As 15 Epidemias e Pandemias mais Mortais da Humanidade

As 15 Epidemias e Pandemias mais Mortais da Humanidade epidemias mortíferas, peste negra, virus e bactérias mortais, epidemias que mais mataram no mundo
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EXISTEM LINHAS MAGNÉTICAS CAPAZES DE CRIAREM EVENTOS SOBRENATURAIS?

Segundo o arqueólogo Alfred Watkins, as famosas "linhas ley" são responsáveis por eventos paranormais da História
Em 1921, o arqueólogo Alfred Watkins descobriu que diferentes lugares do mundo estavam alinhados. As linhas responsáveis por esse fenômeno ficaram conhecidas como “linhas ley”. Tal descoberta abriu margem para diversas teorias conspiratórias e sobrenaturais, entre elas o motivo da morte das bruxas de Salem.

Segundo a teoria do arqueólogo, as linhas ley se cruzam ao redor do mundo, como linhas latitudinais e longitudinais, mas concentram uma quantidade enorme de energia sobrenatural. De acordo com Alfred Watkins, alguns indivíduos podem absorver essas energias.

De acordo com o pesquisador, diversos monumentos estão conectados ao redor do mundo por uma linha magnética. Um bom exemplo disso está localizado no extremo sul da Irlanda até Isreal, onde há uma linha reta que conecta sete formas de relevo diferentes.

Outros monumentos famosos estão conectados a estas linhas, como as Grandes Pirâmides de Gizé, Chichen Itza e Stonehenge, motivo que poderia explicar o porquê estas maravilhas do mundo desafiavam as leis da arquitetura da época.
Mapeamento das linhas ley / Crédito: Wikimedia Commons

Para alguns historiadores as linhas ley explicaram também os acontecimentos envolvendo as bruxas de Salem, uma vez que a região é cortada por uma dessas linhas. Segundo a teoria, algumas mulheres na região teriam absorvido a energia sobrenatural do local.

No entanto, há quem conteste e teoria, como é o caso do pesquisador Paul Devereux, que afirmou que o conceito é falso e improvável de existir. Para ele, as linhas coincidem, mas não possuem ligação.

O autor de Paranormal Encounters: A Look at the Evidence, Jeff Belanger concordou com Paul Devereux. Belanger estuda as linhas ley há anos, por isso afirmou que o fato do termo ser usado para qualquer tipo de linha comprida prejudica sua credibilidade.

Até o momento, a Ciência não conseguiu comprovar a veracidade dessas linhas magnéticas, mas isso não impediu Alfred Watkins de conquistar diversos admiradores pelo mundo. Esta teoria costuma aparecer em explicações para eventos sobrenaturais e em monumentos históricos.


+Saiba mais sobre as linhas ley:
1. Paranormal Encounters: A Look at the Evidence (Edição Inglês), de Jeff Belanger (2011) - https://amzn.to/2PkT15N
2. Ley Lines (Edição Inglês), de Danny Sullivan (2011) - https://amzn.to/2LTVOAN
3. Ley lines: Hard pressed (Edição Japonesa), Sakaki Masashi - https://amzn.to/38FtfAW
4. Ley Lines: Their Nature and Properties - A Dowser's Investigation (Edição Inglês), de J. Havelock Fidler (1983) - https://amzn.to/2srgvwQ
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APOCALIPSE PROFECIAS - MUITOS IGNORAM OS SINAIS

Astronomia meteoro 3
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PÁSCOA, SAIBA A VERDADE!

pascoa
A Páscoa (hebr.: pé·sahh; gr.: pá·skha) foi instituída na noite que precedeu o Êxodo do Egito. A primeira Páscoa foi celebrada por volta da época da lua cheia, no dia 14 do mês de abibe (mais tarde chamado nisã) do ano 1513 AEC. Dali em diante, deveria ser celebrada anualmente. (Êx 12:17-20, 24-27) Abibe (nisã) cai nos meses de março-abril do calendário gregoriano. A Páscoa era seguida de sete dias da Festividade dos Pães Não Fermentados, de 15 a 21 de nisã. A Páscoa comemora a libertação dos israelitas do Egito e serem os seus primogênitos ‘passados por alto’ quando Jeová destruiu os primogênitos do Egito. Quanto à época do ano, caía no início da colheita da cevada. — Êx 12:14, 24-47; Le 23:10.
A Páscoa era uma celebração comemorativa; portanto, a ordem bíblica era: “E terá de acontecer que, quando os vossos filhos vos disserem: ‘Que significa para vós este serviço?’, então tereis de dizer: ‘É o sacrifício da páscoa a Jeová, que passou por alto as casas dos filhos de Israel no Egito quando feriu os egípcios, mas livrou as nossas casas.’” — Êx 12:26, 27.
Visto que para os judeus o dia começava após o pôr-do-sol e terminava no pôr-do-sol do dia seguinte, o dia 14 de nisã começaria após o poente. A Páscoa seria comemorada na noite após a conclusão do dia 13 de nisã. Visto que a Bíblia declara definitivamente que Cristo é o sacrifício da Páscoa (1Co 5:7) e que ele celebrou a refeição pascoal na noite antes de ser morto, a data de sua morte deve ser 14 de nisã, não 15 de nisã, a fim de cumprir com exatidão o fator tempo retratado no tipo, ou sombra, fornecido na Lei. — He 10:1.
As Leis Que Regiam Sua Observância. Cada família devia escolher um cordeiro ou um cabrito sadio, de um ano. Ele era levado para dentro de casa no dia 10 do mês de abibe e mantido ali até o dia 14, e então era abatido e seu sangue era esparrinhado com um ramo de hissopo nas ombreiras e nas vergas das portas da casa em que o comeriam (não na soleira da porta, onde o sangue seria pisado).
O cordeiro (ou cabrito) era abatido, esfolado, suas partes internas eram limpas e recolocadas no lugar, e ele então era assado inteiro, bem passado, sem que se lhe quebrasse nenhum osso. (2Cr 35:11; Núm 9:12) Se a família fosse pequena demais para consumir o animal inteiro, então devia ser partilhado com uma família vizinha e comido naquela mesma noite. Quaisquer sobras deviam ser queimadas antes do amanhecer. (Êx 12:10; 34:25) Era comido com pães não fermentados, “o pão de tribulação”, e com ervas amargas, pois a vida deles fora amarga na escravidão. — Êx 1:14; 12:1-11, 29, 34; De 16:3.
O que significa a expressão “entre as duas noitinhas”?
Os israelitas contavam o dia de pôr-do-sol a pôr-do-sol. Assim, o dia da Páscoa começava no pôr-do-sol do dia 13 de abibe (nisã). O animal devia ser abatido “entre as duas noitinhas”. (Êx 12:6) Há diferenças de opinião quanto à hora exata a que se refere esta expressão. Segundo alguns peritos, bem como os judeus caraítas e os samaritanos, trata-se do período entre o pôr-do-sol e a escuridão da noite. Por outro lado, os fariseus e os rabinistas consideravam que a primeira noitinha ocorria quando o sol começava a descer e que a segunda noitinha era o verdadeiro pôr-do-sol. Devido a este último conceito, os rabinos afirmam que o cordeiro era abatido no fim do dia 14, não no começo, e, portanto, que a refeição pascoal era realmente tomada no dia 15 de nisã.
Sobre este ponto, os professores Keil e Delitzsch dizem: “Desde data bem remota prevalecem diferentes opiniões entre os judeus quanto à hora exata tencionada. Aben Ezra concorda com os caraítas e com os samaritanos em considerar a primeira noitinha como a hora em que o sol mergulha abaixo do horizonte, e a segunda, como a hora de escuridão total; neste caso, ‘entre as duas noitinhas’ seria das 18 às 19:20 horas. . . . Segundo a idéia rabínica, a hora em que o sol começa a descer, a saber, das 15 às 17 horas, era a primeira noitinha, e o pôr-do-sol era a segunda; de modo que ‘entre as duas noitinhas’ era das 15 às 18 horas. Expositores modernos decidiram mui apropriadamente a favor do conceito expendido por Aben Ezra e do costume adotado pelos caraítas e pelos samaritanos.” — Commentary on the Old Testament (Comentário Sobre o Velho Testamento), 1973, Vol. I, O Segundo Livro de Moisés, p. 12; .
À base do precedente, e especialmente em vista de textos tais como Êxodo 12:17, 18, Levítico 23:5-7 e Deuteronômio 16:6, 7, o peso da evidência tende para a aplicação da expressão “entre as duas noitinhas” ao período entre o pôr-do-sol e a escuridão. Isto significaria que a refeição pascoal era comida bem depois do pôr-do-sol, em 14 de nisã, pois era preciso considerável tempo para abater, esfolar e assar cabalmente o animal. Deuteronômio 16:6 ordena: “Deves sacrificar a páscoa, à noitinha, assim que se pôr o sol.” Jesus e seus apóstolos celebraram a refeição pascoal “depois de anoitecer”. (Mr 14:17; Mt 26:20) Judas saiu imediatamente depois da celebração da Páscoa, “e era noite”. (Jo 13:30) Quando Jesus comemorou a Páscoa com os 12 apóstolos deve ter havido longas conversas; daí, também, algum tempo seria usado por Jesus para lavar os pés dos apóstolos. (Jo 13:2-5) Assim, a instituição da Refeição Noturna do Senhor certamente ocorreu bem tarde da noite.
Na Páscoa realizada no Egito, o cabeça da família foi responsável por abater o cordeiro (ou cabrito) em cada casa, e todos deviam permanecer dentro de casa para evitar ser mortos pelo anjo. Os participantes comeram em pé, com os lombos cingidos, com o cajado na mão, com as sandálias nos pés, para que estivessem prontos para uma longa jornada em terreno acidentado (embora não raro trabalhassem descalços no dia-a-dia). À meia-noite, todos os primogênitos dos egípcios foram mortos, mas o anjo passou por alto as casas em que o sangue havia sido espargido. (Êx 12:11, 23) Toda família egípcia em que havia um varão primogênito foi atingida, desde a casa do próprio Faraó até o primogênito dos prisioneiros. Não morreram os que eram cabeça de casa, embora estes talvez fossem primogênitos, mas todo primogênito varão que se achava debaixo dum cabeça, bem como o primogênito macho dos animais. — Êx 12:29, 30;
As Dez Pragas lançadas sobre o Egito mostraram ser um julgamento contra os deuses do Egito, especialmente a décima: a morte dos primogênitos. (Êx 12:12) O carneiro era sagrado para o deus Rá, de modo que esparrinhar o sangue do cordeiro pascoal nos marcos das portas seria blasfêmia aos olhos dos egípcios. Além disso, o touro era sagrado, e a destruição dos primogênitos dos touros seria um golpe no deus Osíris. O próprio Faraó era venerado como filho de Rá. Assim, a morte do primogênito do próprio Faraó mostraria a impotência tanto de Rá como de Faraó.
No Deserto e na Terra da Promessa. Só se menciona uma celebração da Páscoa no ermo. (Núm 9:1-14) A guarda da Páscoa durante a jornada no ermo provavelmente foi limitada, por duas razões: (1) As instruções originais de Jeová eram que ela tinha de ser observada quando chegassem à Terra da Promessa. (Êx 12:25; 13:5) (2) Os nascidos no ermo não haviam sido circuncidados (Jos 5:5), ao passo que todos os participantes varões da Páscoa tinham de ser circuncidados. — Êx 12:45-49.
O Registro das Páscoas Celebradas. As Escrituras Hebraicas fornecem relatos diretos da Páscoa (1) no Egito (Êx 12); (2) no ermo junto ao Sinai, em 14 de nisã de 1512 AEC (Núm 9); (3) quando chegaram à Terra da Promessa, em Gilgal, e depois da circuncisão dos varões, em 1473 AEC (Jos 5); (4) na ocasião em que Ezequias restaurou a adoração verdadeira (2Cr 30); (5) a Páscoa de Josias (2Cr 35); e (6) a celebração feita por Israel depois do retorno do exílio babilônico (Esd 6). (Além disso, faz-se menção das Páscoas realizadas nos dias de Samuel e nos dias dos reis, em 2Cr 35:18.) Depois que os israelitas se estabeleceram na terra, a festividade da Páscoa era celebrada “no lugar que Jeová, teu Deus, escolher para ali fazer residir seu nome”, em vez de em cada casa ou nas várias cidades. Com o tempo, o local escolhido veio a ser Jerusalém. — De 16:1-8.
Acréscimos. Depois de Israel se ter fixado na Terra da Promessa, certas mudanças foram feitas e vários acréscimos vieram a existir na celebração da Páscoa. Eles deixaram de participar da festa em pé, ou equipados para uma jornada, pois já estavam na terra que Deus lhes dera. Os celebrantes do primeiro século comiam-na costumeiramente recostados sobre o seu lado esquerdo, com a cabeça apoiada na mão esquerda. Isto explica como um dos discípulos de Jesus podia estar ‘recostado na frente do seio de Jesus’. (Jo 13:23) Na Páscoa realizada no Egito não se usou vinho, nem havia ordem alguma da parte de Jeová para que fosse usado na festividade. Tal costume foi introduzido mais tarde. Jesus não condenou o uso do vinho na refeição, mas bebeu vinho com os apóstolos e, depois, ofereceu-lhes um copo para que bebessem, ao instituir a Refeição Noturna do Senhor, a Comemoração de sua morte. — Lu 22:15-18, 20.
De acordo com fontes judaicas tradicionais, usava-se vinho tinto e passavam-se quatro copos, embora o serviço não se restringisse a quatro copos. Os Salmos 113 a 118 eram entoados durante a refeição, concluindo com o Salmo 118. É provável que tenha sido um destes salmos que Jesus e os apóstolos cantaram ao concluírem a Refeição Noturna do Senhor. — Mt 26:30.
Costumes da Época da Páscoa. Faziam-se grandes preparativos em Jerusalém na época da festividade, visto que celebrar a Páscoa era um requisito da Lei para todo varão israelita e para todo varão dentre os residentes forasteiros circuncisos. (Núm 9:9-14) Isto significava que muitas pessoas viajavam para a cidade com muitos dias de antecedência. Chegavam antes da Páscoa, a fim de se purificarem cerimonialmente. (Jo 11:55) Diz-se que com cerca de um mês de antecedência se enviavam homens para preparar as pontes e colocar as estradas em boas condições para a conveniência dos peregrinos. Visto que o contato com um cadáver tornava impura a pessoa, tomavam-se precauções especiais para proteger o viajante. Por ser costumeiro enterrar pessoas em campos abertos caso morressem ali, os sepulcros eram tornados claramente distinguíveis por serem caiados um mês antes. (The Templo [O Templo], de A. Edersheim, 1874, pp. 184, 185) Isto permite entender as palavras de Jesus aos escribas e fariseus, de que eles se assemelhavam a “sepulcros caiados”. — Mt 23:27.
Para os que vinham a Jerusalém a fim de celebrar a Páscoa, ofereciam-se acomodações nas casas. Num lar oriental, podia-se dormir em todos os cômodos, e várias pessoas podiam ser alojadas em um só aposento. O teto plano da casa também podia ser usado. Adicionava-se a isto o fato de que muitos dos celebrantes obtinham alojamentos fora dos muros da cidade, especialmente em Betfagé e Betânia, dois povoados nas encostas do monte das Oliveiras. — Mr 11:1; 14:3.
Questões Quanto à Seqüência dos Eventos. Foi a questão do aviltamento que deu lugar às palavras: “Eles mesmos não entraram no palácio do governador, para que não se aviltassem, mas pudessem comer a páscoa.” (Jo 18:28) Os judeus consideravam aviltante entrar na casa de um gentio. (At 10:28) Esta declaração, porém, foi feita “de manhã cedo”, portanto, depois de a refeição pascoal ter sido comida. Deve-se notar que, naquela época, o período inteiro, incluindo o dia da Páscoa e a Festividade dos Pães Não Fermentados que se seguia, era às vezes chamado de “Páscoa”. À luz deste fato, Alfred Edersheim dá a seguinte explicação: Na Páscoa se fazia uma oferta pela paz, voluntária, e no dia seguinte, 15 de nisã, o primeiro dia da Festividade dos Pães Não Fermentados, fazia-se outra, obrigatória. Esta segunda oferta é que os judeus tinham receio de não poder comer, caso se tornassem aviltados na sala de julgamentos de Pilatos. — The Temple, 1874, pp. 186, 187.
O “primeiro dia dos Pães não Fermentados”. Surge também uma questão relacionada com a declaração em Mateus 26:17: “No primeiro dia dos Pães não Fermentados, os discípulos vieram a Jesus, dizendo: ‘Onde queres que preparemos para comeres a páscoa?’”
A expressão “primeiro dia” aqui poderia ser traduzida “dia anterior”. A respeito do uso da palavra grega aqui traduzida “primeiro”, a nota de rodapé de Mateus 26:17, na Tradução do Novo Mundo, diz: “Ou: ‘No dia antes dos.’ Esta tradução da palavra gr. [pró·tos], seguida pelo caso genitivo da palavra seguinte, concorda com o sentido e a tradução duma construção similar em Jo 1:15, 30, a saber: ‘existiu antes [pró·tos] de mim’.” Segundo o Greek-English Lexicon (Léxico Grego-Inglês), de Liddell e Scott, “[pró·tos] é às v. [às vezes] usado onde esperaríamos [pró·te·ros (que significa ‘antes, anteriormente’)]”. (Revisado por H. Jones, Oxford, 1968, p. 1535) Naquela época, o dia da Páscoa viera a ser considerado, em geral, como o primeiro dia da Festividade dos Pães Não Fermentados. Assim, pois, o grego original, harmonizado com o costume judaico, permite que a pergunta tenha sido feita a Jesus no dia anterior à Páscoa.
“Preparação.” Em João 19:14, o apóstolo João, descrevendo a parte final do julgamento de Jesus perante Pilatos, diz: “Ora, era a preparação da páscoa; era cerca da sexta hora [do período diurno, entre 11 e 12 horas].” Naturalmente isto ocorreu depois da hora da refeição pascoal, que havia sido comida na noite anterior. Encontram-se expressões similares nos versículos 31 e 42 . Aqui o vocábulo grego pa·ra·skeu·é é traduzido “preparação”. Esta palavra parece assinalar, não o dia que antecedia 14 de nisã, mas o dia que precedia o sábado semanal, que, neste caso, era um “grande” sábado, a saber, não só um sábado em virtude de ser 15 de nisã, o primeiro dia da Festividade dos Pães Não Fermentados em si, mas também um sábado semanal. Isto é compreensível, visto que, conforme já dito, o termo “Páscoa” às vezes era usado para referir-se à inteira festividade. — Jo 19:31;
Significado Profético. O apóstolo Paulo, ao instar os cristãos a levar uma vida limpa, atribui significado pictórico à Páscoa. Diz ele: “Pois, deveras, Cristo, a nossa páscoa, já tem sido sacrificado.” (1Co 5:7) Ele aqui assemelha Cristo Jesus ao cordeiro pascoal. João, o Batizador, apontou para Jesus, dizendo: “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!” (Jo 1:29) É possível que João tivesse presente o cordeiro pascoal, ou talvez estivesse pensando no cordeiro que Abraão ofereceu em lugar de seu próprio filho, Isaque, ou no cordeiro que era oferecido cada manhã e cada noitinha sobre o altar de Deus, em Jerusalém. — Gên 22:13; Êx 29:38-42.
Certas particularidades da celebração da Páscoa cumpriram-se em Jesus. Um cumprimento está relacionado com o fato de que o sangue sobre as casas no Egito livrou os primogênitos israelitas da destruição às mãos do anjo destruidor. Paulo fala dos cristãos ungidos como a congregação dos primogênitos (He 12:23), e de Cristo como o seu libertador, mediante o seu sangue. (1Te 1:10; Ef 1:7) Nenhum osso do cordeiro pascoal devia ser quebrado. Havia sido profetizado que nenhum dos ossos de Jesus seria quebrado, e isto se cumpriu por ocasião de sua morte. (Sal 34:20; Jo 19:36) Assim, a Páscoa observada pelos judeus durante séculos era uma daquelas coisas em que a Lei provia uma sombra das coisas vindouras e apontava para Jesus Cristo, “o Cordeiro de Deus”. — He 10:1; Jo 1:29.

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Um livro brasileiro de 2014 previu uma pandemia em 2020


O extrato de um livro escrito pela brasileira Melissa Tobias em 2014 está se tornando viral, porque tem incríveis coincidências com o momento em que vivemos e a crise global que se estabeleceu.



"Não são notícias falsas. O livro " The Reality of Madhu " realmente fala sobre uma pandemia viral em 2020 ", escreveu a escritora Melissa Tobias em sua página no Facebook em 30 de março.
A página 183 de um de seus quatro livros se tornou viral em grupos do WhatsApp nos últimos dias para uma passagem que descreve uma pandemia que obriga os humanos a "praticar o amor" a outros.
“A história 'A realidade de Madhu' era mais forte que eu. Ela escolheu seu próprio destino. Eu não tinha controle sobre os personagens ou a trama ”, disse a autora em seu blog sobre o livro.
O trecho de 'A realidade de Madhu' que surpreendeu a Internet:
"- Durante esse período, o sistema financeiro terráqueo mudou completamente: o sistema antigo se declarou completamente falido, dando origem ao sistema de recompensa"."A pessoa é recompensada toda vez que faz bem aos outros, é a nova moeda, a filantropia"."O petróleo foi completamente substituído por fontes de energia limpas. Todas as casas são auto-suficientes. Não há mais fome ou prisões ".



“- Mas como isso é possível? Todas as famílias são auto-suficientes? E para onde vão os criminosos? Madhu perguntou, surpreso com uma mudança tão grande tão rápido. ""- Em 2020, quando a Terceira Realidade acabou envolvendo todo o planeta Terra, uma pandemia global matou mais de três bilhões de terráqueos".“Foi um momento muito caótico que durou dois anos. Foi uma pandemia viral psicossomática que penetrou apenas em corpos incompatíveis com a vibração do amor ao próximo ".
Nesta ficção científica, Madhu é sequestrado por uma nave espacial intergaláctica. Seqüestrada e confinada à 'Ala Híbrida', Madhu terá que descobrir por que os alienígenas estão interessados ​​nela.

A bordo da colossal nave alienígena, Madhu aprenderá lições importantes, superando medos arraigados.

Melissa Tobias explicou no YouTube que escolheu 2020 devido ao prazo de Chico Xavier que cita 2019 como o prazo para o final de um ciclo e o início de uma nova era.
“Eu pensei 'oh, isso termina em 2019, em 2020 provavelmente uma catástrofe está chegando. Mas tudo é baseado no conhecimento antigo, em Chico Xavier, nos Vedas. Foi daí que surgiu a idéia do livro ”, comentou Melissa no vídeo.
Para ela, a escrita criativa é uma forma de arte. “Cada artista tem um tipo de mediunidade. Quando estamos nesse estado de criação, entramos em um estado mental alfa que nos conectamos com algo que não vem da razão, mas do coração que tem uma conexão com a nossa alma. ”
Tobias disse que essa parte do livro pode ter vindo dessa conexão com a alma. Você acredita em coincidências ou acha que Melissa, de alguma maneira espiritual, já sabia que isso iria acontecer?



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O 'código secreto da Bíblia' mostra a palavra "Covid19" (vídeo)

Em 1997, Michael Drosnin conseguiu um best-seller mundial com "O Código Secreto da Bíblia", no qual previu o assassinato de Isaac Rabin um ano antes de acontecer.

O "código secreto da Bíblia", também conhecido como código da Torá, consiste em grupos de palavras e frases que deveriam ter um significado e que alguns acreditam que são intencionalmente colocados "criptografados" ou ocultos no texto de a Bíblia.

O código foi descoberto na versão hebraica do Antigo Testamento - Torá - e foi publicado pelo jornalista Michael Drosnin, em seu livro "O Código Secreto da Bíblia", que logo se tornou um best-seller.

Segundo aqueles que investigam minuciosamente esses códigos secretos, a versão mais antiga da Bíblia seria a única cópia em que as profecias aparecem.

Uma vez que o fato de acreditar que eles podem ser encontrados em qualquer uma das milhares de versões impressas em diferentes idiomas, implicaria acreditar que em suas traduções esses códigos foram levados em consideração em mínimos detalhes e, portanto, reduziriam o misticismo à situação.

O método usado para descobrir o código é bem conhecido e consiste em eliminar os espaços entre as palavras do livro e, assim, converter o texto em um único extrato de 304.805 caracteres.

Essa sequência é inserida em um computador encarregado de explorar essa longa faixa de letras em busca de palavras e frases inseridas no programa.

Comece com a primeira letra e leia o texto inteiro em uma linha, depois pule uma letra, depois duas e assim por diante até terminar. Em seguida, refaça o mesmo processo começando na segunda letra e depois nas outras até terminar.

Isso é chamado ELS - Sequências de letras equidistantes - que significa "sequências de letras equidistantes", que são reorganizadas para apresentá-las como uma matriz ou palavras cruzadas.

O código prevê eventos que aconteceram muito depois que a Bíblia foi escrita. Nomes, datas, locais e outras características marcantes de cada um dos eventos são indicados. Algumas das previsões do Código secreto da Torá são as seguintes:
"Shakespeare" - "encenado" - "Macbeth" - "Hamlet" ou "Hitler" - "homem mau" - "nazista e inimigo" - "matança" ou "Edison" - "eletricidade" - "lâmpada" ou " Newton "," gravidade "; entre muitos outros eventos históricos relevantes.
De fato, essas supostas previsões escritas há vários séculos atraem poderosamente a atenção. No entanto, parece haver uma explicação muito mais simples do que conferir essa atribuição às escrituras.

Segundo a lenda, certos cabalistas chegaram a fazer milagres - como a criação de um homem artificial, o mítico Golem - graças à sua compreensão luminosa da palavra sagrada.

Essa é a origem da tradição segundo a qual Deus inseriu ensinamentos codificados através das transcrições de seus mensageiros.

Em resposta a um desafio explícito de Drosnin, que afirmou que apenas a Bíblia poderia conter seqüências, o matemático australiano Brendan McKay encontrou muitas seqüências semelhantes em Moby Dick que continham frases relacionadas a eventos modernos.

Outros estudiosos, como o físico americano Dave Thomas, encontraram mais exemplos em outros textos.

Além disso, Drosnin havia utilizado vantajosamente a flexibilidade da língua hebraica, misturando livremente o hebraico clássico - sem vogais, onde as letras Y e W são estritamente consoantes - com o hebraico moderno - onde Y e W geralmente indicam as vogais I e U - assim como variações no uso de K e T, encontrando o significado desejado.

Cinco anos após o código ter sido publicado na revista Statical Science, um grupo de matemáticos, incluindo Brendan McKay, publicou na mesma revista um raciocínio a partir do qual sempre é possível obter códigos que parecem premonitórios, independentemente do livro. use para fazer isso.

Agora, com a pandemia que estamos enfrentando, foi descoberto que a palavra "Covid19" também aparece nesses textos. O que você acha Assista ao vídeo a seguir e deixe seu comentário abaixo.

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O coronavírus, covid-19 vai mudar o mundo como o conhecemos

O coronavírus é um ponto de virada. Quando a pandemia recuar e recuperarmos as ruas, teremos diante de nós um mundo totalmente diferente daquele que conhecemos.


O Covid-19 virou nossas vidas de cabeça para baixo. Muitos de nós - incluindo governos, empresas e meros cidadãos - enfrentamos a situação na esperança de que as coisas voltem ao normal o mais rápido possível.


No entanto, o coronavírus é um ponto de virada. Algumas tendências já são evidentes, outras levarão algum tempo para se cristalizar, mas algo é claro: quando a pandemia recuar e recuperarmos as ruas, teremos diante de nós um mundo diferente.

Olá, desglobalização
Tradicionalmente, os estados, pelo menos os mais sólidos e poderosos, sempre tentaram proteger seus setores estratégicos contra possíveis interrupções.

No entanto, ninguém havia considerado que a produção de bens de baixo valor agregado se enquadrava nessa categoria: a China os fabricou para nós e a um custo menor.


Diante do surgimento do coronavírus, os países ocidentais descobriram a dura realidade de que a disponibilidade de máscaras sanitárias depende, em última análise, da vontade de Pequim.


Isso se aplica a muitos produtos de importância crítica (os EUA, por exemplo, não produzem antibióticos), além de componentes básicos nas linhas de montagem.


A pandemia mostrou que as redes de distribuição planetária são muito mais frágeis do que se pensava anteriormente e, se um link falhar, o resto desmorona.


Gigantes da tecnologia, têxteis e outros estão desperdiçando milhões de verdade atualmente. O processo de desglobalização já estava em andamento há algum tempo.


Falou-se, por exemplo, do fim da 'Chimérica' - a integração absoluta das economias chinesa e americana - após a guerra comercial iniciada por Donald Trump, e a realocação de indústrias da China e a diversificação da oferta começava a ser iniciada. realidade.

Essa crise mostra que também é uma necessidade, pelo menos em certas áreas.
Trump afunda ... ou é definitivamente salvo
As eleições de novembro de 2020 prometeram estar entre as mais rigorosas da história dos EUA. Com Joe Biden quase confirmado como o candidato "centrista" definitivo da oposição e com a inevitável erosão que qualquer presidência gera.

A matemática parecia favorecer um Partido Democrata que já ganhou o voto popular em 2016; No entanto, após o maremoto de 'impeachment', com uma economia forte e bases firmemente posicionadas a seu favor, o presidente Trump teve uma base sólida para sua reeleição.


As porcentagens de rejeição e aprovação de Trump haviam sido surpreendentemente constantes, e nada que ele ou seus rivais fizessem ou dissessem parecia capaz de mudar isso.


Até o coronavírus chegar. Trump, que tem um nariz político formidável, reconheceu a ameaça que essa crise representava para ele desde o início; portanto, ele tentou minimizá-la, chamando-a de "fraude dos democratas" e tentando impedir que os passageiros do navio de cruzeiro Grand Princess desembarcassem em sua região. 


Estados Unidos para que não aumentem as estatísticas dos infectados no país.

Seus dois primeiros discursos na televisão, bem como a incompetência inicial de seu governo, ajudaram a afundar os mercados a níveis sem precedentes.

Algo, no entanto, mudou na Casa Branca. As últimas aparições de Trump foram as mais "presidenciais" desde a sua posse no início de 2017, com um presidente em modo de comandante-chefe que se apega aos fatos e se apóia em especialistas, e que reconhece a seriedade da situação ( parênteses notáveis ​​para atacar a China e culpar a situação.)



Até a CNN normalmente hostil reconheceu as virtudes deste novo Trump. Enquanto isso, o Exército anunciou a mobilização de seus navios-hospital, e o governo dos EUA está lançando um pacote de medidas econômicas após o outro para tentar aliviar as conseqüências do desastre.


Resta ver se isso será suficiente para convencer os americanos de que o presidente está à altura da tarefa, em um país onde já existem mais de 27.000 infectados confirmados e há uma explosão prevista em infecções e milhares de mortes.


Se ele conseguir, qualquer coisa que a campanha de Biden apresentar será em vão. Mas, caso contrário, sua presidência está condenada. Saberemos em algumas semanas.

"Objetivo" da China será recompensado em breve
Muito está sendo escrito sobre a operação de propaganda da China - enviando ajuda à saúde enquanto tenta reescrever a origem do Covid-19 - para convencer o mundo de que é o país certo para liderar a luta contra a pandemia.

Isso faz parte de um processo de longo prazo para aumentar a liderança da China no mundo, que inclui colocar os cidadãos chineses à frente de instituições internacionais e uma vasta rede de cooperação e investimento em todo o mundo.


O debate sobre se Pequim quer tomar o lugar deixado por Washington em retirada não está resolvido: liderar o planeta exige um grande esforço, e muitos especialistas consideram que a China está reivindicando apenas uma parcela de poder mais adequada ao seu peso econômico real.


A China pretende realizar um ato ambicioso de mágica com o mundo inteiro assistindo: o vírus Wuhan não é chinês. E se der certo, pode acabar convencendo você de que um cervo é, de fato, um cavalo, mas a eficácia de conter o surto de coronavírus em Wuhan é um objetivo completo para as autoridades chinesas.


De repente, o modelo chinês, até agora quase unanimemente percebido como monstruoso nas democracias ocidentais, começa a não parecer tão ruim para muitos.


A admiração pela China é paralela à saciedade devido à suposta inação européia, e Pequim agora se vê com poucas portas abertas.


Nada a ver com alguns meses atrás, quando a preocupação com a crescente hegemonia da China se espalhou por toda a Europa, sem mencionar a hostilidade aberta dos Estados Unidos.


No mínimo, Pequim poderá silenciar muitas críticas internacionais sobre questões como o tratamento da minoria uigur, Taiwan, a questão territorial no Mar da China Meridional e, é claro, a vigilância maciça de seus cidadãos.

O euroceticismo crescerá
Se você não acompanhou as notícias, pode estar se perguntando: onde está a União Europeia em tudo isso? E se ele tiver, ele pode ter posto as mãos na cabeça quando soube que nenhum país da UE respondeu ao pedido de ajuda da Itália, que teve que recorrer a médicos de Cuba, Venezuela e China.

Sabendo que a Alemanha proibiu a exportação de máscaras primeiro; e que a diretora do Banco Central Europeu, Christine Lagarde, garantiu que seu papel não era cancelar os prêmios de risco, apesar do colapso econômico geral.


Mas o dano já está feito. As rachaduras no interior do bloco foram expostas como nunca antes, os inimigos externos de Bruxelas esfregam as mãos e os eurocépticos força o peixe em um rio agitado.


Não importa o que a UE faz: seus cidadãos não descobriram, mas viram como a comunidade chinesa distribuía máscaras aos policiais e profissionais de saúde.


Pequim mostrou que é preciso apenas um avião carregado com caixas de adesivos de solidariedade, um telefone celular e mídias sociais para vencer a batalha da opinião pública.


Poucas pessoas passaram a ver a China como um modelo da noite para o dia, mas muitas deixaram de acreditar que a resposta para tudo está na Europa. E eles serão ainda mais.


Os governos vão cair
O coronavírus é um teste de governança em todo o mundo. Muitos executivos de todos os sinais políticos estão sendo questionados por suas cidadanias em face da gestão da epidemia - é o caso do Reino Unido, Colômbia, México, Brasil e, cada vez mais, Cuba, para citar apenas alguns casos.

E mesmo nos países em que a gravidade da situação causou uma unidade momentânea, as tensões permanecem abaixo da superfície. Veremos protestos, eleições antecipadas e mudanças ocasionais de governo.


Um caso a ser observado de perto é o da Rússia: a mídia controlada pelo Kremlin vem reivindicando há meses que o gerenciamento de crises está sendo perfeito.


E o país pode ser ajudado por sua disseminação e despovoamento maciço, bem como pelo frio extremo, que não favorece a disseminação do vírus. Mas a extensão da corrupção e incompetência das autoridades locais põe em dúvida se tudo está sob controle.


E se os russos começarem a ficar doentes em massa - e, em alguns casos, a morrer - à medida que as temperaturas ficarem mais quentes após o inverno, o presidente Putin terá um problema muito, muito sério, do qual não será poupado. acusar Donald Trump de estar por trás do vírus.


Cuidado, seria absurdo pensar que isso necessariamente trará uma mudança política imediata na Rússia, mas pode enfraquecer um Putin cada vez mais questionado internamente.

O fim do sistema de ajuda internacional?
Já estamos vendo isso nos campos de refugiados na Grécia, onde ONGs alertam que um foco infeccioso alarmante pode ocorrer sem que alguém saiba como - ou queira - fazer algo para aliviá-lo.

Uma situação semelhante ocorre entre as centenas de milhares de deslocados Rohingya em Bangladesh, entre os refugiados sírios nos campos da Jordânia e no Líbano, os somalis na fronteira com o Quênia ou os deslocados internamente no Sudão.


Da mesma forma, o coronavírus chegou à África e está se espalhando maciçamente sem uma forte infraestrutura de saúde com a qual combatê-lo.


Ao todo, centenas de milhares de mortes, talvez milhões, ocorrerão nos lugares mais carentes do planeta, e não se pode esperar ajuda das sociedades mais prósperas, preocupadas em conter o problema em seu próprio território.

O coronavírus retornará ... mas não será o mesmo
Espera-se que o que aconteceu hoje em dia sirva de lição para governos e empresas de todo o mundo. Ainda não sabemos muitas coisas sobre o Covid-19, e ele pode acabar desaparecendo após esta temporada, mas a suposição de muitos especialistas é que ela provavelmente se tornará uma doença sazonal que retornará a cada ano.

No entanto, três coisas terão mudado. Primeiro, é improvável que cause o mesmo nível de pânico social, social e político: ter sobrevivido à experiência cria resiliência nas sociedades; portanto, da próxima vez as reações serão menos irracionais.


Segundo, é provável que uma parcela da população mundial desenvolva certa imunidade natural que diminua o contágio e reduz seu impacto.


Finalmente, devemos admitir que, apesar dos avisos de especialistas há anos, essa epidemia nos pegou completamente desprevenidos.


Em vez disso, espera-se que governos e autoridades de saúde tenham desenvolvido protocolos mais eficazes, com base na detecção precoce e em testes de massa nos estágios iniciais da epidemia - a medida que se mostrou mais eficaz. em todo o mundo quando se trata de combatê-lo - em vez de ter que recorrer aos confinamentos que estão causando tanta interrupção globalmente.


Veja o Vídeo: https://youtu.be/wM7VIu_jF4c


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Hantavirus o novo vírus que coloca a China em alerta novamente

No meio da pandemia que estamos enfrentando, um novo medo surge agora. O hantavírus causa preocupação nas últimas horas após o conhecimento de um caso na China de uma pessoa falecida.

Segundo o Global Times, uma pessoa que viajava de ônibus de Shantung para Yunnan (sudoeste da China) morreu de repente no caminho. Os testes foram positivos para hantavírus e negativos para Covid-19.

Essa condição é caracterizada por ser transmitida emergentemente por roedores, ou seja, camundongos e ratos.

Sua forma clínica mais comum é a Síndrome Cardiopulmonar por Hantavírus, que é precisamente a que matou um homem em um ônibus na China na última terça-feira.

As autoridades chinesas abriram uma investigação, segundo a agência de notícias Xinhua.
A cidade de Lincang, de onde a vítima se originou, lançou um controle para prevenir a doença. O primeiro caso conhecido data de 1978 na Coréia do Sul, perto do rio Hantaan.
O que é hantavírus?
A Organização Mundial da Saúde relata que o hantavírus é uma doença zoonótica, ou seja, que pode ser transmitida entre animais e humanos e é considerada uma síndrome pulmonar.
Neste caso, os transportadores são roedores, especialmente ratos e camundongos.
Como é espalhado?

A forma mais frequente de contágio é por inalação. O hantavírus pode ocorrer em ambientes rurais, mas também houve casos nas cidades.

A infecção ocorre através do contato com excremento ou urina de roedores, através dos olhos, nariz ou boca. Outra rota é através de uma mordida desses animais.

Mosquitos, pulgas ou carrapatos também podem transmiti-lo através de uma picada, se já tiverem sido infectados.
Quais são os sintomas?
É muito semelhante ao estado de gripe. Os sintomas são febre, calafrios, queixas gastrointestinais ou dores musculares e, posteriormente, desconforto respiratório e hipotensão.

Pode contrair e desenvolver até 42 dias após a exposição, até 56 dias, o que complica a identificação exata do foco da infecção.
Você tem tratamento?
Não há tratamento específico. Entretanto, os pacientes com síndrome cardiopulmonar do hantavírus devem ser atendidos em estabelecimentos hospitalares, preferencialmente em unidades de terapia intensiva com suporte respiratório mecânico.

A Organização Pan-Americana da Saúde, anexada à OMS, ressalta que não há vacina eficaz no momento.

Veja o vídeo: https://youtu.be/qgCbCZfBffI

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Os 72 Demônios Goéticos, O que é Goétia

A palavra Goety provavelmente vem do latim e tem como tradução para o português a palavra "uivar", e portanto Ars Goetia significaria A Arte de Uivar, tendo este nome pois os antigos acreditavam que os lobos ao uivarem estavam "chamando" espíritos.

A Goétia ou Ars Goetia é um conjunto de técnicas e procedimentos cerimoniais que visam evocar espíritos para que estes obedeçam ao magista e realize os desejos solicitados de acordo com a capacidade deste mesmo espírito.

Por meio dessas técnicas o magista se utiliza do espírito sem que este exerça influência sobre o magista. Para isso, são utilizados uma série de selos e chaves de proteção, todas explicadas, ensinadas e detalhadas na Goétia. Uma vez que esses seres, ou melhor, alguns desses seres, aparecem nos mais diversos segmentos relacionados ao Ocultismo, é importante que se tenha ao menos um estudo e conhecimento básico sobre o assunto.

Ninguém sabe ao certo qual a origem da Goétia, alguns dizem que ela foi entregue pelos Anjos para o rei bíblico Salomão. Fontes mais coerentes dizem que tal grimório foi escrito na Idade Média, por um magista que desenvolveu o sistema e registrou alguns de seus contatos com entidades capazes de atendê-lo por ele. Para popularizar o sistema sem ter problemas com a Inquisição Católica, o autor original teria nomeado o grimório de Chave de Salomão, esquivando-se da fama de demonólatra e popularizando o livro com o nome de um personagem histórico (prática comum na Idade Média).

Ars Goetia era o título da primeira seção de A Chave Menor de Salomão (Lemegeton), e que contêm descrições dos 72 (setenta e dois) demônios que o Rei Salomão se diz ter evocado e confinado em um vaso de bronze selada com símbolos mágicos, e que ele obrigava-os a trabalhar para ele. Há também uma lenda que diz quando Salomão foi derrotado, o exército que entrou e encontrou o vaso de bronze abriu com força e como você pode imaginar, nada de bom saiu de lá.

O Ars Goetia atribui uma posição e um título de nobreza a cada membro da hierarquia infernal, e dá aos demônios "sinais que têm que pagar a fidelidade", ou selos.

Os nomes dos demônios são tomadas a partir da Ars Goetia, que difere de termos de número e classificação do Pseudomonarchia Daemonum. Como resultado de múltiplas traduções, existem vários dados para alguns dos nomes que constam de artigos que lhe dizem respeito.
A pronúncia correta em português para a palavra Goétia é "Goécia".

1 - BAEL
2 - AGARES3 - VASAGO
4 - SAMIGINA
5 - MARBAS
6 - VALEFOR
7 - AMON
8 - BARBATOS
9 - PAIMON10 - BUER
11 - GUSION
12 - SITRI
13 - BELETH
14 - LERAJE
15 - ELIGOS
16 - ZEPAR
17 - BOTIS
18 - BATHIN
19 - SALEOS
20 - PURSON
21 - MARAX22 - IPOS
23 - AIM
24 - NABERIUS
25 - GLASYA-LABOLAS
26 - BUNE
27 - RONOVE
28 - BERITH
29 - ASTAROTH
30 - FORNEUS
31 - FORAS
32 - ASMODAY33 - GAAP
34 - FURFUR
35 - MARCHOSIAS
36 - STOLAS
37 - PHENEX
38 - HALPHAS
39 - MALPHAS
40 - RAUM
41 - FOCALOR
42 - VEPAR
43 - SABNOCK
44 - SHAX
45 - VINE
46 - BIFRONS
47 - VUAL
48 - HAAGENTI
49 - CROCELL
50 - FURCAS
51 - BALAM
52 - ALLOCES
53 - CAIM
54 - MURMUR
55 - OROBAS
56 - GREMORY
57 - OSE
58 - AMY
59 - ORIAS
60 - VAPULA61 - ZAGAN62 - VALAC
63 - ANDRAS
64 - HAURES
65 - ANDREALPHUS
66 - CIMEJES
67 - AMDUSCIAS
68 - BELIAL
69 - DECARABIA
70 - SEERE
71 - DANTALION
72 – ANDROMALIUS

Aviso.
Por todos esses motivos, se Goetia demonios da Goetia Ritual for ligado por curiosos ou desconhecedores, isso poderá acabar por causar assombrações,suicídio,possessões e maldições que poderão recair, aterrorizar e molestar com as maiores moléstias todos aqueles que tentam lidar neste tipo de trabalhos de magia negra sem saberem aquilo que estão a fazer!


FONTE: https://www.reidovudu.com/os%2072%20demonios%20goeticos.html

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