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O Exterminador do Futuro está se aproximando?: Os cientistas integram músculos vivos em robôs

Os cientistas integram músculos vivos em robôs

"Eu sou um organismo cibernético, tecido vivo em um endosqueleto de metal",disse o exterminador modelo T-800 do famoso filme Terminator , estrelado por Arnold Schwarzenegger.

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Agora a realidade parece se aproximar perigosamente da ficção, já que os cientistas da Universidade de Tóquio conseguiram integrar o tecido muscular vivo em robôs, que apresentaram um notável movimento e função muscular contínua durante mais de uma semana.

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A equipe primeiro construiu um esqueleto robótico para instalar o par muscular funcional. Isto incluiu uma articulação rotativa, âncoras onde os músculos poderiam ser anexados e eletrodos para fornecer o estímulo para induzir a contração muscular. Para a parte muscular viva do robô, em vez de extrair e usar um músculo que foi completamente formado no corpo, a equipe construiu um a partir do zero.

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Para isso, usaram folhas de hidrogel, contendo as células precursoras do músculo chamados mioblastos, furos para a fixação dessas folhas para esqueleto âncoras robô e bandas para estimular fibras musculares para formar em alinhamento.

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"Uma vez que havia construído músculos, usado com sucesso como pares antagônicos no robô, uma contratação e expandir o outro, como no corpo , " ele disse em um comunicado o autor do estudo correspondente Shoji Takeuchi.

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"O fato de que eles estavam exercendo forças opostas uns contra os outros os impediu de se encolher e se deteriorar, como em estudos anteriores", acrescenta.

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A equipe também testou os robôs em diferentes aplicações, incluindo um robô que pode pegar e colocar um anel, e dois robôs trabalhando em uníssono para pegar um quadro quadrado. Os resultados mostraram que os robôs poderiam realizar bem essas tarefas, com a ativação dos músculos que levam à flexão de uma protrusão semelhante a um dedo no final do robô a cerca de 90 °.

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"Nossas descobertas mostram que, usando essa disposição antagônica dos músculos, esses robôs podem imitar as ações de um dedo humano", diz o autor Yuya Morimoto.

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"Se pudermos combinar mais desses músculos em um único dispositivo, poderemos reproduzir a complexa interação muscular que permite que as mãos, braços e outras partes do corpo funcionem", conclui.

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O que você acha disso? Estamos nos aproximando cada vez mais desse futuro incerto dominado pelas máquinas nos filmes de ficção científica? Deixe seu comentário abaixo!

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Anunciada existência de objeto escuro e gigante a 7.2 anos-luz

Pesquisadores estadunidenses confirmaram que um objeto com cerca de 10 vezes o tamanho de Júpiter foi detectado nas vizinhanças do Sol. O corpo é extremamente gelado e não pode ser visto no comprimento da luz visível.
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A descoberta do novo objeto foi feita com base
em imagens e dados dos telescópios espaciais Spitzer e WISE, da NASA, e anunciada por cientistas ligados ao Centro para Exoplanetas e Mundos Habitáveis da Universidade da Pensilvânia.
De acordo com Kevin Luhman, líder da equipe de descobridores, ao que tudo indica o novo objeto é uma anã marrom, um objeto gasoso de dimensões quase estelares, mas de massa insuficiente para iniciar o processo de fusão nuclear e fazê-lo brilhar como uma estrela.
Batizado como WISE J085510.83-071442.5, a anã-marrom se localiza a apenas 7.2 anos-luz do Sol (cerca de 70 trilhões de quilômetros), o que a torna o quarto sistema mais próximo do sol. Além disso, de acordo com os pesquisadores, o objeto é extremamente frio, com temperaturas oscilando entre -48 e -13 graus, o que seria a mais fria anã marrom já detectada.
"É marcante saber que mesmo após décadas estudando o céu, ainda não temos um inventário completo dos vizinhos do Sol", disse Michael Werner, cientista responsável pela missão do telescópio espacial Spitzer junto ao Laboratório de Propulsão a Jato, da Nasa.
Invisível
WISE J085510.83-071442.5 é um objeto frio e distante e por não irradiar luz no espectro visível não pode ser visto por telescópios tradicionais. Para descobri-lo foi preciso observar o céu no espectro infravermelho, onde o brilho térmico dos objetos pode ser detectado. Para isso os pesquisadores utilizaram imagens dos telescópios espaciais Spitzer e Wise, cuja missão foi justamente varrer o céu neste comprimento de onda e mapear corpos celestes que de outra forma passariam despercebidos.
Após a detecção de WISE J085510.83-071442.5, a equipe de Kevin Luhman passou a utilizar os dados gerados pelos telescópios em infravermelho Gemini e Cerro Pachon, no Chile.
Combinando as imagens feitas do objeto tomadas de diferentes posições ao redor do Sol pelos telescópios espaciais e terrestres, os pesquisadores puderam determinar a paralaxe e então calcularam a distância da anã-marrom, estimada em 7.2 anos-luz, o quarto sistema mais próximo do Sol depois do trio Alpha Centauro, localizado a 4 anos-luz de distância.
Nemesis
Em março de 2013, a análise das imagens do WISE feita pela equipe de Luhman também demonstrou a existência de um par de anãs marrons muito mais quentes, localizadas a 6.5 anos-luz. Entretanto, sua busca demonstrou até agora que o Sistema Solar exterior não contém qualquer grande planeta ainda não descoberto, afastando a possibilidade da existência de um suposto "Planeta X" ou da estrela Nemesis, uma hipotética companheira binária do nosso Sol.
fonte: Painel global
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Colisão de grande asteroide com a Terra levará a catástrofe global

Colisão de grande asteroide

O Ministério das Situações de Emergência da Rússia adverte que qualquer asteroide de um ou dois quilómetros de diâmetro poderá levar a uma catástrofe global, no caso de colisão com a Terra.

Os asteroides de mais de um quilômetro de diâmetro são considerados grandes objetos espaciais. Na Terra existem cerca de 120 grandes crateras de asteroides. Na Rússia a maior delas é a cratera de Popigai, localizada no norte da plataforma siberiana. As dimensões da cratera interna superam 75 quilômetros e as da externa –100 km. O sinistro ocorreu há cerca de 36 milhões de anos.
Os cientistas afirmam que a queda de um grande meteorito provocou a extinção em massa dos organismos vivos (há cerca de 250 milhões de anos). O outro meteorito, segundo a hipótese de Luis Alvarez, levou à extinção dos dinossauros.
Os objetos relativamente pequenos também representam uma séria ameaça à Terra, visto que suas explosões perto de cidades, como resultado da onda de choque e calor, podem causar danos consideráveis, compatível com uma explosão atômica. A queda do meteorito de Tunguska, em 1908, em uma área desabitada não provocou tais efeitos por mero acaso.
Fonte: Voz da Russia
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NASA encontra o que pode ser um novo Planeta Terra

encontra planeta semelhante a terra
Desde a descoberta do primeiro planeta a orbitar uma estrela similar ao Sol, em 1995, a humanidade estava à espera deste anúncio. Finalmente ele chegou, com toda pompa e circunstância, num artigo publicado no periódico científico “Science”: encontramos um planeta praticamente idêntico à Terra orbitando outra estrela numa região que o torna capaz de abrigar água líquida — e vida — em sua superfície.
O anúncio foi feito na tarde de hoje numa entrevista coletiva conduzida pela Nasa (uma reportagem mais completa sobre o achado, produzida por este escriba, estará amanhã nas páginas da Folha). O planeta orbita uma estrela chamada Kepler-186 e tem, segundo as estimativas, praticamente o mesmo diâmetro da Terra — 1,1 vez o do nosso mundo. Até onde se sabe, ele é o quinto a contar de seu sol e leva 129,9 dias terrestres para completar uma volta em torno de sua estrela. Ou seja, um ano lá dura mais ou menos um terço do que dura o nosso.
A estrela-mãe desse planeta é uma anã vermelha com cerca de metade do diâmetro do nosso Sol, localizada a cerca de 490 anos-luz daqui. Um dos aspectos interessantes dessa descoberta em particular é que, além de estar na chamada zona habitável — região do sistema em que o planeta recebe a quantidade certa de radiação de sua estrela para manter uma temperatura adequada à existência de água líquida na superfície –, o planeta está suficientemente distante dela para não sofrer uma trava gravitacional. Caso fosse esse o caso, o Kepler-186f, como foi batizado, teria sempre a mesma face voltada para a estrela, como acontece, por exemplo, com a Lua, que sempre mostra o mesmo lado para a Terra. Embora modelos mostrem que a trava gravitacional não é um impeditivo definitivo para ambientes habitáveis (a atmosfera trataria de distribuir o calor), é sempre melhor ter um planeta com dias e noites, em vez de um em que um hemisfério é sempre aquecido pelo Sol e outro passa o tempo todo na fria escuridão.
Numa nota pessoal, lembro-me de ter já conversado antes com Elisa Quintana, pesquisadora da Nasa que é a primeira autora da descoberta. Em 2002, ela produziu uma série de simulações que mostravam que o sistema Alfa Centauri — o trio de estrelas mais próximos de nós, sem contar o Sol — podia abrigar planetas de tipo terrestre na zona habitável. Imagino a realização pessoal dela de, depois de “conceber” por tantos anos mundos como esse em computador, finalmente poder reportar uma descoberta dessa magnitude. Não de uma simulação, mas da fria realidade da observação!
Trata-se de um momento histórico. A partir de agora, os astrônomos devem se concentrar cada vez mais na busca de outros mundos similares à Terra e a Kepler-186f, gerando alvos para futuras observações de caraterização — a efetiva análise da composição desses mundos e suas atmosferas –, em busca, quem sabe, de evidências de uma outra biosfera.
Nosso planeta está prestes a ganhar muitas companhias.
Por: SALVADOR NOGUEIRA
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Tecnologia SILEX ameaça segurança nuclear global

Работа Института систем обработки изображений РАН в Самаре

A tecnologia de enriquecimento de urânio a laser, que recebeu nos Estados Unidos um novo impulso para o desenvolvimento, é capaz, em teoria, de minar o regime de não-proliferação de armas nucleares. A tecnologia consiste na separação de isótopos de urânio através de excitação por laser (SILEX, na sigla inglesa). Os mais otimistas depositam grandes esperanças nela, os pessimistas alertam para as consequências negativas.

As principais formas de enriquecimento industrial de urânio permanecem, por enquanto, a difusão gasosa e a centrifugação. Em ambos é usada diretamente a diferença de massa entre os isótopos do urânio-238 não físsil e do urânio-235 físsil. O método a laser é projetado para usar a diferença na reação dos isótopos à excitação eletromagnética.
Desde os anos 1970, os EUA têm feito grandes esforços para projetar sistemas eficazes de enriquecimento a laser. Não conseguiram superar as dificuldades técnicas, e a ideia foi guardada para depois. Agora, os norte-americanos estão tentando dar-lhe uma segunda vida. A General Electric e a Hitachi, tendo criado uma joint venture, estão construindo na Carolina do Norte um dispositivo para a separação de isótopos através de excitação por laser.
Os apologistas da tecnologia acreditam que será uma revolução: a eficácia do enriquecimento é alegadamente até 16 vezes maior, reduzindo drasticamente os investimentos e custos de energia. Os céticos notam em resposta que os benefícios para o usuário final não serão assim tão grandes porque os custos do enriquecimento constituem apenas 5% do custo total da energia nuclear. Eis o que diz o diretor do Centro de Energia e Segurança Anton Khlopkov:
“Os EUA não são os primeiros a investir na tecnologia de enriquecimento de urânio a laser. Os respectivos trabalhos foram realizados em outros grandes países nucleares, em particular na União Soviética e depois na Rússia. As conclusões foram claras: a tecnologia pode ser usada com êxito em nível laboratorial para enriquecer pequenas quantidades de urânio. Mas não pode ser utilizada à escala industrial. Pelo menos, os ganhos em custos de produção obtidos ao nível laboratorial não podem ser mantidos com a transição para o nível industrial.”
O principal problema da tecnologia SILEX reside, obviamente, não no plano econômico. Há receios de que ela se torne uma ferramenta essencial para aquelas forças que estão envolvidas na proliferação nuclear. Em teoria, a tecnologia SILEX aumenta o risco de “cenário de avanço” para adquirir a bomba. Em todo caso, qualquer nova tecnologia coloca perante os fiadores do regime de não-proliferação várias perguntas difíceis. Isto acontece por causa de inconsistências fundamentais do Tratado de Não-Proliferação de Armas Nucleares (TNP) com a realidade de hoje.
Especialistas citam vários grandes desafios do TNP. Em primeiro lugar é a natureza contraditória do sistema de relações internacionais e o abismo crescente entre a maioria dos países do mundo e um grupo dos mais avançados em tecnologia militar. Isto leva a um uso mais livre da força por parte dos líderes e cria incentivos para os forasteiros, que com todo o direito veem as armas nucleares como o meio de dissuasão mais eficaz. O terceiro desafio ao regime de não-proliferação é o progresso científico e tecnológico que contribui para a redução da distância entre estados capazes e incapazes de desenvolver suas próprias armas nucleares. O SILEX cabe justamente nessa categoria. Desta forma, as preocupações sobre esta tecnologia podem ser justificadas. Eis o que diz o membro do Conselho de Política Externa e de Defesa Vladimir Averchev:
“O papel decisivo no desenvolvimento de armamentos pertence à tecnologia. Em cada nova etapa de desenvolvimento, a tecnologia desafia os políticos. Isso, como sabemos, acontece regularmente na esfera de armas estratégicas. Por exemplo, a corrida contínua entre sistemas de ataque e sistemas de defesa. A história do enriquecimento do urânio a laser é a mesma coisa. Novas possibilidades tecnológicas, teoricamente, colocam a produção de urânio enriquecido à disposição de países menos ricos. E, assim, criam uma ameaça potencial.”
Os esforços de conservação do regime de não-proliferação encontram resistência cada vez mais ativa. Vários países chamam este regime de economicamente discriminatório. Ele permite que os Estados que possuem armas nucleares controlem o mercado de materiais radioativos e de tecnologia nuclear.
Em certo sentido, o regime de não-proliferação existe por causa da inércia. Pelo menos, só a vontade política não permite dar um passo decisivo a todo um grupo de países com elevado potencial tecnológico e econômico. E aqui, o rigor e a uniformidade de aplicação das normas de não-proliferação por todos os países tornam-se particularmente importantes. Entretanto, são evidentes duplos padrões. Os Estados Unidos incentivaram o programa nuclear do Irã no tempo do Xá e tinham uma atitude muito suave para com os preparativos nucleares do Paquistão. Duplos padrões apenas contribuem para maiores riscos. São eles, e não novas tecnologias de enriquecimento de urânio, o principal desafio para o Tratado de Não-Proliferação.

Fonte: Voz da Russia
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A Terra já entrou em uma nova era geológica, dizem os cientistas

A Terra 1
Não é nenhum segredo que a nossa espécie tem causado um impacto muito grande no planeta. Mas os pesquisadores agora descobriram evidências definitivas de que os seres humanos trouxeram uma nova época geológica, em que nossas ações são a principal força motriz na Terra. Bem-vindo ao Antropoceno.
Os cientistas estão prevendo que estamos vivendo nesta nova época durante anos, no entanto, era geralmente assumido que o Antropoceno começou como um resultado da revolução industrial no final de 1700. Mas depois de estudar o impacto ambiental dos seres humanos ao longo dos últimos 50 mil anos, pesquisadores da University College of London, no Reino Unido, não só confirmaram que a nova época é definitivamente agora, como também apontaram que tudo começou em 1610 – muito provavelmente como resultado dos europeus colonizando as Américas.
“O Antropoceno provavelmente começou quando os povos trocaram de continentes, começando quando o Velho Mundo conheceu o Novo”, disse Simon Lewis, o principal autor do estudo que foi publicado hoje na revista Nature. “Nós, seres humanos, somos hoje uma potência geológica – como a Terra muda após a queda de um meteorito.”
Enquanto isso não pode ser uma grande coisa para o meio ambiente, não há como negar que é um feito impressionante. Todas as épocas anteriores começaram e terminaram devido às grandes mudanças físicas, tais como quedas de meteoritos, erupções vulcânicas ou o deslocamento dos continentes. Uma única espécie trazendo uma nova época geológica por conta própria? Bem, isso é realmente uma grande coisa.
A fim de definir uma nova era, existem dois critérios principais que precisam ser cumpridos. Primeiro, precisa ser documentado mudanças de longa duração na Terra. Em segundo lugar, os cientistas precisam o que é chamado de “pico de ouro” – uma mudança ambiental global encontrada em materiais naturais, como rochas, gelo ou sedimentos do fundo do oceano, que podem ser datados e identificados a um ano específico.
Depois de vasculhar o registro geológico, a equipe encontrou apenas 2 anos nos últimos 50 mil que se encaixam no segundo critério – 1610 e 1964, quando a precipitação a partir de testes de armas nucleares alteraram drasticamente o planeta. Mas os pesquisadores descartaram 1964 como o início de uma nova época, porque, até agora, as armas nucleares não desencadearam duradouras alterações documentadas para o planeta.
Então o que aconteceu em 1610 que deixou uma marca no planeta que foi mais significativa do que a precipitação nuclear? O ponto de ouro de 1610 veio na forma de uma queda dramática nos níveis de CO2 atmosféricos capturados nos registros de gelo na Antártida. Os pesquisadores acreditam que essa queda foi provocada pela chegada dos europeus nas Américas em 1492 – uma mudança que levou à introdução da varíola e da morte de cerca de 50 milhões de americanos indígenas dentro de poucas décadas. Isso colocou um fim abrupto à agricultura em todo o continente, e também permitiu que as florestas da América Latina regredissem e começassem a sugar o carbono novamente, fazendo com que os níveis de CO2 declinassem entre 7 e 10 partes por milhão.
E, ao contrário dos testes com armas nucleares de 1964, a colonização das Américas também causou mudanças de longo prazo na Terra através do comércio global de produtos como o milho e as viagens inter-continentais.
“Muitos historiadores consideram importações de produtos agrícolas para a Europa a partir das vastas novas terras das Américas como precursor essencial da Revolução Industrial, que por sua vez desencadeou novas ondas de mudanças ambientais globais”, disse Lewis.
Mas, apesar de todas as provas necessárias para anunciar uma nova época estarem aí, a mudança não é oficial, por enquanto. Formalmente, a ratificação de um nova era precisa ser feita pela União Internacional de Ciências Geológicas. Mas eles esperam que esta nova pesquisa irá ajudar a fazerem isso. [SciencAlert]

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O que pode estar causando extinções em massa na Terra?

O que pode estar causando extinções em massa na Terra
Além disso, partículas de matéria escura podem também existir nestas regiões, o que poderia descontrolar as temperaturas no núcleo do nosso planeta, isso afetaria os sistemas geológicos e desencadear eventos de extinção.
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A linha central da nossa galáxia, é conhecida por ser altamente concentrada com poeira e gás, mas parece ser também repleta de matéria escura. Embora nós não podemos observar diretamente a esta substância, os cientistas sabem que ela existe, pois exerce efeitos gravitacionais sobre outros objetos no espaço. 
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A partir dessas observações, os cientistas estimam que cada um quadrado de ano-luz do plano galáctico contém cerca de uma massa solar de matéria escura.
Embora trabalhos anteriores tenham sugerido que a concentração de poeira e gás no plano poderia ser responsável por perturbar as órbitas de cometas no nosso sistema solar, cientistas propõe que a matéria escura também pode ser um fator contribuinte. 
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Nuvens do material poderia perturbar as órbitas de detritos espaciais e arremessar alguns em direção à Terra, causando grandes eventos de colisão como o famoso cometa que extinguiu os dinossauros.

Fonte: IFL Science
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Gasolina e Diesel podem ser substituídos por bactérias do intestino humano

bactérias do intestino humano
Os cientistas descobriram uma forma de usar a bactéria intestinal E. coli (foto) – muitas vezes por trás dos ataques de diarréia – para ajudar a gerar gás propano – uma parte do gás de petróleo amplamente usado como combustível. Foto: Reprodução/dailymail
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Seu próximo carro movido a bactérias! Escherichia coli poderá ser usada como fonte de combustível para veículos
Por Paulo Alex, Biólogo
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Já imaginou seu próximo veículo utilizando bactérias como fonte de energia? Não? Mas essa realidade pode estar mais próxima do que imaginamos. Essa pesquisa está em um estágio muito precoce e o estudo busca um método para a produção de um combustível renovável, que anteriormente, só era acessível a partir de reservas fósseis.
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Quando o assunto é natureza, devemos observar atentamente com olhos de águia, pois tudo pode ser reaproveitável. Inclusive micro-organismos que são responsáveis por doenças, podem ser utilizadas ao nosso benefício e foi com esse olhar atento que os cientistas descobriram como utilizar a bactéria Escherichia coli (encontradas no intestino humano), como fonte de combustível.
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Esse micro-organismo, muitas vezes por trás dos ataques de diarreia, ajudou a criar o gás propano é algumas vezes derivado de outros produtos do petróleo, durante processamento de óleo ou gás natural. Os pesquisadores acrescentaram três enzimas a esta bactéria e isso lhes permitiu extrair o ácido butírico, um composto essencial para a produção de mau cheiro de propano. 
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Esses ‘ingredientes’ poderiam levar a um combustível que utiliza o sol para convertê-lo numa forma utilizável. Os cientistas afirmam uma produção em maior escala será possível entre cinco e dez anos.
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Inicialmente a produção de combustíveis renováveis vem para complementar os já existentes e, posteriormente, substituir os combustíveis fósseis, como diesel, gasolina, gás natural e combustível de aviação.



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Épsilon de Auriga - o misterioso piscar de uma estrela gigante

Desde o século 19, um misterioso fenômeno acontece na constelação de Auriga, sem que os cientistas saibam exatamente por que. Ali, a cada 27 anos, a gigantesca estrela Épsilon perde metade de seu brilho e permanece assim por dois anos, até que lentamente se fortalece novamente. Afinal, o que acontece em Épsilon de Auriga?
estrela epsilon de auriga
Situada a cerca de 2 mil anos-luz da Terra e medindo quase 6 bilhões de quilômetros de raio, Épsilon de Auriga é a mais forte candidata ao posto de maior estrela conhecida. É tão grande que se fosse colocada no centro do Sistema Solar chegaria até a órbita de Urano, o penúltimo planeta a partir do Sol.
O último "apagão" de Épsilon de Auriga começou em agosto de 2009 e em dezembro do mesmo ano atingiu seu ponto de menor brilho, provavelmente eclipsada por um escuro objeto. A natureza desse objeto - provavelmente uma estrela - ainda é motivo de acalorados debates por parte dos pesquisadores, uma vez que suas características ainda não foram observadas diretamente.
Em 2011 a estrela voltou a brilhar até retornar ao seu brilho máximo, condição que se mantêm até agora.
Um modelo apresentado em 2008 e que ganhou bastante popularidade mostra que esse objeto companheiro seria um sistema estelar binário, rodeado por um disco de poeira maciço e opaco de poeira, mas recentes observações feitas pelo telescópio espacial Spitzer mostram que Épsilon de Auriga é eclipsada por uma única estrela envolta em um disco de poeira de 600 milhões de quilômetros de raio e 75 milhões de quilômetros de espessura.
As teorias que afirmavam que o objeto seria uma estrela grande e semitransparente ou até mesmo um buraco negro já foram descartadas.
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INCAS - A partir do século XIII, depois do colapso de seu reino...

INCAS
A partir do século XIII, depois do colapso de seu reino, o povoado de Taypiqala começou a reestabelecer-se no vale do rio Huatanay, organizando-se através de um processo que deu origem à fundação do Estado de Cuzco, que teve como seu primeiro governador,  o Inca Manco Cápac. Atribue-se a ele a unificação das tribos pré-incaicas dispersadas na região de Cuzco (que ao reunirem-se  formaram a dinastia dos Urin Cuzco) e a expulsão das populações inimigas. No século XIV, a sucessão dos governos incas estreitou os vínculos entre as chefias tribais subordinadas à Cuzco, entrelaçando os interesses e necessidades de cada um, com base num sistema de reciprocidade entre o estado inca e seus participantes.
O Império Inca ou Tahuantinsuyo
O início de Tahuantinsuyo, o maior estado da América do Sul pré-colonizada, foi fruto da vitória das etnias de Cuzco, atual Peru, sobre os estados chancas, durante os conflitos de 1438. O Inca Pachacútec dividiu o território em quatro regiões ou suyus, ao fundar o Tahuantinsuyo, que em quéchua significa as quatro divisões, o que deu origem ao modelo imperial em que se baseou o estado Inca.
Expansão do Império
O pagamento de impostos e os favores recíprocos entre os chefes, assim como a excelente distribuição da produção, favoreceram a fase da maior expansão na história do Império Inca, que, a partir do século XV, extendeu-se até ocupar em torno de 2 milhões de kilômetros quadrados, entre o Oceano Pacífico e a selva amazônica, ao longo da cadeia andina. Quando um espaço era reclamado pelosIncas, seus ocupantes podiam optar entre lutar ou subjugar-se. Como as possibilidades de triunfo eram praticamente nulas, as diferentes tribos preferiam unir-se ao império, em troca de apoio em caso de conflito com outros povos e a obtenção da mão-de-obra para trabalhos, entre outras vantagens. Através do pagamento de impostos e a política de reciprocidade, desenvolveu-se uma das civilizações mais complexas e poderosas da humanidade.

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A Ciência e a Bíblia

Biblia e ciencia

SERÁ que a ciência moderna torna impossível crer na Bíblia? Parece que alguns pensam assim, mas devemos lembrar-nos de que a Bíblia não é primariamente um compêndio de ciência. A Bíblia revela uma espécie diferente de verdade da que é revelada pelos métodos científicos. Contudo, às vezes ela diz coisas que têm a ver com geologia, arqueologia ou outras ciências. Nesses casos, harmoniza-se ela com o que dizem os cientistas? Considere apenas dois exemplos.

No livro de Salmos lemos: “Ele fundou a terra sobre os seus lugares estabelecidos; . . . cobriste-a de água de profundeza como vestimenta. As águas pararam acima dos próprios montes. . . . Montes passaram a subir, vales planos passaram a descer.” (Salmo 104:5-8) Será que os montes realmente ‘sobem’? E encontram-se eles às vezes submersos no mar? O Livro de Ciência Popular (em inglês) diz: “Desde os tempos [primevos] até o presente, o perene processo de formar e demolir montanhas tem continuado. . . . As montanhas não só se originaram do fundo de mares desvanecentes, mas amiúde estiveram submersas por um longo período após a sua formação, e então se reelevaram.”

No primeiro versículo da Bíblia lemos: “No princípio Deus criou os céus e a terra.” (Gênesis 1:1) Houve tempo em que os cientistas debatiam acaloradamente quanto a se houve algum princípio ou se a matéria sempre existiu. Em 1979, contudo, a revista Time disse: “A maioria dos astrônomos aceita agora a teoria de que o universo teve um instante de criação. . . . A teoria da Grande Explosão soa mui similar à história que o Velho Testamento sempre tem contado.”

Contudo, tem acontecido às vezes que a Bíblia aparentemente diz uma coisa e a ciência outra. Está errada a Bíblia? Não, embora às vezes os que afirmavam ensinar a Bíblia estivessem enganados.

Está a Bíblia Realmente Errada?

No século dezessete, por exemplo, o cientista italiano Galileu ensinava que a terra gira em volta do sol e não o sol em volta da terra. A Igreja Católica ordenou que ele se retratasse. Por quê? Porque achavam que o que ele afirmava contradizia a Bíblia. Bem, Galileu estava certo e a Igreja estava errada. Mas a Bíblia não estava errada. Em lugar nenhum a Bíblia diz que o sol orbita a terra. Foi o antigo astrônomo Ptolomeu quem disse isso.

Atualmente, certos fundamentalistas crêem que a terra foi criada em seis dias de 24 horas cada um. Isso é frontalmente contrário ao ensino da ciência, mas que conceito é o correto?

Os fundamentalistas crêem que seu ensino se baseia na Bíblia, mas uma cuidadosa leitura de Gênesis, capítulo um, revela que estão enganados. A Bíblia diz que a terra foi criada em algum período não-especificado no passado, e que os famosos “seis dias” envolveram a sua preparação para que o homem vivesse nela. — Gênesis 1:1-31.

É verdade que o relato diz que enormes passos no desenvolvimento da terra requereram um dia cada um. Mas, na Bíblia, “dia” pode significar mais do que um período de 24 horas. Pode significar mil anos ou até mais! (Gênesis 2:4; Salmo 90:4) O registro bíblico, junto com história comprovável, indica que o sétimo dia daquela semana criativa abrange um período de 7.000 anos. Assim, cada um dos seis “dias” precedentes teria a mesma duração.

De modo que quando lemos o primeiro capítulo de Gênesis, descobrimos que no decurso de seis longos períodos de tempo — milhares de anos, não meramente horas — apareceu terra nos antigos mares. O dia e a noite tornaram-se distinguíveis (possivelmente devido a remoção da poeira cósmica que cercava a terra). Surgiu a vida vegetal, seguida do surgimento dos peixes, das aves, dos animais terrestres e finalmente do homem. Em muitos sentidos, esse relato assemelha-se ao que se lê num compêndio escolar.

Está Realmente Certa a Ciência Moderna?

Mas, que dizer das vezes em que a Bíblia diz algo que claramente contradiz certa teoria científica moderna? Devemos presumir que a Bíblia esteja errada? Não. Lembre-se, a ciência, no que tem de melhor, é um contínuo processo de aprendizado. Teorias amplamente sustentadas ontem poderão ser abandonadas amanhã. Assim, é bem possível que certa crença científica que contradiga a Bíblia possa vir a estar ela mesma ultrapassada no futuro.

Um exemplo disso: No início do século muitos concordaram com o crítico Wellhausen, que disse que as histórias de Abraão, Isaque e Jacó eram meros mitos. Hoje, as opiniões estão mudando, conforme explica um livro recente: “Desde os dias de Wellhausen os conceitos se alteraram, na balança, pendendo para o lado conservador, mas essa tendência é mui freqüentemente exagerada. Um belo exemplo é a historicidade dos patriarcas, os quais Wellhausen considerava que fossem ‘uma glorificada miragem’ oriunda do primeiro milênio. Agora, erudição mais recente tem apresentado evidência que tem persuadido muitos de que os patriarcas, eram, afinal de contas, pessoas reais e viveram no período indicado na Bíblia, a saber, no segundo milênio AC.” (Ebla, a Revelation in Archaeology, de Chaim Bermant e Michael Weitzman.) Assim, nesse caso, o progresso na ciência da arqueologia tem aproximado mais ao que a Bíblia diz as idéias de muitos eruditos.

Talvez a mais bem-conhecida divergência entre a Bíblia e a ciência moderna envolva a teoria da evolução. A evolução ensina que todas as coisas vivas se desenvolveram gradativamente a partir de uma única fonte biológica. Isso difere da versão bíblica de que Deus criou todas as coisas vivas separadamente, e que cada uma se reproduz “segundo a sua espécie”. (Gênesis 1:11, 12, 21, 24, 25) A ciência tem demonstrado a possibilidade de ampla variação dentro das espécies animais. Mas, a idéia de que, por exemplo, o rinoceronte, a águia e o peixe-cavala têm derradeiramente todos o mesmo ancestral, claramente contradiz o que a Bíblia afirma. Significa isso que a Bíblia esteja errada?

Não. Muitos não aceitam que a evidência disponível prove que a evolução tenha ocorrido. E quem sabe o que o futuro reserva para essa teoria? Por um lado, a idéia de que toda vida descende de uma única forma ancestral está sob ataque em alguns redutos. Em 1978, o professor dr. A. E. Wilder Smith, autor de mais de 50 livros científicos, escreveu: “Um bom número de autoridades, na sua maior parte constituída de jovens especialistas, convenceu-se, em anos recentes, de que a biogênese, a origem da vida, não foi monofilética (todas as coisas vivas derivadas de uma única célula), mas, em vez disso, polifilética (de muitas fontes). Portanto, há autoridades no assunto hoje que não mais crêem que todas as espécies se derivaram por meio de transformismo a partir de uma célula original. Não crêem que todas as espécies tiveram uma árvore biológica ancestral comum, com uma única raiz para todas as formas de vida.”

Isso não é exatamente o que a Bíblia diz. Mas, é mais aproximado ao que a Bíblia diz do que o é a pura evolução darwiniana. E talvez as futuras pesquisas e teorizações aproximem muitos cientistas ainda mais ao que a Bíblia diz. Mas, mesmo que isso não ocorra, deveríamos, por conseguinte, presumir que os cientistas estão certos e que a Bíblia está errada?

Lembre-se, as teorias científicas baseiam-se na evidência disponível, conforme interpretadas por pessoas imperfeitas. No caso da paleontologia (estudo dos fósseis) — e da arqueologia — muito da evidência é mutilado, perdido ou difícil de interpretar. E os cientistas que fazem as interpretações amiúde têm fortes opiniões a respeito do que a evidência provará. Assim não devemos imediatamente abandonar a Bíblia caso ela não concorde com certa teoria científica. E isso é especialmente assim quando nos lembramos de que a Bíblia revela muitas verdades que estão muito além do alcance da ciência.

Pesquisa e Arranjo: Jefferson 
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O que são essas luzes estranhas no céu?

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Apesar dessas luzes parecerem seres alienígenas com vida própria, não há nada de antinatural nelas. Muito pelo contrário, elas foram produzidas por fenômenos atmosféricos do nosso planeta: halos de gelo.

O vídeo abaixo, por exemplo, ilustra um acontecimento bastante raro chamado de “cachorro do sol pulando”. As imagens foram capturadas em Singapura em agosto de 2011.
Segundo a NASA, uma descarga atmosférica em uma nuvem de chuva pode mudar temporariamente o campo elétrico acima da nuvem, onde cristais de gelo ficam carregados e refletem a luz solar.
A hipótese é que um novo campo elétrico rapidamente reorienta os cristais geométricos em uma nova direção que reflete a luz solar de forma diferente (causando os “pulos”). Uma descarga de relâmpago é o que aciona essa mudança. O campo eléctrico pode ser restaurado à sua forma antiga, assim, os cristais de gelo voltam à sua orientação original e o cachorro para de “pular”.

Halos de gelo

Halos de gelo ocorrem quando minúsculos cristais de gelo são suspensos no céu e refletidos pelo sol. Os cristais podem estar a alturas elevadas em nuvens do tipo cirros, ou mais perto do chão, por exemplo, em um nevoeiro gelado.

Do mesmo jeito que gotas de chuva dispersam a luz em arco-íris, os cristais de gelo podem refletir e refratar a luz na qualidade de espelhos ou prismas, dependendo da forma do cristal e do ângulo de incidência.
Enquanto halos mais baixos só acontecem em climas frios, nuvens cirros são tão altas que são muito frias em qualquer lugar do mundo, por isso até pessoas nos trópicos durante o verão têm uma chance de ver esses fenômenos (existem vários tipos de halos de gelo).

Confira os vídeos de alguns:

Jaisalmer, Índia, em agosto de 2012

Polônia em 2014

Aeroporto Suvanabhumi, Tailândia, em maio de 2014

Halo de gelo colorido visto de uma aeronave

Foguete Atlas V, do Observatório da Dinâmica Solar da NASA, destrói um halo de gelo em fevereiro de 2010


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Pesquisadores encontram camada de magma no manto terrestre

A nova descoberta pode representar um importante passo na compreensão das forças que agem na movimentação das placas tectônicas sobre o manto da Terra e trazer mais luz sobre os processos geológicos básicos do planeta como vulcanismos e terremotos.
magma no manto 1
Durante décadas os cientistas têm feito inúmeros estudos para entender melhor a dinâmica das placas tectônicas e a cada descoberta individual cresce o conhecimento sobre as forças envolvidas neste processo.
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Usando uma avançada tecnologia de mapeamento eletromagnético, pesquisadores estadunidenses identificaram uma nova camada de rocha parcialmente derretida com 25 km de espessura situada abaixo da placa tectônica de Cocos, na região onde ela se move sob a América Central, na costa da Nicarágua.
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A descoberta foi feita pelos cientistas Samer Naif, Kerry Key e Steven Constable, ligados à Scripps Institution of Oceanography (SIO) e pelo oceanógrafo Rob Evans, da Woods Hole Oceanographic Institution, que tiveram o trabalho financiado pela Fundação Nacional de Ciências dos EUA (NSF) e publicado na revista científica Nature.
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De acordo com Bil Haq, diretor do programa de ciências oceânicas da NSF, as novas imagens ajudam a compreender muito melhor o papel dos fluidos nos processos tectônicos e vulcânicos.
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As novas imagens do magma foram registradas em 2010 pela expedição do navio de pesquisas Melville e foram obtidas após a implantação de um vasto leque de instrumentos no fundo do mar.

Descoberta inesperada 
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O objetivo era gravar os sinais eletromagnéticos naturais e mapear as características da crosta e do manto terrestres, mas as imagens mostraram algo inesperado e revelaram a presença de magma em um local surpreendente.
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"Foi completamente inesperado", disse Kerry Key. "Estávamos observando para ter uma ideia de como os fluidos interagem com a placa em subducção e encontramos uma camada de rocha derretida em lugar totalmente fora do lugar".
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Alguns estudos têm demonstrado que a água dissolvida no manto terrestre resulta em uma camada mais dúctil, que facilitaria os movimentos das placas tectônicas, mas a falta de dados ou imagens claras não permitiam confirmar ou desmentir esta ideia.
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"Nossos dados revelam que água não pode acomodar as características que estamos vendo", disse Samer Naif. "As imagens confirmam que é preciso ter certa quantidade de derretimento no manto superior. Isso é o que cria um comportamento dúctil para as placas deslizarem", explicou Naif.
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Implicações 
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Os pesquisadores acreditam que seus resultados irão ajudar os geólogos a entender melhor a estrutura nos limite das placas tectônicas e como isso afeta a ocorrência de terremotos e vulcanismos.
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"Uma das implicações de longo prazo é que vamos entender mais sobre as zonas de interface entre as placas, o que poderá levar a um melhor entendimento dos terremotos e possíveis métodos de previsão", disse Key.
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O passo seguinte dos cientistas é encontrar a fonte que abastece o magma encontrado, o que poderá aumentar um pouco mais a compreensão da dinâmica do planeta.

apolo11

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Crânios de cristal - O mistério foi resolvido? saiba!

Os crânios de cristal não são mais um mistério para a ciência! Veja o que pesquisadores descobriram a respeito desses estranhos achados arqueológicos.
Surgidas na década de 1860, dezenas de esculturas de cristal em forma de crânio humano começaram a aparecer em diversas partes do mundo e deixaram intrigados pesquisadores sobre a sua origem.
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Algumas teorias sugeriram que os achados teriam sido esculpidos pelos astecas e três desses estão em exposição nos museus de Washington, Londres e Paris.
Afinal, como foram confeccionadas essas enigmáticas obras de arte?
caveira

Caveiras de cristal supostamente construídas há centenas de anos pelos astecas e encontradas no final do século 19 deixaram pesquisadores intrigados por anos!

Verdadeiras ou falsas?

São falsas! E isso quem afirma é a edição denumero 91 da revista de notícias científicas Chemical & Engineering , publicada em março de 2013. Depois de vários anos de minuciosos estudos, a equipe liderada pela arqueóloga Jane Walsh chegou à seguinte conclusão: Os crânios de cristal não são da época dos astecas.
Jane Walsh, Ph.D. (Foto: Department of Anthropology Staff)

Jane Walsh, Ph.D. (Foto: Department of Anthropology Staff)
Alguns detalhes chamam a atenção e denunciam a fraude:
  • Falta de documentação – Os crânios não vieram documentados dos sítios arqueológicos
  • Os dentes representados nos crânios são retos e lineares, muito diferentes dos dentes esculpidos nas obras daquele povo
  • Com a ajuda de microscópios, os pesquisadores notaram que os as caveiras de cristal possuem marcas regulares em toda parte. Isso prova que as esculturas teriam sido feitas por modernas rodas giratórias e abrasivos sólidos, e não usando ferramentas manuais antigas
Esculpida à mão, o cristal de quartzo (à esquerda) tem marcas de condicionamento irregulares, enquanto a pedra esculpida na máquina (à direita) tem um padrão regular. Isso só foi possivel ver com a ajuda de um microscópio eletrônico de varredura. (foto: Reprodução/Museu Britânico)

Esculpida à mão, o cristal de quartzo (à esquerda) tem marcas de condicionamento irregulares, enquanto a pedra esculpida na máquina (à direita) tem um padrão regular. Isso só foi possivel ver com a ajuda de um microscópio eletrônico de varredura. (foto: Reprodução/Museu Britânico)
  • Uma análise espectroscópica mostrou que o cristal de rocha apresenta “verdes, inclusões vermiformes” característica de cristal de rocha do Brasil ou Madagascar. Bem longe do México.
  • Além disso, raios X revelaram que alguns dos crânios foram revestidos com carboneto de silício, “um abrasivo sintético usado em pedra-escultura oficinas só a partir de meados do século 20.
Inclusões de ferro clorita foram encontrados no crânio falso do Museu Britânico. Eles são encontrados apenas em quartzo do Brasil ou Madagascar, mas não no México. (foto: Divulgação/Museu Britânico)

Inclusões de ferro clorita foram encontrados no crânio falso do Museu Britânico.Eles são encontrados apenas em quartzo do Brasil ou Madagascar, mas não no México. (foto: Divulgação/Museu Britânico)

Conclusão

Os misteriosos crânios de cristal já não são tão misteriosos assim. Já se sabe quenão foram confeccionados pelo povo asteca, mas por pessoas do final do século 19 e começo do 20. O mistério agora é descobrir quem foi…
http://www.e-farsas.com/o-misterio-dos-cranios-de-cristal-resolvido.html
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Nêutrons poderiam estar viajando para mundo paralelo

+ Teoria
neutron
Uma equipe de físicos alegam que uma anomalia no comportamento de partículas ordinárias podem apontar para a existência de partículas ‘espelho’, as quais poderiam fazer parte da elusiva matéria escura, responsável pela perda de massa do Universo.

Em um estudo publicado no European Physical Journal C, a equipe apresentou a hipótese da existência de partículas ‘espelho’ para explicar a perda anômala de nêutrons observada nos experimentos.  A existência de tal matéria ‘espelho’ havia sido sugerida em vários contextos científicos há algum tempo, inclusive com a procura de matéria escura apropriada.

O Dr. Zurab Berezhiani e Dr. Fabrizio Nesti, físicos teóricos da Universidade de l’Alquila, na Itália, reanalisaram os dados do experimento conduzido pelo grupo de pesquisa do Dr. Anatoly Serebrov, do Instituto Laue-Langevin, França.  A reanálise mostrou que a taxa de perda de nêutrons livres muito lentos pareceu depender da direção e da força do campo magnético aplicado.  Esta anomalia não poderia ser explicada pela física conhecida hoje.

Isto poderia estar acontecendo devido a um mundo paralelo hipotético, consistindo de partículas ‘espelho’ “, disse o Dr. Berenzhiani.

Cada nêutron teria a habilidade de transitar para dentro deste gêmeo ‘espelho’ invisível, e voltar, oscilando de um  mundo para o outro.  A probabilidade de tal transição ocorrer foi prevista ser sensível à presença de campos magnéticos, e poderia assim ser detectada experimentalmente“.

Esta oscilação nêutron-espelho-nêutron pode ocorrer dentro de escala de tempo de poucos segundos.  A possibilidade de tal desaparecimento rápido de nêutrons — muito mais rápido do que a deterioração de nêutrons de 10 minutos de duração — embora surpreendente, não pode ser excluída pela existência dos limites experimentais e astrofísicos.

Tal interpretação está sujeita às condições de que a Terra possua uma campo magnético espelho, na ordem de 0,1 Gauss.  Esse campo poderia ser induzido pelas partículas espelho que vagam pela galáxia em forma de matéria escura.  Hipoteticamente, a Terra poderia capturar a matéria espelho por intermédio de interações fracas entre partículas ordinárias e aquelas de mundos paralelos.

Se provada verdadeira, as implicações da existência de um mundo paralelo são inúmeras, estendendo-se do âmbito científico até ao religioso.

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A Ciência Confirma: Cães e gatos podem ver "espíritos"

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De acordo com estudos anteriores e Pet MD , gatos e cães são capazes de ver muito mais do mundo em que vivemos quando comparados aos humanos:
"Gatos, cachorros e outros mamíferos são pensados ​​para ver na luz ultravioleta, o que abre um todo diferente Mundo do que o que vemos, explica o estudo. A luz UV é o comprimento da onda além da luz visível do vermelho ao violeta que os humanos podem ver. Os seres humanos têm uma lente que bloqueia os UV de alcançar a retina. Anteriormente, pensava-se que a maioria dos mamíferos possui lentes semelhantes aos humanos. Os cientistas estudaram as lentes de mamíferos mortos, incluindo gatos, cachorros, macacos, pandas, ouriços e furões. Ao pesquisar a quantidade de luz que passa através da lente para alcançar a retina, eles concluíram que alguns mamíferos que pensavam não poder ver os UV realmente podem ".
Qualquer um que tenha assistido um bom show sobre o fenômeno Bigfoot estará familiarizado com essas idéias; Os grandes pés foram alegados para ver da mesma forma que os descritos acima, e algumas pessoas até argumentaram que eles vêem a luz IR (infravermelho).
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No entanto, até que alguém encontre um espécime completo (se você é um crente de Bigfoot, isto é), ambas as teorias devem permanecer apenas aquelas - embora isso ajude a explicar por que ninguém conseguiu capturar um Bigfoot vivo, pois, naturalmente, pode ver múltiplas O espectro de luz seria uma grande vantagem para evitar a detecção.
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Do mesmo modo, alguns seres humanos afirmaram ver "pessoas sombrias" antes, embora os indivíduos que fazem as reivindicações também geralmente experimentam paralisia do sono. Algumas testemunhas passaram a ser acompanhadas por gatos, e nessas situações, os gatos pareciam testemunhar as pessoas sombrias também - se aterrorizar e sibilar é alguma indicação de sua presença, isto é!
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Com toda a honestidade, é bem possível que pelo menos algum equivalente de pessoas-sombra - "sombra alguma coisa", se você quiser, existe.
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Qualquer bom astrônomo irá dizer-lhe que a maior parte do universo conhecido é constituído por energia escura e matéria escura, em grande parte desconhecida: uma substância com a qual os humanos não conseguimos ver ou interagir, mas uma substância que os principais astrônomos e médicos estão convencidos é real, no entanto.
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* Este conteúdo foi inspirado por um artigo incrível que pode ser encontrado aqui: http://www.anonews.co/cat-dog-spirits/ .
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