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O manual usado para o controle dos seres humanos

Controle dos seres
« Armas silenciosas para guerras tranquilas »
Operations Research ,Technical manual TM-SW7905.1
( pesquisa de operações, manual técnico )

Segurança.

É manifestamente impossível falar de engenharia social, ou de automatização de uma sociedade ( engenharia de sistemas de automatismos sociais ou : armas silenciosas ), sobre uma escala nacional ou internacional sem implicar objectivos extendidos de controle social e de destruição da vida humana ( escravidão ou genocídio ).

Este manual é por si, uma declaração de intenção análoga. A presente publicação deve manter-se distante de toda a opinião pública . Do contrário, poderia ser interpretado como uma declaração formal e técnica de guerra interior.

Introdução Histórica

A tecnologia de armas silenciosas evoluiu a partir de investigações operativas (Operations research, OR ) uma metodologia estratégica e táctica desenvolvida pelo estado maior militar em Inglaterra durante a segunda guerra mundial. 

O objectivo inicial das investigações Operativas era estudar problemas estratégicos e tácticos de defesa aérea e terrestre visando a utilização efectiva de recursos limitados contra os estrangeiros inimigos.

Os que estavam em posições de poder, aperceberam-se que essas técnicas seriam úteis para controlar uma sociedade. Mas eram necessários melhores instrumentos.

A engenharia social (a análise e a automatização de uma sociedade) requer a posta em relação de uma grande quantidade de informação e dados económicos sempre variáveis, vale dizer que um sistema ultra-rápido de tratamento da informação era necessário para ganhar à sociedade, e predizer quando esta chegaria a capitular.

As calculadoras relegadas eram demasiado lentas, mas o computador eletrónico inventado em 1946 por J . Presper Eckert e John W. Mauchly fez possível cumprir com essa missão.

A seguinte etapa decisiva era o desenvolvimento de uma metodologia de programação por linhas de código em 1947, pelo matemático George B. Dantzig.

Depois em 1948, o transistor, inventado por J. Bardeen, W. H. Battain, e W. Shocley, prometeram um campo de acção para a expansão e evolução rápida do computador graças à redução do espaço e da energia requerida. 

Com estas três invenções sob sua direcção, os que estavam em posição de poder pressentiram fortemente que era possível para eles de controlar o conjunto do mundo apoiando-se num botão.

Imediatamente, a Fundação Rockfeller pôs isto em execução subvencionando um ciclo de estudos de 4 anos no Harvard College, criando o Harvard Economic Research Project para estudar a estrutura da economia americana. Um ano mas tarde, em 1949, a US Air Force juntava-se ao projecto.

Em 1952, o período de estudos culmina, e um encontro de alto nível da Elite foi levado a cabo para determinar a seguinte fase de investigações em operações sociais. O procjeto Harvard tinha sido muito frutuoso, e alguns destes resultados foram publicados em 1953, sugerindo a possibilidade de uma engenharia sócio-económica (*).

A Guerra Calma foi calmamente declarada pela Elite Internacional depois de seu encontro levado a cabo em 1954. 

Bem que o sistema de armas silenciosas fossem concebidas 13 anos antes, a evolução deste novo sistema de armas não sofreu reveses ou contratempos maiores.

(*) "Studies in the Structure of American Economy" (1953), de Vassili Leontief (diretor of Harvard Economic Research Project), International Science Press Inc., White Plains, New York.

Energia

A energia é reconhecida como a chave de todas as actividades sobre terra. As ciências naturais são o estudo das fontes e de controle da energia natural, e as ciências sociais, expressas teoricamente através da economia são o estudo das fontes e controle da energia social. 

Ambos são sistemas compatíveis: as matemáticas. Em conseqüência, as matemáticas são a primeira ciência da energia

Toda a ciência é essencialmente um meio para um objectivo. O meio (estratégia) é o conhecimento. O objectivo é o controle. Mas lá disso, fica uma só pergunta: 

Quem será o beneficiário?

Em 1954, esse foi o tema de preocupação principal. Conquanto foram relevadas questões morais, desde o ponto de vista da lei da selecção natural, foi admitido que uma nação ou que uma população mundial quem não utilizaria a sua inteligência não seria melhor do que animais que não têm inteligência. 

Tais pessoas são animais domesticados por eleição (deles mesmos) e consentimento.

Em conseqüência, no interesse do futuro ordem mundial, de sua paz e de sua tranqüilidade, foi decidido de levar a cabo uma guerra calma contra o publico americano com um ultimo objectivo de deslocar a energia social e natural (riqueza) da massa indisciplinada e irresponsável para as mãos de alguns sortudos autodisciplinados e responsáveis.

A fim de conseguir este objectivo, foi necessário criar, proteger e de utilizar novas armas que, como o futuro o dirá, eram um tipo de armas tão subtis e sofisticados em seu princípio de funcionamento e sua aparência publica que obtiveram o apelido de "armas silenciosas".

( Nota: Silvio: Eu posso citar algumas que me ocorrem: microondas Haarp, armas de energia direccionada : DEW ) 

Em conclusão, o objectivo da investigação económica, tal como é levada a cabo pelos dirigentes do capital (bancos) e das indústrias de bens e serviços, é o estabelecimento de uma economia totalmente previsível e manipulável

Afim de atingir para uma economia totalmente previsível, os elementos das classes inferiores da sociedade devem ser levadas a um controle total, isto é ser postas à rua submetidas ao jugo, e atribuídas a um dever social de longo prazo desde uma idade temporã, antes de que tenham uma oportunidade de fazer-se perguntas ou questionamentos sobre a propriedade da matéria.

Para chegar a tal conformidade, a célula familiar das classes inferiores devem ser desintegradas por meio de um processo de aumento de preocupações por parte dos pais.
A qualidade da educação dada às classes inferiores deve ser da mais pobre, de maneira que a brecha da ignorância que isola as classes inferiores das classes superiores seja e permaneça incompreensível para as classes inferiores.

Com tal incapacidade, mesmos os melhores elementos das classes inferiores têm pouca esperança de extirpar-se do lote que lhes foi atribuído na vida. Esta forma de escravatura é essencial para manter um verdadeiro nível de ordem social, paz e de tranqüilidade para as classes superiores dirigencial.

Nota, Silvio: Aqui começa a verificar-se que bate certo, Temos o exemplo de pequenas aldeias onde fecham escolas, aumento da preocupação dos pais quando sobem os preços dos livros escolares, fica quase impossível sustentar os estudos dos filhos. Os meninos ricos podem estudar em colégios privados e por veves tais colégios fabricam-lhes boas notas, enfim, isto para garantir que os pobres não terão boas oportunidades e nunca ocuparão os cargos de doutores ou engenheiros, pois esses cargos estão vagos para os filhotes da elite.

Introdução descritiva das armas silenciosas

Em conclusão, o objectivo da investigação económica, tal como é levada a cabo pelos dirigentes do capital (bancos) e das indústrias de bens e serviços, é o estabelecimento de uma economia totalmente previsível e manipulável

Nota, Silvio: Aqui começa a verificar-se que bate certo, Temos o exemplo de pequenas aldeias onde fecham escolas, aumento da preocupação dos pais quando sobem os preços dos livros escolares, fica quase impossível sustentar os estudos dos filhos. Os meninos ricos podem estudar em colégios privados e por veves tais colégios fabricam-lhes boas notas, enfim, isto para garantir que os pobres não terão boas oportunidades e nunca ocuparão os cargos de doutores ou engenheiros, pois esses cargos estão vagos para os filhotes da elite.

Estas armas disparam situações, em vez de balas; propulsadas pelo tratamento de dados, em vez de reacção química, disparando sua origem de bytes de informações em vez de grãos de pó; a partir de um computador em vez de uma espingarda, manipulado por um programador de computadores em vez de um franco-atirador de elite.

Não produzem ruído de explosão evidente (as armas silenciosas), não causam dano físico ou mentais aparentes, nem interferem de maneira evidente com a vida cotidiana social de cada um. 

Produz no entanto, um infaltavél " ruído", causa infaltáveis danos físicos e mentais, e interfere de forma infaltável na vida social cotidiana, ou mais bem infaltável para um observador treinado, para aquele que sabe que olhar e observar exatamente.

O publico não pode compreender esta arma, e então não pode crer que é em realidade atacado e submetido por esta arma. 

O publico pode sentir instintivamente que algo não vai bem, mas em razão da natureza técnica desta arma silenciosa, o não pode expressar seu sentimento de maneira racional, ou tomar em mãos o problema com inteligência. 

Em conseqüência, o não sabe como gritar por ajuda e não sabe como associar-se com outros para defender-se. 

Quando um arma silenciosa é aplicada gradualmente, as pessoas se ajustam, adaptam-se a sua presença, e aprendem a tolerar suas repercussões sobre suas vidas até que a pressão (psicológica via económica) volta-se demasiado grande e se afundam.

Em conseqüência, o arma silenciosa é um tipo de arma biológica. Ela ataca a vitalidade, as opções e a mobilidade dos indivíduos de uma sociedade, conhecendo, entendo, manipulando e atacando as suas fontes de energia social e natural, bem como as suas forças e debilidades físicas, mentais e emocionais.

Nota, Silvio : Se mencionam armas biológicas, eu posso citar algumas substâncias que interferem com o comportamento humano, estamos a ser diariamente doseados: fluor na água,H1N1, químicos na atmosfera ( chemtrails ) ,químicos nos frutos, poluição atmosférica e terrestre, aspartame nos refrigerantes e comidas light, carne animal  animais que foram alimentados com rações, etc.

Introdução teórica
"Dai-me o controle sobre a moeda de uma nação,
e não terei por que me preocupar daqueles que fazem suas leis."
Mayer Amshel Rothschild (1743-1812)

A tecnologia actual das armas silenciosas é uma extensão de uma idéia simples descoberta, sucintamente expressada, e efectivamente aplicada por Mayer Amshel Rothschild. 

O Sr. Rothschild descobriu o componente passivo faltante à teoria económica, conhecida sob o termino de indução económica. Obviamente, ele não pensou sobre a sua descoberta nos termos do século 20, pelo que a análise matemática teve que esperar a segunda revolução industrial, a chegada das teorias físicas e eletrónicas, e finalmente a invenção do computador eletrónico, antes mesmo de ser efectivamente posto em aplicação para o controle da economia mundial.

O Sr. Rothschild tinha descoberto que o dinheiro ou as contas de crédito sobre depósito tinham a aparência necessária do poder que podia ser utilizado para induzir às pessoas trocando as suas riquezas contra uma promessa de riqueza maior (em vez de uma compensação real).

Afinal do controle económico teve que esperar que tivesse suficientes dados económicos e uma equipa informática rápido para registrar e ter uma aproximação mais certeira sobre as oscilações económicas criadas pelo " price-shocking " e o excesso de energia sob forma de crédito papel (indução-inductabilidade /inflacção ).

O campo da indústria aeronáutica provê a maior evolução em engenharia económica mediante a teoria matemática do "choque-testing". Neste procedimento, um projéctil é disparado a partir de um avião para terra (solo), e a impulsão do retrocesso (do avião) é medida por censores de vibrações localizados sobre a carroçaria, e conectados a registradores gráficos.

Estudando o eco ou as refracções do impulso de retrocesso sobre o avião, é possível descobrir as vibrações criticas na estrutura do avião (...). Desde o ponto de vista da engenharia, isto significa que as forças e as debilidades da estrutura do avião em termos da energia vibratória podem ser descobertas e manipuladas.

Aplicação à economia:

Para utilizar este método de " choque testing " aeronáutico na engenharia económica, os preços dos produtos estão submetidos a um choque, e a reacção do publico é medida. 

O eco resultante do choque económico é interpretado teoricamente pelos computadores e a estrutura psyco-económica é assim descoberto. 

É por este procedimento que é descoberto o que define o lar familiar e faz possível a sua avaliação (veja-se avanços de econometria .)

Desde então, a resposta do lar-família ao manejo dos choques futuros pode ser predecida e manipulada, e a sociedade converte-se então num animal bem regulado com as suas renas sob o controle de um sofisticado sistema de contabilidade de energia social regulado por computador. 

Finalmente, cada elemento individual da estrutura esta sob o controle de um computador através do conhecimento das preferências pessoais, um tal conhecimento é estendido pela associação informática de códigos de barra com a identificação exacta do consumidor identificado (através do cartão de crédito, e mas tarde com o tatouagem permanente sobre o corpo de um número invisível sob a luz ambiente ordinária).

Silvio: De futuro será um sinal/ tatuagem? Ou mudaram de ideias e vão avançar com o implante digital ?

Graças à prova de choque (choque-testing), foi descoberta uma relação directa ente a disponibilidade do fluxo de dinheiro numa economia e a resposta de uma massa de gente em função a essa disponibilidade. 

Por exemplo, estabeleceu-se que existe uma relação quantitativa mensurável entre o preço da gasolina e a probabilidade de que pessoa sofra de dor de cabeça, ressinta vontades de ver uma película violenta, fumar um cigarro, ou ir a um bar para tomar um par de cervejas.

Silvio: Eu posso citar outro exemplo, devido á crise económica em Portugal, subida do Iva e dos preços, a população portuguesa entrou em depressão, nos noticiários falaram que duplicou o consumo de anti-depressivos, e que os portugueses começaram a consumir mais alcóol. Eis aqui um efeito da economia- crise- na vida social.

Indução económica:

Um inductor eléctrico tem uma corrente eléctrica como primeiro fenómeno, e um campo magnético como segundo fenómeno (inércia). Corresponde a isto, um inductor económico a um fluxo de valor económico como primeiro fenómeno, e um campo de população como segundo fenómeno de inércia 

Quando o fluxo de valor económico (isto é o dinheiro) diminui, o campo de população humana desaparece com o objectivo de permitir ao valor económico de seguir circulando (caso extremo: guerra).

Amplificadores económicos:

A forma a mais simples de amplificador económico é um instrumento chamado publicidade.

Se uma publicidade televisiva se dirige a uma pessoa como se ela tivesse 12 anos de idade, então, em razão da sugestibilidade, ela terá, com uma verdadeira probabilidade uma resposta ou uma reacção tão desprovida de sentido critico que aquelas pessoas com uma idade de 12 anos.

Consentimento, a primeira vitória:

Um sistema de arma silenciosa opera a partir de dados (informação) obtida de um publico dócil por meios legais. Tanta informação se acha disponível para os programadores de sistemas de armas silenciosas através do Internal Revenue Service. (Ver Estudos na Estrutura da econômica americana para uma lista de fontes I.R.S.) 

A informação consiste na entrega obrigatória de dados bem organizados conteúdos nos formulários de impostos federais ou nacionais, colectados, sistematizados, e apresentados pelos mesmos pagadores de impostos e os empregados.

Ademais, o número de tais formulários submetidos à I.R.S. é um indicador útil do consentimento do publico, um factor importante na tomada de decisão estratégica. Outras fontes de dados são expostos na curta Lista de inputs.

Os coeficientes de consentimento são um feedback numérico indicando o estatuto ou grau da vitória. Base sicológica: 

Quando o governo é capaz de colectar ou arrecadar os impostos e de dimensionar a propriedade privada sem justa compensação, é uma indicação que o publico esta maduro para render-se e consentir sua posta em escravatura e a seu submetimento legal. 

Um bom indicador, facilmente quantificável, de tempo mas duros no futuro é o numero de cidadãos públicos que pagam um imposto sobre lhe ingresso ante uma carência evidente de reciprocidade ou de serviço honesto por parte do governo.

Diversão, a primeira estratégia:

A experiência mostrou que o método mais simples para voltar eficaz uma arma silenciosa é ganhar o controle do publico é de manter o publico ignorante dos princípios básicos dos sistemas por um lado, sempre levando-lhe à confusão, desorganização, e distraído com temas sem importância real por outro lado.
Isto é obtido com:

1 - descomprometiendo suas mentes e espíritos ; saboteando suas atividades mentais; Provendo programas educativos de baixa qualidade em matemáticas, lógica, desenho de sistema e economia, e desmotivando a criatividade.

2 - Comprometendo as suas emoções, aumentando o seu egocentrismo e o seu gosto pelas actividades emocionais e físicas : 

a) - multiplicando as suas confrontações e ataques emocionais (violação mental e emocional) por meio de um estanque constante de violência, de guerra, de sexo nos meios de comunicação social - em particular a TV e os jornais.

b) - dando-lhe o que eles desejam - em excesso - "junk food" para o espírito, e privando-lhe do que realmente precisam. 

3 - Reescrevendo a história e a lei, e submetendo ao publico a distrações, de forma a ser capaz de deslocar seus pensamentos sobre suas necessidades pessoais para prioridades externas altamente fabricadas (artificiais).

Silvio: Programas de baixo nível como aqueles na tv de infedilidade em directo, instalam a insegurança na mente das pessoas, programas de piadinhas ordinárias e sem graça distraem as massas, tornando-as distraídas dos problemas da vida e das maquinações do governo.

Resumo da diversão:

Meios de comunicação: Manter o atendimento do publico adulto distraído, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativando-o com temas sem importância real.

Ensino: Manter ao publico ignorante das verdadeiras matemáticas, da verdadeira economia, da verdadeira lei, e da verdadeira história.

Trabalho: Manter o publico ocupado, ocupado, ocupado, sem tempo para pensar, de volta à granja com os demais animais.

Faça isto Para obter isto 

Manter o publico ignorante Menos organização publica 

Criar preocupação e inquietude Menos defesas 

Atacar o núcleo familiar Controlar a educação da juventude 

Reduzir a liquidez e dar mais créditos ou indenizações Mas deixar fazer, deixar passar e prover-se de mais dados

Conformismo social Simplicidade na programação informática 

Minimizar as queixas contra os impostos Máxima quantidade de dados económicos, mínimos problemas restritivos 

Estabilizar o consentimento Simplicidade dos coeficientes 

Estabelecer condições-marco Simplicidade dos problemas, solução das equações diferenciais 

Apertar as agendas Menos defasagens e borrosidade nos dados obtidos
Maximizar o controle Resistência mínima ao controle

O que se investiga de cada cidadão:

Fontes de informação gerais: 

- escutas telefónicas
- vigilância- análise do lixo
- comportamento dos meninos/meninas na escola colégio
-
Nível de vida segundo:
- alimentação
- vestimenta
- alojamento
- meios de transporte

Contactos sociais: 

- telefone (gravação dos telefonemas registrados)
- família (certificados de casal, de nascimento, etc...)
- amigos, sócios, etc.
- adesão a associações
- afiliação política 

A impressão do papel pessoal

Costumes pessoais de compra: 

- cheques bancários
- compras por cartão de crédito
- compras por cartão de crédito "marcado" - associação do cartão de crédito com código de barra dos produtos (Ou.P.C. - Universal Product Code)

Posses (ativos): 

- conta corrente
- caixa de poupança
- deposito em caixa forte de banco
- buissnes
- automóveis

Debilidades (passivos): 

- empréstitos, créditos de consumo
- inimigos (ver fontes legais)

Fontes governamentais:

- Ajudas sociais
- Segurança social
- Indeminizações ou subsídios de desemprego
- Subvenções e bolsas
- Serviço de Rendimentos Interno
- OSHA
- Censos
- etc.
-Outras fontes governamentais:
- Vigilância do correio postal

Comportamentos adaptativos: 

- consumo de álcool
- consumo de drogas
- entretenimento, espetáculos

fatores religiosos influenciando o comportamento 

- outros métodos para escapar à realidade

Sensibilidade política: 

- convicções
- contatos
- posição
- forças / debilidades
- projectos / actividades

Imputs legais - controle do comportamento: 

- registo dos tribunais
- processos verbais (policiais)
- infracções de transito
- denúncias feitas à polícia

Criação de situações controladas, manipulação da economia e da sociedade 

- oferecer oportunidades
- destruir oportunidades
- controlar o meio económico
- controlar a disponibilidade de matérias primas
- controlar o capital
- controlar as taxas bancárias
- controlar a inflacção da moeda
- controlar a posse da propriedade
- controlar a capacidade industrial
- controlar a fabricação
- controlar a disponibilidade dos bens de consumo
- controlar o preço dos bens de consumo
- controlar os serviços, a força de trabalho, etc.
- controlar os pagamentos aos servidores públicos de governo
- controlar as funções jurídicas
- controlar as bases de dados pessoais
- controlar a publicidade
- controlar o contacto com os meios
- controlar o material disponível para a recepção de sinais TV
- distrair o atendimento dos problemas reais
- fomentar as emoções
- criar desordem, caos e alinhamento mental
- controlar a elaboração de formulários de impostos mais detalhados
- controlar o armazenamento de informação
- desenvolver análise e perfis psicológicos sobre os indivíduos
- controlar os factores sociológicos
- controlar as possibilidades de riqueza
- fazer do débil uma presa
- neutralizar lhes forças
- succionar a riqueza e a substância

O comportamento do publico é dominado pelo medo, a flojera e a facilidade. Isto é a base do estado de providência enquanto arma estratégica, útil contra um publico indigesto.

Ação- Ofensiva

A maioria das pessoas quer ser capaz de submeter e/ou de matar outros seres humanos que molestam ou perturbam suas vidas cotidianas mas eles não querem enfrentar os problemas morais e religiosos que um tal acto da sua parte poderia gerar. 

Em conseqüência, eles asigan o trabalho sujo a outros (incluindo a seus próprios filhos) como para manter o sangue afastado das suas mãos. Eles extasíam-se ao salvar-se animais de humanos e depois sentam-sediantes dum delicioso hambúrguer num bar repintado de alvo abaixo na rua e fora da vista dos demais .
Mas ainda mais hipócrita, eles pagam impostos para financiar uma associação de profissionais de homens celebres colectivamente chamados políticos, e depois queixam-se da corrupção no governo.

Já que a maioria do publico ordinário não exercerá um restrição, há duas alternativas para reduzir a inductabilidade económica do sistema :

1) Deixar o povo matar-se na guerra, o que teria como único resultado a destruição total da vida sobre a terra.

2) Tomar o controle do mundo por meio da utilização de " armas silenciosas " económicas, sob a forma de uma "guerra calma", e reduzir a inductabilidade económica a um nível seguro, mediante um processo de escravatura e de genocídio

Algumas citações para meditar... 

"Em política, nada ocorre por acaso. Cada vez que um acontecimento surge, pode-se estar seguro que foi previsto para levar-se a cabo dessa maneira."
Franklin D . Roosevelt 

Presidente dos Estados Unidos (1933 a1945)

"O mundo divide-se em três categorias de gentes : Um muito pequeno número que produz acontecimentos, um grupo um pouco maior que assegura a execução e mira como acontecem, e por fim uma ampla maioria de não sabe nunca o que ocorreu em realidade " 

Nicholas Murray Butler 

Présidente da Pilgrim Society, membro da Carnegie, membro do CFR (Conselho para as Relações Externas, Council on Foreign Relations)

Números para reflectir:

Segundo um Relatório do Programa das Nações Unidas pelo Desenvolvimento (PNUD): 

As 3 pessoas mais ricas do mundo são tão ricas como os 48 países mais pobres.
A riqueza das 84 pessoas mais ricas do mundo supera o produto interno bruto da Chinesa com os seus 1,2 Mil Milhões de habitantes.

As 225 pessoas as mais ricas dispõem de uma fortuna equivalente ao rendimento anual acumulado do 47% do total de indivíduos mais pobres do planeta, isto é mais de 3 Mil Milhões de pessoas.

Segundo o mesmo organismo de Nações Unidas, seria suficiente menos de 4% da riqueza acumulada destas 225 maiores fortunas mundiais (avaluado em mais de 1.000 Biliões de dólares) para dar a toda a população do planeta acesso às necessidades básicas e acesso aos serviços elementares: saúde, educação, alimentação.

Informe ONU - PNUD 1998 - disponível em Economica, 49, rue Héricart, 75015 Paris

Nos Estados Unidos, os mais 100 importantes Chefes de empresa (Gerentes Gerais) ganham cada um de média 1000 vezes mais do que os seus empregados "ordinários".

Em 2002, George W. Bush decidiu um aumento dos gastos militares de 40 Mil Milhões de dólares. 

Este só aumento do orçamento militar americano representa exatamente a quantidade de dinheiro necessário para resolver definitivamente o problema da fome no mundo. (segundo estimações da ONU)


Tradução para português: Silvio G
« A diferença entre o pessimista e o optimista consiste no facto de o pessimista estar, em geral, mais bem informado »
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La Tabla Esmeralda de Thot el Atlante - El conocimiento Prohibido

La Tabla Esmeralda de Thot el Atlante
La Tabla Esmeralda de Thot el Atlante - El conocimiento Prohibido
-
Algunos han afirmado que la fuente original de las Tablas Esmeralda, no es otra que la legendaria ciudad de la Atlántida. Hace unos 38.000 años, Thot, un rey sacerdote atlante, escribió sobre la famosa leyenda de las Tablas Esmeralda. La Tabla es un artefacto antiguo que revela una profunda tecnología espiritual, que ha sobrevivido hasta nuestros días a pesar de los siglos de esfuerzo por suprimirla.
despiertayadifundelaevolucion
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Livros Apócrifos ou Não Canônicos, historia

 

Livros Apócrifos ou Não Canônicos
 
1. A palavra Apócrifo , do grego apokrypha, escondido, nome usado pelos escritores eclesiásticos para determinar, 
1) Assuntos secretos, ou misteriosos; 
2) de origem ignorada, falsa ou espúria; 
3) documentos não canônicos.

2. Os livros apócrifos do Antigo Testamento (A.T.): Estes não faziam partedo Cânon hebraico, mas todos eram mais ou menos aceitos pelos judeus de Alexandria que liam o grego, e pelos de outros lugares; e alguns são citados no Talmude. Esses livros, a exceção de 2 Esdras, Eclesiástico, Judite, Tobias, e 1 dos Macabeus, foram primeiramente escritos em grego, mas o seu conteúdo varia em diferentes coleções.
Eis os livros apócrifos pela sua ordem usual: 

I (ou III) de Esdras: é simplesmente a forma grega de Ezra, e o livro narra o declínio e a queda do reino de Judá desde o reinado de Josias até à destruição de Jerusalém; o cativeiro de Babilônia, a volta dos exilado, e a parte que Esdras tomou na reorganização da política judaica. Em certos respeitos, amplia a narração bíblica, porém estas adições são de autoridade duvidosa. O historiador Josefo é o continuador de Esdras. Ignora-se o tempo em que foi escrito e quem foi o meu autor. 

II (ou IV) de Esdras: Este livro tem estilo inteiramente diferente de 1º de Esdras. Não é propriamente uma história, mas sim um tratado religioso, muito no estilo dos profetas hebreus. 

O assunto central, compreendido nos caps. 3-14, tem como objetivo registrar as sete revelações de Esdras em Babilônia, algumas das quais tomaram a forma de visões: a mulher que chorava, 9.38, até 10.56; a águia e o leão, 11.1 até 12.39; o homem que se ergueu do mar, 13.1-56. 

O autor destes capítulos é desconhecido, mas evidentemente era judeu pelo afeto que mostra a seu povo. (A palavra Jesus, que se encontra no cap. 7.28, não está nas versões orientais.) A visão da águia, que é expressamente baseada na profecia de Daniel (2º Esdras 12.11), parece referir ao Império Romano, e a data de 88 A.D. até 117 A.D. é geralmente aceita. Data posterior ao ano 200 contraria as citações do v. 35 cap. 5 em grego por Clemente de Alexandria com o Prefácio: “As­sim diz o profeta Esdras.” 

Os primeiros dois e os últimos dois capítulos de 2º Esdras, 1 e 2, 15 e 16 são aumentos; não se encontram nas versões orientais, nem na maior parte dos manuscritos latinos. Pertencem a uma data posterior à tradução dos Setenta que já estava em circulação, porquanto os profetas menores já aparecem na ordem em que foram postos na versão grega, 2º Esdras, 1.39, 40. 

Os dois primeiros capítulos contêm abundantes reminiscências do Novo Testamento e justificam a rejeição de Israel e sua substituição pelos Gentios, 2º Esdras, 1.24,25,35-40; 2.10,11,34), e, portanto, foram escritos por um cristão, e, sem dúvida, por um judeu cristão. 

Tobias: Este livro contém a narração da vida de certo Tobias de Neftali, homem piedoso, que tinha um filho de igual nome, O pai havia perdido a vista. O filho, tendo de ir a Rages na Média, para cobrar uma dívida, foi levado por um anjo a Ecbatana, onde fez um casamento romântico com uma viúva que, tendo-se casado sete ve­zes, ainda se conservava virgem. 

Os sete maridos haviam sido mortos por Asmodeu, o mau espírito nos dias de seu casamento. Tobias, porém, foi animado pelo anjo a tornar-se o oitavo marido da virgem-viúva, escapando à morte, com a queima de fígado de peixe, cuja fumaça afugentou o mau espírito. 

Voltando, curou a cegueira de seu pai esfregando-lhe os escurecidos olhos com o fel do peixe que já se tinha mostrado tão prodigioso. O livro de Tobias é manifestamente um conto moral e não uma história real. A data mais provável de sua publicação é 350 ou 250 a 200 A.C. 

Judite: E a narrativa, com pretensões a história, do modo por que uma viúva judia, de temperamento masculino, se recomendou às boas graças de Holofernes, comandante-chefe do exército assírio, que sitiava Betúlia. Aproveitando-se de sua intimidade na tenda de Holofernes, tomou da espada e cortou-lhe a cabeça enquanto ele dormia. 

A narrativa está cheia de incorreções, de anacronismos e de absurdos geográficos. É mesmo para se duvidar que exista alguma cousa de verdade; talvez que o seu autor se tenha inspirado nas histórias de Jael e de Sisera, Jz 4.17-22. 

A primeira referência a este livro, encontra-se em uma epístola de Clemente de Roma, no fim do primeiro século. Porém o livro de Judite data de 175 a 100 A. C., isto é, 400 ou 600 anos depois dos fatos que pretende narrar. 

Dizer que naquele tempo Nabucodonosor reinava em Nínive em vez de Babilônia não parecia ser grande erro, se não fosse cometido por um contemporâneo do grande rei. 

Ester: Acréscimo de capítulos que não se acham nem no hebreu, nem no caldaíco. O livro canônico de Ester termina com o décimo capítulo. A produção apócrifa acrescenta dez versículos a este capitulo e mais seis capítulos, 11-16. 

Na tradução dos Setenta, esta matéria suplementar é distribuída em sete porções pelo texto e não interrompe a história. Amplifica partes da narrativa da Escritura, sem fornecer novo fato de valor, e em alguns lugares contradiz a história como se contém no texto hebreu. A opinião geral é que o livro foi obra de um judeu egípcio que a escreveu no tempo de Ptolomeu. Filometer, 181-145 A.C. 

Sabedoria de Salomão: Este livro é um tratado de Ética recomendando a sabedoria e a retidão, e condenando a Iniqüidade e a idolatria. As passagens salientam o pecado e a loucura da adoração das imagens, lembram as passagens que sobre o mesmo assunto se encontram nos Salmos e em Isaías (compare: Sabedoria 13.11-19, com Salmos 95; 135.15-18 e Isaias 40.19-25; 44.9-20). 

É digno de nota que o autor deste livro, referindo-se a incidentes históricos para ilustrar a sua doutrina, limita-se aos fatos recordados no Pentateuco. Ele escreve em nome de Salomão; diz que foi escolhido por Deus para rei do seu povo, e foi por ele dirigido a construir um templo e um altar, sendo o templo feito conforme o modelo do tabernáculo. 

Era homem genial e piedoso, caracterizando-se pela sua crença na imortalidade. Viveu entre 150 e 50 ou 120 e 80, A.C. Nunca foi formalmente citado, nem mesmo a ele se referem os escritores do Novo Testamento, porém, tanto a linguagem, como as correntes de pensamento do seu livro , encontram paralelos no Novo Testamento (Sab. 5.18-20; Ef 6.14-17; Sab. 7.26, com Hb 1.2-6 e Sab.14.13-31 com Rm 1.19-32). 

Eclesiástico: também denominado Sabedoria de Jesus, filho de Siraque. É obra comparativamente grande, contendo 51 capítulos. No capítulo primeiro, 1-21, louva-se grandemente o sumo sacerdote Simão, filho de Onias, provavelmente o mesmo Simão que viveu entre 370 - 300, A.C. O livro deveria ter sido escrito entre 290 ou 280 A.C., em língua hebraica. 

O seu autor, Jesus, filho de Siraque de Jerusalém, Eclus 1.27, era avô, ou, tomando a palavra em sentido mais lato, antecessor remoto do tradutor. A tradução foi feita no Egito no ano 38, quando Evergeto era rei. Há dois reis com este nome, Ptolonmeu III, entre 247 a 222 A.C., e Ptolomeu Fiscom, 169 a 165 e 146 a 117 A.C. O grande assunto da obra e a sabedoria. 

É valioso tratado de Ética. Há lugares que fazem lembrar os livros de Provérbios, Eclesiastes e porções do livro de Jó, das escrituras canônicas, e do livro apócrifo, Sabedoria de Salomão. Nas citações deste livro, usa-se a abreviatura Eclus, para não confundir com Ec abreviatura de Eclesiastes. 

Baruque: Baruque era amigo do Jeremias. Os primeiros cinco capítulos do seu livro pertencem à sua autoria, enquanto que o sexto é intitulado “Epístola de Jeremias.” Depois da introdução, descrevendo a origem da obra, Baruque 1.1,14, abre-se o livro com três divisões, a saber:

1)
Confissão dos pecado. de Israel e orações, pedindo perdão a Deus, Baruque 1.15, até 3.8. Esta parte revela ter sido escrita em hebraico, como bem o indica a introdução, cap. 1:14. Foi escrita 300 anos A.C.


2)
Exortação a Israel para voltar à fonte da Sabedoria, 3.9 até 4.4.


3) Animação e promessa de livramento, 4.5 até 5.9. Estas duas seções parece que foram escritas em grego, pela sua semelhança com a linguagem dos Setenta. Há dúvidas, quanto à semelhança entre o cap. 5 e o Salmo de Salomão, 9. 


Esta semelhança dá a entender que o cap. 5 foi baseado no salmo, e portanto, escrito depois do ano 70, A.D., ou então, que ambos os escritos são moldados pela versão dos Setenta. A epístola de Jeremias exorta ou judeus no exílio a evitarem a idolatria de Babilônia. Foi escrita 100 anos A.C.

Adição à História de Daniel:

O cântico dos três mancebos (jovens): Esta produção foi destinada a ser Intercalada no livro canônico de Daniel, entre caps. 3.23,24. É desconhecido o seu autor e ignorada a data de sua composição. Compare os versículo, 35-68 com o Salmo 148.

A história de Suzana: É também um acréscimo ao livro de Daniel, em que o seu autor mostra como o profeta, habilmente descobriu uma falsa acusação contra Suzana, mulher piedosa e casta. Ignora-se a data em que foi escrita e o nome de seu autor.

Bel e o dragão: Outra história introduzida no livro canônico de Daniel. O profeta mostra o modo por que os sacerdotes de Bel e suas famílias comiam as viandas oferecidas ao ídolo; e mata o dragão. Por este motivo, o profeta é lançado pela segunda vez na caverna dos leões. Ignora-se a data em que foi escrita e o nome do autor.

Oração de Manassés, rei de Judá quando esteve cativo em Babilônia. Compare, 2º Cr 33.12,13. Autor desconhecido. Data provável, 100 anos A. C. 

Primeiro Livro dos Macabeus: E um tratado histórico de grande valor, em que se relatam 05 acontecimentos políticos e os atos de heroísmo da família levítica dos Macabeus durante a guerra da lndependência judaica, dois séculos A.C. O autor é desconhecido, mas evidentemente é judeu da Palestina. Há duas opiniões quanto à data em que foi escrito; uma dá 120 a 106 A.C., outra, com  melhores fundamentos, entre 105 e 64 A.C. Foi traduzido do hebraico para o grego. 

Segundo Livro dos Macabeus: É inquestionavelmente um epítome da grande obra de Jasom de Cirene; trata principalmente da história Judaica desde o reinado de Seleuco IV, até à morte de Nicanor, 175 e 161 A.C. É obra menos importante que o primeiro livro. 

O assunto é tratado com bastante fantasia em prejuízo de seu crédito, todavia, contém grande soma de verdade. O livro foi escrito depois do ano 125 A.C. e antes a tomada de Jerusalém, no ano 70 A.D. 

Terceiro Livro dos Macabeus: Refere-se a acontecimentos anteriores à guerra da independência. O ponto central do livro e pretensão de Ptolomeu Filopater IV, que em 217 A.C. tentou penetrar nos Santo dos Santos, e a subseqüente perseguição contra os judeus de Alexandria. Foi escrito pouco antes, ou pouco depois da era cristã, data de 39, ou 40 A.D. 

Quarto Livro dos Macabeus: É um tratado de moral advogando o império da vontade sobre as paixões e ilustrando a doutrina com exemplos tirados da história dos macabeus. Foi escrito depois do 2º Macabeus e antes da destruição de Jerusalém. 

É, talvez, do 1º século d.C. Ainda que os livros apócrifos estejam compreendidos na versão dos Setenta, nenhuma citação certa se faz deles no Novo Testamento. 

É verdade que os Pais muitas vezes os citaram isoladamente, como se fossem Escritura Sagrada, mas, na argumentação, eles distinguiam os apócrifos dos livros canônicos. S. Jerônimo, em particular, no fim do 4º século, fez entre estes livros uma claríssima distinção. Para defender-se de ter limitado a sua tradução latina aos livros do Cânon hebraico, ele disse: “Qualquer livro além destes deve ser contado entre os apócrifos. Sto. Agostinho, porém (354-430 à.C.), que não sabia hebraico, juntava os apócrifos com os canônicos como para os diferençar dos livros heréticos. Infelizmente, prevaleceram as idéias deste escritor, e ficaram os livros apócrifos na edição oficial (a Vulgata) da Igreja de Roma. 

O Concilio de Trento, 1546, aceitou “todos os livros... com igual sentimento e reverência”, e anatematizou os que não os consideravam de igual modo. A Igreja Anglicana, pelo tempo da Reforma, nos seus trinta e nove artigos (1563 e 1571), seguiu precisamente a maneira de ver de S. Jerônimo, não julgando os apócrifos como livros das Santas Escrituras, mas aconselhando a sua leitura “para exemplo de vida e instrução de costumes”. 

3. Livros Pseudo-epígrafos. Nenhum artigo sobre os livros apócrifos pode omitir estes inteiramente, porque de ano para ano está sendo mais compreendida a sua importância. Chamam-se Pseudo-epígrafos, porque se apresentam como escritos pelos santos do Antigo Testamento. Eles são amplamente apocalípticos; e representam esperanças e expectativas que não produziram boa influência no primitivo Cristianismo. Entre eles podem mencionar-se: 

Livro de Enoque (etiópico), que é citado em Judas 14. Atribuem-se várias datas, pelos últi­mos dois séculos antes da era cristã. 

Os Segredos de Enoque (eslavo), livro escrito por um judeu helenista, ortodoxo, na primeira metade do primeiro século d.C. 

O Livro dos Jubileus (dos israelitas), ou o Pequeno Gênesis, tratando de particularidades do Gênesis duma forma imaginária e legendária, escrito por um fariseu entre os anos de 135 e 105 a.C. 

Os Testamentos dos Doze Patriarcas: é este livro um alto modelo de ensino moral. Pensa-se que o original hebraico foi composto nos anos 109 a 107 a.C., e a tradução grega, em que a obra chegou até nós, foi feita antes de 50 d.C. 

Os Oráculos Sibilinos, Livros III-V, descrições poéticas das condições passadas e futuras dos judeus; a parte mais antiga é colocada cerca do ano 140 a.C., sendo a porção mais moderna do ano 80 da nossa era, pouco mais ou menos. 

Os Salmos de Salomão, entre 70 e 40 a.C.
As Odes de Salomão, cerca do ano 100 da nossa era, são, provavelmente, escritos cristãos.
O Apocalipse Siríaco de Baruque (2º Baruque), 60 a 100 a.C.
O Apocalipse grego de Baruque (3º Baruque), do 2º século, a.C.
A Assunção de Moisés, 7 a 30 d.C.
A Ascensão de Isaias, do primeiro ou do segundo século d.C. 

4. Os Livros Apócrifos do Novo Testamento (N.T.): Sob este nome são algumas vezes reunidos vários escritos cristãos de primitiva data, que pretendem dar novas informações acerca de Jesus Cristo e Seus Apóstolos, ou novas instruções sobre a natureza do Cristianismo em nome dos primeiros cristãos. Entre os Evangelhos Apócrifos podem mencionar-se: 

O Evangelho segundo os Hebreus (há fragmentos do segundo século);
O Evangelho segundo S. Tiaqo, tratando do nascimento de Maria e de Jesus (segundo século);
Os Atos de Pilatos.(Segundo século).
Os Atos de Paulo e Tecla (segundo século).
Os Atos de Pedro (terceiro século).
Epístola de Barnabé (fim do primeiro século).
Apocalipses, o de Pedro (segundo século).
Ainda que casualmente algum livro não canônico se ache apenso a manuscritos do N.T., esse fato é, contudo, tão raro que podemos dizer que, na realidade, nunca se tratou seriamente de incluir qualquer deles no Cânon.



Fonte:http://www.vivos.com.br/197.htm

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O Livro dos Mortos do Egito

Livros dos Mortos
O Livro dos Mortos dos egípcios remonta ao período do Novo Império. Seus textos foram produzidos em rolos de papiro, os quais eram envolvidos em pedaços do material de que eram elaboradas as múmias. As versões mais sofisticadas eram compostas de ricos ornamentos tipográficos, conhecidos como vinhetas.


Este livro continha principalmente preceitos mágicos e ladainhas que versavam sobre o destino dos que morreram. Ele orientava as pessoas quanto aos caminhos a seguir para se atingir o reino de Osíris -- a principal divindade cultuada pelos egípcios, símbolo do renascimento da alma, de sua imortalidade -, os campos da bem-aventurança.

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Ao obedecer às instruções contidas neste sagrado manual, o Homem tinha condições de atingir um estágio elevado que o habilitava a se tornar um Espírito Santificado.

Os egípcios, que adotavam o Politeísmo, ou seja, o culto de vários deuses, encontravam neste Livro uma relação das adversidades com as quais se deparariam ao chegar no mundo espiritual, e nele poderiam também descobrir os vários recursos necessários para triunfar sobre estes obstáculos. Este conflito é muitas vezes encenado no próprio instante do enterro, revelando - nesta reprodução da luta entre o bem e o mal -, o quanto é importante o processo descrito no Livro dos Mortos.

Apenas os reis egípcios, pelo menos durante o governo das primeiras dinastias, pareciam ter acesso direto aos reinos de luz, simbolizados pelo sol, deus Rá, divindade de suma importância no Egito, só suplantada por Osíris.
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Mas nem mesmo eles poderiam entrar no reino sagrado sem passar por um julgamento, durante o qual deveriam apresentar provas da justiça praticada sobre a terra. Logo depois, a honra da sobrevivência pós-morte foi concedida também aos trabalhadores mais importantes da corte; enfim, a imortalidade tornou-se um dom inerente a todos, mas a presença no tribunal de Osíris continuou sendo obrigatória para qualquer pessoa.
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Diante de Osíris, o morto deve reproduzir um discurso conhecido como Confissão Negativa, no qual ele nega ter cometido todos os males diante dos quais o Homem está sujeito a sucumbir.
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È possível encontrar em algumas ilustrações do Livro dos Mortos a imagem de Osíris em seu trono, tendo á sua frente o morto, o qual dispõe seu coração sobre um dos pratos da balança da justiça, enquanto no oposto, contrapondo o peso, encontra-se a Verdade. O fruto desta avaliação do peso de um e de outra é revelado pelo deus Toth, responsável por registrar esta análise.
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As almas mentirosas são punidas, enquanto as verdadeiras são recompensadas com a permissão para adentrar o reino sagrado.

É patente também neste Livro a crença dos egípcios na imortalidade da alma e na fé em uma vida futura no mundo espiritual, bem como na reencarnação, que propicia ao Homem renascer na Terra para a aquisição de novos valores e para a obtenção de renovadas experiências.
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Embora apresente noções espirituais bem avançadas para a época, esta civilização antiga se encontra em estágios evolutivos limitados, portanto suas concepções preservam um caráter ainda mitológico, do qual o próprio Livro dos Mortos não escapa.
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A travessia de portas e de passagens nele narradas representa os obstáculos que devem ser vencidos, e denota a propriedade simbólica de sua linguagem. Pode-se afirmar, portanto, que nele já está presente um conjunto de leis de ordem moral, no qual estão prescritas atitudes que se devem assumir durante a vida e após a morte, se realmente se deseja atingir um dia a santificação do espírito.


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Bruxaria européia adaptadas e introduzidas na cultura Brasileira, muitos praticam bruxaria e nem sabem o que fazem



Para se defender do Ocultismo (Satanismo) temos que fechar portas que são usadas por Demônios para influenciar em nossa vida, é para reconhecemos estas portas temos que saber a respeito de praticas ocultistas, mas lembre que conhecer não significa praticar uma orientação bíblica deve ser seguida, vejam:
Não se achará no meio de ti quem faça passar pelo fogo o seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro, 11 nem encantador, nem quem consulte um espírito adivinhador, nem mágico, nem quem consulte os mortos; 12 pois todo aquele que faz estas coisas é abominável ao Senhor, e é por causa destas abominações que o Senhor teu Deus os lança fora de diante de ti.  Deuteronômio 18 : 10 - 12
O texto abaixo deve ser lido com cuidado, trata-se de um estudo católico sobre a influência da demonologia europeia na tradição da umbanda brasileira. É um texto repleto de preconceitos, mas que vale ser lido pelas referências dos vários nomes e livros sobre ocultismo que traz. 

É mais umas das indicações de Shirlei Massapust, talvez a mais incanssável ocultista viva do lado de baixo do equador.

A Bruxaria Européia

A bruxaria européia entrou no Brasil via Portugal. Escreve Luís da Câmara Cascudo, em Meleagro (Rio 1951) p. 179: 

“A presença do feiticeiro, da feiticeira especialmente, é um documento histórico, uma constante etnográfica desde as manhãs do Brasil colonial. As denunciações e confissões prestadas ao Santo Ofício em Baía, 1591-1593, e Pernambuco, Paraíba, 1593- 1595, evidenciam a fauna prestigiosa da bruxaria européia, em funcionamento normal e regular”. 

E cita uma porção de portuguêsas, divulgadoras dos processos da magia tradicional. 

“Ao findar do séc. XVI o brasileiro estava com todos os elementos disponíveis do espírito para ser um fiel consulente do candomblé, muamba, macumba, canjerê e xangô. Os volumes que registaram as confissões e denúncias em Baía, Pernambuco e Paraíba evidenciam que a credulidade popular contemporânea tem raízes fundas na terra em que a raça se formou” (p. 181).

Nas Denunciações de Pernambuco (1593-1595), segundo publicação feita por Rodolpho Garcia (São Paulo 1929), damos com as seguintes feiticeiras e bruxas: 

Ana Jácome, acusada de ter embruxado uma menina recém-nascida de seis dias (pp. 24 s.); Lianor Martins, a Salteadeira, que, como se dizia, tinha um familiar, uma medrácu1a, um buço de lobo, uma carta de Santo Erasmo, semente do feito colhida na noite de São João com um clérigo revestido e com esse arsenal mágico podia fazer com que os homens quisessem bem às mulheres e vice-versa, com que os maridos não vissem o que as mulheres faziam e outras coisas semelhantes (pp. 108-109); Felícia Toulrinha, presa na cadeia pública por amancebada com um homem casado, tomou um chapim, pregou-lhe no meio uma tesoura e, com os dedos indicadores colocados abaixo dos anéis, levantou para o ar o chapim e deixou-o cair, invocando o diabo guedelhudo, o diabo orelhudo, o diabo felpudo, para que lhe dissessem se certo homem ia por onde tinha dito que havia de ir (p. 187). 

-Mas não conseguimos ver, nas Atas publicadas das “Denunciações”, nenhum processo que lidasse diretamente com alguma bruxa “profissional”. 

Nos outros processos, porém, ocorrem freqüentemente casos de supostas feitiçarias, encantamentos e envultamentos. Era sem dúvida bem difundida a superstição e a credulidade no ambiente de origem européia do nosso século XVI.

Ora, a bruxaria européia, a "tradicional", dispõe de literatura própria, que encontra sua expressão mais fiel no famoso Livro de São Cipriano. Ao lado dele há outros, do mesmo tipo, como: 

As Verdadeiras Clavículas de Salomão, Enquiridião do Papa Leão, Grimório do Papa Honório, O Dragão Vermelho, Os Maravilhosos Segredos do Grande e Pequeno A/berto, O Livro Completo das Bruxas, O Livro do Feiticeiro, Cruz de Caravaca, etc. 

Tudo traduzido para o português e exposto nas livrarias do Brasil. Estão sempre entre a literatura umbandista ou “espiritualista” (sic). Inclusive livrarias espíritas mais sérias e “ortodoxas”, como a LAKE de São Paulo, expõem e propagam a literatura que poderíamos qualificar como “sãociprianista”.

E a coisa não é de hoje. Em 1904 o conhecido jornalista João do Rio (Paulo Barreto) constatou que o Livro de São Cipriano era, já então, o vademecum dos feiticeiros cariocas. Assim lemos em As Religiões do Rio (edição de 1951), p. 40: 

“Mas o que não sabem os que sustentam os feiticeiros, é que a base, o fundo de toda a sua ciência é o Livro de S. Cipriano. Os maiores alufás, os mais complicados pais-de-santo, têm escondida entre os tiras e a bicharada uma edição nada fantástica do S. Cipriano. Enquanto criaturas chorosas esperam os quebrantos e as misturas fatais, os negros soletram o S. Cipriano, à luz dos candeeiros...”
.
Há diferentes edições do S. Cipriano. Temos várias na nossa coleção: “O Grande e Verdadeiro Livro de São Cipriano”, “O Antigo e Verdadeiro Livro de São Cipriano” e “O Único Verdadeiro Livro de São Cipriano”. Haverá outros, “mais autênticos”. Abrimos o “Antigo e Verdadeiro” (“única edição completa conforme antigo original”). Tem 411 páginas. 

Apresenta o material em quatro partes distintas: 

I. Tesouros do Feiticeiro; 

II. Verdadeiro Tesouro da Mágica; 

III. Enguerimanços de S. Cipriano ou Prodígios do Diabo; 

IV. Oráculo dos Segredos. 

Na primeira parte, além de esconjuros e orações supersticiosas misturadas com orações católicas, há dois tratados de cartomancia e um de astrologia. 

Nas outras partes há numerosas receitas para fazer amuletos e talismãs, inclusive uma para fazer pacto com o demônio. 

Fantasiam-se modos para fazer o mal, para obrigar o marido a ser, fiel, para forçar as mulheres a dizer tudo o que tencionam fazer, para ser feliz nos negócios, para fazer-se amar pelas mulheres, para obrigar a amar contra a vontade, para fazer casamentos, para ganhar no jogo, para apressar casamento, para ligar namorados, para obrigar as almas a fazer o que se deseja, para aquecer as mulheres frias, para saber se a pessoa ausente é fiel, para fazer ouro puro, etc.

O Enquiridião do Papa Leão é apresentado como obra escrita pelo Pa.pa Leão III a Carlos Magno. 

São 174 páginas com orações supersticiosas, contra toda sorte de encantos, malefícios, feitiçarias, sortilégios, visões, obstáculos, malefícios de casamentos, etc. 

Apresenta também sinais cabalísticos com forças misteriosas contra o demônio e as adversidades. 

Muitas vêzes o texto é totalmente ininteligível, como, por exemplo, este da p. 89: 

“Adonay, Jod, Magister, dicit Jo. Oh bom Jesus, exorcisa-me! Manuel, Sathor, Jessé, adorável Tetragrammaton. Heli, Heli, Heli, Laebé Hey Hámy, este é meu corpo Tetragrammaton...”.

Já o Grimórios do Papa Honório (“Os misteriosos segredos ocultos do Papa Honório”), traduzido do francês, é um produto da mais consumada malícia. 

Tudo é apresentado piedosamente sob forma de uma Constituição Apostólica de Honório III. 

Entre blasfemas invocações do Santo Nome de Deus, da Santíssima Trindade, de Jesus, da Eucaristia, entre numerosas prescrições de Pai-Nossos, Ave-Marias, jejuns e santas missas, apresentam-se fórmulas de conjurações de demônios, espíritos e divindades. 

Há encantos, feitiços e magias para ver os espíritos dos quais o ar está cheio, para atrair uma moça por mais esperta que seja, para ganhar no jogo, para tornar-se invisível, para possuir ouro e prata, para ter o corpo fechado contra todos os tipos de armas, para fazer vir uma pessoa, para fazer uma moça dançar nua, para tirar o sono de alguém, para gozar e possuir a mulher a quem se deseja (é o “segredo do Padre Girard”!), para romper e destruir todos os malefícios, para aprisionar cavalos, equipagem e extraviar uma pessoa, para ajudar lebres nos partos difíceis e contra uma porção de doenças. 

Para calcular a maldade com que são misturadas as coisas mais sujas com as mais santas, veja-se a receita indicada na p. 90, “para fazer uma moça dançar nua”: é preciso escrever o nome da moça num pergaminho novo com uma pena molhada no sangue de um morcego e colocá-la debaixo da laje de um altar “a fim de que uma Missa seja rezada em cima”... 

E tudo isso numa Constituição Apostólica do Papa Honório III...

As Verdadeiras Clavículas de Salomão (“ou o Tesouro das Ciências Ocultas... acompanhadas de um grande número de segredos”), como também O Dragão Vermelho, outra forma das “Clavículas”, pretendem ensinar o modo como fazer pactos com os demônios. 

Descrevem o modo de “consagrar” os objetos necessários para o “trabalho” (faca, lancêta, defumadores, tinta, penas, sal), como sacrificar os animais (cabrito e galo preto), etc. 

Dão uma lista enorme de demônios, com nomes e especialidades, fazendo recordar a lista dos Exus da Umbanda. 

Há também os mais variados sinais (desenhos) cabalísticos, capazes de atrair o respectivo espírito, exatamente como os “pontos riscados” dos umbandistas.

Cheio de perversidades está O Livro Completo das Bruxas, “o único verdadeiro, completo e de acordo com os manuscritos existentes nos museus de Londres, Cairo e Louvre, bem como de diversos países do Oriente”. 

Sabe o A., exatamente, que os habitantes do Inferno estão divididos em 6.666 legiões, contendo cada uma 6.666 elementos, o que dá um total de 44.435.556. E que cada diabo vive aproximadamente 680.400 anos.

Bem no início da obra temos também os mandamentos da bruxa: 

1) Renegar a Deus; 

2) blasfemar continuamente; 

3) adorar ao diabo; 

4) esforçar-se por não ter filhos; 

5) jurar em nome do diabo; 

6) alimentar-se de carnes; 

7) imaginar que pratica o ato sexual com o diabo, todas as noites; 

8) trazer consigo a imagem do diabo; 

9) lavar o rosto e pentear-se de 4 em 4 dias; 

10) tornar banho cada 42.º dia; 

11) mudar de roupa cada 57.º dia; 

12) Se for homem, barbear-se cada 91.º dia; 

13) não cortar nem polir as unhas... Também deverá comer quatro dentes de alho, sem tempero nenhum, em cada refeição, de quatro em quatro horas.

Entre cruzes, Pai-Nossos e Ave-Marias, invocações de Lúcifer e Satanás, conjurações e esconjuras, aparecem mil formas e fórmulas para praticar o mal e enfeitiçar meio mundo, num ambiente de meia-noite, sexta-feira, lua minguante e encruzilhadas, recorrendo a gatas pretas, galos pretos, galinhas pretas, bodes pretos, sapos pretos, ouriços pretos, corujas pretas, olhos de cães pretos, ovos de galinhas pretas, miolo de burro, corações de pombas pretas, sangue de rã, rim de lebre, pernas esquerdas de galinhas pretas, fígados de rouxinol; com o auxílio de panos pretos, seda vermelha, azeite, farofa, moedas, urinas, suores, ervas, raízes, flores, pedras de cevar, filtros de amor, cavalos marinhos, estrelas do mar, figas de Guiné, de arruda e de azeviche... 

É o bazar barato e constante da feitiçaria universal, sempre preocupada com questões de saúde, problemas de fortuna e os mistérios do amor.

Continua, assim, abundante a literatura da bruxaria européia: Lá está o Breviário de Nostradamus, outro Livro da Bruxa, o Tratado de Magia Oculta, o Livro dos Sonhos, o Livro do Feiticeiro e mais obras de Astrologia, Cartomancia e Quiromancia, sem esquecer os livros de Papus, Eliphas Levi, do Círculo Esotérico da Comunhão do Pensamento, das Sociedades Teosóficas, dos Rosacruzes, de Allan Kardec.

Eis as causas remotas da Umbanda. 

O movimento umbandista ainda está na fase de formação e elaboração. Mas é nestes elementos de origem africana, ameríndia e européia que os dirigentes da Umbanda encontram sua principal fonte. 

Há, certamente, também o aspecto cristão ou católico, e com ele ainda nos ocuparemos. 

É, porém, mais um elemento para a superfície, de decoração ou de fachada. O cerne da Umbanda não é cristão: é profunda e visceralmente contrário à autêntica vida cristã. 

A idolatria e as superstições do paganismo constituem a verdadeira essência do Espiritismo Umbandista. 

Quem conhece a vida e as práticas dos nossos terreiros ou tendas, reconhecerá imediatamente as várias causas que acabamos de lembrar.

Fonte: Pesquisa NET
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