O Vídeo Misterioso do Anunnaki de 12,000 Anos

ANUNNAKI 12000 ANOS

misterioso vídeo carregado no YouTube afirmou que é a imagem real de Anunnaki de 12 mil anos. O antigo Anunnaki é um dos temas mais discutidos quando se trata da origem da humanidade. Devido à sua popularidade entre as pessoas, os usuários do youtube em todo o mundo estão observando isso.

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Há uma grande hipótese que está sendo feita neste vídeo. Alguns dizem que o vídeo é falso e outro afirmou que é verdade, já que a figura representa exatamente o mesmo que as descobertas arqueológicas afirmam.

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De acordo com os achados, 250 mil anos voltam ao complexo pré-histórico Anunnaki seus genes alienígenas com o de Homo erectus e, como resultado, surgiram uma espécie conhecida como Homo Sapiens.

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Embora a teoria seja muito interessante e as pessoas estão desenvolvendo seu interesse em tais questões relacionadas à origem do nosso universo e da nossa raça. O vídeo fornece um caminho para o pensamento crítico.

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Além disso, os alienígenas dos Anunnaki pousaram no Golfo Pérsico cerca de 432.000 anos atrás, o que esclarece seu surgimento e envolvimento em nosso planeta.

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Os comentários abaixo do vídeo adicionam mais informações e mostram diferentes perspectivas sobre como as pessoas absorvem esses fatos.

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O Plano para a Extinção ou Abolição da Família

Mostrando as Unhas: O Plano para a Extinção da Família


O Plano para a Extinção ou Abolição da Família 2


ÀS VEZES POR SER TÃO INACREDITÁVEL, A VERDADE DEIXA DE SER CONHECIDA
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Enquanto a maioria das pessoas leva uma vida agitada e não consegue perceber (seja porque está trabalhando demais ou festejando demais), a sociedade está sendo preparada para cair na armadilha de um  plano sinistro que tem como objetivo abolir (ou eliminar) a família. É isto mesmo! Existe um plano para acabar com a família. E esse projeto, que já vem sendo trabalhado a um certo tempo, está agora muito perto de virar lei e entrar em vigor. Se isto lhe parece absurdo e inacreditável, então continue lendo para conhecer as evidências (as provas) e saber como isto está sendo feito, diante dos seus olhos.
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DECLARAÇÕES ASSOMBROSAS
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Eis o que declarou a feminista e lésbica Julie Bindel, que é reconhecida como uma das grandes defensoras dos direitos homossexuais no mundo:
“Muitas pessoas que sabem que sou lésbica... ficarão surpresas por me verem dizer isto, maseu gostaria de abolir [de vez] o casamento... [eu] tornaria ilegal o casamento para todos”. (março de 2012).
O Plano para a Extinção ou Abolição da Família 3
Essa declaração foi feita ao vivo no canal de TV inglês Sky News (que se pronuncia assim: Iscái Níus). E também publicada no Jornal The Guardian (O Guardião - também em inglês).
Eis o link (endereço) do vídeo:
Um dos vários links da matéria:


FAZENDO A CABEÇA DO BRASILEIRO E INTRODUZINDO A IDEIA NO BRASIL
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Esta mesma ideia de abolir o casamento foi insinuada no Programa Encontro com Fátima Bernardes (de 30 de Julho de 2012); quando um promotor de justiça fez a seguinte declaração:

“A questão é que num casamento, a ideia que se tem é a de que ambos os parceiros estão ligados um ao outro pelo dever de lealdade... As coisas seriam mais fáceis com a abolição do matrimônio”.

Curioso também é que a apresentadora não estranha a declaraçãodo promotor (pois continua sorrindo tranquilamente) e em seguida chama o comercial (normalmente).
OBServação: o vídeo também não está disponibilizado ao público geral:
O Plano para a Extinção ou Abolição da Família 4
PORQUE ABOLIR O CASAMENTO
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O casamento é a união oficial entre homem e mulher. Também é o primeiro passo para a formação de uma família.
Então, abolir o casamento significa ELIMINAR O PRINCÍPIO DE FORMAÇÃO da família. Ou seja, acabar com o casamento é um pretexto (uma desculpa) para impedir a formação de famílias:
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QUEM IGNORA A HISTÓRIA, IGNORA OS AVISOS DO PASSADO
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No decorrer da história o ser humano criou vários impérios (ou seja: governos muito poderosos). E em todos esses impérios que criou, a raça humana se deparou com um perigo mortal: aTirania.
Ou seja, esses impérios acabavam se tornando governos muito autoritários (e também opressores, cruéis, violentos e controladores - pois se achavam no direito de intimidar os cidadãos e invadir a privacidade com a desculpa de que “quem não deve, não teme!”. Também com o pretexto de que era para localizar terroristas, e assim “tranquilizar” a sociedade).
SOCIALISMO, COMUNISMO E NAZISMO: 
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ENGANOS MORTAIS QUE MUITOS IGNORAM
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Isto ocorreu recentemente na história da Alemanha nazista de Adolf Hitler (que arrastou o mundo para a Segunda Guerra Mundial); também na Rússia Socialista e Comunista, comandada pelo ditador Stalin; atualmente ocorre na China, Coréia do Norte e Cuba (também comunista). E agora o Brasil está indo na mesma direção.
E a população ignorante (ou seja, desprovida) de conhecimento, festeira e distraída não está percebendo o perigo. Será que as pessoas vão acordar?
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MAS, O QUE ISTO TEM HAVER COM A ABOLIÇÃO DA FAMÍLIA?
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A família sempre foi o principal obstáculo (barreira) no caminho dos loucos por poder total, que desejaram ter o controle absoluto (completo) da sociedade (e assim: de uma nação inteira). Portanto, para que exista de fato um império realmente totalitário, será necessário eliminar esse obstáculo: a família. Esta foi a principal razão de Deus criar a família: para impedir a sociedade de ser totalmente controlada e cair no perigo de massacres em massa por governos ou impérios tirânicos e sanguinários.
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FOMOS AVISADOS!
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A Bíblia já avisava que na época do Retorno de Jesus Cristo seria posto em prática o plano de dar fim ao casamento. Confira você mesmo:

“Mas o Espírito [de Deus] expressamente diz que nos últimos tempos alguns apostatarão da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas [ensinamentos] de demônios; pela hipocrisia de pessoas que falam mentiras, tendo cauterizada a sua própria consciência; PROIBINDO o casamento...”. (Primeira Timóteo: Capítulo 4, Versos 1 ao 3 - na Bíblia).
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Além de já ser fantástico que a Bíblia avisasse  bem antes sobre esse plano inédito e diabólico, sendo apresentado ao público “nos últimos tempos”; também é notável o fato de que essa mesma Bíblia profetizou (anunciou com antecedência) o surgimento de um Governo Mundial justamente na mesma época do plano satânico da proibição do casamento. E quanta gente ainda não se ligou que esse papo de “Globalização” nada mais é que um condicionamento (preparo mental) para a formação de um Governo Global?! ACORDA!!!
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Pois, Deus deseja que todos os homens se salvem, chegando ao conhecimento da verdade. (Primeira Timóteo Cap. 2, Verso 4)
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FONTE:
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A REALIDADE DE QUEM VIVE COM DEPRESSÃO: "OU PEDE AJUDA, OU SE SUICIDA"


A atriz e diretora Katarzyna Napiórkowska produziu impactantes vídeos que mostram vida com depressão e dá dicas de como conviver com alguém depressivo.



A depressão é uma doença devastadora, mas que não é levada a sério por muitos. Quantas vezes já escutou a frase “isso é frescura” quando alguém toca nesse assunto? Pensando nisso, a atriz, diretora, fotógrafa e vlogueira  Katarzyna Napiórkowska produziu um vídeo impactante mostrando como é a vida de quem sofre com depressão. 


Depressão não é invenção ou desculpa, é uma doença que pode causar morte.

Em “Living with depression” (ou Vivendo com depressão, em português), uma jovem descreve todo o processo de desenvolvimento da doença, seus sentimentos e atitudes. É uma tentativa de mostrar como a doença realmente afeta o dia a dia da pessoa e a transforma. 







Com o tempo a situação só piora e as mínimas coisas se tornam grandes problemas.

Vivendo com depressão (Legendado)
O vídeo original teve mais de 1,5 milhão de visualizações e foi compartilhado diversas vezes nas redes sociais. O seu complemento, outro vídeo intitulado de “Living with a depressed person” (Vivendo com uma pessoa depressiva, em português), veio alguns dias depois. Nele, Kat conta que nunca teve depressão, mas que já conviveu com muitas pessoas depressivas e deixa claro que o passo mais importante é pedir ajuda médica. 
“Não, eu nunca tive depressão, não estou na posição de dar nenhum conselho, mas já convivi com muitas pessoas nessa situação. A depressão não é uma escolha, são reações químicas que acontecem no cérebro e ninguém consegue controlar isso.”, explica Kat.







Chega uma hora que a pessoa com depressão só tem duas saídas: procurar ajuda ou tentar o suicídio.

As principais dicas dadas Katarzyna para quem convive com pessoas depressivas são:
1. Nunca diga coisas do tipo “não entendo porque está reclamando” ou “não sei do que você precisa”. Isso nunca ajuda e quem tem depressão não pode se sentir envergonhado ou culpado. 
2. Não se torne superprotetor. Se a pessoa não quiser conversar sobre o problema, dê espaço para ela respirar. Volte depois de um tempo e apenas mostre que você está ali para qualquer coisa. 







Dê espaço para quem tem depressão respirar, mas mostre que você está sempre por perto.

3. Encoraje quem tem depressão a procurar um especialista. Um tratamento apropriado é o que mais ajuda.
4. Saiba que a convivência é muito complicada e que você terá que ter paciência e força. Muitas vezes não é a pessoa que está falando, mas sim a doença. Não crie muitas expectativas.
Para mais dicas e depoimentos, veja o vídeo em inglês.
FONTE: http://saude.ig.com.br/

Comentário: A depressão não é uma escolha, são reações químicas que acontecem no cérebro e ninguém consegue controlar isso.
“Fiquei desconcertado, encurvei-me ao máximo; o dia inteiro tenho andado entristecido.” — Salmo 38:6.
O QUE OS ESPECIALISTAS DIZEM
Todas as pessoas se sentem deprimidas de vez em quando, mas a depressão clínica é um distúrbio debilitante contínuo que interfere no dia a dia da pessoa. Nem todos os especialistas concordam no que é tristeza “normal” e no que é “distúrbio”. Mas, sem dúvida, algumas pessoas têm sentimentos negativos profundos, às vezes acompanhados de excessivo sentimento de culpa e de inutilidade.
O QUE A BÍBLIA DIZ
A Bíblia menciona muitos homens e mulheres que tiveram sentimentos negativos. Por exemplo, Ana sentiu-se “amargurada de alma” — uma expressão que pode ser vertida como ‘aflita’ e ‘muito triste’. (1 Samuel 1:10) Certa ocasião, o profeta Elias ficou tão triste a ponto de pedir ao Eterno Deus que tirasse sua vida. — 1 Reis 19:4.
Os cristãos do primeiro século foram instruídos a ‘falar consoladoramente às almas deprimidas’. (1 Tessalonicenses 5:14) De acordo com uma obra de referência, o termo “almas deprimidas” pode se referir àqueles “que são temporariamente vencidos pelo estresse da vida”. Tudo indica que até mesmo homens e mulheres fiéis do passado às vezes se sentiam deprimidos.
A pessoa é culpada de ter depressão?
“Toda a criação junta persiste em gemer e junta está em dores até agora.” — Romanos 8:22.
O QUE A BÍBLIA DIZ
A Bíblia ensina que as doenças são resultado da rebelião do primeiro casal humano. Por exemplo, Salmo 51:5 declara: “Em erro fui dado à luz com dores de parto, e em pecado me concebeu minha mãe.” Romanos 5:12 explica que “por intermédio de um só homem [Adão] entrou o pecado no mundo, e a morte por intermédio do pecado, e assim a morte se espalhou a todos os homens, porque todos tinham pecado”. Por termos herdado a imperfeição de Adão, todos nós estamos sujeitos a doenças físicas e emocionais. Por isso, “toda a criação junta persiste em gemer e junta está em dores”. (Romanos 8:22) Mas a Bíblia também dá uma esperança que nenhum médico pode dar — a de um novo mundo pacífico, prometido por Deus, onde não haverá mais doenças nem distúrbios, incluindo a depressão. — Revelação (Apocalipse) 21:4.
Como você pode lidar com a depressão?
“Perto está YHWH dos que têm coração quebrantado; e salva os que têm espírito esmagado.” — Salmo 34:18.
POR QUE ISSO DEVERIA INTERESSAR VOCÊ?
Nem sempre você pode controlar as circunstâncias, e coisas ruins acabam lhe afetando. (Eclesiastes 9:11, 12) Mas você pode tomar medidas práticas para não ser dominado por sentimentos negativos.
O QUE A BÍBLIA DIZ
A Bíblia reconhece que os doentes precisam de médico. (Lucas 5:31) Então, se você sofre de um debilitante transtorno de humor, não há nada de errado em procurar ajuda médica. A Bíblia também enfatiza a importância da oração. Por exemplo, Salmo 55:22 diz: “Lança teu fardo sobre o próprio YHWH, e Ele mesmo te susterá. Nunca permitirá que o justo seja abalado.” Os benefícios da oração não são imaginários; são reais. Quando oramos, nos comunicamos com o Eterno Deus, que está ‘perto dos que têm coração quebrantado’. — Salmo 34:18.
Abrir-se com um amigo íntimo também pode ser de ajuda. (Provérbios 17:17)

FONTE SECUNDARIA:http://www.apocalipsenews.com/
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Depressão - Principais Sintomas

Brasil é o país mais depressivo da América Latina, diz OMS

Depressão - Principais Sintomas - O que é depressão - (Psicóloga Priscila Silveira).
O diagnóstico de episódio depressivo requer a presença de pelo menos cinco dos sintomas abaixo, por um período de, no mínimo, duas semanas, sendo que um dos sintomas característicos é humor triste ou diminuição do interesse ou prazer, além de:
- marcante perda de interesse ou prazer em atividades que normalmente são agradáveis;
- diminuição ou aumento do apetite com perda ou ganho de peso (5% ou mais do peso corporal, no último mês);
- Insônia ou hipersonia;
- Agitação ou retardo psicomotor;
- Fadiga ou perda da energia;
- Sentimentos de desesperança, culpa excessiva ou inadequada;
- Diminuição da capacidade de pensar e de se concentrar ou indecisão;
- Pensamentos recorrentes de morte (sem ser apenas medo de morrer), ideação suicida recorrente sem um plano específico ou uma tentativa de suicídio ou um plano específico de suicídio.
O episódio depressivo pode ser classificado como leve, moderado ou grave.
Para saber sobre o atendimento psicológico online, via Skype, entre em contato comigo através de meu site http://www.psicologapriscila.com.br ou envie um email para psi.silveira@gmail.com ou contato@psicologapriscila.com.br.
Acesse minha FanPage: hhttp://www.facebook.com/psicologapris...
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Combate à depressão intensa - tratamentos especializados

informes “OADM” não está sancionando ou promovendo quaisquer dos métodos populares de tratamento. Simplesmente, estamos relatando alguns dos métodos reconhecidos de tratamentos especializados. Estes combatem uma grave desordem mental que é muito mais intensa do que a mera tristeza que ocasionalmente todos nós sentimos.
A DEPRESSÃO do paciente o incapacitava. Não conseguia trabalhar e repetidas vezes ficava internado em hospitais psiquiátricos. Vendo que todos os demais tratamentos não produziam resultados, o neurocirurgião Keith Langford fez uma cirurgia, abrindo a cabeça do homem e colocando-lhe no cérebro um “marca-passo” que opera com bateria. Segundo se informou, esse “marca-passo” emite um impulso elétrico rítmico que alivia a depressão, sem prejudicar o cérebro nem alterar a faculdade de raciocínio.
Funcionou! O referido senhor voltou a ter uma atitude positiva e retomou seu trabalho. “O senhor salvou minha vida”, disse ele ao médico. “Agora posso levar uma vida normal.”
Esse homem sentia mais do que a tristeza que é normal a pessoa sentir. Ele estava entre os oito milhões de norte-americanos que anualmente procuram ajuda especializada por depressão intensa — um distúrbio que gera forte sentimento de culpa, de inutilidade e faz encarar o futuro sem esperança. Usualmente, há alterações no apetite e no sono, há constante fadiga, acessos de choro e incapacidade de sentir prazer algum na vida.
Bem poucos casos exigem um tratamento radical com um “marca-passo”. Em geral, porém, sugere-se, para casos de depressão intensa, alguma forma de assistência por profissionais experientes. A estatística indica que em alguns países o número dos que passam por tal episódio alguma vez na vida chega a ser de cada quatro mulheres uma e 10 por cento dos homens.
Quais os tratamentos disponíveis? Há uma variedade. Alguns são diametralmente opostos no modo de tratar; contudo, outros coincidem em parte. Por que se dá isto?
Alguns pesquisadores acham que as depressões graves são causadas por uma disfunção física do organismo (mesmo que seja desencadeada por algum evento que produz tensão) — um desequilíbrio bioquímico do cérebro — e, por conseguinte, julga-se que a medicação seja de suma importância em sanar tal desequilíbrio. Outros argumentam que o distúrbio é resultante do modo errado de a pessoa pensar e que a mente gera o desequilíbrio, podendo, por conseguinte retificá-lo. Tais acreditam que a mente precisa de correção através da “terapia de diálogo”, a psicoterapia. Há alguma verdade em cada um dos métodos, mas nenhum dos dois tem a solução totalmente.
A Mente e o Corpo Estão Relacionados
É uma questão difícil de solucionar, por causa da íntima relação existente entre a mente e o corpo. Ambos têm efeitos decisivos um sobre o outro.
As desordens mentais são muito complexas e cada paciente é diferente. Portanto, um médico familiarizado com o paciente pode usualmente fazer recomendações quanto ao melhor tipo de tratamento para o paciente. Se o paciente não ficar satisfeito, talvez o médico possa ajudá-lo a encontrar outros especialistas. A matéria que se segue talvez sirva para ajudar tanto o paciente como o médico a compreender que há diversos tipos de tratamento disponíveis. Nenhuma forma única de tratamento cura todos os casos de depressão intensa. Sabe-se, também, que, dentro de cada tipo de tratamento, há amiúde uma grande variedade de especializações. Por exemplo, na psicoterapia, há 130 métodos diferentes de tratamento, segundo se informa. Outrossim, os que usam o método à base de nutrição podem variar entre pesquisadores proeminentes que têm um cabedal de décadas de experiência em estudos e os que se tornaram “especialistas de fim-de-semana” após terem assistido a um seminário de dois dias de duração.
Cura da Depressão por Meio de Diálogo
Uma vez diagnosticada a depressão intensa, um tipo de tratamento recomendado é a psicoterapia ou  a “terapia de diálogo”. Visto que a pessoa deprimida tem em geral idéias muitíssimo perturbadas, muitos foram ajudados através de conversação com um terapeuta. Especialistas neste campo podem incluir psiquiatras, psicólogos, assistentes sociais e outros com treinamento especializado. Entretanto, alguns foram ajudados falando com um ministro que tem amorosa preocupação.
Armand DiMele, diretor do Centro de Psicoterapia, dos E.U.A., comenta: “A pessoa deprimida protege-se fechando a mente e o corpo e não permitindo nenhum estímulo. Por exemplo, quando alguém sofre uma perda, tal como na morte, pode ficar deprimido ao invés de enfrentar a perda.” A tarefa do conselheiro é ajudar o sofredor a fazer face aos sentimentos e à ansiedade decorrentes de tal perda. DiMele continua: “Se o terapeuta que se senta com ele puder realmente instruí-lo e dizer-lhe o que esperar quanto às sensações em seu organismo, então a pessoa compreende gradativamente que pode fazer face à emoção, e a depressão desaparece.”
Sentimentos ocultos, como a ira, o ressentimento e o sentimento de culpa, têm amiúde desencadeado a depressão. Por exemplo, um psicólogo do Departamento de Saúde Mental do Estado de Nova Iorque tratou uma mulher de 58 anos que sofria de depressão grave. Ela achava que Deus a havia abandonado e que todos falavam contra ela. Quando este especialista, que tinha 20 anos de experiência, começou a falar com ela de modo bondoso cada semana, ele notou que nas conversações sobre sua família ela nunca mencionava a mãe, com quem estava morando. Ele sondou. Com o tempo, ela revelou que achava que sua mãe, por causa de negligência, era responsável pela morte recente de seu pai a quem tanto amava. Aos poucos, o conselheiro a ajudou a vencer esse ressentimento, e sua depressão desapareceu.
Visto que o sentimento de culpa é com freqüência um grande sintoma da depressão, os psicólogos procuram eliminá-lo junto com os sentimentos de desvalorização própria do paciente. Certa senhora ficou gravemente deprimida quando sua filha se tornou rebelde. “Eu nunca fui realmente uma mãe adequada, não é?” disse ela chorando ao psiquiatra. “É por isso que ela foi para um caminho errado.” O médico a ajudou a ver todo o bem que ela fizera pela criança. Então, desapareceu o sentimento de culpa — também a depressão dela.
Entretanto, tal tratamento para a maioria dos casos não produz efeito, segundo o Dr. Ronald Fieve. Ele relata no seu livro Variação de Ânimo — A Terceira Revolução em Psiquiatria (em inglês) que não é infreqüente, após semanas, meses e anos de labuta com uma pessoa deprimida moderada ou gravemente, ajudando-a a analisar seu comportamento, que “muito pouco conseguiu”.
Há nisso também um perigo para pessoas que procuram levar uma vida de elevadas normas morais. Alguns terapeutas se excedem em justificar atitudes que a Bíblia desaprova. Fazem isso para aliviar o sentimento de culpa do paciente. É verdade que uma pessoa não deve ser vencida pelo sentimento de culpa e nem sentir-se “condenada por Deus” caso entrem em sua mente sentimentos impróprios. Contudo, ao invés de se raciocinar que tais pensamentos não são errados, como diriam alguns terapeutas, os que valorizam altamente o conselho bíblico preferem corrigir tais idéias ou abandoná-las. Portanto, precisam pesar (ou obter ajuda para pesar) seriamente o conselho dado por um terapeuta. Os problemas em potencial podem ser evitados se o paciente, ou uma pessoa acompanhante, explicar ao terapeuta a importância das crenças religiosas do paciente. — Gálatas 5:16, 19-21; Tiago 1:14, 15.
As autoridades nesse campo diferem quanto à eficácia da psicoterapia intensiva. Uma das razões disto é que muitos médicos acham que o desequilíbrio químico existente em graves estados de variação de ânimo não pode ser sempre corrigido pela psicoterapia. Aconselham o uso de . . .
Medicamentos Antidepressores
“Eu pensava que as pessoas podiam vencer qualquer disposição mental por simplesmente decidirem isso em sua mente, mas  agora não creio que seja assim”, confessou uma dona-de-casa que havia outrora sucumbido à depressão intensa. “Às vezes, eu me deixava cair no chão e soluçava sem uma razão para isso.” Por fim, ela entrou em contato com um médico que encontrou uma solução que a ajudou.
Após ouvir seus sintomas de depressão intensa, o médico disse: “De imediato, deixe-me explicar que você sofre de uma doença física. Tenho medicamentos que acho que a ajudará.” Ele receitou um antidepressor tricíclico. Acreditava que isso contrabalançaria um suspeito desequilíbrio químico no seu cérebro, o que aliviaria a depressão. “Por um tempo, não houve nenhuma melhora”, mas, depois, disse ela, “em seis meses eu parecia uma nova pessoa, não precisava mais tomar a droga absolutamente”.
Há disponíveis mais de 20 antidepressores e também lítio. Não são “pílulas estimulantes” (anfetaminas) ou tranqüilizantes, que estimulem ou acalmem imediatamente o sistema nervoso, e que possam viciar. Em vez de impedirem certos impulsos geradores de ansiedade, como no caso dos tranqüilizantes, esses antidepressores (tricíclicos e inibidores da monoaminoxidase, MAO, abreviado) modificam aparentemente os níveis de certos neurotransmissores no “centro do prazer” do cérebro, e acredita-se que isto facilita a transmissão de impulsos agradáveis de uma célula nervosa para a próxima. Portanto, estas drogas tratam possivelmente um desequilíbrio químico dentro do cérebro.
Segundo o Dr. Ronald Fieve, diretor da Clínica Fieve de Lítio, da cidade de Nova Iorque, “o lítio trata a fase maníaca do estado maníaco-depressivo bipolar e serve bem como preventivo desse distúrbio e às vezes ajuda na depressão intensa recorrente”. Ele relatou que, num período de 20 anos, mais de 6.000 pacientes, aos quais se administrou o lítio numa dezena de países, foram cuidadosamente estudados. Dos que sofriam de depressão maníaca, 70 a 80 por cento foram tratados com bom êxito.
Naturalmente, pode haver efeitos colaterais-desagradáveis de todas essas drogas. Com freqüência, diversas drogas são testadas até que se encontre “uma acertada”. Os inibidores MAO podem causar uma reação letal se forem combinados com certos alimentos, tais como queijos curados, cerveja, vinhos e fígado de galinha. Portanto, todas as drogas precisam ser usadas sob cuidadosa supervisão de um médico bem-informado.
“[A terapia medicamentosa] não é, porém, uma solução mágica para todos os problemas de um paciente”, escreve o Dr. Nathan Kline, da cidade de Nova Iorque, na sua obra Do Triste Para o Alegre, em inglês. Este pioneiro no uso de antidepressores continua: “O que faz é corrigir uma determinada espécie de colapso funcional, de modo que o paciente possa enfrentar problemas com as capacidades restauradas.”
Tratamento Dietético
Que uma deficiência no que se come pode causar distúrbios mentais, inclusive a de pressão intensa, ficou atestado há mais de 65 anos. Uma doença fatal, a pelagra, assolava então muitos países e ceifava anualmente a vida de 10.000 norte-americanos. As primeiras manifestações da doença eram usualmente distúrbios mentais — predominantemente a depressão.
Procurando chegar a raiz do problema, o Dr. Joseph Goldberger colocou algumas pessoas sadias na mesma dieta que observou que estava sendo fornecida a alguns pacientes mentais — refeições que consistiam principalmente em fubá, canjica, maisena e outros produtos de milho, e uma pequena quantidade de hortaliças. Ele aguardou. Sete dos 11 participantes desenvolveram depressão e passaram a sofrer de pelagra! O médico acrescentou então à dieta deles levedura de cerveja, carne magra e leite. Todos se recuperaram rapidamente. Uma deficiência dietética havia sido responsável pela sua depressão.
Milho, que é a base da dieta da população mais pobre naquela área, é quase totalmente deficiente de um aminoácido vital — o triptofano. Isto causou carência de algumas das vitaminas do complexo de vitamina B.
Os cientistas descobriram que outras deficiências dietéticas causam sintomas tais como a depressão, a irritabilidade nervosa, a estafa e mudanças de personalidade. Muita pesquisa feita tem relacionado as vitaminas, especialmente do complexo B, com a conversão dos aminoácidos, como o triptofano, em neurotransmissores, que conduzem os impulsos do nosso pensamento entre as células nervosas. A carência de certos neurotransmissores tem sido associada com alguns tipos de depressão.
“Colocar o paciente em ótimo equilíbrio nutricional é a primeira coisa a se fazer”, explica o Dr. David Hawkins, o presidente fundador da Academia de Psiquiatria Ortomolecular. Mas, mesmo quando se descobre uma deficiência alimentar, os suplementos corretivos nem sempre aliviam a depressão.
Por exemplo, uma paciente profundamente deprimida havia lido um livro sobre terapia megavitamínica e estava tomando grandes doses de diversas vitaminas para encontrar alívio, mas sem notar efeito. Um médico, usando o método de tratamento dietético, examinou cuidadosamente a dieta da paciente. Ele descobriu que a única refeição diária dela consistia em um hamburgo e batatas fritas, com um pouquinho de alface e tomate. Ela tomava 25 a 30 xícaras de café por dia. Acrescentando uma variedade de hortaliças, frutas e nozes na dieta dela, e limitando seu consumo de café, ela se recuperou completamente em poucos meses, segundo se informa.
Mesmo alguns desses médicos que usam o método dietético empregam também a terapia de drogas e de eletrochoque. Isto se dá porque o método de tratar com dieta amiúde é lento, e o paciente, especialmente se tiver tendência suicida, talvez precise de alívio imediato.
Os médicos que defendem o tratamento dietético usam primariamente substâncias normalmente presentes no organismo e assim evitam os perigosos efeitos colaterais das drogas psicotrópicas. Relatou-se em The American Journal of Psychiatry (maio de 1980) como um aminoácido que ocorre naturalmente, a tirosina, foi administrado a uma senhora de 30 anos que havia sofrido por diversos anos de depressão intensa e tinha tido reações desfavoráveis à medicação de antidepressores. Ela “melhorou de modo marcante depois de duas semanas de terapia com tirosina”. Como teste, para se ver se a melhora era realmente em base psicológica, foi-lhe administrado um placebo de aspecto similar. Em questão de uma semana, tornou a ter depressão! Quando lhe foi dado de novo o aminoácido, sua depressão ficou “de novo totalmente aliviada”.
As experiências de estudo indicaram que um outro aminoácido, o triptofano, é tão eficaz quanto algumas drogas antidepressoras, sem nenhum dos efeitos colaterais. Embora nem todas as experiências tenham sido bem-sucedidas, o Dr. J. H. Growden disse em síntese: “Parece provável que existe um grupo de pacientes, cujos distúrbios de humor melhoram clinicamente depois de se lhes administrar o triptofano, quer sozinho, quer em combinação com outras terapias mais convencionais.”
Entretanto, um pioneiro na pesquisa dietética, o Dr. Allen Cott, adverte: “É sempre necessário que um médico resolva a fórmula correta. A pessoa não deve ir tomando punhados de vitaminas. Se se saturar de B6 esgota-se a reserva de magnésio de seu organismo. . . . Só um médico experiente pode certificar-se de que a correção de uma deficiência de vitamina não vá criar outra.” Portanto, os nutricionistas recomendam em geral diversos suplementos, inclusive vitaminas, minerais, oligoelementos, enzimas e aminoácidos. Também, sabe-se que, se um suplemento for usado em doses maciças, ele atua no organismo como droga.
O psiquiatra H. M. Ross, que normalmente emprega vitaminas e dieta no exercício de sua profissão e que, segundo relatado, tratou centenas de casos de grave depressão com pleno êxito, declara: “As vitaminas não são a solução completa para muitos dos problemas psiquiátricos.” Em defesa dessa opinião equilibrada há o porta-voz popular dos que usam esse método de tratamento, o Dr. Carlton Fredericks, que admite: “Assim como o psiquiatra e o psicólogo ficaram obsedados com o conceito de que a doença mental é puramente mental, assim também o médico ortomolecular precisa resistir à tentação de colocar ênfase demais num método de tratamento singelo pela bioquímica das desordens emocionais e mentais.”
Uma Cuidadosa Introspecção
Embora com freqüência se possa encontrar uma solução por meio de tratamento especializado, a solução não vem pronta e imediatamente. É de suma importância que a pessoa deprimida faça uma introspeção honesta. Certa senhora deprimida, de 35 anos, descobriu que ela tinha de fazer diversos ajustes além dos feitos nos seus hábitos de alimentação, a fim de encontrar eventualmente alívio duradouro. Ela explica: “Os antidepressores não solucionam todos os problemas da pessoa. É preciso admitir e enfrentar os temores e as ansiedades, e mudar seu modo de pensar.”
Sim, toda forma de terapia tem suas limitações. Nenhuma única delas pode em si fazer de alguém uma nova pessoa. Os medicamentos e as vitaminas talvez controlem sua disposição mental, mas não podem pôr em ordem sua vida familiar. “Se você exige execução ‘perfeita’ no seu trabalho, amigos ‘impecáveis’, dispendiosos e numerosos bens materiais”, adverte DiMele, “está se preparando para uma depressão periódica durante toda a sua vida”.
Portanto, embora haja uma variedade de tratamentos especializados para a depressão intensa, não esqueça jamais que um esforço sincero da parte da pessoa deprimida tem de acompanhar todos esses. Só então é que vencerá a depressão intensa.
Fonte: Estudo e Pesquisa
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A depressão pós-parto, entenda melhor!

Depressão pos-parto 500x300
O que há de errado comigo? Acabei de ter um bebê lindo e saudável. Devia estar feliz e orgulhosa, mas me sinto infeliz e ansiosa, até mesmo com raiva. Será que não sou uma boa mãe? Por que me sinto tão deprimida?

SE VOCÊ teve um parto recentemente e se sente assim, saiba que não é a única. Calcula-se que de 70% a 80% das novas mamães vez por outra têm esses sentimentos. Mas o que é depressão pós-parto e quais são as suas causas? Como a pessoa pode lidar com esse problema, e o que a família e outros podem fazer para ajudar?
Distúrbio físico e psíquico
A expressão “depressão pós-parto” se refere a crises depressivas que se seguem ao parto. As crises podem ocorrer após o nascimento de qualquer um dos filhos (não necessariamente do primeiro) ou mesmo após um aborto espontâneo ou provocado. De acordo com o Centro de Saúde da Mulher do Departamento de Saúde e Serviços Humanos, dos Estados Unidos, os sintomas variam muito em intensidade e severidade.
Um grande número de mulheres manifesta o que se chama de baby blues, um quadro caracterizado por leve tristeza, ansiedade, irritabilidade, flutuações de humor e fadiga. Esses sintomas, considerados normais, são de curta duração e passam espontaneamente sem ajuda médica em questão de uns dez dias após o parto.
Contudo, de acordo com a Associação Americana de Obstetras e Ginecologistas, uma em cada dez mulheres apresenta tais sintomas (que podem aparecer até mesmo vários meses após o parto) de forma mais intensa e prolongada. Neste caso, pode tratar-se da depressão pós-parto propriamente dita, em que os sentimentos de tristeza, ansiedade ou desespero são tão intensos que a mulher se sente incapaz de realizar suas tarefas diárias.
Além disso, entre 1 e 3 mulheres de cada 1.000 que dão à luz sofrem de uma forma ainda mais grave de depressão chamada de psicose pós-parto, em que a mulher tem delírios ou alucinações que podem levá-la a machucar a si mesma ou ao bebê. Esse quadro exige atenção médica imediata.
Causas
Não é possível isolar uma causa específica para o problema, pois tanto fatores físicos como emocionais parecem estar envolvidos. Um dos fatores pode ser a queda drástica de estrógeno e progesterona nas primeiras 24 a 48 horas após o parto, a níveis mais baixos do que antes da concepção. Isso provoca uma mudança abrupta no estado fisiológico do organismo, podendo causar a depressão, da mesma forma que é comum ocorrer flutuações de humor e tensão no período pré-menstrual. O nível dos hormônios produzidos pela tireóide também pode cair depois do parto, provocando sintomas parecidos com os da depressão. Em vista disso, pesquisadores chamam a depressão pós-parto de “distúrbio bioquímico e hormonal”.
É interessante notar que certo boletim médico sugere que a depressão pós-parto talvez seja causada por desequilíbrio nutricional, como deficiência de vitaminas do complexo B.
A fadiga e a privação do sono também podem contribuir para a depressão. O psiquiatra Steven I. Altchuler, da Clínica Mayo, no Estado de Minnesota, EUA, disse: “Logo após dar à luz, a falta de energia e a privação do sono podem fazer com que pequenos problemas pareçam bem maiores. Algumas mulheres se sentem frustradas porque têm dificuldade de lidar com coisas que não representavam problema quando elas ainda não tinham baby blues e dormiam a noite inteira.” Fatores emocionais como gravidez não-planejada, parto prematuro, perda da liberdade, preocupação com a aparência e falta de apoio também podem contribuir para a depressão.
Ademais, há vários mitos comuns sobre a maternidade que podem contribuir para sentimentos de depressão e inutilidade. Podemos citar, como exemplo, o conceito de que cuidar do bebê é algo que toda mãe já sabe por instinto, que o vínculo afetivo entre a mãe e o bebê é automático, que o bebê será perfeito e nunca vai ficar irritado, e que a mãe tem de ser perfeita. A realidade é bem diferente: a pessoa tem de aprender a cuidar do bebê, o vínculo afetivo leva tempo para ser desenvolvido, alguns bebês são mais fáceis de cuidar do que outros, e mãe perfeita e supermãe simplesmente não existem.
Reconhecida como doença
Até recentemente, a depressão pós-parto não era levada a sério. O Dr. Laurence Kruckman disse: “Os problemas relacionados com a saúde mental da mulher têm sido despercebidos, e no passado eram rotulados como histeria que não devia ser levada a sério. O manual de diagnósticos da Associação Americana de Psiquiatria nunca reconheceu a depressão pós-parto como doença, de forma que os médicos não foram instruídos a respeito nem se obtiveram dados confiáveis.  . . . E hoje, ao contrário de 30 anos atrás, as mães geralmente têm alta dentro de 24 horas. A maioria das psicoses pós-parto, blues e depressão ocorrem de 3 a 14 dias após o parto. De modo que, quando manifestam os sintomas, as mães já estão em casa e não são examinadas por profissionais que conhecem os sintomas.”
Segundo a Dra. Carol E. Watkins, da Associação Psiquiátrica do Condado Norte em Baltimore, Maryland, EUA, a depressão pós-parto, quando não é diagnosticada nem tratada, pode levar a uma depressão prolongada e dificultar a criação de um vínculo afetivo com o bebê. Mães depressivas tendem a ignorar passivamente as necessidades do bebê, ou então perder o controle e utilizar a punição física para disciplinar a criança. Essa atitude pode ter um efeito negativo sobre o desenvolvimento cognitivo e emocional da criança.
Um artigo publicado na revista American Family Physician sugere que crianças pequenas de mães deprimidas não se saem tão bem em testes cognitivos como as crianças cujas mães não têm depressão. Além disso, a depressão pós-parto pode afetar os outros filhos e o marido.
Tratamento
O que pode ser feito? Será que o jeito é agüentar firme até que passe? É consolador saber que a depressão pós-parto é comprovadamente um distúrbio temporário que pode ser tratado. Em casos mais brandos, o repouso e o apoio da família talvez sejam suficientes. Mas quando a depressão se torna incapacitante, é necessário buscar cuidados médicos, diz o Centro de Saúde da Mulher.
Tratamentos comuns são medicamentos antidepressivos, consultar um especialista em saúde mental, tratamento hormonal ou uma combinação desses métodos, dependendo da gravidade do caso. O método canguru (colocar o bebê em contato com a pele da mãe) também pode amenizar a depressão. Além disso, há tratamentos alternativos como ervas, acupuntura e remédios homeopáticos.
Mas há algumas coisas que você mesma pode fazer para se ajudar. Por exemplo, ter uma alimentação nutritiva (incluindo frutas, verduras e cereais integrais); evitar cafeína, álcool e açúcar; fazer exercícios moderados e tirar uma soneca quando o bebê está dormindo. Zoraya, uma mãe cristã que só chorava por vários dias após dar à luz uma menininha saudável, disse que o que a ajudou a superar a depressão foi envolver-se o mais rápido possível nas suas atividades cristãs regulares como Testemunha de Jeová. — O quadro acompanhante fornece outras dicas.
Como outros podem ajudar?
Visto que uma das coisas que mais contribuem para a depressão pós-parto é a falta do devido descanso, outras pessoas podem ajudar por assumir algumas das tarefas domésticas e por ajudar a cuidar da criança. Estudos revelam que a depressão pós-parto é muito menos freqüente em culturas onde diversos membros da família ampliada participam em dar apoio e instrução. Muitas vezes a pessoa pode ser de grande ajuda por simplesmente ouvir com empatia, reanimando a nova mamãe e evitando fazer críticas ou suposições. Lembre-se de que a depressão pós-parto é um distúrbio físico e não algo provocado pela própria pessoa. Conforme salientado pela organização Educação Pós-Parto para Pais, “a mulher não consegue reagir quando está com depressão pós-parto da mesma forma que não conseguiria se tivesse gripe, diabetes ou uma doença cardíaca”.
Em vista do precedente, pode-se ver que, embora o pós-parto possa ser uma fase maravilhosa para as novas mamães, pode também ser muito estressante. Entender que se trata de uma doença pode ajudar-nos a dar o apoio necessário às mulheres que acabam de ter um filho.
Nota
A depressão pós-parto não deve ser confundida com o distúrbio de estresse pós-traumático que algumas mulheres sofrem depois de um parto difícil, embora ambos os quadros possam manifestar-se simultaneamente.
Veja o artigo “Venci a luta contra a depressão pós-parto”, na Despertai! de 22 de julho de 2002.
Alguns medicamentos podem contaminar o leite materno. Assim, se desejar amamentar o bebê ao peito, consulte o médico para saber qual a opção mais apropriada.

Fonte: Estudo e Pesquisa
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