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A VERGONHA BRASILEIRA: A FARSA DA BILHETERIA "NADA A PERDER"

A VERGONHA BRASILEIRA IGREJA UNIVERSAL O GOLPE DA BILHETERIA
VIRA-LIZOU - A VERGONHA BRASILEIRA: A FARSA DA BILHETERIA "NADA A PERDER"
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Até quando teremos que ver esta seita exploradora (Anticristo) ficar em pune, ela escraviza, desvia da verdade e explora milhares de pessoas, seus ensinamentos não condiz com a bíblia isso é um fato, basta você ler a bíblia atentamente e comparar com o que eles dizem que vera a enganação.
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FONTE: YOUTUBE 
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ORDEM DOS ASSASSINOS MUÇULMANOS

ORDEM DOS ASSASSINOS MUÇULMANOS
Ordem de Assassinos (Arábico:[1] حشاشين ashāshīn ou باطنیان Bāteniān) foi
uma seita fundada no século XI por Hassan ibn Sabbah, conhecido como O Velho da Montanha. Seu fundador criou a seita com o objetivo de difundir nova corrente do ismaelismo, que ele mesmo havia criado. Sua sede era uma fortaleza situada na região de Alamut, no Irã.
A fama do grupo se alastrou até o mundo cristão, que ficou surpreso com a fidelidade de seus membros, mais até que com sua ferocidade. Seu líder possuía cerca de 60 mil seguidores, segundo alguns relatos da época especulavam. Para Bernard Lewis, autor de Os Assassinos, haveria um evidente paralelo entre essa seita e o comportamento extremista islâmico, assim como o ataque suicida como demonstração de fé.
O ismaelismo é uma das correntes do esoterismo islâmico, que se enquadra no Islão Xiita.
Etimologia
O termo viria de “Assass” – ou seja, “os fundamentos” da fé islâmica. Mas muitas são as versões sobre essa nomenclatura, como nome da seita teria dado origem às palavras “assassino” e outras semelhantes em várias línguas europeias. Desde Marco Polo, que se acredita que o termo provém de “haxixe“, ou que o nome da erva haxixetem origem no ato de “haschichiyun“, que significa “fumador de haxixe“.
Algumas fontes cristãs medievais relatam que os Assassinos teriam por hábito consumir esta substância antes de perpetrarem os seus ataques, induzindo-lhes a visão do Paraíso. Contudo, as fontes ismaelitas não fazem referência a qualquer prática deste tipo, sendo esta lenda resultado de relatos de Marco Polo e de outros viajantes europeus no Médio Oriente.
No entanto, Amin Malouf afirma que a verdade é diferente. De acordo com textos que chegaram até nós a partir de Alamut, Hassan-i Sabbah gostava de chamar seus discípulos de Asasiyun, ou seja, pessoas que são fiéis à Asas, que significa “fundação” da fé. Esta é a palavra, mal compreendida pelos viajantes estrangeiros, que parecia semelhante ao ‘haxixe’ “.
O método dos Assassinos Muçulmanos
Apesar de andarem uniformizados na fortaleza de Alamut com trajes brancos e um cordão vermelho em volta da cintura, quando recebiam uma missão, camuflavam-se. Preferiam se misturar aos mendigos das cidades da Síria, da Mesopotâmia, do Egito e da Palestina para não despertarem a atenção. No meio da multidão urbana, eles levavam uma vida comum para não atrair suspeitas, até que um emissário lhes trazia a ordem para atacar.
Geralmente, eles aproximavam-se da sua vítima em número de três. Se por acaso dois punhais, lâminas ocultas nas mangas ou espadas fracassasse, haveria ainda um terceiro a completar o serviço. Atuavam em qualquer lugar – nos mercados, nas ruas estreitas, dentro dos palácios e até mesmo no silêncio das mesquitas, lugar por eles escolhido em razão das vítimas estarem ali entregues à oração e com a guarda relaxada. Até o grande sultão Saladino, seu inimigo de morte, eles chegaram a assustar, deixando um punhal com um bilhete ameaçador em cima da sua alcova.
Origens
Os Assassinos resultaram de uma disputa sucessória no Califado Fatímida, uma dinastia xiita que governou o Norte da África e o Egito nos séculos X e XI. Após a morte do califa fatímida al-Mustansir em 1094,Hassan ibn Sabbah recusou-se a reconhecer o novo califa, al-Musta’li, decidindo apoiar o irmão mais velho deste, Nizar.
Em 1090, Hassan e os seus partidários já tinham capturado a fortaleza de Alamut, situada perto da atual cidade iraniana de Teerão. Esta fortaleza serviu como centro de operações, a partir da qual Hassan comandava a realização de ataques nos territórios que são hoje o Iraque e o Irão.
A partir do século XII, os Assassinos começam a atacar a Síria, tendo tomado vários castelos situados nas montanhas de An-Nusayriyah. Um desses castelos foi Masyaf, a partir do qual Rashid ad-Din as-Sinangovernou de forma praticamente independente em relação a Alamut.
Após a destruição da base de Alamut em 1256 os Hashashins sobreviventes se refugiaram na Europa e, mantendo-se ocultos, puderam manter viva a ordem. Há vestígios de que os Hashashins tenham atuado em várias guerras, sendo peça chave em grandes vitórias, como na conquista de Constantinopla em 1453.
O sultão Maomé II teria contratado assassinos para se infiltrarem e se misturarem com o povo em Constantinopla colhendo informações, espalhando boatos falsos e assassinando os principais comandantes. Há indícios de que eram apenas cinco homens e uma mulher liderados por Hassan Abn Sur. Um ismaelita por influencia de seu pai, mas que também tinha em suas veias o sangue latino de sua mãe, e ainda era noivo de uma europeia (Sophie Chermont) sendo muita vezes questionado por seus seguidores: de que lado ele estará no momento certo?
SAIBA TA NA NET REVELANDO VERDADES OCULTAS

Portanto, se alguém de vós tiver falta de sabedoria, persista ele em pedi-la a Deus, pois ele dá generosamente a todos, e sem censurar; e ser-lhe-á dada. 6 Mas, persista ele em pedir com fé, em nada duvidando, pois quem duvida é semelhante a uma onda do mar, impelida pelo vento e agitada. 7 De fato, não suponha tal homem que há de receber algo de Deus; 8 ele é homem indeciso, instável em todos os seus caminhos Tiago 1:5-8


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Pentecostal - Quem é quem no pentecostalismo?

Apocalipse 2
Charles Fox ParhamCharles Fox Parham
Pai do pentecostalismo e fundador da "assembleia de deus"
Sofria de uma forte depressão;
Era membro da Ku Klux Klan [grupo que odeia, entre outros, os negros e os judeus];
Foi preso por ter violentado sexualmente um garoto;
Obrigava um aluno negro a assistir as aulas sentado numa cadeira fora da classe, no corredor. Antes de morrer, exigiu que fosse enterrado onde nenhum negro estivesse;
Tudo isto na mesma época em que fundava sua igreja!!;
Era membro da Maçonaria;
Ele pregava publicamente que todos deveriam evitar se consultar com médicos e evitar crer em qualquer benefício da medicina. Que todos deviam ao invés disto, crer que somente a fé os curaria. Bem, um dos seus filhos pegou uma doença e morreu. Tinha apenas 16 anos. O outro filho morreu, também de doença, com 37 anos;
Uma menina de sua igreja ficou doente. O pai dela recusou tratar a doença da filha. Esperava a cura milagrosa. Ao invés disto, a criança morreu. Este fato, fez muitos se voltarem contra o pregador, pois a doença era tratável, mesmo com a limitada medicina disponível em 1904;
Foi o primeiro "pregador" a "orar" ["ungir"] sobre um lenço e vender lenços idênticos pelo correio, a um alto preço, evidentemente [o "apóstolo" Valdomiro Santiago "aprendeu" com ele];
Ele mesmo sofreu muitas doenças e não raro, estava doente demais para pregar ou viajar. [ele não vivia o que pregava?!?];
De dezembro de 1904 até fevereiro de 1905, ele mesmo esteve acamado e doente [tinha "pouca fé" ou "estava em pecado"?!?;
Suas pregações/patifarias, não pararam aí. Em 1908 passou a pregar que tinha como achar a "Arca da Aliança" bíblica. Ele declarou a jornais, que para achar a arca perdida, tinha que ter dinheiro para ir até a Palestina. Em tempos pré-jato, uma viagem a Palestina, era muito cara;
Bem, os fiéis deram a quantia necessária para a viagem, tudo arrancado dos pobres salários. Ele nunca viajou até a Palestina. Ele simplesmente embolsou a grana para a viagem e inventou que havia sido roubado em New York. Os fiéis acreditaram em mais esta farsa [o que é comum entre os pentecas];
Os fiéis dele eram "crentes" mesmo. Um deles achou que o "falar em línguas" lhe permitiria pregar o evangelho aos indianos. Viajou para Índia e lá notou que nada que falava os indianos entendiam. [seria "xuricantalas salabalailabassaia?!?"].
Gunnar Vingren e Daniel Berg
Gunnar Vingren e Daniel Berg
Trouxeram a "assembleia de deus" para o Brasil
Foram expulsos da igreja Batista nos EUA por se rebelarem contra a Sã Doutrina e provocarem divisões;
Tiveram uma "visão" que deveriam vir ao Brasil montar uma "nova" igreja [todas as seitas nasceram assim, de uma "visão" que seus lideres tiveram];
Chegando aqui, foram à uma igreja Batista e se apresentaram como pastores Batistas, portando, mentindo ao pastor daquela igreja;
Pediram entrada nessa igreja, entrada esta que foi de princípio negada por não terem carta de transferência (e nem poderiam ter, pois tinham sido excluídos). Omitindo que eram membros excluídos, apresentaram-se como verdadeiros pastores batistas e disseram que as cartas de transferência estavam chegando por navio, e isso lhes deu a confiança do pastor Batista para permitir que morassem no porão da igreja;
O pastor que os recebeu de braços abertos precisou viajar para uma convenção. Sem a presença do pastor, e ajudado por um co-moderador da igreja, eles conseguiram filiação na igreja, mesmo sem as cartas de transferência. Começaram então a induzir alguns membros a ficarem após o culto para assistir suas reuniões, às quais, eram feitas sem o conhecimento e a autorização da igreja e no porão onde estavam instalados;
Seus "cultos" eram muito barulhentos e cheios de êxtases, e alguns começaram a dizer que tinham recebido dos dois o que eles chamam de "batismo com fogo". Um irmão da igreja descobriu o caso, e logo comunicou a igreja. Foi feita uma reunião para apurar o caso, e nessa reunião os dois e mais onze membros da igreja foram excluídos;
Os dois, agora excluídos, continuaram a realizar trabalho de proselitismo entre os membros da Igreja. O proselitismo perdurou por toda a sua vida. Um deles afirma em seu diário que: "Por onde íamos, buscávamos nas igrejas e nas casas dos batistas infundirem o novo batismo". Este "novo batismo" constitui a heresia pentecostal de "doar" aos "crentes" o "dom de línguas";
O que estes dois fizeram foi desonesto. Mentiram que eram Batistas quando não eram. Diziam estar em comunhão quando na verdade foram excluídos. Esperaram um pastor viajar para poderem agir de uma forma sorrateira. Ensinaram heresias e práticas antibíblicas. E pior, dividiram o corpo de Cristo;
Aimee Semple McPhersonAimee Semple McPherson
Fundadora da igreja do evangelho quadrangular
Ela se casou três vezes: um faleceu e os outros dois [maridos] pediram divórcio;
Seu segundo casamento foi um fracasso do começo ao fim. Ela era histérica, nervosa, negligente, preguiçosa. Além de tudo, traiu o seu infeliz marido. Nenhum de seus biógrafos sabe quantas dezenas de amantes ela teve enquanto o seu marido sofria. Ele finalmente pediu divórcio em 1921;
Aos 40 anos de idade ela casou-se novamente [seu terceiro casamento] com David Hutton, um cantor e ator, 10 anos mais jovem que ela. Isso causou grande controvérsia dentro da Igreja pois seu ex-marido ainda vivia (isso era contra a doutrina que ela mesmo havia estabelecido na sua igreja);
De novo veio o divórcio, em menos de três anos de infeliz união. Ela casou já tendo um harém de homens. E virou ex-mulher de novo;
Neste período, se relacionou com um homem casado, o Sr. Kenneth Ormistron [isto não é pecado?!?];
Em 18 de maio de 1926, ela e sua secretária, foram à praia. Ela foi ao mar e não mais foi vista. Inicialmente, achou-se que tinha se afogado, e grande rebuliço aconteceu em todos EUA, especialmente em Los Angeles, centro de suas "atividades evangelísticas". Equipes de busca foram organizadas, e incansavelmente buscaram o corpo dela. Uma jovem, devota dela, mergulhou em sua busca e acabou morrendo afogada;
Todos lamentavam a sua morte quando 1 mês após o seu desaparecimento, sua mãe recebeu um bilhete exigindo $500 mil pelo resgate de sua filha, ou ela seria vendida como escrava. O caso foi investigado, porém a polícia não encontrou indícios de sequestro. Ela reapareceu noutra cidade, inventando uma fábula de que teria sido sequestrada. Após investigações, a versão policial: Na verdade toda a fábula era para evitar que percebessem que ela havia tido uma tórrida paixão durante o mês do seu desaparecimento, com muito sexo, com seu amante Kenneth Ormiston. O casal já havia sido visto antes numa viagem conjunta à Europa. Uma recepcionista de uma loja mostrou que ela e seu amante estavam na cidade de Karmel, Califórnia. Várias outras pessoas testemunharam terem visto as aventuras "amorosas" dela. Enquanto isto, ela ia tendo cada vez mais seguidores na igreja que fundou [e mais $dinheiro$];
Um ano depois deste escândalo, ela começou a enrolar os seus cabelos, a usar jóias, peles caras, usar vestidos curtos. Igualmente bebia muito e em público dançava, "aproveitando a vida". Anos antes ela pregava contra tudo isto, garantindo o fogo do inferno a quem tivesse tais pecados. Agora, praticava aos montes estes terríveis pecados;
Sofria de depressão e tomava antidepressivos e tranquilizantes para dormir [ela não era cheia do espírito e dos dons??!!];
Na noite do dia 26 de setembro de 1944, se suicidou tomando vários comprimidos para dormir e deixou outros tantos em baixo do seu travesseiro. [alguns adeptos de sua igreja alegaram "overdose acidental"(?!)];
O autor Robert Barh, no livro "The Least of All Saints", no narra muito bem os últimos anos de vida dela. Ela ia aos poucos se viciando em drogas. Sua paixão por barbitúricos se completava ao seu amor por homens na cama. Neste livro tem uma foto dela com alguns de seus seguidores. Ela aparece caída de bêbada no chão [estaria embriagada no "espírito"?!?]. Os seguidores [também no chão] se acham "batizados no espírito";
Sua mãe a ajudava no milionário "negócio evangélico" de sua igreja. Dividiam o dinheiro arrecadado dos fiéis. Tanto dinheiro que deu numa sucessão de brigas horríveis entre mãe e filha. Uma briga entre elas teve como resultado ela quebrar o nariz da mãe com um forte soco. Sua mãe, apoiada pela neta, decidiu processa-lá. Não era a questão do soco. O dinheiro era de novo o centro do processo;
O herético Benny Hinn costuma visitar o túmulo dela para receber a "unção" que flui de seus ossos [ela virou santa agora!!!???].
Bibliografia
  1. The life of Charles F Parham: Founder of the Apostolic Faith Movement; Sarah E. Parham; Garland Publishing, Inc.; New York & London, 1985; original in 1930 Chapter VII, The Latter Rain, The Story of the Original Apostolic or Pentecostal Movements by Charles F.Parham; Also: American Pentecost; Ted Olsen;
  2. A edição 58, volume XVII, Nº 2, ano de 1998, da revista Christian History;
  3. Fields White Unto Harvest, James Goff Jr.
  4. Bethel Bible College;
  5. The Faith Healer, Eve Simson;
  6. The Dictionary Of Pentecostal and Charismatic Movements;
  7. The Vanishing Evangelist" , Lately Thomas;
  8. Least of all saints, Robert Barh;
  9. Sister Aimee, Epstein;
  10. The Healing Question, Arno Clemens Gaebelein;
  11. Mídia impressa da época;
  12. Atas e documentos da PIB do Belém do Pará;
  13. Diário de Gunnar Vingren;
  14. Biografias [autorizadas e não autorizadas] de Aimee Semple McPherson.


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O que a Bíblia diz sobre o Homossexualismo?


O tema homossexualidade nunca foi tão explorado pela mídia como atualmente. Na televisão, os programas de auditório recebem militantes gays para entrevistas e debates sobre suas conquistas e promoção de seus eventos. Novelas e filmes também exaltam a homossexualidade. Rádios, jornais e revistas abriram-se para a questão. O assunto está sempre na ordem do dia. 


Os acalorados debates atravessam muitas perspectivas quando o assunto é a homossexualidade: psicológica, sociológica, ética e, a mais polêmica, a religiosa. As posturas são as mais diversas. A Igreja Evangélica, entretanto, mesmo não sendo favorável à prática homossexual, acredita que os homossexuais devem ser acolhidos, receber compaixão e ouvir a palavra de Deus. As Sagradas Escrituras prometem transformação para todo e qualquer pecador que se arrependa dos seus pecados e creia em Jesus Cristo. 


POSIÇÃO BÍBLICO-TEOLÓGICA DA IGREJA EVANGÉLICA

A Igreja Evangélica tem uma postura bem firme quanto à questão da homossexualidade. Apesar de lançar mão de argumentos psicológicos, científicos, sociológicos e éticos, é da Bíblia Sagrada que retira o substrato para nortear sua compreensão teológica e suas ações práticas. 

Tanto no Antigo como no Novo Testamento, a Bíblia faz menção aos atos homossexuais. 

A primeira referência ao homossexualismo está no livro de Gênesis, quando os habitantes das cidades Sodoma e Gomorra tentaram violentar sexualmente dois anjos com aparência humana. 

Assim a Bíblia menciona, em Gênesis 19, a exigência dos homens da cidade que tentavam invadir a casa de Ló, onde os anjos se hospedaram: 

“Onde estão os homens que, à noitinha, entraram em tua casa? Traze-os fora a nós para que abusemos deles.” 

Analisando a história de Sodoma e Gomorra, o escritor Joe Dallas faz a seguinte afirmação: 

“Houve uma tentativa de estupro homossexual, e os sodomitas com certeza eram culpados de outros pecados além do homossexualismo. Mas, tendo em vista o número de homens dispostos a participar do estupro, e as muitas outras referências - tanto bíblicas como extra-bíblicas - aos pecados sexuais de Sodoma, é provável que o homossexualismo era amplamente praticado entre os sodomitas. Também é provável que o pecado pelo qual eles são chamados foi um dos muitos motivos porque o juízo final caiu sobre eles.” 

Outra passagem do Antigo Testamento que refere-se à prática homossexual, encontra-se no capítulo 19 do livro de Juízes. 

Os homens da cidade de Gibeá também tentaram violentar sexualmente um homem que se hospedou na casa de um velho agricultor. A passagem relata o seguinte: 

“eis que os homens daquela cidade, filhos de Belial, cercaram casa, batendo à porta; e falaram ao velho, senhor da casa, dizendo: Traze para fora o homem que entrou em tua casa, para que abusemos dele. O senhor da casa, saiu a ter com eles, e lhes disse: Não, irmãos meus, não façais semelhante mal; já que o homem está em minha casa, não façais tal loucura. (...) Porém aqueles homens não o quiseram ouvir...” 

Para o pesquisador e escritor Júlio Severo não há nenhuma dúvida de que essa passagem da Bíblia também se refere à homossexualidade. Severo afirma que os judeus - por não terem eliminado de seu meio os costumes dos povos pagãos - acabaram sendo influenciados por eles e sofrendo graves conseqüências sociais e morais: 

“O fato é que os costumes dos cananeus que habitavam no meio do povo de Benjamin acabaram minando toda sua resistência moral. O homossexualismo, que era comumente praticado nas religiões cananéias, foi aos poucos sendo introduzido na vida social do povo de Deus.
 
“Como conseqüência, as ruas de Gibeá deixaram de ser seguras. Nelas, agora, rondavam estupradores homossexuais. Foi por isso que o velho se dispôs a acolher os viajantes em casa. Ele quis protegê-los de um eventual abuso sexual.” 

Segundo Júlio Severo, os habitantes da cidade de Gibeá colocaram-se ao lado dos seus cidadãos homossexuais e sofreram graves conseqüências. Ele considera a história de Gibeá um alerta para os cristãos dos dias de hoje pois, segundo afirma, esses também são suscetíveis de abrigar o pecado em suas comunidades: 

“Para que toda influência homossexual fosse arrancada do meio do povo de Deus, o Senhor ordenou que os benjamitas fossem combatidos. Na guerra que se seguiu, morreram quarenta mil soldados de Israel e vinte e cinco mil de Benjamin, sem mencionar as vítimas civis, que foram em número muito maior. 

“A tragédia moral de Gibeá é um alerta para a comunidade cristã de todos os tempos. Ela mostra que não só a sociedade secular, mas também os próprios crentes são suscetíveis de perder a aversão pelas opiniões e práticas sexuais erradas. O ex-povo de Deus de Gibeá foi destruído porque não amou a Palavra do Senhor, nem obedeceu a ela.” 

Há, ainda, no antigo Testamento duas passagens muito claras a respeito do homossexualismo. São Levítico 18:22 2 Levítico 20:13 que dizem o seguinte, respectivamente: 

“Com homem não te deitarás como se fosse mulher; é abominação” e “Se também um homem se deitar com outro homem, como se fosse mulher, ambos praticaram coisa abominável; serão mortos; o seu sangue cairá sobre eles”. 

Analisando as declarações acima, os teólogos John Ankerberg e John Weldon chegaram à seguinte conclusão: 

“todo o contexto de Levítico 18 e Levítico 20 é principalmente de moralidade, e não de adoração idólatra. Nesse caso, em Levítico 18.1-5 Deus informa aos israelitas que não devem imitar as práticas malignas dos cananeus, mas devem ser cuidadosos em obedecer às leis de Deus e seguir as Suas determinações. Deus está expulsando os cananeus, não por sua idolatria, mas por suas práticas sexuais abomináveis. Na realidade, o restante do capítulo descreve quase todas as práticas malignas como pecados sexuais: relações sexuais proibidas entre membros da família, relação sexual durante o ciclo menstrual de uma mulher, homossexualidade e depravações. O restante do capítulo consiste em advertências convincentes para não serem contaminados por tais práticas. Por isso, Deus ordena no versículo 24: ‘Com nenhuma destas coisas vos contaminareis.’” 

No Novo Testamento a homossexualidade também é abordada de forma clara em três momentos: Rm 1, 1 Co 6.9 – 11 e 1 Tm 1.8 - 11. As três referências são feitas pelo apóstolo Paulo. 

As principais passagens que abordam a questão homossexual, no entanto, encontram-se nas cartas do apóstolo endereçadas às igrejas de Roma e da cidade de Corinto, na Grécia. Tanto em Roma como na Grécia antiga, o homossexualismo era uma prática comum. Era, ainda, considerado imagem ideal do erotismo e modelo de educação para os jovens. 

Contudo, apesar da prática homossexual ser considerada normal em Roma, o homossexualismo passivo desonrava os romanos, que eram educados para serem ativos, serem senhores. 

A posição passiva era reservada para os escravos e para as mulheres, para os quais, aliás, era um dever. A História registra que dos quinze primeiros imperadores de Roma, só Cláudio era exclusivamente heterossexual. Mas foi o imperador Júlio César que ganhou a fama, só sendo tolerado pela posição que ocupava e por suas conquistas bélicas. Dele diz-se que “era homem de todas as mulheres e mulher de todos os homens”. 

A palavra lésbica vem da ilha de Lesbos, na Grécia, onde vivia uma poetisa e sacerdotisa chamada Safo. Ela iniciava mulheres no homossexualismo (daí os adjetivos lésbica ou mulheres sáficas). 

As palavras sodomitas e efeminados usadas em 1 Co 6.9 têm significados distintos: sodomita vem do pecado de Sodoma e tornou-se sinônimo universal de homossexualismo ativo (quando o homossexual faz o papel de “marido” na relação com outro homem); e efeminado é quando o homossexual faz o papel de passivo (ou seja, o de “mulher” na relação sexual com outro homem) e, também, quando tem trejeitos femininos ou gosta de vestir-se com roupas de mulher (no caso de travestis). 

Esse era exatamente o contexto em que o apóstolo Paulo vivia quando escreveu a primeira referência bíblica do Novo Testamento sobre o homossexualismo, dirigindo-se à igreja de Roma. 

Usando a autoridade que tinha de pregador da Palavra de Deus, ele não fez distinção entre homossexualismo ativo ou passivo. Afirmou, sim, que o homossexualismo contrariava os propósitos morais, sexuais, sociais e espirituais de Deus para homens e mulheres. 

Depois de afirmar que os romanos haviam trocado a verdade de Deus pela mentira, ele declarou em Romanos 1.26 e 27:
 
“porque até as suas mulheres trocaram o modo natural de suas relações íntimas, por outro contrário à natureza; semelhantemente, os homens também, deixando o contato natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens, e recebendo em si mesmos a merecida punição do seu erro.” 

John Ankerberg e John Weldon analisam essa afirmação de Paulo ressaltando que, ao contrário da interpretação de alguns simpatizantes da causa homossexual, esses dois versículos são revelações claras de que o apóstolo referia-se à homossexualidade: 

“Paulo está simplesmente condenando a homossexualidade em si. As definições dos dicionários para as palavras que Paulo usa - pathe aschemosune etc - claramente se referem à atividade sexual. (...) As descrições feitas pelo apóstolo Paulo são também dignas de nota. O livro de Romanos fala de homossexuais queimando-se em lascívia uns pelos outros. No inglês, a New American Standar Version diz: ‘queimados em seus desejos’; a NVI traduz: ‘estavam inflamados em lascívia’, e a Amplified diz: ‘estavam em chamas (queimados, consumidos) pela lascívia.’” 

A outra menção à homossexualidade - considerada por muitos evangélicos a mais importante da Bíblia, por mostrar que homossexualismo é uma pecado como qualquer outro mas, principalmente, que homossexuais podem mudar - é encontrada na carta de Paulo dirigida à igreja de Corinto. Essa cidade pertencia à Grécia antiga onde, à semelhança de Roma, o homossexualismo era celebrado e também praticado por filósofos e poetas. 

Na adolescência, os rapazes gregos deixavam a casa de seus pais e se tornavam amantes de homens adultos. Corria que essas práticas sexuais faziam parte de um relacionamento afetivo e educacional em que os jovens eram ensinados a trilhar os caminhos da virilidade. 

O apóstolo Paulo, porém, mesmo conhecendo muito bem a cultura da Grécia, faz uma leitura diferente do pensamento corrente na época, em 1 Coríntios 6.9 a 11: 

“Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus. Tais fostes alguns de vós; mas vós vos lavastes, mas fostes santificados, mas fostes justificados, em o nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus.” 

Comentando essa passagem bíblica, Bob Davies e Lori Rentzel (conselheiros de um ministério de ajuda a quem está deixando o homossexualismo nos EUA) reconhecem o mesmo teor de proibição das práticas homossexuais de muitos teólogos. Eles, porém, têm uma informação relevante àqueles que acham que a Bíblia só condena os homossexuais: 

“há evidências bíblicas explícitas de que Deus pode transformar a vida de uma pessoa envolvida nesse comportamento. (...) Paulo conhecia antigos homossexuais na igreja de Corinto! Portanto, a mensagem de que o homossexualismo pode ser mudado não é nova; os homossexuais têm experimentado transformações desde que a Bíblia foi escrita.” 


Autor deste artigo: por João Luiz Santolin (MOSES) http://www.cacp.org.br/movimentos/artigo.aspx?lng=PT-BR&article=815&menu=12&submenu=
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O Rastafarianismo é baseado numa mesclagem do Cristianismo com o Judaísmo

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Na verdade, o Rastafarianismo é baseado numa mesclagem do Cristianismo com o Judaísmo .

As canções, orações e a música são muito importantes e bastante peculiares no movimento como um todo.

Os seguidores são agrupados em comunidades, nas quais discutem-se seus assuntos próprios.

Não há organização clerical nem igrejas ou templos.

O Rastafarianismo, tendo origem remontada à década de 20, teve como inspiração fundamental o movimento de “retorno à África” de Marcus Garvey, na Jamaica (movimento de resgate das raízes culturais africanas dos povos que migraram à força das contingências escravocratas).

Fonte : http:// solascriptura-tt.org/
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As palavras das bênçãos de Enoque

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1 As palavras das bênçãos de Enoque, com as quais ele abençoou os eleitos e os justos, os quais devem existir nos tempos da tribulação, rejeitando toda iniqüidade e mundanismo. Enoque, um homem justo, o qual estava com Deus, respondeu e falai com Deus enquanto seus olhos estavam abertos, e enquanto via uma santa visão dos céus. Isto os anjos me mostraram.

2 Deles eu ouvi todas as coisas e entendi o que vi; coisas que não terão lugar nesta geração, mas numa geração que deve acontecer num tempo distante, por causa dos eleitos.

3 A respeito deles eu falei e conversei com Ele, o qual virá de Sua habitação, o Santo e Poderoso, o Deus do mundo:

4 O qual pisará sobre o Monte Sinai; aparecerá com Suas hostes e se manifestará com a força do Seu poder dos céus.

5 Todos estarão temerosos e as Sentinelas estarão aterrorizados.

6 Grande temor e tremor se apoderarão deles, mesmo aos confins da terra. As alturas das montanhas serão abaladas, e os altos montes serão abatidos, derretidos como o favo de mel na chama de fogo.A terra será imersa e todas as coisas que nela estão perecerão; enquanto julgamento virá sobre todos, mesmo sobre todos os justos:

7 Mas a eles será dada paz: Ele preservará os eleitos e para com eles exercitará clemência.

8 Então todos pertencerão a Deus, serão felizes e abençoados, e o esplendor da Divindade os iluminará.

Fonte: Pesquisa

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