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SUSTAIN: Cientistas descobrem como criar um furacão (cat.5) em laboratório

Cientistas descobrem como criar um furacão categoria 5


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Chamado de SUSTAIN, o laboratório oferece as ferramentas necessárias para os cientistas criarem um furacão de categoria 5.
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Um projeto no valor de cerca de 45 milhões de dólares deu aos cientistas da Universidade de Miami a capacidade de criar um verdadeiro furacão, com ventos de até 5 graus em um laboratório científico. Conhecido como SUSTENTAR (abreviação de interação da atmosfera da estrutura de inicialização), o laboratório tinha capacidade, quase dois anos atrás, para criar um furacão artificial com velocidades de ventos chegaram a 252 quilômetros por hora incrível.
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Muitas pessoas concordariam que isso é mais do que preocupante. O laboratório onde os furacões são feitos é composto de um tanque de água acrílica de 75 pés de comprimento e 30.000 galões de capacidade, equipado com um ventilador de 1.700 cavalos de potência e um gerador de ondas .. Mas o fato de que o Os cientistas podem recriar um furacão em um laboratório é aterrorizante .. Certo?
O diretor do laboratório SUSTAIN , Brian Haus, disse à revista Popular Science : "Podemos criar o equivalente a um furacão com ventos de mais de 320 km / h. Essa é uma categoria 5 fora do comum " .
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Quando ligadas, as ferramentas multifuncionais trabalham juntas para criar uma ampla gama de condições climáticas para produzir um furacão. Isso nos leva a outra questão controversa amplamente discutida nas últimas décadas: o controle do clima.
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Muitas instituições acadêmicas nos Estados Unidos estão intimamente ligadas ao Complexo Industrial Militar, onde diferentes grupos de pesquisadores cobrem diferentes tópicos, como guerra climática ou geoengenharia. Exemplos de tais instituições acadêmicas são o MIT com empreiteiros de defesa, como a Raytheon e a MITRE Corporation, trabalhando em conjunto com instituições acadêmicas e o governo dos EUA.
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Ao compreender esta conexão, os pesquisadores geoengenharia já se perguntou se os furacões justamente recentes podem ter mudado de alguma forma com o ultra - geoengenharia tecnologia secreta. SUSTENTAR tem a capacidade de recriar algumas das mais poderosas tempestades históricas, e os cientistas discutem como seu laboratório dá-lhes a oportunidade de medir os padrões de vento e ondas para furacões que atingiram o continente americano no passado.
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Seu papel é sua única ciência para o bem da humanidade, mas olhando para o lado, muitas pessoas argumentam que há mais para o SUSTAIN e outros laboratórios militares do que eles nos dizem. O Science Alert explica como o SUSTAIN funciona e o que faz:

"Eles podem monitorar as diferenças entre as diferentes categorias de tempestades e, em última análise, aconselhar governos e autoridades sobre as melhores maneiras de lidar com elas, graças aos dados do laboratório . "

Existem vários usos diferentes para hardware especializado dentro do laboratório SUSTAIN: testando a resistência de casas modelo e edifícios, por exemplo, estudando como o spray marinho afeta a intensidade crescente de uma tempestade (devido à transferência de calor da água para a atmosfera) como o aerossol é gerado) e também acompanha a maneira pela qual o dióxido de carbono se move do oceano para o ar durante um furacão.
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E apesar de tudo isso parecer mais perigoso do que realmente é, é um indicador claro de quão bem desenvolvida é a ciência do controle climático, também conhecida como geoengenharia. Afinal, quando você pensa sobre isso, chega à conclusão de que quem controla o clima também controlará o campo de batalha. Deixe seu comentário abaixo!
  www.ufo-spain.com
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Planeta Terra pode transformar-se num Marte sem vida nos próximos tempos

buracos em campo magnético
Cientistas da NASA declaram que o nosso planeta pode transformar-se num Marte sem vida nos próximos tempos. A causa consiste em que, no campo magnético, começaram a aparecer buracos, através dos quais passa radiação solar mortal, que representa perigo para tudo o que é vivo.

Na NASA declaram que, depois de 2008, na magnitosfera do nosso planeta começaram a aparecer buracos que não desaparecem durante muito tempo. Através desses buracos no nosso planeta penetram livremente enormes quantidades de radiação solar e isso pode constituir um sério problema para a vida biológica. Se os buracos continuarem a se formar, consideram na NASA, o nosso planeta poderá transformar-se num deserto dentro em breve, dentro de ano e meio.
Na organização espacial americana apontam para um cenário marciano. Segundo eles, antes, a atmosfera do Planeta Vermelho era mais compacta do que hoje. Mas, depois, os campos magnéticos do planeta simplesmente desapareceram e o vento solar rapidamente soprou de Marte parte da cobertura gasífera. A pressão atmosférica no planeta tornou-se muito baixa e os oceanos, que antes cobriam parte significativa de Marte simplesmente evaporaram.
Fonte: Voz da Russia
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Colisão de grande asteroide com a Terra levará a catástrofe global

Colisão de grande asteroide

O Ministério das Situações de Emergência da Rússia adverte que qualquer asteroide de um ou dois quilómetros de diâmetro poderá levar a uma catástrofe global, no caso de colisão com a Terra.

Os asteroides de mais de um quilômetro de diâmetro são considerados grandes objetos espaciais. Na Terra existem cerca de 120 grandes crateras de asteroides. Na Rússia a maior delas é a cratera de Popigai, localizada no norte da plataforma siberiana. As dimensões da cratera interna superam 75 quilômetros e as da externa –100 km. O sinistro ocorreu há cerca de 36 milhões de anos.
Os cientistas afirmam que a queda de um grande meteorito provocou a extinção em massa dos organismos vivos (há cerca de 250 milhões de anos). O outro meteorito, segundo a hipótese de Luis Alvarez, levou à extinção dos dinossauros.
Os objetos relativamente pequenos também representam uma séria ameaça à Terra, visto que suas explosões perto de cidades, como resultado da onda de choque e calor, podem causar danos consideráveis, compatível com uma explosão atômica. A queda do meteorito de Tunguska, em 1908, em uma área desabitada não provocou tais efeitos por mero acaso.
Fonte: Voz da Russia
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Mudanças climáticas fazem aumentar número de mortes

Mudanças climáticas
Nos últimos 30 anos tem crescido o número dos europeus que se tornaram vítimas do calor e do frio extremos. Uma situação análoga se verifica em outras regiões do mundo. As alterações futuras do clima irão aumentar ainda mais o número de casos mortais, tal é a previsão divulgada por cientistas suecos na revista Nature Climate Change.

Uma série de peritos associa essa tendência ao aquecimento global. Outros não concordam, dizendo que o homem moderno “não se dá bem com o meio ambiente e, em geral, se torna menos adaptado ao seu habitat”.
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O relatório foi preparado com base em dados obtidos na Europa. Ali, desde 1980, as temperaturas anormais causaram um número de mortes maior do que nos primeiros 80 anos do século passado. Em outras regiões se mantém um quadro semelhante. O calor e o frio excessivos provocam a morte de pessoas na Ásia, África e na América.
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De acordo com Evgueni Tishkovets, especialista do centro meteorológico Phobos, esta tendência se deve às mudanças globais do clima no nosso planeta:
“Nos últimos 50 anos, segundo estimativas em Paleoclimatologia, se registram os ritmos mais intensos de crescimento das temperaturas nos últimos 1300 anos. A temperatura do ar conheceu um aumento de um grau Celsius, a temperatura do Oceano cresceu em 0,7 graus, o nível de água subiu em 22 cm, a zona do solo permanentemente congelado se desloca para o norte, ou seja, se reduz, à velocidade de 1,5 km ao ano, a área de gelos marítimos mostra uma redução tripla no último meio século. Tal pêndulo climático não favorece a saúde de pessoas”.
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À primeira vista, um aumento em um grau Celsius não parece grande coisa. Mas este indicador se refere à média anual. Na realidade, tal “ninharia” se traduz em duas semanas com temperaturas altíssimas no verão e num “frio de rachar” no inverno, que levam a dezenas milhares de vítimas entre as pessoas que sofrem de doenças cardiovasculares e outras enfermidades.
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As estatísticas incutem um profundo pessimismo. Na sequência do calor e da seca em 2010, na Rússia morreram 55 mil pessoas. Em 2003, um fenômeno similar dominara o território da Europa. Então, o calor ceifou a vida de mais de 70 mil europeus. Este verão, por causa de insolação, foram hospitalizados 60 mil habitantes do Japão, muitos dos quais não sobreviveram.
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Claro que antes as pessoas também reagiam às anomalias. Podemos ler textos sobre o sol abrasador nas crônicas antigas. Mas, naqueles tempos remotos, a seleção natural era mais ativa, reputa Alexei Kokorin, dirigente do programa Clima e Energia junto do Fundo Mundial de Natureza Selvagem.

“As gerações anteriores sofriam de alta mortalidade infantil e de elevada mortalidade entre as pessoas idosas. Hoje, esses indicadores diminuíram de forma brusca. Presentemente, contamos com um elevado número de idosos e crianças doentes que são sensíveis em relação às mudanças do clima. Grosso modo, na altura em que a Europa era assolada pela peste, ninguém prestava muita atenção às dores de cabeça durante alterações do tempo meteorológico”.

A civilização veio proporcionar novos medicamentos eficientes, mas ela também é capaz de afetar a saúde humana. O mal se encontra até no ar condicionado: arrefecendo o interior de nossas vivendas, o ar quente sai para a rua. Ali, entra em contacto com o asfalto escaldante, os prédios em betão armado, múltiplas viaturas e zonas industriais. Em resultado disso, no período de verão, nos recintos urbanos densamente povoados, as temperaturas noturnas se tornam muito altas.
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Para além disso, o calor aumenta a emissão de substâncias nocivas, o homem se sente abafado diante do progressivo aquecimento global, ressalta o ecólogo Alexei Kokorin.

“O aumento do efeito de estufa não deixa de ser um fator fundamental a influir no sistema climático. O efeito surge, antes de mais, devido à incineração de combustível fóssil: carvão, gás, petróleo e derivados. É evidente que, cedo ou tarde, a Humanidade optará por uma “economia verde”, apesar das reservas de hulha e de gás que, sem dúvida, não são infinitas. Para os próximos 20-30 anos, o cenário está relativamente claro, predeterminado. Reduzindo as emissões, passando à “energia verde”, hoje poderemos lançar os alicerces apenas para os anos 2040-50”.

Mas até essa altura, se manterão as tendências pessimistas. Segundo peritos, a taxa de mortalidade por causa de anomalias e calamidades naturais irá crescer em todo o mundo. As regiões mais afetadas serão o sudeste asiático, a Europa Ocidental e Central, a zona leste da América do Sul e a parte meridional da Austrália. Na Rússia, as regiões mais vulneráveis são a parte europeia, os Urais e a Sibéria Ocidental.
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Veja a beleza do céu noturno no norte! (Vídeo)

A aurora boreal
A aurora boreal é um fenômeno natural que pode ser observado nos céus noturnos nas regiões polares. O mais curioso é que cada aurora é única.
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Qual é o lugar mais quente do mundo? E o mais frio?

O lugar mais quente do mundo tem uma temperatura tão alta que as pessoas que vivem lá não saem de casa durante o verão. Confira:
Você acha que o Brasil é um país quente? Precisa conhecer a Montanha Flamejante. Segundo as lendas locais, ela é o lugar mais quente do mundo.
A Montanha Flamejante é uma cordilheira de arenito vermelho escuro na cadeia de montanhas de Tian Shan, na borda norte do deserto de Taklamakan e a leste da cidade de Turpan, na China.
Apesar das suas temperaturas altas, as montanhas chinesas não são o lugar mais quente do mundo. Esse título é do Dasht-e Lut, também conhecido como o Deserto de Lut.
lugar mais quente
Ele é o 25º maior do mundo, e se trata de um grande deserto de sal no sudeste da província de Kerman, no Irã. A sua superfície apresenta temperaturas que chegam a 71°C.
O satélite “Aqua” da NASA, num estudo de sete anos de temperaturas da superfície terrestre global, indicou o Deserto de Lut como o ponto mais quente do planeta.
Cerca de 2 milhões de pessoas vivem na província de Kerman e lidam com as altas temperaturas frequentemente. Viver no deserto é praticamente impossível, dessa maneira, as casas mais próximas ficam a centenas de quilômetros dele.
No verão, as pessoas evitam sair de casa do fim da manhã até o entardecer. Mas quando o sol permite, eles cuidam das plantações de alho e tâmara, as únicas atividades locais possíveis.
Alguns habitante privilegiados possuem animais, porém precisam molhar a pele deles constantemente e deixá-los na sombra.

O lugar mais frio

lugar mais frio
Enquanto o lugar mais quente do mundo está o Irã, o mais frio fica localizado no continente Antártico. Exatamente no lugar onde foi construída a Estação de Pesquisa Vostok, que foi escolhida na época pela União Soviética por causa das suas possibilidades de perfuração profunda.
Os franceses e depois os cientistas norte-americanos se interessaram pela pesquisa soviética e começaram a participar dos trabalhos que eram realizados lá.
A Estação está localizada a uma distância de 1.253 km do Pólo Sul e a 1.260 quilômetros da costa mais próxima. Por causa do clima polar do lugar, temperaturas muito baixas são constantes durante todo o ano, mas com uma grande variação.
A temperatura média anual é de -50°C , durante o verão a temperatura mínima é de  -30°C , já no inverno é de -70°C. São essas temperaturas extremas que fazem de lá o lugar mais frio do mundo.

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Belas imagens que parecem magia!

Se nos dermos um tempo é observarmos ao nosso redor veremos que a beleza em todos os lugares só não é observada!
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Patagônia – a beleza da caverna de Marmol

Patagônia – a beleza da caverna de Marmol.
Natureza sempre consegue nos surpreender.

Patagônia – a beleza da caverna de Marmol 1

Patagônia – a beleza da caverna de Marmol 2

Patagônia – a beleza da caverna de Marmol 3

Patagônia – a beleza da caverna de Marmol 4
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Os 33 lugares abandonados mais lindos que você já viu

São lugares com um tanto de mistério e muito de belo e inusitado. Estão abandonados, mas de pé, guardando histórias de um passado glorioso. Compilamos uma lista de lugares abandonados que perderam vida, mas mantiveram sua beleza. Tem um pouco de tudo, desde ilhas a palácios, passando por montanhas ou edifícios em ruínas ou até um parque de diversões abandonado. As cidades, vilas ou aldeias em que se encontram estão espalhadas pelo mundo.

Sorrento, na Itália

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Castelo Eilean Donan

Holey Trinity

Klevem, na Ucrânia

Câmara de resfriamento de usina abandonada

Farol

Gorazde, na Bósnia

Hotel del Salto

Casa do Partido Comunista da Bulgária

Taiwan

Usina abandonada

Curon Venosta, na Itália

Iate afundado, na Antárctica

Estátua de Jesus, em Malta

Prédio abandonado

Mansão abandonada

Prédio abandonado e congelado

Igreja em Indiana, nos Estados Unidos

Moinho de Herdman

Teatro

Estação de metrô

Arbutus

Parque de diversões, no Japão

Saint Dunstan

Saint Etienne

Ruínas

Castelo Buchanan

Prédio em ruínas

Piano em casa abandonada

Estrada de ferro, na França

Teatro Lawdale

Casa abandonada

Estrada de ferro abandonada



Fonte: http://climatologiageografica.com/os-33-lugares-abandonados-mais-lindos-que-voce-ja-viu/
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Discovery compartilha plano da América em caso de uma Catástrofe

Catastrofe

Após a passagem do furacão Sandy sobre os EUA, o Discovery Channel vai exibir no próximo domingo um documentário com informações consideradas ultra-secretas de planos e instalações criados pelo governo norte-americano para enfrentar um cenário apocalíptico.

O Plano da América para o Fim do Mundo mostrará um avião feito especialmente para preservar a vida do presidente dos EUA em situações de emergência, abrigos nucleares em várias partes do país e um plano de continuidade da administração federal em caso de catástrofe.
O Discovery Channel também divulga pela primeira vez ao público detalhes do plano Doomsday de administrações passadas. Durante a administração Reagan, por exemplo, novos bunkers foram abertos nos EUA para o presidente e para membros de seu gabinete. Grande parte do foco naquele momento envolvia os impactos de uma guerra nuclear entre EUA e União Soviética.
Segundo o especialista e escritor de assuntos apocalípticos, Marc Ambinder, que participou da produção do documentário, muitas teorias abordadas sobre a crença de um cenário do governo pós-Fim do Mundo inclui planos para um governo extralegal militar, bem como suspender a Constituição. Ambinder diz que não encontrou nenhuma evidência disso, mas admite muitos detalhes permanecem classificados.
O especialista também diz que 30 por cento do trabalho da FEMA, uma organização criada especialmente para evitar e administrar desastres trabalha com programas de continuidade secretos.
Parte do mundo da FEMA é um segredo como a existência de um centro de operações em Virgínia chamado Tempo Monte. É um dos vários locais de realojamento destinados a funcionários de alto nível militar durante uma catástrofe. O centro inclui um sistema de rádio de alta frequência projetado para a comunicação entre os órgãos de segurança pública e estados durante um desastre.
No documentário, os telespectadores vão poder ver ainda um avião da Força Aérea que é parte essencial do plano Doomsday, com um centro de comando estratégico. O Boeing 747 foi projetado para permitir que o presidente comande o país a partir do ar durante um tempo de catástrofe.
O Plano da América para o Fim do Mundo será exibido pelo Discovery Channel no domingo somente nos EUA.
Fonte: Apocalink
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