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A terrível realidade do negócio da saúde e da indústria farmacêutica

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Os avanços na medicina avançaram dramaticamente nos últimos cem anos, prevenindo e erradicando doenças que eram típicas em outra época. Graças a isso, podemos viver melhor e até mesmo estender nossa expectativa de vida. Mas é tudo o que reluz, ou ainda há muito a descobrir sobre a indústria farmacêutica?

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Sabemos que a indústria farmacêutica faz milhões de dólares em lucros à custa da nossa saúde e do sistema moderno que estabelece diretrizes a seguir em termos de tratamentos médicos, modos de vida e hábitos, alimentação, etc. Os laboratórios dessas grandes corporações são os que decidem se uma doença tem cura ou não. É difícil, mas os milhares de reportagens e os testemunhos reais tornados públicos testemunham que é esse o caso.

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É por essa razão que os governos escondem essas grandes corporações, dado que os governos também se beneficiam desse plano corrupto. Alguém já se perguntou por que uma medicação para aliviar uma dor de cabeça simples tem tantos efeitos colaterais? É, pelo menos, perguntar a ele.

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A OMS (Organização Mundial da Saúde) é a maior instituição em termos de saúde refere-se a todo o planeta. Segundo a OMS, aumentamos a expectativa de vida três meses por ano desde 1840 graças ao desenvolvimento e avanço da ciência moderna. Em quatro gerações, a expectativa de vida aumentou em seis pontos, o que equivale a seis milhões de anos, em média.

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A expectativa de vida aumentou exponencialmente por dois séculos, fazendo a média de 75 anos de vida. Embora o barómetro varie dependendo da área do globo a que nos referimos. Mas é verdade que vivemos mais?

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Os dados de expectativa de vida começaram a ser coletados nos anos setenta do século passado, mas isso não mostra que a expectativa de vida era maior ou menor antes da revolução farmacêutica. E é bem sabido que, nos tempos antigos, algumas civilizações desfrutavam de uma alta expectativa de vida. Em alguns casos, extremamente alto.

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Platão, por exemplo, que viveu em 400 aC, viveu 81 anos. Pitágoras atingiu 94 anos de idade. Confúcio morreu aos 72 anos de idade. E em tempos mais modernos, no ano de 1564, Galileu Galilei morreu, com 77 anos de idade.

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Cervantes morreu aos 68 anos, George Washington aos 67 anos, Tomas Edison aos 84 anos, e assim pudemos estar o dia todo, mostrando que a expectativa de vida em diferentes estágios poderia ter sido idêntica à de hoje.

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Pode-se deduzir que realmente não aumentamos nossa expectativa de vida, mas sim que a mantivemos. Mas ao contrário do que aconteceu nos tempos antigos, hoje resolvemos nossos males e doenças com medicação e drogas que, não só em muitos casos, poderiam ser substituídos por produtos naturais, mas produzir outros sintomas ou doenças.

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Portanto, é importante dizer que, embora na maioria dos casos e causas, a medicina nos ajude a permanecer vivos e saudáveis, também é nossa responsabilidade depositar toda a nossa confiança na indústria farmacêutica. E a maneira como eles trabalham hoje (como um negócio lucrativo) também é evitável se todos nós estivermos cientes de como o sistema funciona. É assim que a solução pode ser encontrada.

FONTE:  www.ufo-spain.com
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Exclusivo !! o "vírus Zika" pode combater o câncer e metástase!

vírus Zika pode combater o câncer e metástase 01
Alguns ratos de laboratório com tumor cerebral se sentiram melhor quando alguns pesquisadores introduziram o vírus Zika.
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Já mais de uma vez havia informações de que um vírus mortal, que trouxe e continua a tirar um grande número de vidas humanas, de repente pode de alguma forma curar magicamente uma pessoa de outras doenças graves.
vírus Zika pode combater o câncer e metástase 02
Desta vez, cientistas brasileiros descobriram que o vírus Zika pode reduzir tumores cerebrais e além. Os cientistas chegaram a esta conclusão depois de realizar um experimento, ou seja, ratos de laboratório com o último estágio de um tumor cerebral foram injetados com uma certa dose do vírus Zika.
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Para a surpresa dos pesquisadores, o vírus começou a atacar as células não saudáveis ​​primeiro, depois as células cancerígenas, levando a uma diminuição do tumor e a um aumento na sobrevivência em camundongos.
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O estudo detalhado foi publicado na revista Cancer Research na edição de 26 de abril de 2018. Os resultados estão encorajando os cientistas a afirmar que o vírus Zika in vivo pode ser usado como uma ferramenta para o tratamento de tumores agressivos do sistema nervoso central (SNC). ).
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Depois de injetar pequenas quantidades de microrganismos patogênicos nos cérebros de camundongos com doença tardia, os cientistas observaram uma redução significativa na massa tumoral.
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E em alguns casos, o tumor foi completamente destruído, mesmo quando a doença metastatizou para a medula espinhal. Então, um vírus pode destruir tumores e metástases?
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Parece que sim, desde que o experimento foi realizado e com excelentes resultados. Agora, cabe à ciência confirmar tudo e adotar protocolos que forneçam experimentos também em humanos, para pessoas com tumores com metástase avançada. Todos nós esperamos que sim, já que são sempre e somente os interesses econômicos que são os principais protagonistas.
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DÁ PARA FINGIR SER LOUCO?

fingir ser louco sou maluca sim
Seja para fugir da prisão ou para conseguir uma receita médica controlada, tem muita gente por aí tentando se passar por maluco. Mal sabem eles que teriam de ter os talentos dramáticos de um Al Pacino com uma direção de Hitchcock. Duvida? Nós explicamos aqui.


Por décadas o mafioso Vincent Gigante andou pelas ruas de Manhattan não em ternos italianos, mas de pijama ou roupão de banho. Era conhecido em Greenwich Village não por liderar os Genovese, uma das cinco famílias mafiosas de Nova York, mas por babar e murmurar de um lado para o outro. Seu disfarce começou em 1969, aos 40 anos, para escapar de uma acusação de propina. Deu certo, e assim continuou.
Bastava que o FBI esquentasse a perseguição a mafiosos para que Gigante desse entrada numa clínica psiquiátrica. Certo dia, agentes o viram pelado na chuva, segurando um guarda-chuva. Noutro, o viram cair na calçada e começar a rezar. Segundo seu psiquiatra, Stanley Portnow, 34 outros médicos diagnosticaram esquizofrenia. Nos bastidores, o falso louco crescia na hierarquia dos Genovese. Em 1981 se tornou chefão. Na metade da década, subiu à chefia da Comissão, o comitê interfamílias da máfia.

Até que, em 1990, foi preso, acusado de extorsão e homicídio. Novamente, a defesa alegou que Gigante não tinha condições mentais para ser julgado. Em perícias, conseguiu engambelar um renomado psiquiatra de Harvard, cinco ex-presidentes da Academia Americana de Psiquiatria e Direito e o homem que inventou um teste padrão para reconhecer simulações de transtornos mentais. A acusação provavelmente não iria para frente se alguns mafiosos não tivessem começado a colaborar com a polícia. De fato, seis gângsters descreveram o seu papel na família Genovese. Gigante acabou condenado por extorsão, mas não por homicídio, e foi sentenciado a 12 anos. Somente em 2003 a mentira foi revelada. Acusado de obstruir a justiça, Gigante calmamente admitiu tudo - em troca de outra sentença menor.

Sim, fazer de conta que vai mal da cabeça pode trazer vantagens. Pode render aposentadoria por invalidez ou auxílio-doença. Pode dar acesso a remédios controlados que ajudam a ser mais produtivo nos estudos e no trabalho. Ou pode evitar o julgamento por um crime, como no caso de Gigante. O princípio no caso penal é o seguinte: quando uma doença mental deixa a pessoa incapaz de controlar sua ação, ela se torna aquilo que o juridiquês chama de "inimputável".
"Para a lei, não importa que doença a pessoa tenha, mas o impacto dela no dia a dia", diz Daniel Barros, professor de psiquiatria forense do Hospital das Clínicas da USP. Mesmo que um sujeito tenha esquizofrenia grave, se ele roubar dinheiro para comprar uma blusa, não terá feito isso por causa do transtorno, mas porque queria comprar a blusa. "Ele só deixaria de responder pelo crime se a doença torná-lo incapaz de entender o que está fazendo ou de se controlar", diz Barros. Assim, ele deixa de ter culpa pelo crime.
A alegação de inimputabilidade é rara: segundo um estudo da Universidade da Pensilvânia, apenas 0,9% dos processos criminais parte para essa estratégia. Nesses casos, o acusado é internado em um hospital psiquiátrico.

O mafioso Gigante é uma prova de que não é impossível enganar um psiquiatra. Afinal, diferentemente de um câncer ou de um osso quebrado, um transtorno mental é diagnosticado a partir do comportamento e dos relatos do paciente, e não por um exame físico. Não existe raio-X de esquizofrenia. Mas, na prática, para enganar um psiquiatra é preciso mais do que bons talentos dramáticos. É necessária maestria como diretor, roteirista e ator.

Para desmascarar mentirosos, psiquiatras têm uma ferramenta principal: a boa e velha conversa. Eles partem para perguntas abertas. Assim, o paciente precisa relatar os sintomas com suas próprias palavras e experiências - de nada adianta ler os sintomas no Google. Na hora de detalhar a entrevista, o psiquiatra pode misturar perguntas relacionadas a transtornos opostos ou sintomas completamente improváveis (por exemplo, se vê palavras escritas surgirem quando pessoas falam). Com uma entrevista longa, é apenas uma questão de tempo para que ele se contradiga ou mostre um comportamento incoerente com as descrições. "Você pode estudar as cores e técnicas de Van Gogh", diz Barros. "Mas quando você faz um quadro, não sai um Van Gogh."

Agora, o roteiro. Digamos que a pessoa tenha forjado um quadro de esquizofrenia a partir do que ele viu em filmes. O problema é que esse transtorno é bem diferente do que mostram os filmes. Tem sintomas "positivos" - alterações das funções normais, como alucinações e delírios - e sintomas "negativos" - diminuição das funções normais, como falta de motivação, de emoções e isolamento social. Falsários tendem a ignorar os sintomas negativos, que são menos conhecidos. E, segundo o psiquiatra Dartiu Xavier da Silveira, da Unifesp, o que confirma mesmo o diagnóstico de esquizofrenia não são vozes imaginárias ou pensamentos estranhos, mas a forma como a pessoa se vincula afetivamente com os outros. "Para conseguir imitar isso, o sujeito teria de ser digno de um Oscar."

Na hora de simular sintomas como alucinações, surgem os problemas de atuação. Tal como o mau ator num dramalhão barato, ele acha que quanto mais bizarro o comportamento, mais convincente será. Esforça-se para parecer louco e tomar o controle da entrevista, enquanto pacientes genuínos geralmente relutam em discutir seus sintomas, afirma Phillip Resnik, professor de psiquiatria da Universidade de Cleveland. Digamos que um falsário relate ter ouvido vozes. Como eram essas vozes? Em casos psicóticos legítimos, elas são bem claras - dá até para saber se são masculinas ou femininas.
Ou seja, não existe essa de "não sei" quando o psiquiatra fizer perguntas. De onde vieram? Em 88% dos casos, parecem vir de fora da cabeça, como de objetos, da parede ou do ar. O que elas dizem? Embora seja comum que a voz dê instruções, raramente elas se limitam a comandos - e normalmente o paciente evita obedecê-las, principalmente se isso trouxer perigo. Então, se vozes de dentro da cabeça tiverem mandado um acusado ir até um banco e roubar dinheiro, dificilmente um psiquiatra acreditará nelas.

Junto às alucinações auditivas podem surgir as visuais. Mas nada de flashes, sombras, objetos voadores ou distorções de cores e tamanhos, comuns em alucinações causadas por LSD. Elas são em geral imagens de pessoas em escala normal e em cores. E aí está mais um erro comum de falsários. "Um réu acusado de roubo de banco disse calmamente ter visto um gigante de vermelho de dez metros derrubando uma parede durante a entrevista. Quando se perguntava a ele perguntas detalhadas, frequentemente dizia `Eu não sei¿. No final das contas, admitiu que mentia", escreve Resnik.

Para fechar o prêmio de mau ator para o falsário, a psicose não se limita ao que a pessoa pensa. Ela influi em como a pessoa pensa. Uma pessoa em estado psicótico muda abruptamente de assunto, inventa termos, faz uma salada de palavras. Ninguém vai enganar um psiquiatra dizendo de forma clara que está confuso. E para saber as características de confusão mental na esquizofrenia e reproduzi-las é necessário mais um Oscar. Ou então passar três décadas fingindo loucura de manhã à noite. Não é qualquer um que consegue ser Vincent Gigante.
ESQUIZOFRENIA

Por que tentam fingir: Inimputabilidade criminal.
Sintomas mais comuns: Alucinações, delírios, apatia, achatamento de emoções, isolamento social.
Tropeços de quem finge: Achar que quanto mais bizarro, mais convincente será, e acabar inventando alucinações e delírios muito diferentes dos legítimos. Ignorar sintomas menos cinematográficos, como a apatia e o achatamento de emoções.
DEPRESSÃO

Por que tentam fingir: Aposentadoria por invalidez, auxílio-doença.
Sintomas mais comuns: Perda de prazer nas atividades, sensação de inutilidade, insônia, ideias de morte ou suicídio.
Tropeços de quem finge: Dizer que está triste, mas não aparentar a tristeza, ou exagerar num grau que não teria permitido sequer ir até a perícia. Dizer que chora, mas não saber responder direito em quais situações.

ESTRESSE PÓS-TRAUMÁTICO
Por que tentam fingir: Aposentadoria por invalidez, auxílio-doença, indenizações.
Sintomas mais comuns: Imagens de um trauma voltam à mente, o que dispara pânico.
Tropeços de quem finge: Inventar um trauma trivial demais para causar o transtorno. Não conseguir simular a reação física (o suor, os tremores e a aceleração cardíaca) que vêm com a lembrança.
DÉFICIT DE ATENÇÃO


Por que tentam fingir: Conseguir medicamentos que aumentam a concentração.
Sintomas mais comuns: Comportamento desatento, desconcentrado, pouco persistente, desorganizado, esquecido.
Tropeços de quem finge: O psiquiatra pode não receitar estimulantes na primeira consulta e tentar outros tratamentos antes.
Maurício Horta
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A Sociedade Idiotizada - Parte 1

Os Efeitos dos Medicamentos de Controle da Mente, dos Alimentos Transgênicos, do Flúor e do Aspartame

A Sociedade Idiotizada 01
Existe um esforço deliberado por parte do governo para idiotizar as massas? É difícil provar isto, mas existe uma grande quantidade de dados que confirma que a elite governante não somente tolera, mas também define políticas que têm um efeito prejudicial sobre a saúde física e mental da população. 

Esta série de artigos examina os muitos modos como o homem moderno está sendo idiotizado. A Parte 1 discute os venenos encontrados nos alimentos, nas bebidas e nos medicamentos consumidos regularmente pela população.

Os temas da idiotização e desumanização das massas são frequentemente discutidos nos artigos do site The Vigilant Citizen. Entretanto, a presença desses conceitos na cultura popular é somente a expressão exterior e simbólica das profundas transformações que estão ocorrendo em nossa sociedade. Os dados científicos provam que os governos de todo o mundo toleram a venda de muitos produtos que têm um efeito negativo e direto sobre a saúde física e cognitiva. Como veremos neste artigo, muitos produtos usados no dia a dia causam danos ao cérebro, prejudicam a capacidade de fazer julgamentos e até reduzem o quociente de inteligência (QI).

Uma população mais idiotizada é algo desejável pelas elites? Adolf Hitler certa vez disse: "Que bom para os líderes que os homens não pensem." Uma população educada conhece seus direitos, compreende as grandes questões e toma atitudes quando não aprova aquilo que está acontecendo. Julgando pela quantidade incrível de dados disponíveis sobre o assunto, parece que a elite quer o oposto exato: uma população sedada, enferma, amedrontada e confusa. Veremos os efeitos dos remédios, dos pesticidas, do flúor e do aspartame no corpo humano, e como esses produtos estão sendo promovidos pelas pessoas que pertencem à estrutura do poder.
O Abuso dos Medicamentos Prescritos
Nas últimas décadas testemunhamos um surpreendente aumento de medicamentos de prescrição obrigatória para tratar todos os tipos de problemas. As crianças são particularmente afetadas por esse fenômeno.

Desde os anos 1990, uma proporção cada vez maior de crianças está sendo diagnosticada com "doenças" como o Transtorno do Déficit de Atenção, e estão recebendo medicações que alteram a mente, como o Ritalin.

A DEA (Drug Enforcement Administration) ficou alarmada pelo tremendo aumento na prescrição desses medicamentos em anos recentes. Desde 1990, as prescrições do metilfenidato aumentaram em 500%, enquanto as prescrições de anfetamina para o mesmo propósito aumentaram 400%. Agora, vemos uma situação em que de 7 a 10% dos meninos estão tomando esses medicamentos, em algum ponto, bem como uma crescente porcentagem de meninas. [Fonte].

Hoje, as crianças que mostram possuírem muita energia, personalidade ou força estão sendo sedadas com medicamentos poderosos, que afetam diretamente o funcionamento de seus cérebros. Será se estamos indo na direção certa aqui?

Embora o Transtorno do Déficit de Atenção não esteja claramente definido e documentado — ele não causa quaisquer efeitos biológicos observáveis — as crianças estão sendo diagnosticadas com a doença em grande número. Isso levanta importantes questões éticas.
"Pediatras e eticistas têm expressado suas preocupações com o uso desses estimulantes. Em um artigo publicado no jornal The New York Times, eles questionaram a adequação de medicar as crianças sem ter um claro diagnóstico na esperança que o desempenho escolar delas melhore. Eles também perguntam se os medicamentos deveriam ser dados a adultos que fracassam em suas carreiras ou que são procrastinadores. Eles questionam a validade desses métodos."

"Essa preocupação também foi expressa na edição de janeiro de 2005 da revista Pediatrics, em que as grandes discrepâncias entre os padrões de prática dos pediatras e as diretrizes da Academia Americana dos Pediatras para a avaliação e tratamento das crianças com o Transtorno do Déficit da Atenção com Hiperatividade (TDAH) foram apresentadas. O artigo também declarava que, como a comunidade médica não chegou a um consenso sobre como diagnosticar esses dois distúrbios, não deveria tomar decisões importantes sobre como tratar os indivíduos que foram diagnosticados com eles."
O uso do Ritalin em uma idade precoce quebra o limiar psicológico que as pessoas mantêm em relação ao uso das pílulas de uso controlado, o que torna essas crianças mais propensas a consumirem drogas psicotrópicas posteriormente em suas vidas. Não devemos ficar surpresos se testemunharmos um crescimento drástico no consumo de antidepressivos nos anos futuros. A tendência já começou:
"Em seu estudo, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças examinou os 2.4 bilhões de medicamentos prescritos nos consultórios médicos e nos hospitais em 2005. Desses, 118 milhões eram antidepressivos."

"O uso de antidepressivos e outros medicamentos psicotrópicos — aqueles que afetam a química cerebral — subiu rapidamente na última década. O uso adulto dos antidepressivos quase triplicou entre os períodos de 1988-1994 e 1999-2000. Entre 1995 e 2002, o ano mais recente em que as estatísticas estão disponíveis, o uso desses medicamentos subiu 48%, informou o CDC." [Elizabeth Cohen, CNN].
O uso de pílulas vendidas sob prescrição médica pode ser uma grande ajuda para casos específicos e corretamente diagnosticados. Entretanto, a indústria farmacêutica, que tem muitos "amigos" nos altos escalões do governo, está promovendo o uso generalizado das drogas psiquiátricas dentro do público. Desde 2002, um grande número de pílulas que afirmam corrigir todos os tipos de quadros mentais estão sendo anunciadas para o público, mas muitas delas foram aprovadas para a venda sem uma pesquisa apropriada dos efeitos colaterais. E o que é ainda pior: os efeitos colaterais podem ser conhecidos, porém formam ocultados do público. A seguir está uma lista das advertências feitas sobre as drogas psiquiátricas comumente vendidas. Alguns desses efeitos colaterais são na verdade aterrorizadores, pois uma pílula não deveria ter um poder tão grande sobre o cérebro humano. Considere o seguinte: alguns medicamentos foram obrigados a incluir advertências do risco de levarem você a cometer suicídio.
2004
  • 22 de março: A FDA (Food and Drug Administration) advertiu que antidepressivos como o Prozac (chamados de SSRI, ou Selective Serotonin Reuptake Inhibitors) poderiam causar "ansiedade, agitação, ataques de pânico, insônia, irritabilidade, hostilidade, impulsividade, acatisia (um estado de inquietação severa; a pessoa fica agitada, incapaz de relaxar ou ficar quieta), hipomania (entusiasmo acima do normal) e manias (psicoses caracterizadas por emoções exaltadas, ilusões de grandeza)."
  • Junho: A equivalente australiana da FDA, chamada de Therapeutic Goods Administration, reportou que as drogas antipsicóticas mais recentes poderiam aumentar o risco de diabetes.
  • Junho: A FDA ordenou que a embalagem do estimulante Adderall incluísse uma advertência sobre morte cardiovascular súbita, especialmente em crianças com histórico de doença cardíaca.
  • 15 de outubro: A FDA ordenou a colocação da tarja preta nos antidepressivos, advertindo que eles poderiam causar pensamentos e ações suicidas em pessoas menores de 18 anos de idade.
  • 21 de outubro: O Comitê de Reações Adversas em Medicamentos, da Nova Zelândia, recomendou que os antidepressivos mais antigos e mais recentes não fossem prescritos para pacientes com menos de 18 anos de idade, por causa do risco de suicídio.
  • 17 de dezembro: A FDA exigiu que a embalagem para a droga Strattera, usada no tratamento do Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade, advertisse que "O dano severo ao fígado poderá avançar para a falência do órgão, resultando na morte ou na necessidade de um transplante em uma pequena porcentagem de pacientes."
2005
  • 9 de fevereiro: Health Canada, a correspondente canadense da FDA, suspendeu a propaganda e comercialização do Adderall XR (dado uma vez ao dia) devido a relatórios de 20 mortes súbitas inexplicáveis (14 em crianças) e 12 derrames (2 em crianças).
  • 11 de abril: A FDA advertiu que o uso de drogas antipsicóticas em pacientes idosos poderia aumentar o risco de morte.
  • 22 de junho: A FDA anunciou sua intenção de fazer mudanças nos rótulos do Concerta e outros produtos Ritalina para incluir os efeitos colaterais: "alucinações visuais, ideias suicidas, comportamento psicótico, bem como agressão ou comportamento violento".
  • 30 de junho: A FDA advertiu que o antidepressivo Cymbalta poderia aumentar o pensamento ou comportamento suicida em pacientes infantis que estivem tomando o medicamento. Ela também advertiu sobre o risco potencial maior de comportamento suicida em adultos que tomavam antidepressivos.
  • Agosto: A Therapeutic Goods Administration australiana encontrou um relacionamento entre os antidepressantes e propensão ao suicídio, acatisia, agitação, nervosismo e ansiedade em adultos. Sintomas similares poderiam ocorrer após a suspensão da medicação, a agência verificou.
  • 19 de agosto: O Comitê Sobre Produtos Medicinais, da Agência Europeia de Medicamentos, advertiu sobre o uso de antidepressantes para crianças, dizendo que os medicamentos provocavam tentativas e pensamentos de suicídio, agressão, hostilidade, comportamento e fúria hostis.
  • 26 de setembro: A Agenzia Italiana del Farmaco (equivalente italiana da FDA) advertiu sobre o uso de antidepressivos mais antigos (tricíclicos) em pessoas com menos de 18 anos de idade. Ela também verificou que as drogas estavam associadas com ataques do coração em pessoas de qualquer idade.
  • 29 de setembro: A FDA ordenou que a bula do medicamento Strattera, usado para tratar o Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade incluísse uma advertência sobre o risco maior de pensamentos suicidas em crianças e adolescentes que fizessem uso do produto.
  • 17 de outubro: A FDA advertiu que o antidepressivo Cymbalta poderia ser prejudicial ao fígado.
  • 24 de outubro: A FDA retirou o estimulante Cylert do mercado por causa do risco de ser tóxico para o fígado e poder levá-lo à falência.
  • Novembro: A FDA advertiu que o antidepressante Effexor poderia causar pensamentos homicidas.
2006
  • 9 de fevereiro: O Comitê Avaliador de Gerenciamento de Risco e Segurança dos Medicamentos, da FDA, recomendou que a advertência da tarja preta fosse usada para os estimulantes, pois eles podem causar ataques cardíacos, derrames e morte súbita.
  • 20 de fevereiro: Autoridades britânicas advertiram que o medicamento Strattera estava associado com as convulsões e podia potencialmente estender o período de tempo do ritmo cardíaco.
  • 22 de março: Um painel de avaliação da FDA ouviu evidências de quase 1.000 relatórios de crianças que experimentaram psicose ou mania durante o tempo em que tomaram estimulantes.
  • 3 de maio: Relatórios de reação adversas de medicamentos da FDA reportaram vínculos entre as drogas antipsicóticas com 45 mortes de crianças e 1.300 reações adversas sérias, como convulsões e baixo número de glóbulos brancos.
  • 12 de maio: O fabricante do Paxil advertiu que o antidepressivo aumentava o risco de suicídio em adultos.
  • 26 de maio: Health Canada fez novas advertências de riscos cardíacos raros para todas as drogas prescritas para o Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade, incluindo o risco de morte súbita.
  • 2 de junho: Um estudo da FDA determinou que a droga antipsicótica Risperdal poderia causar tumores na glândula pituitária. Essa glândula, na base do cérebro, excreta hormônios que promovem o crescimento e regulam as funções do organismo. Os antipsicóticos podem aumentar a prolactina, um hormônio na glândula pituitária, e esse aumento foi vinculado ao câncer. Foi descoberto que o Risperdal aumenta os níveis da prolactina mais frequentemente do que em outros antipsicóticos.
  • 19 de julho: A FDA disse que as caixas dos antidepressivos deveriam conter advertências que eles podem causar uma condição fatal nos pulmões dos recém-nascidos, se a mãe tomar os antidepressivos SSRI durante a gravidez. Os pacientes que sofrem de sinusite também precisam ser advertidos que combinar os medicamentos para tratar a sinusite com SSRIs pode resultar em um quadro clínico que pode ser fatal, conhecido como Síndrome da Serotonina.
A Contaminação dos Alimentos
O homem moderno ingere durante sua vida uma quantidade incrível de substâncias químicas, sabores artificiais e aditivos. Embora exista uma crescente preocupação com a alimentação saudável, existem também muitas más informações e desinformações.
No tempo presente, uma única companhia — a Monsanto — produz aproximadamente 95% de toda a soja e de todo o milho nos EUA. Com isto em vista, os sucrilhos de cereal que você comeu no café da manhã, o refrigerante que bebeu no almoço e o bife que comeu no jantar provavelmente foram produzidos a partir das plantações realizadas com sementes transgênicas patenteadas pela Monsanto. Existem diversos documentos e filmes que expõem o braço forte da Monsanto no setor agrícola, de modo que não vou expandir esse assunto. Entretanto, é importante observar que existe atualmente um virtual monopólio na indústria de alimentos e existe um vínculo nada saudável entre a Monsanto e o governo norte-americano. Muitas pessoas que foram fundamentais na aprovação de leis nos setores dos alimentos, medicamentos e da agricultura estiveram também, em algum tempo, na folha de pagamento da Monsanto. Em outras palavras, a elite decide quais alimentos serão oferecidos a você.
Autoridades que já trabalharam no passado para a Monsanto:
  • O juiz da Suprema Corte Clarence Thomas trabalhou como advogado para a Monsanto nos anos 1970. Ele foi o relator na decisão de 2001 da Suprema Corte J. E. M. Ag Supply Inc. versus Pioneer Hi-Bred International Inc., que determinou que "as variedades de plantas recém-desenvolvidas são patenteáveis sob as leis gerais de patentes dos EUA." Este caso beneficiou todas as companhias que lucram com as plantações geneticamente modificadas, das quais a Monsanto é uma das principais.
  • Michael R. Taylor era assistente de um comissário da FDA antes de sair para trabalhar para um escritório de advocacia para obter a aprovação da FDA dos hormônios artificiais do crescimento, da Monsanto, nos anos 1980. Taylor depois se tornou subcomissário da FDA, de 1991 a 1994. Mais tarde, ele foi novamente indicado para a FDA, em agosto de 2009, pelo presidente Barack Obama.
  • Dr. Michael A. Friedman era um subcomissário da FDA antes de ser contratado como vice-presidente sênior da Monsanto.
  • Linda J. Fisher era uma administradora-assistente na Agência de Proteção Ambiental (EPA) dos EUA antes de se tornar vice-presidente da Monsanto de 1995-2000. Em 2001, ela se tornou sub-administradora da EPA.
  • O ex-Secretário de Defesa Donald Rumsfeld foi presidente da G. D. Searle & Co., que a Monsanto adquiriu em 1985. Rumsfeld pessoalmente ganhou pelo menos 12 milhões de dólares na transação.
Muitas leis (aprovadas por ex-funcionários da Monsanto) facilitaram o lançamento de alimentos geneticamente modificados para o público.
"De acordo com as estatísticas atuais, 45% do milho e 85% da soja nos EUA são geneticamente modificados. Estima-se que de 70 a 75% dos alimentos industrializados que estão à venda nos supermercados contêm ingredientes geneticamente modificados."
"Outros alimentos geneticamente modificados são: canola, mamão papaya, batata, arroz, abóbora, certas variedades de melão, beterraba, linho, tomate, óleo de canola. Uma plantação de produto não-alimentício que é comumente geneticamente modificada é o algodão. O Hormônio Recombinante do Crescimento Bovino (rBGH, ou Prosilac) geneticamente modificado foi um dos primeiros produtos dessa classe a entrar na cadeia alimentar da nação. A FDA aprovou o rBGH da Monsanto em 1993.” [Anna M. Salanti, Genetically Engineered Foods].
Embora ainda seja impossível determinar os efeitos de longo prazo dos alimentos transgênicos no corpo humano, alguns fatos já foram estabelecidos. Os alimentos transgênicos contêm menos nutrientes e, mais importante de tudo, resistem aos produtos químicos dos pesticidas.
"Uma das características do alimentos transgênicos é sua capacidade de suportar a aplicação ilimitada de produtos químicos, incluindo os pesticidas. O bromoxinil e o glifosato foram associados com o desenvolvimentos de distúrbios em fetos, tumores, carcinogenicidade, e linfoma não-Hodgkin. Os estudos indicam que o Hormônio Recombinante do Crescimento Bovino (rBGH) da Monsanto faz as vacas produzirem leite com um aumento de um segundo hormônio, o IGF-1. Esse hormônio está associado com o câncer nos seres humanos. As recomendações da agência "cão de guarda" do Congresso, o Government Accounting Office (GAO), eram que o rBGH não fosse aprovado. A União Europeia, o Canadá e outros países baniram o produto. A ONU também se recusou a certificar que o uso do rBGH é seguro.” [ Ibidem].
As modificações genéticas criadas pela Monsanto tornam seus produtos maiores e mais esteticamente bonitos. Outra "melhoria", esta menos discutida, é a capacidade das plantas suportarem quantidades praticamente ilimitadas de pesticidas da marca Roundup. Isso incentiva os fazendeiros a usarem essa marca de pesticida, que é produzida pela... Monsanto.
Estudos sobre o Roundup vinculam o poderoso pesticida e herbicida a muitos problemas de saúde, como:
  • Riscos mais elevados de câncer linfático não-Hodgkin.
  • Abortos espontâneos
  • Transtorno do Déficit de Atenção (o real).
Flúor

Outra fonte de substâncias químicas nocivas encontra-se nos reservatórios de água do homem moderno e nos refrigerantes. Em 2002, as estatísticas do CDC mostraram que aproximadamente 60% da população americana recebia água fluoretada nas torneiras de suas casas. A razão oficial para a presença do flúor na água é que ele ajuda a prevenir a cárie dentária. Realmente? Seria esse benefício compensador para a população consumir grandes quantidades dessa substância? Alguns estudos já negaram qualquer benefício da água fluoretada para os dentes.
"Os cientistas agora acreditam que a principal ação protetora do flúor não vem de ingerir a substância química, com os dentes absorvendo-a a partir de dentro do corpo, mas da absorção direta por meio da aplicação tópica. Isso significa que beber água fluoretada é muito menos eficiente para combater as cáries do que escovar os dentes usando uma pasta dental com flúor." [Fonte].
Então, por que o flúor ainda é adicionado na água? Aqui estão alguns fatos rápidos sobre a fluoretação:
  • O flúor era usado antigamente como pesticida.
  • O flúor está registrado como "venenoso" na Lei dos Venenos de 1972, no mesmo grupo das toxinas, como arsênico, mercúrio e o herbicida Paraquat.
  • O flúor é cientificamente classificado como mais tóxico que o chumbo, mas existe cerca de 20 vezes mais flúor do que chumbo na água.
Muitos estudos já foram realizados sobre os efeitos do flúor no organismo humano e alguns efeitos adversos notáveis já foram observados: ele muda a estrutura e resistência dos ossos, prejudica o sistema imunológico e já foi vinculado com alguns tipos de cânceres. Outra consequência alarmante da fluoretação é seu efeito nas funções cerebrais:

"Em 1995, o neurotoxicologista e ex-diretor de Toxicologia no Centro Dentário Forsyth, em Boston, o Dr. Phyllis Mullenix, publicou uma pesquisa que mostrava o flúor acumulado no cérebro de animais quando expostos a níveis moderados. Ocorreram danos no cérebro e os padrões de comportamento dos animais foram afetados adversamente. Os filhotes que nasceram das fêmeas grávidas que receberam doses relativamente baixas de flúor mostravam efeitos permanentes no cérebro que eram vistos como hiperatividade (como os sintomas do Transtorno do Déficit de Atenção). Os animais jovens e adultos que receberam o flúor experimentavam o efeito oposto — hipoatividade e falta de ânimo. Os efeitos tóxicos do flúor no sistema nervoso central foram subsequentemente confirmados por pesquisa classificada (secreta) do governo. Dois novos estudos epidemiológicos que tendem a confirmar os efeitos neurotóxicos do flúor sobre o cérebro mostraram que as crianças expostas a níveis elevados de flúor têm um QI mais baixo." [Fonte]
Um efeito colateral menos conhecido, porém extremamente importante do flúor é a calcificação da glândula pineal.

Até os anos 1990, nenhuma pesquisa tinha sido realizada para determinar o impacto do flúor sobre a glândula pineal — uma pequena glândula situada entre os dois hemisférios do cérebro e que regula a produção do hormônio melatonina. Esse hormônio ajuda a regular o início da puberdade e ajuda a proteger o organismo de danos nas células causados pelos radicais livres.
Sabe-se agora — graças à pesquisa meticulosa da Dra. Jennifer Luke, da Universidade de Surrey, na Inglaterra, que a glândula pineal é o alvo principal da acumulação do flúor no organismo.
O tecido macio da glândula pineal adulta contém mais flúor do que qualquer outro tecido macio no organismo — um nível de flúor (cerca de 300 ppm) capaz de inibir as enzimas.
A glândula pineal também contém tecido rígido (cristais de hidroxiapatita) e esse tecido rígido acumula mais flúor (até 21.000 ppm) do que qualquer outro tecido rígido no organismo (por exemplo, dentes e ossos). [Fonte].
Além de regular os hormônios vitais, sabe-se que a glândula pineal serve a uma função esotérica. Ela é conhecida pelos grupos místicos como o "Terceiro Olho" e é considerada em muitas culturas como parte do cérebro responsável pela iluminação espiritual e o "vínculo com o divino". Estaria a iluminação para o homem moderno agora livre das restrições?
"No cérebro humano existe uma pequena glândula chamada corpo pineal, que é o olho sagrado dos antigos, e corresponde ao terceiro olho dos Ciclopes. Sabe-se pouco a respeito da função do corpo pineal, que Descartes sugeriu (mais sabiamente do que ele mesmo imaginava) que poderia ser a habitação do espírito do homem." [Manly P. Hall, The Secret Teachings of All Ages].
Aspartame
O aspartame é um adoçante artificial usado em produtos "sem açúcar" como os refrigerantes Diet e as gomas de mascar. Desde sua descoberta em 1965, o aspartame causou grande controvérsia com relação aos riscos para a saúde — principalmente tumores cerebrais — e a FDA negou a autorização para que ele pudesse ser vendido ao público. A companhia Searle, que tentava colocar o aspartame no mercado, escolheu então Donald Rumsfeld como executivo-chefe em 1977... e as coisas mudaram drasticamente. Após um breve período de tempo, o aspartame passou a ser encontrado em mais de 5.000 produtos.

"Donald Rumsfeld esteve na equipe de transição do presidente Reagan e, no dia seguinte após a posse, indicou um Comissário da FDA que aprovaria o aspartame. A FDA tinha criado uma Junta Examinadora com seus melhores cientistas e eles disseram que o aspartame não era seguro e que causava tumores cerebrais, de modo que a petição para a aprovação foi rejeitada. O novo Comissário da FDA, Arthur Hull Hayes, desconsiderou a decisão da junta e liberou o uso do aspartame. Posteriormente, ele passou a trabalhar para a agência de relações públicas do fabricante, a Burson-Marstellar, segundo rumores, a 1.000 dólares por dia, e se recusa a falar com a imprensa desde então." [Fonte: Donald Rumsfeld and Aspartame].
Anos após a aprovação pela FDA, cientistas proeminentes ainda aconselham a organização a banir o produto.
"O Dr. John Olney, que fundou o campo da neurociência chamado Excitotoxidade, tentou parar a aprovação do aspartame com o promotor James Turner, já em 1996. O próprio toxicologista da FDA, o Dr. Adrian Gross, disse ao Congresso que, sem sombras de dúvidas, o aspartame pode causar tumores cerebrais e câncer no cérebro e violava a Emenda Delaney, que proíbe colocar qualquer produto sabidamente cancerígeno nos alimentos. Informações detalhadas sobre isso podem ser encontradas no Bressler Report (FDA Report on Searle)." [Ibidem].
Em 1995, a FDA foi forçada a liberar, pela Lei de Liberdade da Informação, uma lista de 92 sintomas causados pelo aspartame reportados por milhares de vítimas. Entre eles, estavam: dores de cabeça, distúrbios no equilíbrio, mudança de humor, vômito, náusea, dor abdominal, mudança da visão, diarreia, convulsões, perda de memória, fadiga, fraqueza geral, coceiras, dificuldades no sono, mudança no ritmo cardíaco, inchaços, dificuldades respiratórias, etc. Os produtos que apresentaram maior índice de reação no público foram: refrigerantes, adoçantes, gelatinas, pudins, goma de mascar, chocolate quente, sucrilhos, etc.
Entretanto, esses sintomas são apenas a ponta do iceberg. O aspartame já foi vinculado a doenças severas e problemas de saúde de longo prazo.
"De acordo com os principais médicos e pesquisadores do assunto, o aspartame causa dor de cabeça, perda de memória, convulsões, perda da visão, coma e câncer. Ele piora ou imita os sintomas de doenças e quadros clínicos como fibromalgia, esclerose múltipla, lúpus, Transtorno do Déficit de Atenção, diabetes, Mal de Alzheimer, fadiga crônica e depressão. Outros perigos salientados é que o aspartame libera o álcool metílico. O envenenamento crônico com o metanol resultante afeta o sistema de dopamina do cérebro, causando a dependência. O metanol, também chamado de álcool da madeira, constitui um terço da molécula do aspartame e está classificado como um veneno e narcótico metabólico severo." [Ibidem].
Conclusão
Se a principal mensagem do site The Vigilant Citizen até aqui tem sido "observar aquilo que entra na sua mente", a principal mensagem deste artigo foi "observar aquilo que entra no seu corpo". O consumo dos produtos citados acima provavelmente não causará um efeito imediato e observável. Entretanto, após ingerir essas substâncias durante muitos anos, os pensamentos da pessoa se tornam cada vez mais turvos e embaçados, e as capacidades de concentração e de julgamento se tornam diminuídas. Em outras palavras, a mente que antes era ágil se torna apática. O que acontece quando uma população é severamente sedada e envenenada dia após dia? Ela se torna inerte, dócil como um zumbi. Em vez de fazer as perguntas importantes e buscar uma verdade mais elevada, a massa idiotizada simplesmente realiza suas tarefas cotidianas e absorve tudo aquilo que a grande mídia lhe diz. É isto que a elite está procurando criar?
Entretanto, ainda existe uma esperança. Muitos dos efeitos negativos das substâncias descritas anteriormente são reversíveis. E VOCÊ é quem decide o que entra no seu corpo. Este artigo oferece uma rápida visão geral dos perigos que cercam o consumidor desavisado, porém existem toneladas de informações para você basear suas decisões esclarecidas. Seu corpo é um templo. Você permitirá que ele seja contaminado?
Fonte: Vigilant Citizen
Jhero
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A Sociedade Idiotizada - Parte 2

O Mercúrio nos Alimentos Industrializados e nas Vacinas

A Sociedade Idiotizada 02
Sabe-se que o mercúrio degenera os neurônios cerebrais e interfere com o sistema nervoso central, porém ele ainda é adicionado nos alimentos industrializados e nas vacinas compulsórias. Nesta segunda parte da série que examina a idiotização intencional da sociedade, o artigo discutirá a presença do mercúrio nos alimentos e nas vacinas.


Na Primeira Parte vimos os efeitos do aspartame, do flúor e das pílulas vendidas sob prescrição no cérebro humano. Todas essas substâncias causam uma redução da capacidade cognitiva que, em grande escala, leva à idiotização da população. Este segundo artigo enfoca outro produto tóxico que é encontrado nos alimentos que consumimos diariamente e nas vacinas compulsórias: o mercúrio.

O mercúrio é um metal pesado encontrado no meio ambiente natural. Entretanto, ele não é apropriado para o consumo humano, pois é muito prejudicial ao organismo, especialmente ao cérebro. Embora algumas pessoas digam que qualquer coisa possa ser consumida com moderação, muitos especialistas concordam que nenhuma quantidade de mercúrio é segura para o corpo humano. Apesar disto, e dos muitos estudos referentes aos efeitos negativos do mercúrio, esse metal pesado é continuamente acrescentado nas vacinas e nos alimentos industrializados.

Sabe-se que o mercúrio causa degeneração dos neurônios cerebrais e que interfere com o sistema nervoso central. A exposição direta ao metal causa efeitos imediatos e violentos:
"A exposição a níveis elevados de mercúrio orgânico, ou metálico e inorgânico, pode danificar de forma permanente o cérebro, os rins e o feto em desenvolvimento. Os efeitos sobre o funcionamento do cérebro podem resultar em irritabilidade, timidez, tremores, mudanças na visão ou na audição, e problemas na memória." [Fonte].
A maioria das pessoas não entra em contato direto com o mercúrio, porém é exposta a pequenas doses de cada vez, resultando em um envenenamento lento, mas contínuo do cérebro. À medida que os anos passam, os efeitos da substância prejudicam a capacidade de julgamento e o pensamento racional, reduzem a memória e interferem com a estabilidade emocional. Em outras palavras: o mercúrio torna você menos inteligente.

O mercúrio também tem a capacidade de passar da mulher grávida para seu bebê nascituro. De acordo com a Agência de Proteção Ambiental (EPA), o mercúrio passado para o feto durante a gravidez pode ter consequências duradouras, incluindo dificuldades na memória, habilidade diminuída para a fala e outras complicações cognitivas.

Já foi grandemente divulgado que o mercúrio está sendo encontrado em quantidades perigosas nos frutos do mar, como atum, peixe-espada e robalo. Isso cria uma situação bastante irônica. Em vez de torná-lo mais inteligente com todo o Ômega-3 que contêm, os peixes produzem exatamente o efeito contrário no seu cérebro devido à contaminação pelo mercúrio.

Infelizmente, o mercúrio também é encontrado em outros produtos: vacinas e no xarope de milho de alto teor de frutose.
As Vacinas
"Considero um crime dar mercúrio a uma criança." [Boyd Haley, Ph.D., Departamento de Química da Universidade do Kentucky].
O mercúrio é encontrado em grandes quantidades nas vacinas compulsórias. Antes de entrarmos nos detalhes, aqui estão alguns fatos sobre as vacinas nos EUA, conforme observados pela Dra. Sherri Tenpenny:
  • O governo dos EUA é o maior comprador de vacinas no país. Na verdade, cerca de 30% do orçamento anual do Centro de Controle de Doenças (CDC) refere-se às aquisições de vacinas e em garantir que a vacinação seja completada para cada criança no país.

  • As empresas seguradoras privadas, que fazem as melhores análises sobre responsabilidades, abandonaram totalmente a cobertura para danos à vida e à propriedade em decorrência de: acidentes e desastres naturais, guerra nuclear, acidentes com usinas nucleares e... vacinações.

  • Leis foram aprovadas para proteger os laboratórios fabricantes de qualquer responsabilidade, enquanto que, ao mesmo tempo, as leis estaduais requerem que os pais inoculem até 100 antígenos em seus filhos com as vacinações, antes de eles ingressarem na escola. Se a vacina produzir alguma consequência, ou até a morte, os pais não podem processar o médico, a companhia farmacêutica ou o governo; eles precisarão entrar com uma ação judicial de danos no Tribunal de Vacinas, um processo que pode levar anos e frequentemente termina com a rejeição da ação.

  • Cada estado americano tem suas próprias leis sobre vacinação na escola que requerem que as crianças de uma determinada idade sejam vacinadas contra diversas doenças transmissíveis. As leis estaduais de vacinação obrigam as crianças a serem vacinadas para poderem ingressar nas escolas públicas ou privadas. Deixar de vacinar as crianças pode resultar não somente na proibição para que elas frequentem a escola, mas seus pais ou responsáveis podem ser multados ou receber uma condenação criminal. Normalmente, as escolas não dizem aos pais que, em cada estado, existe uma dispensa que lhe permite rejeitar as vacinas, mas ao mesmo tempo matricular seus filhos.

  • A indústria médica defende as vacinas, frequentemente exigindo que os pais vacinem seus filhos, para que eles permaneçam sob os cuidados do médico. Uma proporção considerável da renda de um pediatra vem dos reembolsos de seguro pelas vacinações. A escala de vacinações, que está sempre aumentando e incluindo novas vacinas caras, tem sido uma fonte de receitas crescentes para os médicos que aplicam as vacinas.
O Timerosal
Uma criança recebe aproximadamente 21 vacinas antes dos seis anos, e mais 6 antes dos dezoito anos, dando um total de 27 doses durante toda a fase de crescimento. Muitas dessas vacinas contêm o Timerosal (ou Tiomersal), um conservante adicionado nas vacinas e que é composto por 49% de mercúrio. O uso sem precedentes de mercúrio criou uma geração de crianças com a capacidade cognitiva prejudicada.
"Os sintomas experimentados pelas crianças que foram expostas ao mercúrio são reais e podem estar ligados diretamente às vacinas que elas receberam quando eram pequenas. É irônico que as vacinas dadas às crianças e adolescentes tinham o objetivo de protegê-los, mas na verdade estão afetando adversamente seu desenvolvimento neurológico. [Fonte].
Além de fazer toda uma geração de bebês ter seus cérebros danificados, o uso do Timerosal nas vacinas está sendo vinculado por muitos cientistas ao aumento chocante do autismo nas duas últimas décadas. Terá a campanha para a idiotização ido longe demais?
"Nas crianças que recebem todas as vacinas, por volta do sexto mês de vida elas já receberam mais mercúrio pelas vacinas do que é recomendado pela EPA. Existem mais similaridades nos sintomas entre a toxicidade do mercúrio e o autismo, incluindo déficits sociais, déficits na fala, comportamento repetitivo, anormalidades sensoriais, déficits na capacidade cognitiva, distúrbios nos movimentos e problemas no comportamento. Também existem similaridades nos sintomas físicos, incluindo bioquímicos, gastrointestinais, tom muscular, neurofisiológicos, medições eletroencefalográficas, sistema imunológico e na autoimunidade. [Fonte].
Devido à suspeita de um vínculo entre as vacinas e o autismo, mais de 5.000 famílias nos EUA já entraram com ações em um Tribunal de Vacinas contra os laboratórios fabricantes. Na maioria dos casos, as queixas não receberam compensação alguma e todas as correlações entre as doenças e as vacinas foram negadas pelas partes intimadas. Uma guerra de relações públicas está em curso há vários anos, pois estudos e contra-estudos apareceram, provando ou negando os vínculos entre as vacinas e o autismo, dependendo de onde esses estudos se originam. Os estudos que afirmam a segurança das vacinas são frequentemente financiados pelos próprios laboratórios fabricantes.
Apesar das negações, o Timerosal está lenta e caladamente sendo removido das vacinas destinadas aos bebês. Não muito tempo após essa remoção ter se iniciado, os casos de autismo caíram sensivelmente no país.
"Publicados na edição de 10 de março do Journal of American Physicians and Surgeons, os dados mostram que desde que o mercúrio foi removido das vacinas infantis, os índices reportados de autismo e de outros transtornos neurológicos em crianças não somente pararam de aumentar, mas na verdade caíram sensivelmente — em até 35%. Usando os bancos de dados do próprio governo, pesquisadores independentes analisaram os relatórios dos distúrbios neurológicos em crianças, incluindo o autismo, antes e depois da remoção dos conservantes baseados no mercúrio."
"De acordo com uma declaração da Associação Americana de Médicos e Cirurgiões, ou AAPS, os números da Califórnia mostram que os índices reportados de autismo atingiram um ápice de 800 em maio de 2003. Se essa tendência tivesse continuado, os índices reportados teriam subido para mais de 1.000 no início de 2006. Entretanto, o número na verdade caiu para 620, uma redução real de 22% e uma redução da projeção de 35%." [Fonte].
A descontinuidade do uso do Timerosal nas vacinas destinadas às crianças é algo positivo, porém o conservante ainda é encontrado em muitas vacinas destinadas aos adultos. Será se alguém percebeu que o mercúrio nas vacinas é forte demais para as crianças, fazendo-as adoecer e se tornarem improdutivas, mas é perfeito para idiotizar os adultos já plenamente desenvolvidos? A classe governante não quer criar uma geração de pessoas autistas que necessitem de cuidados constantes, mas uma massa de "idiotas úteis" que possa realizar tarefas repetitivas e que não requeiram muita inteligência, ao mesmo tempo que aceitem sem questionar aquilo que lhes é ensinado.

Hoje, o Timerosal ainda é encontrado nas vacinas contra a Influenza, comumente conhecida como vacina contra a gripe. Essas vacinas são dadas de forma sazonal, o que significa que os pacientes são incentivados a retornar no início do inverno de cada ano para receber sua dose anual de vacina com mercúrio. [Veja aqui a bula da vacina contra a Influenza.]

Os fabricantes da vacina contra a gripe Influenza dizem que ela desfruta de um "sólido registro de saúde", querendo dizer que a vacina parece não causar doenças observáveis. Contudo, o que NUNCA é discutido, é a lenta e gradual degeneração dos neurônios cerebrais que a maioria dos indivíduos experimenta, ano após ano, devido ao constante envenenamento pelo mercúrio. Esse processo de redução das funções cerebrais não é facilmente observável ou quantificável, porém está ocorrendo em escala mundial. Se o mercúrio pode afetar a mente frágil das crianças e, possivelmente, causar o autismo, ele irá, no mínimo, interferir com as mentes já totalmente desenvolvidas.

Como se fossem criadas para gerar demanda pelas vacinas, novas doenças aparecem periodicamente em todo o mundo e, com a ajuda das campanhas da mídia de massa para atemorizar, fazem as pessoas implorarem às autoridades por uma vacina milagrosa que, elas ouvem dizer, curará a todos.

A H1N1, também conhecida como Gripe Suína, foi a última dessas doenças e aterrorizou milhões de pessoas durante vários meses. Quando a vacina ficou pronta, campanhas de vacinação em massa foram promovidas fortemente em todo o mundo. Um fato que não foi promovido: a gripe suína frequentemente era curada com facilidade e não era muito diferente de uma gripe "normal". Outro fato que não foi divulgado: a maior parte das vacinas contra a gripe contém o Timerosal.
Redução Populacional?
Além de simplesmente idiotizar a população, as vacinas podem estar ajudando no esforço de reduzir a população. Em um discurso em abril de 2010, o bilionário Bill Gates mencionou o uso das vacinas no esforço para reduzir a população mundial.
"Gates fez seus comentários na Conferência TED2010, em Long Beach, na Califórnia, que era restrita a convidados, em um discurso intitulado "Inovando para Zero!" Junto com a proposição cientificamente absurda de reduzir as emissões de CO2 feitas pelo homem em todo o mundo para zero por volta do ano 2050, aproximadamente quatro minutos e meio após o início da palestra, Gates declarou: 'Primeiro tivemos a população. O mundo tem hoje 6,8 bilhões de habitantes e caminha para aproximadamente 9 bilhões. Agora, se fizermos realmente um bom trabalho com as novas vacinas, com a assistência à saúde e com os serviços de saúde reprodutiva, poderemos reduzir isso talvez em 10 a 15%'".

"De forma bem clara, um dos homens mais poderosos do mundo diz que espera que as vacinas sejam usadas para reduzir o crescimento populacional. Quando Bill Gates fala sobre vacinas, fala com autoridade. Em janeiro de 2010, no elitista Foro Econômico Mundial, em Davos, Suíça, ele anunciou que sua fundação doaria 10 bilhões de dólares ao longo da próxima década para desenvolver e aplicar novas vacinas nas crianças dos países em desenvolvimento." [Fonte].
O Xarope de Milho de Alto Teor de Frutose
Veneno é uma "substância que altera ou destrói as funções vitais; peçonha; tóxico". Segundo esta definição, o xarope de milho de alto teor de frutose (conhecido como HFCS, de High Fructose Corn Syrup) é realmente um veneno. O HFCS é um adoçante altamente processado, feito do milho e que é usado desde 1970. Ele continua a substituir o açúcar branco e a sacarose nos alimentos industrializados e atualmente é encontrado na maioria desses alimentos vendidos nos supermercados. Os estudos determinaram que nos EUA, o cidadão mediano consome em média doze colheres por dia do adoçante. Aqui está um gráfico que mostra o crescimento do uso do HFCS em nossa dieta.

Devido às suas propriedades como adoçante, o HFCS é obviamente encontrado em produtos adoçados, como geleias e refrigerantes. Entretanto, muitas pessoas não percebem que ele também é encontrado em muitos outros produtos, incluindo sopas, pães, molho de tomate, sucrilhos de cereais, sorvetes, carnes, molho para salada e condimentos. O HFCS também é encontrado em produtos dietéticos, como barras de proteínas, alimentos com baixo teor de gordura e bebidas energizantes.

Como algo que é tão saboroso pode ser ruim? Aqui estão alguns fatos sobre o HFCS:
  • A pesquisa vincula o HFCS aos índices crescentes de obesidade e diabetes na América do Norte, especialmente entre as crianças. A frutose é convertida em gordura mais do que qualquer outro açúcar. Além disso, por ser um líquido, ela passa muito mais rapidamente para a corrente sanguínea.

  • As bebidas que contêm HFCS têm níveis mais elevados de compostos reativos (carbonilas), que estão vinculados como prejudiciais às células e tecidos, levando ao diabetes.

  • Existem algumas evidências que a frutose do milho é processada de forma diferente no corpo que o açúcar da cana, levando a uma sensação reduzida de satisfação e um maior potencial para o consumo excessivo.

  • Estudos realizados por pesquisadores na Universidade da Califórnia em Davies (UC Davies) e na Universidade de Michigan mostraram que consumir frutose, que é mais prontamente convertida em gordura pelo fígado, aumenta os níveis de gordura na corrente sanguínea na forma de triglicérides.

  • Ao contrário de outros tipos de carboidratos formados de glicose, a frutose não estimula o pâncreas a produzir insulina. Peter Havel, um pesquisador em Nutrição na UC Davies que estuda os efeitos metabólicos da frutose, também mostrou que ela deixa de aumentar a produção de leptina, um hormônio produzido pelas células de gordura do organismo. Tanto a insulina quanto a leptina atuam como sinalizadores para o cérebro reduzir o apetite e controlar o peso do corpo. A pesquisa de Havel também mostra que a frutose parece não suprimir a produção da ghrelina, um hormônio que aumenta a fome e o apetite.

  • Como o organismo processa a frutose do HFCS de forma diferente como faz com o açúcar da cana ou da beterraba, o HFCS altera o modo como os hormônios que controlam o metabolismo funcionam. Ele também força o fígado a injetar mais gordura na corrente sanguínea. O resultado final é que nossos corpos são essencialmente levados a querer comer mais e, ao mesmo tempo, a armazenar mais gordura.

  • Um estudo publicado na revista do Instituto Nacional do Câncer sugeriu que as mulheres cuja dieta era rica em carboidratos e frutose tinham um risco maior para o câncer colorretal.

  • O HFCS interfere com o uso que o coração faz de minerais fundamentais, como o magnésio, cobre e crômio.

  • Descobriu-se que o HFCS exaure o sistema imunológico, inibindo a ação dos glóbulos brancos. O organismo fica então incapaz de se defender contra invasores prejudiciais.

  • A pesquisa sugere que a frutose na verdade promove a doença mais prontamente que a glicose. A glicose é metabolizada em cada célula do organismo, mas toda a frutose precisa ser metabolizada no fígado. Os fígados dos animais de laboratório que receberam grandes quantidades de frutose desenvolveram depósitos de gordura e cirrose, similar aos problemas que acometem o fígado dos alcoólatras.

  • O HFCS é altamente refinado — até mais que o açúcar branco.

  • O milho a partir do qual o HFCS é derivado é quase sempre geneticamente modificado (transgênico), como também as enzimas usadas no processo de refino.

  • Existem preocupações crescentes com as políticas relacionadas com a economia da produção de milho (subsídios, tarifas e normas governamentais) bem como os efeitos da agricultura intensiva do milho sobre o meio ambiente.
Muitos estudos observam uma forte correlação entre o crescimento do HFCS nos últimos anos e o aumento da obesidade durante o mesmo período de tempo. Veja um gráficoaqui.

A obesidade, além de não ser saudável para o corpo, afeta diretamente as funções cerebrais. Alguns pesquisadores até já questionaram o papel da obesidade na degeneração cerebral:
"Há tempos que os cientistas pesquisadores suspeitavam que existia um relacionamento entre a obesidade e um declínio na capacidade cerebral. Novos estudos agora confirmam que estar acima do peso é prejudicial ao cérebro. Os pesquisadores da Universidade da Califórnia em um artigo publicado em Archives of Neurology demonstraram uma forte correlação entre a obesidade central (isto é, a gordura acumulada na barriga e nos quadris) e a contração de uma parte do cérebro (o hipocampo) que é fundamental para a memória (conforme medido pelos exames de imagens de ressonância magnética). [Fonte]
Isto não significa que as pessoas obesas sejam menos inteligentes. O que significa é que o cérebro delas provavelmente não está processando de forma tão eficiente quanto poderia.
Mas mesmo que o HFCS não o torne mais obeso, ele ainda afetará seu cérebro. Os estudos recentes mostraram que o adoçante contém... você adivinhou... mercúrio!
"Um estudo — publicado na revista Environmental Health — mostra mercúrio em nove de 20 amostras comerciais de xaropes de milho de alto teor de frutose. O segundo estudo — do Instituto para a Agricultura e Política Comercial (IATP) — verificou que um terço dos 55 alimentos produzidos por marcas famosas continham mercúrio, especialmente produtos derivados do leite, molhos de salada e condimentos. As marcas incluíam nomes importantes como Quaker, Hershey, Kraft e Smucker." [Fonte].
Aqui está a tabela encontrada no estudo do IATP, chamado "Not So Sweet: Missing Mercury and High Fructose Corn Syrup", que detalha a quantidade de mercúrio encontrada nos produtos de supermercado que consumimos quase que diariamente.
É claro que as empresas que produzem o HFCS negam os resultados desses estudos, afirmando que o adoçante é "natural". As empresas de refinação de milho produziram recentemente alguns anúncios institucionais estranhos para incentivar o público a continuar ingerindo o produto tóxico que elas fabricam. Assista a um desses anúncios aqui:http://www.youtube.com/watch?v=KVsgXPt564Q.
Conclusão
Apesar da existência de muitos estudos que descrevem os efeitos negativos do mercúrio sobre o cérebro humano, o governo ainda promove cada vez mais a vacinação da população com vacinas que contêm o Timerosal. Além disso, os governantes protegem as companhias farmacêuticas que produzem as vacinas e as companhias que produzem os alimentos que contém o HFCS contra qualquer tipo de processo. O fato de muitos executivos que dirigem essas empresas também ocuparem postos-chave no governo pode fornecer uma explicação. Existe de fato um pequeno número de pessoas que ocupam posições de grande poder no setor privado e no setor público. Essas pessoas, naquilo que são casos claros de conflitos de interesses, colidem no topo para formar aquilo que este site referencia como "a elite" ou "a classe governante". A maior parte dessas pessoas nunca foi eleita para ocupar os cargos no governo, porém elas criam as políticas públicas que levam adiante sua agenda, independente de qual seja o partido político que esteja no poder. Veja a lista de membros do grupo Bilderberg, do Comitê dos 300 ou do Conselho das Relações Internacionais (o CFR) e você descobrirá os executivos que presidem as companhias que fabricam os alimentos industrializados e os medicamentos... e as mesmas pessoas que fazem o governo aprovar leis para regular sua comida e seus remédios.

Como nenhuma autoridade pública trairá seus pares e financiadores de campanha para se tornar um ativista que soe o apito para alertar a população, é tarefa de cada um de nós aprender sobre aquilo que consumimos. O clichê "sempre leia os rótulos" é bastante verdadeiro, mas se você não tiver a menor ideia do que significa "glutamato monossódico", ler os rótulos não servirá para muita coisa. Esta série de artigos teve o objetivo de apresentar uma compreensão básica sobre as substâncias mais prejudiciais que estão presentes nos produtos que consumimos no dia a dia. Pessoalmente, não posso afirmar que tenho uma dieta perfeita... Cresci nos anos 1980 e gosto do sabor dos alimentos industrializados como balas, refrigerantes e até dos hambúrgueres. Mas, à medida que você encontrar mais informações e começar a entender que cada passo na direção certa realmente o faz se sentir melhor, cada passo subsequente se tornará mais fácil. Ninguém pode fazer isto por você. É você quem precisa dar o próximo passo, seja rumo à desintoxicação, ou à lanchonete mais próxima para comer mais um sanduíche de hambúrguer.
Leia :







Os Efeitos dos Medicamentos de Controle da Mente, dos Alimentos Transgênicos, do Flúor e do Aspartame Existe um esforço deliberado por parte do governo para idiotizar as massas? É difícil provar...

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