Mostrando postagens com marcador MEDICINA MEDICAMENTOS. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador MEDICINA MEDICAMENTOS. Mostrar todas as postagens

O segredo da rede 5G: um risco para a humanidade (Video)

Mesmo antes de seu uso ter sido consolidado, surgiu um novo conceito chamado de rede 5G. Mas o que essa nova geração de comunicações móveis significa?

Muitos de nós ficariam tentados a responder à pergunta com uma simples declaração: "O 5G é uma evolução das comunicações", algo como "um modelo evoluído a partir do anterior e que agora inclui muitos mais recursos". É isso, teríamos deixado o atoleiro de uma maneira elegante, mal dizendo nada.

.

O engraçado é que, na realidade, não estaríamos dando uma resposta tão equivocada, e ainda menos se pensarmos do ponto de vista de um usuário normal.

.

De facto, uma das principais características da nova geração de comunicações móveis 5G será que a velocidade de transmissão de dados será multiplicada por 100. Sim, por 100! Alguém parou para pensar nos serviços que poderiam ser fornecidos nessas velocidades? Muitos aplicativos me vêm à mente.

.

Com baixa latência que pudéssemos interagir com veículos autônomos em tempo praticamente real, assumindo que 1 milissegundo seria aceitável para a segurança do interacional, podemos interligar com salas de cirurgia ou dispositivos médicos para realizar a cirurgia, e uma longa lista de opções.

.

Se acrescentarmos que o 5G apenas sofrem quedas, com uma disponibilidade de 99,999% - ou teria cobertura global, ou até mesmo ser reduzida pela rede de consumo de energia de 90%, alguns diriam que esta é a "panacéia de comunicações ".

.

Mas todas as inovações sempre têm um "mas" Países como Bélgica e Suíça estão estudando os riscos para a saúde que podem causar a instalação de redes 5G, e Bruxelas decidiu impedi-la de considerar a poluição eletromagnética.

.

Desta forma, tornou-se a primeira cidade a parar o seu desenvolvimento. Céline Fremault, ministra do país, afirmou em uma entrevista que não pode aceitar essa tecnologia "se os padrões de radiação, que devem proteger o cidadão, não forem respeitados".

.

O que você acha? Assista ao vídeo a seguir de nossos parceiros do canal Zona OVNI e deixe seu comentário abaixo.

Continue lendo...

Alerta: Neuroscience Journal confirma efeitos adversos de flúor no desenvolvimento do cérebro


Fluoreto é uma neurotoxina perigosa que os seres humanos estão sendo expostos à esquerda e à direita. Tornou-se muito controversa, e um novo estudo provou que tem efeitos adversos sobre o desenvolvimento do cérebro.

Você pode querer pensar duas vezes antes de dar a seu filho um copo de água da torneira - pode estar ferindo seu cérebro. Enquanto um copo de água da torneira parece uma das coisas mais inofensivas, não é. Nossa água Pública é fluoretada e tratada com produtos químicos e está causando efeitos adversos em todo o corpo - especialmente em nossos cérebros. O fluoreto químico é uma neurotoxina recentemente classificado, o que significa que é prejudicial para o seu cérebro. No entanto, até agora não temos tido qualquer prova de adversos efeitos colaterais cerebrais de flúor.

Fluoreto é classificado como uma neurotoxina perigosa em um dos mais prestigiados periódicos médicos, The Lancet . Afirma que o fluoreto tem, na verdade, um impacto negativo no desenvolvimento do cérebro. Isto está ao lado dos outros produtos químicos tóxicos adicionados à água, como Mercúrio, Arsênico e Chumbo. O novo estudo foi realizado na Universidade de Kent, e eles sugerem que mais de 15.000 pessoas poderiam estar sofrendo de problemas de tireóide por causa do flúor e nem mesmo sabê-lo .


Os cientistas estão nos alertando muito sobre a fluoretação da água. A pesquisa afirma que há um pico no número de casos de tireóide underactive em áreas com água altamente fluoretada. Há toneladas de razões pelas quais não devemos estar usando flúor em nossa água, mas apenas uma razão desatualizada por que ainda estamos usando.

Nossa água pública é fluoridated sob a noção que impede a deterioração de dente. No entanto, estudos modernos mostram que as taxas de decaimento dentário nos EUA são tão baixas que o efeito da fluoretação não pode ser medido. De acordo com o Fluoride Alert, não há raciocínio clínico para manter a água fluoretada.

Continue lendo...

Uma Aula sobre a Fórmula e a Química da Coca-Cola e de Outros Refrigerantes

REFRI-NUNCA-MAIS-Uma-Aula-sobre-a-Fórmula-e-a-Química-da-Coca-Cola-e-de-Outros-Refrigerantes-300x198
Antes de redigir este texto, o Prof. Carlos Fett (Nutrição, UFMT) teve de aprender química, entender tudo sobre componentes de refrigerantes, conservantes, sais, ácidos, cafeína, enlatamento, produção de label de lata, permissões, aprovações, etc. Montei um mini-laboratório de análise de produto equipado até para analisar quantidade de sólidos e, inclusive, desenvolvi softwares para cálculo da fórmula com base nos volumes e tipo de envasamento (plástico ou alumínio), pois isso muda os valores e o sabor. Tive que aprender tudo sobre refrigerante gaseificado para produzir o guaraná Golly aqui (nos EUA), que usa o concentrado Brahma.

A fórmula ‘secreta’ da Coca-Cola se desvenda em 18 segundos em qualquer espectrômetro-ótico e basicamente até os cachorros a conhecem. Só que não dá para fabricar igual, a não ser que você tenha uns 10 bilhões de dólares para brigar com a Coca-Cola na justiça, porque eles vão cair matando.

A fórmula da Pepsi tem uma diferença básica da Coca-Cola e é proposital exatamente para evitar processo judicial. Não é diferente porque não conseguiram fazer igual; é de propósito, mas próximo o suficiente para atrair o consumidor da Coca-Cola que quer um gostinho diferente com menos sal e açúcar.

Tire a imensa quantidade de sal que a Coca-Cola usa (50mg de sódio na lata) e você verá que a Coca-Cola fica igualzinha a qualquer outro refrigerante sem-vergonha e porcaria, adocicado e enjoado. É exatamente o Cloreto de Sódio em exagero (que eles dizem ser ‘very low sodium’) que refresca e ao mesmo tempo dá sede em dobro, pedindo outro refrigerante. A Coca-Cola não enjoa porque o tal sal mata literalmente a sensibilidade ao doce e as 39 gramas de ‘açúcar’ (sacarose) de uma simples latinha de Coca-Cola. Isto mesmo, 39g ou mais de 11% do conteúdo da lata de Coca-Cola é açúcar, algo equivalente a 3 colheres de sopa cheias de açúcar por lata!

Fórmula da Coca-Cola?

(a) Concentrado de Açúcar queimado (leia-se, caramelo, para dar cor escura e gosto).

(b) Ácido ortofosfórico (azedinho).

(c) Sacarose (açúcar).

(d) HFCS – High Fructose Corn Syrup (açúcar líquido da frutose do milho).

(e) Extrato da folha da planta COCA (África e Índia).

(f) Outros aromatizantes naturais de outras plantas.

(g) Cafeína.

(h) Conservante que pode ser benzoato de sódio ou benzoato de potássio, dióxido de carbono (para fritar a língua quando você a toma e, junto com o sal, dar a sensação de refrigeração).

O uso de ácido ortofosfórico e não o ácido cítrico, como todos os outros usam, é para dar a sensação de dentes e boca limpa ao beber. O ácido fosfórico literalmente frita tudo, em quantidade pode até causar decapamento do esmalte dos dentes; já o ácido cítrico ataca com muito menor violência, pois o ortofosfórico ‘chupa’ todo o cálcio do organismo, podendo causar osteoporose e comprometimento na formação dos ossos e dentes das crianças em idade de formação óssea (idade de 2 a 14 anos). Tente comprar ácido fosfórico para ver as mil recomendações de segurança e manuseio, pois queima o cristalino do olho, queima a pele, etc. É proibido usar ácido fosfórico em qualquer outro refrigerante, pois só a Coca-Cola tem permissão; se um dia ela tirar, ficará com gosto de sabão.

O extrato da coca e outras folhas quase não mudam nada no sabor. Entretanto, causa um importante efeito cosmético e mercadológico. Igualmente ocorre com o guaraná, pois você não sente o gosto ou cheiro dele (o verdadeiro guaraná tem gosto amargo). Legalmente, porém, tanto o extrato de coca quanto o de guaraná necessitam fazer parte da Coca-Cola e do Guaraná pela questão de registro comercial, haja visto a inexpressiva mudança no gosto. Por falar em gosto, ele é dado basicamente pelas quantidades diferentes de açúcar, açúcar queimado, sais, ácidos e conservantes.

Empresa de aromatizantes e essências

Uma vez o autor visitou uma empresa em Orlando (EUA) que basicamente produzia aromatizantes e essências para sucos: sais concentrados e essências o dia inteiro, caminhão atrás de caminhão saindo da fábrica, para fábricas de sorvete, refrigerantes, sucos, enlatados e, creia, até comida colorida e aromatizada.

Visitando a fábrica, pedi para ver o depósito de concentrados das frutas, que deveria ser imenso, cheio de reservatórios imensos de laranja, abacaxi, morango, etc; na prática, visitei os depósitos imensos de corantes e mais de 50 tipos de componentes químicos. O refrigerante de laranja, o que menos tem é laranja; morango, até os gominhos que ficam em suspensão são feitos de goma (uma liga química que envolve um semipolímero); abacaxi, por sua vez, é um festival de ácidos e mais goma. E a essência do abacate? Usam até peróxido de hidrogênio (água oxigenada) para dar aquela sensação de arrasto espumoso no céu da boca ao comer, típico do abacate.

Refrigerante Diet e Light

Quer saber a quantidade de lixo que tem em refrigerante diet? O autor diz não usar nem para desentupir a pia, porque tenho pena da tubulação de pvc!
Para abrir os olhos dos cegos: os produtos adocicantes diet têm vida muito curta: o aspartame, por exemplo, após três semanas de molhado passa a ter gosto de pano velho sujo. Para evitar esse gosto, soma-se uma infinidade de outros químicos, um para esticar a vida do aspartame, outro para dar buffer (arredondar) o gosto do segundo químico, outro para neutralizar a cor dos dois químicos juntos que deixam o líquido turvo, outro para manter o terceiro químico em suspensão, senão o fundo do refrigerante fica escuro, outro para evitar cristalização do aspartame, outro para realçar, dar ‘edge’ no ácido cítrico ou fosfórico que acaba sofrendo pela influência dos 4 produtos químicos iniciais, e assim vai! A lista é enorme.

O que acontece com o seu corpo nos primeiros 60 minutos após beber refrigerante?

(1) 10 minutos: DEZ colheres de chá de açúcar batem no seu corpo, 100% do recomendado diariamente. Você não vomita imediatamente pelo doce extremo, porque o ácido fosfórico corta o gosto.

(2) 20 minutos: O nível de açúcar em seu sangue estoura, forçando um jorro de insulina. O fígado responde transformando todo o açúcar que recebe em gordura, pois é muito para este momento em particular.

(3) 40 minutos: A absorção de cafeína está completa. Suas pupilas dilatam, a pressão sanguínea sobe, o fígado responde bombeando mais açúcar na corrente. Os receptores de adenosina no cérebro são bloqueados para evitar tonteiras.

(4) 45 minutos: O corpo aumenta a produção de dopamina, estimulando os centros de prazer do corpo (fisicamente, funciona como com a heroína.

(5) 50 minutos: O ácido fosfórico empurra cálcio, magnésio e zinco para o intestino grosso, aumentando o metabolismo. As altas doses de açúcar e outros adoçantes aumentam a excreção de cálcio na urina.

(6) 60 minutos: As propriedades diuréticas da cafeína entram em ação. Você urina. Agora é garantido que porá para fora cálcio, magnésio e zinco, os quais seus ossos precisariam. Conforme a onda abaixa você sofrerá um choque de açúcar. Ficará irritadiço. Você já terá posto para fora tudo que estava no refrigerante, mas não sem antes ter posto para fora, junto, coisas das quais farão falta ao seu organismo.

Conclusão

Depois de toda essa experiência com produção e estudo de refrigerantes, Fett afirma: “Sabe qual é o melhor refrigerante? Água filtrada, de preferência duplamente filtrada, laranja ou limão espremido e gelo! Nem açúcar, nem sal!” E completa: “Pense nisso antes de beber refrigerantes. Se não puder evitá-los, modere sua ingestão. Prefira sucos naturais. Seu corpo agradece!”

Continue lendo...

Comer salada é saudável? Deveria ser!

10 mais agrotoxicos


Você sabe o que tem nos vegetais que sua família come? Sabe de onde eles vêm? 

De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), 15% dos alimentos consumidos pelos brasileiros apresentam taxas de resíduos de veneno (pesticidas, praguicidas, formicidas, herbicidas, fungicidas, ou, coletivamente, agrotóxicos) em níveis prejudiciais à saúde.


Desde 2008, o Brasil é o maior consumidor mundial de agrotóxicos.



Na safra de 2009, foram utilizadas 1 milhão de toneladas de defensivos agrícolas, adubos e fertilizantes, e esse recorde deve ter sido superado em 2010,2011 e 2012.
Isso acontece por causa do modelo de produção brasileiro, baseado no agronegócio.

Incentivados pelas políticas públicas, os produtores compram “pacotes tecnológicos”, com sementes (muitas vezes, transgênicas), fertilizantes e agrotóxicos.

Em entrevista ao Portal Ecodebate, a pesquisadora da Fiocruz Lia Giraldo explica que "desde a década de 70, exatamente no ano de 1976, o governo criou um plano nacional de defensivos agrícolas. 

Dentro do modelo da Revolução Verde, os países produtores desses agroquímicos pressionaram os governos, através das agências internacionais, para facilitar a entrada desse pacote tecnológico. 

Em 1976, o Brasil criou uma lei do plano nacional de defensivos agrícolas, na qual condiciona o crédito rural ao uso de agrotóxicos. 

Assim, parte desse recurso captado deveria ser utilizada em compra de agrotóxicos, que eles chamavam, com um eufemismo, de defensivos agrícolas. 

Então, com isso, os agricultores foram praticamente obrigados a adquirir esse pacote tecnológico". 

Quem enriquece são as grandes multinacionais. 

As seis maiores empresas produtoras de agrotóxicos no mundo (Syngenta, Bayer, Monsanto, Basf, Dow e DuPont) concentram cerca de 70% do mercado de sementes, agrotóxicos, fertilizantes e transgênicos. 

monocultura de soja transgênica

obs: ao contrário do que muitas vezes afirmam as empresas, o uso de transgênicos não minimiza os custos e nem o uso de agrotóxicos. 

Só no caso da soja (75% transgênica no Brasil), a venda de herbicidas aumentou mais de 200% na última década, enquanto o aumento na área plantada foi de 67%.

Para combater as pragas e aumentar a produção, os agricultores compram venenos que também fazem mal às próprias plantas que produzem, precisando comprar em seguida adubos e fertilizantes, que – mera coincidência – são produzidos e comercializados pelas mesmas empresas que produzem os agrotóxicos. 

Um dos efeitos que os agrotóxicos têm é matar bactérias benéficas, como as fixadoras de nitrogênio, um nutriente necessário para as plantas. 

Torna-se necessário, então, aplicar fertilizantes (cujo elemento principal é o nitrogênio). Só que, depois de aplicado no solo, cerca de 1% do nitrogênio dos fertilizantes é liberado para o ar na forma de óxido nitroso, um gás quase 300 vezes pior para o aquecimento global do que o CO2. 


Os resíduos de fertilizantes vão parar em lagos, rios, lençóis freáticos e até no mar, causando um grande desequilíbrio ecológico: primeiro, eles fertilizam algas e plantas aquáticas, que crescem além da conta. 

Só que, quando elas morrem, sua decomposição rouba oxigênio da água, matando todos os peixes e outros animais. 

Existem cerca de 400 zonas mortas nos mares, hoje, por causa desse fenômeno. 

O uso de fertilizantes tem mais um efeito nocivo, este para a nossa alimentação: as frutas cultivadas com eles têm menos nutrientes, como ferro e vitamina C, que as orgânicas. 

As plantas crescem e começam a produzir mais rápido, tendo raízes menores e menos tempo para acumular nutrientes nos frutos.
O uso continuado dos venenos também, por um simples mecanismo de seleção, provoca a resistência das pragas. 

Com o tempo, os agrotóxicos deixam de funcionar, obrigando o agricultor a aumentar a dose ou a comprar um novo produto, num ciclo vicioso (ótimo para quem vende agrotóxicos!)

ilustração de Mike Baldwin - resistência a pesticidas

Quer mais? 


Um outro ranking coloca o Brasil entre os primeiros em acidentes por intoxicação com agrotóxicos.



Segundo a Tribuna do Interior, em 2008 foram registrados, somente no Sul do país, 1.139 casos de intoxicação, segundo o Sistema Nacional de Informações Toxicofarmacológicas (Sinitox), órgão vinculado à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). 

A Anvisa estima que, para cada caso conhecido, 50 não tenham sido informados.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 3% dos trabalhadores expostos a agrotóxicos no mundo sofrem algum tipo de intoxicação.
Os agrotóxicos estão entre os principais fatores de risco para a saúde da população, afetando os trabalhadores rurais, os consumidores e o meio ambiente.
E o pior de tudo é que o Brasil é o principal destino dos agrotóxicos proibidos no exterior.

Dez variedades vendidas livremente por aqui não circulam na União Europeia e Estados Unidos, alguns nem em vários países da África e até no Paraguai. 

Ao invés de ser um argumento para que tenhamos cautela com relação a esses agrotóxicos, a proibição em outros países aumenta a pressão das empresas pelo aumento das vendas no Brasil e contra as avaliações da Anvisa, para não perder mercado. 

O coordenador-geral de Agrotóxicos e Afins do Ministério da Agricultura, Luís Rangel, admite que produtos banidos em outros países e candidatos à revisão no Brasil – justamente os que possuem evidências de serem perigosos – têm aumento anormal de consumo entre os produtores brasileiros. 

Para reverter isso, seria preciso uma lei que controlasse a importação de agrotóxicos sob suspeita. Mas, é claro, as empresas, com auxílio de setores do governo, farão todo o possível para evitar que isso aconteça.
Em 2008, a Anvisa colocou em reavaliação 14 ingredientes ativos (utilizados em mais de 200 agrotóxicos), dentre eles o endossulfan, o acefato e o metamidofós, com base em indícios de riscos à saúde. 

Entretanto, uma série de decisões judiciais impediram, por quase um ano, a Anvisa de realizar a reavaliação dessas substâncias. "Empresas de agrotóxicos e o próprio Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Agrícola recorreram ao Judiciário para impedir a Anvisa de cumprir seu papel", critica a consultora jurídica do Instituto de Defesa do Consumidor (IDEC), Andrea Salazar. 

Após muita luta, a Anvisa conseguiu reverter as decisões judiciais. 

De lá pra cá, já foram divulgados os resultados de algumas dessas reavaliações. 

Resultados publicados em agosto de 2010 determinam o banimento total da cyhexatina até julho de 2011 e apresentam o indicativo do banimento da utilização de acefato, metamidofós e endossulfan

Os indicativos de banimento da Anvisa são analisados por uma comissão tripartite formada pela própria Anvisa, o Ibama e o Ministério da Agricultura. 

Segundo a Anvisa, mesmo em pequenas doses, esse agrotóxico provoca intoxicação. 

agrotóxicos perigosos nos alimentos segundo a Anvisa

Em junho de 2010, a Anvisa divulgou os dados do Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos (PARA), que ainda em 2009 analisou 20 culturas (abacaxi, alface, arroz, banana, batata, beterraba, cebola, cenoura, couve, feijão, laranja, maçã, mamão, manga, morango, pepino, pimentão, repolho, tomate e uva) em 26 estados do Brasil. 

Apenas Alagoas não participou. 

Os dados mostram que agrotóxicos com alto risco para a saúde humana são utilizados sem levar em consideração a existência ou não de autorização do Governo Federal. 

Em 15 das 20 culturas analisadas foi encontrada presença irregular de agrotóxicos – em níveis acima do permitido pela legislação ou utilizados em culturas para as quais não estão autorizados. 

Dentre eles, o acefato, o metamidofós e o endossulfan. 

Nenhuma das culturas possui autorização de uso do agrotóxico endossulfan, que já é proibido em 45 países e causou mortes por intoxicação na Colômbia (veja a lista de países que baniram o endossulfan e de seus motivos), porém, os resultados demonstraram a presença do veneno em 14 delas. 

resultados insatisfatórios do PARA - agrotóxicos perigosos nos alimentos

O gráfico acima mostra os resultados insatisfatórios do PARA, por alimento, considerando apenas os ingredientes ativos de agrotóxicos que estão em reavaliação toxicológica na Anvisa devido aos seus efeitos negativos para a saúde humana. Em vermelho está o endossulfan.


Quanto veneno pode ter na água que bebemos?

O modelo de agricultura baseado no agronegócio foi um dos temas do I Simpósio Brasileiro de Saúde Ambiental (I SIBSA), realizado de 6 a 10 de dezembro em Belém do Pará. 

No encontro, foi aprovada uma moção contra o uso de agrotóxicos na agricultura e cobra a mudança do modelo de cultivo para uma plataforma agroecológica. 

No dia 7 de abril, Dia Mundial da Saúde, deve ser lançada a Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida

Outra moção aprovada durante o Simpósio questiona a revisão da portaria 518/2004 do Ministério da Saúde, que regulamenta quais e que quantidades de substâncias podem estar na água para consumo humano. 

A moção critica a tentativa de aumento do limite máximo de glifosfato (o Roundup da Monsanto; uma das substâncias que a Anvisa quer reavaliar pelo risco de danos à saúde) na água potável e a falta de diálogo com setores ligados à saúde ambiental durante o processo. 

Para Wanderlei Pignati, professor do Núcleo de Estudos Ambientais da UFMT, ao analisar o histórico das portarias de potabilidade da água no Brasil – a primeira, 56/1977; a segunda, 36/1990; e a terceira, 51/2004 – verifica-se que a legislação foi "legalizando a poluição": "A primeira portaria diz que pode ter na água para consumo humano 10 metais pesados, nada de solventes, 12 agrotóxicos e nenhum produto de desinfecção doméstica, com exceção do cloro. 

Já na segunda portaria, editada 13 anos depois, os metais pesados passaram para 11, os solventes para 7, os agrotóxicos para 13 e os produtos de desinfecção passaram para dois". 

Hoje, em um litro de água que bebemos, pode-se ter 13 metais pesados, 13 solventes, 22 agrotóxicos e 6 produtos de desinfecção. "Vão poluindo, aumentando o uso de agrotóxico, de metais, de solventes, de desinfetantes e isso começa a ser permitido na água". 

Segundo a representante da Anvisa Letícia Silva, em um estudo feito pela UFMT em parceira com a Fiocruz foi encontradoendossulfan em águas de chuva coletadas no Mato Grosso. As pessoas podem estar bebendo água contaminada. 

Também é preocupante o fato de que as maiores produções agrícolas do país, que utilizam quase 80% dos agrotóxicos consumidos, encontram-se justamente sobre o aqüífero guarani, maior reservatório subterrâneo de água potável do mundo. 


Mas, esses venenos não fazem mal para as pessoas. Não é?

"Aconteceu em outubro de 2009, no interior do Espírito Santo. Foi feita uma pulverização aérea de agrotóxicos em uma plantação de café próxima a uma escola. 
Os aviões passavam perto da escola despejando os agrotóxicos e as aulas não puderam continuar. Por causa do cheiro forte, as crianças começaram a passar mal e algumas chegaram a desmaiar".
Relato do Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA) no Seminário Nacional contra o Uso de Agrotóxicos(outubro/2010)
Segundo a Anvisa, "de acordo com os conhecimentos científicos atuais, se ingerirmos quantidades dentro dos valores diários aceitáveis (IDA) não sofreremos nenhum dano à saúde."

O consumo além dessas quantidades pode resultar em diversos sintomas, dependendo de qual a substância ingerida (existem mais de 400 pesticidas liberados no mercado), o nível de exposição a estas e outras substâncias, idade, peso, tabagismo etc. 

Esses sintomas podem surgir logo após o contato com o produto (os chamados efeitos agudos) ou só após semanas ou anos (efeitos crônicos). Algumas substâncias tóxicas permanecem no nosso organismo por toda a vida.

Os sintomas podem variar de dores de cabeça, coceiras e alergias até distúrbios do sistema nervoso central ou câncer, nos casos mais graves de exposição.

Alguns males agudos e crônicos que podem ser causados pelos venenos:
-Dor de cabeça;
-Tontura, fraqueza, mal estar;
-Tremores no corpo;
-Diarréia;
-Convulsões;
-Desmaios;
-Irritação de nariz, garganta e olhos;
-Náuseas, vômitos;
-Falta de ar, problemas respiratórios;
-Dores no corpo;
-Problemas nos rins e/ou fígado;
-Feridas, queimaduras e alterações na pele;
-Depressão;
-Câncer;
-Distúrbios hormonais;
-Distúrbios neurológicos;
-Problemas reprodutivos;
-Má formação fetal
Carlitos: bebê com deficiências atribuídas a pesticidas


Carlitos, bebê com defeitos de nascença atribuídos a pesticidas. 






aplicação de agrotóxicos sem proteção adequada: este homem está arriscando sua vida

Quem mais sofre esses efeitos é o trabalhador rural. 

É muito importante utilizar equipamentos de segurança (roupa adequada, máscaras, botas, luvas, chapéu, óculos de proteção...) e utilizar os produtos corretamente. 

Porém, mesmo tomando-se todas as providências, alguns venenos continuam sendo muito perigosos, como o endossulfan. 


E agora? Devo parar de comer salada?



Claro que não! 

Mas, então, como proteger a saúde da sua família (e, de quebra, o meio ambiente e saúde dos trabalhadores rurais)? 

Dando preferência aos alimentos orgânicos! 

Além de não conterem agrotóxicos e não agredirem o ambiente, os orgânicos possuem mais nutrientes que os alimentos convencionais. 

E alguns agricultores estão percebendo que sementes produzidas e guardadas por eles são mais produtivas e têm menor custo do que as sementes das multinacionais. 

Atenção para o selo de certificação do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade Orgânica (Sisorg), do Ministério da Agricultura: 

selo Sisorg de produtos orgânicos

Muitos produtos vendidos como “orgânicos” não têm certificação adequada, podendo ser até enganação para cobrar mais caro do consumidor. 

Mas esse quadro deve mudar, agora que novas regras para regulamentação passaram a valer em 1º de janeiro deste ano, e os produtos comercializados como orgânicos devem obrigatoriamente conter esse selo.
Eu sei que eles são mais caros e pesam no bolso de muita gente. 

Mas vale a pena economizar com consultas e remédios mais adiante! 

Pelo menos, considere substituir por orgânicos os produtos que mais utilizam agrotóxicos comprovadamente prejudiciais, segundo as análises da Anvisa. 
De 20 produtos agrícolas analisados no PARA, aqui está o Top 10 dos alimentos com mais agrotóxicos: 

dez produtos mais contaminados por agrotóxicos dentre os 20 avaliados pela Anvisa em 2009

Isto significa que, de cada dez pimentões à venda no supermercado, oito estão contaminados e representam risco à saúde. 

A cultura analisada que apresentou melhor resultado foi a da batata, com irregularidades em apenas 1,2% das amostras analisadas. 

Outras medidas apontadas pela Anvisa para reduzir a ingestão de agrotóxicos, além da substituição por orgânicos: procurar sempre alimentos de origem identificada, pois isto aumenta o comprometimento dos produtores em relação à qualidade dos alimentos; preferir alimentos da época; e lavar bem os alimentos com água limpa, deixá-los de molho em água com cloro ou vinagre e depois lavar novamente em água limpa (esse procedimento pode retirar parte dos agrotóxicos presentes no exterior dos alimentos, mas não tira a maior parte deles, que penetra na planta). 

Vale lembrar que lavar o alimento é sempre bom, mesmo se ele for orgânico. 
Segundo notícia do Correio do Estado, no ano passado o mercado interno de orgânicos cresceu 40% em relação a 2009, e o externo, 30%. 

Temos muito a lucrar com o banimento dessas substâncias nocivas. Além de beneficiar a saúde e o meio ambiente, ele também pode ter impactos positivos na economia nacional. Por exemplo: Europa, Japão, Estados Unidos e outros países não importam alimentos com resíduos de cihexatina. 

Porém, ainda é preciso mudar a mentalidade da maioria dos agricultores, e com décadas de incentivo ao atual modelo, isso requer um trabalho no sentido contrário. 

A pesquisadora da Fiocruz Lia Giraldo aponta que, "como aconteceu antes, quando o crédito rural foi condicionado ao uso do agrotóxico, agora pode acontecer o contrário: ser dado o crédito para aqueles que não usarão agrotóxicos, fazer o inverso e criar uma nova escola de agricultura." 
*~*~*~* 
A Revolução Verde teve graves conseqüências para a sociedade, levando a um aumento na concentração de terras e ao êxodo rural, e para o meio ambiente, verificadas na perda da fertilidade do solo, erosão, perda de diversidade genética, e na contaminação do solo, dos recursos hídricos e dos próprios alimentos pelos agrotóxicos. 

Quem ganha com esse modelo? As bilionárias multinacionais. 

Ironicamente, o modelo que promete (até hoje!) acabar com a fome no mundo leva à concentração de riquezas, à miséria e à fome. 

O argumento que tentam nos fazer engolir, de que agrotóxicos, transgênicos e expansão territorial da agricultura são necessários para salvar a humanidade da inanição, é uma mentira. 

Existe alimento para todas as pessoas do mundo. 

Mesmo com o crescimento populacional, é possível alimentar toda a humanidade sem aumentar a produção, adotando práticas como a agroecologia, o combate à desigualdade, e a adoção de uma dieta menos carnívora. 

(não apenas temos grandes áreas de pastagem que poderiam ser usadas para o cultivo – a área desmatada na Amazônia para criar gado equivale à de 100 cidades de São Paulo –, como cerca de 40% dos grãos produzidos, sendo da soja quase 80%, servem para alimentação de gado. 

Uma única peça de picanha exige 75 quilos de vegetais para ser produzida! – então não venham dizer que os vegetarianos são culpados pela expansão da monocultura de soja!). 

A tal “salvação da humanidade” está em um novo paradigma, uma nova revolução: um modelo econômico baseado na sustentabilidade. 

Se é que ainda temos salvação.


Fonte: Raízes e Azas

Continue lendo...

Inspetores descobrem que estão usando monóxido de carbono para as carnes parecerem mais frescas

Depois de leres este artigo vais passar a ter muita mais atenção e cuidados ao escolheres a carne que vais levar para comer!
image
Tens de saber isto! A indústria tem tem tentado esconder mas foram descobertos e a polémica está instalada!
 
 Quando estamos no supermercado a procurar uma carne para o jantar, aquilo que temos em conta mais rapidamente é o aspecto vivo da carne.
 

 Sabendo disto os supermercados estão agora a entrar na moda de tratar as carnes com monóxido de carbono para as manter mais tempo com aspecto mais fresco.
 

 Ora como é sabido, o monóxido de carbono é um veneno e em grandes quantidades é fatal para o ser humano.
 

 Como a quantidade usada é declarada como “pequena”, não há nada que se possa fazer legalmente mas o que é certo é que no longo prazo este produto provoca grandes males, inclusive cancro!
 

 Assiste ao documentário que foi feito neste tema nos Estados Unidos:
 

 
 

 O que fazer quanto a isto?
 

 
Divulga este artigo para que as pessoas saibam o que se anda a passar com aquilo que metem no prato!
fonte:emprequestione
Continue lendo...

Glifosato carcinogênico que causa câncer encontrado em 99% das cervejas analisadas


Em 2016, o Instituto do Meio Ambiente de Munique publicou os resultados dos testes laboratoriais realizados em 14 das cervejas mais vendidas na Alemanha. O glifosato carcinogênico foi encontrado em todos.
Um estudo recente realizado pelo Grupo de Pesquisa de Interesse Público nos Estados Unidos, descobriu que 19 de 20 cervejas e vinhos -incluindo marcas globais rotulados como "orgânicos" - que contenham resíduos de glifosato, o ingrediente ativo do herbicida Roundup da Monsanto Bayer.
.
Marcas populares de cerveja como Coors Light, Miller Lite e Budweiser apresentaram concentrações acima de 25 ppb. Os resultados completos dos estudos, desde a maior concentração de glifosato até a mais baixa em ppb, estão listados abaixo.
.
Cervejas internacionais com glifosato
Tsingtao: 49,7 ppb
Coors Light: 31,1 ppb
Miller Lite: 29,8 ppb
Budweiser: 27,0 ppb
Corona Extra: 25,1 ppb
Heineken: 20,9 ppb
Guinness: 20,3 ppb
Stella Artois: 18,7 ppb
Ace Perry Difícil cidra: 14,5 ppb
Sierra Nevada Pale Ale: 11,8 ppb
New Belgium Fat Tire Âmbar Ale: 11,2 ppb
Sam Adams New England IPA: 11,0 ppb
Stella Artois Cidre: 9,1 ppb
de Samuel Smith Lager orgânico: 5,7 ppb
Cervejas alemãs com glifosato
Hasseröder Pils - 29,74 g / l (ppb)
Jever Pils - 23,04 mg / l
Warsteiner Pils - 20,73 mg / l
Radeberger Pilsner - 12,01 mg / l
Veltins Pilse - 5,78 g / l
Oettinger Pils - 3,86 g / l
König Pilse - 3,35 g / l
Krombacher Pils - 2,99 g / l
Erdinger Weißbier - 2,92 g / l
paulaner Weißbier - 0,66 g / l
Bitburger Pils - 0,55 mcg / l
Pils de Beck - 0,50 μg / l
Franziskaner Weißbier - 0,49 μg / l
Augustiner Helles - 0,46 μg / l
.
Das bebidas analisadas, a única que não continha glifosato foi o IPA orgânico de cerveja de pico, que é vendido principalmente nos Estados Unidos. Muitas das marcas analisadas são anunciadas como orgânicas.
.
Em 10 de agosto de 2018, um Tribunal Superior nos EUA Ele forçou a empresa norte-americana de sementes e fertilizantes GM a pagar 289,2 milhões de dólares ao jardineiro Dewayne Johnson, que foi diagnosticado com câncer terminal após usar os produtos da empresa, segundo a AFP.
.
Johnson é o primeiro processo contra Monsanto atingindo julgamento entre todos os que afirmam que herbicida Roundup utilizado pela empresa em seus produtos tem efeitos cancerígenos devido à presença de glifosato.
.
Este ingrediente ativo foi declarado carcinogênico há três anos pela Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer da Organização Mundial da Saúde, embora ainda seja vendido por "todos", o que você acha? Deixe seu comentário abaixo.
ufo-spain
Continue lendo...

VEJA TAMBÉM!

ULTIMAS NOTICIAS

 
Copyright © 2016 SAIBA TA NA NET • All Rights Reserved.
Template Design by ORIGINAIS OADM • Powered by Blogger
back to top