O Sacrifício do DMX contra os Illuminati

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Ele negou os Illuminati e ate agora eles tentam destrui-lo , DMX não recua, Deus esteja com ele
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A Sociedade Idiotizada - Parte 1

Os Efeitos dos Medicamentos de Controle da Mente, dos Alimentos Transgênicos, do Flúor e do Aspartame

A Sociedade Idiotizada 01
Existe um esforço deliberado por parte do governo para idiotizar as massas? É difícil provar isto, mas existe uma grande quantidade de dados que confirma que a elite governante não somente tolera, mas também define políticas que têm um efeito prejudicial sobre a saúde física e mental da população. 

Esta série de artigos examina os muitos modos como o homem moderno está sendo idiotizado. A Parte 1 discute os venenos encontrados nos alimentos, nas bebidas e nos medicamentos consumidos regularmente pela população.

Os temas da idiotização e desumanização das massas são frequentemente discutidos nos artigos do site The Vigilant Citizen. Entretanto, a presença desses conceitos na cultura popular é somente a expressão exterior e simbólica das profundas transformações que estão ocorrendo em nossa sociedade. Os dados científicos provam que os governos de todo o mundo toleram a venda de muitos produtos que têm um efeito negativo e direto sobre a saúde física e cognitiva. Como veremos neste artigo, muitos produtos usados no dia a dia causam danos ao cérebro, prejudicam a capacidade de fazer julgamentos e até reduzem o quociente de inteligência (QI).

Uma população mais idiotizada é algo desejável pelas elites? Adolf Hitler certa vez disse: "Que bom para os líderes que os homens não pensem." Uma população educada conhece seus direitos, compreende as grandes questões e toma atitudes quando não aprova aquilo que está acontecendo. Julgando pela quantidade incrível de dados disponíveis sobre o assunto, parece que a elite quer o oposto exato: uma população sedada, enferma, amedrontada e confusa. Veremos os efeitos dos remédios, dos pesticidas, do flúor e do aspartame no corpo humano, e como esses produtos estão sendo promovidos pelas pessoas que pertencem à estrutura do poder.
O Abuso dos Medicamentos Prescritos
Nas últimas décadas testemunhamos um surpreendente aumento de medicamentos de prescrição obrigatória para tratar todos os tipos de problemas. As crianças são particularmente afetadas por esse fenômeno.

Desde os anos 1990, uma proporção cada vez maior de crianças está sendo diagnosticada com "doenças" como o Transtorno do Déficit de Atenção, e estão recebendo medicações que alteram a mente, como o Ritalin.

A DEA (Drug Enforcement Administration) ficou alarmada pelo tremendo aumento na prescrição desses medicamentos em anos recentes. Desde 1990, as prescrições do metilfenidato aumentaram em 500%, enquanto as prescrições de anfetamina para o mesmo propósito aumentaram 400%. Agora, vemos uma situação em que de 7 a 10% dos meninos estão tomando esses medicamentos, em algum ponto, bem como uma crescente porcentagem de meninas. [Fonte].

Hoje, as crianças que mostram possuírem muita energia, personalidade ou força estão sendo sedadas com medicamentos poderosos, que afetam diretamente o funcionamento de seus cérebros. Será se estamos indo na direção certa aqui?

Embora o Transtorno do Déficit de Atenção não esteja claramente definido e documentado — ele não causa quaisquer efeitos biológicos observáveis — as crianças estão sendo diagnosticadas com a doença em grande número. Isso levanta importantes questões éticas.
"Pediatras e eticistas têm expressado suas preocupações com o uso desses estimulantes. Em um artigo publicado no jornal The New York Times, eles questionaram a adequação de medicar as crianças sem ter um claro diagnóstico na esperança que o desempenho escolar delas melhore. Eles também perguntam se os medicamentos deveriam ser dados a adultos que fracassam em suas carreiras ou que são procrastinadores. Eles questionam a validade desses métodos."

"Essa preocupação também foi expressa na edição de janeiro de 2005 da revista Pediatrics, em que as grandes discrepâncias entre os padrões de prática dos pediatras e as diretrizes da Academia Americana dos Pediatras para a avaliação e tratamento das crianças com o Transtorno do Déficit da Atenção com Hiperatividade (TDAH) foram apresentadas. O artigo também declarava que, como a comunidade médica não chegou a um consenso sobre como diagnosticar esses dois distúrbios, não deveria tomar decisões importantes sobre como tratar os indivíduos que foram diagnosticados com eles."
O uso do Ritalin em uma idade precoce quebra o limiar psicológico que as pessoas mantêm em relação ao uso das pílulas de uso controlado, o que torna essas crianças mais propensas a consumirem drogas psicotrópicas posteriormente em suas vidas. Não devemos ficar surpresos se testemunharmos um crescimento drástico no consumo de antidepressivos nos anos futuros. A tendência já começou:
"Em seu estudo, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças examinou os 2.4 bilhões de medicamentos prescritos nos consultórios médicos e nos hospitais em 2005. Desses, 118 milhões eram antidepressivos."

"O uso de antidepressivos e outros medicamentos psicotrópicos — aqueles que afetam a química cerebral — subiu rapidamente na última década. O uso adulto dos antidepressivos quase triplicou entre os períodos de 1988-1994 e 1999-2000. Entre 1995 e 2002, o ano mais recente em que as estatísticas estão disponíveis, o uso desses medicamentos subiu 48%, informou o CDC." [Elizabeth Cohen, CNN].
O uso de pílulas vendidas sob prescrição médica pode ser uma grande ajuda para casos específicos e corretamente diagnosticados. Entretanto, a indústria farmacêutica, que tem muitos "amigos" nos altos escalões do governo, está promovendo o uso generalizado das drogas psiquiátricas dentro do público. Desde 2002, um grande número de pílulas que afirmam corrigir todos os tipos de quadros mentais estão sendo anunciadas para o público, mas muitas delas foram aprovadas para a venda sem uma pesquisa apropriada dos efeitos colaterais. E o que é ainda pior: os efeitos colaterais podem ser conhecidos, porém formam ocultados do público. A seguir está uma lista das advertências feitas sobre as drogas psiquiátricas comumente vendidas. Alguns desses efeitos colaterais são na verdade aterrorizadores, pois uma pílula não deveria ter um poder tão grande sobre o cérebro humano. Considere o seguinte: alguns medicamentos foram obrigados a incluir advertências do risco de levarem você a cometer suicídio.
2004
  • 22 de março: A FDA (Food and Drug Administration) advertiu que antidepressivos como o Prozac (chamados de SSRI, ou Selective Serotonin Reuptake Inhibitors) poderiam causar "ansiedade, agitação, ataques de pânico, insônia, irritabilidade, hostilidade, impulsividade, acatisia (um estado de inquietação severa; a pessoa fica agitada, incapaz de relaxar ou ficar quieta), hipomania (entusiasmo acima do normal) e manias (psicoses caracterizadas por emoções exaltadas, ilusões de grandeza)."
  • Junho: A equivalente australiana da FDA, chamada de Therapeutic Goods Administration, reportou que as drogas antipsicóticas mais recentes poderiam aumentar o risco de diabetes.
  • Junho: A FDA ordenou que a embalagem do estimulante Adderall incluísse uma advertência sobre morte cardiovascular súbita, especialmente em crianças com histórico de doença cardíaca.
  • 15 de outubro: A FDA ordenou a colocação da tarja preta nos antidepressivos, advertindo que eles poderiam causar pensamentos e ações suicidas em pessoas menores de 18 anos de idade.
  • 21 de outubro: O Comitê de Reações Adversas em Medicamentos, da Nova Zelândia, recomendou que os antidepressivos mais antigos e mais recentes não fossem prescritos para pacientes com menos de 18 anos de idade, por causa do risco de suicídio.
  • 17 de dezembro: A FDA exigiu que a embalagem para a droga Strattera, usada no tratamento do Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade, advertisse que "O dano severo ao fígado poderá avançar para a falência do órgão, resultando na morte ou na necessidade de um transplante em uma pequena porcentagem de pacientes."
2005
  • 9 de fevereiro: Health Canada, a correspondente canadense da FDA, suspendeu a propaganda e comercialização do Adderall XR (dado uma vez ao dia) devido a relatórios de 20 mortes súbitas inexplicáveis (14 em crianças) e 12 derrames (2 em crianças).
  • 11 de abril: A FDA advertiu que o uso de drogas antipsicóticas em pacientes idosos poderia aumentar o risco de morte.
  • 22 de junho: A FDA anunciou sua intenção de fazer mudanças nos rótulos do Concerta e outros produtos Ritalina para incluir os efeitos colaterais: "alucinações visuais, ideias suicidas, comportamento psicótico, bem como agressão ou comportamento violento".
  • 30 de junho: A FDA advertiu que o antidepressivo Cymbalta poderia aumentar o pensamento ou comportamento suicida em pacientes infantis que estivem tomando o medicamento. Ela também advertiu sobre o risco potencial maior de comportamento suicida em adultos que tomavam antidepressivos.
  • Agosto: A Therapeutic Goods Administration australiana encontrou um relacionamento entre os antidepressantes e propensão ao suicídio, acatisia, agitação, nervosismo e ansiedade em adultos. Sintomas similares poderiam ocorrer após a suspensão da medicação, a agência verificou.
  • 19 de agosto: O Comitê Sobre Produtos Medicinais, da Agência Europeia de Medicamentos, advertiu sobre o uso de antidepressantes para crianças, dizendo que os medicamentos provocavam tentativas e pensamentos de suicídio, agressão, hostilidade, comportamento e fúria hostis.
  • 26 de setembro: A Agenzia Italiana del Farmaco (equivalente italiana da FDA) advertiu sobre o uso de antidepressivos mais antigos (tricíclicos) em pessoas com menos de 18 anos de idade. Ela também verificou que as drogas estavam associadas com ataques do coração em pessoas de qualquer idade.
  • 29 de setembro: A FDA ordenou que a bula do medicamento Strattera, usado para tratar o Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade incluísse uma advertência sobre o risco maior de pensamentos suicidas em crianças e adolescentes que fizessem uso do produto.
  • 17 de outubro: A FDA advertiu que o antidepressivo Cymbalta poderia ser prejudicial ao fígado.
  • 24 de outubro: A FDA retirou o estimulante Cylert do mercado por causa do risco de ser tóxico para o fígado e poder levá-lo à falência.
  • Novembro: A FDA advertiu que o antidepressante Effexor poderia causar pensamentos homicidas.
2006
  • 9 de fevereiro: O Comitê Avaliador de Gerenciamento de Risco e Segurança dos Medicamentos, da FDA, recomendou que a advertência da tarja preta fosse usada para os estimulantes, pois eles podem causar ataques cardíacos, derrames e morte súbita.
  • 20 de fevereiro: Autoridades britânicas advertiram que o medicamento Strattera estava associado com as convulsões e podia potencialmente estender o período de tempo do ritmo cardíaco.
  • 22 de março: Um painel de avaliação da FDA ouviu evidências de quase 1.000 relatórios de crianças que experimentaram psicose ou mania durante o tempo em que tomaram estimulantes.
  • 3 de maio: Relatórios de reação adversas de medicamentos da FDA reportaram vínculos entre as drogas antipsicóticas com 45 mortes de crianças e 1.300 reações adversas sérias, como convulsões e baixo número de glóbulos brancos.
  • 12 de maio: O fabricante do Paxil advertiu que o antidepressivo aumentava o risco de suicídio em adultos.
  • 26 de maio: Health Canada fez novas advertências de riscos cardíacos raros para todas as drogas prescritas para o Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade, incluindo o risco de morte súbita.
  • 2 de junho: Um estudo da FDA determinou que a droga antipsicótica Risperdal poderia causar tumores na glândula pituitária. Essa glândula, na base do cérebro, excreta hormônios que promovem o crescimento e regulam as funções do organismo. Os antipsicóticos podem aumentar a prolactina, um hormônio na glândula pituitária, e esse aumento foi vinculado ao câncer. Foi descoberto que o Risperdal aumenta os níveis da prolactina mais frequentemente do que em outros antipsicóticos.
  • 19 de julho: A FDA disse que as caixas dos antidepressivos deveriam conter advertências que eles podem causar uma condição fatal nos pulmões dos recém-nascidos, se a mãe tomar os antidepressivos SSRI durante a gravidez. Os pacientes que sofrem de sinusite também precisam ser advertidos que combinar os medicamentos para tratar a sinusite com SSRIs pode resultar em um quadro clínico que pode ser fatal, conhecido como Síndrome da Serotonina.
A Contaminação dos Alimentos
O homem moderno ingere durante sua vida uma quantidade incrível de substâncias químicas, sabores artificiais e aditivos. Embora exista uma crescente preocupação com a alimentação saudável, existem também muitas más informações e desinformações.
No tempo presente, uma única companhia — a Monsanto — produz aproximadamente 95% de toda a soja e de todo o milho nos EUA. Com isto em vista, os sucrilhos de cereal que você comeu no café da manhã, o refrigerante que bebeu no almoço e o bife que comeu no jantar provavelmente foram produzidos a partir das plantações realizadas com sementes transgênicas patenteadas pela Monsanto. Existem diversos documentos e filmes que expõem o braço forte da Monsanto no setor agrícola, de modo que não vou expandir esse assunto. Entretanto, é importante observar que existe atualmente um virtual monopólio na indústria de alimentos e existe um vínculo nada saudável entre a Monsanto e o governo norte-americano. Muitas pessoas que foram fundamentais na aprovação de leis nos setores dos alimentos, medicamentos e da agricultura estiveram também, em algum tempo, na folha de pagamento da Monsanto. Em outras palavras, a elite decide quais alimentos serão oferecidos a você.
Autoridades que já trabalharam no passado para a Monsanto:
  • O juiz da Suprema Corte Clarence Thomas trabalhou como advogado para a Monsanto nos anos 1970. Ele foi o relator na decisão de 2001 da Suprema Corte J. E. M. Ag Supply Inc. versus Pioneer Hi-Bred International Inc., que determinou que "as variedades de plantas recém-desenvolvidas são patenteáveis sob as leis gerais de patentes dos EUA." Este caso beneficiou todas as companhias que lucram com as plantações geneticamente modificadas, das quais a Monsanto é uma das principais.
  • Michael R. Taylor era assistente de um comissário da FDA antes de sair para trabalhar para um escritório de advocacia para obter a aprovação da FDA dos hormônios artificiais do crescimento, da Monsanto, nos anos 1980. Taylor depois se tornou subcomissário da FDA, de 1991 a 1994. Mais tarde, ele foi novamente indicado para a FDA, em agosto de 2009, pelo presidente Barack Obama.
  • Dr. Michael A. Friedman era um subcomissário da FDA antes de ser contratado como vice-presidente sênior da Monsanto.
  • Linda J. Fisher era uma administradora-assistente na Agência de Proteção Ambiental (EPA) dos EUA antes de se tornar vice-presidente da Monsanto de 1995-2000. Em 2001, ela se tornou sub-administradora da EPA.
  • O ex-Secretário de Defesa Donald Rumsfeld foi presidente da G. D. Searle & Co., que a Monsanto adquiriu em 1985. Rumsfeld pessoalmente ganhou pelo menos 12 milhões de dólares na transação.
Muitas leis (aprovadas por ex-funcionários da Monsanto) facilitaram o lançamento de alimentos geneticamente modificados para o público.
"De acordo com as estatísticas atuais, 45% do milho e 85% da soja nos EUA são geneticamente modificados. Estima-se que de 70 a 75% dos alimentos industrializados que estão à venda nos supermercados contêm ingredientes geneticamente modificados."
"Outros alimentos geneticamente modificados são: canola, mamão papaya, batata, arroz, abóbora, certas variedades de melão, beterraba, linho, tomate, óleo de canola. Uma plantação de produto não-alimentício que é comumente geneticamente modificada é o algodão. O Hormônio Recombinante do Crescimento Bovino (rBGH, ou Prosilac) geneticamente modificado foi um dos primeiros produtos dessa classe a entrar na cadeia alimentar da nação. A FDA aprovou o rBGH da Monsanto em 1993.” [Anna M. Salanti, Genetically Engineered Foods].
Embora ainda seja impossível determinar os efeitos de longo prazo dos alimentos transgênicos no corpo humano, alguns fatos já foram estabelecidos. Os alimentos transgênicos contêm menos nutrientes e, mais importante de tudo, resistem aos produtos químicos dos pesticidas.
"Uma das características do alimentos transgênicos é sua capacidade de suportar a aplicação ilimitada de produtos químicos, incluindo os pesticidas. O bromoxinil e o glifosato foram associados com o desenvolvimentos de distúrbios em fetos, tumores, carcinogenicidade, e linfoma não-Hodgkin. Os estudos indicam que o Hormônio Recombinante do Crescimento Bovino (rBGH) da Monsanto faz as vacas produzirem leite com um aumento de um segundo hormônio, o IGF-1. Esse hormônio está associado com o câncer nos seres humanos. As recomendações da agência "cão de guarda" do Congresso, o Government Accounting Office (GAO), eram que o rBGH não fosse aprovado. A União Europeia, o Canadá e outros países baniram o produto. A ONU também se recusou a certificar que o uso do rBGH é seguro.” [ Ibidem].
As modificações genéticas criadas pela Monsanto tornam seus produtos maiores e mais esteticamente bonitos. Outra "melhoria", esta menos discutida, é a capacidade das plantas suportarem quantidades praticamente ilimitadas de pesticidas da marca Roundup. Isso incentiva os fazendeiros a usarem essa marca de pesticida, que é produzida pela... Monsanto.
Estudos sobre o Roundup vinculam o poderoso pesticida e herbicida a muitos problemas de saúde, como:
  • Riscos mais elevados de câncer linfático não-Hodgkin.
  • Abortos espontâneos
  • Transtorno do Déficit de Atenção (o real).
Flúor

Outra fonte de substâncias químicas nocivas encontra-se nos reservatórios de água do homem moderno e nos refrigerantes. Em 2002, as estatísticas do CDC mostraram que aproximadamente 60% da população americana recebia água fluoretada nas torneiras de suas casas. A razão oficial para a presença do flúor na água é que ele ajuda a prevenir a cárie dentária. Realmente? Seria esse benefício compensador para a população consumir grandes quantidades dessa substância? Alguns estudos já negaram qualquer benefício da água fluoretada para os dentes.
"Os cientistas agora acreditam que a principal ação protetora do flúor não vem de ingerir a substância química, com os dentes absorvendo-a a partir de dentro do corpo, mas da absorção direta por meio da aplicação tópica. Isso significa que beber água fluoretada é muito menos eficiente para combater as cáries do que escovar os dentes usando uma pasta dental com flúor." [Fonte].
Então, por que o flúor ainda é adicionado na água? Aqui estão alguns fatos rápidos sobre a fluoretação:
  • O flúor era usado antigamente como pesticida.
  • O flúor está registrado como "venenoso" na Lei dos Venenos de 1972, no mesmo grupo das toxinas, como arsênico, mercúrio e o herbicida Paraquat.
  • O flúor é cientificamente classificado como mais tóxico que o chumbo, mas existe cerca de 20 vezes mais flúor do que chumbo na água.
Muitos estudos já foram realizados sobre os efeitos do flúor no organismo humano e alguns efeitos adversos notáveis já foram observados: ele muda a estrutura e resistência dos ossos, prejudica o sistema imunológico e já foi vinculado com alguns tipos de cânceres. Outra consequência alarmante da fluoretação é seu efeito nas funções cerebrais:

"Em 1995, o neurotoxicologista e ex-diretor de Toxicologia no Centro Dentário Forsyth, em Boston, o Dr. Phyllis Mullenix, publicou uma pesquisa que mostrava o flúor acumulado no cérebro de animais quando expostos a níveis moderados. Ocorreram danos no cérebro e os padrões de comportamento dos animais foram afetados adversamente. Os filhotes que nasceram das fêmeas grávidas que receberam doses relativamente baixas de flúor mostravam efeitos permanentes no cérebro que eram vistos como hiperatividade (como os sintomas do Transtorno do Déficit de Atenção). Os animais jovens e adultos que receberam o flúor experimentavam o efeito oposto — hipoatividade e falta de ânimo. Os efeitos tóxicos do flúor no sistema nervoso central foram subsequentemente confirmados por pesquisa classificada (secreta) do governo. Dois novos estudos epidemiológicos que tendem a confirmar os efeitos neurotóxicos do flúor sobre o cérebro mostraram que as crianças expostas a níveis elevados de flúor têm um QI mais baixo." [Fonte]
Um efeito colateral menos conhecido, porém extremamente importante do flúor é a calcificação da glândula pineal.

Até os anos 1990, nenhuma pesquisa tinha sido realizada para determinar o impacto do flúor sobre a glândula pineal — uma pequena glândula situada entre os dois hemisférios do cérebro e que regula a produção do hormônio melatonina. Esse hormônio ajuda a regular o início da puberdade e ajuda a proteger o organismo de danos nas células causados pelos radicais livres.
Sabe-se agora — graças à pesquisa meticulosa da Dra. Jennifer Luke, da Universidade de Surrey, na Inglaterra, que a glândula pineal é o alvo principal da acumulação do flúor no organismo.
O tecido macio da glândula pineal adulta contém mais flúor do que qualquer outro tecido macio no organismo — um nível de flúor (cerca de 300 ppm) capaz de inibir as enzimas.
A glândula pineal também contém tecido rígido (cristais de hidroxiapatita) e esse tecido rígido acumula mais flúor (até 21.000 ppm) do que qualquer outro tecido rígido no organismo (por exemplo, dentes e ossos). [Fonte].
Além de regular os hormônios vitais, sabe-se que a glândula pineal serve a uma função esotérica. Ela é conhecida pelos grupos místicos como o "Terceiro Olho" e é considerada em muitas culturas como parte do cérebro responsável pela iluminação espiritual e o "vínculo com o divino". Estaria a iluminação para o homem moderno agora livre das restrições?
"No cérebro humano existe uma pequena glândula chamada corpo pineal, que é o olho sagrado dos antigos, e corresponde ao terceiro olho dos Ciclopes. Sabe-se pouco a respeito da função do corpo pineal, que Descartes sugeriu (mais sabiamente do que ele mesmo imaginava) que poderia ser a habitação do espírito do homem." [Manly P. Hall, The Secret Teachings of All Ages].
Aspartame
O aspartame é um adoçante artificial usado em produtos "sem açúcar" como os refrigerantes Diet e as gomas de mascar. Desde sua descoberta em 1965, o aspartame causou grande controvérsia com relação aos riscos para a saúde — principalmente tumores cerebrais — e a FDA negou a autorização para que ele pudesse ser vendido ao público. A companhia Searle, que tentava colocar o aspartame no mercado, escolheu então Donald Rumsfeld como executivo-chefe em 1977... e as coisas mudaram drasticamente. Após um breve período de tempo, o aspartame passou a ser encontrado em mais de 5.000 produtos.

"Donald Rumsfeld esteve na equipe de transição do presidente Reagan e, no dia seguinte após a posse, indicou um Comissário da FDA que aprovaria o aspartame. A FDA tinha criado uma Junta Examinadora com seus melhores cientistas e eles disseram que o aspartame não era seguro e que causava tumores cerebrais, de modo que a petição para a aprovação foi rejeitada. O novo Comissário da FDA, Arthur Hull Hayes, desconsiderou a decisão da junta e liberou o uso do aspartame. Posteriormente, ele passou a trabalhar para a agência de relações públicas do fabricante, a Burson-Marstellar, segundo rumores, a 1.000 dólares por dia, e se recusa a falar com a imprensa desde então." [Fonte: Donald Rumsfeld and Aspartame].
Anos após a aprovação pela FDA, cientistas proeminentes ainda aconselham a organização a banir o produto.
"O Dr. John Olney, que fundou o campo da neurociência chamado Excitotoxidade, tentou parar a aprovação do aspartame com o promotor James Turner, já em 1996. O próprio toxicologista da FDA, o Dr. Adrian Gross, disse ao Congresso que, sem sombras de dúvidas, o aspartame pode causar tumores cerebrais e câncer no cérebro e violava a Emenda Delaney, que proíbe colocar qualquer produto sabidamente cancerígeno nos alimentos. Informações detalhadas sobre isso podem ser encontradas no Bressler Report (FDA Report on Searle)." [Ibidem].
Em 1995, a FDA foi forçada a liberar, pela Lei de Liberdade da Informação, uma lista de 92 sintomas causados pelo aspartame reportados por milhares de vítimas. Entre eles, estavam: dores de cabeça, distúrbios no equilíbrio, mudança de humor, vômito, náusea, dor abdominal, mudança da visão, diarreia, convulsões, perda de memória, fadiga, fraqueza geral, coceiras, dificuldades no sono, mudança no ritmo cardíaco, inchaços, dificuldades respiratórias, etc. Os produtos que apresentaram maior índice de reação no público foram: refrigerantes, adoçantes, gelatinas, pudins, goma de mascar, chocolate quente, sucrilhos, etc.
Entretanto, esses sintomas são apenas a ponta do iceberg. O aspartame já foi vinculado a doenças severas e problemas de saúde de longo prazo.
"De acordo com os principais médicos e pesquisadores do assunto, o aspartame causa dor de cabeça, perda de memória, convulsões, perda da visão, coma e câncer. Ele piora ou imita os sintomas de doenças e quadros clínicos como fibromalgia, esclerose múltipla, lúpus, Transtorno do Déficit de Atenção, diabetes, Mal de Alzheimer, fadiga crônica e depressão. Outros perigos salientados é que o aspartame libera o álcool metílico. O envenenamento crônico com o metanol resultante afeta o sistema de dopamina do cérebro, causando a dependência. O metanol, também chamado de álcool da madeira, constitui um terço da molécula do aspartame e está classificado como um veneno e narcótico metabólico severo." [Ibidem].
Conclusão
Se a principal mensagem do site The Vigilant Citizen até aqui tem sido "observar aquilo que entra na sua mente", a principal mensagem deste artigo foi "observar aquilo que entra no seu corpo". O consumo dos produtos citados acima provavelmente não causará um efeito imediato e observável. Entretanto, após ingerir essas substâncias durante muitos anos, os pensamentos da pessoa se tornam cada vez mais turvos e embaçados, e as capacidades de concentração e de julgamento se tornam diminuídas. Em outras palavras, a mente que antes era ágil se torna apática. O que acontece quando uma população é severamente sedada e envenenada dia após dia? Ela se torna inerte, dócil como um zumbi. Em vez de fazer as perguntas importantes e buscar uma verdade mais elevada, a massa idiotizada simplesmente realiza suas tarefas cotidianas e absorve tudo aquilo que a grande mídia lhe diz. É isto que a elite está procurando criar?
Entretanto, ainda existe uma esperança. Muitos dos efeitos negativos das substâncias descritas anteriormente são reversíveis. E VOCÊ é quem decide o que entra no seu corpo. Este artigo oferece uma rápida visão geral dos perigos que cercam o consumidor desavisado, porém existem toneladas de informações para você basear suas decisões esclarecidas. Seu corpo é um templo. Você permitirá que ele seja contaminado?
Fonte: Vigilant Citizen
Jhero
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A Sociedade Idiotizada - Parte 2

O Mercúrio nos Alimentos Industrializados e nas Vacinas

A Sociedade Idiotizada 02
Sabe-se que o mercúrio degenera os neurônios cerebrais e interfere com o sistema nervoso central, porém ele ainda é adicionado nos alimentos industrializados e nas vacinas compulsórias. Nesta segunda parte da série que examina a idiotização intencional da sociedade, o artigo discutirá a presença do mercúrio nos alimentos e nas vacinas.


Na Primeira Parte vimos os efeitos do aspartame, do flúor e das pílulas vendidas sob prescrição no cérebro humano. Todas essas substâncias causam uma redução da capacidade cognitiva que, em grande escala, leva à idiotização da população. Este segundo artigo enfoca outro produto tóxico que é encontrado nos alimentos que consumimos diariamente e nas vacinas compulsórias: o mercúrio.

O mercúrio é um metal pesado encontrado no meio ambiente natural. Entretanto, ele não é apropriado para o consumo humano, pois é muito prejudicial ao organismo, especialmente ao cérebro. Embora algumas pessoas digam que qualquer coisa possa ser consumida com moderação, muitos especialistas concordam que nenhuma quantidade de mercúrio é segura para o corpo humano. Apesar disto, e dos muitos estudos referentes aos efeitos negativos do mercúrio, esse metal pesado é continuamente acrescentado nas vacinas e nos alimentos industrializados.

Sabe-se que o mercúrio causa degeneração dos neurônios cerebrais e que interfere com o sistema nervoso central. A exposição direta ao metal causa efeitos imediatos e violentos:
"A exposição a níveis elevados de mercúrio orgânico, ou metálico e inorgânico, pode danificar de forma permanente o cérebro, os rins e o feto em desenvolvimento. Os efeitos sobre o funcionamento do cérebro podem resultar em irritabilidade, timidez, tremores, mudanças na visão ou na audição, e problemas na memória." [Fonte].
A maioria das pessoas não entra em contato direto com o mercúrio, porém é exposta a pequenas doses de cada vez, resultando em um envenenamento lento, mas contínuo do cérebro. À medida que os anos passam, os efeitos da substância prejudicam a capacidade de julgamento e o pensamento racional, reduzem a memória e interferem com a estabilidade emocional. Em outras palavras: o mercúrio torna você menos inteligente.

O mercúrio também tem a capacidade de passar da mulher grávida para seu bebê nascituro. De acordo com a Agência de Proteção Ambiental (EPA), o mercúrio passado para o feto durante a gravidez pode ter consequências duradouras, incluindo dificuldades na memória, habilidade diminuída para a fala e outras complicações cognitivas.

Já foi grandemente divulgado que o mercúrio está sendo encontrado em quantidades perigosas nos frutos do mar, como atum, peixe-espada e robalo. Isso cria uma situação bastante irônica. Em vez de torná-lo mais inteligente com todo o Ômega-3 que contêm, os peixes produzem exatamente o efeito contrário no seu cérebro devido à contaminação pelo mercúrio.

Infelizmente, o mercúrio também é encontrado em outros produtos: vacinas e no xarope de milho de alto teor de frutose.
As Vacinas
"Considero um crime dar mercúrio a uma criança." [Boyd Haley, Ph.D., Departamento de Química da Universidade do Kentucky].
O mercúrio é encontrado em grandes quantidades nas vacinas compulsórias. Antes de entrarmos nos detalhes, aqui estão alguns fatos sobre as vacinas nos EUA, conforme observados pela Dra. Sherri Tenpenny:
  • O governo dos EUA é o maior comprador de vacinas no país. Na verdade, cerca de 30% do orçamento anual do Centro de Controle de Doenças (CDC) refere-se às aquisições de vacinas e em garantir que a vacinação seja completada para cada criança no país.

  • As empresas seguradoras privadas, que fazem as melhores análises sobre responsabilidades, abandonaram totalmente a cobertura para danos à vida e à propriedade em decorrência de: acidentes e desastres naturais, guerra nuclear, acidentes com usinas nucleares e... vacinações.

  • Leis foram aprovadas para proteger os laboratórios fabricantes de qualquer responsabilidade, enquanto que, ao mesmo tempo, as leis estaduais requerem que os pais inoculem até 100 antígenos em seus filhos com as vacinações, antes de eles ingressarem na escola. Se a vacina produzir alguma consequência, ou até a morte, os pais não podem processar o médico, a companhia farmacêutica ou o governo; eles precisarão entrar com uma ação judicial de danos no Tribunal de Vacinas, um processo que pode levar anos e frequentemente termina com a rejeição da ação.

  • Cada estado americano tem suas próprias leis sobre vacinação na escola que requerem que as crianças de uma determinada idade sejam vacinadas contra diversas doenças transmissíveis. As leis estaduais de vacinação obrigam as crianças a serem vacinadas para poderem ingressar nas escolas públicas ou privadas. Deixar de vacinar as crianças pode resultar não somente na proibição para que elas frequentem a escola, mas seus pais ou responsáveis podem ser multados ou receber uma condenação criminal. Normalmente, as escolas não dizem aos pais que, em cada estado, existe uma dispensa que lhe permite rejeitar as vacinas, mas ao mesmo tempo matricular seus filhos.

  • A indústria médica defende as vacinas, frequentemente exigindo que os pais vacinem seus filhos, para que eles permaneçam sob os cuidados do médico. Uma proporção considerável da renda de um pediatra vem dos reembolsos de seguro pelas vacinações. A escala de vacinações, que está sempre aumentando e incluindo novas vacinas caras, tem sido uma fonte de receitas crescentes para os médicos que aplicam as vacinas.
O Timerosal
Uma criança recebe aproximadamente 21 vacinas antes dos seis anos, e mais 6 antes dos dezoito anos, dando um total de 27 doses durante toda a fase de crescimento. Muitas dessas vacinas contêm o Timerosal (ou Tiomersal), um conservante adicionado nas vacinas e que é composto por 49% de mercúrio. O uso sem precedentes de mercúrio criou uma geração de crianças com a capacidade cognitiva prejudicada.
"Os sintomas experimentados pelas crianças que foram expostas ao mercúrio são reais e podem estar ligados diretamente às vacinas que elas receberam quando eram pequenas. É irônico que as vacinas dadas às crianças e adolescentes tinham o objetivo de protegê-los, mas na verdade estão afetando adversamente seu desenvolvimento neurológico. [Fonte].
Além de fazer toda uma geração de bebês ter seus cérebros danificados, o uso do Timerosal nas vacinas está sendo vinculado por muitos cientistas ao aumento chocante do autismo nas duas últimas décadas. Terá a campanha para a idiotização ido longe demais?
"Nas crianças que recebem todas as vacinas, por volta do sexto mês de vida elas já receberam mais mercúrio pelas vacinas do que é recomendado pela EPA. Existem mais similaridades nos sintomas entre a toxicidade do mercúrio e o autismo, incluindo déficits sociais, déficits na fala, comportamento repetitivo, anormalidades sensoriais, déficits na capacidade cognitiva, distúrbios nos movimentos e problemas no comportamento. Também existem similaridades nos sintomas físicos, incluindo bioquímicos, gastrointestinais, tom muscular, neurofisiológicos, medições eletroencefalográficas, sistema imunológico e na autoimunidade. [Fonte].
Devido à suspeita de um vínculo entre as vacinas e o autismo, mais de 5.000 famílias nos EUA já entraram com ações em um Tribunal de Vacinas contra os laboratórios fabricantes. Na maioria dos casos, as queixas não receberam compensação alguma e todas as correlações entre as doenças e as vacinas foram negadas pelas partes intimadas. Uma guerra de relações públicas está em curso há vários anos, pois estudos e contra-estudos apareceram, provando ou negando os vínculos entre as vacinas e o autismo, dependendo de onde esses estudos se originam. Os estudos que afirmam a segurança das vacinas são frequentemente financiados pelos próprios laboratórios fabricantes.
Apesar das negações, o Timerosal está lenta e caladamente sendo removido das vacinas destinadas aos bebês. Não muito tempo após essa remoção ter se iniciado, os casos de autismo caíram sensivelmente no país.
"Publicados na edição de 10 de março do Journal of American Physicians and Surgeons, os dados mostram que desde que o mercúrio foi removido das vacinas infantis, os índices reportados de autismo e de outros transtornos neurológicos em crianças não somente pararam de aumentar, mas na verdade caíram sensivelmente — em até 35%. Usando os bancos de dados do próprio governo, pesquisadores independentes analisaram os relatórios dos distúrbios neurológicos em crianças, incluindo o autismo, antes e depois da remoção dos conservantes baseados no mercúrio."
"De acordo com uma declaração da Associação Americana de Médicos e Cirurgiões, ou AAPS, os números da Califórnia mostram que os índices reportados de autismo atingiram um ápice de 800 em maio de 2003. Se essa tendência tivesse continuado, os índices reportados teriam subido para mais de 1.000 no início de 2006. Entretanto, o número na verdade caiu para 620, uma redução real de 22% e uma redução da projeção de 35%." [Fonte].
A descontinuidade do uso do Timerosal nas vacinas destinadas às crianças é algo positivo, porém o conservante ainda é encontrado em muitas vacinas destinadas aos adultos. Será se alguém percebeu que o mercúrio nas vacinas é forte demais para as crianças, fazendo-as adoecer e se tornarem improdutivas, mas é perfeito para idiotizar os adultos já plenamente desenvolvidos? A classe governante não quer criar uma geração de pessoas autistas que necessitem de cuidados constantes, mas uma massa de "idiotas úteis" que possa realizar tarefas repetitivas e que não requeiram muita inteligência, ao mesmo tempo que aceitem sem questionar aquilo que lhes é ensinado.

Hoje, o Timerosal ainda é encontrado nas vacinas contra a Influenza, comumente conhecida como vacina contra a gripe. Essas vacinas são dadas de forma sazonal, o que significa que os pacientes são incentivados a retornar no início do inverno de cada ano para receber sua dose anual de vacina com mercúrio. [Veja aqui a bula da vacina contra a Influenza.]

Os fabricantes da vacina contra a gripe Influenza dizem que ela desfruta de um "sólido registro de saúde", querendo dizer que a vacina parece não causar doenças observáveis. Contudo, o que NUNCA é discutido, é a lenta e gradual degeneração dos neurônios cerebrais que a maioria dos indivíduos experimenta, ano após ano, devido ao constante envenenamento pelo mercúrio. Esse processo de redução das funções cerebrais não é facilmente observável ou quantificável, porém está ocorrendo em escala mundial. Se o mercúrio pode afetar a mente frágil das crianças e, possivelmente, causar o autismo, ele irá, no mínimo, interferir com as mentes já totalmente desenvolvidas.

Como se fossem criadas para gerar demanda pelas vacinas, novas doenças aparecem periodicamente em todo o mundo e, com a ajuda das campanhas da mídia de massa para atemorizar, fazem as pessoas implorarem às autoridades por uma vacina milagrosa que, elas ouvem dizer, curará a todos.

A H1N1, também conhecida como Gripe Suína, foi a última dessas doenças e aterrorizou milhões de pessoas durante vários meses. Quando a vacina ficou pronta, campanhas de vacinação em massa foram promovidas fortemente em todo o mundo. Um fato que não foi promovido: a gripe suína frequentemente era curada com facilidade e não era muito diferente de uma gripe "normal". Outro fato que não foi divulgado: a maior parte das vacinas contra a gripe contém o Timerosal.
Redução Populacional?
Além de simplesmente idiotizar a população, as vacinas podem estar ajudando no esforço de reduzir a população. Em um discurso em abril de 2010, o bilionário Bill Gates mencionou o uso das vacinas no esforço para reduzir a população mundial.
"Gates fez seus comentários na Conferência TED2010, em Long Beach, na Califórnia, que era restrita a convidados, em um discurso intitulado "Inovando para Zero!" Junto com a proposição cientificamente absurda de reduzir as emissões de CO2 feitas pelo homem em todo o mundo para zero por volta do ano 2050, aproximadamente quatro minutos e meio após o início da palestra, Gates declarou: 'Primeiro tivemos a população. O mundo tem hoje 6,8 bilhões de habitantes e caminha para aproximadamente 9 bilhões. Agora, se fizermos realmente um bom trabalho com as novas vacinas, com a assistência à saúde e com os serviços de saúde reprodutiva, poderemos reduzir isso talvez em 10 a 15%'".

"De forma bem clara, um dos homens mais poderosos do mundo diz que espera que as vacinas sejam usadas para reduzir o crescimento populacional. Quando Bill Gates fala sobre vacinas, fala com autoridade. Em janeiro de 2010, no elitista Foro Econômico Mundial, em Davos, Suíça, ele anunciou que sua fundação doaria 10 bilhões de dólares ao longo da próxima década para desenvolver e aplicar novas vacinas nas crianças dos países em desenvolvimento." [Fonte].
O Xarope de Milho de Alto Teor de Frutose
Veneno é uma "substância que altera ou destrói as funções vitais; peçonha; tóxico". Segundo esta definição, o xarope de milho de alto teor de frutose (conhecido como HFCS, de High Fructose Corn Syrup) é realmente um veneno. O HFCS é um adoçante altamente processado, feito do milho e que é usado desde 1970. Ele continua a substituir o açúcar branco e a sacarose nos alimentos industrializados e atualmente é encontrado na maioria desses alimentos vendidos nos supermercados. Os estudos determinaram que nos EUA, o cidadão mediano consome em média doze colheres por dia do adoçante. Aqui está um gráfico que mostra o crescimento do uso do HFCS em nossa dieta.

Devido às suas propriedades como adoçante, o HFCS é obviamente encontrado em produtos adoçados, como geleias e refrigerantes. Entretanto, muitas pessoas não percebem que ele também é encontrado em muitos outros produtos, incluindo sopas, pães, molho de tomate, sucrilhos de cereais, sorvetes, carnes, molho para salada e condimentos. O HFCS também é encontrado em produtos dietéticos, como barras de proteínas, alimentos com baixo teor de gordura e bebidas energizantes.

Como algo que é tão saboroso pode ser ruim? Aqui estão alguns fatos sobre o HFCS:
  • A pesquisa vincula o HFCS aos índices crescentes de obesidade e diabetes na América do Norte, especialmente entre as crianças. A frutose é convertida em gordura mais do que qualquer outro açúcar. Além disso, por ser um líquido, ela passa muito mais rapidamente para a corrente sanguínea.

  • As bebidas que contêm HFCS têm níveis mais elevados de compostos reativos (carbonilas), que estão vinculados como prejudiciais às células e tecidos, levando ao diabetes.

  • Existem algumas evidências que a frutose do milho é processada de forma diferente no corpo que o açúcar da cana, levando a uma sensação reduzida de satisfação e um maior potencial para o consumo excessivo.

  • Estudos realizados por pesquisadores na Universidade da Califórnia em Davies (UC Davies) e na Universidade de Michigan mostraram que consumir frutose, que é mais prontamente convertida em gordura pelo fígado, aumenta os níveis de gordura na corrente sanguínea na forma de triglicérides.

  • Ao contrário de outros tipos de carboidratos formados de glicose, a frutose não estimula o pâncreas a produzir insulina. Peter Havel, um pesquisador em Nutrição na UC Davies que estuda os efeitos metabólicos da frutose, também mostrou que ela deixa de aumentar a produção de leptina, um hormônio produzido pelas células de gordura do organismo. Tanto a insulina quanto a leptina atuam como sinalizadores para o cérebro reduzir o apetite e controlar o peso do corpo. A pesquisa de Havel também mostra que a frutose parece não suprimir a produção da ghrelina, um hormônio que aumenta a fome e o apetite.

  • Como o organismo processa a frutose do HFCS de forma diferente como faz com o açúcar da cana ou da beterraba, o HFCS altera o modo como os hormônios que controlam o metabolismo funcionam. Ele também força o fígado a injetar mais gordura na corrente sanguínea. O resultado final é que nossos corpos são essencialmente levados a querer comer mais e, ao mesmo tempo, a armazenar mais gordura.

  • Um estudo publicado na revista do Instituto Nacional do Câncer sugeriu que as mulheres cuja dieta era rica em carboidratos e frutose tinham um risco maior para o câncer colorretal.

  • O HFCS interfere com o uso que o coração faz de minerais fundamentais, como o magnésio, cobre e crômio.

  • Descobriu-se que o HFCS exaure o sistema imunológico, inibindo a ação dos glóbulos brancos. O organismo fica então incapaz de se defender contra invasores prejudiciais.

  • A pesquisa sugere que a frutose na verdade promove a doença mais prontamente que a glicose. A glicose é metabolizada em cada célula do organismo, mas toda a frutose precisa ser metabolizada no fígado. Os fígados dos animais de laboratório que receberam grandes quantidades de frutose desenvolveram depósitos de gordura e cirrose, similar aos problemas que acometem o fígado dos alcoólatras.

  • O HFCS é altamente refinado — até mais que o açúcar branco.

  • O milho a partir do qual o HFCS é derivado é quase sempre geneticamente modificado (transgênico), como também as enzimas usadas no processo de refino.

  • Existem preocupações crescentes com as políticas relacionadas com a economia da produção de milho (subsídios, tarifas e normas governamentais) bem como os efeitos da agricultura intensiva do milho sobre o meio ambiente.
Muitos estudos observam uma forte correlação entre o crescimento do HFCS nos últimos anos e o aumento da obesidade durante o mesmo período de tempo. Veja um gráficoaqui.

A obesidade, além de não ser saudável para o corpo, afeta diretamente as funções cerebrais. Alguns pesquisadores até já questionaram o papel da obesidade na degeneração cerebral:
"Há tempos que os cientistas pesquisadores suspeitavam que existia um relacionamento entre a obesidade e um declínio na capacidade cerebral. Novos estudos agora confirmam que estar acima do peso é prejudicial ao cérebro. Os pesquisadores da Universidade da Califórnia em um artigo publicado em Archives of Neurology demonstraram uma forte correlação entre a obesidade central (isto é, a gordura acumulada na barriga e nos quadris) e a contração de uma parte do cérebro (o hipocampo) que é fundamental para a memória (conforme medido pelos exames de imagens de ressonância magnética). [Fonte]
Isto não significa que as pessoas obesas sejam menos inteligentes. O que significa é que o cérebro delas provavelmente não está processando de forma tão eficiente quanto poderia.
Mas mesmo que o HFCS não o torne mais obeso, ele ainda afetará seu cérebro. Os estudos recentes mostraram que o adoçante contém... você adivinhou... mercúrio!
"Um estudo — publicado na revista Environmental Health — mostra mercúrio em nove de 20 amostras comerciais de xaropes de milho de alto teor de frutose. O segundo estudo — do Instituto para a Agricultura e Política Comercial (IATP) — verificou que um terço dos 55 alimentos produzidos por marcas famosas continham mercúrio, especialmente produtos derivados do leite, molhos de salada e condimentos. As marcas incluíam nomes importantes como Quaker, Hershey, Kraft e Smucker." [Fonte].
Aqui está a tabela encontrada no estudo do IATP, chamado "Not So Sweet: Missing Mercury and High Fructose Corn Syrup", que detalha a quantidade de mercúrio encontrada nos produtos de supermercado que consumimos quase que diariamente.
É claro que as empresas que produzem o HFCS negam os resultados desses estudos, afirmando que o adoçante é "natural". As empresas de refinação de milho produziram recentemente alguns anúncios institucionais estranhos para incentivar o público a continuar ingerindo o produto tóxico que elas fabricam. Assista a um desses anúncios aqui:http://www.youtube.com/watch?v=KVsgXPt564Q.
Conclusão
Apesar da existência de muitos estudos que descrevem os efeitos negativos do mercúrio sobre o cérebro humano, o governo ainda promove cada vez mais a vacinação da população com vacinas que contêm o Timerosal. Além disso, os governantes protegem as companhias farmacêuticas que produzem as vacinas e as companhias que produzem os alimentos que contém o HFCS contra qualquer tipo de processo. O fato de muitos executivos que dirigem essas empresas também ocuparem postos-chave no governo pode fornecer uma explicação. Existe de fato um pequeno número de pessoas que ocupam posições de grande poder no setor privado e no setor público. Essas pessoas, naquilo que são casos claros de conflitos de interesses, colidem no topo para formar aquilo que este site referencia como "a elite" ou "a classe governante". A maior parte dessas pessoas nunca foi eleita para ocupar os cargos no governo, porém elas criam as políticas públicas que levam adiante sua agenda, independente de qual seja o partido político que esteja no poder. Veja a lista de membros do grupo Bilderberg, do Comitê dos 300 ou do Conselho das Relações Internacionais (o CFR) e você descobrirá os executivos que presidem as companhias que fabricam os alimentos industrializados e os medicamentos... e as mesmas pessoas que fazem o governo aprovar leis para regular sua comida e seus remédios.

Como nenhuma autoridade pública trairá seus pares e financiadores de campanha para se tornar um ativista que soe o apito para alertar a população, é tarefa de cada um de nós aprender sobre aquilo que consumimos. O clichê "sempre leia os rótulos" é bastante verdadeiro, mas se você não tiver a menor ideia do que significa "glutamato monossódico", ler os rótulos não servirá para muita coisa. Esta série de artigos teve o objetivo de apresentar uma compreensão básica sobre as substâncias mais prejudiciais que estão presentes nos produtos que consumimos no dia a dia. Pessoalmente, não posso afirmar que tenho uma dieta perfeita... Cresci nos anos 1980 e gosto do sabor dos alimentos industrializados como balas, refrigerantes e até dos hambúrgueres. Mas, à medida que você encontrar mais informações e começar a entender que cada passo na direção certa realmente o faz se sentir melhor, cada passo subsequente se tornará mais fácil. Ninguém pode fazer isto por você. É você quem precisa dar o próximo passo, seja rumo à desintoxicação, ou à lanchonete mais próxima para comer mais um sanduíche de hambúrguer.
Leia :







Os Efeitos dos Medicamentos de Controle da Mente, dos Alimentos Transgênicos, do Flúor e do Aspartame Existe um esforço deliberado por parte do governo para idiotizar as massas? É difícil provar...

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OS EFEITOS DOS MEDICAMENTOS DE CONTROLE DA MENTE, DOS ALIMENTOS TRANSGÊNICOS DO FLÚOR E DO ASPARTAME


Existe um esforço deliberado por parte do governo para idiotizar as massas? É difícil provar isto, mas existe uma grande quantidade de dados que confirma que a elite governante não somente tolera, mas também define políticas que têm um efeito prejudicial sobre a saúde física e mental da população. 

Esta série de artigos examina os muitos modos como o homem moderno está sendo idiotizado. A Parte 1 discute os venenos encontrados nos alimentos, nas bebidas e nos medicamentos consumidos regularmente pela população.

Os temas da idiotização e desumanização das massas são frequentemente discutidos nos artigos do site The Vigilant Citizen. Entretanto, a presença desses conceitos na cultura popular é somente a expressão exterior e simbólica das profundas transformações que estão ocorrendo em nossa sociedade. Os dados científicos provam que os governos de todo o mundo toleram a venda de muitos produtos que têm um efeito negativo e direto sobre a saúde física e cognitiva. Como veremos neste artigo, muitos produtos usados no dia a dia causam danos ao cérebro, prejudicam a capacidade de fazer julgamentos e até reduzem o quociente de inteligência (QI).

AGUARDE O DOCUMENTO ABAIXO CARREGAR E LEIA COM ATENÇÃO POIS ISSO E UMA REALIDADE! 

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Mercúrio em Alimentos e Vacinas

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Mesmo que o mercúrio seja conhecido por degenerar os neurônios do cérebro e prejudicar o sistema nervoso central, ainda é encontrado em alimentos processados e de vacinas obrigatórias.

Nesta segunda parte da série de análise do emburrecimento da sociedade proposital, este artigo discutirá a presença de mercúrio em alimentos comuns e vacinas.

Leia a matéria completa no link a seguir:
-

http://www.scribd.com/doc/96591986/Emburrecendo-a-Sociedade-Mercurio-em-Alimentos-e-Vacinas - O DOCUMENTO SERA CARREGADO ABAIXO, SE PREFERIR BAIXE NO LINK ACIMA! -
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O Alto Preço do Materialismo e a Idiotização


Nesta animação o psicólogo Tim Kasser discute como a cultura do consumismo prejudica o nosso bem-estar e aponta para soluções que prometem um mundo justo, sustentável e mais saudável.

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Reflita e entenda; porquê a sociedade está em um processo deliberado de Idiotização e Desumanização em massa...


Estamos nesse processo de idiotização há bastante tempo.
Faz parte de uma agenda política e, embora alguns tenham acordado, a maioria pensa que esse processo se dá apenas através da mídia.
É implementado com mais vigor, nos ambientes feitos para educar
( escolas e universidades ).

Uma geração idiotizada e robotizada pela própria "inteligência".
Todos estão a serviço de um Sistema de marionetes; são quase todos iguais e fazem quase todos a mesma coisa.

Existe um esforço deliberado por parte do governo que é comandado pelas grandes CORPORAÇÕES, para idiotizar a "massa".

Na própria internet há um série de artigos sérios, comprovando que produtos encontrados nos alimentos, nas bebidas e nos medicamentos consumidos regularmente pela população têm um efeito negativo e direto sobre a saúde física e cognitiva.

Dentre muitos podemos citar os pesticidas, transgênicos, flúor, aspartame, glutamato monossódico, alumínio e o mercúrio que é encontrado nos alimentos industrializados e nas vacinas compulsórias, degenerando assim, os neurônios e calcificando a glândula pineal.

Muitos terão dificuldade, até mesmo de compreender este vídeo! 
Uma população idiotizada é algo desejável? ...

Adolf Hitler certa vez disse:

"Que sorte para os líderes quando os homens não pensam."
Somos muito mais que o "sistema"; podemos mudar.
Diga NÃO à tudo isso e empenhe-se em despertar a massa adormecida, que também é vítima desse sistema nefasto.

Afinal somos todos UM!


As pessoas estão presas ao Medo!
Temos medo de tudo, o tempo todo.
Como se não pudéssemos fazer nada.
O Medo é um gás paralisante!
( Eduardo Galeano )

Vença o Medo!

CRÉDITOS
VÍDEOS
The High Price of Materialism
CGI VFX Animated Short HD 'iDiots'
ESCRITO POR
Tim Kasser
ILUSTRADO POR
Anthony Maughan
NARRADO POR
Bruno Bártulitch
MÚSICAS
Dangerous trip - Bruce
Where to go - No Time - Petite Viking
Jamendo
TEXTO e EDIÇÃO
Photo Amaral
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Álcool é a pior droga e legalizada, alem disso traz doenças as vezes irreversíveis

depressão
Nota: O melhor e não beber, pois o vicio do álcool e progressivo e muitos poucos conseguem larga-lo por vários motivos.
  Para alguns, o álcool é veneno puro. Para outros, remédio. A solução é encontrar a quantia exata que vai servir a você. E nunca passar do limite.
  Consumido sem cuidados, o álcool provoca reações inesperadas. Você já reparou que nas festas tem sempre alguém que bebe uma cerveja e dá vexame, enquanto outro entorna uma garrafa de vinho e fica só um pouco mais alegre? É difícil acreditar, mas apenas agora a ciência começa a entender como e por que a droga mais antiga da civilização suscita efeitos tão diferentes nos seres humanos.
São duas possíveis respostas. 

A primeira é genética. 

O psiquiatra Marc Schuckit, da Universidade da Califórnia, em San Diego, nos Estados Unidos, conduz uma pesquisa a respeito desde 1978. Ela mostra que os filhos de alcoólatras são os mais fortes candidatos ao alcoolismo. Mas a herança não pára por aí. 

Eles são também os que toleram melhor a bebida. "Só 5% dos descendentes de não-alcoólatras têm alta resistência ao álcool", disse Schuckit à SUPER. "Já quando um dos pais é alcoólatra, o número de resistentes sobe para 40%." Isso significa que não só a tendência ao vício, mas o tipo de reação ao álcool, pode estar inscrita no DNA. 

A segunda descoberta 

é bioquímica. Experiências com camundongos demonstraram que os bichos com maior ou menor quantidade de certas moléculas (batizadas de NPY e PKC-épislon) no organismo tendem a ingerir menos álcool.

Os novos conhecimentos abrem o caminho para que cada um descubra qual a quantidade de álcool adequada para si. Várias pesquisas sugerem que, na medida certa, a bebida pode fazer bem. 

"O uso moderado do álcool traz uma série de benefícios físicos e psicossociais", afirma Archie Brodsky, professor da Faculdade de Medicina da Universidade Harvard, nos Estados Unidos. 

"O álcool é o que se chama de lubrificante social ideal", explicou à SUPER a psicobióloga Ana Regina Noto, do Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (Cebrid), da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). "Sob seu efeito, os indivíduos interagem com os outros de uma forma gostosa, melhorando a qualidade da relação", acrescenta a pesquisadora. 

Estudos realizados em mais de vinte países indicam que uma dose diária  para mulheres e duas para homens diminuem os riscos de doenças do coração. 

A ciência leva em conta ainda outros fatores positivos no consumo moderado, como a redução do estresse e a melhora do humor, segundo Brodsky. "Como a Medicina passou a incluir a qualidade de vida nos condicionantes da saúde, o álcool deixou de ser tão malvisto", diz ele. A sabedoria está em separar a porção que alivia daquela que envenena.


Gosto não se discute. Herda-se

Se você fica tonto só de cheirar um copo com bebida alcoólica, alegre-se. A ciência mostra que gente capaz de tomar todas e estar inteira no dia seguinte é justamente a que corre mais risco de se tornar dependente. E não é só isso. Descobriu-se também que os mais resistentes costumam ser filhos de alcoólatras. Essas conclusões fazem parte de um estudo superdetalhado do psiquiatra americano Marc Schuckit, da Universidade da Califórnia.

De acordo com estatísticas do governo americano, cerca de 8% da população dos Estados Unidos é vítima do alcoolismo. Entre filhos de alcoólatras, o número sobe para 40%. Quando pai e mãe são dependentes, a porcentagem é ainda mais assustadora: 60%. Segundo o psiquiatra, isso acontece mesmo quando o filho é criado por outra família, longe dos pais biológicos. Esse é um forte indicador de que a propensão ao alcoolismo é genética.

Foram esses dados que levaram Schuckit a testar como os filhos de alcoólatras seguravam a onda na hora de beber. Em 1978, ele conseguiu juntar dois grupos de homens. O primeiro alvo do estudo era formado por descendentes de dependentes. Eles tinham cerca de 20 anos e bebiam apenas socialmente. O segundo grupo era idêntico ao primeiro, exceto por um detalhe: ninguém tinha pai ou mãe alcoólatra. No total, nada menos que 453 pessoas.

Schuckit convidou a turma toda para tomar uns drinques (no máximo cinco doses), sob rigoroso acompanhamento científico. Não deu outra: 40% dos filhos de alcoólatras quase não sofriam os efeitos que atingem um indivíduo médio depois de cinco latas de cerveja. Conforme o esperado, a mesma resistência só apareceu em 5% dos filhos de não-alcoólatras. Dez anos depois, uma equipe de pesquisadores conseguiu localizar todo mundo outra vez. Só três homens não quiseram mais participar da pesquisa. Depois de entrevistas exaustivas, os dados finais confirmaram as suspeitas de Schuckit. Os maiores índices de alcoolismo estavam justamente entre o pessoal que, uma década antes, bebia, bebia e não sentia quase nada.

Resumo da ópera: quem, além de ser filho de alcoólatra, resiste bem à bebida está sob alto risco de alcoolismo. Atualmente, Schuckit está fazendo novo contato com os mesmos entrevistados (quatro morreram). "Entre outras coisas, vamos pesquisar os filhos deles para acompanhar a evolução da próxima geração", explicou o cientista à SUPER.

A influência do ambiente

Schuckit espera que pesquisas como a dele sirvam para tratamento. "Descobrir genes ligados ao alcoolismo poderá ajudar a explicar uma série de reações químicas que acontecem no organismo de dependentes, abrindo caminhos para a descoberta de novos remédios", diz ele. "E, se estudarmos aqueles que não se tornaram viciados, mesmo que filhos de alcoólatras e resistentes à bebida, poderemos aproveitar a experiência deles para criar novos métodos de prevenção."

Não é de hoje, porém, que a ciência conhece relações entre o álcool e a genética. "De um modo geral, os orientais não se dão bem com a bebida", explica Ana Regina, do Cebrid. Segundo a pesquisadora, eles têm uma deficiência de aldeído desidrogenase, uma enzima que dificulta a eliminação de acetaldeído, um derivado da metabolização do álcool.

A falta da enzima provoca o chamado blushing, isto é, uma vermelhidão no rosto, além de náuseas. Nada disso, no entanto, significa que não haja bebedeiras entre os orientais, mas é um forte indício do peso da genética na reação ao álcool.

Os cientistas ainda guardam uma certa cautela. "A baixa resposta ao álcool é um fator muito importante, mas é um entre vários", ressalva Schuckit. Embora seu estudo possa levar à descoberta de um gene envolvido no alcoolismo, ele lembra que o ambiente também desempenha um papel importantíssimo. Ana Regina concorda. "Um filho que cresce vendo o pai ou a mãe bebendo de modo exagerado tende a encarar isso como algo natural", diz ela. "A educação é fundamental."

A irresistível atração bioquímica

Assim como o uísque, os maus bebedores se conhecem no dia seguinte. Além da dor de cabeça, eles costumam ser acometidos, ao acordar, pelo remorso de não terem conseguido parar na hora certa. A ciência, porém, tem fortes motivos para suspeitar de que a culpa não seja só deles. Por trás da irresistível atração por continuar bebendo podem estar duas substâncias produzidas pelo corpo humano e sobre as quais a razão não exerce controle: o NPY e o PKC-épsilon. Trabalhos recentes mostram que ambas devem estar relacionadas ao álcool.

O NPY é um neuropeptídeo, ou seja, uma molécula, parecida com uma proteína, que atua no sistema nervoso. O psicólogo Todd Thiele, da Universidade de Washington, em Seattle, Estados Unidos, decidiu procurar relações entre o NPY e a quantidade de álcool ingerida por camundongos. Encontrou. Thiele contou à SUPER que a sua equipe desenvolveu animais alterados geneticamente para produzir NPY em excesso. 

Os bichos modificados acabaram consumindo bem menos álcool do que os normais. Os cientistas também fizeram o oposto: criaram camundongos sem NPY. Eles consumiram duas vezes mais álcool do que os normais. Embora tomassem todas, recuperavam-se rapidamente e demostravam menos sinais de estarem bêbados, já prontos para mais uma rodada. 

Era como se fossem alcoólatras.

"O NPY dos camundongos é muito parecido com o dos seres humanos", afirma Thiele. Por isso ele acha viável o desenvolvimento de remédios que aumentem o nível de NPY no corpo, levando a um controle do uso de álcool. "Meu objetivo final é dar a quem bebe demais um mecanismo de controle", diz o psicólogo. A pesquisa com o PKC-épsilon, substância também associada à ansiedade, chegou a conclusões semelhantes. 

O farmacologista Clyde Hodge, da Universidade da Califórnia em San Francisco, nos Estados Unidos, conseguiu estabelecer uma relação entre a enzima e o consumo de álcool. Sua equipe criou camundongos sem o PKC-épsilon que usavam álcool até um certo ponto e depois perdiam completamente o interesse. Era como se quisessem dizer: "Para mim chega".

Clyde ressalta que os experimentos ainda estão em fase inicial. Mas acredita que em alguns anos pode haver remédios para controlar o nível da substância em seres humanos. Isso tornaria viável criar uma pílula que o sujeito toma, depois bebe um pouquinho de álcool e logo não quer mais. "Se conseguirmos decifrar os mecanismos neurobiológicos dessas moléculas, poderemos pensar em remédios que mantenham o uso da bebida sob controle", disse Clyde à SUPER.

A droga mais velha da humanidade

O álcool não é privilégio de nenhum povo sobre a Terra. Ao contrário, é considerado a única droga comum a todas as civilizações. A fabricação de vinho de uva começou provavelmente no período Neolítico, 8 500 anos antes de Cristo. 

Nas montanhas Zagros, no norte do Irã, uma equipe do Centro de Arqueologia Química da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, encontrou um jarro de 7 000 anos com capacidade para 9 litros de vinho.

Mais tarde, houve no delta do Rio Nilo uma pujante indústria vinícola, por volta de 2700 a.C. Beber vinho era um hábito tão comum que vários faraós foram enterrados com jarros, provavelmente na crença de que poderiam continuar tomando umas e outras depois da morte. 

A cerveja é um pouco mais recente. Aparece uns 1 500 anos antes de Cristo. Com um microscópio eletrônico, arqueólogos da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, descobriram que os egípcios usavam malte para produzir açúcar usado na fermentação. Em outras palavras: conheciam técnicas de cervejaria. 

Os egípcios obtinham seu malte a partir de cevada. Só que em vez de adicionar lúpulo, como se faz hoje, eles acrescentavam um tipo raro de trigo. Ao repetir a receita, os pesquisadores descobriram uma boa cerveja. Sem o amargo do lúpulo, a mistura ganhava um sabor doce e frutado. Era dourada, mas menos transparente que as atuais.

Vieram depois os destilados, que são mais fortes. Curiosamente, a técnica não foi desenvolvida para fazer bebidas. Proibidos de beber pelo islamismo, os árabes foram os primeiros a produzir álcool destilado para fabricar perfumes. Os europeus aprenderam com eles e no século XI já há registro de aguardentes na Itália.

Talvez nunca se saiba com certeza quando o homem começou a beber. Já no Gênese, o vinho aparece nas mãos de Noé. A novidade está em que, com os novos conhecimentos, a humanidade poderá começar a beber melhor. Em lugar de ser dominada por efeitos indesejáveis e imprevisíveis, terá a chance de usar o álcool na justa e moderadíssima proporção em que ele ajuda a viver melhor. Para isso, cada um precisará encontrar a dose certa e ficar nela.

De copo em copo

Esta seqüência, que termina na página 33, mostra os efeitos da bebida em um homem com resistência média, dose a dose.

Eles e elas

Em geral, os homens são mais resistentes à bebida do que as mulheres porque têm mais água no corpo, o que ajuda a diluir o álcool. Além disso, produzem em maior quantidade uma enzima que quebra as suas moléculas

Alegria, alegria

Com 1 ou 2 doses, a inibição vai desaparecendo. Acontece uma mudança sutil de estado de espírito: aquele problema aparentemente insolúvel já não parece tão terrível assim. Fica-se auto confiante.

Pé no breque

Depois de 3 doses, diminui a coordenação motora do indivíduo, que chega a derrubar o copo. A essa altura, ele também perde um pouco da capacidade de julgamento — isto é, de distinguir o certo do errado.

Fora-da-lei

Pela lei brasileira, quem tomou 3 doses, em média, não pode mais dirigir. O máximo permitido é 0,6 grama de álcool por litro de sangue. Isso equivale a cerca de duas doses de uísque.

Tarde demais

O papo que estava bom após o primeiro copo fica difícil após 4 doses. Isso acontece porque o cérebro tem dificuldade para funcionar. Essa quantia afronta não só o raciocínio como também as restrições sociais. É quando o tímido consegue passar cantadas impensáveis quando está sóbrio.

Sinal vermelho

A hora de parar já passou. Com 5 ou 6 doses, o álcool provoca danos à capacidade psicomotora. Andar torna-se uma tarefa difícil e penosa. As emoções ficam exageradas: chora-se por uma bobagem ou morre-se de rir com uma piada sem graça.

Zuzu mal

Com 7 a 8 doses, o indivíduo chega a fazer força para conversar direito, mas a fala sai arrastada. Para piorar, a vista fica embaçada. A coordenação motora e a capacidade de raciocínio são profundamente prejudicadas.

Vezes dois

Quem consegue chegar a 9 ou 10 doses passa a ver tudo dobrado. De pé, lembra um bebê que está aprendendo a andar. Tarefas simples como amarrar os sapatos ou assinar o cheque da conta é praticamente impossível. Perigo de explosões emocionais, como chamar um brutamontes para uma briga.

Sem censura

A partir de 11 doses, ocorre a perda total das inibições. É quando o bêbado fica "folgado". Em alguns casos, ele não entende o que se passa à sua volta.

Risco de morte

Se passar de 15 doses, pode entrar em estado de choque. Com mais de 25, a parte do cérebro responsável pela respiração ameaça falhar. Perigo de morte.

Chope
Concentração alcoólica: 8 graus
2 copos = 400 ml

Vinho
Concentração alcoólica: 11 graus
2 taças = 200 ml

Uísque
Concentração alcoólica: 43 graus
1 dose = 40 ml

Na História das civilizações, o álcool é valorizado. A palavra uísque vem do idioma gálico, no qual quer dizer água da vida.

O jovem brasileiro anda bebendo demais. Um levantamento feito pelo Cebrid em dez capitais brasileiras com estudantes de primeiro e segundo graus indica isso. "A pesquisa aponta um aumento no consumo pesado, ou seja, cresceu o número de entrevistados que bebem mais de vinte vezes por mês", diz o psicobiólogo Ricardo Tabach. "Isso é preocupante", acrescenta. Segundo a pesquisadora Ana Regina Noto, também do Cebrid, a família não ajuda muito. "Um em cada três brasileiros prova álcool pela primeira vez na própria casa, quase sempre oferecido pelos pais", informa. Segundo ela, os refrigerantes foram praticamente abolidos nas festinhas de jovens.

A cerveja rola solta e até alguns porres são tratados com a anuência e a condescendência dos pais, como se fossem algo normal.

Não são. "Isso acontece porque a sociedade não considera o álcool uma droga", diz ela. Outro problema é que se costuma achar que na juventude tudo é episódico e passageiro. Quando se trata de bebida, ocorre o contrário. 

Se um adulto leva de dez a quinze anos para se tornar um alcoólatra, um adolescente precisa apenas de seis meses a três anos para incorporar o vício. Além disso, o uso abusivo do álcool provoca problemas sociais. Segundo a pesquisa do Cebrid, o álcool está no sangue de sete em cada dez brasileiros mortos violentamente — de acidentes de carro a assassinatos.

Esses problemas são agravados pelo fato de a legislação ser pouco respeitada. Poucas coisas são tão fáceis de comprar no Brasil quanto álcool. Embora a venda seja proibida para menores de 18 anos, ninguém obedece à lei. A mesma pesquisa mostra que não chega a 1% o número de adolescentes que dizem "garçom, um chope" e não são atendidos.

Beber melhora o desempenho sexual.

Mentira. A bebida aumenta o desejo, mas estraga o desempenho dos homens. É fato que o álcool diminui inibições, inclusive as sexuais. Mas também faz cair a produção do hormônio masculino, a testosterona.

Tomar café ou banho gelado ajuda a ficar sóbrio.

Mentira. É o fígado que metaboliza (transforma em outras substâncias) o álcool na corrente sanguínea. Nem café nem água gelada apressam o funcionamento dele.

Comer antes de beber, ou durante, diminui o efeito do álcool.

Verdade. Isso acontece porque a própria comida, quando encontra o álcool no estômago, absorve parte da substância. Evita que ele passe ao intestino delgado e, dali, chegue ao cérebro pela corrente sanguínea.

Misturar bebidas deixa o sujeito mais bêbado.

Mentira. O que deixa o indivíduo mais embriagado é a quantidade de álcool que ingeriu, não o tipo de bebida. Tomar bebidas de sabores diferentes, uma em seguida à outra, pode deixar o beberrão apenas mais enjoado porque os diferentes sabores geralmente não combinam. O cérebro não tem como saber se o álcool que chega a ele é de um licor ou de um uísque.

Mulher grávida não pode beber.

Verdade. O álcool causa vários danos ao feto: retardamento mental, anormalidades orgânicas e problemas de aprendizado no futuro. Mas não induz ao alcoolismo. Não se sabe exatamente a partir de qual quantidade de álcool esses efeitos nocivos aparecem. Por isso, o melhor é não arriscar.
Fontes: Universidade da Carolina do Norte (EUA) e Instituto Nacional de Alcoolismo e Abuso de Álcool dos EUA

1. Quando a bebida alcança o lobo frontal, surgem sensações agradáveis de relaxamento e alegria. O sujeito fica mais falante, sem prejuízo do raciocínio.

2. Ao atingir os lobos parietal e temporal começam os problemas. O sujeito é capaz de cometer um desatino, como cruzar um farol vermelho.

3. Se chegar ao lobo occipital, responsável pelo movimento e pela visão, torna difícil ficar em pé e andar direito. A vista embaça.

4. O cerebelo comanda os reflexos. Atingido pelo álcool, a coordenação motora fica gravemente prejudicada. O tronco encefálico dirige a respiração.

5. O álcool demora para afetar esta área, mas, quando chega, leva à inconsciência, ao coma, à insuficiência respiratória e cardíaca. Em geral, o corpo se defende e provoca desmaios para o sujeito parar de beber.
O pesquisador pôs em gaiolas separadas dois tipos de camundongos, um normal e outro sem uma enzima chamada PKC-épsilon. Cada gaiola tinha uma garrafinha com água e outra com álcool a apenas 2%.

Água e vinho

No primeiro dia da experiência, os camundongos das duas gaiolas bebem mais água. Na segunda medição, quatro dias depois, os camundongos normais tomam um pouco mais de álcool do que os mutantes.

Vício

O pesquisador aumenta, então, a concentração de álcool para 4%. Os camundongos normais passam a beber ainda mais álcool e os mutantes menos.

Concentração alta

Quando a concentração do álcool chega a 14% (como a de um vinho), o consumo entre os normais chega ao máximo, enquanto os mutantes praticamente só tomam água. Conclusão: a falta da enzima diminui a atração pelo álcool.

Fermentação e destilação são as duas únicas receitas para se fabricar o álcool que pode ser bebido. Vinho e cerveja são produtos da fermentação, ou seja, a transformação de açúcar em álcool, usando microorganismos. Embora muito prática (quem faz todo o trabalho é uma levedura, a Saccharomyces cerevisiae), a fermentação padece de uma limitação natural. Seus produtos têm, no máximo, 14% de concentração alcoólica. Mais do que isso seria tóxico para a própria levedura. Quer dizer: as bebidas fermentadas são mais fraquinhas porque o bichinho não está a fim de cometer suicídio. A destilação começa com a fermentação de frutas ou grãos, como arroz. O passo seguinte é separar a água do álcool, já que os dois fervem a temperaturas diferentes. Aí, um aparelho recaptura o que evaporou e transforma o vapor, por esfriamento, em líquido de novo. O resultado pode ter concentração alcoólica de até 95%.O Tratamento do Alcoolismo, Griffth Edwards, Martins Fontes, São Paulo, 2000.

Arranjo: Jhero



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