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A Cidade de El Dorado, Na região hoje conhecida como floresta amazônica




Na região hoje conhecida como floresta amazônica, teria existido uma cidade secreta e encantadora, e que suas construções eram recobertas e decoradas com ouro.

O metal era tão farto que o imperador da cidade tinha o habito de se cobrir com ouro em pó, para ficar com a pele dourada.

Os boatos sobre esta lendária cidade teriam surgido no século 16, narrada pelos índios aos espanhóis na época da colonização das Américas.

O que levou os conquistadores espanhóis a se aventurarem na floresta tropical à procura de fortuna, seguidos ao longo dos séculos por outros convencidos de que encontrariam uma civilização perdida que rivalizasse com os Astecas e Incas.

Eldorado, do castelhano que significa "O Dourado" viria a designar a cidade em si, mas também pelo fato de o líder dessa civilização ser chamado de o príncipe Dourado (ou “El Dorado”).

Segundo as historias contadas o historiador espanhol Gonzáles Fernandes de Oviedo escreveu: “Dizem que esse príncipe anda sempre coberto de pó de ouro, fino como sal, grudado em seu corpo por óleos e bálsamos, dos pés à cabeça.

Sua aparência é resplandecente, como um objeto de ourivesaria trabalhado por um grande artista”, em História Geral das Índias, de 1535.

As histórias sobre o príncipe Dourado se inspiravam na antiga civilização chibcha, que teria existido na Colômbia antes da invasão européia.

Adoradores do Sol, os chibchas consideravam o ouro uma encarnação terrena da sua divindade favorita, o Deus-Sol.

Uma vez por ano, o cacique chibcha se cobria de pó de ouro, pegava uma jangada até o centro da lagoa de Guatavita, que ficava próxima à atual cidade de Bogotá, e ali fazia uma oferenda com objetos de ouro.

Esse ritual, praticado por centenas de anos, já havia desaparecido quando os espanhóis invadiram a América do Sul. Mas a imaginação dos europeus se misturou a relatos dos índios, e a história foi ficando cada vez mais impressionante.

A capital de Eldorado seria uma cidade chamada Omágua ou Manoa, cheia de templos e palácios reluzentes e atravessada por cordilheiras de ouro maciço.
O país seria habitado por estranhas criaturas chamadas ewaipamonas – uma raça de homens sem pescoço, cujo rosto ficava na altura do peito.

E as fronteiras de Eldorado seriam defendidas por mulheres guerreiras, que foram batizadas de “amazonas” – nome que foi inspirado por uma nação de mulheres-soldados da mitologia grega.

A principal busca começou em 1542, quando, acompanhado por apenas 60 aventureiros, o espanhol Francisco de Orellana se embrenhou na selva amazônica para procurar Eldorado.

Ele começou sua busca na parte equatoriana da floresta. Foi uma expedição dura. Quando a comida acabou, os exploradores começaram a comer o couro de suas botas e roupas.

Os que não morreram de fome tiveram de sobreviver a ataques de índios da região. Mesmo assim, a expedição conseguiu avançar mais de 4 mil Km até a foz do rio Amazonas, no oceano Atlântico.

Orellana viveu para contar a história, e ganhou fama como o primeiro europeu a navegar o rio mais extenso do mundo. Que ele batizou de um jeito curioso.
Quando Orellana foi atacado por índios de cabelos compridos, durante sua expedição, pensou que fossem mulheres guerreiras.

Por isso, em homenagem a elas, batizou de Amazonas o grande rio recém-descoberto.

Mas Orellana não encontrou o que procurava – e, durante, os 3 séculos seguintes, Eldorado continuou sendo o alvo de buscas vertiginosas na América do Sul.

Além de Orellana, dezenas de outros aventureiros percorreram Equador, Colômbia, Venezuela, Guiana e Brasil em busca da cidade de ouro.

Após séculos e séculos de frustração, pesquisadores conseguiram localizar supostos vestígios da civilização do ouro.

Um dos casos mais famosos envolveu Percy Harrison Fawcett, que inspirou parcialmente o livro “O Mundo Perdido”, de Conan Doyle.

O explorador britânico partiu em 1925 para encontrar El Dorado, que nomeou de cidade Z. Fawcett e sua expedição entraram na selva da Amazônia e nunca mais se ouviu falar deles.

Até hoje exploradores se esforçam para encontrar o grupo de Fawcett, mas sempre voltam de mãos vazias.


Em 1856 o geólogo alemão Alexander von Humboldt achou, nas proximidades de Bogotá, uma estatueta de ouro maciço representando um cacique dourado, de pé no centro de uma jangada suntuosa, que poderia ter sido o príncipe Dourado.

Outro artefato idêntico foi descoberto por agricultores colombianos na mesma região, em 1969.
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Houve pelo menos duas tentativas de drenar o lago Guatavita em busca do suposto tesouro. A primeira foi em 1578, quando o mercador espanhol Antonio de Sepúlveda conseguiu uma licença do governo espanhol. Escavou um canal e conseguiu baixar o nível do lago em alguns metros, mas encontrou apenas dez onças de ouro.
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No início do século 20 uma firma inglesa tentou drenar as águas da lagoa de Guatavita – local onde os chibchas faziam seus rituais religiosos.

A empresa passou oito anos construíndo um túnel para esvaziá-lo a partir do centro, mas quando o leito do lago foi exposto, o fundo tinha metros de lama e limo, que tornavam impossível caminhar sobre ele. No dia seguinte, o sol cozeu a lama e lhe deu uma consistência de cimento, tão dura que não pdia ser penetrada.

A lama endurecida bloqueou as eclusas, o túnel foi selado e o lago voltou a se encher até o nível anterior.

Para muita gente, o tesouro que arrastou tantos aventureiros à morte continua lá no fundo, escondido pelas águas da lagoa sagrada, para outros não passa de uma lenda que foi ganhando seus contornos durante os tempos.



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12 Fotografias que a Arqueologia em Geral não quer que você veja

A arqueologia convencional propaga a noção de que quanto mais olhamos para a história, quanto mais arcaicas as civilizações vemos e mais inferiores seus métodos de construção.

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No entanto, em todo o mundo, anomalias antigas e maravilhas megalíticas construídas com uma alta tecnologia perdida que confundem os especialistas de hoje, desafiam nossa maior engenharia moderna e nos contam uma versão diferente da história ...

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1. As caixas negras do Serapeum

12 Fotografias que a Arqueologia em Geral não quer que você veja (4)

Localizado na área conhecida como Saqqara, o Serapeum é um dos sítios históricos mais enigmáticos de todo o Egito. Perdido sob as areias do tempo, este labirinto foi descoberto em 1850, que esconde 25 caixas pretas de granito trabalhadas com laser como precisão. Cada caixa pesa aproximadamente 70 toneladas, juntamente com uma tampa de 30 toneladas cortada da mesma peça de pedra. Cada caixa foi encontrada vazia e, portanto, seu propósito permanece um mistério. Estima-se que essas caixas de pedra de 100 toneladas precisariam de pelo menos 2000 homens para transportá-las. No entanto, com os túneis sendo apenas 2 pés mais largos do que as caixas, não haveria espaço suficiente para um exército tão grande para baixar e transportar essas caixas para seus lugares de repouso. 1 Os egípcios teriam que usar tochas para ver no interior do túnel túneis pretos, No entanto, não há evidências de marcações de fumaça de luz flamejada nos tectos do túnel baixo. A pedra foi extraída em Assuão, a cerca de 1000 quilômetros de distância. A declaração oficial dos egiptólogos é que essas caixas foram feitas durante o período dinástico tardio como lugares de enterro para touros sagrados, mas teria sido impossível para os egípcios dinásticos fazê-lo com ferramentas de bronze mais macias. As esculturas hieroglyphic muito cruas no exterior de 3 das caixas provavelmente foram feitas milhares de anos mais tarde pelos egípcios que os encontraram no SITU (Observe como avançado a caixa muito mais antiga aparece em comparação com o recinto). mas teria sido impossível para os egípcios dinásticos fazê-lo com ferramentas de bronze mais macias. As esculturas hieroglyphic muito cruas no exterior de 3 das caixas provavelmente foram feitas milhares de anos mais tarde pelos egípcios que os encontraram no SITU (Observe como avançado a caixa muito mais antiga aparece em comparação com o recinto). mas teria sido impossível para os egípcios dinásticos fazê-lo com ferramentas de bronze mais macias. As esculturas hieroglyphic muito cruas no exterior de 3 das caixas provavelmente foram feitas milhares de anos mais tarde pelos egípcios que os encontraram no SITU (Observe como avançado a caixa muito mais antiga aparece em comparação com o recinto).

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2. As muralhas da Fortaleza de Saqsaywaymanman

12 Fotografias que a Arqueologia em Geral não quer que você veja (12)

Sentada no topo dos subúrbios do norte de Cusco, Peru, encontra-se a fortaleza de Saqsaywaman. As paredes andesitas aqui consistem em blocos interligados que foram criados com precisão sem morte, alguns deles pesando até 125 toneladas. Cada pedra fundacional passa cerca de doze metros de metro, tornando as paredes à prova de terremoto. Arqueólogos convencionais atribuem o Inca ao edifício Saqsaywaman, mas com o Inca apenas com ferramentas de bronze, como eles poderiam ter extraído, moldado e transportado esses blocos de mega-tonelada da pedreira sobre uma série de montanhas de mais de cinco milhas de distância?

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3. O Rock Ship of Masuda

12 Fotografias que a Arqueologia em Geral não quer que você veja (2)

A aldeia de Asuka, Japão, segura um segredo. Esconde várias pedras de granito esculpidas em formas peculiares, com o maior e mais incomum conhecido como Masuda-no-iwafune "The Rock Ship of Masuda". O navio de rock, sendo o maior dos misteriosos montes de rocha, é 36 pés por 26 pés de 15 pés de altura, e é feito de granito sólido, o que o torna em algum lugar em torno de 800 toneladas. É um montículo esculpido, com dois furos de cerca de um metro quadrado no centro, passando pelo chão. Nesta região existem muitos templos e santuários budistas que sugerem que a escultura foi feita por budistas. No entanto, Masuda no iwafune não se assemelha ao estilo ou construção de qualquer outro monumento budista. 2 Como todos os megalitos, ninguém parece saber quem o construiu, ou quando.

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4. The Machine Cuts of Saqsaywaymanman

12 Fotografias que a Arqueologia em Geral não quer que você veja (5)

Novamente no antigo site de Saqsaywayman no Peru, pode-se ver evidências do que parece ser máquina como cortes feitos na pedra andesita super-dura. De acordo com o registro arqueológico, o Inca possuía ferramentas de bronze. Então, se o Inca moldasse essas pedras como arqueólogo convencional sugerem, como poderiam ter cortado em andesite com suas ferramentas de bronze muito mais macias? Isso equivaleria a tentar cortar uma árvore com um garfo de plástico.

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5. As designações da lâmpada de luz de Dendera

12 Fotografias que a Arqueologia em Geral não quer que você veja (1)

A luz Dendera é uma suposta tecnologia de iluminação elétrica egípcia antiga representada em três relevos de pedra (uma única e uma representação dupla) no templo Hathor no complexo do Templo Dendera, localizado no Egito. 3 Após o exame, há o que parece ser uma lâmpada ou lâmpada muito grande com um cabo conectado na extremidade com um cordão em forma de serpente dentro. Em comparação com as figuras menores vistas agachadas abaixo da lâmpada, duas estatuetas de aparência gigante em cada extremidade da lâmpada que alguns acreditam podem representar uma raça de elite de gigantes da classe dominante.

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6. As ruínas do granito branco de Machu Pic'chu

12 Fotografias que a Arqueologia em Geral não quer que você veja (8)

Machu Pic'chu realmente significa "Ancient Mountain". As paredes inca de mais de 550 anos de idade e moradias feitas de pedra áspera e argamassa de argila são belas realizações por direito próprio (veja as ruínas incas no lado direito da imagem acima) e elas são o que a maioria dos turistas presta atenção, mas há algo muito mais pré-histórico e superior para ver aqui ... a construção megalítica de morteiro feita de granito branco que quase parece ser algo que você veria em um filme futurista de idade espacial e é anterior ao Inca por milhares e milhares de anos.

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7. A "Pedra das mulheres grávidas" em Baalbek

12 Fotografias que a Arqueologia em Geral não quer que você veja (3)

Construído por uma civilização antiga possuindo uma alta tecnologia perdida, a "Pedra das Mulheres grávidas" de 1.200 toneladas é feita de pedra calcária e repousa na pedreira de Baalbek do Líbano. Esta é a maior pedra de corte megalítica conhecida no planeta Terra. Os arqueólogos da Mainstream declaram que este megalito é o produto da engenharia romana, mas, em caso afirmativo, por que esta pedra é encontrada a mais de 3.500 quilômetros de distância de Roma e por que não há outras pedras como perto da sede do poder romano? É óbvio que os romanos acharam isso muitos milênios mais tarde.

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8. Os Enigmas Trapezoidais de Ollantaytambo

12 Fotografias que a Arqueologia em Geral não quer que você veja (7)

O maior sítio arqueológico do Peru é "Ollantaytambo". Após a visita, começa a ver a arquitetura megalítica que apresenta ângulos de precisão e até alguns que se assemelham aos blocos "H" vistos em Puma Punku na Bolívia. Esta construção trapezoidal muito antiga não só anões, mas se destaca em contraste com a construção de Inca inferiores de pedra áspera e argamassa de argila que a rodeia.

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9. Os furos da broca de energia em Karnak

12 Fotografias que a Arqueologia em Geral não quer que você veja (11)

Um grande furo de núcleo pode ser visto no complexo do templo Karnak no Egito. Este é claramente um trabalho pré-histórico, e o sulco que foi trabalhado indica que a broca era chata no granito rosa Aswan muito resistente a uma taxa de pelo menos 2 mm por revolução. Os egípcios dinásticos não poderiam ter perfurado isso com suas ferramentas de mão de bronze.

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10. As pedras multi-lados de Cusco

12 Fotografias que a Arqueologia em Geral não quer que você veja (10)

Localizados perto do centro de Cusco, no Peru, as pedras retratadas acima são tão antigas que antecedem o Inca por milhares de anos e, no entanto, são tão precisamente avançadas que você não conseguiu deslizar um cabelo humano entre eles. Se você for visitar este site, um guia turístico irá dizer-lhe que essa pedra paralela megalítica sem morteiro é o trabalho do Inca. No entanto, mesmo que a ferramenta de bronze que engolisse o Inca pudesse cortar o granito e a andesita mais duras, então por que não construíram todas as suas estruturas desta construção de pedra impenetrável?

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11. Os Hieróglifos Helicópteros de Abydos.

12 Fotografias que a Arqueologia em Geral não quer que você veja (9)

De acordo com muitos, esses hieróglifos misteriosos dentro do antigo templo egípcio de Abydos retratam máquinas voadoras. Esculpidos em uma pedreira de pedra pesada que suporta o teto deste templo, os egiptologistas afirmam que este é apenas outro exemplo de Palimpsesto (um manuscrito ou peça de material de escrita em que a escrita original foi apagada para abrir espaço para escrever mais tarde, mas de quais vestígios permanecer). 5 Posso me inclinar para esta hipótese se houvesse apenas um hieróglifo que parecia parecer um pouco como uma máquina voadora, mas quando há 3 representações muito detalhadas sobre o que parece exatamente como um helicóptero moderno e outra nave espacial, torna-se mais difícil acreditar Tudo isso foi apenas uma coincidência antiga.

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12. Os cortes de serra de Ollantaytambo

12 Fotografias que a Arqueologia em Geral não quer que você veja (6)

Acima de uma montanha e a poucos passos do Templo do Sol e outras obras megalíticas trapezoidais no local de Ollantaytambo no Peru, esta pedra muito dura e andesita com o que parece ser antigo viu como cortes. Após uma observação íntima, pode-se ver que isso não é de modo algum natural, já que parte da pedra foi literalmente desmontada do topo e depois, a meio caminho, o maquinista antigo parou de usar qualquer tipo de tecnologia antiga perdida que ele possuía.

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Fonte
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CHINESES - A cultura chinesa possui uma longa tradição histórica...

CHINESES
A cultura chinesa possui uma longa tradição histórica documentada por Sima Qian, um matemático e historiador real da dinastia Han, que pesquisou as origens de sua civilização. 

Alguns dados escritos por ele foram confirmados durante descobertas arqueológicas feitas durante o século XX. A estrutura da história da civilização chinesa é baseada nos períodos dinásticos e coincidem  diretamente com a sucessão dos diferentes governos que passaram pelo território que daria origem à China moderna.
Período anterior à Primeira Dinastia
Restos arqueológicos encontrados na região chinesa do rio Amarelo permitem localizar o desenvolvimento das primeiras tribos de cultura sedentária a partir de VIII A.C. Estas tribos ocuparam o território no final do período neolítico (Yangshao, Dawenkou e Hongshan) e viviam da agricultura (milho e arroz) e da caça, pesca e pecuária.  

Desenvolveram técnicas com cerâmica e até mesmo a pintura das peças fabricadas. Estas culturas culminaram no desenvolvimento da cultura Longshan, que data dos séculos II e III A.C. e representam o período de formação das primeiras cidades.  

A mitologia chinesa atribui a fundação das instituições sociais (família, economia e urbanismo) aos chamados “Três Augustos e Cinco Imperadores”, que recebem diferentes nomes em diferentes histórias. Apesar de seu caráter, presumidamente mitológico, acredita-se que eles foram pessoas reais que contribuíram para a unificação da civilização chinesa devido a suas intervenções bélicas.
A dinastia Xia
A dinastia Xia foi a primeira dinastia da história chinesa e se desenvolveu entre os séculos XXI e XVI A.C. Contava com um sistema econômico escravo e seu território era situado na atual província de Henan. Segundo crônicas chinesas, antes do estabelecimento desta dinastia, o poder territorial era alternado entre os chefes das diferentes tribos, ou seja, não havia uma sucessão natural entre os membros de uma mesma tribo. 

Entretanto, isto não foi respeitado pelos Xia, já que quando o Grande Xia Yu faleceu, seu filho Qi tomou o poder. As demais tribos lutaram contra os Qi, porem ele foi vencedor e estabeleceu o começo da dinastia Xia. Esta foi sucedida pela dinastia Shang (1600- 1100 A.C) e pela Zhou (1045- 256 A.C) Esta última terminou conduzindo a China à era imperial, iniciado pela dinastia Qin a partir de 221 A.C.


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ROMANOS - A civilização romana atingiu seu apogeu durante...

ROMANOS
A civilização romana atingiu seu apogeu durante os primeiros séculos da nossa era. Ele foi o império ocidental mais poderoso, entretanto o império se consolidou como resultado de centenas de anos de conquistas e avanços culturais e politica de expansão territorial. Entretanto a analise da civilização romana tem dois aspectos.
Histórico
Antes de se transformar em uma cidade e iniciar seu crescente processo de unificação, o território romano era formado por sete montanhas em volta da ilha de Tibre, uma região chamada Latium Vetus, ocupada por diversas tribos indo-europeias (etruscos, oscos, ecuos, volscos, sabinos, umbros e latinos). Acredita-se que foram os latinos que povoaram a região da Roma atual, chegados durante a Idade do Bronze. A fundação de Roma durante o século VIII A.C representa a construção da cidade amuralhada, construída para proteger a população latina do ataque de outras tribos.
Origem mítica
Numitor, governante de Alba Longa, foi destronado e expulso por seu irmão, Amulio, quem, além disto, matou todos os seus filhos homens a fim de permanecer no poder. A filha de Nomitor, Rea Sivia, que havia dado à luz aos gêmeos Romulo e Remo, apavorada, colocou os filhos em uma cesta e jogou no rio Tibre. Os gêmeos foram encontrados por uma loba, Luperca, que os amamentou em uma cova. Os meninos cresceram saudáveis, criados por uma família de pastores até que um dia descobriram sua origem. Os dois partiram então para Alba Longa onde destronaram o tio, recebendo pelo feito as terras de Latium Vetus. A cidade recebeu seu nome, Roma, pois tempos depois, Rômulo venceu o irmão durante um desafio e terminou sendo seu primeiro rei.

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GREGOS - A terminologia Grécia Antiga é utilizada para descrever...

GREGOS
A terminologia Grécia Antiga é utilizada para descrever a civilização europeia desenvolvida no período compreendido entre o começo da Idade das Trevas (1100 A.C) até a conquista romana depois da Batalha de Corinto (146 A.C). Numa época ainda mais remota, a população era conhecida como heládica, terminologia que se refere a um conjunto de tribos que imigraram da Península Balcânica durante a Idade do Bronze. A procedência destas tribos não é exata, porém alguns historiadores atribui sua origem aos Balcãs, enquanto outros à Síria e Mesopotâmia. Entretanto sua permanência na península deu origem aos povos gregos mais importantes como os Aqueus, Dórios e Jônios.
Culturas minoicas e micénica
A partir do fim do Período Heládico, os Aqueus (em Pilos e Mecenas) e os Jônios (Atenas) desenvolveram a cultura micênica, conseguindo grandes avanços para a época com a cultura minoica. Esta última devia seu nome ao rei Minos, líder do povo estabelecido na ilha de Creta. Nesta época o território viveu uma importante atividade comercial e cultural, com o surgimento dos poemas épicos de Homero: as Ilíadas e a Odisseia. Apesar de não existir uma explicação especifica para o final destas culturas a partir de 1150 A.C, atribui-se o fato à conquista de Creta por parte dos micênicos, catástrofes naturais e invasões externas.
Principio da Grécia Antiga
Com o final da cultura micênica o sistema escrito foi trocado, portanto não existe farta documentação histórica da época. Entretanto, supõe-se que durante este período diversas migrações levaram os Dórios a ocupar a região do Peloponeso (Esparta), certas ilhas do Mar Egeu e o litoral sul da Ásia Menor. Atenas, entretanto, sobreviveu à decadência da cultura micênica. A unificação das pequenas comunidades autônomas se deu no século VII A.C (começo da Época Arcaica) através da modificação do sistema de escrita fenício e a criação do alfabeto grego.

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EGÍPCIOS - A civilização egípcia foi a cultura desenvolvida no atual Egito...

EGÍPCIOS
A civilização egípcia foi a cultura desenvolvida no atual Egito entre os anos 3050 A.C (primeiro ano do governo de Menés) a 3100 A.C (ano da conquista romana). A história do antigo Egito costuma ser dividida em três etapas relacionadas às diferentes dinastias faraônicas, separadas por períodos de anarquia: Império Antigo (2700- 2250 A.C), Império Médio (2050- 1800 A.C) e Império Novo (1550- 1070 A. C). Milhares de anos antes da configuração do Império, a partir do ano 8.000 A.C, o território conhecido atualmente como Saara começou a secar, razão pela qual os coletores da região se aproximaram da bacia do Nilo.  Durante esta época, devido à topografia da região, diferentes povos se estabeleceram permanentemente no território.
Período Pré-dinástico
Dentre os povos que fizeram daquele terreno seu assentamento entre 5500 e 3200 A.C encontravam-se os társios que se dedicavam à caça e a pesca, as culturas primitivas de El Fayum e a Merimede, todas dedicadas ao cultivo. Os társios se estabeleceram na margem direita do rio, ao lado dos badarienses, que produziam figuras de cobre e trabalhos de cerâmica. Pouco a pouco chegariam os assírios, hicsos, núbios e uma quantidade grande de habitantes originários da Ásia. A propagação territorial da região terminou produzindo uma unificação cultural das diferentes populações, agora então egípcias, porém a política ainda era dividida em dois reinos principais: O Alto Egito (vale do Nilo) e o baixo Egito (delta do Nilo). Cada reino contava com seu próprio faraó, representados respectivamente por um abutre e uma cobra.
Período Arcaico
Durante este período (3100-2700 a.C) a unificação da civilização egípcia foi concretizada, gerando um único governo, o das terras do Alto e Baixo Egito. Narmer, o último rei do período pré-dinástico, de acordo com muitos historiadores, foi o responsável por promover esta união e por isto é considerado o primeiro faraó do Egito unificado. Apesar do historiador Manethon ter considerado Menés como o primeiro monarca egípcio, ilustrações como na Paleta de Narmer(placa comemorativa do ano 3050 a.C) indicam que o título pertencia a Narmer. A fundação da cidade de Mênfis, no Baixo Egito, foi a prova definitiva do poderio de Narmer. Ele se tornou rei da Dinastia I, a partir de 3050, período que marca o inicio do Antigo Império.

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MAIAS - Os antropólogos até hoje não conseguiram chegar a um...

MAIAS
Os antropólogos até hoje não conseguiram chegar a um consenso sobre a origem dacivilização maia, cultura  desenvolvida ao longo de uma extensa região chamadaMesoamérica, que englobava vastos territórios no sudeste do atual México, e grande parte daAmérica Central. Estima-se que, a existência das etnias maias, ocorreu entre os anos 2.000 A.C e 1546 D.C., apesar de ser impossível afirmar com precisão. Entre as diferentes teorias, existe um consenso na análise do desenvolvimento pré-hispânico, em três etapas principais.
Período pré-clássico e clássico
A etapa pré-clássica demonstrava a agricultura como principal meio de subsistência e desenvolvimento cultural, datando sua vigência entre os anos 1.000 A.C a 320 D. C, intervalo durante o qual os primeiros maias desenvolveram seu idioma e arquitetura. Especula-se que, os habitantes originários, migraram da zona do Golfo do México, formando tribos, como a olmeca, possivelmente relacionada com outros assentamentos migratórios oriundos da região de El Petén, na atual Guatemala. Com uma grande expansão, a população começou a organizar-se, ao redor de uma classe de nobres e sacerdotes, que encabeçavam a pirâmide social. Entre 320 D.C e 987 D.C. desenvolveu-se a era clássica, ou teocrática, com grandes progressos em termos de agricultura (técnica e comercial), que produziu as condições necessárias para erguer grandes edifícios em cidades destinadas ao culto religioso e ao comércio. A partir do ano 900 D.C, os centros teocráticos maias entraram em colapso e foram, paulatinamente, abandonados.
Período Pós-clássico
Com a queda de Teotihuacan e o posterior colapso dos centros mais, originou-se a etapa pós-clássica, situada entre os anos 1.000 e 1687 D.C, que termina com a conquista espanhola e suas consequências. Grandes movimentos migratórios de etnias mais, em maioria dosnáhuatl, agruparam-se numa corrente chamada putún. Estes, fundaram grandes povoados, dominaram as rotas marítmas comerciais da Península de Yucatán, conquistaram cidades, comoChichén e formaram alianças, como a Confederación de Mayapán. Mais tarde, após a queda dos principais centros culturais, Yucatán foi dividida em 16 estados independentes.

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ASTECAS - A civilizaçâo Asteca foi formada por um conjunto de etnias...

ASTECAS
A civilizaçâo Asteca foi formada por um conjunto de etnias indígenas que possuia um idioma comum, o náhualt. Habitavam as regiões deTenochitlán e Tlatelolco, na Mesoamérica, entre os séculos XII e XVI. Esta civilização, foi, juntamente com a maia e a inca, uma das grandes civilizações da era pré-colombiana. Apesar de não se auto-denominarem astecas, o nome foi dado pois, acredita-se que a maioria das tribos era oriunda de Aztlán.
Expansão demográfica
Depois do colapso da mítica cidade de Tollan, no princípio do século XII, ocorreu uma imensa migração de índios toltecas e chichimecasem direção a região de Cholula, zona oeste do atual estado de Puebla, no México.  Os migrantes estabeleceram alianças com os habitantes nativos e conseguiram vencer os olmecas numa disputa, finalmente ocupando a zona do Planalto Central. A última grande migração foi de uma outra tribo, ocorrida durante os séculos XIII e XVI e neste intervalo de tempo, o povo que agora chamamos astecas, já havia ocupado quase todo o território.
O Império Asteca
Depois de percorrer imensos territórios, no século XIV, a civilização asteca estabeleceu-se definitivamente no atual Valle do México. Fundaram a capital, Tenochtitlán, numa pequena ilha, nos arredores do lago Texcoco. Durante os primeiros anos, tiveram que lutar com inúmeras tribos locais pela posse das melhores  porções de terra para obtenção do domínio político da região. A medida em que ganharam terreno, foram estabelecendo um poderoso sistema baseado na obediência, trabalho e pagamento de impostos. O alicerce daexpansão asteca foi seu poderoso exército. Entretanto, após reconhecer a soberania do imperador asteca, os povos conquistados, mantinham uma representação própria.

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EVIDÊNCIAS ESMAGADORAS da EXISTÊNCIA de GIGANTES no PLANETA TERRA

GIGANTES
Histórias de gigantes existem em várias culturas pelo mundo a fora.
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Quase toda cultura tem ao menos um história de pessoas gigantes andando pela terra.
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Nos últimos 200 anos, desde o inicio do seculo 20, tem surgido alegações sobre achados de restos de esqueletos ou pegadas fossilizadas, sugerindo que e as histórias de gigantes são muito mais que contos de fadas!
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Será que são apenas brincadeiras ou podemos acreditas nessas alegações?

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Encontraram Atlantis?: Pirâmides antigas descobertas no oceano

ENCONTRARAM ATLANTIS

ENCONTRARAM ATLANTIS?
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"antigas pirâmides alienígenas descobertas no fundo do oceano"
foram descobertas pirâmides submarinas antigas na costa dos EUA, de acordo com novas reivindicações surpreendentes.
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Um investigador de OVNI e paranormal afirma que os livros de história podem ter que ser reescritos depois de "encontrar duas pirâmides" submersas perto das Bahamas.
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Scott C Waring revelou sua "descoberta" em seu site UFO Sightings Daily.
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Ele disse que os encontrou apenas a 6,6 km ao sul da Ilha da Nova Providência nas Bahamas.

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Arqueólogos israelenses descobrem 'anfiteatro perdido' em local emblemático da Terra Santa

Arqueólogos israelenses descobrem 'anfiteatro perdido
Arqueólogos israelenses anunciaram uma descoberta histórica num dos lugares mais sagrados, emblemáticos e disputados da Terra Santa. Eles revelaram um anfiteatro romano de mais de 1,8 mil anos de idade, oito metros abaixo do famoso Muro das Lamentações - visitado por mais de 3 milhões de pessoas por ano, na Cidade Velha de Jerusalém.

As escavações também expuseram mais um pedaço do Muro em si que estava encoberto havia pelo menos 1,7 mil anos - soterrado provavelmente por um terremoto.

O Muro das Lamentações é considerado o ponto mais sagrado para o judaísmo, mas também é reverenciado por cristãos e fica adjacente à Esplanada das Mesquitas (ou Monte do Templo, para os judeus), o terceiro local mais sagrados para os muçulmanos.


O Muro é que o restou da muralha de contenção da estrutura construída por Herodes (que reinou na Judeia de 37 a.C. até 4 d.C.), para sustentar o Segundo Templo judaico, destruído pelos romanos em 70 d.C. Hoje, no mesmo ponto, está o Santuário da Rocha (Al-Haram Al-Sharif), com sua famosa cúpula dourada.

Oito níveis do Muro das Lamentações foram desenterrados pelos arqueólogos. Estavam totalmente preservados, apesar de terem passado milênios soterrados. O trecho fica abaixo do chamado "Arco de Wilson", localizado no canto esquerdo do atual Muro conhecido pelos turistas.

O "Arco de Wilson" era uma das passagens pelas quais, na época de Jesus Cristo, há 2 mil anos, moradores de Jerusalém e visitantes podiam subir até o Monte do Templo. Originalmente, tinha 13 metros de altura.

O anfiteatro romano com 200 assentos - pequeno em comparação com outros da região, como em Cesareia - foi descoberto próximo ao Muro, confirmando os relatos de historiadores da época, como Flávio Josefo (37 d.C.-100 d.C.), de que havia uma construção como essa adjacente à muralha. Também foram desencavados vasos de cerâmica, moedas e elementos arquitetônicos.

Existência descrita


As primeiras escavações arqueológicas no local foram feitas no século 19 - em 1864, o arqueólogo britânico Charles William Wilson descobriu o arco que leva seu nome.

Mas Wilson não conseguiu revelar o anfiteatro que era descrito por historiadores como Flávio Josefo e por fontes do período pós-destruição do Segundo Templo, época em que os romanos trocaram o nome de Jerusalém para Aelia Capitolina.


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Image captionimageEscavações na Cidade Velha de Jerusalém causam polêmica com palestinos, que reivindicam essa região como parte de seu Estado

"Da perspectiva dos pesquisadores, é uma descoberta sensacional, uma verdadeira surpresa", diz o arqueólogo Joe Uziel, da Autoridade de Antiguidades de Israel (AAI). "Nosso objetivo era datar o Arco de Wilson, mas não poderíamos imaginar que solucionaríamos um dos maiores mistérios de Jerusalém: o anfiteatro perdido."

Outro detalhe interessante é o fato de que, segundo os arqueólogos, o pequeno anfiteatro - do tipo que os romanos chamavam de "odeon" - nunca foi terminado e a construção foi abandonada por algum motivo, talvez por causa da revolta judaica de Bar Kochba (132 a 135 d.C).

Palestinos condenam escavações


As escavações israelenses na Cidade Velha de Jerusalém são criticadas pelos palestinos, já que toda essa área esteve sob controle jordaniano até 1967, quando passou a mãos israelenses durante a Guerra dos Seis Dias.

Os palestinos afirmam que toda a parte Oriental de Jerusalém (onde fica a Cidade Velha) ocupada por Israel pertence a eles como parte de um Estado palestino independente.

Já para os israelenses, a Cidade Velha - e toda Jerusalém Oriental - é parte indivisível de Israel, tendo sido anexada por lei em 1980. Eles dizem que a cidade nunca fez parte de qualquer nação moderna, já que os jordanianos também haviam ocupado sua parte Oriental depois da Guerra de 1948-49 (pós-criação de Israel) depois de três décadas sob administração britânica.

A disputa por Jerusalém é um dos pontos nevrálgicos do conflito entre israelenses e palestinos.

Uma batalha diplomática tem sido travada em órgãos internacionais. Em julho deste ano, a Unesco adotou resolução jordaniana condenando as atividades arqueológicas de Israel na Cidade Velha, sob acusação de serem ilegais pela Lei Internacional.

O Brasil votou em favor da resolução depois que os jordanianos aceitaram mudar o texto original, que identificava o Monte do Templo apenas por seu nome em árabe, "Aqsa Mosque/Al-Haram Al-Sharif", e se referia ao local como segrado só para muçulmanos.

Alguns palestinos acreditam que as escavações na Esplanada das Mesquitas/Monte do Templo têm como objetivo minar as fundações das mesquitas que existem hoje no local para a eventual construção de um Terceiro Templo judaico.

Recentemente, os Estados Unidos e Israel anunciaram que vão se retirar da Unesco em protesto contra o "viés anti-Israel" da agência da ONU.

Justamente diante dessa batalha diplomática é que autoridades israelenses veem com bons olhos descobertas arqueológicas que confirmem relatos bíblicos ou históricos que comprovam a ligação entro o povo judeu e Jerusalém.

"Uma atrás de outra, as descobertos arqueológicas permitem que nossa geração realmente toque na história antiga e herança judaica do nosso povo, mostrando sua conexão profunda com Jerusalém", disse o rabino do Muro das Lamentações, Shmuel Rabinowitz.

Mas, para o diretor-geral da Autoridade de Antiguidades de Israel, Israel Hasson, as descobertas no local são muito mais amplas do que a disputa política contemporânea: "Espero que esses achados ajudem-nos a avançar, para que todos possamos nos impressionar com o passado glorioso de Jerusalém".
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