ou posta em ferros. (Salmo 7:5; 105:18) Não são estas as espécies de coisas feitas por pessoas ou a pessoas de carne? Não comprovam tais passagens das Escrituras claramente que a alma humana é o homem inteiro?

Numerosos eruditos bíblicos do século vinte, católicos, protestantes e judaicos, chegaram a esta conclusão. Note seus comentários:

“O famoso versículo de Gênesis [2:7] não diz, conforme muitas vezes se supõe, que o homem se compõe de corpo e alma; diz que Iavé formou o homem, com terra do solo, e depois passou a animar a figura inerte com fôlego vivo soprado nas narinas dele, de modo que o homem tornou-se um ser vivente, que é tudo o que néfes [alma] aqui significa.” — H. Wheeler Robinson, do Regent’s Park College, Londres, na Zeitschrift für die alttestamentliche Wissenschaft (Revista Para a Ciência do Velho Testamento), Vol. 41 (1923).

“Não se deve pensar no homem como tendo uma alma; ele é uma alma.” — E. F. Kevan, Diretor do Bible College de Londres, em The New Bible Commentary (1965), 2.a ed., p. 78.

“A alma, no A[ntigo] T[estamento], significa, não uma parte do homem, mas o homem inteiro — um homem como ser vivente. Similarmente, no N[ovo] T[estamento] significa vida humana: a vida de uma pessoa individual, consciente.” — New Catholic Encyclopedia (1967), Vol. 13, p. 467.
“A Bíblia não diz que temos uma alma. ‘Néfes’ é a própria pessoa, sua necessidade de alimento, o próprio sangue nas suas veias, seu ser.” — Dr. H. M. Orlinsky, do Hebrew Union College, citado no Times de Nova Iorque de 12 de outubro de 1962.

Parece-lhe estranho que eruditos de diversas crenças religiosas digam agora que a alma é o próprio homem? Foi isto o que se lhe ensinou? Ou foi-lhe ensinado que a alma é uma parte imortal do homem? Neste caso, que efeito teve este ensino na sua pessoa? Induziu-o a gastar dinheiro para fins religiosos, que de outro modo teria gasto com as necessidades da vida? Será que sua igreja foi desonesta no seu ensino? Quem tem razão — a igreja ou seus eruditos?

Se os eruditos tiverem razão ao dizer que a alma humana é a pessoa inteira, inclusive seu corpo carnal, devemos esperar que a Bíblia mencione a alma como sendo mortal. Faz isso? Sim. A Bíblia fala de ‘refrear’, ‘socorrer’ e ‘salvar’ uma néfes ou alma da morte. (Salmo 78:50; 116:8; Tiago 5:20) Lemos também: “Não golpeemos fatalmente a sua alma.” (Gênesis 37:21) “Para lá terá de fugir o homicida que sem querer golpear fatalmente uma alma.” (Números 35:11) “Sua alma morrerá na própria infância.” (Jó 36:14) “A alma que pecar — ela é que morrerá.” — Ezequiel 18:4, 20.

Mas, não é possível que pelo menos em algumas das referências bíblicas as palavras das línguas originais traduzidas “alma” se refiram a algo que abandona o corpo por ocasião da morte e que é imortal? Que dizer de textos tais como os seguintes? “Enquanto a sua alma partia (porque estava morrendo), ela chamou-o pelo nome de Ben-Oni.” (Gênesis 35:18) “Meu Deus, por favor, faze a alma deste menino voltar para dentro dele.” (1 Reis 17:21) “Parai de levantar um clamor, pois a sua alma está nele.” (Atos 20:10) Não indicam estas passagens que a alma é algo que existe independentemente do corpo?

O texto em Jó 33:22, escrito em estilo poético, fornece a chave para o entendimento destas passagens. Ali, “alma” e “vida” são colocadas paralelas, de modo que estas duas palavras podem ser trocadas entre si sem mudar o sentido da passagem. Lemos: “Sua alma se chega à cova e sua vida aos que infligem a morte.” Em vista deste paralelismo, podemos ver que a palavra “alma” pode significar vida como pessoa, e, portanto, pode-se entender que a partida da alma se refere ao fim da vida como pessoa.

Como ilustração: Um homem poderá dizer que seu cão ‘perdeu a vida’ quando foi atropelado por um caminhão. Quer dizer com isso que a vida deste animal partiu do corpo e continua existindo? Não, ele simplesmente usa uma figura de retórica para indicar que o animal morreu. 

O mesmo se dá quando dizemos que certo homem ‘perdeu a vida’. Não queremos dizer que a vida dele passou a existir independente do corpo. De modo similar, ‘perder a alma’ significa ‘perder a vida como alma’, e não tem o significado de haver uma existência continuada após a morte. Reconhecendo isso, O Dicionário do Interpretador da Bíblia (em inglês) diz:

“A ‘partida’ de néfes [alma] precisa ser encarada como figura de retórica, porque ela não continua a existir independente do corpo, porém, morre junto com ele (Núm. 31:19; Juí. 16:30; Eze. 13:19). Nenhum texto bíblico autoriza a declaração de que a ‘alma’ se separa do corpo no instante da morte.”

A ORIGEM DA CRENÇA

A evidência bíblica é inconfundivelmente clara no sentido de que o homem não tem uma alma imortal, mas que ele mesmo é uma alma. 

Então, como se introduziu esta crença na alma imortal nos ensinos das igrejas da cristandade? Atualmente, reconhece-se francamente que isto se deve à influência da filosofia grega, pagã. 

O Professor Douglas T. Holden escreveu no seu livro A Morte não Terá Domínio, em inglês:

“A teologia cristã ficou tão fundida com a filosofia grega, que criou pessoas que são uma mistura de nove partes de pensamento grego para uma parte de pensamento cristão.”

A revista católica Commonweal, no seu número de 15 de janeiro de 1971, confessou que a idéia duma alma imortal é um conceito que “os judeus posteriores e os primitivos cristãos herdaram de Atenas”.

A quem cabe a culpa por esta mistura de pensamento grego, pagão e cristão? Não cabe aos clérigos religiosos? Certamente, não foram os membros das igrejas que inventaram por conta própria tal ensino, que os eruditos bíblicos admitem francamente não ser bíblico.

Mas, onde obtiveram os antigos gregos seu fundamento religioso, básico? Conforme já se salientou, há forte evidência de que os conceitos religiosos dos gregos e de outros povos foram influenciados pelos babilônios. E quanto à crença babilônica sobre a alma, note o que diz a International Standard Bible Encyclopœdia:

“Após a morte, as almas dos homens continuavam supostamente em existência. . . . Os babilônios . . . amiúde colocavam junto aos mortos objetos que pudessem ser usados na sua existência futura. . . . No mundo futuro, parece que havia distinções entre os mortos. Os que morriam nas batalhas parece que tinham favor especial. Recebiam água fresca para beber, ao passo que os que não tinham descendentes para lhes por ofertas nos túmulos sofriam severas e muitas privações.”

Portanto, os gregos podiam ter facilmente obtido de Babilônia suas idéias básicas sobre a imortalidade da alma, idéias que então foram ampliadas pelos filósofos gregos.

Algo similar parece ter acontecido com relação às religiões não-cristãs ainda existentes hoje. Por exemplo, uma comparação da civilização antiga do Vale do Indo, onde o hinduísmo é a religião predominante, com a da Mesopotâmia, revela notáveis similaridades. 

Estas incluem construções tais como os ziguratos religiosos de terraços da Mesopotâmia e sinais pictográficos de forte semelhança com primitivas formas mesopotâmicas. 

O famoso assiriologista Samuel N. Kramer sugeriu, à base de seus estudos, que o Vale do Indo foi povoado por um povo que fugiu da Mesopotâmia quando os sumerianos assumiram o domínio daquela região. Não é difícil de entender, pois, onde o hinduísmo obteve sua crença numa alma imorredoura.

A evidência indica assim Babilônia como o ponto de origem mais antigo do qual se espalhou a crença na imortalidade da alma humana até os confins da terra. E ali, em Babilônia, segundo a Bíblia, deu-se uma rebelião contra Deus. Isto já bastaria para encarar a doutrina da alma imortal com reservas. Mas, não se esqueça de que, conforme já vimos, este ensino está também em conflito direto com a Bíblia.

Além disso, não é a idéia de que a alma seja imortal contrária ao que observou pessoalmente? Por exemplo, o que acontece quando a pessoa é deixada inconsciente, quando desmaia ou é anestesiada num hospital? Se a sua “alma” for realmente separada do corpo e puder funcionar de modo inteligente à parte do corpo, de modo que nem mesmo a morte afete a sua existência e seu funcionamento, então por que se dá que, durante tais períodos de inconsciência, a pessoa está completamente desapercebida de toda a atividade em volta dela? Por que se lhe precisa dizer depois o que aconteceu durante este tempo? Se sua “alma” é capaz de ver, ouvir, sentir e pensar após a morte, conforme ensinam as religiões em geral, por que é que algo muito menos drástico do que a morte, tal como um período de inconsciência, pára todas estas funções?

Também, o cadáver, quer humano, quer animal, volta por fim aos elementos do solo. Nada a respeito da morte nem mesmo insinua haver uma alma imortal que sobreviva.

O EFEITO DA DOUTRINA A RESPEITO DA IMORTALIDADE DA ALMA

O que a pessoa crê a respeito da alma não é de pouca importância.

O ensino da imortalidade da alma humana foi usado para anular a consciência do povo em tempos de guerra. Os líderes religiosos fizeram com que parecesse que tirar a vida não é tão mau assim, visto que os mortos realmente não morrem. 

E aos que morrem em batalha contra o inimigo promete-se a bem-aventurança. São típicas as observações tais como as noticiadas no jornal Times de Nova Iorque, em 11 de setembro de 1950: “Os pais tristes, cujos filhos foram recrutados ou novamente convocados para serviço de combate foram ontem informados na Catedral de S. Patrício que a morte na batalha era parte do plano de Deus para povoar ‘o reino do Céu’.” A idéia expressa ali difere pouco do antigo ensino babilônico de que os mortos na guerra obtinham favores especiais.

As deturpações do que a Bíblia diz sobre a alma contribuíram assim para se dar pouco valor à vida humana e fizeram as pessoas sentir-se dependentes dos grandes sistemas religiosos, que falsamente afirmaram cuidar de sua alma.

Fonte: Pesquisa
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Por que o Vaticano removeu 14 livros da Bíblia em 1684?

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A igreja do Vaticano, ou a igreja católica romana, tem uma longa história de corrupção e decepção. Além de cometer literalmente atos de genocídio absoluto vários séculos atrás contra os cátaros, abusar de crianças nos tempos mais modernos, certamente é uma das organizações mais corruptas da história.
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No ano de 1611, a Bíblia foi traduzida do latim para o inglês. Naquela época, a Bíblia continha um total de 80 livros e os últimos 14 livros, que hoje foram excluídos, constituíram o fim do Antigo Testamento e eram os seguintes:
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Em 1684, todos esses livros foram removidos de todas as versões, exceto para uma edição 1611, que foi a primeira edição traduzida para o inglês.
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Nesta primeira edição, você também descobrirá que o nome de Jesus é escrito por IESUS e pronunciou Yahashua. Então, por que então todos continuam a chamá-lo de Jesus, quando a letra J nem sequer foi usada na época?
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Um desses livros que é particularmente interessante é a "Sabedoria de Salomão". Para aqueles que não conhecem Salomão é um dos personagens mais lendários da Bíblia. Ele era o filho de Davi e é suposto ser o homem mais sábio que já tenha vivido. Ele é pintado em grande parte como uma figura benevolente. Mas o que você lê neste livro fará com que você pergunte tudo o que lhe foi dito para acreditar sobre ele.
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Leia o seguinte trecho da "Sabedoria de Salomão 2: 1-24":
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1 Porque o ímpio disse o raciocínio com eles mesmos, mas não correto, nossa vida é curta e tediosa e na morte de um homem não há remédio: tampouco houve qualquer homem que tenha retornado do túmulo.
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2 Porque nascemos em toda a aventura; e seremos a seguir como se nunca tivéssemos sido: porque o sopro das nossas narinas é como a fumaça e a pequena centelha no movimento do nosso coração
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3 Que se extingue, nosso corpo se tornará em cinzas, e nosso espírito desaparecerá como o ar suave,
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4 E nosso nome será esquecido no tempo, e nenhum homem deve ter nossas obras em memória, e nossa vida passará como o vestígio de uma nuvem, e será dispersa como uma névoa, que é afugentada, com as vigas de o sol e supera com o seu calor.
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5 Pois nosso tempo é muito sombra que passa; e, após o nosso fim, não há retorno: porque é selado rapidamente, de modo que ninguém mais venha.
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6 Venha lá para que possamos aproveitar as coisas boas que estão presentes: e usemos rapidamente as criaturas como na juventude.
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7 Vamos nos encher de vinhos e pomadas caros: e não deixe nenhuma flor da primavera passar por nós.
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8 Vamos nos coroar com rosebuds, antes de serem secados:
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9 Que nenhum de nós vá sem a sua parte da nossa voluptuosidade: deixemos tokens da nossa alegria em todos os lugares: porque esta é a nossa porção e nossa lote é essa.
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10 Obremos o pobre justo, não poupe a viúva, nem reverencie os velhos cabelos grisalhos dos idosos.
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11 Deixe a nossa força ser a lei da justiça; pois o que é fraco é que nada vale a pena.
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12 Portanto, aguarde os justos; porque ele não é da nossa vez, e ele é limpo ao contrário de nossas ações. Ele nos repreende com nossa ofensa à lei, e explica a nossa infâmia a transgressão da nossa educação.
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13 Ele professa ter o conhecimento do MAIS ALTO e chamar o seu próprio filho do Senhor.
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15 Ele é penoso para nós mesmo para contemplar, pois SUA vida não é como a de outros homens, SEUS caminhos são de outra forma.
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16 Somos estimados como falsificações: ele se abstém de nossos caminhos, desde a imundície: ele pronuncia o fim do justo para ser abençoado, e faz com que ele se vangloria de que DEUS é seu pai.
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17 Vejamos se as suas palavras são verdadeiras; e vamos provar o que acontecerá no fim dele.
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18 Pois, se o justo for o Filho DO MAIOR ALTO, ele o ajudará e livrá-lo das mãos de seus inimigos.
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19 Vamos examiná-Lo com pavor, para que possamos conhecer SUA mansidão e provar sua paciência.
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20 Deixe-nos condená-lo com uma morte vergonhosa: por sua própria boca ele deve ser respeitado ...
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Parece que Salomão estava falando de Jesus. Mas Jesus nasceu aproximadamente 900 anos após sua morte. Ele poderia ter profetizado a vinda de Jesus? Consideremos por que isso poderia ser de quem Salomão estava falando;
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Isso realmente perturba tudo o que pensamos que nós conhecemos. Salomão realmente e verdadeiramente parece mal. Ele também é o homem mais sábio da história.
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Curiosamente, Salomão é um homem engolfado no oculto, ele adorou vários deuses e era fraco para as mulheres. E o famoso Templo de Salomão é considerado o lugar de nascimento espiritual da Maçonaria, um movimento que está (nos níveis mais altos) associado a puxar as cordas dos principais eventos globais e argumentou ser o verdadeiro poder de controle de nosso mundo.
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Seja o que for que aconteça, devemos certamente pesquisá-lo ainda mais.
Abaixo, você pode assistir a um documentário sobre o conhecimento e domínio oculto do rei Salomão:
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Código da Bíblia, Saiba!

Codigo da Biblia
O livro “Bible Code” (O Código da Bíblia), do famoso repórter e investigador nova-iorquino Michael Drosnin, é atualmente mais um de seus best-sellers’ . Ele também é autor de um outro campeão de vendas do New York Times “Citizen Hughes”. O “Bible Code” tem ganhado destaque em jornais e revistas do mun­do inteiro desde a descoberta do afamado código da Bíblia, anunciada há pouco mais de dois anos por Drosnin e pelo matemático israelense Eliyahu Rips.

A premissa do autor é a de que o Antigo Testamento, na verdade, é um complexo prc grama de computador que contém uma s de profecias codificadas” no texto, as quais revelam o futuro da humanidade (e isso é, realmente, o que o torna interessante). A influência deste livro chegou até mesmo aos círculos evangélicos por meio do vídeo e do livro The Signature of God: Astonishing Biblk Discoveries (A Assinatura de Deus: Espantosas Descobertas Bíblicas), diretamente dirigidos à comunidade cristã, com base no escrevera Drosnin.

O Código só pode ser decifrado através operações matemáticas decodificadas pe mesmo.
Rips tomou todas as palavras da Torá (conjunto dos cinco primeiros livros da Bíblia) e eliminou os espaços entre elas, transformando conjunto em uma série contínua de 304.805 letras. Depois, através de um programa de busca em computador e de um código alternado que, através da igualdade de distância entre as letras acaba por encontrar nomes e frases, afirmou ter descoberto as datas exatas de diversos acontecimentos mundiais, os quais estariam ocultos na Bíblia Sagrada como, por exemplo, o assassinato do premier israelense Yitzhak Rabin, a ida do homem à lua, a ascensão de Hitler, a Guerra do Golfo, as 1 e II Guerras Mundiais e também a que ainda estaria por vir, provavelmente no ano 2026, segundo o Código.


NÃO É ALGO NOVO

Qualquer um que conheça um pouco da história da Igreja verá que esse tipo de interpretação já existiu antes. Por exemplo, os hebreus antigos desenvolveram um sistema (conhecido posteriormente como gematria) em que todo número tinha um significado oculto do qual todos os objetos eram detentores. Um sistema matemático foi criado para decifrar tais códigos, resultando em interpretações estranhas.

A igreja de Alexandria (Egito), com sua es­cola catequética, tendo figuras como Orígenes (186-255 D.C.) e seu professor Clemente (150-215 D.C.) admitia, entre as aberrações teológicas desta comunidade, a interpretação simbólica e alegórica do Antigo Testamento. O historiador cristão Earle E. Caírns relata como essa escola viu-se às voltas com o paganismo referente à interpretação das Escrituras: “Os membros da escola Alexandrina estavam ansiosos por desenvolver um sistema teológico a partir do uso da filosofia que, segundo eles, era capaz de permitir uma exposição sistemática do cristianismo. Educados na literatura e nas filosofias clássicas, pensaram que poderiam usá-las na formulação da teologia cristã”.
Ao invés de enfatizarem uma interpretação histórico-gramatical da Bíblia, criaram um sistema alegórico de interpretação que ainda hoje assola o cristianismo. Este tipo de interpretação baseia-se na suposição de que a Bíblia tem mais de um sentido. Servindo-se da analogia do corpo, alma e espírito do homem, sustentavam que as Escrituras tinham tini sentido literal e histórico o que correspondia ao corpo humano, um sentido moral oculto que correspondia à alma e um sentido espiritual subjacente e mais pro­fundo que só os cristãos mais adiantados poderiam compreender. Este sistema de interpretação surgiu da técnica usada por Filo, o judeu alexandrino, que procurava aproximar o Judaísmo e a filosofia grega a fim de encontrar os sentidos ocultos da língua do Antigo Testamento que, por sua vez, seriam semelhantes à filosofia grega. Mesmo estando preocupados com o sentido que o autor do texto queria dar para aqueles que o estives­sem lendo e com a sua aplicação prática às circunstâncias presentes, os homens da es­cola Alexandrina também estavam interessa -dos nos sentidos ocultos. Este método de interpretação tem feito muito mal à causa da interpretação correta da Bíblia e gerado ab­surdos e até, doutrinas teológicas antibíblicas”.
A obra literário-religiosa, datada do primeiro século, conhecida como Pseudo Barnabé nos mostra o método alegórico de estudo da Bíblia em voga entre os cristãos de Alexandria: “Ele alegoriza os 318 servos de Abraão (9:8), ao se referir a morte de Cristo na cruz, na base de que a letra grega para 300 tem a forma de cruz e que os numerais gregos para 18 são as duas primeiras letras do nome de Jesus. Ele se mostra orgulhoso desta singular interpretação de Gênesis 14:14. Ele vai constantemente da tipologia legítima para a alegoria, a fim de fundamentar o significado que quer dar aos textos do Antigo Testamento”.
Como já vimos, a procura por significados ocultos nas palavras do Antigo Testamento não é nenhuma novidade e outros tantos exemplos poderiam ser acrescentados aos acima citados. O código da Bíblia tem se tomado singular por causa de sua dependência do computador, pois somente com o uso deles é possível a decodificação. Para Drosnin, a Bíblia seria um código elaborado por uma mente infinitamente superior à do homem, capaz de conhecer o passado, o presente e o futuro; mas, como ateu declarado, ele diz que o código da Bíblia “exige que aceitemos aquilo que a própria Bíblia só nos pode pedir para aceitar: que não estamos sozinhos. Eu podia facilmente acreditar que o Código vem de um ser bom, que queria nos salvar, mas não o Criador”. Já Grand Jefrey, em A Assinatura de Deus quer que acreditemos que a fonte intelectual do Código é o próprio Deus, e ele vai mais além:
“Enquanto estes padrões incríveis existem no texto hebraico da Torá, nenhum outro texto apócrifo exibe esta norma, nem eles podem achar isto em qualquer outra religião hebréia ou textos seculares” (p. li). Porém, de acordo com o professor William D. Barrick do The Masters Seminarv, os eruditos muçulmanos fazem as mesmas rei­vindicações para o Alcorão, citando códigos numéricos como prova de que Deus deu esse livro. É lamentável que Hal Lindsey e Jack Van Impe recomendem o livro de Jeffrey.


UM LIVRO GNÓSTICO

Uma das características marcantes das “seitas gnósticas” que assolaram a igreja desde os seus primeiros anos de vida era a imersão do indivíduo nos mistérios não re­velados do Eterno, enquanto os apóstolos se contentavam num mistério já revelado (1 Coríntios 2:7-10). O historiador Paul Johnson, dissertando sobre as crenças gnósticas primitivas, disse: “Os gnósticos tinham duas preocupações centrais: criam em um mundo dualista de bem e mal e criam na existência de um código secreto da verdade transmitido pelos lábios de um profeta, ou pelos escritos esotéricos. Portanto, qualquer semelhança não é mera coincidência. O Gnosticísmo nunca morreu realmente, continuando sua existência sob várias formas, e sempre mais sutil e atraente, como 110 caso deste “Código da Bíblia”.


ANALISANDO O CÓDIGO

Para suas pesquisas, Drosnin usou a Torá. Então, na verdade, o livro deveria ser intitulado “O Código da Torá”; mas, provavelmente, com esse título não teria vendido muitas cópias.

Drosnin restringe suas declarações e predições. Enquanto que o livro de Drosnin é preciso em fatos históricos como o assassinato de John Kenndedy, a Guerra do Golfo em 1991 e a ascensão e queda de Adolf Hitler, nas predições concernentes ao futuro trabalha com possibilidades. Sobre os vaticínios do Código, o autor disse:
“Minha própria opinião é que se trata apenas de uma possibilidade — que a Bíblia codifica todas as probabilidades e aquilo que nós fazemos determina o resultado real” (p. 17). Declarações parecidas a estas estão nas páginas 40,43,65,76,79,99, 121, 156, 161, l68.Atémes-mo Eliyahu Rips, o homem que descobriu o código, afirma: “É literalmente impossível fazer predições futuras baseadas no código”. Ele e outros dizem que qualquer aparecimento de profecia é apenas uma simples coincidência ou interpretação aleatória X. No entanto, no livro de Drosnin existe uma enxurrada de predições. (Ver nota 3)
PREDIÇÕES INEXATAS
Um ataque de arma atômica contra Israel foi predito para 13 de setembro, 1996 (pp.75, 76). Como bem sabemos, tal ataque não ocorreu. Levando em conta este fracasso, decide Drosnin que o que foi codificado de fato na Bíblia era aquele “Fim dos Dias” que começaria em 1996 e um holocausto atômico como também uma guerra mundial seria parte deste último dia:… O Apocalipse era agora que o ‘fim dos dias’ já tinha começado, que o verdadeiro Armagedon talvez se iniciasse com um ataque atômico a Israel (p.lO3).”
“Todos os principais avanços da tecnologia moderna parecem ter sido registrados. Os ir­mãos Wright estão codificados junto com avião…” (p. 46). Um tremendo erro, pois o pai da aviação, na realidade foi o brasileiro Alberto San­tos Dumont que, no dia 23 de outubro de 1906, re­alizou o primeiro “vôo mecânico” do mundo, com seu famoso 14-Bis.
O “Código da Bíblia” também previa que o ex-primeiro ministro de Israel Benjamim
Netanyahu morreria até o fim do mandato (pp. 72, 78, 79). Os defensores de Drosnim argumen­tam que o mesmo disse ser uma possibilidade. Entretanto, ele próprio diz: “Se seguisse apenas o códïgo da Bíblia, teria de dizer que Netanyahu, caso eleito, não viverá até o fim de seu mandato” (p.72), e é exatamente o que vemos no fac-símile da página 79: o assassinato de Benjamim. No entanto, Netanyahu, esboçando um enorme vigor físico, entregou seu cargo em 24/05/99 para o ganhador das eleições, o general israelense mais condecorado de todos os tempos, Ehud Barak.

CONCEITOS DISTORCIDOS DA BÍBLIA
1. Drosnin acredita que o “Código da Bíblia” seja o livro selado de Daniel 12:4 (pp. 90-99). Entretanto, o que Daniel fala em seu livro é sobre o futuro de Israel durante a tribulação e a segunda vinda de Cristo; lemos no verso 4: “Tu, porém, Daniel, encerra as palavras e sela o livro, até ao tempo do ……. “. Daniel não estava sendo instruído a esconder um livro que seria re­velado, de alguma maneira, ao término dos tempos. As profecias dele estiveram abertas e dispo­níveis durante quase 3.000 anos. Ele foi alertado que aquelas revelações teriam o seu desígnio cumprido não para ele mas, sim, para aqueles que vi­veriam nos últimos dias.
2. “Aquilo que Moisés recebeu no monte Sinai era realmente um banco de dados interativo, ao qual até agora não tínhamos pleno acesso. A Bíblia que ‘Deus’ ditou a Moisés era, na realidade, um programa de computador. Primeiro foi gravada na pedra, depois escrita em rolos de pergaminhos. De­pois impressa na forma de livro. Mas, no código, ela é chamada de ‘o antigo programa de computador” (p.95).
3. Gênesis 41:45: “O Faraó nomeia José superintendente de toda a terra do Egito e dá-lhe um novo nome, ‘Tzafenat-Paneah’ (…) Esse suposto nome próprio tem um significado muito claro em hebraico:
‘o decodificador do código’. Tal­vez ninguém o tenha percebido antes, porque ninguém sabia que ha­via um código na Bíblia” (pp. 97, 98). Na verdade, este nome é essencialmente egípcio; não é uma transliteração hebraica de um nome egípcio, e significa “O Deus fala e ele ouve”.
4. 0 apoio do código da Bíblia à visão de que os dinossauros foram mortos por um asteróide maior que o Monte Everest há cerca de sessenta e cinco milhões de anos (p. 143, 144) cria sérios problemas. Não se precisa questionar a idade do universo. Também a teoria da evolução pode ser agora substanciada pelo código: “Nos dias de hoje, os cientistas concordam que a humanidade nunca teria evoluído se os dinossauros não tivessem sido varridos pelo asteróide” (p. 145).


CRITICADO POR OUTROS

Alguns cristãos sinceros estão aceitando o código da Bíblia como fato consumado por ele ter recebido o apoio de cientistas, matemáticos famosos de Harvard, Yale, Universidade Hebraica, eruditos cristãos, etc. Contudo, isso não é bem verdade. Brendan Mckay, matemático australia­no, resolveu aplicar o método matemático de Drosnin ao texto do romance inglês “Moby Dick”, chegando aos mesmos resultados. Entre suas “descobertas”, estão o assassinato de Indira Ghandi, de Martin Luther King e até a morte trágica de Lady Diana. As mortes “profetizadas” vão desde Leon Trotsky até Bob Kennedy. Segundo afirmam alguns especialistas, as chances de se encontrar arranjos de letras que fazem sentido são mai­ores na língua hebraica por não existirem vogais e as palavras serem mais curtas. A conclusão do matemático foi a de que o romance “Moby Dick” também é capaz de “prever” qualquer acontecimento. Desde a divulgação do trabalho de Drosnin, aplicações da seqüência do “skip-code” (código de saltar)’2 para livros seculares têm produzido os mesmo resultados. Na tradução para o hebraico do livro “War and Peace” (Guerra e Paz), de Tolstoi, a aplicação do método encontrou mais de 50 palavras codificadas em seus texto’3.

A Sociedade Bíblica Alemã com­parou o método do “código” às adi­vinhações praticadas por ocultistas e ainda afirmou ser difícil acreditar que Deus tenha falado de forma co­dificada ao Seu povo, durante três mil anos e, somente agora, tenha re­solvido revelar Sua verdade a dois homens incrédulos. O teólogo e apologista cristão Dave Hunt, autor de vários best-sellers evangélicos, disse em um artigo no boletim The Berean Call, (EUA): “Bem que pode haver alguma coisa de sobrenatural por trás desse livro, mas provavelmente de fonte erra­da… Drosnin declara que todas as Bíblias na língua original, em hebraico, existentes até agora são as mesmas, letra por letra (p. 191). Isso, simplesmente, não é verdade. Há muitas variações de grafia e, sendo assim, há variações nas letras entre os vários manuscritos. Entretanto, por exemplo, não há diferenças textuais importantes que poderiam mudar os significados entre os manuscritos de Isaías, achados com os rolos do Mar Morto e outros manuscritos posteriores, há diferenças significativas de grafia”. Para o irmão Hunt, as diferenças constatadas tornam o “código” inválido, pois qualquer diferença na grafia alteraria o que está contido no manuscrito original, do qual ninguém tem cópia’4.


CONCLUSÃO

Somos tomados de profunda tristeza ao ver o que o ser humano sem Deus é capaz de fazer com a Bíblia. Inventa códigos secretos, rejeitando-a por achá-la esquisita e antiquada; isso porque a sua mensagem não se ajusta com precisão àquilo que o homem moderno pensa que sabe. Tais pessoas são semelhantes aos descritos por Jesus em Mateus 13:13-15 e em Marcos 8:18, como que ouvem, mas nunca entendem e vêem mas nunca enxergam.
Caro amigo, eu gostaria de fazer um grande desafio à você, aliás, o mesmo que foi feito pelo pastor britânico, chamado J.C. Ryle, há cem anos e que é inteiramente relevante para sua vida: “Tu vives num mundo onde tua alma corre um perigo constante. Os inimigos te cercam por todos os lados. O teu próprio coração é enganador Os maus exemplos são numerosos. Satanás está sempre trabalhando para desanimar-te. Acima de tudo, porém, abundam as falsas dou­trinas e os falsos mestres de todo tipo. Esse é o teu grande perigo.
Para permanecer em segurança, precisas estar bem armado. Precisas tomar nas mãos as armas que Deus te deu para tua defesa. Precisas entesourar na mente as Sa­gradas Escrituras. Isso é estar bem armado.
Arma-te, pois com um completo conhecimento da Palavra escrita de Deus. Lê a tua Bíblia com regularidade. Torna-te familiar com a tua Bíblia.. .Negligencia a tua Bíblia, e nada do que conheço pode guardar-te do erro, se algum convincente defensor de falsos ensinos porventura te abordar. Estabelece como regra não acreditar em coisa alguma, exceto naquilo que pode ser provado nas Escrituras. Somente a Bíblia é infalível… Tu realmente usas tua Bíblia, tanto quanto deverias?
Hoje em dia, há muitas pessoas que crêem na Bíblia, mas que a lêem muito pouco. A tua consciência segreda-te que és uma dessas pessoas?
Se isso acontece contigo, então és uma daquelas pessoas que provavelmente, obterão bem pouca ajuda da parte de Deus em tempos de necessidade. A provação é uma experiência esclarecedora… Tua reserva de consolos bíblicos, algum dia desses, pode estar muito baixa.
Nesse caso, tu és a pessoa que provavelmente não conseguirá firmar-te na verdade. Eu não ficaria surpreso se viesse a ouvir que andas perturbadas com dúvidas e indagações acerca da segurança
da salvação, da graça, da fé, da perseverança… O diabo é um anti­go e astucioso adversário. Ele é ca­paz de citar as Escrituras com grande prontidão, quando quiser Por en­quanto, não estás suficientemente preparado para combater o bom combate contra Satanás.. .A espada pende frouxamente na tua mão.
Se isso acontece contigo, és a pessoa que provavelmente cometerá muitos erros na vida. Eu não ficaria surpreso se me contassem que tens enfrentado problemas no teu casamento, com os teus filhos, com a tua conduta de teus familiares e com as pessoas com quem te associas. O mundo pelo qual guia o barco da tua vida está cheio de rochas, baixios e bancos de areia. Tu não estás suficientemente familiarizado com cor­tas marítimas e com faróis.
Se esse é o caso, tu és a pessoa que provavelmente acabará sendo desviada, durante algum tempo, por algum falso mestre. Eu não me ad­miraria se ouvisse que uma dessas pessoas espertas e eloqüentes, capaz de fazer uma convincente exposição de suas idéias, está te desviando para o erro. Tu estás precisando de lastro (a verdade de Deus); e, nesse caso, não me admirarei se fores lançado para cá e para lá, como um pedaço de cortiça sobre as ondas.
Todas essas são situações desconfortáveis. Quero que escapes de todas elas. Aceita o conselho que estou te dando aqui. Não fiques apenas lendo a Bíblia aos poucos — mas lê em grande quantidade… Lembra­te dos teus muitos inimigos. Arma-te!”


(Extraído Revista DF número 18 )
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Anjos Caídos, Nomes e suas atribuições

Anjos Caidos
A hierarquia do mal é dividida em Reinos, Principados, Domínios... seguindo o exemplo da cabala dos anjos.

Há demônios patronos e governantes de países e regiões, do mesmo modo que há santos e anjos celestes patronos e padroeiros.

Os demônios se organizam em bandos ou legião.

Os nomes e atribuições aqui relacionados estão baseados nas tradições cristãs e mulçumanas, podendo variar de acordo com seitas e outros grupos de pesquisadores.

ASTAROTH: Ex-querubim celeste, sua função é a do controle do inferno.

ASMODEUS: Demônio hebreu, seu domínio é a ira e a luxúria.

ABRAMALECH: Demônio guardião e servo de Lúcifer.

ARIMÃ: Príncipe de uma legião de demônios, tradição persa.

BAALLBERITH: Demônio do assassinato e da blasfêmia, ex-líder dos querubins celeste, braço direito de Lúcifer.

BELIAL: Demônio da loucura e arrogância. Um dos demônios do apocalipse

BESTA DO APOCALIPSE: Demônio que terá seu reino no apocalipse, assim como Belial. Alguns acreditam que A Besta do Apocalipse e Belial irão se unir no fim dos tempos, formando assim um único ser.

BELZEBU: Príncipe dos demônios e senhor das Moscas é um dos governantes do inferno, seu domínio é o orgulho. É considerado a encarnação do mal absoluto. Era um antigo deus do Mediterrâneo oriental.

DEMÔNIOS: Anjos caídos, também chamados de: INÍQUOS,  ESPÍRITOS INÍQUOS, ANJOS DE LUZ.

DINJs: Tipo de demônio, anjos caídos, gênios contrários, gênio. Dependendo da tradição, existem Dinjs do fogo, água, ar e terra.  Seus domínios são; desejo e ambição.

GÊNIOS CONTRÁRIOS: Tipos de demônios, anjos caídos, com domínios contrários aos dos anjos celestiais.

IBLIS: Senhor do inferno, tradição mulçumana.

LEVIATÃ: Príncipe dos demônios, seu domínio é a heresia.

LÚCIFER: O rei do inferno, ex-arcanjo de Deus, líder da rebelião dos anjos contra o domínio único de Deus.

NERGAL: Poderoso demônio sumeriano. Na tradição cristã assumiu o comando de policiamento.

PAZUZU: Rei dos Espíritos malignos, ele pode possuir o corpo de um ser humano, possessão.


Diabo, estes nomes são usados frequentemente para referi-lo:


Asmodeus 



Azazel 



Belzebu 

Cadreel



Demo 


Lúcifer 



Mastema 



Mefistófeles 

Satã



Satanãs 


Sier



Apesar de diversificado, na demonologia clássica, alguns desses nomes referem-se a entidades diferentes, os Arquidemônios. Esses são antigos arcanjos que decidiram seguir a Lúcifer.


Representam os pecados capitais:



Abramalech - Arquidemônio que representa a avareza. 



Asmodeu - Arquidemônio que representa a luxúria. 


Astaroth - Arquidemônio que representa a inveja. 

Baalberith - Arquidemônio que representa gula. 

Belial - Arquidemônio que representa a ira. 

Nergal - Arquidemônio que representa a soberba. 

Pazuzu - Arquidemônio que representa a preguiça. 

Outros nomes:

Ahriman - Demônio mazdeano. 

Apollyon - Sinônimo grego para Satan, o arquidemônio. 

Baphomet - Adotado pelos templários como símbolo de Satan. 

Beherit - Nome sírio para Satan. 

Bile - Deus celta do inferno. 

Demogorgon - Nome grego para Demônio,( diminutivo Gorgo ). 

Drácula - Nome romeno para demônio. 

Emma-O - Regente japonês do inferno. 

Nomes populares do Diabo: 

Aquele que Desvia 
Aurelinho 
Azarape 
Bajujo


Beiçudo 

Cabrunco 

Cão 

Canhoto 

Capa-Verde 

Capeta 
Capiroto 
Chifrudo
Coisa-Ruim 
Cramulhão 
Crinado 
Danado 
Demo 
De trás da porta 
Dos Quintos 
Encardido 
Espírito-de-Porco 
Excomungado 
Ferra-Brás 
Guaxumão 
Indesejado 
Lá de baixo 
Mau


Medonho 

Mefisto 

O que nunca se ri

Pai da Mentira 

Pastor Negro 

Pé Cascudo 

Pé-de-Bode 

Pé-Preto 

Pedro Botelho 
Peneireiro 
Príncipe, Rei ou Senhor das Trevas 
Príncipe, Rei ou Senhor dos Infernos 
Rabo-de-Seta 
Ranheta 
Renegado 
Sarnento


Satã 

Satanás 

Sete-peles 

Temba 

Tinhoso

Traidor 

Tranca-Rua 

Wilson 

Zarapelho

Fonte(s): http://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_dos_n…

Para saber mais sobre anjos caídos leia o livro de Enoque neste link: Livro de Enoque - Excelente Remodelado
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Objetos trazem Maldições e possessões, livre-se de tudo que veio de pessoas suspeitas



1. IMAGENS DE IDOLATRIA

“ E de tudo o que vos tenho dito guardai-vos: e do nome de outros deuses nem vos lembreis, nem se ouça da vossa boca. (Êxodo 23:13) 
Se você tem estátuas de Buda e outros deuses orientais, Máscaras Africanas, Deuses gregos, Dragões, Pinturas de templos pagãos, Nudismo, Pinturas satânicas, Mesquitas muçulmanas, Santos Católicos, isso são coisas que não agradam a Deus.

Grande parte dos Santos Católicos são adaptações de deuses pagãos ao catolicismo e são cultos dos quais o cristão se deve afastar.

2. LIVROS FILMES E REVISTAS DE OCULTISMO E “NEW AGE”

Se você tem em seu poder livros, filmes ou revistas que glorificam ao diabo livre-se disso!

Enciclopédias de Ciências ocultas, livros sobre magia, o livro de São Cipriano, Livros sobre reencarnação, Rosa Cruz, Mormóns, Hare Krishna, livros de Astrologia, filmes de pornografia, de Karaté, de terror, queime tudo isso.

A Bíblia mostra que essa foi a prática da Igreja Primitiva: “muitos dos que praticaram artes mágicas trouxeram os seus livros, e os queimaram na presença de todos,e, feita a conta o seu preço montava a cinqüenta mil moedas de prata” (Atos 19:19)

3. FESTAS PAGÃS E RITUAIS PROIBIDOS

O Carnaval, Halloween, as festas do “Espírito Santo”, Festas de Santos Padroeiros são coisas que o cristão não deve praticar nem deve deixar que os seus filhos se envolvam.

Corte amizades com as pessoas que o tentam a envolver-se nestas práticas.
Se você quer mesmo ir para o Céu deve fazer o que Deus diz e não aquilo que o diabo quer que você faça! “mas quanto aos tímidos (em falar de Jesus), e aos descrentes, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos devassos, E AOS FEITICEIROS, E AOS IDÓLATRAS, e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago que arde com fogo e ênxofre; o que é a segunda morte (Apocalipse 21:8)
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A VERDADE SOBRE O INFERNO



OBVIAMENTE, a doutrina básica por trás da crença na punição após a morte é a crença de que a pessoa em si realmente não morre quando o corpo carnal morre, mas que algo — muitas vezes chamado de alma — sobrevive à morte do corpo. Tal crença, como vimos no artigo anterior, remonta aos primitivos sumerianos e babilônios, na Mesopotâmia. Mais tarde foi adotada pelos gregos, cujos filósofos, como Platão, poliram a teoria. Essa sua refinada teoria dualística de “corpo e alma” tornou-se parte da crença judaica apóstata.

Quando foi que os cristãos professos adotaram a crença em tal vida após a morte? Certamente não foi durante os dias de Jesus e seus apóstolos. A enciclopédia francesa Universalis diz: “O [apócrifo] Apocalypse of Peter [Apocalipse de Pedro, 2.° século EC], foi a primeira obra cristã a descrever a punição e as torturas de pecadores no inferno.”

De fato, parece que entre os primitivos pais da igreja havia muito desacordo a respeito do inferno. Justino, o Mártir, Clemente de Alexandria, Tertuliano e Cipriano eram a favor de um inferno ardente. Orígenes tentou dar ao inferno um cunho remediador, afirmando que os pecadores no inferno por fim seriam salvos. Ele foi seguido em maior ou menor grau por Gregório Nazianzeno e Gregório de Nissa. Agostinho, porém, acabou com tais conceitos brandos a respeito do inferno. Em seu livro Early Christian Doctrines (Primitivas Doutrinas Cristãs), o professor de Oxford J. N. D. Kelly escreveu: “Por volta do quinto século a rigorosa doutrina de que os pecadores não terão uma segunda oportunidade após a vida, e que o fogo que os devorará jamais se extinguirá, prevalecia em toda a parte.”

Quanto ao purgatório, o livro Orfeu — Uma História Geral das Religiões diz: “Sto. Agostinho sustentara que havia um estado intermediário de provação entre a felicidade futura e a condenação eterna, ou seja, a purificação das almas por fogo. Trata-se da doutrina órfica [grega pagã] e virgiliana [romana pagã] do Purgatório: os Evangelhos nada falam sobre isso. . . . A doutrina do Purgatório. . . foi formulada no sexto século, e proclamada dogma da Igreja pelo Concílio de Florença (1439).” A Nova Enciclopédia Católica admite: “A doutrina católica do purgatório se baseia na tradição, não na Sagrada Escritura.” Com respeito ao Limbo, o cardeal Ratzinger, de Roma, admite que é “apenas uma hipótese teológica”.

Nenhuma Punição Após a Morte

Mas, o que dizer da Bíblia? Diz ela que a alma sobrevive ao corpo na morte e que pode, portanto, ser punida num inferno ou purgatório ardente? A Nova Enciclopédia Católica diz: “A noção de uma alma que sobrevive à morte não é prontamente discernível na Bíblia. . . . A alma no V[elho] T[estamento] não significa parte do homem, mas sim o homem inteiro — o homem qual ser vivente. Similarmente, no N[ovo] T[estamento] ela significa a vida humana: a vida de um indivíduo.”

Assim, a premissa básica para a punição após a morte cai por terra. A Bíblia declara: “A alma que pecar, essa morrerá.” (Ezequiel 18:4, Matos Soares, tradução católica) Declara também: “O estipêndio [salário] do pecado é a morte.” (Romanos 6:23, So) Por conseguinte, quando a Bíblia fala de iníquos que acabam na “Geena”, no “fogo eterno” ou “no lago de fogo”, está meramente usando linguagem simbólica para dizer que eles sofrem a morte permanente, “a segunda morte” — Mateus 23:33; 25:41, 46; Revelação (Apocalipse) 20:14; 21:8; compare com 2 Tessalonicenses 1:7-9.

Esvazia-se o Inferno Através da Ressurreição

É, portanto, quente o inferno? Não, segundo a Bíblia. Deveras, as palavras hebraica e gregas traduzidas em algumas Bíblias como “inferno” meramente designam a sepultura comum de humanos mortos. Não é um lugar quente de tormento. É, em vez disso, um lugar de descanso, do qual os mortos sairão na ressurreição. (Eclesiastes 9:10; Atos 24:15) Oscar Cullmann, professor da Faculdade de Teologia da Universidade de Basiléia, Suíça, e da Sorbonne, em Paris, fala da “radical diferença entre a expectativa cristã da ressurreição dos mortos e a crença grega na imortalidade da alma”. Ele diz, com acerto, que “ter o cristianismo posterior produzido uma ligação entre as duas crenças. . . de fato não é ligação alguma, mas sim a renúncia de uma [a doutrina bíblica da ressurreição] em favor da outra [a crença pagã na imortalidade da alma humana]”.

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Nefilins, Como nos dias de Noé


COMO NOS DIAS DE NOÉ: O RETORNO DOS NEFILINS!





São alienígenas e abduções alienígenas que a Bíblia trata? 

Quem ou o que são os "Nefilim" no livro de Gênesis? 

Eles ainda estão aqui? 

UFOs são reais? 

O que significa a frase "como os dias de Noé" ? 

Será que esses Nefilim desempenharão um papel de engano em massa no fim dos tempos ?

Junte-se ao Apocalink e  exploraremos este assunto controverso, e daremos um contexto bíblico para o fascínio moderno de aliens e UFOs.



A ORIGEM



Um dos pontos importantes que Jesus fez a respeito de Seu segundo retorno, foi que esta ÉPOCA terá uma semelhança com os dias de Noé.

''E, como foi nos dias de Noé, assim será também a vinda do Filho do homem''. Mateus 24:37

O ano é 2.348 a.C., época do dilúvio de Noé. 

O capítulo 6 de Gêne­sis nos dá uma revelação surpreendente.

Como se foram multiplicando os homens na Terra, e lhes nasce­ram filhas, vendo os filhos de Deus que as filhas dos homens eram formosas, tomaram para si mulheres, as que, entre todas, mais lhes agradaram...

Ora, naquele tempo havia gigantes (Nephilim) na Terra; e tam­bém depois, quando os filhos de Deus possuíram as filhas dos ho­mens, as quais lhes deram filhos; estes foram heróis, homens de renome, na antiguidade.
Gênesis 6:1, 2, 4

Somos informados de que os "filhos de Deus" viram as filhas dos homens e as tomaram por esposas. 

Quem são esses "filhos de Deus" e de onde vieram? Nossa primeira tarefa é coletar toda informação sobre es­ses indivíduos e permitir que os dados recolhidos determinem nossas conclusões.

O termo "filhos de Deus" ocorre oito vezes no Antigo Testamento. Examinemos algumas dessas ocorrências. 

A que se segue é extraída de um debate entre Iahweh (Deus) e Jó.

Onde estavas tu, quando eu lançava os fundamentos da Terra? 

Quem lhe pôs as medidas, se é que o sabes? 

Ou quem estendeu sobre ela o cordel?

Sobre que estão fundadas as suas bases ou quem lhe assentou a pe­dra angular, quando as estrelas da alva, juntas, alegremente can­tavam, e rejubilavam todos os filhos de Deus?Jó 38:4-7

Nesse debate entre Iahweh e Jó há uma referência óbvia ao tempo da criação do mundo. Nesse contexto, "Filhos de Deus" refere-se ao que chamamos anjos, que são seres espirituais criados. 

E sempre que a ex­pressão ocorre no Antigo Testamento, o significado é esse.
Fazendo dos ventos os teus mensageiros, das chamas de fogo os teus ministros.Salmo 104:4

Isso também é válido para o Novo Testamento:

Ora, a qual dos anjos jamais disse: "Senta-te à minha direita..." 

Não são todos eles espíritos servidores...Hebreus 1:13,14

No Livro de Daniel, capítulo 3:24, 25, lemos que três homens foram lançados em uma fornalha ardente pelo rei Nabucodonosor que então ...
... se levantou depressa, e disse aos seus conselheiros: 

"Não lan­çamos nós três homens atados dentro do fogo? Eu, porém, vejo quatro homens soltos, que andam dentro do fogo... e o aspecto do quarto é semelhante a um filho de Deus."

Nabucodonosor prossegue falando:

"Bendito seja o Deus de Sadraque, Mesaque e Abedenego, que en­viou o Seu anjo e livrou os Seus servos que confiaram nele..."Daniel 3:28

Do que foi dito acima, fica claro que o ser que acompanhava os três homens no fogo, e que foi chamado filho de Deus, no versículo seguinte é chamado "anjo".

Nesta citação seguinte do Livro de Jó observamos uma reunião dis­tante de seres celestiais:

Num dia em que os filhos de Deus vieram apresentar-se perante o Senhor, veio também Satanás entre eles.Jó 1:6

No texto hebraico, a palavra anjo é malak. No grego, é aggelos

Mas, a meu ver, uma tradução mais exata dessas palavras hebraica e grega é emissário ou mensageiro. 

A palavra anjo ocorre mais de 300 vezes no An­tigo e no Novo Testamento. 

Em todos esses locais, a palavra emissário ou mensageiro seria uma tradução melhor, visto que a palavra anjo confun­diu e distorceu nossa compreensão. 

Ou seja, quando essa palavra é em­pregada, nós imediatamente evocamos a imagem de um querubim nu com asas pequeninas e sem genitália flutuando no ar inocentemente, por­tando arco e flecha. 

Ou a imagem de um ser grande e glorioso com asas enormes que se projetam de algum lugar dentre suas escápulas e ilumi­nadas por trás por um holofote!

Nada poderia estar mais longe da verdade. 

Mais à frente, neste tra­balho, apresentarei uma avaliação mais detalhada desses mensageiros ou emissários. 

Mas para que não percamos o foco do que estamos discutin­do no momento, é suficiente dizer que esses mensageiros sempre apare­cem como homens. 

Comem, bebem e são confundidos com seres humanos comuns. 

Alguns são identificados por nome e também são cha­mados de homens. 

Portanto, têm a nossa aparência. 

Usam roupas e po­dem falar como nós. 

Mas voltemos ao tema do qual tratávamos. 

Em Gênesis 6:2 está escrito:

Vendo os filhos de Deus que as filhas dos homens eram formosas, tomaram para si mulheres, as que, entre todas, mais lhes agradaram.

Nessa passagem, mais uma vez fica claro que há uma distinção entre as "filhas dos homens" de um lado, e os "filhos de Deus" do outro.

O que esse versículo está insinuando é que esses "filhos de Deus", que foram seres sobrenaturais criados, tiveram relações sexuais com mu­lheres humanas comuns e geraram filhos. Mas não se tratava de uma pro­le comum.

Ora, naquele tempo havia gigantes (Nephilim) na Terra; e também depois, quando os filhos de Deus possuíram as filhas dos homens, as quais lhes deram filhos; estes foram heróis, homens de renome, na antiguidade.
Gênesis 6:4

A palavra hebraica que significa gigantes nesse versículo é Nephilim, da raiz naphal, que significa cair. 

Portanto, os descendentes desses se­res sobrenaturais com mulheres humanas são chamados gigantes ou Nephilim, que significa os caídos. 

Também os homens-espírito são cha­mados de Nephilim, pois eles caíram em desgraça, caíram do Céu e caíram na Terra.

No decorrer desta série investigaremos por que esses seres sobrenatu­rais ou mensageiros tornaram-se "caídos". 

Mas para não nos desviarmos destes enigmas à nossa frente continuaremos com o estudo dos Nephilim e seu impacto na sociedade daquela época.

Nas passagens acima citadas, o leitor terá observado que essas in­vestidas ocorreram em duas ocasiões, ou seja:

Naquele tempo havia gigantes (Nephilim) na Terra; e também de­pois.

"Naquele tempo" refere-se aos dias de Noé. 

A expressão "e também de­pois" diz-nos que esses Nephilim também estavam na Terra depois do Dilúvio.

Portanto, essas duas investidas de seres sobrenaturais caídos contra mulheres ocorreram antes do Dilúvio e novamente algum tempo depois.

Temos muita informação a respeito desses gigantes quando habitaram a Terra àquela época. 

Depois de examinarmos os sinais relativos a eles, voltare­mos à investida anterior e discutiremos os indícios de como eles deixa­ram sua marca na civilização antiga àquela época.

Os anjos que pecaram

Há uma grande quantidade de  revelações na Bíblia sobre os anjos. 

Eles podem aparecer em forma humana,eles falam com os homens, comeram a  comida dos homens, são capazes de combate físico direto,alguns são as  principais forças por trás das potências mundiais. 

Eles não se casam (no Céu), mas, aparentemente, são (ou eram) capazes de fazer  muito mal.

Os estranhos acontecimentos de Gênesis capítulo 6 são também referidos no Novo Testamento. Pedro refere-se a eventos que precederam o dilúvio de Noé:
"Porque, se Deus não poupou os anjos que pecaram, mas lançou-os no inferno, os entregou às cadeias da escuridão, ficando reservados para o juízo ..." 2 Pedro 2:4
(Pedro  usa o termo tártaro, Aqui traduzido como inferno. 

Este é um termo grego para "morada escura da aflição, o poço das trevas no mundo invisível." Ilíada de Homero retrata como  tártaro "Como muito abaixo, hades é assim como a terra está abaixo do céu ...")
Além disso, em Judas, menciona-los:
"E aos anjos que não guardaram o seu principado, mas deixaram a sua própria habitação, ele os tem reservado em prisões eternas na escuridão para o juízo do grande dia. Assim como Sodoma e Gomorra, e as cidades da mesma maneira, dando-se sobre a prostituição, e ido após outra carne, foram postas por exemplo, sofrendo a vingança do fogo eterno. " Judas 6,7.
Escritura adverte contra interferências do  mundo espiritual. 

O castigo  dos anjos que pecaram  enfatiza  a gravidade da apostasia: seres de uma ordem mais elevada do que a nossa terem sidos arremessados  em um lugar escuro de confinamento, onde permanecerão por milhares de anos. 

Deus não mudou sua atitude para com eles; tempo não atenuou a gravidade do seu pecado. Falsos mestres são pré-selecionados para a  condenação.

A maioria das pessoas, incluindo estudantes sérios(e auto-didatas) da Bíblia não têm conhecimento das circunstâncias peculiares que levaram ao Dilúvio de Noé

Isto tem sido amplamente mal compreendido durante séculos. 

Estas coisas estranhas e críticas nestes  acontecimentos estão entre os assuntos mais controversos dentre os estudiosos .

Os motivos  para o dilúvio


Foi a infusão desses seres estranhos na condição humana que trouxe o Dilúvio de Noé. 

O Dilúvio foi precedida por quatro gerações de profetas que  avisaram  do julgamento vindouro: 

Enoque, Matusalém, Lameque, e Noé.

Parece que isso era parte do estratagema de Satanás para corromper a linha de Adão para evitar o cumprimento da redenção messiânica. 

Noé era aparentemente o único em sua genealogia que ainda estava incorrupto.

Os estranhos acontecimentos que levaram à inundação são também, em alusão a antigas mitologias. 

As lendas dos  "titãs" gregos- parte terrestres, em parte celestiais- abraçam essas mesmas memórias.(O  titã grego é lingüisticamente ligado ao caldeu Sheitan, no hebraico Satan.)

Para examinar este período surpreendente da pré-história , precisamos examinar os eventos precedentes como registrado em Gênesis, capítulo 6:

''Sucedeu que, quando os homens começaram a multiplicar-se sobre a terra, e lhes nasceram filhas, viram os filhos de Deus que as filhas dos homens eram formosas; e tomaram para si mulheres de todas as que escolheram.''

''Havia naqueles dias gigantes na terra; e também depois, quando os filhos de Deus tiveram relações sexuais com as filhas dos homens e delas geraram filhos; estes eram os valentes que houve na antiguidade, Eles foram os heróis do passado, homens famosos'' Gênesis 6:4

A passagem acima citada descreve as circunstâncias estranhas que levaram ao desastre cataclísmico do famoso dilúvio de Noé . 

O termo hebraico traduzido por "filhos de Deus" é Ha B'nai Elohim, um termo usado de forma consistente no Antigo Testamento para ''anjos''.

Quando a Torá no hebraica(que naturalmente inclui o livro de Gênesis) foi traduzida para o grego no século III antes de Cristo (dando-nos o que é conhecido como a tradução Septuaginta), esta expressão foi traduzida anjos. Com o benefício dos melhores especialistas no momento(Google, Internet.,etc) e que por trás desta tradução tem um grande peso e foi um dos mais amplamente citados pelos escritores do Novo Testamento.

O livro de Enoque(Que é citado na bíblia como referencia) também claramente trata esses acontecimentos estranhos como envolvendo anjos. 

Embora este livro não seja considerado uma parte do cânone "inspirado", o livro de Enoque era respeitado por ambos os rabinos e por autoridades cristãs de cerca de 200 aC até de cerca de 200 dC e é útil para autenticar o uso lexicológico e confirma as crenças aceitas daquele período.
O livro de Enoque afirma:

E aconteceu depois que os filhos dos homens se multiplicaram naqueles dias, nasceram-lhe filhas, elegantes e belas.

E quando os anjos,  os filhos dos céus, viram-nas, enamoraram-se delas, dizendo uns para os outros: Vinde, selecionemos para nós mesmos esposas da progênie dos homens, e geremos filhos.

E elas (as mulheres) ficaram grávidas e deram à luz gigantes, e devoraram ​​a humanidade. 

Cuja estatura era de trezentos cúbitos. 

Estes devoravam tudo o que o labor dos homens produzia e tornou-se impossível alimentá-los; então eles voltaram-se contra os homens, a fim de devorá-los; e começaram a ferir pássaros, animais, répteis e peixes, para comer sua carne, um depois do outro,  e para beber seu sangue.(Enoque 6: 1-2, 7:1-6)


A passagem bíblica do Gênesis refere-se a seres sobrenaturais invadindo o planeta Terra e ''pegando'' "as filhas dos homens"= "Benote Adam," em hebraico, literalmente "as filhas de Adão" referente aos descendentes naturais femininos da humanidade. 

Estes pecadores, aparentemente sobrenaturais, acasalaram-se com as mulheres humanas e produziram descendentes, sobre-humanos!

O termo traduzido "Gigante" vem apartir da palavra hebraica "Nefilim", e significa literalmente "Os caídos" (Do verbo nephal, Para cair

Na tradução da Septuaginta, o termo usado foi "gigantes" ou nascidos da terra 

Eles também são chamados "Hag Bibborim" que significa os poderosos, ou herói, ou homens-chefe." 

Antes de prosseguir, um esclarecimento teológico extremamente importante deve ser feita ...

Jesus afirmou: "Porque na ressurreição nem se casam nem se dão em casamento, mas são como anjos de Deus no céu." (Mt 22:30-31, Marcos 12:25)

O que algumas pessoas não entendem, nem querem realmente tratar, é a forma como os anjos caídos que deixaram sua morada no céu poderiam ter relações sexuais com as filhas de Eva (Judas 1:6-7)

É muito simples quando você entende que o apóstolo Paulo escreveu que os anjos têm o poder de mudar a sua forma, e até mesmo aparecer como um anjo de luz (2 Coríntios 11:14) anjos caídos têm a capacidade de  transformar  e mudar o seu tamanho de acordo como quiserem, são transmorfos.

Eles possuem a habilidade de transformar a energia em matéria! 

Isso pode ser visto em Êxodo quando os feiticeiros de Faraó transformaram suas varas em serpentes. (Ex 7:11-13) "Mas Faraó também chamou os sábios e os feiticeiros, assim os magos do Egito, Eles também fizeram o mesmo com os seus encantamentos

Cada homem jogou a sua vara, e elas se TRANSFORMARAM em serpentes. 

Mas a vara de Arão tragou as varas deles. 

E o coração de Faraó se endureceu, e ele não prestou atenção deles, como o Senhor tinha dito.

APARTIR DAÍ FICA FÁCIL ENTENDER O MISTÉRIO EM QUE UMA ESTÁTUA VAI FALAR EM APOCALIPSE,A IMAGEM QUE FALA SERÁ  A TERCEIRA PESSOA DA TRINTADE DIABÓLICA.

O que torna todo este assunto ainda mais ainda mais surpreendente é que todas as grandes civilizações, com seus mitos e lendas traçam na sua compreensão da história uma  volta ao tempo em que os deuses tinham relações sexuais com as filhas dos homens produzindo uma prole gigantesca que se tornaram a figuras lendárias da história! 

Os semideuses gregos , ao longo mitologia grega, encontra-se em relações entre deuses e mulheres , que renderam semi-deuses, meio homem e Titãs, ou heróis que foram parte terrestres e em parte celestiais. Sendo que Hércules é um bom exemplo disto.



A LINHAGEM DE SETH

À luz da análise histórica dos Nefilins, muitos estudiosos eram capazes de manter uma visão diferente da conjeturada "linhagem de Seth. 

Muitos estudantes da Bíblia foram ensinados que Gênesis 6 refere-se a uma falha em manter a linha de fiéis de Seth separada da linha mundana de Caim.

Esta ideia é avançada, que após Caim matar Abel, a linha de Seth manteve-se fiel, enquanto a linhagem de Caim tornou-se descrente e rebelde. Os "filhos de Deus" são considerados referindo-se à linha de Seth, "as filhas dos homens" para a linha de Caim, e os casamentos resultaram na turva separação entre eles. (Por que a prole resultante é chamadas de Nephilim, ainda está sem qualquer propósito claro).

A igreja primitiva viam os B'nai Elohim como os anjos até o  final do século IV: Justino, Atenágoras, Cipriano, Eusébio, etc e tal. (Também Josephus, Philo, Judeaus, e a relação Apochrypha  neste ponto de vista).

Celso e Juliano, o Apóstata exploraram mais velha crença comum de atacar o cristianismo. 

Cirilo de Alexandria, em sua resposta, repudiou a posição ortodoxa. Julius Africanus (um contemporâneo de Orígenes) introduziu a teoria de que os "filhos de Deus" simplesmente se refere à linha genealógica de Seth, que estava  empenhada em preservar a verdadeira adoração de Deus.

Aparentemente mais atraente, a "teoria setista" prevaleceu na Igreja Medieval, e muitos ainda sustentam essa visão.

Essa visão, entretanto, tem vários problemas sérios. 

Não há nenhuma indicação de que o setistas foram distinguidos pela piedade, pois eles não foram isentos da taxa de maldade geral que trouxe o dilúvio. 

Na verdade, filho de Seth, Enos foi quem introduziu a apostasia neste mundo. 

Isto é mascarada por uma má tradução de Gênesis 4:25, que devemos ler:
"... Então os homens começaram a profanar o nome do Senhor ".
Além disso, quando os fiéis se casaram com o infiéis, eles não deram o nascimento à prole não natural! 

E as "filhas dos homens" não foram diferenciados.  

Todos foram destruídos.

(Aliás, os Nephilins não foram  completamente exterminados com o dilúvio. Gênesis 6:4 menciona ",... E também depois ..."Nós encontramos os filhos de Anaque, o Anakim, Mais tarde, no Antigo Testamento).

NÃO EXISTE PRECEDENTE BIOLÓGICO DE QUE A RELAÇÃO ENTRE UM CRENTE, UM HOMEM DE DEUS E UM ÍMPIO RESULTE EM UM FILHO DE 3 METROS!(RISOS)

Os filhos de Seth e as filhas de Caim tem uma interpretação obscurecida na antítese gramatical entre os filhos de Deus e as filhas de Adão. a Tentativa de IMPOR esse ponto de vista ao texto irá contra os séculos de entendimento do texto hebraico entre os estudiosos rabínicos.


Além disso, o termo "filhas de Adão" não denota uma restrição à linhagem de Caim, 
indica que muitos dos descendentes de Adão parecem ter sido envolvidos. 

Na verdade, essas "filhas" são as mesmos mencionadas anteriormente na mesma frase! Os filhos de Adão eram inocentes? Por que não foram poupados do DILÚVIO?


Direto ao ponto:  a procriação por pais de diferentes do pontos de vista religioso, não produz descendência natural de super heróis. 

Se Crentes se casam com incrédulos podem produzir "monstros", mas dificilmente sobre-humanos, crianças não naturais! 

A antítese lexicológica claramente pretende estabelecer um contraste entre os "anjos" e a mulher da terra(Natural).

Agora, chegamos à linha de fundo, pronto pra fazer o cruzamento em direção ao gol:


Satanás e seus anjos caídos procuraram corromper linhagem(genes) da raça humana. 

Era sua intenção evitar sua condenação e destruição, tentando impedir o Salvador prometido ao mundo, que no futuro iria de nascer (Gênesis 3:15). 

Não se esqueçam do acontecimento de um Espírito(Deus)se unir a uma mulher da terra(Maria) gerou um super humano(Jesus). 

Satanás quis contaminar o dna humano para que através disto não nascesse Jesus, assim ele não seria julgado e jogado ao inferno!

Satanás foi tão bem sucedido em corromper a linhagem humana que apenas oito almas tiveram sucesso em sobreviver. 

Gênesis 6:8-13 declara que Noé era um homem justo que foi perfeito em sua geração, ou seja, Noé e sua família foram os descendentes apenas de Adão e Eva que não tiveram suas linhagens poluída pelos anjos caídos.

Para ser franco, houve um problema genético! 

Satanás e seus anjos caídos tinham sexualmente corrompido todos aqueles destruidos no dilúvio , exceto Noé e sua família e os animais escolhidos a dedo que Deus trouxe pra arca!

Jesus deixou bem claro que durante os últimos dias, ou o tempo de Sua segunda vinda, os dias imitariam os dias de Noé. 

O diabo e seus anjos caídos e os espíritos imundos, juntamente com os seus homólogos humanos(ILLUMINATI) dispostos agora estão usando a engenharia genética e abduções alienígenas(POSSESSÕES DEMONÍACAS) para reproduzirem um híbrido humano(ANTICRISTO) como foi nos dias de Noé.

A famosa'' abdução'' de Bettye Barney Hill , em 1961, é um caso clássico de experimentação humana. 

Os Hills foram levados para quartos separados durante seus exames. 

Esses "testes" era procedimentos o físico como mental. 

Como parte destes testes, as amostras de pele, cabelo e unhas foram tomadas. Betty tinha uma longa agulha inserida no seu umbigo, e foi dito que era um teste de gravidez. 

Sob coação, Barney falou que ele tinha dado uma amostra de sêmen. 

Relatos de bebês que estão sendo tomados desde o ventre de sua mãe são comuns nestes sequestros(abduções). 

Alguns têm testemunhado que viram seu próprio filho a bordo de naves espaciais.

Estamos testemunhando o que Jesus falou claramente sobre o que acontecerá durante os últimos dias? 

Eu realmente acredito que um engano cósmico está prestes a se desenrolar. O apóstolo Paulo advertiu a Igreja com sinceridade em Tessalônica:

''Não deixem que ninguém os engane de modo algum. Antes daquele dia virá a apostasia e, então, será revelado o homem do pecado, o filho da perdição.
Este se opõe e se exalta acima de tudo o que se chama Deus ou é objeto de adoração, a ponto de se assentar no santuário de Deus, proclamando que ele mesmo é Deus.''(2 Ts 2:3-4)

A palavra caindo no grego é "apostasia" e significa abandonar, um abandono da verdade (apostasia). 

Estou preocupado que uma vez que esses OVNIs e seus ocupantes estejam se revelando intensamente em todo o mundo, as tvs , e os filmes de proganda massiva levam ao público este condicionamento, o que vai iniciar uma mudança de paradigma na espiritualidade de todos, fazendo com que não sigamoso Evangelho de Jesus Cristo, mas sim seguir o "Evangelho Segundo o ET!" 

Todos estes envolvimentos com "aliens" são demoníacos e são apenas outro acontecimento precursor do fim dos tempos. 

Alguns também acreditam que o futuro líder mundial (para mais informações sobre o Líder Mundial consulte em nosso blog apocalink o estudo sobre o APOLION) poderá  surgir de uma "conexão alienígena. 

O que é muito consistente com o que podemos inferir a partir das Escrituras.

(O limitador, Restringidor(Ou aquele que ''Resiste'', ou ''RESISTÊNCIA'' mundial do Espírito Santo, lá em II Tessalonicenses 2) pode ser muito mais restritivo do que podemos suspeitar! 

Quando ele for removido, o mundo todo terá algumas surpresinhas!

Nesse meio tempo, quais são as nossas armas de proteção contra tais coisas? 

O que devemos fazemos, na verdade, é "lutar não contra a carne e o sangue, mas contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as exércitos espirituais da maldade nos lugares celestiais.

Nossa armadura está bem definido em Efésios 6:10-17.

O despreparados terão algumas surpresas desagradáveis(SEMPRE), QUANDO O LÍDER DA RESISTÊNCIA(O ESPÍRITO SANTO) sair deste mundo.

Você tem feito seu dever de casa?

Confira a PARTE 2 DESTA SÉRIE NA FONTE APOCALINK : Como nos dias de Noé-parte 2
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