Mostrando postagens com marcador NATUREZA ANIMAIS. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador NATUREZA ANIMAIS. Mostrar todas as postagens

Planeta Terra pode transformar-se num Marte sem vida nos próximos tempos

buracos em campo magnético
Cientistas da NASA declaram que o nosso planeta pode transformar-se num Marte sem vida nos próximos tempos. A causa consiste em que, no campo magnético, começaram a aparecer buracos, através dos quais passa radiação solar mortal, que representa perigo para tudo o que é vivo.

Na NASA declaram que, depois de 2008, na magnitosfera do nosso planeta começaram a aparecer buracos que não desaparecem durante muito tempo. Através desses buracos no nosso planeta penetram livremente enormes quantidades de radiação solar e isso pode constituir um sério problema para a vida biológica. Se os buracos continuarem a se formar, consideram na NASA, o nosso planeta poderá transformar-se num deserto dentro em breve, dentro de ano e meio.
Na organização espacial americana apontam para um cenário marciano. Segundo eles, antes, a atmosfera do Planeta Vermelho era mais compacta do que hoje. Mas, depois, os campos magnéticos do planeta simplesmente desapareceram e o vento solar rapidamente soprou de Marte parte da cobertura gasífera. A pressão atmosférica no planeta tornou-se muito baixa e os oceanos, que antes cobriam parte significativa de Marte simplesmente evaporaram.
Fonte: Voz da Russia
Continue lendo...

Colisão de grande asteroide com a Terra levará a catástrofe global

Colisão de grande asteroide

O Ministério das Situações de Emergência da Rússia adverte que qualquer asteroide de um ou dois quilómetros de diâmetro poderá levar a uma catástrofe global, no caso de colisão com a Terra.

Os asteroides de mais de um quilômetro de diâmetro são considerados grandes objetos espaciais. Na Terra existem cerca de 120 grandes crateras de asteroides. Na Rússia a maior delas é a cratera de Popigai, localizada no norte da plataforma siberiana. As dimensões da cratera interna superam 75 quilômetros e as da externa –100 km. O sinistro ocorreu há cerca de 36 milhões de anos.
Os cientistas afirmam que a queda de um grande meteorito provocou a extinção em massa dos organismos vivos (há cerca de 250 milhões de anos). O outro meteorito, segundo a hipótese de Luis Alvarez, levou à extinção dos dinossauros.
Os objetos relativamente pequenos também representam uma séria ameaça à Terra, visto que suas explosões perto de cidades, como resultado da onda de choque e calor, podem causar danos consideráveis, compatível com uma explosão atômica. A queda do meteorito de Tunguska, em 1908, em uma área desabitada não provocou tais efeitos por mero acaso.
Fonte: Voz da Russia
Continue lendo...

Mudanças climáticas fazem aumentar número de mortes

Mudanças climáticas
Nos últimos 30 anos tem crescido o número dos europeus que se tornaram vítimas do calor e do frio extremos. Uma situação análoga se verifica em outras regiões do mundo. As alterações futuras do clima irão aumentar ainda mais o número de casos mortais, tal é a previsão divulgada por cientistas suecos na revista Nature Climate Change.

Uma série de peritos associa essa tendência ao aquecimento global. Outros não concordam, dizendo que o homem moderno “não se dá bem com o meio ambiente e, em geral, se torna menos adaptado ao seu habitat”.
-
O relatório foi preparado com base em dados obtidos na Europa. Ali, desde 1980, as temperaturas anormais causaram um número de mortes maior do que nos primeiros 80 anos do século passado. Em outras regiões se mantém um quadro semelhante. O calor e o frio excessivos provocam a morte de pessoas na Ásia, África e na América.
-
De acordo com Evgueni Tishkovets, especialista do centro meteorológico Phobos, esta tendência se deve às mudanças globais do clima no nosso planeta:
“Nos últimos 50 anos, segundo estimativas em Paleoclimatologia, se registram os ritmos mais intensos de crescimento das temperaturas nos últimos 1300 anos. A temperatura do ar conheceu um aumento de um grau Celsius, a temperatura do Oceano cresceu em 0,7 graus, o nível de água subiu em 22 cm, a zona do solo permanentemente congelado se desloca para o norte, ou seja, se reduz, à velocidade de 1,5 km ao ano, a área de gelos marítimos mostra uma redução tripla no último meio século. Tal pêndulo climático não favorece a saúde de pessoas”.
-
À primeira vista, um aumento em um grau Celsius não parece grande coisa. Mas este indicador se refere à média anual. Na realidade, tal “ninharia” se traduz em duas semanas com temperaturas altíssimas no verão e num “frio de rachar” no inverno, que levam a dezenas milhares de vítimas entre as pessoas que sofrem de doenças cardiovasculares e outras enfermidades.
-
As estatísticas incutem um profundo pessimismo. Na sequência do calor e da seca em 2010, na Rússia morreram 55 mil pessoas. Em 2003, um fenômeno similar dominara o território da Europa. Então, o calor ceifou a vida de mais de 70 mil europeus. Este verão, por causa de insolação, foram hospitalizados 60 mil habitantes do Japão, muitos dos quais não sobreviveram.
-
Claro que antes as pessoas também reagiam às anomalias. Podemos ler textos sobre o sol abrasador nas crônicas antigas. Mas, naqueles tempos remotos, a seleção natural era mais ativa, reputa Alexei Kokorin, dirigente do programa Clima e Energia junto do Fundo Mundial de Natureza Selvagem.

“As gerações anteriores sofriam de alta mortalidade infantil e de elevada mortalidade entre as pessoas idosas. Hoje, esses indicadores diminuíram de forma brusca. Presentemente, contamos com um elevado número de idosos e crianças doentes que são sensíveis em relação às mudanças do clima. Grosso modo, na altura em que a Europa era assolada pela peste, ninguém prestava muita atenção às dores de cabeça durante alterações do tempo meteorológico”.

A civilização veio proporcionar novos medicamentos eficientes, mas ela também é capaz de afetar a saúde humana. O mal se encontra até no ar condicionado: arrefecendo o interior de nossas vivendas, o ar quente sai para a rua. Ali, entra em contacto com o asfalto escaldante, os prédios em betão armado, múltiplas viaturas e zonas industriais. Em resultado disso, no período de verão, nos recintos urbanos densamente povoados, as temperaturas noturnas se tornam muito altas.
-
Para além disso, o calor aumenta a emissão de substâncias nocivas, o homem se sente abafado diante do progressivo aquecimento global, ressalta o ecólogo Alexei Kokorin.

“O aumento do efeito de estufa não deixa de ser um fator fundamental a influir no sistema climático. O efeito surge, antes de mais, devido à incineração de combustível fóssil: carvão, gás, petróleo e derivados. É evidente que, cedo ou tarde, a Humanidade optará por uma “economia verde”, apesar das reservas de hulha e de gás que, sem dúvida, não são infinitas. Para os próximos 20-30 anos, o cenário está relativamente claro, predeterminado. Reduzindo as emissões, passando à “energia verde”, hoje poderemos lançar os alicerces apenas para os anos 2040-50”.

Mas até essa altura, se manterão as tendências pessimistas. Segundo peritos, a taxa de mortalidade por causa de anomalias e calamidades naturais irá crescer em todo o mundo. As regiões mais afetadas serão o sudeste asiático, a Europa Ocidental e Central, a zona leste da América do Sul e a parte meridional da Austrália. Na Rússia, as regiões mais vulneráveis são a parte europeia, os Urais e a Sibéria Ocidental.
-

Continue lendo...

Veja a beleza do céu noturno no norte! (Vídeo)

A aurora boreal
A aurora boreal é um fenômeno natural que pode ser observado nos céus noturnos nas regiões polares. O mais curioso é que cada aurora é única.
Continue lendo...

Qual é o lugar mais quente do mundo? E o mais frio?

O lugar mais quente do mundo tem uma temperatura tão alta que as pessoas que vivem lá não saem de casa durante o verão. Confira:
Você acha que o Brasil é um país quente? Precisa conhecer a Montanha Flamejante. Segundo as lendas locais, ela é o lugar mais quente do mundo.
A Montanha Flamejante é uma cordilheira de arenito vermelho escuro na cadeia de montanhas de Tian Shan, na borda norte do deserto de Taklamakan e a leste da cidade de Turpan, na China.
Apesar das suas temperaturas altas, as montanhas chinesas não são o lugar mais quente do mundo. Esse título é do Dasht-e Lut, também conhecido como o Deserto de Lut.
lugar mais quente
Ele é o 25º maior do mundo, e se trata de um grande deserto de sal no sudeste da província de Kerman, no Irã. A sua superfície apresenta temperaturas que chegam a 71°C.
O satélite “Aqua” da NASA, num estudo de sete anos de temperaturas da superfície terrestre global, indicou o Deserto de Lut como o ponto mais quente do planeta.
Cerca de 2 milhões de pessoas vivem na província de Kerman e lidam com as altas temperaturas frequentemente. Viver no deserto é praticamente impossível, dessa maneira, as casas mais próximas ficam a centenas de quilômetros dele.
No verão, as pessoas evitam sair de casa do fim da manhã até o entardecer. Mas quando o sol permite, eles cuidam das plantações de alho e tâmara, as únicas atividades locais possíveis.
Alguns habitante privilegiados possuem animais, porém precisam molhar a pele deles constantemente e deixá-los na sombra.

O lugar mais frio

lugar mais frio
Enquanto o lugar mais quente do mundo está o Irã, o mais frio fica localizado no continente Antártico. Exatamente no lugar onde foi construída a Estação de Pesquisa Vostok, que foi escolhida na época pela União Soviética por causa das suas possibilidades de perfuração profunda.
Os franceses e depois os cientistas norte-americanos se interessaram pela pesquisa soviética e começaram a participar dos trabalhos que eram realizados lá.
A Estação está localizada a uma distância de 1.253 km do Pólo Sul e a 1.260 quilômetros da costa mais próxima. Por causa do clima polar do lugar, temperaturas muito baixas são constantes durante todo o ano, mas com uma grande variação.
A temperatura média anual é de -50°C , durante o verão a temperatura mínima é de  -30°C , já no inverno é de -70°C. São essas temperaturas extremas que fazem de lá o lugar mais frio do mundo.

Continue lendo...

Belas imagens que parecem magia!

Se nos dermos um tempo é observarmos ao nosso redor veremos que a beleza em todos os lugares só não é observada!
beleza 01

beleza 02

beleza 03

beleza 04
Continue lendo...

Patagônia – a beleza da caverna de Marmol

Patagônia – a beleza da caverna de Marmol.
Natureza sempre consegue nos surpreender.

Patagônia – a beleza da caverna de Marmol 1

Patagônia – a beleza da caverna de Marmol 2

Patagônia – a beleza da caverna de Marmol 3

Patagônia – a beleza da caverna de Marmol 4
Continue lendo...

Os 33 lugares abandonados mais lindos que você já viu

São lugares com um tanto de mistério e muito de belo e inusitado. Estão abandonados, mas de pé, guardando histórias de um passado glorioso. Compilamos uma lista de lugares abandonados que perderam vida, mas mantiveram sua beleza. Tem um pouco de tudo, desde ilhas a palácios, passando por montanhas ou edifícios em ruínas ou até um parque de diversões abandonado. As cidades, vilas ou aldeias em que se encontram estão espalhadas pelo mundo.

Sorrento, na Itália

5329715372115059

Castelo Eilean Donan

Holey Trinity

Klevem, na Ucrânia

Câmara de resfriamento de usina abandonada

Farol

Gorazde, na Bósnia

Hotel del Salto

Casa do Partido Comunista da Bulgária

Taiwan

Usina abandonada

Curon Venosta, na Itália

Iate afundado, na Antárctica

Estátua de Jesus, em Malta

Prédio abandonado

Mansão abandonada

Prédio abandonado e congelado

Igreja em Indiana, nos Estados Unidos

Moinho de Herdman

Teatro

Estação de metrô

Arbutus

Parque de diversões, no Japão

Saint Dunstan

Saint Etienne

Ruínas

Castelo Buchanan

Prédio em ruínas

Piano em casa abandonada

Estrada de ferro, na França

Teatro Lawdale

Casa abandonada

Estrada de ferro abandonada



Fonte: http://climatologiageografica.com/os-33-lugares-abandonados-mais-lindos-que-voce-ja-viu/
Continue lendo...

Discovery compartilha plano da América em caso de uma Catástrofe

Catastrofe

Após a passagem do furacão Sandy sobre os EUA, o Discovery Channel vai exibir no próximo domingo um documentário com informações consideradas ultra-secretas de planos e instalações criados pelo governo norte-americano para enfrentar um cenário apocalíptico.

O Plano da América para o Fim do Mundo mostrará um avião feito especialmente para preservar a vida do presidente dos EUA em situações de emergência, abrigos nucleares em várias partes do país e um plano de continuidade da administração federal em caso de catástrofe.
O Discovery Channel também divulga pela primeira vez ao público detalhes do plano Doomsday de administrações passadas. Durante a administração Reagan, por exemplo, novos bunkers foram abertos nos EUA para o presidente e para membros de seu gabinete. Grande parte do foco naquele momento envolvia os impactos de uma guerra nuclear entre EUA e União Soviética.
Segundo o especialista e escritor de assuntos apocalípticos, Marc Ambinder, que participou da produção do documentário, muitas teorias abordadas sobre a crença de um cenário do governo pós-Fim do Mundo inclui planos para um governo extralegal militar, bem como suspender a Constituição. Ambinder diz que não encontrou nenhuma evidência disso, mas admite muitos detalhes permanecem classificados.
O especialista também diz que 30 por cento do trabalho da FEMA, uma organização criada especialmente para evitar e administrar desastres trabalha com programas de continuidade secretos.
Parte do mundo da FEMA é um segredo como a existência de um centro de operações em Virgínia chamado Tempo Monte. É um dos vários locais de realojamento destinados a funcionários de alto nível militar durante uma catástrofe. O centro inclui um sistema de rádio de alta frequência projetado para a comunicação entre os órgãos de segurança pública e estados durante um desastre.
No documentário, os telespectadores vão poder ver ainda um avião da Força Aérea que é parte essencial do plano Doomsday, com um centro de comando estratégico. O Boeing 747 foi projetado para permitir que o presidente comande o país a partir do ar durante um tempo de catástrofe.
O Plano da América para o Fim do Mundo será exibido pelo Discovery Channel no domingo somente nos EUA.
Fonte: Apocalink
Continue lendo...

O clima e a ameaça do caos

Clima
DE UMA forma ou de outra, a maioria de nós depende de combustível à base de carbono. Dirigimos carros e outros veículos movidos a gasolina ou a diesel. Usamos a energia gerada por usinas elétricas que consomem carvão, gás natural ou petróleo. Queimamos lenha, carvão vegetal, gás natural e carvão mineral para cozinhar ou manter-nos aquecidos. Todas essas atividades aumentam a quantidade de dióxido de carbono (gás carbônico ou CO2) na atmosfera. Esse gás retém o calor do Sol.
Também lançamos na atmosfera outros gases do efeito estufa que retêm calor. O óxido nitroso é liberado pelos fertilizantes de nitrogênio usados na agricultura. O metano é emitido pelos arrozais e pelos currais. Os clorofluorcarbonos (CFCs) resultam da fabricação de espumas de plástico e de outros processos industriais. Os CFCs não só retêm calor como também destroem a camada de ozônio na estratosfera.
Com exceção dos CFCs, que agora estão regulamentados, esses gases que retêm calor estão sendo emitidos na atmosfera a taxas cada vez maiores. Isso se deve, em parte, ao crescente número de pessoas na Terra, junto com o aumento do uso de energia, da atividade industrial e da agricultura. De acordo com a Agência de Proteção ao Meio Ambiente com sede em Washington, o homem lança atualmente seis bilhões de toneladas de dióxido de carbono e de outros gases do efeito estufa na atmosfera, por ano. Esses gases não se dissipam simplesmente; podem permanecer na atmosfera por décadas.
Os cientistas em geral têm certeza de duas coisas. Primeiro: a quantidade de dióxido de carbono e de outros gases do efeito estufa vem aumentando nos últimos séculos e décadas. Segundo: nos últimos cem anos, a média da temperatura da superfície da Terra aumentou entre 0,3 e 0,6 grau Celsius.
A questão é: existe uma relação entre o aquecimento global e o acúmulo de gases do efeito estufa provocado pelo homem? Alguns cientistas dizem que provavelmente não, atribuindo o aquecimento ao aumento na temperatura dentro das variações normais e ao Sol. No entanto, muitos climatologistas concordam com um relatório feito pelo Painel Intergovernamental Sobre Mudança Climática. Segundo o relatório, o aumento na temperatura “não se deve inteiramente a causas naturais” e “o peso da evidência sugere que existe uma influência humana discernível sobre o clima global”. No entanto, se as atividades humanas estão de fato aquecendo o planeta ou não — especialmente quão rápido o mundo poderá ficar mais quente no século 21, e exatamente as conseqüências que isso poderia acarretar — são questões ainda incertas.
As incertezas causam controvérsia
Quando os climatologistas predizem um futuro efeito estufa, eles confiam em modelos de clima emitidos pelos computadores mais rápidos e potentes do mundo. No entanto, o clima da Terra é determinado pela interação extremamente complexa entre a rotação da Terra, a sua atmosfera, os oceanos, o gelo, os aspectos geográficos e o Sol. Com tantos fatores interagindo, em tão vasta escala, é impossível a qualquer computador predizer com certeza o que acontecerá daqui a 50 ou 100 anos. A revista Science observou recentemente: “Muitos climatologistas alertam que ainda não está claro que as atividades humanas tenham começado a aquecer o planeta: ou qual será a gravidade do aquecimento provocado pelo efeito estufa quando ele ocorrer.”
As incertezas tornam fácil negar que haja qualquer ameaça. Os cientistas que encaram o aquecimento global com cepticismo, junto com indústrias poderosas que por questões econômicas preferem deixar as coisas como estão, argumentam que o atual estágio do conhecimento não justifica o que poderia ser uma ação corretiva onerosa. Afinal de contas, dizem, o futuro pode não ser tão ruim quanto algumas pessoas imaginam.
Os ambientalistas contra-argumentam dizendo que as incertezas científicas não justificam que os que traçam diretrizes fiquem complacentes. Embora seja verdade que o clima no futuro talvez não seja tão ruim quanto alguns temem, é também possível que a situação se torne muito pior! Ademais, arrazoam que não saber com certeza o que acontecerá no futuro não significa que nada deva ser feito para minimizar o risco. As pessoas que param de fumar, por exemplo, não exigem primeiro provas científicas de que se continuarem a fumar desenvolverão com certeza câncer pulmonar 30 ou 40 anos mais tarde. Elas param porque reconhecem o risco e querem minimizá-lo ou eliminá-lo.
O que está sendo feito?
Visto que a extensão do problema do aquecimento global é motivo de tanta controvérsia — debatendo-se até mesmo se o problema realmente existe — não surpreende que existam vários conceitos sobre o que fazer a respeito. Já por anos grupos ambientalistas promovem o uso generalizado de fontes de energia que não polui. A energia pode ser produzida a partir do Sol, do vento, dos rios, e dos reservatórios subterrâneos de vapor e de água quente.
Os ambientalistas também têm insistido com os governos para regulamentar as emissões de gases que retêm calor. A resposta dos governos tem sido assinar tratados. Por exemplo, em 1992, na Cúpula da Terra realizada no Rio de Janeiro, representantes de cerca de 150 países assinaram um tratado comprometendo-se a reduzir as emissões de gases que provocam o efeito estufa, especialmente o dióxido de carbono. A meta até o ano 2000 era que as nações industrializadas reduzissem as emissões de gases do efeito estufa aos níveis de 1990. Embora alguns tenham feito progresso nessa direção, a maioria dos países ricos não chega nem perto de cumprir o pouco que se propuseram a fazer. Muito pelo contrário, a maior parte das nações está produzindo mais gases do efeito estufa do que nunca! Nos Estados Unidos, por exemplo, calcula-se que até o ano 2000 as emissões de dióxido de carbono serão provavelmente 11% mais elevadas do que em 1990.
Mais recentemente, tem havido movimentos para ‘que se exerça um controle rigoroso’ sobre os acordos internacionais. Em vez de as reduções serem voluntárias, como no acordo de 1992, há demandas para se estabelecerem metas de redução que sejam obrigatórias.
O custo da mudança
Os líderes políticos estão ansiosos por projetar uma imagem de protetores do meio ambiente. No entanto, também visam interesses econômicos. Visto que, de acordo com a revista The Economist, 90% do mundo depende da energia produzida por combustíveis à base de carbono, substituí-los por outra fonte de energia traria grandes mudanças; e o custo da mudança é debatido com furor.
Qual seria o custo de reduzir as emissões de gases do efeito estufa até o ano 2010 para 10% a menos do que era em 1990? A resposta depende de a quem se pergunta. Considere os conceitos nos Estados Unidos, o país que lança mais desses gases na atmosfera do que qualquer outro. Os grupos de pesquisa das indústrias avisam que tal redução custaria à economia dos Estados Unidos bilhões de dólares anuais e tiraria o emprego de 600.000 pessoas. Já os ambientalistas dizem que alcançar o mesmo alvo poderia significar uma economia de bilhões de dólares anuais e gerar 773.000 novos empregos.
Apesar dos alertas de grupos ambientalistas para que se tome uma ação imediata, existem indústrias poderosas — montadoras de automóveis, companhias de petróleo, e produtores de carvão para mencionar apenas alguns — que utilizam vultosas quantias e influência para minimizar a gravidade da ameaça do aquecimento global e para exagerar o impacto econômico de se deixar de usar os combustíveis fósseis.
O debate prossegue. Se, no entanto, o homem está alterando o clima e não faz nada a respeito além de conversar, o adágio de que todos reclamam do tempo, mas ninguém faz nada, pode significar o prenúncio de uma catástrofe real.
Jhero
Continue lendo...

Brasil, o país dos raios

Brasil o país dos raios em 2015
O Brasil pode ser atingindo por 50 milhões de raios em 2015. Esta é a previsão de pesquisadores do INPE – Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais.
No início do ano, pelo menos cinco pessoas morreram após serem atingidas por raios. E o final de 2014 foi marcado pela morte de quatro pessoas de uma mesma família, vítimas de um raio no litoral paulista, repercutindo o fato na imprensa internacional.
O raio é uma descarga elétrica que começa e normalmente fica na nuvem, mas conforme dados do INPE, em 10% dos casos os raios podem tocar o chão, causando tais tragédias.
Segundo o físico do ELAT – Grupo de Eletricidade Atmosférica do INPE, Marcelo Saba, que participa dos estudos dos raios no Brasil, a maior incidência do fenômeno vai atingir o país durante o verão.
Ainda de acordo com o pesquisador, devido a sua localização e área, o Brasil é um recordista de raios no mundo, conforme análise de anos anteriores e da atual situação global em termos de climatologia.

Marcelo Saba explica que a melhor maneira de conduzir a forte descarga elétrica dos raios para um lugar seguro é através da instalação de para-raios. “Recentemente descobrimos que o para-raio tem também um papel ativo. 

Quando se aproxima um raio, ele lança uma descarga em direção àquela que vem descendo, captura essa descarga e a leva para um lugar sem perigo para a população”.

O físico chama atenção para a necessidade de se prevenir contra acidentes. 


“Quando se tem uma forte corrente elétrica passando pelo corpo humano, ela pode causar parada cardíaca ou respiratória. Se existir um pronto atendimento médico, será possível que a pessoa atingida pelo raio tenha uma boa recuperação, mas sem o socorro imediato as chances de sobrevivência são reduzidas.”
A melhor orientação dada pelo pesquisador do INPE é que em situações de chuva e raios, principalmente nos finais de tarde durante o verão, as pessoas devem evitar locais abertos. 


“Na hora da tempestade tem que evitar estar em praias, piscinas, locais descampados, locais altos como telhados, e se proteger em locais com edificações sólidas e cobertas até que a tempestade passe”.
Com relação ao trabalho realizado pelo Grupo de Eletricidade Atmosférica do INPE, Marcelo Saba destaca que o Instituto realiza o monitoramento de raios, através da instalação de antenas ao longo de todo o Brasil, para saber em que localidades há maior incidência de raios. 


“Isso tem uma série de vantagens, pois é possível saber onde estão as tempestades mais intensas, e aí é possível gerar alertas para edificações ou pessoas que estão trabalhando a céu aberto, ajudando assim a prevenir acidentes”.

O ELAT ainda é responsável pela realização de pesquisas para entender como os raios acontecem. O monitoramento dos raios acontece 24 horas por dia, em toda a semana, sendo possível informar com a antecedência de até uma hora a chegada de uma tempestade em determinada região, para que a área possa ser evacuada.

Fonte: http://br.sputniknews.com/
Continue lendo...
 
Copyright © 2016 SAIBA TA NA NET • All Rights Reserved.
Template Design by ORIGINAIS OADM • Powered by Blogger
back to top