Aqui estão 12 dos deuses mais proeminentes da antiga Mesopotâmia

A Suméria, conhecida como a “terra dos reis”, foi fundada no sul da Mesopotâmia (atual Iraque) entre 4500 e 4000 aC. Tornou-se uma das primeiras civilizações já estabelecidas na história, onde seu povo drenou os pântanos para a agricultura, desenvolveu o comércio e estabeleceu indústrias como a tecelagem, a metalurgia e a cerâmica.
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Cada cidade era protegida por um deus ou deusa em particular, com grandes templos construídos no centro da cidade para eles residirem. Os deuses da Mesopotâmia ainda possuíam vestígios remanescentes de seus papéis elementares anteriores, como ar, fogo e trovão.
deuses da mesopotamia
Anu (Deus do céu) era o governante original do panteão mesopotâmico. Ele era um deus etéreo, conhecido como o senhor das constelações e mestre dos espíritos, que habitava a região mais alta do céu e tinha o poder de julgar aqueles que cometeram crimes.
Enlil (deus do ar) foi patrono da cidade de Nippur, associado ao vento e espaços abertos. Ele era o único deus que poderia alcançar Anu no céu, porque ele governava o céu. Foi Enlil quem ajudou a criar humanos, mas ele logo se irritou com sua comoção e tentou matá-los, engolfando-os em um grande dilúvio.
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Enki (deus da água doce) foi o patrono da cidade de Eridu. Ele era conhecido como o senhor do conhecimento, artesanato e criação, que residia sobre todos os que moravam no plano terrestre. Ele era o guardião de um poder divino conhecido como "Eu", que estava inscrito em tábuas de pedra (disse para guardar os segredos da civilização). Ele é frequentemente representado com uma coroa de chifres, vestida com a pele de uma carpa.
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Enbilulu (Deus dos rios) estava encarregado do rio Tigre e do Eufrates, ambos considerados muito sagrados. Ele governou o domínio da agricultura, ensinando aos homens o ofício da irrigação e da agricultura. Dizem que ele conhecia os segredos da água acima e abaixo da terra, concedendo-lhe o poder de fazer todas as coisas florescerem.
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Nergal (God of Death) was a chthonic deity whose seat of power resided in Cuthah. He is often presented as half man half lion, known by all as the “raging king,” or “furious one.” He represented the sun of noon-time that brings darkness and chaos, thereby associating him with war, famine and pestilence. He also presided over the netherworld, where he governed the dead souls of the afterlife.
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Nanna (Deus da Lua) era comumente conhecido como o “senhor da sabedoria” que presidia a cidade de Ur. Ele personificava o conhecimento sagrado da ciência, astronomia e astrologia. Nanna era frequentemente apresentada como um grande touro alado voando pela lua crescente. No sistema astral, ele é representado pelo número 30 (que se refere ao número médio de dias em um mês lunar).
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Ninurta (God of War) era o senhor de Lagash, muitas vezes representado com uma maça mágica chamada Sharur. Não só um mestre de guerra, ele também foi associado com a cura e cirurgia, ajudando a libertar os seres humanos de lesões, doenças e possessão demoníaca. Foi Enki, o Deus de água doce, que orientou Ninurta nos caminhos da guerra e do conhecimento arcano (provavelmente baseado nos ensinamentos sagrados do Eu).
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Utu (Deus do Sol) estava encarregado da verdade, justiça e lei. Ele geralmente é retratado como um homem usando um capacete, segurando um disco solar e carregando uma espada serrilhada. Todos os dias, Utu emerge de uma montanha no leste, viajando pela Terra em uma carruagem, antes de retornar a uma caverna a oeste (criando o amanhecer, meio-dia e por do sol, respectivamente). Toda noite ele desce ao submundo para decidir o destino dos mortos.
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Gerra (Deus do Fogo) foi dito possuir uma sabedoria e habilidade tão vasta "que todos os deuses não poderiam entender". Ele era conhecido por seus seguidores como "senhor do fogo e da forja", capaz de refinar metais potentes, purificar pessoas de maus espíritos e dominar qualquer arma conhecida pelo homem. Foi alegado que ele era invencível em batalha.
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Tammuz (God of Vegetation) was a patrol deity associated with food and sustenance. He represented abundance in the spring, and the waning of life in the Autumn. The passing of summer came to represent death to Mesopotamian’s, and many rituals were practiced in Tammuz’s name, grieving for his passing and calling for his return in the coming year.
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Marduk (Deus das Tempestades) era a divindade patronal da Babilônia, que subiu lentamente ao poder como a cabeça do panteão babilônico. Ele é um Deus complexo associado à profecia, ressurreição e trovão. Ele subiu ao poder durante uma guerra civil entre os deuses e seu prodígio (conhecido como o Igigi). Foi Marduk quem conquistou Tiamat (uma deusa primitiva), elevando-o ao status de rei divino, governando o céu e a terra. Toda a natureza, incluindo o homem, devia sua existência a ele.
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Nabu (Deus dos escribas) era mestre em sabedoria e escrita. Ele era o filho de Marduk, atuando como seu escriba e ministro, e acabou se tornando o guardião das Tablets of Destiny, no qual o destino da humanidade foi gravado. Nabu usa um boné com chifres e está de mãos dadas, no antigo gesto do sacerdócio. Ele cavalga em um dragão alado que inicialmente pertenceu ao seu pai Marduk.
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Escrito por Simon E. Davies, colaborador do antigo código.
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