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Saque das contas inativas do PIS/Pasep começa no dia 18; confira quem tem direito

Prazo para liberação do dinheiro termina em 28 de setembro para todos os trabalhadores que atuavam no mercado formal entre 1971 e 1988. Pagamento estimado é de R$ 39,5 bi
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Na primeira etapa das retiradas, agências da Caixa e do BB vão atender trabalhadores a partir de 57 anos.
Cotistas do Programa de Integração Social (PIS) e do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) com idade a partir de 57 anos começam a receber na próxima segunda-feira recursos que estavam parados no fundo, com base em lei sancionada pelo presidente Michel Temer. A Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil (BB) divulgaram ontem o calendário de saques das contas inativas, depois da sanção do decreto, que agora permite a retirada por todas as pessoas que têm direito ao benefício, e não apenas para cotistas com 60 anos ou mais, como vigorava na regra anterior.
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SAIBA MAIS
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O pagamento do dinheiro do fundo deve injetar R$ 39,5 bilhões na economia, com impacto potencial no Produto Interno Bruto (PIB, o conjunto da produção de bens e serviços do país) na ordem de 0,55 ponto percentual. Cerca de 28,7 milhões de pessoas têm recursos em contas inativas do PIS/Pasep para resgatar. Desse total, 3,6 milhões já fizeram o saque até maio último, num total de R$ 5 bilhões. Os outros R$ 34,3 bilhões ficarão disponíveis para ser sacados no BB (servidores públicos) e na Caixa Econômica Federal (trabalhadores do setor privado).
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A primeira etapa, que atenderá trabalhadores com idade a partir de 57 anos, se encerra no dia 29. Depois disso, os pagamentos serão interrompidos, entre os dias 30 e 7 de agosto, período em que são aplicadas as correções monetárias do exercício 2017/2018 sobre o benefício. No ano passado, por exemplo, o reajuste nos saldos foi de 8,9%. Nesse caso, segundo os bancos, quem puder esperar para sacar a partir de 8 de agosto, receberá valor superior ao que está na conta atualmente.
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A janela de saques do PIS/Pasep vai até o dia 28 de setembro, mas apenas para trabalhadores com até 59 anos. Aqueles que tem 60 anos ou mais seguem recebendo com base nas regras que já estavam em vigor, que permitem o saque do benefício a qualquer tempo, inclusive depois de setembro. Em Minas Gerais, passam a ter direito ao saque das cotas do PIS 2,073 milhões de pessoas. O valor a ser movimentado no estado foi estimado em R$ 2,376 bilhões. A Caixa informou que não haverá mudança no horário de atendimento das agências em Minas, que abrirão de segunda a sexta-feira, das 10h às 16h.
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De acordo com o Banco do Brasil, responsável pelo pagamento dos saldos do Pasep, que beneficia servidores públicos, caso o cotista não seja correntista ou poupador do BB e tenha saldo de até R$ 2,5 mil, ele poderá realizar a transferência da sua cota por meio de transferência eletrônica direta (TED) para conta de sua titularidade em outro banco, sem nenhum custo. A operação poderá ser feita nos terminais de autoatendimento do BB ou na internet (www.bb.com.br/pasep).
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No mesmo portal na internet, os cotistas poderão conferir o saldo na conta inativa. Para quem tiver recursos superiores a R$ 2,5 mil, os saques poderão ser realizados nas agências do banco, bastando que o cotista apresente documento oficial de identificação.
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Direito confirmado O saque das cotas do PIS, que beneficia trabalhadores do setor privado, será efetivado mediante a confirmação do direito nas agências da Caixa. Os pagamentos das cotas com valor até R$ 1,5 mil podem ser realizados no autoatendimento apenas com a Senha Cidadão, sem a necessidade do Cartão do Cidadão, ou com Cartão Cidadão e senha nas unidades lotéricas e Caixa Aqui, com apresentação de documento oficial de identificação com foto.
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Os saques de valores até R$ 3 mil podem ser feitos com Cartão do Cidadão e Senha Cidadão no autoatendimento, unidades lotéricas e Caixa Aqui, com documento de identificação oficial com foto. Aqueles recursos acima de R$ 3 mil devem ser sacados nas agências, mediante apresentação de documento oficial de identificação com foto. A Caixa ainda orienta que os trabalhadores consultem o site www.caixa.gov.br/cotaspis para ser direcionados à melhor opção de pagamento, antes de se dirigirem a um dos canais oferecidos.
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Herdeiros No caso de cotistas falecidos, o beneficiário legal poderá sacar o PIS/Pasep na Caixa ou no BB. Para isso, ele deve se apresentar nas agências da respectiva instituição financeira com documentos oficiais de identificação e comprovação da sua condição de herdeiro do cotista que tem saldo a receber.
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PARA RECEBER
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» Cronograma
» Quem tem 57 anos ou mais receberá dos dias 18 a 29
» Haverá suspensão de saques entre 30 de junho e 7 de agosto, para correção dos saldos das contas
» A Caixa vai creditar os recursos para tralhadores de todas as idades com conta no banco em 8 de agosto
» O atendimento nas agências da Caixa para trabalhadores de todas as idades será feito de 14 de agosto a 28 de setembro
» Quem tem direito a sacar
» Trabalhadores cadastrados no Fundo PIS/PASEP entre 1971 e 4 de outubro de 1988 que ainda não retiraram o saldo total de cotas na conta individual de participação
» Até o dia 28 de setembro todos os cotistas terão direito ao saque. As demais regras de saque das cotas do PIS não foram modificadas
» Como se informar
» Por meio do site www.caixa.gov.br/cotaspis , ou o aplicativo Caixa Trabalhador
» Nos terminais de autoatendimento, por meio do Cartão do Cidadão, ou no internet banking para correntistas da Caixa, além do Serviço de Atendimento ao Cliente pelo 0800 726 0207
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A mudança climática está coibindo os furacões: o resultado será devastador

A mudança climática está coibindo os furacões
No ano passado, o furacão Harvey despejou mais de 2 metros cúbicos de chuva na região de Houston em poucos dias, tornando a chuva mais forte que a dos EUA. Eles se registraram. Agora, um novo estudo mostra que vários fatores, cada um relacionado à mudança climática, estão aumentando o risco de furacões semelhantes em muitas partes do mundo.
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Os furacões são as tempestades mais poderosas e destrutivas da natureza, causando bilhões de dólares a cada ano. Só nos Estados Unidos, as inundações continentais, e não as tempestades costeiras, são agora sua ameaça mais letal, e novos dados sugerem que esse problema vai piorar à medida que o clima continua a aquecer.
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Um novo estudo publicado na última quarta-feira na revista Nature afirma que os furacões e tufões se movem mais lentamente do que costumavam. Isto, combinado com o aumento da precipitação que já se espera que ocorra devido a tempestades como as temperaturas quentes do mar e do ar, mostra um quadro perturbador das futuras tempestades.
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O pesquisador de furacões Jim Kossin, da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica, examinou dados de tempestades de todo o mundo durante o período de 1949 a 2016 e encontrou uma diminuição estatisticamente significativa na velocidade de avanço da tempestade, particularmente no oeste. do Oceano Pacífico Norte e do Atlântico Norte.
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Em áreas terrestres afetadas por furacões na Bacia do Oceano Atlântico Norte, Kossin descobriu que os furacões mostraram uma diminuição na velocidade de avanço de aproximadamente 20% durante o período.
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No oeste do Oceano Pacífico Norte, onde ocorrem algumas das tempestades mais intensas e prejudiciais do mundo, essa desaceleração em áreas de terra se aproximou de 30%. As tempestades também diminuíram na Austrália, em aproximadamente 19%.
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Os menores tempestades têm mais tempo para baixar grandes quantidades de chuva, e isso, combinado com a capacidade de uma atmosfera mais quente para reter mais umidade, isso significa que devemos esperar ciclones tropicais representam mais perigos provenientes da água do que nunca.
"As duas maneiras pelas quais você recebe mais chuva são aumentar a taxa de chuva e a outra é diminuir a velocidade." - Jim Kossin
Os ciclones tropicais pode ser tempestades gigantescas, mas são conduzidos por ventos de nível médio e, de alguma forma, eles estão à mercê dos padrões atmosféricos além de seu movimento de controle. Porque a mudança climática está alterando a circulação de maneiras que estamos apenas começando a entender, é lógico que o comportamento destas tempestades também mudam.
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"As influências humanas estão afetando a circulação global " , disse Kossin, descrevendo essas tempestades como se movimentando "bastante passivamente" com base nos ventos de nível médio.
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É possível que problemas de qualidade de dados, particularmente nas primeiras partes do registro utilizados no estudo, tenham influenciado alguns dos achados. No entanto, Kossin disse que as informações sobre tempestades tendem a ser mais confiáveis ​​na era pré-satélite, em comparação com outras medidas, como a intensidade das tempestades.


" Em geral, somos muito bons em estimar a localização de uma tempestade ", acrescentou Kossin.
Pouco antes desta nova pesquisa ter sido descoberta, foi publicado um estudo separado que usou modelos de computador para projetar possíveis mudanças em ciclones tropicais. Além disso, encontrou uma desaceleração na velocidade de avanço das tempestades enquanto o mundo esquenta, junto com taxas mais altas de precipitação. Kossin disse que essas descobertas de modelagem suportam evidências observacionais.
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Estamos vendo como o mundo muda? Podemos fazer algo sobre isso? De acordo com todos os novos estudos, eles sugerem que grandes mudanças estão vindo para a humanidade, e talvez seja hora de plantar o que estamos fazendo para sobreviver ao que está por vir. Deixe seu comentário abaixo!
Fonte: www.ufo-spain.com  
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VIAJANTE NO TEMPO: um homem que afirma vir do futuro passa pelo "teste da máquina da verdade"

VIAJANTE NO TEMPO

Um homem que dizia ser uma "viajante do tempo" e do futuro, ele passou por um teste "do detector de mentira detector", embora ele se recusou a responder a algumas das questões mais importantes.

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O homem, James Oliver , que afirma pertencer ao ano de 6491, concordou em responder a uma série de perguntas feitas pelo canal paranormal Apex Tv (You Tube): Oliver afirma que sua máquina do tempo sofreu um colapso. , forçando-o a parar em 2018.

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Entrevista de Oliver: "Extraterrestres e o alarme do aquecimento global"
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O entrevistador inicia o exame pedindo que Oliver confirme que ele é um verdadeiro " viajante do tempo " e a resposta é positiva. Quando perguntado sobre onde está sua máquina do tempo, o Sr. Oliver responde: "Eu não posso te dizer". Então ele continua, afirmando que seus anos "são diferentes" do que os nossos, em parte porque seu planeta natal está mais distante do sol do que a Terra.

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Ele adverte que o aquecimento global será um grande problema, explicando que o planeta se tornará "mais quente e mais quente": Oliver afirma que é um resultado combinado de emissões provocadas pelo homem e o fato de que o planeta Terra está em um período geológico. difícil .

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O entrevistador pergunta que medidas podemos tomar para combater o problema do aquecimento global, e Oliver diz que os EUA devem assumir o Tratado de Paris e imediatamente reduzir as emissões de carbono. No futuro, ele diz que o mundo terá um governo unido como a ONU, mas os países também terão seu governo e seus líderes.

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James Oliver diz que tem amigos "extraterrestre" e também fala sobre como nós temos todos os sistemas de inteligência artificial em nossas casas no futuro próximo, no entanto, a questão de quem seriam os futuros presidentes dos Estados Unidos, diz que ele não poderia responder: "Não Eu posso revelar isso com você, me desculpe. "

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O que falta mais do que o futuro? "Minha família e amigos", ele responde.

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Resultados dos testes e o vulcão Yellowstone

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De acordo com os resultados da máquina utilizada para a verdade, Sr. Oliver é sincero: o teste do detector de mentiras em que foi submetido chegam meses após as reivindicações feitas pelo homem no vulcão Yellowstone  :  "Eu seria muito cauteloso sobre o vulcão Yellowstone, porque todos sabem que é adiada por cerca de 600.000 anos e uma erupção desse tamanho iria devastar 's os EUA o maior problema de uma erupção como esta é que ele irá produzir uma enorme quantidade de cinzas na atmosfera e fazer com que o bloco de transporte ".

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James não é o primeiro viajante a afirmar que ficou "preso" neste ano:  Alexander Smith disse que estava em uma missão no ano 2118, e que no futuro o homem verá "máquinas voadoras" e ciborgues . Mesmo um jovem chamado Noah , disse que ele havia retornado do ano de 2030, em uma história convincente como o filme " Back to the Future ".

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A Terra não é oca. Entenda o porquê.

A Terra não é oca.
Você provavelmente já deve ter ouvido falar na Teoria da Terra Oca. Ela pressupõe que o interior da Terra é vazio e habitável e, supostamente, teria sido para onde os viajantes que fugiram do extinto continente de Atlântida. Muitos cientistas e arqueólogos acreditam na existência de tal continente, que foi citado pela primeira vez na história por Platão, conhecida figura da filosofia e matemática grega. Contudo, todos os estudiosos concordam em um ponto. Seus habitantes não conseguiram fugir das catástrofes climáticas que levaram o continente de Atlântida ao fundo do oceano.
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O livro A Terra Oca, de Raymond Bernard, lançado em 1969, relata a história de Richard Byrd, Vice-almirante da marinha dos Estados Unidos que, ao realizar um voo sobre o Polo Norte teria descoberto uma abertura para o centro da Terra. Bernard afirma ainda que Byrd teria encontrado uma vegetação tropical ao adentrar pela abertura no Polo e que, ao pousar, fora recebido pelos habitantes de tal terra, chamada então de Agharta. Tal lugar teria um sol central, que garantiria a sobrevivência de seus moradores. O autor afirma que tais relatos teriam sido tirados do diário-de-bordo do Almirante Byrd, fato que nunca foi confirmado, por isso não vou estender mais as explicações acerca desse folclore criado.
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Uma coisa é certa, a Terra NÃO é oca. E aqui vai as razões definitivas para isso:
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As ondas sísmicas geradas por terremotos, explosões atômicas ou outros tremores resultantes de causas naturais ou não, são catalogadas por Geocientistas, que medem com precisão sua velocidade, ângulo de incidência, intensidade e atenuação. A intensidade de um abalo sísmico vai depender da densidade do meio por onde a mesma viaja. Ou seja, vai depender da composição do que fica entre o lugar onde ele se origina até chegar a superfície do planeta. Isso permite gerar imagens do interior da Terra, chamados de tomografia sísmicas. Funciona basicamente da mesma forma que o radar de um morcego, que emite determinada frequência sonora e, a partir disso, consegue determinar possíveis árvores, barreiras ou montanhas a sua frente com grande precisão.
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Com as imagens geradas por essas tomografias, conseguimos determinar que a Terra possui três camadas principais:
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1ª camada: possui cerca de 40km e é constituída de basalto e granito.
2ª camada: um manto de rochas de menos densidade, que mede cerca de 3.200km .
3ª camada: 6.400km de um núcleo central a base de ferro e níquel. A parte externa deste núcleo é líquida e, ao se movimentar, gera correntes elétricas, criando o campo magnético da Terra.
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As tomografias sísmicas são muito reveladoras. Descobriu-se, por exemplo, que o núcleo da Terra não é uma esfera lisa como imaginávamos e sim um aglomerado de montanhas de muitos quilômetros de altura com vales com seis vezes a profundidade do Grand Canyon.
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Esses argumentos são testados, comprovados e irrefutáveis. Ainda assim, sempre haverá aqueles que defenderão a Teoria da Terra Oca. Mas não os culpo. Esse tipo de folclore ganha força na esperança das pessoas de alcançarem uma civilização mais avançada tecnologicamente e socialmente. Pelo sonho de um mundo sem problemas como a fome e a violência. Mas não deixe se enganar, não ignore os fatos. Com certeza existem muitas coisas que os governos nos esconde, mas um mundo habitado dentro do nosso planeta não é um deles.
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A humanidade está mostrando sinais de libertação, diz Keanu Reeves

A humanidade está mostrando sinais de libertação, diz Keanu Reeves

Uma guerra está sendo travada que moldará o futuro da existência humana e do mundo que deixaremos para nossos filhos, de acordo com Keanu Reeves, que diz que ele está ‘silenciosamente otimista’ sobre o futuro, porque “a humanidade está mostrando sinais de se libertar da matriz (matrix)”.

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Keanu disse enquanto filmava o deserto de Mojave:

A raça humana foi escravizada por milhares de anos. Somos mantidos em uma prisão mental por elites sombrias e sociedades secretas que fizeram tudo o que puderam para nos suprimir e nos impedir de alcançar nosso potencial.

Mas o astro do filme da Matrix, que estava filmando cenas do comercial do Squarespace que foi levado ao ar no Super Bowl, diz que a matriz do mundo real está começando a se libertar:

A humanidade está mostrando sinais de libertação da matriz. Que tempo para se estar vivo! Estamos vivendo momentos empolgantes.

Explicando que ele tem estudado textos antigos, incluindo o Vedanta e o Upanixade,aprendendo sobre a natureza da realidade, Keanu disse:

Sim, claro, há muitas pessoas ainda interessadas em se manter atualizadas sobre as Kardashians, mas uma significativa parte da população acordou.

Mais importante ainda, há uma guerra que está sendo travada entre nossos mestres soberanos e aqueles que desejam nos libertar.

O que é a matriz (matrix)?

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Keanu Reeves diz que a matriz é um universo holográfico projetado para nós por aqueles que desejam nos controlar. A humanidade foi suprimida e controlada dessa maneira por milênios. Pensamos que é real, mas, na verdade, é apenas um filme que é jogado na consciência coletiva, apresentando-se como ‘realidade’.

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Keanu Reeves não está sozinho em acreditar que a humanidade tem vivido em uma matriz por milhares de anos.

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Algumas das pessoas mais ricas e influentes do mundo estão convencidas de que estamos vivendo em uma simulação de computador. Pelo menos dois dos bilionários tecnológicos do Vale do Silício estão despejando dinheiro em esforços para livrar os seres humanos da simulação em que eles acreditam que estamos vivendo.

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Elon Musk acredita que as chances de não estarmos vivendo em uma simulação computacional no estilo Matrix são de ‘bilhões para um’.

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Tad Friend escreve para o The New Yorker:

Muitas pessoas no Vale do Silício ficaram obcecadas com a hipótese da simulação, o argumento de que o que experimentamos como realidade é de fato fabricado em um computador.

Dois bilionários da tecnologia chegaram foram adiante e se envolveram secretamente com cientistas para que pudessem nos fazer sair da simulação.

Mas Keanu Reeves acredita que os garotos do Vale do Silício estão levemente errados a respeito de libertar da matriz. Ele tem um conselho para os bilionários da tecnologia:

Coloquem suas carteiras de volta nos bolsos. Isso não tem nada a ver com dinheiro ou computadores. É uma mudança espiritual que precisa ocorrer, não um ‘hack‘.

De acordo com Keanu, essa mudança espiritual está ocorrendo. As pessoas estão cansadas de guerras desnecessárias, liderança totalitária e controle autoritário. As pessoas estão acordando para o que é realmente importante na vida.

Eu acho que as pessoas estavam realmente assustadas, o mundo estava terminando até, você sabe, muito recentemente. Sentia-se como se as coisas estivessem fora de controle. Perdemos qualquer esperança de poder nos salvar das forças das trevas do mundo.

Mas apenas abra seus olhos por um minuto e veja o que está acontecendo. É surpreendente. Pessoas como Trump estão levantando o véu em uma surpreendente teia de manipulação interconectada.

Ame-o ou deteste-o, ele está permitindo que a humanidade desperte do sono, e vejam que as mesmas pessoas, as mesmas sociedades secretas, a Nova Ordem Mundial, estão ativamente controlando nossas vidas e suprimindo nossa verdadeira habilidade.

Mas as pessoas estão lentamente acordando. É hora de retomar nosso poder infinito e abrir as portas da prisão mental que fomos incentivados a construir para nós mesmos. Não é uma coisa fácil de fazer, mas é hora de entrar na luz da liberdade.

(Fonte) | Ovni Hoje

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Nota do Autor: Enquanto Keanu vê o povo acordando, no Brasil vemos os carnavais e o funk se proliferando, mas força na peruca e seguimos informando…

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Conheça mais sobre Nephilim: uma espécie híbrida que habitou a Terra

nephilin a origem
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Os Nephilim eram uma raça de gigantes que veio a dominar antes do Grande Dilúvio; esses seres misteriosos são referidos em textos antigos como gigantes, descendentes dos anjos caídos. Eles foram o produto de relações ilícitas entre anjos caídos e mulheres humanas antes do dilúvio e Arca de Noé.
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A palavra 'Nephilim' é a pronúncia não traduzida do hebraico não traduzido. Nephilim: falecido caído: um tirano ou bully, gigante e, em alguma tradução inglesa, os Nephilim são referidos como gigantes. Curiosamente, na Septuaginta Grega 'Nephilim' foi usado para descrever gigantes.
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No entanto, o nome "Nephilim" também é freqüentemente usado quando descreve a raça dos gigantes que habitaram Canaã no tempo da conquista israelita de acordo com Números 13:33.
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Há uma confusão considerável em torno desses seres misteriosos que, segundo os textos antigos, eram reais e habitavam a Terra no passado distante.
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Olhando para textos antigos, notaremos que na Bíblia hebraica, a palavra "Nephilim" ocorre em duas ocasiões, ambas as vezes na Torá, sendo a primeira em Gênesis 6: 1-4, antes da história da arca de Noé, e o segundo em Números 13: 32-33 quando os espiões enviados a Canaã relataram ter visto "gigantes temíveis".
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Gênesis 6: 4: Os nefilim estavam na terra naqueles dias, e também depois disso, quando os filhos de Deus entraram nas filhas dos homens e lhes deram filhos; o mesmo eram os homens poderosos que eram antigos, os homens de renome.
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Números 13:33 E lá vimos os nefilins, os filhos de Anac, que vieram dos nefilins, e nós estávamos à nossa vista como gafanhotos e assim ficamos à sua vista ".
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Olhando para a definição de Nephilim, é difícil entender a natureza desses seres desde Gênesis 6: 4 torna difícil entender e diferenciar se esses seres são de fato os "filhos de Deus" ou seus descendentes, que são os "homens poderosos" de idade, homens de renome ".
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Talvez seja óbvio interpretar os Nephilim como eles são descritos: uma corrida híbrida entre DOIS SERES DISTINCOS. Isso nos leva a uma das questões mais importantes e controversas ao falar sobre Nephilim: elas eram uma espécie extraterrestre híbrida? Bem, de acordo com os fatos acima, a resposta é um som retumbante!
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A maioria dos autores concordará firmemente que os Nephilim eram, de fato, uma raça híbrida entre os "anjos caídos" chamados  Benei Ha'Elohim  ("Filhos de Deus") em hebraico, o que significa que esses seres não eram nativos da Terra, mas sim, na verdade, seres celestiais, descendentes dos anjos caídos.
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Curiosamente, em muitos textos religiosos antigos, os Nephilim são referidos como Gigantes ou Titãs, enquanto muitos outros textos antigos não conseguiram explicar o que esses seres eram.
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Na Bíblia, ele afirma claramente (e é usado como uma interpretação tradicional) que "seres celestiais" se acasalavam com humanos; uma reivindicação extremamente controversa rejeitada por muitos.
No livro de Enoque, os seguintes textos são usados ​​para descrever o Nephilim:
"Aconteceu depois que os filhos dos homens se multiplicaram naqueles dias que as filhas nasceram para eles, elegantes e lindas. E quando os anjos, os filhos do céu, os contemplaram, ficaram apaixonados deles, dizendo-se: "Venha, selecionemos para nós esposas da progênie dos homens, e criemos filhos". Então, o líder Samyaza disse Para eles, "receio que você possa estar indisposto no desempenho desta empresa; E que eu sozinho sofrere por um crime tão doloroso ".
Mas eles responderam e disseram: "Todos nós juramos!"
E nos comprometemos com as execrações mútuas de que não mudaremos nossa intenção, mas executaremos nosso empreendimento projetado. Então eles juraram todos juntos e todos se encadearam por execrações mútuas. Seu número inteiro era duzentos que desciam sobre Ardis, que é o topo do monte Armon.
Aquela montanha, portanto, se chamava Armon, por terem jurado sobre ela e se amarrarem por execrações mútuas. [Mt. Armon, ou Mt. Hermon, deriva seu nome da palavra hebraica herem, uma maldição.]
Estes são os nomes dos seus chefes: Samyaza, que era seu líder, Urakabarameel, Akibeel, Tamiel, Ramuel, Danel, Azkeel, Saraknyal, Asael, Armers, Batraal, Anane, Zavebe, Samsaveel, Ertael, Turel, Yomyael, Arazyal. Estes eram os prefeitos dos duzentos anjos, e o restante estava tudo com eles.
Então eles levaram esposas, cada uma escolhendo para si mesmo; a quem eles começaram a se aproximar, e com quem eles conviviam; ensinando-lhes feitiçaria, encantamentos e a divisão de raízes e árvores.
E as mulheres que concebeu trouxeram gigantes,
Qual a estatura de cada trezentos côvados. Estes devoraram tudo o que o trabalho dos homens produziu; até se tornar impossível alimentá-los;Quando se entregaram contra os homens para devorá-los; E começaram a ferir aves, animais, répteis e peixes, para comer sua carne um após o outro e beber seu sangue. Sua carne um após o outro. [Ou, "a carne do outro". RH Charles observa que esta frase pode referir-se à destruição de uma classe de gigantes por outra.]
Então a terra repreendeu os injustos.
Além disso, Azazyel ensinou os homens a fazer espadas, facas, escudos, couraças, fabricação de espelhos e fabricação de pulseiras e ornamentos, o uso de tinta, o embelezamento das sobrancelhas, o uso de pedras de todos os tipos valiosos e selecionados e de todos os tipos. de corantes, para que o mundo se altere.
Implência aumentou; A fornicação se multiplicou, e transgrediram e corromperam todos os seus caminhos.
Amazarak ensinou todos os feiticeiros e divisores das raízes: as armaduras ensinavam a solução da feitiçaria; Barkayal ensinou os observadores das estrelas, Akibeel ensinou sinais; Tamiel ensinou astronomia, e Asaradel ensinou o movimento da lua,
E os homens, sendo destruídos, gritaram; e sua voz chegou ao céu. "- Enoque 6-7.
De todos os itens acima mencionados, podemos entender isso, embora existam numerosos documentos que fazem referência ao Nephilim, é claro que esses seres não eram nativos da Terra e eram, de fato, uma espécie híbrida, apenas metade da natureza humana.
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Um terço dos Humanos ascenderá à 5ª Dimensão: Você já está sentindo as Mudanças?

Um terço dos Humanos ascenderá à 5ª Dimensão
Estamos passando por um período turbulento em termos de vibração planetária. Desde há um ano, acentuou cada vez mais nossa dimensão. Há pessoas que sentem a energia de forma positiva e negativa.
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As sensações que essas pessoas podem sentir, por exemplo, podem ser náuseas, desconforto físico e que toda a comida se sente mal, se sente pesada e com um corpo ruim em geral.
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Na verdade, estamos nos preparando para uma mudança de energia iminente em um nível planetário, que vem pouco a pouco, mas, infelizmente, nem todas as pessoas sentem isso. Muitos vão sentir isso nos próximos dois anos, então, se você é um dos poucos que sentem essas sensações, você deve se considerar privilegiado.
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Eu digo isso porque a sua sensibilidade está aumentando, e de acordo com a ciência quântica, as pessoas que estão nesse nível estão trabalhando em um nível inconsciente para entrar no terceiro da humanidade que ascenderá à quinta dimensão, ou seja, você será capaz de para continuar sua vida presente e a vida das futuras encarnações no planeta Terra que está por vir.
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A Terra da nova era, viveremos um período de grande quantidade de luz, porque a vibração está mudando, e isso para aqueles que estão atualizados não é nada novo, diz-se que na nova vida terrestre nessa o planeta não será mais um mundo repleto de provações e expiação, como aquele em que estamos, e isso se tornará um mundo de regeneração.
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Não haverá mais dor ou sofrimento, no futuro próximo, tudo será mais leve. A água e a luz solar serão a base de energia do novo ser humano.
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Teremos um sentimento de saciedade aparente, o que nos fará comer apenas o que é necessário. O motivo da mudança vibratória não é senão fazer a humanidade perceber que a vida é muito mais do que a dor e o sofrimento. Tudo está por vir e o melhor ainda está por vir.
O conceito de "terceira dimensão" refere-se à parte mais material da realidade. No entanto, isso não significa que o mundo material tenha três dimensões. Na realidade, tem infinito.
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A quarta dimensão é um estado de consciência em que percebemos a nossa parte mental e emocional, além do mundo físico que nos rodeia. Com esta definição, é evidente que todas as pessoas estão na quarta dimensão, porque, em maior ou menor grau, todos percebem seus sentimentos e seus pensamentos.
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A passagem da quarta para a quinta dimensão é semelhante à passagem do terceiro para o quarto: não significa que existam cinco dimensões, mas que uma outra faceta da existência é percebida. Cada vez que você se move para uma nova dimensão, isso significa que a consciência se expande e você percebe um novo aspecto da realidade que você não viu antes. E, no caso da quinta dimensão, esse novo aspecto é a unidade entre todas as coisas
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A terceira dimensão é a consciência do mundo físico em toda sua amplitude. A quarta dimensão é a consciência das emoções e pensamentos de cada ser vivo no nível individual. E a quinta dimensão é a consciência de que tudo é uma unidade.
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É a dimensão do amor incondicional e a unidade entre tudo o que existe. É por isso que muitas vezes é dito que, a partir da quinta dimensão, as dimensões desaparecem. Na quinta dimensão, tudo é um.
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Embora na realidade, essa maneira de expressá-lo não é correta. Não é que na quinta dimensão tudo é um. Tudo é sempre um. Estar na quinta dimensão é uma maneira de dizer que nossa visão se expande e percebe que tudo é um. É uma grande mudança de consciência.
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Para conseguir isso, não se trata apenas de entender no nível intelectual que todos somos um só, mas de realmente vê-lo e sentir sem dúvida que é assim. Parece um passo distante, mas na realidade estamos muito próximos. Há muitas pessoas neste mundo que começaram a dar esse passo. E você está neste grupo.
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Você é parte do avanço que leva a humanidade ao amor incondicional da quinta dimensão. Mas você já sabia disso, não é?
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Lilith, mencionada em Is 34:11, seria a primeira mulher de Adão? saia da ignorancia e saiba a verdade de quem era Lilith

lilith a lenda de lilith

 [hebr.: tahh·más; kohs (mocho); yan·shúf (mocho-orelhudo); ʼó·ahh (corujão)].
Ave de rapina noturna, mencionada várias vezes no relato bíblico. Antigamente considerada parte da família dos falcões, as corujas são hoje geralmente associadas com outras aves que se alimentam à noite, tais como uma espécie de bacurau e o curiango, ou noitibó.
A coruja tem bico curto, curvo, e fortes garras aduncas, parecidas às do falcão, mas difere por ter uma cabeça larga, grandes olhos e orelhas, bem como em cada pé um dedo reversível, de modo que, ao passo que os outros dedos apontam para a frente, este dedo externo pode ser virado para fora ou mesmo para trás, habilitando assim essa ave a agarrar firmemente objetos diversos. 
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Os olhos grandes, com sua íris que se expande, aproveitam ao máximo possível a fraca luz à noite, e, dessemelhante da maioria das outras aves, ambos os olhos da coruja encaram a frente, habilitando-a a ver um objeto com ambos os olhos ao mesmo tempo. 
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Sua plumagem macia é uma mistura de matizes de marrom, cinza, preto e branco, com uma intricada disposição das penas, e geralmente dá ao corpo da ave a impressão de um volume exagerado. Segundo um artigo na revista Scientific American (abril de 1962, p. 78), as asas da coruja são ultrassonicamente silenciosas; a penugem nas superfícies superiores e as franjas plumosas nas bordas dianteiras e traseiras das asas evidentemente servem para reduzir a turbulência do fluxo de ar. 
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Assim, a coruja investe sem barulho através da escuridão e mergulha silenciosamente sobre a sua insuspeita presa, matando principalmente roedores, embora algumas também comam aves menores e insetos. Os gritos da coruja vão desde um guincho estridente até um som retumbante.
A palavra hebraica tahh·más denota uma espécie de coruja e está incluída na lista das aves ‘impuras’. (Le 11:13, 16; De 14:15) Esta palavra hebraica, aparentada com um verbo que significa “fazer violência”, é apropriada para a coruja, que vive da caça de pequenos roedores e aves. Esta espécie de coruja tem sido identificada com o mocho-pequeno-de-orelhas (Otus brucei).
Igualmente incluída entre as aves ‘impuras’ está a hebraica kohs, palavra vertida por alguns como “mocho”, e designada como Athene noctua. (De 14:16, ALA, CBC, NM; veja também Lexicon in Veteris Testamenti Livros [Léxico dos Livros do Velho Testamento], de L. Koehler e W. Baumgartner, Leiden, 1958, p. 428.) Este mocho (conhecido hoje também como mocho-galego), de uns 25 cm de comprimento, é uma das corujas mais difundidas na Palestina, encontrada em moitas, olivais e ruínas desoladas. 
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O salmista, na sua solitária aflição, sentiu-se como “o mocho dos lugares desolados”. (Sal 102:6) Apropriadamente, o nome árabe desta variedade de coruja significa “mãe de ruínas”.
Outra ave alistada na Lei mosaica como ‘impura’ é a hebraica yan·shúf, nome considerado por alguns como indicando um som de “bufo” ou “forte sopro” (a palavra hebr. para “sopro” é na·sháf). Outros a relacionam com o “crepúsculo” (hebr.: né·shef), como indicando simplesmente uma ave noturna. (Le 11:17; De 14:16) Lexicon in Veteris Testamenti Libros (p. 386) identifica esta ave com o “mocho-orelhudo” (Asio otus). 
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O mocho-orelhudo, uma ave pequena de uns 38 cm de comprimento, é chamado assim por causa de tufos eréteis de penas semelhantes a orelhas em ambos os lados da sua larga cabeça. Freqüenta áreas arborizadas e desoladas, e é descrito como uma das criaturas a habitar as ruínas de Edom. — Is 34:11.
Predisse-se que as casas abandonadas nas ruínas de Babilônia ‘encher-se-iam de corujões [plural de ʼó·ahh]’. (Is 13:21) Estas circunstâncias e o nome hebraico, entendido como indicando uma criatura que “uiva” com um pio plangente, se ajusta bem ao corujão. 
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Alguns identificariam ʼó·ahh com o Bubo bubo aharonii, uma variedade de corujão que habita as regiões desérticas da Palestina. Todavia, a identificação com o corujão egípcio (ou de deserto escuro) (Bubo bubo ascalaphus), encontrado desde o Marrocos até o Iraque, harmoniza-se bem com o lugar registrado na profecia de Isaías 13. 
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O corujão é a maior e mais forte das corujas destas regiões. Seu grito é um alto, prolongado e forte pio. Igual a outras corujas, à noite, seus grandes olhos têm um brilho luminescente, vermelho-amarelado, quando refletem luz, e, junto com seu grito lamentoso, esta característica sem dúvida contribuiu para ele servir de símbolo de mau agouro entre supersticiosos povos pagãos.
Alguns peritos acreditam que o termo li·líth, usado em Isaías 34:14 como estando entre as criaturas que freqüentariam as ruínas de Edom, aplica-se a algum tipo de coruja. Diz-se que o nome é hoje usado “para Strix, a coruja fulva”. (The Interpreter’s Dictionary of the Bible [O Dicionário Bíblico do Intérprete], editado por G. A. Buttrick, 1962, Vol. 2; p. 252)
Todavia, veja o artigo CURIANGO (NOITIBÓ).
Curiango (noitibó)
[hebr.: li·líth].
Criatura que aparece na descrição da completa desolação de Edom e das coisas que habitariam suas ruínas. (Is 34:14) A palavra hebraica tem sido traduzida de forma diversa por “corujas” (PIB), “fantasmas” (ALA), “curiango” (NE, NM) e “espectro noturno” (CBC), ao passo que A Bíblia de Jerusalém prefere simplesmente transliterar o nome como “Lilit”.
Muitos peritos esforçam-se a mostrar que o termo hebraico é uma palavra tomada do antigo sumeriano e acadiano, e que deriva do nome duma mitológica demônia do ar (Lilitu). O Professor G. R. Driver, porém, considera que a palavra hebraica (li·líth) deriva dum radical denotando “toda espécie de movimento de torcedura ou objeto retorcido”, assim como a palavra hebraica lá·yil (ou laí·lah), significando “noite”, sugere “enrolar-se ao redor de ou envolver a terra”. Esta derivação de li·líth, sugere ele, provavelmente indica o curiango (ou noitibó), tanto como ave que se alimenta à noite, como notável pelo seu rápido vôo de contorsão e reviravolta, ao perseguir traças, besouros e outros insetos de vôo noturno. Conforme citado por Driver, o naturalista Tristram descreveu os curiangos como “bem ativos ao anoitecer, quando caçam como o falcão a grande velocidade e dão intricadas reviravoltas ao procurar seu alimento”. — Palestine Exploration Quarterly (Revista Trimestral Sobre a Exploração da Palestina), Londres, 1959, pp. 55, 56.
O curiango tem quase 30 cm de comprimento, com uma envergadura de 50 cm, ou mais; sua plumagem se parece à da coruja, macia e delicadamente salpicada de cinza e marrom. As penas macias das asas permitem um vôo sem ruído. Sua grande boca evidentemente é o motivo de ser também chamado de munge-cabra, uma antiga lenda sustentando que a ave mamava o leite das cabras.
Quanto à probabilidade de a ave ser encontrada na região árida de Edom, sabe-se que certas variedades desta ave habitam lugares incultos. Um noitibó egípcio (Caprimulgus aegyptius) vive quase que exclusivamente no deserto, ocupando bosquetes de acácias e de tamargueiras, buscando seu alimento no crepúsculo. Outro (Caprimulgus nubicus) é encontrado à beira do deserto entre Jericó e o mar Vermelho, portanto, em regiões parecidas à de Edom.

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Exercícios para o Cérebro, Ilusão de Ótica e Trava-Línguas

Com certeza 99,99% dos leitores deste blog já foram a algum mecanismo de busca, recebeu por email ou visitou algum site que trate de ilusão de ótica. Esse é um dos assuntos mais curiosos, pois é através de truques da mente que enganamos nossa visão.
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Trouxemos, então, alguns exercícios para o cérebro que brincam com ilusões de ótica. É muito divertido participar e ainda, como todo exercício mental, estimula seu cérebro e melhora sua memória. Confira abaixo alguns exercícios para o cérebro e divirta-se!
O Primeiro deles, é o já famoso troca-letras, que prova que a ordem das letras não importa tanto na leitura das palavras.
troca-letras
O exercício seguinte, da troca de letras por número, mostra o quanto o cérebro da gente se adapta e reforça a idéia do exercício acima.
35t3-p3qu3n0
Agora, vem uma série que desafia nosso cérebro. De cara, parece que temos apenas uma letra ou número inserida repetidamente, mas você seria capaz de encontrar um número ‘6’ no meio desse monte de ‘9’s?
9-6
E quanto a dois ‘B’s dentre os ‘R’s?
R-B
Um número ‘1’ entre os ‘i’s.
i-1
Um ‘N’ entre os ‘M’s.
m-n
Um ‘Q’ entre os ‘O’s.
o-q
E agora, o mais interessante. Veja se você consegue dizer a sequência de cores abaixo. Mas preste atenção!!! Você não pode ler as palavras, mas apenas dizer quais são as cores que você está vendo em sequência rapidamente.
cores
Além destes, o treinamento dos trava-línguas também fazem um exercício interessante. Além de serem super divertidos. Veja alguns:
- O sabiá não sabia. Que o sábio sabia. Que o sabiá não sabia assobiar.
– A aranha arranha a rã. A rã arranha a aranha. Nem a aranha arranha a rã. Nem a rã arranha a aranha.
– Casa suja, chão sujo.
– A batina do padre Pedro é preta.
– É muito socó para um socó só coçar.
– Um ninho de mafagafos, com cinco mafagafinhos, quem desmafagafizar os mafagafos, bom desmafagafizador será.
– Fala, arara loura. A arara loura falará.
– Três pratos de trigo para três tigres tristes.
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Caçadores de aventuras, por que essa atração fatal?

gladiadores retratados
NA ROMA antiga, uma arena estava lotada com 50.000 pessoas ansiosas, cuja expectativa havia aumentado à medida que se espalharam anúncios mencionando: “Aventuras emocionantes que não se pode perder.”
Embora shows de mágica, pantomimas, palhaços e comédias ainda atraíssem multidões aos teatros locais, os espetáculos nas arenas eram bem diferentes. O desconforto dos assentos duros e as preocupações do cotidiano logo eram esquecidos durante os eventos emocionantes que aconteciam bem diante dos olhos dos espectadores.
Vinham os cantores, seguidos do sacerdote devidamente trajado. Daí, como num cortejo, portadores de incenso carregavam ídolos que representavam deuses e deusas, os quais eram levantados bem no alto para todos verem. Essa liturgia dava a impressão de que o evento tinha a bênção divina.
Animais trucidados
Então, as grandes e divertidas apresentações estavam para começar. Primeiro, avestruzes e girafas — animais que muito poucos da assistência já tinham visto — eram soltas na arena sem nenhuma chance de escapar. Dezenas de arqueiros usavam suas flechas para trucidar os indefesos animais, do primeiro ao último, para a alegria dos espectadores sedentos de emoção.
Às multidões vibrantes se apresentava o próximo espetáculo: uma batalha de vida ou morte entre dois enormes elefantes em cujas presas estavam fixados ferros longos e pontiagudos. Ouvia-se uma salva de estrondosas palmas quando um dos poderosos animais caía mortalmente ferido na areia encharcada de sangue. Essa cena apenas aguçava o apetite dos espectadores para o espetáculo principal que viria logo a seguir.
O espetáculo principal
As multidões sedentas de emoção ficavam de pé para receber os gladiadores que entravam na arena saudados por toques de trombeta. Alguns vinham equipados com espadas, escudos e capacetes de metal ou com punhais, ao passo que outros usavam relativamente pouca roupa e quase nenhuma arma. Sua luta era corpo a corpo; não raro a morte vinha para um ou ambos e com isso a platéia vibrava. Registros mostram que em um desses eventos morreram 5.000 animais em 100 dias. Em outro espetáculo, 10.000 gladiadores foram mortos. Mesmo assim, o público queria mais.
Criminosos e prisioneiros de guerra supriam a força básica e constante para a realização dos jogos. No entanto, conforme certa fonte declara, “eles não deviam ser confundidos com o grupo de gladiadores habilidosos que lutavam com armas, que ganhavam fortunas e que não estavam sentenciados à prisão perpétua”. Em alguns lugares, os gladiadores freqüentavam escolas especiais para aprender a arte da luta corporal. Com a adrenalina correndo solta, eles se empolgavam com a emoção de praticar o esporte e com sua atração fatal. O forte desejo de lutar outra vez era a paixão predominante. “Era considerado um gladiador muito bem-sucedido aquele que completasse a carreira com 50 lutas antes de se aposentar”, conclui uma fonte.
Tourada
O mundo hoje já está vivendo num novo milênio, mas fica evidente que as mesmas fortes paixões estão no coração de muitas pessoas atraídas a esportes e aventuras radicais, especialmente os que desafiam a morte. Por exemplo, as touradas são populares na América do Sul e no México há séculos, e atualmente vêm ganhando ímpeto na América Latina, em Portugal e na Espanha.
Segundo notícias, existem cerca de 200 arenas no México e mais de 400 na Espanha. Uma delas, no México, acomoda 50.000 pessoas. É comum ficarem lotadas de pessoas que vão assistir à demonstração de bravura de um homem contra as investidas dum touro. A qualquer sinal de covardia da parte dos toureiros, a multidão zombeteira demonstra seu descontentamento.
Ultimamente, até mulheres têm-se tornado toureiras, ganhando milhões de dólares para matar touros. Em uma entrevista para a televisão, uma delas declarou que nada poderia satisfazer mais sua paixão por emoções do que estar numa arena enfrentando as investidas dum touro, não obstante a ameaça sempre presente de ser escorneada até a morte.
Corrida de touros
“A multidão faz quatro fileiras em frente à Casa Sixto na Calle Estafeta de Pamplona, e o barulho é ensurdecedor”, declarou um relatório. “A conversa é multilíngüe: basco, castelhano, catalão e inglês.” Logo cedo, as pessoas já ficam a postos para presenciar o acontecimento. Os touros usados nas touradas ficam em currais a menos de um quilômetro da arena.
Os portões dos currais são abertos todas as manhãs nos dias em que haverá tourada à noite, para que seis touros, mais um de reserva, corram soltos. Os touros que correm em direção à arena passam por ruas ladeadas de construções, e barricadas impedem que entrem em ruas laterais. A corrida leva dois minutos se tudo der certo.
Anos atrás, desafiando o perigo, homens queriam testar suas habilidades ao tentar ultrapassar os touros na corrida. Muitos ainda tentam fazer isso todos os anos e com o tempo essa corrida se tornou um acontecimento internacional. Alguns ficaram gravemente feridos, já outros foram escorneados até a morte. “Se você acha que pode deixá-los para trás na corrida”, comenta um corredor, “está cometendo um grande erro”. Segundo a Cruz Vermelha espanhola, em um período de 20 anos houve “uma média de um ferimento por dia causado por chifres”. Outras 20 a 25 pessoas por dia foram tratadas por causa de ferimentos.
Por que essa atração fatal? Um corredor responde: “Os segundos em que você está lá, bem ao lado deles, sentindo o odor deles, ouvindo o estalar dos cascos no chão e vendo os chifres subindo e descendo a uma curta distância — aí é que está a verdadeira emoção.” A multidão vibrante incentiva os corredores. Ficam alguns dos espectadores decepcionados caso não assistam a uma escorneada fatal ou não presenciem um corredor sendo jogado para o alto pela investida de um touro de 680 quilos? Será que o derramamento de sangue não tem para eles o mesmo encanto que tinha para os presentes nas arenas romanas?
Fascínio pela morte
Daí, há os que têm um fascínio pela morte de outras maneiras. É o caso de motociclistas acrobatas que desafiam a morte e se arriscam a ficar gravemente feridos quando pulam, por exemplo, 50 carros estacionados lado a lado, diversos ônibus ou um desfiladeiro largo. Certo acrobata desse gênero relatou que havia quebrado 37 ossos e ficara em coma por 30 dias. Ele disse: “Braços ou pernas quebrados não significam mais nada para mim. . . . Já passei por doze grandes cirurgias de redução aberta de fraturas. É daquelas que eles abrem você e colocam uma chapa ou um parafuso. Acho que já colocaram em mim uns 35 ou 40 parafusos a fim de segurar os ossos. Estou sempre indo a hospitais por causa disso.” Certa vez, quando ele se machucou num ensaio para uma apresentação e não foi possível realizar sua façanha de saltar sobre carros, a multidão ficou decepcionada e vaiou.
Diversos caçadores de aventuras praticam esportes radicais — incluindo proezas que desafiam a morte como escalar as paredes externas de um arranha-céu sem equipamento de segurança, praticar o snowboard numa montanha de 6.000 metros de altura, praticar o bungee jump de torres e pontes altas, pular de pára-quedas amarrado a outra pessoa ou escalar montanhas íngremes cobertas de gelo apenas com picaretas nas mãos. “Normalmente perco de três a quatro amigos por ano”, lamentou uma alpinista de gelo. Essas são apenas algumas das aventuras arriscadas que se tornaram populares no mundo dos esportes. “É a possibilidade de uma tragédia que torna os esportes radicais tão atraentes”, declarou um escritor.
“Até os esportes mais radicais estão presenciando um crescimento súbito”, escreveu U.S.News & World Report. ‘Não existia em 1990 o sky surfing (surfe aéreo), em que pára-quedistas experientes em queda livre fazem acrobacias a 4.000 metros de altura, com os pés afixados numa prancha de grafite; agora esse esporte tem milhares de aficionados. Outro esporte, conhecido como BASE jump — em inglês, as letras iniciais de building (prédio), antenna (antena), span (vão de ponte) e earth (nesse caso, aplicado a monte) —, foi oficialmente estabelecido em 1980. Hoje, esse esporte atrai centenas de pessoas que saltam de pára-quedas — geralmente de forma ilegal e à noite — de objetos fixos, como torres de antena de rádio ou pontes.’ Esse esporte já tirou dezenas de vidas. “A possibilidade de alguém se ferir é pequena quando se pratica o BASE jump”, comentou um praticante experiente: “Você sai ou vivo ou morto.”
Escalada em montanhas íngremes, valendo-se apenas de pequenas cavidades para apoiar os dedos das mãos e dos pés, está atraindo milhares de pessoas. Já existem comerciais na imprensa televisada e escrita que anunciam de tudo, desde caminhões até remédios para dor de cabeça, com alpinistas — atados apenas a uma fina corda — que mal conseguem se segurar na parede de uma montanha, tendo abaixo um precipício de centenas de metros. Relata-se que, em 1989, umas 50.000 pessoas nos Estados Unidos se arriscaram a praticar esse esporte pelo menos uma vez; mais recentemente, cerca de meio milhão de pessoas foram seduzidas por essa atração fatal — e o número vem crescendo no mundo todo.
Nos Estados Unidos, “uma quantidade cada vez maior de rapazes e moças morrem ou ficam mutilados ao participar em jogos novos e bizarros”, publicou a revista Family Circle. A vida de jovens vem sendo ceifada quando participam do “surfe de carro” — sair pela janela dum carro em alta velocidade e ficar em cima do teto ou ficar em cima dum elevador em movimento ou, ainda, o surfe de trem, que consiste em ficar sobre um trem em alta velocidade.
Nunca o monte Everest teve tanto destaque. Alpinistas sem grande experiência pagam até 65.000 dólares para ter acompanhamento que os leve ao topo. Desde 1953, mais de 700 alpinistas chegaram ao topo. Os corpos de muitos deles ficaram lá, porque não conseguiram descer. Certo jornalista escreveu que “os alpinistas competem entre si para estabelecer recordes de quem é o mais jovem, o mais velho e o mais rápido a vencer o Everest”. “Diferentemente de qualquer outro esporte”, comenta outro jornalista, “o alpinismo requer que seus praticantes estejam dispostos a morrer”. Será que é necessário o risco de uma tragédia para alguém demonstrar coragem? “Ter coragem não significa fazer coisas idiotas”, disse um alpinista veterano. Entre as “coisas idiotas”, ele alista “ ‘passeios aventureiros’ ao monte Everest com alpinistas despreparados”.
E por aí vai. A quantidade e os tipos de aventuras com risco de morte estão se tornando comuns no mundo todo e a imaginação é o limite dos dispostos a inventar novas experiências. Um psicólogo prediz que os esportes radicais, nos quais os praticantes vivenciam por uns momentos o limite entre a vida e a morte, “vão se tornar o tipo de esporte com maior número de praticantes e espectadores do século 21”.
Por que fazem isso?
Muitos esportistas radicais alegam que sua participação em proezas arriscadas é uma fuga do tédio. Aborrecidas com a rotina, algumas pessoas abandonaram o trabalho e tentaram uma nova carreira no mundo dos esportes radicais. “Comecei a saltar de bungee jump como uma maneira de esquecer o passado e começar uma vida nova”, disse uma delas. “Eu pulava e era como se dissesse para mim mesmo: ‘Problemas? Que problemas?!’ ” Uma revista informou: “Ele é um veterano; já fez 456 saltos — entre eles do El Capitan, no parque nacional de Yosemite, da ponte da baía de San Francisco e do bondinho mais alto do mundo, que fica na França.”
Outro praticante de esportes radicais declarou: “O tempo pára. Você não se preocupa nem um pouco com o que está acontecendo no mundo.” Ainda outro disse: “O que fazemos por puro prazer [que para muitos inclui uma recompensa monetária], outros não fariam nem se tivessem uma arma apontada para a cabeça.” A revista Newsweek comentou: “Todos eles são loucos por emoção.”
Psicólogos vêm fazendo pesquisas sobre a busca de aventuras. Um deles classifica os caçadores de aventuras como tendo personalidade “T”, de “thrills” em inglês, que significa “riscos, aventuras, emoções”. Ele comenta: “Há aqueles que se apegam aos dispositivos de segurança na vida — as regras, as tradições. As pessoas do tipo ‘T’ largam os dispositivos de segurança. Preferem criar seu próprio modo de vida.” Ele explica que pesquisas indicam que os de personalidade “T” têm duas vezes mais acidentes na estrada do que outros. “Os acidentes são a principal causa de morte entre os jovens, quase sempre porque se metem em situações perigosas por causa da necessidade que sentem de emoções.”
Cientistas e psicólogos admitem que não é normal alguém procurar praticar esportes que tenham alto risco de morte. O fato de alguns ficarem gravemente feridos, correr risco de morte, se recuperar após ter passado um bom tempo no hospital para depois continuar na busca de mais emoções fortes, indica que nem tudo vai bem com o raciocínio dessas pessoas. Mesmo assim, elas talvez sejam muito inteligentes.
Os especialistas ainda não sabem o que move os caçadores de aventuras a arriscarem a vida ou a integridade física. As respostas podem estar no cérebro. “Você não vai conseguir parar essa busca por emoções”, dizem eles, “mas pode-se tentar impedi-los de arriscar a vida. No mínimo, o que se pode conseguir é evitar que eles coloquem em risco a vida de outras pessoas”.
Arranjo: JTC 
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Mosaicos pinturas feitas com pedras

Mosaicos

O MOSAICO já foi chamado de “forma de arte bizarra”, de “notável” técnica de ornamentação e de uma das “formas de arte decorativa mais duradouras que sobreviveram desde a antiguidade”. Domenico Ghirlandajo, artista italiano do século 15, chamou-o de “pintura para a eternidade”. Qualquer que seja a sua opinião sobre essa arte, a história do mosaico é muito interessante.

O mosaico pode ser definido como decoração de superfície — piso, parede ou abóbada — com composições feitas de pequenas peças de pedra, de vidro ou de ladrilho. Desde a antiguidade, trabalhos de mosaico têm ornamentado pisos e paredes, e foram também utilizados na decoração de balneários, piscinas e fontes, lugares onde a umidade podia danificar formas de arte mais delicadas.

Existe uma grande diversidade de composições de mosaico. As variações vão desde pisos monocromáticos simples a desenhos em preto e branco, e de complexos padrões florais policromáticos a impressionantes composições figurativas.

Origem e desenvolvimento

Não se sabe ao certo quem inventou o mosaico. Na antiguidade, egípcios e sumérios adornavam suas construções com composições coloridas, mas ali essa arte parece ter desaparecido sem grandes mudanças. Considerando que diversos lugares — Ásia Menor, Cartago, Creta, Espanha, Grécia, Sicília e Síria — têm sido apontados como o berço do mosaico, certo escritor sugeriu a possibilidade de a técnica ter sido “inventada, esquecida e reinventada em diferentes épocas e lugares da região do Mediterrâneo”.

Antigas obras de mosaico, algumas do nono século AEC, eram feitas com pedrinhas lisas dispostas em composições simples. A variação de cores ficava por conta das pedras encontradas na região. As pedras em geral tinham de 10 a 20 milímetros de diâmetro, mas, para alguns detalhes mais elaborados, usavam-se pedrinhas de apenas 5 milímetros de diâmetro. No quarto século AEC, os artífices começaram a cortar pedras em pedaços menores, o que lhes permitia conseguir maior precisão nos detalhes. Cubinhos de pedra, ou tesselas, aos poucos substituíram as pedrinhas. As tesselas permitiam obter maior variedade de tons, eram mais fáceis de trabalhar e se adaptavam ao padrão requerido. As superfícies ficavam mais regulares e podiam ser polidas e enceradas para realçar as cores. No segundo século EC, pedacinhos de vidro colorido também eram amplamente utilizados, de forma que os mosaicistas dispunham de uma “paleta” bem mais variada.

No período helenístico (c. 300 AEC a 30 AEC) surgiram belíssimos quadros de mosaico. “As obras de mosaicistas gregos — que empregavam ampla variedade de cores e tesselas de até um milímetro cúbico — rivalizavam com as pinturas murais”, diz o livro Glossario tecnico-storico del mosaico (Glossário Técnico-Histórico do Mosaico). As cores eram usadas com habilidade para produzir efeitos sutis de luz, sombra, profundidade, volume e perspectiva.

As obras gregas se caracterizam por uma gravura central bastante elaborada — em geral reproduções de altíssima qualidade de alguma pintura famosa — emoldurada por cercaduras ornamentadas. Algumas gravuras eram feitas com tesselas tão pequenas e tão bem encaixadas que parecem ter sido feitas com pinceladas e não com pecinhas avulsas de pedra.

Mosaicos romanos

A grande quantidade de obras de mosaico encontrada na Itália e nas províncias do Império Romano faz com que muitos pensem que o mosaico é uma arte romana. “Centenas de milhares de pisos de mosaico têm sido encontrados em construções do período romano, desde o norte da Grã-Bretanha até a Líbia, da Costa do Atlântico até o deserto da Síria”, diz certa fonte. “Essa técnica peculiar está tão interligada à expansão da cultura romana que achados de obras de mosaico são considerados como uma evidência da presença romana no local.”

Contudo, quadros de mosaico multicolorido não atendiam à demanda do Império Romano nos seus primórdios. A grande expansão urbana no primeiro século EC levou a maior demanda de trabalhos de mosaico de execução mais rápida e mais barata. Isso estimulou o surgimento de mosaicos em que se empregavam apenas tesselas brancas e pretas. Houve uma produção em vastíssima escala e, de acordo com a Enciclopedia dell’arte antica (Enciclopédia de Arte Antiga) ‘em qualquer cidade do império, as casas abastadas invariavelmente ostentavam um trabalho de mosaico’.

Curiosamente, réplicas perfeitas de determinados padrões são encontradas em locais bem distantes um do outro. Isso sugere que equipes de artesãos — ou talvez livros com padrões de mosaico — se tenham deslocado de um lugar para outro. Caso desejasse, a pessoa podia encomendar um quadro de mosaico produzido numa oficina de mosaicistas. Depois de pronto, o quadro era transportado numa bandeja de mármore ou de terracota e fixado no local. Os demais trabalhos de mosaico eram feitos no próprio canteiro de obras.

Era preciso cuidadoso planejamento para ajustar os desenhos e as bordas no espaço concedido. Dava-se atenção especial à base e ao acabamento para que a superfície ficasse bem lisa e uniforme. A seguir aplicava-se uma fina camada de massa num espaço pequeno o suficiente para que as peças pudessem ser assentadas antes de a massa secar — talvez uma área de cerca de um metro quadrado. Às vezes se rabiscava um esboço na superfície para facilitar a execução. As tesselas eram cortadas no tamanho certo e o artesão começava a assentar as peças.

Uma a uma, as tesselas eram incrustadas na massa. Terminada uma área, jogava-se massa sobre a área adjacente, repetia-se o processo de assentamento, e assim sucessivamente. Os mestres artesãos trabalhavam nas partes mais difíceis, deixando as áreas mais simples para os ajudantes.

Mosaicos da cristandade

O mosaico começou a ser usado nas igrejas da cristandade no quarto século EC, principalmente em quadros representativos de cenas bíblicas que serviam para instruir os fiéis. As luzes bruxuleantes que refletiam nas tesselas douradas e de vidro colorido criavam uma aura de misticismo. O livro Storia dell’arte italiana (História da Arte Italiana) diz: “O mosaico era uma arte que combinava perfeitamente com a ideologia da época, que sofreu grande influência do  . . . neoplatonismo. O mosaico é uma arte transcendente em que a matéria bruta se transforma em pura espiritualidade, luz e forma.” Um conceito bem distante da forma de adoração simples ensinada por Jesus Cristo, o fundador do cristianismo! — João 4:21-24.

Igrejas bizantinas exibem impressionantes trabalhos de mosaico. Há templos cujo interior — paredes e abóbada — é quase que inteiramente revestido de tesselas. Em Ravena, Itália, é possível apreciar as chamadas “obras-primas de mosaico cristão”, onde predomina o fundo de ouro, representando a luz divina e a inacessibilidade mística.

O mosaico continuou a ser bastante usado nas igrejas da Europa Ocidental no decorrer da Idade Média e ganhou excelência no mundo islâmico. Na Itália renascentista, oficinas de mosaicistas vinculadas a grandes catedrais — como a de São Marcos, em Veneza, e São Pedro, em Roma — tornaram-se grandes centros de produção de mosaicos. Por volta de 1775, artesãos de Roma dominaram a técnica de cortar fios de vidro derretido de todas as tonalidades imagináveis, transformando-os em minúsculas tesselas. Esse avanço possibilitou a execução de reproduções miniaturizadas de pinturas.

O mosaico hoje

Os mosaicistas modernos trabalham com o chamado método indireto. A técnica, executada na oficina do mosaicista, consiste em colar tesselas num molde de papel em tamanho natural. A cola é aplicada no lado direito das peças, deixando o reverso exposto. O mosaico é transportado seção por seção ao local, onde o reverso das tesselas é incrustado na superfície. Quando o cimento seca, a superfície é lavada para a remoção do papel e da cola, deixando exposto o lado direito das tesselas. Esse método economiza tempo e trabalho, mas o acabamento não tem o mesmo brilho que as produções medievais.

Mesmo assim, no século 19, inúmeras prefeituras, casas de ópera, igrejas e outras edificações utilizaram esse método de ornamentação. Além disso, essa técnica tem sido usada extensivamente em museus, estações de metrô, shopping centers, parques e playgrounds no mundo todo, desde a cidade do México a Moscou e de Israel ao Japão. Superfícies de mosaico liso, porém multifacetadas, também têm sido consideradas ideais para a decoração de fachadas contínuas de edifícios modernos.

Giorgio Vasari, artista italiano e historiador de arte do século 16, escreveu: “O mosaico é a arte pictográfica mais durável que existe. As pinturas desbotam com o tempo, mas o mosaico fica cada vez mais bonito.” De fato, a habilidade artística manifestada em muitas obras de mosaico é sem dúvida admirável. Os mosaicos são realmente fascinantes pinturas feitas com pedras!

Arranjo: Jefferson
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